SlideShare uma empresa Scribd logo
1
            Estado do Rio de Janeiro                                                           Trabalho:
            Prefeitura Municipal de Engº Paulo de Frontin                                      ________
            Colégio Municipal Carlos Gramático

       Professor: Alexandre Wilson Disciplina: História Data:       /          / 2012

       Aluno (a): __________________________________________ Ano: 8° Turma:801 (Dependência do 7º Ano)

                                             TRABALHO 3º BIMESTRE
    Pimenta                                                 É mencionada em Êxodo 30:23,
    Origem e História                                       quando Deus ordenou a Moisés o uso da
    O comércio da pimenta era bastante ativo                canela doce/salgada (em hebraico: ‫קנֹומו ן‬
                                                                                                 ֹ‫ִָ ן‬
                                                                                                    ּ‫ֹומ‬
    no subcontinente indiano, de onde era trazido           qinnāmôn) ecássia, e em Provébios 7:17-18,
    por mercadores muçulmanos para o                        quando o leito nupcial é perfumado
    Ocidente, onde era distribuída                          com mirra, aloe vera e canela. Também se
    por genoveses evenezianos. Historicamente               encontra mencionada por Heródoto e
    o seu valor chegava a ser tão alto que ela foi          outros escritores clássicos.
    utilizada como moeda: conta-se que Alarico I,           No início do século XVI era trazida por
    o Visigodo exigiu de Roma um resgaste                   comerciantes portugueses diretamente do
    de ouro, prata epimenta. A busca por essa               Ceilão (atual Sri Lanka, no sul da Ásia),
    especiaria, utilizada e valorizada desde                chegando um quilograma a valer dez gramas
    tempos imemoriais, foi uma das principais               de ouro.
    causas da expansão – e apogeu – do império
    português no Oriente. Um quintal de grãos de            Gengibre
    pimenta (60 kg) chegou a valer, à época, 52             Origem e História
    gramas de ouro.                                         O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta
                                                            herbácea da família das Zingiberaceae,
    Noz-moscada                                             originária da ilha de Java, da Índia e
    Origem e História                                       da China, de onde se difundiu pelas regiões
    Até meados do século XIX a única fonte                  tropicais do mundo. Outro nome conhecido
    mundial de noz-moscada eram as                          no norte do Brasil, principalmente pelos
    pequenas ilhas                                          indígenas é Mangarataia ou mangaratiá.
    Banda nas Molucas, Indonésia. Utilizada                 É conhecido na Europa desde tempos muito
    desde o tempo dos romanos, a noz-moscada                remotos, para onde foi levado por meio
    era uma das mais                                        das Cruzadas. Em Portugal existe registro da
    valorizadas especiarias na Idade Média,                 sua presença desde o reinado de D. João
    utilizada em noz e em macis como tempero e              III (1521-1557).
    conservante em culinária e na medicina.
    Vendida por mercadores árabes à República               Mostarda
    de Veneza era distribuída na Europa a                   Origem e História
    preços exorbitantes. Como os mercadores                 Na Índia as sementes de mostarda são
    nunca divulgavam a localização exata da sua             utilizadas na culinária há mais de dois mil
    fonte, nenhum europeu conseguia deduzir a               anos.
    sua origem.                                             Na França as sementes de mostarda são
                                                            usadas como especiaria desde 800 d.C., e
    Cravo                                                   encontravam-se entre as especiarias que os
    Origem e História                                       exploradores do século XV levavam nas suas
    O cravinho (da Índia), craveiro-da-                     viagens.
    índia ou cravo-da-índia (Syzygium                       Gautama Buda contou a história de uma mãe
    aromaticum) é uma árvore nativa das                     enlutada e a semente de mostarda. Ao
    ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é               perder o seu único filho, uma mulher leva o
    cultivado em outras regiões do mundo, como              corpo dele a Buda para que este o cure.
    as ilhas de Madagascar e de Granada.                    Buda pede-lhe que lhe traga uma mão-cheia
                                                            de sementes de mostarda de uma família
    Canela                                                  que nunca tivesse perdido um filho, marido,
    Origem e História                                       pai ou amigo. Ao ver que não consegue
    A canela é conhecida desde da antiguidade e             encontrar uma tal família na sua aldeia, a
    foi tão valorizada que era considerada um               mulher dá-se conta de que a morte é comum
    item a ser presenteado a monarcas e outros              a todos, e que ela não pode ser egoísta no
    dignitários.                                            seu luto
Açafrão                                                      cara especiaria do mundo uma vez que, para
Origem e História                                            se obter um quilo de açafrão seco, são
O açafrão é extraído                                         processadas manualmente cerca de 150.000
dos estigmas de flores de Crocus sativus,                    flores, e é preciso cultivar uma área de
uma planta da família das Iridáceas. É
utilizado desde a Antiguidade
como especiaria, principalmente na culinária                 aproximadamente 2000  m². Quando seca, a
do Mediterrâneo — região de onde a
variedade é originária — no preparo
de risotos, aves, caldos, massas e doces. É                  flor desprende de seus órgãos um pigmento
um item essencial à paella espanhola. É tida                 amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente
como uma das mais caras ou a mais                            usado como corante de tecidos.

