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Vista aérea do SITEL Tratamento de Esgoto  conscientização e ação Fernando Azevedo Orth Técnico em Saneamento
Fonte: Eurico Zimbres, www.meioambiente.pro.br " CICLO HIDROLÓGICO
Nascente Rio Caí, RS
Montenegro
 
NASCENTES SEM PROTEÇÃO MARGENS SEM PROTEÇÃO LIXO JOGADO NA ÁGUA Despejos in natura
Arroio Montenegro Rio do Sinos RIO CAI – Captação I
 
Breve histórico É possível que os primeiros sistemas de água e esgoto tenham surgido em 3000 a.C., e que a reutilização de águas para irrigação das produções agrícolas já exista há cerca de 5000 anos.  Até 1850, os sistemas e água e esgoto eram muito precários. A falta de planejamento para reutilização da água, aliada a falta de água adequada para o consumo e ausência de tratamento, resultaram em epidemias catastróficas como a cólera asiática ou o tifo, que assolaram a Europa durante os anos de 1840 e 50. Na década de 1850, foram descobertas as relações entre as formas de utilização e poluição da água disponível e as epidemias que vinham causando grande mortalidade nas cidades. O período de 1850 a 1950 foi marcado por intensa pesquisa sobre o assunto e desenvolvimento de novas alternativas como a progressiva introdução da filtração da água para o consumo e a maior utilização de aquedutos nas cidades. Após 1960, surgiu o que alguns pesquisadores chamam de "era do reaproveitamento e reciclagem da água", em que o aproveitamento máximo da água disponível é uma medida já reconhecida pela legislação de vários estados norte americanos e da União Européia. Atualmente, o aumento do interesse em maximizar o uso da água é uma resposta às crescentes pressões da sociedade pelo consumo de água de alta qualidade, e à dependência de água pela agricultura e indústria. Fonte  -  Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip)
Esgoto Doméstico Resíduos: *Sólidos -Líquidos *Emissão atmosférica ETE Corpo Receptor
Saneamento Básico no Brasil 60 milhões de Brasileiros (9,6 milhões de domicílios) não dispõem de coleta de esgoto. Localizam-se principalmente: Bolsões de pobreza das grandes cidades; Cidades com menos de 20.000 habitantes; Regiões Norte e Nordeste. Considerações Iniciais
Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos  Saneamento Básico no Brasil Quase 75% de todo o esgoto sanitário coletado nas cidades é despejado "in natura", o que contribui decisivamente para a poluição dos cursos d'água urbanos e das praias; O esgotamento sanitário requer, portanto, não só a implantação de uma rede de coleta, mas também um adequado sistema de tratamento e disposição final .  Considerações Iniciais
O emissário de Ipanema, o primeiro do Brasil, foi projetado e construído no início dos anos 1970.
Uma  torrente imunda que o emissário submarino de Ipanema lança no mar. Sem qualquer tratamento. .. Agora pense que isso vem acontecendo há mais de 35 anos.
Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos. Efluentes Líquidos Domésticos Águas residuárias provenientes da utilização de água potável em zonas residenciais e comerciais; Caracterizam-se pela grande quantidade de matéria orgânica, nutrientes (nitrogênio e fósforo) e microorganismos; Podem conter microorganismos patogênicos provenientes de indivíduos doentes (propagação de doenças de veiculação hídrica); Considerações Iniciais
Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos e Industriais Efluentes Líquidos Domésticos Composição: Água:99,9% e Sólidos:0,1%  Sólidos: Substâncias orgânicas:70% e inorgânicas:30% Substâncias Orgânicas: proteínas, carboidratos, gorduras; Substâncias Inorgânicas: Areia, sais e metais; Considerações Iniciais
Custo do  Investimento Investir em esgoto pode significar um grande salto para o município, em termos da dotação da infra-estrutura requerida para a instalação das modernas empresas cada vez mais comuns nessa era da “globalização”. Segundo dados do BNDES* : o custo médio do  investimento  em sistemas de esgoto sanitário compostos de coleta e tratamento varia proporcionalmente ao tamanho da população do município, de US$ 420.00 a US$ 840.00 por domicílio atendido. Ainda segundo a mesma fonte, os custos médios anuais de  operação  variam de forma igualmente proporcional entre US$ 6.00 e US$ 13.00 por domicílio atendido. (*)fonte - CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA, Nº 1: SANEAMENTO AMBIENTAL. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Rio de Janeiro.
