SlideShare uma empresa Scribd logo
Termodinâmica - Física - Conceitos e exemplos
 As características do modelo de um gás 
perfeito são chamadas de hipóteses da 
teoria cinética dos gases. Estas hipóteses 
são as seguintes: 
 1º As moléculas de um gás encontram-se 
separadas e em constante 
movimento desordenado, em todas as 
direções e sentidos
 2º Estando as moléculas de um gás em 
constante movimento, ocorrem 
sucessivos choques entre elas encontra 
as paredes internas do recipiente que 
contém o gás. Dos choques contínuos 
contra as paredes internas resulta a 
pressão do gás. 
 3º As colisões das moléculas entre si e 
contra as paredes do recipiente que as 
contém, são perfeitamente elásticas e 
de duração desprezível. Assim, a 
conservação da energia cinética das 
moléculas do gás.
 4º As moléculas têm dimensões 
desprezíveis em comparação com o 
espaço vazio entre elas. 
Obs: gases reais a baixas temperaturas e 
rarefeitos, tem comportamento bem 
próximo do comportamento do gás 
perfeito (ideal). 
As grandezas pressão, volume e 
temperatura são chamadas variáveis de 
estado de um gás.
 P . V = n . R . T 
P-Pressão 
V-Volume 
n-número de mols 
R-A constante universal dos gases perfeitos.
Exemplos: 
 Determine o volume molar de um gás ideal, 
cujas condições estejam normais, ou seja, a 
temperatura à 273K e a pressão a 1 atm. 
(Dado: R = 0,082 atm.L/mol.K) 
Substituindo os valores dados na equação 
para calcular o volume do mol do gás 
pV = nRT 
1.V = 1. 0,082. 273 
V = 22,4 L
 (PUC-SP) 
Um certo gás, cuja massa vale 140g, ocupa um volume de 41 litros, sob pressão 
2,9 atmosferas a temperatura de 17°C. O número de Avogadro vale 6,02. 
1023 e a constante universal dos gases perfeitos R= 0,082 atm.L/mol.K. 
Nessas condições, o número de moléculas continuadas no gás é 
aproximadamente de: 
a) 3,00. 1024 
b) 5,00. 1023 
c) 6,02. 1023 
d) 2,00. 1024 
e) 3,00. 1029 
Substituindo os valores dados na eq. de Clapeyron 
pV = nRT 
2,9. 41 = n. 0,082. 290 
n = 5 mols 
Usaremos regra de três simples para calcularmos o valor das moléculas 
1 mol _______ 6,02 .1023 moléculas 
5 mols ______ x 
x ≈ 3,00. 1024 moléculas (note que este é um valor aproximado: houve a 
utilização da regra de arredondamento.) 
Alternativa a
 Seja uma determinada massa do gás 
perfeito do estado inicial (P1, V1, T1) que 
sofre uma mudança para o estado final 
(P2, V2, T2) 
P1, V1, T1 P2, V2, T2
P1 . V1 = P2 . V2 
T1 T2 
Onde: 
p1 = pressão inicial 
V1 = volume inicial 
T1 = temperatura inicial 
p2 = pressão final 
V2 = volume final 
T2 = temperatura final 
Obs: A temperatura de resolução deve 
estar sempre em Kelvin.
Exemplo: 
3) (UNIMEP – SP) 15 litros de uma determinada massa gasosa encontram-se a 
uma pressão de 8,0 atm e à temperatura de 30º C. Ao sofrer uma expansão 
isotérmica, seu volume passa a 20 litros. Qual será a nova pressão do gás? 
Do enunciado temos: 
V1 = 15 litros 
V2 = 20 litros 
P1 = 8,0 atm 
P2 = ? 
T = 30º C = 303 K (TEMPERATURA CONSTANTE) 
Utilizando a equação da transformação isotérmica, temos:
 É aquela na qual a temperatura do gás 