Feitorias portuguesas na África
        Ainda em vida do Infante D. Henrique (1394-1460), a exploração da costa africana principiou a
render frutos como o comércio de escravos, motivo pelo qual a Coroa portuguesa empreendeu a
construção de feitorias no local.
        A primeira foi a feitoria de Arguim, fundada em 1448, na altura do cabo Branco, construida sob as
instruções do próprio Infante. Visava atrair as rotas próximas percorridas por mercadores muçulmanos no
norte de África, tentava-se desta forma implantar um mercado para monopolizar a actividade comercial
da zona. Serviu como modelo para o Castelo da Mina, ainda no século XV, e o de Axim
Pouco depois exploração da costa da Guiné, na forma de monopólio comercial, em 1469 se alcançou a
região da Mina. Por essa razão, aquele trecho do litoral passou a ser designado como Costa do Ouro
Feitorias portuguesas no Índico
Os principais pontos comerciais portugueses no Índico foram Goa, Malaca e Hormuz. Mas foram criadas
numerosas feitorias em também Cananor, Ternate, Maldivas, Cochim, entre outros.

Na África continental.
Ceuta (1415);      Tanger (1471);      Mazarão (1513);     Arguim (1445);       São Jorge da Mina (1482);
Luanda (1575);     Benguela (1587); Cabo da Boa Esperança (1488);        Sofala (1505);
Moçambique (1507);       Moçamba (1593 );     Melinde (1500).
Essas fortalezas e feitorias praticamente rodearam todo continente africano banhado pelos oceanos
Atlântico e Índico. Também implantaram feitorias e fortalezas em ilhas próximas à África:
Madeira (1419);     Açores (1427);     Cabo Verde (1456-1460); e    São Tomé e Príncipe ( 1470-1471).
Na Ásia.
O grande destaque foi para a costa oeste da península indiana, onde foram fundadas as seguintes
feitorias e fortalezas: Diu (1535);   Bassaim (1534);    Damão (1559);      Mumbai (1509);   Chaul (1521);
Goa (1510);
Cananor (1505); Calicute (1498); Cochim (1503).
Na mesma península, na costa leste foi fundada São Tomé de Maliapor (1523) e numa ilha ao sul da
península (atual Shi Lanka) fundaram Ceilão (1505-1518).
Na península arábica.
Fundaram Mascate (1507) e nas proximidades do Golfo Pérsico fundaram Ormuz (1515);
No sudeste asiático e no extremo oriente.
Mantiveram as seguintes feitorias e fortalezas: Cantão (1555-1557);      Nagazaki (1524-1543);    Malaca
(1511);     Ilhas Molucas (1511-1512); e Timor (1515).
Vale lembrar que as referências são dos séculos XV e XVI, algumas dessas feitorias e fortalezas se
tornaram prósperas colônias e estiveram sob domínio português por séculos. Brasil, Angola, Moçambique
e Macau são bons exemplos. Outras, como as da América do Norte e da Groelândia, tiveram existências
efêmeras.