CIDADE ESGOTO SANITÁRIO GRAVIDADE OU   RECALQUE TRATAMENTO  PRELIMINAR TRATAMENTO  PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO  TERCIÁRIO CORPO  RECEPTOR VISÃO GERAL DO SES SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ETA
Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos e Industriais Coleta
Lei Federal 11.445/07 A nova Lei de Saneamento (Lei Federal 11.445/07) estimula a utilização de alternativas diferenciadas para a prestação de serviços de saneamento ao prever: o fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico, a promoção de alternativas de gestão que viabilizem a auto-sustentação econômica e financeira dos serviços e a utilização de tecnologias apropriadas, considerando a capacidade de pagamento dos usuários, a adoção de soluções graduais e progressivas, bem como a difusão dos conhecimentos gerados de interesse para o saneamento básico.  www.mananciais.org.br
CAPÍTULO VI  DOS ASPECTOS ECONÔMICOS E SOCIAIS  Art. 29. Os serviços públicos de saneamento básico terão a sustentabilidade econômico financeira assegurada, sempre que possível, mediante remuneração pela cobrança dos serviços:  I - de abastecimento de água e esgotamento sanitário: preferencialmente na forma de tarifas e outros preços públicos, que poderão ser estabelecidos para cada um dos serviços ou para ambos conjuntamente;
Fonte:Pesquisa do Instituto Methodus – julho 2009
TRATAMENTO DE ESGOTO A questão a seguir foi aplicada a todos os usuários da CORSAN da Unidade de Montenegro. Apesar de considerarem importante o tratamento de esgoto (questão anterior), 55,6% dos usuários não se dispõem a pagar pelo serviço. Considerando a importância que você dá para o tratamento de esgoto, quanto estaria disposto a pagar para ter seu esgoto tratado? 40% do valor da conta de água  99  36,7% 50% do valor de sua conta de água  13  4,8% 60% do valor de sua conta de água  3  1,1% 70% do valor de sua conta de água  1  0,4% 80% do valor de sua conta de água  0  0,0% 90% do valor de sua conta de água  0  0,0% 100% do valor de sua conta de água  4  1,5% Não pagaria nada  150  55,6% Total 270  Fonte:  Pesquisa do Instituto Methodus – julho 2009
TECNOLOGIAS PARA TRATAMENTO    DE ESGOTOS SANITÁRIOS               No campo de tecnologias para o tratamento de esgotos sanitários, a escolha entre as diversas alternativas disponíveis é ampla e depende de diversos fatores, dentre eles, podem ser citados: Área disponível para implantação da ETE;  Topografia dos possíveis locais de implantação e das bacias de drenagem e esgotamento sanitário;  Volumes diários a serem tratados e variações horárias e sazonais da vazão de esgotos;  Características do corpo receptor de esgotos tratados;  Disponibilidade e grau de instrução da equipe operacional responsável pelo sistema;  Disponibilidade e custos operacionais de consumo de energia elétrica;  Clima e variações de temperatura da região;  Disponibilidade de locais e/ou sistemas de reaproveitamento e/ou disposição adequados dos resíduos gerados pela ETE.  Fonte: (CETESB, 1988)
Enquadramento dos corpos d’ água Resolução CONAMA N 0  357 de 17/03/2005: estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes e classifica os corpos d’ água de acordo com seus respectivos usos; ( hoje em partes do rio Caí - Classe 3) O controle do lançamento de efluentes deve ser feito de maneira que os corpos receptores mantenham-se dentro das condições estabelecidas pelas respectivas classes; (futuramente classe 2) Lançamento de Efluentes
Sistemas de tratamento  existentes na Corsan - Decanto-digestores  - Lagoas aeradas e de estabilização - Lodo ativado - Disposição no solo
  Tratamento Preliminar:  São retirados do esgoto os sólidos grosseiros, como lixo e areia.       Processo:  Utiliza processos físicos, como gradeamento, peneiramento e a sedimentação.  Níveis do Tratamento
Grade e caixa de areia Tratamento preliminar
Limpeza  caixa de areia
Níveis do Tratamento Tratamento Primário:  Reduz parte da matéria orgânica presente nos esgotos removendo os sólidos em suspensão sedimentáveis e sólidos flutuantes.       Processo:  O esgoto ainda contém sólidos em suspensão, não grosseiros, que são mais pesados que a parte líquida.  Esses sólidos se sedimentam, indo para o fundo dos decantadores, formando o lodo primário bruto. Esse lodo é retirado do fundo do decantador, através de raspadores mecanizados, tubulações ou bombas.       Processo Anaeróbio:  Ocorre através da fermentação, na ausência de oxigênio.