é mantida constante. T1=T2 
P1 . V1 = P2 . V2
 (UNIMEP – SP) 15 litros de uma determinada massa gasosa encontram-se a 
uma pressão de 8,0 atm e à temperatura de 30º C. Ao sofrer uma expansão 
isotérmica, seu volume passa a 20 litros. Qual será a nova pressão do gás? 
Do enunciado temos: 
V1 = 15 litros 
V2 = 20 litros 
P1 = 8,0 atm 
P2 = ? 
Utilizando a equação da transformação isotérmica, temos:
 É aquela na qual a pressão do gás é 
mantida constante. P1=P2 
V1 = V2 
T1 T2
 Um gás no estado 1 apresenta volume de 14 L, pressão de 5 
atm e temperatura de 300 K. Qual será o volume do gás em 
um estado 2 se a temperatura for dobrada à pressão 
constante? 
V1= V2 
T1 T2 
14 L_= V2__ 
300 K 600K 
300 . V2 = 14 . 600 
V2 = 8400/300 
V2 = 28 L
 É aquela na qual o volume do gás é 
mantida constante. V1=V2 
P1 = P2 
T1 T2
 Um gás no estado 1 apresenta volume de 14 L, 
pressão de 5 atm e temperatura de 300 K. Qual 
será a pressão do gás em um estado II se o volume 
permanecer igual a 14 L, mas a temperatura 
passar para 273 K? 
P2 = 5 atm . 300 K 
273 K 
P2 = 5,49 atm
 É quando o sistema não troca calor com 
o meio externo. Q = 0 
ΔU = -T
 Em uma transformação adiabática reversível, 20 g de um 
gás ideal evoluem de um estado em que a temperatura 
vale 77 °C para outro em que a temperatura vale 327 °C. 
Sendo cV = 1,6 · 10^–3 cal/g °C e cP = 3,6 · 10^–3 cal/g °C, 
qual o trabalho realizado nessa transformação, 
em joules? 
Dado: 1 cal = 4,2 J 
Resolução: 
τ = QP – QV 
τ = m cP Δθ – m cV Δθ = m Δθ (cP – cV) 
τ = 20(327 – 77)(3,6 · 10^–3 – 1,6 · 10^–3)(cal) 
τ = 10 cal = 42 J 
τ = 42 J
 Até meados do século XIX, acreditava-se ser possível a construção de uma 
máquina térmica ideal, que seria capaz de transformar toda a energia 
fornecida em trabalho, obtendo um rendimento total (100%). 
Para demonstrar que não seria possível, o engenheiro francês Nicolas 
Carnot (1796-1832) propôs uma máquina térmica teórica que se 
comportava como uma máquina de rendimento total, estabelecendo um 
ciclo de rendimento máximo, que mais tarde passou a ser chamado Ciclo 
de Carnot. 
Este ciclo seria composto de quatro processos, independente da 
substância:
 Uma expansão isotérmica reversível. O sistema recebe uma 
quantidade de calor da fonte de aquecimento (L-M) 
Uma expansão adiabática reversível. O sistema não troca calor com as 
fontes térmicas (M-N) 
Uma compressão isotérmica reversível. O sistema cede calor para a 
fonte de resfriamento (N-O) 
Uma compressão adiabática reversível. O sistema não troca calor com 
as fontes térmicas (O-L) 
Numa máquina de Carnot, a quantidade de calor que é fornecida 
pela fonte de aquecimento e a quantidade cedida à fonte de 
resfriamento são proporcionais às suas temperaturas absolutas, 
assim: 
N – Rendimento do ciclo 
T2 - temperatura absoluta da fonte de resfriamento 
T1 - temperatura absoluta da fonte de aquecimento
 Qual o rendimento máximo teórico de 
uma máquina à vapor, cujo fluido entra 
a 560ºC e abandona o ciclo a 200ºC?
O homem utiliza vários recursos para facilitar suas tarefas diárias, 