1) Sua tarefa nesse trabalho é indicar no mapa as regiões de origem das especiarias (para isso você
deverá marcar no mapa através de uma cor ou desenho) e os locais de pelo menos 3 (três) feitorias em
cada um dos continentes explorados pelos portugueses. Ao final você deverá elaborar uma legenda.
Bom trabalho!
        Não esqueça, além das informações corretas será avaliado também o cuidado com o material e o
capricho.

                                                                       ___________________________
                                                                               Assinatura responsável




Da sala de aula para o blog: Atividade lúdica - jogo da trilha
referente às rotas de navegação
O jogo da trilha tem como objetivo percorrer um caminho até chegar a um destino final passando por vários
obstáculos. Para isso, os jogadores jogam os dados e avançam nas "casas" de acordo com o número tirado. O
jogador avança o número de casas estabelecido pelo dado. Se ele parar em alguma casa que possui aviso, ele
deve obedecê-lo.

O tema "Expansão Marítima Europeia" foi usado na elaboração desse jogo para que os alunos pudessem
interagir e aprender mais o assunto, assimilando o conhecimento a partir da descontração com os colegas. Em
geral, formaram-se equipes com 3 ou 4 integrantes que ganharam a incumbência de desenhar em uma cartolina
o mapa e traçar nele a rota de navegação de um dos principais navegadores da época: Vasco da Gama,
Cristóvão Colombo ou Pedro Álvares Cabral.

Nas "casas" do trajeto de navegação haviam de constar avisos, tais como:
Avance 1 casa;
Calmaria no mar: fique 1 rodada sem jogar;
Vento a favor da caravela: avance 2 casas;
Monstro marinho adiante: retorne 4 casas;
Redemoinho no mar: retorne 1 casa;
Tempestade em alto mar: fique 1 vez sem jogar;
Terra à vista: jogue novamente;
Trabalho 7º   8º ano
Trabalho 7º   8º ano

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Trabalho 7º 8º ano

Flora da Guiné
Flora da GuinéFlora da Guiné
Flora da Guiné
Cantacunda
 
A evolução do açúcar.
A evolução do açúcar.A evolução do açúcar.
A evolução do açúcar.
Jean Paulo Mendes Alves
 
O império português do oriente 3ª parte
O império português do oriente   3ª parteO império português do oriente   3ª parte
O império português do oriente 3ª parte
Anabela Sobral
 
O império português do oriente parte 4
O império português do oriente  parte 4O império português do oriente  parte 4
O império português do oriente parte 4
anabelasilvasobral
 
Cravinho
CravinhoCravinho
Cravinho
PAFB
 
Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
Janete Garcia de Freitas
 
O início da colonização brasileira
O início da colonização brasileiraO início da colonização brasileira
O início da colonização brasileira
Eefg Tj
 
QUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptxQUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptx
Gabriel113136
 
Trabalho de cana_de_açucar
Trabalho de cana_de_açucarTrabalho de cana_de_açucar
Trabalho de cana_de_açucar
Cynthia Candida
 
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasilantonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
ANTONIO INACIO FERRAZ
 
CorrecçãO Ficha
CorrecçãO FichaCorrecçãO Ficha
CorrecçãO Ficha
Hist8
 
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origemRevista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
Luiz Valeriano
 
01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café
Gislan Rocha
 
01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café
Gislan Rocha
 
Fortuna
FortunaFortuna
Portugal nos séculos XV e XVI
Portugal nos séculos XV e XVIPortugal nos séculos XV e XVI
Portugal nos séculos XV e XVI
cruchinho
 