Níveis do Tratamento Tipos mais comuns:       Sistema fossa séptica  – filtro anaeróbio: Muito usado no Brasil, no meio rural e em comunidades de pequeno porte. Os sólidos em suspensão se sedimentam no fundo da fossa séptica e formam o lodo onde ocorre a digestão anaeróbia. O líquido se encaminha para o filtro anaeróbio que possui bactérias que crescem aderidas a uma camada suporte formando a biomassa, que reduz a carga orgânica dos esgotos.
 
Níveis do Tratamento Reator Anaeróbio de Manta de Lodo  (UASB): A biomassa cresce dispersa no meio e não aderida como nos filtros. Esta biomassa, ao crescer, forma pequenos grânulos, que por sua vez, tendem a servir de meio suporte para outras bactérias. O fluxo do líquido é ascendente e são formados gases – metano e gás carbônico, resultantes do processo de fermentação anaeróbia.  
Filtro biológico
Representação esquemática de um sistema de tratamentos anaeróbio do tipo UASB  Representação esquemática de um sistema de filtro anaeróbio
Níveis do Tratamento Tratamento Secundário:  Remove a matéria orgânica e os sólidos em suspensão.     Processo:  Através de processos biológicos, utilizando reações bioquímicas, através de microorganismos – bactérias aeróbias, facultativas, protozoários e fungos. No processo aeróbio os microorganismos presentes nos esgotos se alimentam da matéria orgânica ali também presente, convertendo-a em gás carbônico, água e material celular. Esta decomposição biológica do material orgânico requer a presença de oxigênio e outras condições ambientais adequadas como temperatura, pH, tempo de contato etc.
Tipos mais comuns de tratamento secundário: Lagoas de estabilização  (ou lagoas de oxidação) e suas variantes: São lagoas construídas de forma simples, onde os esgotos entram em uma extremidade e saem na oposta. A matéria orgânica, na forma de sólidos em suspensão, fica no fundo da lagoa, formando um lodo que vai aos poucos sendo estabilizado. O processo se baseia nos princípios da respiração e da fotossíntese: As algas existentes no esgoto, na presença de luz, produzem oxigênio que é liberado através da fotossíntese. Esse oxigênio dissolvido (OD) é utilizado pelas bactérias aeróbias (respiração) para se alimentarem da matéria orgânica em suspensão e dissolvida presente no esgoto. O resultado é a produção de sais minerais – alimento das algas - e de gás carbônico (CO2).