como locomoção e construção e ao longo de sua história já utilizou a 
própria força, a força de animais, ferramentas e máquinas simples até 
que passou a utilizar o calor em um processo de transformação da 
energia térmica em trabalho. 
Com a invenção das máquinas térmicas, no século XVIII, o 
homem deixou de depender de seu esforço e resistência, mas se 
tornou dependente do combustível que fornece a fonte de calor, 
como o carvão. 
A TERMODINÂMICA surgiu da necessidade de compreensão do 
funcionamento das máquinas térmicas visando otimizar o seu uso. 
Assim, a termodinâmica estuda as relações existentes entre o calor e o 
trabalho mecânico, tendo como princípios a conservação de energia 
e a transferência espontânea do calor, do sistema mais quente para o 
mais frio e não no sentido inverso.
 Quando a força e o deslocamento têm o mesmo 
sentido: 
 Mas, sendo Pg a pressão exercida pelo gás, temos: 
 De I e II temos: 
Tg = Fg . d I 
Fg = Pg . A II 
Tg = Pg . ΔV
Ao receber uma quantidade de calor Q=50J, um gás realiza um 
trabalho igual a 12J, sabendo que a Energia interna do sistema 
antes de receber calor era U=100J, qual será esta energia após 
o recebimento?
 Energia interna de um gás perfeito monoatômico, representado 
pela letra U, é a soma das energias cinéticas médias de todas as 
moléculas que constituem o gás. As moléculas não possuem 
energia cinética de rotação nem energia potencial, pois elas são 
pontos materiais que não se interagem entre si. Podemos 
demonstrar a equação matemática que determina a energia 
interna de um gás a partir da seguinte relação: 
U – energia interna 
n – número de mols 
R - é a constante universal dos gases perfeitos 
T -temperatura
 Qual a energia interna de 1,5 mols de um gás perfeito na 
temperatura de 20°C? Conisdere R=8,31 J/mol.K. ? 
Primeiramente deve-se converter a temperatura da escala Celsius 
para Kelvin: 
A partir daí basta aplicar os dados na equação da energia interna:
 Consideramos um sistema formado por um ou mais 
corpos. Quando fornecemos ao sistema uma 
quantidade Q de energia em forma de calor, essa 
energia pode ser usada de dois modos: 
1 - Realizar trabalho 
2 - Ser absorvida pelo sistema, transformando-se em 
energia interna. 
Logo: 
Q = T + ΔU ou ΔU = Q - T
 (UFRN) Um sistema termodinâmico realiza 
um trabalho de 40 kcal quando recebe 30 
kcal de calor. Nesse processo, a variação 
de energia interna desse sistema é de: 
Q= ΔU+τ 
ΔU= Q-τ 
ΔU= 30 kcal-40 kcal 
ΔU= -10 kcal
 Existem várias formulações equivalentes, entre as 
principais temos: 
 1º Formulação feita pelo alemão Rudolf Emanuel 
Clausius: o calor flui espontaneamente de um 
corpo quente para um corpo frio. O inverso só 
ocorre com a realização de trabalho. 
 2º Em 1851, Lord Kelvin e o físico alemão Max 
Planck deram à lei outro enunciado: é impossível 
para uma máquina térmica que opere em ciclos 
converter integralmente calor em trabalho.
Termodinâmica - Física - Conceitos e exemplos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estequiometria
 Estequiometria Estequiometria
Estequiometria
Pedro Alberto Machado
 