Apostila a cultura do café
Apostila a cultura do caféApostila a cultura do café
Apostila a cultura do café
Weliton Nogueira
 
Ospovos 100302145430-phpapp02
Ospovos 100302145430-phpapp02Ospovos 100302145430-phpapp02
Ospovos 100302145430-phpapp02
Maria Ferreira
 
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Carolina Magalhães
 
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Carolina Magalhães
 

Semelhante a Trabalho 7º 8º ano (20)

Flora da Guiné
Flora da GuinéFlora da Guiné
Flora da Guiné
 
A evolução do açúcar.
A evolução do açúcar.A evolução do açúcar.
A evolução do açúcar.
 
O império português do oriente 3ª parte
O império português do oriente   3ª parteO império português do oriente   3ª parte
O império português do oriente 3ª parte
 
O império português do oriente parte 4
O império português do oriente  parte 4O império português do oriente  parte 4
O império português do oriente parte 4
 
Cravinho
CravinhoCravinho
Cravinho
 
Aula de artes indigena
Aula de artes indigenaAula de artes indigena
Aula de artes indigena
 
O início da colonização brasileira
O início da colonização brasileiraO início da colonização brasileira
O início da colonização brasileira
 
QUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptxQUINHENTISMO Português.pptx
QUINHENTISMO Português.pptx
 
Trabalho de cana_de_açucar
Trabalho de cana_de_açucarTrabalho de cana_de_açucar
Trabalho de cana_de_açucar
 
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasilantonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
antonio inacio ferraz, técnico erm agropecuária-cana-de-açúcar no Brasil
 
CorrecçãO Ficha
CorrecçãO FichaCorrecçãO Ficha
CorrecçãO Ficha
 
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origemRevista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
Revista Cafés de Rondônia 2018: Aroma, sabor e origem
 
01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café
 
01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café01 apostila a cultura do café
01 apostila a cultura do café
 
Fortuna
FortunaFortuna
Fortuna
 
Portugal nos séculos XV e XVI
Portugal nos séculos XV e XVIPortugal nos séculos XV e XVI
Portugal nos séculos XV e XVI
 
Apostila a cultura do café
Apostila a cultura do caféApostila a cultura do café
Apostila a cultura do café
 
Ospovos 100302145430-phpapp02
Ospovos 100302145430-phpapp02Ospovos 100302145430-phpapp02
Ospovos 100302145430-phpapp02
 
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
 
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
Histriadeportugal 100521111158-phpapp01
 

Mais de wsshist

Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
wsshist
 
Paleoantropologia para iniciantes
Paleoantropologia para iniciantesPaleoantropologia para iniciantes
Paleoantropologia para iniciantes
wsshist
 
Os sentidos no ensino de história
Os sentidos no ensino de históriaOs sentidos no ensino de história
Os sentidos no ensino de história
wsshist
 
Do antigo Oriente próximo a Roma
Do antigo Oriente próximo a RomaDo antigo Oriente próximo a Roma
Do antigo Oriente próximo a Roma
wsshist
 
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homéricoHades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
wsshist
 
Os índios antes do brasil carlos fausto
Os índios antes do brasil  carlos faustoOs índios antes do brasil  carlos fausto
Os índios antes do brasil carlos fausto
wsshist
 
Textos sobre educação e ensino.marx e engels
Textos sobre educação e ensino.marx e engelsTextos sobre educação e ensino.marx e engels
Textos sobre educação e ensino.marx e engels
wsshist
 
Educação. do liberalismo ao neoliberalismo
Educação. do liberalismo ao neoliberalismoEducação. do liberalismo ao neoliberalismo
Educação. do liberalismo ao neoliberalismo
wsshist
 
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
wsshist
 
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolitaInvenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
wsshist
 
Maus vol. 1 a história de um sobrevivente
Maus vol. 1   a história de um sobreviventeMaus vol. 1   a história de um sobrevivente
Maus vol. 1 a história de um sobrevivente
wsshist
 
Apresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
Apresentação. Theodore de Bry - LAs CasasApresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
Apresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
wsshist
 

Mais de wsshist (12)

Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
Lemad dh usp_brasil uma historia dinamica_ilmar rohloff de mattos et alli_197...
 