Representação esquemática de um sistema de lagoas de estabilização  Lagoa Aeróbia Grade +  Desarenador Lagoa Facultativa Corpo Receptor
ETE  Santa Rosa  Lagoa estabilização
ETE  - Rosário do Sul  Lagoa estabilização
Lagoa de Estabilização 1 do SITEL
ETE Gramado - Sistema RALF  Reator anaeróbio de leito fluidizado Sistema Proposto para Montenegro
 
- Esgotamento do SES para Montenegro: A avaliação das características topográficas e de ocupação do solo, bem como das áreas potenciais das estações de tratamento, apontam para localização de duas ETEs, uma na bacia do Arroio Montenegro e a outra na bacia Arroio da Cria.  - Rede Coletora: O sistema de coleta a ser avaliado no SES de Montenegro será o separador absoluto.  - Elevatórias de Esgotos: As elevatórias de esgotos propostas para o SES serão para interligação de bacias sanitárias ao sistema geral de coleta e afastamento dos esgotos, adotando-se nestes casos unidades compostas de elevatória propriamente dita e emissário por recalque ; - Tratamento dos Esgotos: Com base em todas as informações disponíveis identificou-se para processo de tratamento do sistema de esgoto a ETE poderá contar com reator anaeróbio, filtro biológico, leitos de secagem e banhado entre as opções de áreas potenciais
O funcionamento do  RALF  é simples. Consiste inicialmente em conduzir o esgoto bruto para um gradeamento fino a fim de remover os sólidos flutuantes e em suspensão; e a um desarenador para remover sólidos sedimentáveis prejudiciais ao processo.  Após o esgoto estar gradeado e desarenado, é conduzido até uma câmara no centro superior do reator; onde é dividido em partes iguais para alimentar tubos difusores, que conduzem o esgoto até o fundo do mesmo. Na parte inferior do reator, o esgoto em fluxo ascendente é misturado com o lodo contido em um manto previamente formado ou inoculado, rico em bactérias anaeróbias.  A matéria orgânica contida no esgoto (80%) fica retida neste manto de lodo e é degradada e estabilizada por meio da atividade metabólica das bactérias.  RALF
As bactérias contidas no manto de lodo transformam a matéria orgânica suspensa em produtos estáveis, como água, biogás e outros elementos inertes. Na parte superior do reator existe uma parede defletora, que serve de interface da zona de digestão e de decantação. Os gases formados se concentram na parte superior interna do reator de onde, através de um tubo, podem ser descartados ou reaproveitados para fins energéticos.  A parte sólida arrastada pelos gases retorna ao manto de lodo após o desprendimento das bolhas geradas. O líquido segue para o decantador periférico e é vertido para uma canaleta que coleta todo o efluente tratado e o conduz para o emissário. Este emissário pode conduzir o efluente para um corpo receptor ou para um pós-tratamento. O lodo excedente gerado no reator deve ser removido periodicamente para leitos de secagem e aterros sanitários.
 
 
Tipos mais comuns de tratamento secundário:    Lodos ativados e suas variantes:  É composto, essencialmente, por um tanque de aeração (reator biológico), um tanque de decantação (decantador secundário) e uma bomba de recirculação do lodo. O princípio do sistema é a recirculação do lodo do fundo de uma unidade de decantação para uma de aeração.  Em decorrência da recirculação contínua de lodo do decantador e da adição contínua da matéria orgânica, ocorre o aumento da biomassa de bactérias, cujo excesso é descartado periodicamente
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ETE - Santa Maria Lodo ativado
Valo de oxidação  -  Estância Velha
Níveis do Tratamento Tratamento Terciário :  Remove poluentes específicos (micro nutrientes e patogênicos), além de outros poluentes não retidos nos tratamentos primário e secundário. Este tratamento é utilizado quando se deseja obter um tratamento de qualidade superior para os esgotos. Neste tratamento removem-se compostos como nitrogênio e fósforo, além da remoção completa da matéria orgânica.       Processo:  Através de processos por radiação ultravioleta, químicos e outros.
Níveis do Tratamento     Tratamento do lodo:  Todos os processos de tratamento de esgoto resultam em subprodutos: o material gradeado, areia, escuma, lodo primário e lodo secundário, que devem ser tratados para serem lançados no meio ambiente. Lodo estabilizado:  Disposição do lodo em aterros sanitários ou aplicando como fertilizante na agricultura, após tratamento adequado.     
Leitos de secagem
Disposição no solo Tratamento preliminar:  por Gradeamento e Desarenador Tratamento primário: na bacia de infiltração Tratamento secundário: na bacia de infiltração Tratamento terciário: na bacia de infiltração
Projeto  ETE Capão da Canoa Disposição  no solo
ETE  - Capão da Canoa
ETE Tramandaí
Cinturão arborizado Capão da Canoa
O tratamento de efluentes domésticos é uma etapa fundamental na recuperação e preservação dos nossos recursos hídricos. Saneamento de qualidade, é qualidade de vida.  Para lembrar:
Patagônia, Argentina O que será da Mãe Natureza, se nossas crianças não desfrutarem deste espetáculo chamado Terra?