Química Geral 2016/1 Aula 20
Química Geral 2016/1 Aula 20Química Geral 2016/1 Aula 20
Química Geral 2016/1 Aula 20
Ednilsom Orestes
 
Ap termodinamica
Ap termodinamicaAp termodinamica
Ap termodinamica
Ricardo Lins
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
Estude Mais
 
Gases
GasesGases
Gases
paaccedro
 
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
PIBID Joel Job
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativas
Marilena Meira
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
Carlos Priante
 
Balanceamento
BalanceamentoBalanceamento
Balanceamento
Karol Maia
 
Aula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimicoAula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimico
Isabele Félix
 
Estudo das Soluções
Estudo das SoluçõesEstudo das Soluções
Estudo das Soluções
Carlos Priante
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
José Nunes da Silva Jr.
 
Movimento retilíneo uniforme - MRU
Movimento retilíneo uniforme - MRUMovimento retilíneo uniforme - MRU
Movimento retilíneo uniforme - MRU
O mundo da FÍSICA
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
Slides da aula de Química (Manoel) sobre SoluçõesSlides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
Turma Olímpica
 
Aula sobre grandezas químicas
Aula sobre grandezas químicasAula sobre grandezas químicas
Aula sobre grandezas químicas
Profª Alda Ernestina
 
Reações químicas e classificações
Reações químicas e classificaçõesReações químicas e classificações
Reações químicas e classificações
Joanna de Paoli
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
Raquel Luna
 
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações LinearesMétodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
Mayara Mônica
 
Gases e transformações
Gases  e transformaçõesGases  e transformações
Gases e transformações
Aninha Felix Vieira Dias
 

Mais procurados (20)

Estequiometria
 Estequiometria Estequiometria
Estequiometria
 
Química Geral 2016/1 Aula 20
Química Geral 2016/1 Aula 20Química Geral 2016/1 Aula 20
Química Geral 2016/1 Aula 20
 
Ap termodinamica
Ap termodinamicaAp termodinamica
Ap termodinamica
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
 
Gases
GasesGases
Gases
 
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
Etapa 1 - Aula de Ciências "Calculando a velocidade de uma bola de futebol, u...
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativas
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
 
Balanceamento
BalanceamentoBalanceamento
Balanceamento
 
Aula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimicoAula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimico
 
Estudo das Soluções
Estudo das SoluçõesEstudo das Soluções
Estudo das Soluções
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
 
Movimento retilíneo uniforme - MRU
Movimento retilíneo uniforme - MRUMovimento retilíneo uniforme - MRU
Movimento retilíneo uniforme - MRU
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
Slides da aula de Química (Manoel) sobre SoluçõesSlides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Soluções
 
Aula sobre grandezas químicas
Aula sobre grandezas químicasAula sobre grandezas químicas
Aula sobre grandezas químicas
 
Reações químicas e classificações
Reações químicas e classificaçõesReações químicas e classificações
Reações químicas e classificações
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
 
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações LinearesMétodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
Métodos Para Resolver Sistemas de Equações Lineares
 
Gases e transformações
Gases  e transformaçõesGases  e transformações
Gases e transformações
 

Semelhante a Termodinâmica - Física - Conceitos e exemplos

Lista 14 gases
Lista 14 gasesLista 14 gases
Lista 14 gases
rodrigoateneu
 
Apostilade quimica metalurgica
Apostilade quimica metalurgicaApostilade quimica metalurgica
Apostilade quimica metalurgica
adalberto miran
 
Pedro Fisica 1
Pedro Fisica 1Pedro Fisica 1
Pedro Fisica 1
Pedro Lula Mota, CEA
 
Slide de fisica
Slide de fisicaSlide de fisica
Slide de fisica
Laerciolns12
 
Slide de fisica
Slide de fisicaSlide de fisica
Slide de fisica
Laerciolns12
 
C3 teoria 2serie_3bim_fisica
C3 teoria 2serie_3bim_fisicaC3 teoria 2serie_3bim_fisica
C3 teoria 2serie_3bim_fisica
Emerson Assis
 
Física
FísicaFísica
Prova de física resolvida escola naval 2012
Prova de física resolvida escola naval 2012Prova de física resolvida escola naval 2012
Prova de física resolvida escola naval 2012
Douglas Almeida
 
GASES 2 ANO.ppt
GASES 2 ANO.pptGASES 2 ANO.ppt
GASES 2 ANO.ppt
RosalineArajodeMorai
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
Marco Antonio Sanches
 
Termodinâmica (2017)
Termodinâmica (2017)Termodinâmica (2017)
Termodinâmica (2017)
Marco Antonio Sanches
 
1 leitermodinâmica.ppt
1 leitermodinâmica.ppt1 leitermodinâmica.ppt
1 leitermodinâmica.ppt
Leonardo Menezes
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
Ana Paula Góes
 
Gases perfeitos questões resolvidas - termologia
Gases perfeitos   questões resolvidas - termologiaGases perfeitos   questões resolvidas - termologia
Gases perfeitos questões resolvidas - termologia
Drica Salles
 
Termodinâmica
TermodinâmicaTermodinâmica
Termodinâmica
Marco Antonio Sanches
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
Thiago Rodrigues
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
Thiago Rodrigues
 