Paleoantropologia para iniciantes
Paleoantropologia para iniciantesPaleoantropologia para iniciantes
Paleoantropologia para iniciantes
 
Os sentidos no ensino de história
Os sentidos no ensino de históriaOs sentidos no ensino de história
Os sentidos no ensino de história
 
Do antigo Oriente próximo a Roma
Do antigo Oriente próximo a RomaDo antigo Oriente próximo a Roma
Do antigo Oriente próximo a Roma
 
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homéricoHades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
Hades na ilíada. a formatação da morte no épico homérico
 
Os índios antes do brasil carlos fausto
Os índios antes do brasil  carlos faustoOs índios antes do brasil  carlos fausto
Os índios antes do brasil carlos fausto
 
Textos sobre educação e ensino.marx e engels
Textos sobre educação e ensino.marx e engelsTextos sobre educação e ensino.marx e engels
Textos sobre educação e ensino.marx e engels
 
Educação. do liberalismo ao neoliberalismo
Educação. do liberalismo ao neoliberalismoEducação. do liberalismo ao neoliberalismo
Educação. do liberalismo ao neoliberalismo
 
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
Os 50 anos do golpe civil militar de 1964
 
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolitaInvenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
Invenções de adultos. mitos sobre a infância em para ler o pato donald e lolita
 
Maus vol. 1 a história de um sobrevivente
Maus vol. 1   a história de um sobreviventeMaus vol. 1   a história de um sobrevivente
Maus vol. 1 a história de um sobrevivente
 
Apresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
Apresentação. Theodore de Bry - LAs CasasApresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
Apresentação. Theodore de Bry - LAs Casas
 

Último

Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptxAdministração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
helenawaya9
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 

Último (20)

Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Festa dos Finalistas .
Festa dos Finalistas                    .Festa dos Finalistas                    .
Festa dos Finalistas .
 
Elogio da Saudade .
Elogio da Saudade                          .Elogio da Saudade                          .
Elogio da Saudade .
 
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptxAdministração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 