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  • 1. Vista aérea do SITEL Tratamento de Esgoto conscientização e ação Fernando Azevedo Orth Técnico em Saneamento
  • 2. Fonte: Eurico Zimbres, www.meioambiente.pro.br " CICLO HIDROLÓGICO
  • 5.  
  • 6. NASCENTES SEM PROTEÇÃO MARGENS SEM PROTEÇÃO LIXO JOGADO NA ÁGUA Despejos in natura
  • 7. Arroio Montenegro Rio do Sinos RIO CAI – Captação I
  • 8.  
  • 9. Breve histórico É possível que os primeiros sistemas de água e esgoto tenham surgido em 3000 a.C., e que a reutilização de águas para irrigação das produções agrícolas já exista há cerca de 5000 anos. Até 1850, os sistemas e água e esgoto eram muito precários. A falta de planejamento para reutilização da água, aliada a falta de água adequada para o consumo e ausência de tratamento, resultaram em epidemias catastróficas como a cólera asiática ou o tifo, que assolaram a Europa durante os anos de 1840 e 50. Na década de 1850, foram descobertas as relações entre as formas de utilização e poluição da água disponível e as epidemias que vinham causando grande mortalidade nas cidades. O período de 1850 a 1950 foi marcado por intensa pesquisa sobre o assunto e desenvolvimento de novas alternativas como a progressiva introdução da filtração da água para o consumo e a maior utilização de aquedutos nas cidades. Após 1960, surgiu o que alguns pesquisadores chamam de "era do reaproveitamento e reciclagem da água", em que o aproveitamento máximo da água disponível é uma medida já reconhecida pela legislação de vários estados norte americanos e da União Européia. Atualmente, o aumento do interesse em maximizar o uso da água é uma resposta às crescentes pressões da sociedade pelo consumo de água de alta qualidade, e à dependência de água pela agricultura e indústria. Fonte - Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip)
  • 10. Esgoto Doméstico Resíduos: *Sólidos -Líquidos *Emissão atmosférica ETE Corpo Receptor
  • 11. Saneamento Básico no Brasil 60 milhões de Brasileiros (9,6 milhões de domicílios) não dispõem de coleta de esgoto. Localizam-se principalmente: Bolsões de pobreza das grandes cidades; Cidades com menos de 20.000 habitantes; Regiões Norte e Nordeste. Considerações Iniciais
  • 12. Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos Saneamento Básico no Brasil Quase 75% de todo o esgoto sanitário coletado nas cidades é despejado "in natura", o que contribui decisivamente para a poluição dos cursos d'água urbanos e das praias; O esgotamento sanitário requer, portanto, não só a implantação de uma rede de coleta, mas também um adequado sistema de tratamento e disposição final . Considerações Iniciais
  • 13. O emissário de Ipanema, o primeiro do Brasil, foi projetado e construído no início dos anos 1970.
  • 14. Uma torrente imunda que o emissário submarino de Ipanema lança no mar. Sem qualquer tratamento. .. Agora pense que isso vem acontecendo há mais de 35 anos.
  • 15. Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos. Efluentes Líquidos Domésticos Águas residuárias provenientes da utilização de água potável em zonas residenciais e comerciais; Caracterizam-se pela grande quantidade de matéria orgânica, nutrientes (nitrogênio e fósforo) e microorganismos; Podem conter microorganismos patogênicos provenientes de indivíduos doentes (propagação de doenças de veiculação hídrica); Considerações Iniciais
  • 16. Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos e Industriais Efluentes Líquidos Domésticos Composição: Água:99,9% e Sólidos:0,1% Sólidos: Substâncias orgânicas:70% e inorgânicas:30% Substâncias Orgânicas: proteínas, carboidratos, gorduras; Substâncias Inorgânicas: Areia, sais e metais; Considerações Iniciais
  • 17. Custo do Investimento Investir em esgoto pode significar um grande salto para o município, em termos da dotação da infra-estrutura requerida para a instalação das modernas empresas cada vez mais comuns nessa era da “globalização”. Segundo dados do BNDES* : o custo médio do investimento em sistemas de esgoto sanitário compostos de coleta e tratamento varia proporcionalmente ao tamanho da população do município, de US$ 420.00 a US$ 840.00 por domicílio atendido. Ainda segundo a mesma fonte, os custos médios anuais de operação variam de forma igualmente proporcional entre US$ 6.00 e US$ 13.00 por domicílio atendido. (*)fonte - CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA, Nº 1: SANEAMENTO AMBIENTAL. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Rio de Janeiro.