Trabalho 7º 8º ano

  • 1. 1 Estado do Rio de Janeiro Trabalho: Prefeitura Municipal de Engº Paulo de Frontin ________ Colégio Municipal Carlos Gramático Professor: Alexandre Wilson Disciplina: História Data: / / 2012 Aluno (a): __________________________________________ Ano: 8° Turma:801 (Dependência do 7º Ano) TRABALHO 3º BIMESTRE Pimenta É mencionada em Êxodo 30:23, Origem e História quando Deus ordenou a Moisés o uso da O comércio da pimenta era bastante ativo canela doce/salgada (em hebraico: ‫קנֹומו ן‬ ֹ‫ִָ ן‬ ּ‫ֹומ‬ no subcontinente indiano, de onde era trazido qinnāmôn) ecássia, e em Provébios 7:17-18, por mercadores muçulmanos para o quando o leito nupcial é perfumado Ocidente, onde era distribuída com mirra, aloe vera e canela. Também se por genoveses evenezianos. Historicamente encontra mencionada por Heródoto e o seu valor chegava a ser tão alto que ela foi outros escritores clássicos. utilizada como moeda: conta-se que Alarico I, No início do século XVI era trazida por o Visigodo exigiu de Roma um resgaste comerciantes portugueses diretamente do de ouro, prata epimenta. A busca por essa Ceilão (atual Sri Lanka, no sul da Ásia), especiaria, utilizada e valorizada desde chegando um quilograma a valer dez gramas tempos imemoriais, foi uma das principais de ouro. causas da expansão – e apogeu – do império português no Oriente. Um quintal de grãos de Gengibre pimenta (60 kg) chegou a valer, à época, 52 Origem e História gramas de ouro. O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, Noz-moscada originária da ilha de Java, da Índia e Origem e História da China, de onde se difundiu pelas regiões Até meados do século XIX a única fonte tropicais do mundo. Outro nome conhecido mundial de noz-moscada eram as no norte do Brasil, principalmente pelos pequenas ilhas indígenas é Mangarataia ou mangaratiá. Banda nas Molucas, Indonésia. Utilizada É conhecido na Europa desde tempos muito desde o tempo dos romanos, a noz-moscada remotos, para onde foi levado por meio era uma das mais das Cruzadas. Em Portugal existe registro da valorizadas especiarias na Idade Média, sua presença desde o reinado de D. João utilizada em noz e em macis como tempero e III (1521-1557). conservante em culinária e na medicina. Vendida por mercadores árabes à República Mostarda de Veneza era distribuída na Europa a Origem e História preços exorbitantes. Como os mercadores Na Índia as sementes de mostarda são nunca divulgavam a localização exata da sua utilizadas na culinária há mais de dois mil fonte, nenhum europeu conseguia deduzir a anos. sua origem. Na França as sementes de mostarda são usadas como especiaria desde 800 d.C., e Cravo encontravam-se entre as especiarias que os Origem e História exploradores do século XV levavam nas suas O cravinho (da Índia), craveiro-da- viagens. índia ou cravo-da-índia (Syzygium Gautama Buda contou a história de uma mãe aromaticum) é uma árvore nativa das enlutada e a semente de mostarda. Ao ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é perder o seu único filho, uma mulher leva o cultivado em outras regiões do mundo, como corpo dele a Buda para que este o cure. as ilhas de Madagascar e de Granada. Buda pede-lhe que lhe traga uma mão-cheia de sementes de mostarda de uma família Canela que nunca tivesse perdido um filho, marido, Origem e História pai ou amigo. Ao ver que não consegue A canela é conhecida desde da antiguidade e encontrar uma tal família na sua aldeia, a foi tão valorizada que era considerada um mulher dá-se conta de que a morte é comum item a ser presenteado a monarcas e outros a todos, e que ela não pode ser egoísta no dignitários. seu luto
  • 2. Açafrão cara especiaria do mundo uma vez que, para Origem e História se obter um quilo de açafrão seco, são O açafrão é extraído processadas manualmente cerca de 150.000 dos estigmas de flores de Crocus sativus, flores, e é preciso cultivar uma área de uma planta da família das Iridáceas. É utilizado desde a Antiguidade como especiaria, principalmente na culinária aproximadamente 2000  m². Quando seca, a do Mediterrâneo — região de onde a variedade é originária — no preparo de risotos, aves, caldos, massas e doces. É flor desprende de seus órgãos um pigmento um item essencial à paella espanhola. É tida amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente como uma das mais caras ou a mais usado como corante de tecidos. Feitorias portuguesas na África Ainda em vida do Infante D. Henrique (1394-1460), a exploração da costa africana principiou a render frutos como o comércio de escravos, motivo pelo qual a Coroa portuguesa empreendeu a construção de feitorias no local. A primeira foi a feitoria de Arguim, fundada em 1448, na altura do cabo Branco, construida sob as instruções do próprio Infante. Visava atrair as rotas próximas percorridas por mercadores muçulmanos no norte de África, tentava-se desta forma implantar um mercado para monopolizar a actividade comercial da zona. Serviu como modelo para o Castelo da Mina, ainda no século XV, e o de Axim Pouco depois exploração da costa da Guiné, na forma de monopólio comercial, em 1469 se alcançou a região da Mina. Por essa razão, aquele trecho do litoral passou a ser designado como Costa do Ouro Feitorias portuguesas no Índico Os principais pontos comerciais portugueses no Índico foram Goa, Malaca e Hormuz. Mas foram criadas numerosas feitorias em também Cananor, Ternate, Maldivas, Cochim, entre outros. Na África continental. Ceuta (1415); Tanger (1471); Mazarão (1513); Arguim (1445); São Jorge da Mina (1482); Luanda (1575); Benguela (1587); Cabo da Boa Esperança (1488); Sofala (1505); Moçambique (1507); Moçamba (1593 ); Melinde (1500). Essas fortalezas e feitorias praticamente rodearam todo continente africano banhado pelos oceanos Atlântico e Índico. Também implantaram feitorias e fortalezas em ilhas próximas à África: Madeira (1419); Açores (1427); Cabo Verde (1456-1460); e São Tomé e Príncipe ( 1470-1471). Na Ásia. O grande destaque foi para a costa oeste da península indiana, onde foram fundadas as seguintes feitorias e fortalezas: Diu (1535); Bassaim (1534); Damão (1559); Mumbai (1509); Chaul (1521); Goa (1510); Cananor (1505); Calicute (1498); Cochim (1503). Na mesma península, na costa leste foi fundada São Tomé de Maliapor (1523) e numa ilha ao sul da península (atual Shi Lanka) fundaram Ceilão (1505-1518). Na península arábica. Fundaram Mascate (1507) e nas proximidades do Golfo Pérsico fundaram Ormuz (1515); No sudeste asiático e no extremo oriente. Mantiveram as seguintes feitorias e fortalezas: Cantão (1555-1557); Nagazaki (1524-1543); Malaca (1511); Ilhas Molucas (1511-1512); e Timor (1515). Vale lembrar que as referências são dos séculos XV e XVI, algumas dessas feitorias e fortalezas se tornaram prósperas colônias e estiveram sob domínio português por séculos. Brasil, Angola, Moçambique e Macau são bons exemplos. Outras, como as da América do Norte e da Groelândia, tiveram existências efêmeras. 1) Sua tarefa nesse trabalho é indicar no mapa as regiões de origem das especiarias (para isso você deverá marcar no mapa através de uma cor ou desenho) e os locais de pelo menos 3 (três) feitorias em cada um dos continentes explorados pelos portugueses. Ao final você deverá elaborar uma legenda.
  • 3. Bom trabalho! Não esqueça, além das informações corretas será avaliado também o cuidado com o material e o capricho. ___________________________ Assinatura responsável Da sala de aula para o blog: Atividade lúdica - jogo da trilha referente às rotas de navegação O jogo da trilha tem como objetivo percorrer um caminho até chegar a um destino final passando por vários obstáculos. Para isso, os jogadores jogam os dados e avançam nas "casas" de acordo com o número tirado. O jogador avança o número de casas estabelecido pelo dado. Se ele parar em alguma casa que possui aviso, ele deve obedecê-lo. O tema "Expansão Marítima Europeia" foi usado na elaboração desse jogo para que os alunos pudessem interagir e aprender mais o assunto, assimilando o conhecimento a partir da descontração com os colegas. Em geral, formaram-se equipes com 3 ou 4 integrantes que ganharam a incumbência de desenhar em uma cartolina o mapa e traçar nele a rota de navegação de um dos principais navegadores da época: Vasco da Gama, Cristóvão Colombo ou Pedro Álvares Cabral. Nas "casas" do trajeto de navegação haviam de constar avisos, tais como: Avance 1 casa; Calmaria no mar: fique 1 rodada sem jogar; Vento a favor da caravela: avance 2 casas; Monstro marinho adiante: retorne 4 casas; Redemoinho no mar: retorne 1 casa; Tempestade em alto mar: fique 1 vez sem jogar; Terra à vista: jogue novamente;