  • 18. CIDADE ESGOTO SANITÁRIO GRAVIDADE OU RECALQUE TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO CORPO RECEPTOR VISÃO GERAL DO SES SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ETA
  • 19. Gerenciamento de Efluentes Líquidos Domésticos e Industriais Coleta
  • 20. Lei Federal 11.445/07 A nova Lei de Saneamento (Lei Federal 11.445/07) estimula a utilização de alternativas diferenciadas para a prestação de serviços de saneamento ao prever: o fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico, a promoção de alternativas de gestão que viabilizem a auto-sustentação econômica e financeira dos serviços e a utilização de tecnologias apropriadas, considerando a capacidade de pagamento dos usuários, a adoção de soluções graduais e progressivas, bem como a difusão dos conhecimentos gerados de interesse para o saneamento básico. www.mananciais.org.br
  • 21. CAPÍTULO VI DOS ASPECTOS ECONÔMICOS E SOCIAIS Art. 29. Os serviços públicos de saneamento básico terão a sustentabilidade econômico financeira assegurada, sempre que possível, mediante remuneração pela cobrança dos serviços: I - de abastecimento de água e esgotamento sanitário: preferencialmente na forma de tarifas e outros preços públicos, que poderão ser estabelecidos para cada um dos serviços ou para ambos conjuntamente;
  • 22. Fonte:Pesquisa do Instituto Methodus – julho 2009
  • 23. TRATAMENTO DE ESGOTO A questão a seguir foi aplicada a todos os usuários da CORSAN da Unidade de Montenegro. Apesar de considerarem importante o tratamento de esgoto (questão anterior), 55,6% dos usuários não se dispõem a pagar pelo serviço. Considerando a importância que você dá para o tratamento de esgoto, quanto estaria disposto a pagar para ter seu esgoto tratado? 40% do valor da conta de água 99 36,7% 50% do valor de sua conta de água 13 4,8% 60% do valor de sua conta de água 3 1,1% 70% do valor de sua conta de água 1 0,4% 80% do valor de sua conta de água 0 0,0% 90% do valor de sua conta de água 0 0,0% 100% do valor de sua conta de água 4 1,5% Não pagaria nada 150 55,6% Total 270 Fonte: Pesquisa do Instituto Methodus – julho 2009
  • 24. TECNOLOGIAS PARA TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS              No campo de tecnologias para o tratamento de esgotos sanitários, a escolha entre as diversas alternativas disponíveis é ampla e depende de diversos fatores, dentre eles, podem ser citados: Área disponível para implantação da ETE; Topografia dos possíveis locais de implantação e das bacias de drenagem e esgotamento sanitário; Volumes diários a serem tratados e variações horárias e sazonais da vazão de esgotos; Características do corpo receptor de esgotos tratados; Disponibilidade e grau de instrução da equipe operacional responsável pelo sistema; Disponibilidade e custos operacionais de consumo de energia elétrica; Clima e variações de temperatura da região; Disponibilidade de locais e/ou sistemas de reaproveitamento e/ou disposição adequados dos resíduos gerados pela ETE. Fonte: (CETESB, 1988)
  • 25. Enquadramento dos corpos d’ água Resolução CONAMA N 0 357 de 17/03/2005: estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes e classifica os corpos d’ água de acordo com seus respectivos usos; ( hoje em partes do rio Caí - Classe 3) O controle do lançamento de efluentes deve ser feito de maneira que os corpos receptores mantenham-se dentro das condições estabelecidas pelas respectivas classes; (futuramente classe 2) Lançamento de Efluentes
  • 26. Sistemas de tratamento existentes na Corsan - Decanto-digestores - Lagoas aeradas e de estabilização - Lodo ativado - Disposição no solo
  • 27. Tratamento Preliminar: São retirados do esgoto os sólidos grosseiros, como lixo e areia.      Processo: Utiliza processos físicos, como gradeamento, peneiramento e a sedimentação.  Níveis do Tratamento
  • 28. Grade e caixa de areia Tratamento preliminar
  • 29. Limpeza caixa de areia
  • 30. Níveis do Tratamento Tratamento Primário: Reduz parte da matéria orgânica presente nos esgotos removendo os sólidos em suspensão sedimentáveis e sólidos flutuantes.      Processo: O esgoto ainda contém sólidos em suspensão, não grosseiros, que são mais pesados que a parte líquida.  Esses sólidos se sedimentam, indo para o fundo dos decantadores, formando o lodo primário bruto. Esse lodo é retirado do fundo do decantador, através de raspadores mecanizados, tubulações ou bombas.      Processo Anaeróbio: Ocorre através da fermentação, na ausência de oxigênio.
  • 31. Níveis do Tratamento Tipos mais comuns:      Sistema fossa séptica – filtro anaeróbio: Muito usado no Brasil, no meio rural e em comunidades de pequeno porte. Os sólidos em suspensão se sedimentam no fundo da fossa séptica e formam o lodo onde ocorre a digestão anaeróbia. O líquido se encaminha para o filtro anaeróbio que possui bactérias que crescem aderidas a uma camada suporte formando a biomassa, que reduz a carga orgânica dos esgotos.
  • 32.  
  • 33. Níveis do Tratamento Reator Anaeróbio de Manta de Lodo (UASB): A biomassa cresce dispersa no meio e não aderida como nos filtros. Esta biomassa, ao crescer, forma pequenos grânulos, que por sua vez, tendem a servir de meio suporte para outras bactérias. O fluxo do líquido é ascendente e são formados gases – metano e gás carbônico, resultantes do processo de fermentação anaeróbia.  
  • 35. Representação esquemática de um sistema de tratamentos anaeróbio do tipo UASB Representação esquemática de um sistema de filtro anaeróbio
  • 36. Níveis do Tratamento Tratamento Secundário: Remove a matéria orgânica e os sólidos em suspensão.   Processo: Através de processos biológicos, utilizando reações bioquímicas, através de microorganismos – bactérias aeróbias, facultativas, protozoários e fungos. No processo aeróbio os microorganismos presentes nos esgotos se alimentam da matéria orgânica ali também presente, convertendo-a em gás carbônico, água e material celular. Esta decomposição biológica do material orgânico requer a presença de oxigênio e outras condições ambientais adequadas como temperatura, pH, tempo de contato etc.
  • 37. Tipos mais comuns de tratamento secundário: Lagoas de estabilização (ou lagoas de oxidação) e suas variantes: São lagoas construídas de forma simples, onde os esgotos entram em uma extremidade e saem na oposta. A matéria orgânica, na forma de sólidos em suspensão, fica no fundo da lagoa, formando um lodo que vai aos poucos sendo estabilizado. O processo se baseia nos princípios da respiração e da fotossíntese: As algas existentes no esgoto, na presença de luz, produzem oxigênio que é liberado através da fotossíntese. Esse oxigênio dissolvido (OD) é utilizado pelas bactérias aeróbias (respiração) para se alimentarem da matéria orgânica em suspensão e dissolvida presente no esgoto. O resultado é a produção de sais minerais – alimento das algas - e de gás carbônico (CO2).
  • 38. Representação esquemática de um sistema de lagoas de estabilização Lagoa Aeróbia Grade + Desarenador Lagoa Facultativa Corpo Receptor
  • 39. ETE Santa Rosa Lagoa estabilização
  • 40. ETE - Rosário do Sul Lagoa estabilização
  • 42. ETE Gramado - Sistema RALF Reator anaeróbio de leito fluidizado Sistema Proposto para Montenegro
  • 43.  
  • 44. - Esgotamento do SES para Montenegro: A avaliação das características topográficas e de ocupação do solo, bem como das áreas potenciais das estações de tratamento, apontam para localização de duas ETEs, uma na bacia do Arroio Montenegro e a outra na bacia Arroio da Cria. - Rede Coletora: O sistema de coleta a ser avaliado no SES de Montenegro será o separador absoluto. - Elevatórias de Esgotos: As elevatórias de esgotos propostas para o SES serão para interligação de bacias sanitárias ao sistema geral de coleta e afastamento dos esgotos, adotando-se nestes casos unidades compostas de elevatória propriamente dita e emissário por recalque ; - Tratamento dos Esgotos: Com base em todas as informações disponíveis identificou-se para processo de tratamento do sistema de esgoto a ETE poderá contar com reator anaeróbio, filtro biológico, leitos de secagem e banhado entre as opções de áreas potenciais
  • 45. O funcionamento do RALF é simples. Consiste inicialmente em conduzir o esgoto bruto para um gradeamento fino a fim de remover os sólidos flutuantes e em suspensão; e a um desarenador para remover sólidos sedimentáveis prejudiciais ao processo. Após o esgoto estar gradeado e desarenado, é conduzido até uma câmara no centro superior do reator; onde é dividido em partes iguais para alimentar tubos difusores, que conduzem o esgoto até o fundo do mesmo. Na parte inferior do reator, o esgoto em fluxo ascendente é misturado com o lodo contido em um manto previamente formado ou inoculado, rico em bactérias anaeróbias. A matéria orgânica contida no esgoto (80%) fica retida neste manto de lodo e é degradada e estabilizada por meio da atividade metabólica das bactérias. RALF
  • 46. As bactérias contidas no manto de lodo transformam a matéria orgânica suspensa em produtos estáveis, como água, biogás e outros elementos inertes. Na parte superior do reator existe uma parede defletora, que serve de interface da zona de digestão e de decantação. Os gases formados se concentram na parte superior interna do reator de onde, através de um tubo, podem ser descartados ou reaproveitados para fins energéticos. A parte sólida arrastada pelos gases retorna ao manto de lodo após o desprendimento das bolhas geradas. O líquido segue para o decantador periférico e é vertido para uma canaleta que coleta todo o efluente tratado e o conduz para o emissário. Este emissário pode conduzir o efluente para um corpo receptor ou para um pós-tratamento. O lodo excedente gerado no reator deve ser removido periodicamente para leitos de secagem e aterros sanitários.
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  • 49. Tipos mais comuns de tratamento secundário:   Lodos ativados e suas variantes: É composto, essencialmente, por um tanque de aeração (reator biológico), um tanque de decantação (decantador secundário) e uma bomba de recirculação do lodo. O princípio do sistema é a recirculação do lodo do fundo de uma unidade de decantação para uma de aeração.  Em decorrência da recirculação contínua de lodo do decantador e da adição contínua da matéria orgânica, ocorre o aumento da biomassa de bactérias, cujo excesso é descartado periodicamente
  • 50. Representação esquemática de um sistema de lodos ativados com lagoa aerada
  • 51. ETE - Santa Maria Lodo ativado
  • 52. Valo de oxidação - Estância Velha
  • 53. Níveis do Tratamento Tratamento Terciário : Remove poluentes específicos (micro nutrientes e patogênicos), além de outros poluentes não retidos nos tratamentos primário e secundário. Este tratamento é utilizado quando se deseja obter um tratamento de qualidade superior para os esgotos. Neste tratamento removem-se compostos como nitrogênio e fósforo, além da remoção completa da matéria orgânica.      Processo: Através de processos por radiação ultravioleta, químicos e outros.
  • 54. Níveis do Tratamento    Tratamento do lodo: Todos os processos de tratamento de esgoto resultam em subprodutos: o material gradeado, areia, escuma, lodo primário e lodo secundário, que devem ser tratados para serem lançados no meio ambiente. Lodo estabilizado: Disposição do lodo em aterros sanitários ou aplicando como fertilizante na agricultura, após tratamento adequado.     
  • 56. Disposição no solo Tratamento preliminar: por Gradeamento e Desarenador Tratamento primário: na bacia de infiltração Tratamento secundário: na bacia de infiltração Tratamento terciário: na bacia de infiltração
  • 57. Projeto ETE Capão da Canoa Disposição no solo
  • 58. ETE - Capão da Canoa
  • 61. O tratamento de efluentes domésticos é uma etapa fundamental na recuperação e preservação dos nossos recursos hídricos. Saneamento de qualidade, é qualidade de vida. Para lembrar:
  • 62. Patagônia, Argentina O que será da Mãe Natureza, se nossas crianças não desfrutarem deste espetáculo chamado Terra?