Gases segunda
Gases segundaGases segunda
Gases segunda
ISJ
 
Termodinâmica
TermodinâmicaTermodinâmica
Termodinâmica
Cleber1965
 
gases.pptx
gases.pptxgases.pptx

Semelhante a Termodinâmica - Física - Conceitos e exemplos (20)

Lista 14 gases
Lista 14 gasesLista 14 gases
Lista 14 gases
 
Apostilade quimica metalurgica
Apostilade quimica metalurgicaApostilade quimica metalurgica
Apostilade quimica metalurgica
 
Pedro Fisica 1
Pedro Fisica 1Pedro Fisica 1
Pedro Fisica 1
 
Slide de fisica
Slide de fisicaSlide de fisica
Slide de fisica
 
Slide de fisica
Slide de fisicaSlide de fisica
Slide de fisica
 
C3 teoria 2serie_3bim_fisica
C3 teoria 2serie_3bim_fisicaC3 teoria 2serie_3bim_fisica
C3 teoria 2serie_3bim_fisica
 
Física
FísicaFísica
Física
 
Prova de física resolvida escola naval 2012
Prova de física resolvida escola naval 2012Prova de física resolvida escola naval 2012
Prova de física resolvida escola naval 2012
 
GASES 2 ANO.ppt
GASES 2 ANO.pptGASES 2 ANO.ppt
GASES 2 ANO.ppt
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
 
Termodinâmica (2017)
Termodinâmica (2017)Termodinâmica (2017)
Termodinâmica (2017)
 
1 leitermodinâmica.ppt
1 leitermodinâmica.ppt1 leitermodinâmica.ppt
1 leitermodinâmica.ppt
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
 
Gases perfeitos questões resolvidas - termologia
Gases perfeitos   questões resolvidas - termologiaGases perfeitos   questões resolvidas - termologia
Gases perfeitos questões resolvidas - termologia
 
Termodinâmica
TermodinâmicaTermodinâmica
Termodinâmica
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
 
Estudo dos gases
Estudo dos gasesEstudo dos gases
Estudo dos gases
 
Gases segunda
Gases segundaGases segunda
Gases segunda
 
Termodinâmica
TermodinâmicaTermodinâmica
Termodinâmica
 
gases.pptx
gases.pptxgases.pptx
gases.pptx
 

Último

EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
marcos oliveira
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 

Último (20)

EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 

Termodinâmica - Física - Conceitos e exemplos

  • 2.  As características do modelo de um gás perfeito são chamadas de hipóteses da teoria cinética dos gases. Estas hipóteses são as seguintes:  1º As moléculas de um gás encontram-se separadas e em constante movimento desordenado, em todas as direções e sentidos
  • 3.  2º Estando as moléculas de um gás em constante movimento, ocorrem sucessivos choques entre elas encontra as paredes internas do recipiente que contém o gás. Dos choques contínuos contra as paredes internas resulta a pressão do gás.  3º As colisões das moléculas entre si e contra as paredes do recipiente que as contém, são perfeitamente elásticas e de duração desprezível. Assim, a conservação da energia cinética das moléculas do gás.
  • 4.  4º As moléculas têm dimensões desprezíveis em comparação com o espaço vazio entre elas. Obs: gases reais a baixas temperaturas e rarefeitos, tem comportamento bem próximo do comportamento do gás perfeito (ideal). As grandezas pressão, volume e temperatura são chamadas variáveis de estado de um gás.
  • 5.  P . V = n . R . T P-Pressão V-Volume n-número de mols R-A constante universal dos gases perfeitos.
  • 6. Exemplos:  Determine o volume molar de um gás ideal, cujas condições estejam normais, ou seja, a temperatura à 273K e a pressão a 1 atm. (Dado: R = 0,082 atm.L/mol.K) Substituindo os valores dados na equação para calcular o volume do mol do gás pV = nRT 1.V = 1. 0,082. 273 V = 22,4 L
  • 7.  (PUC-SP) Um certo gás, cuja massa vale 140g, ocupa um volume de 41 litros, sob pressão 2,9 atmosferas a temperatura de 17°C. O número de Avogadro vale 6,02. 1023 e a constante universal dos gases perfeitos R= 0,082 atm.L/mol.K. Nessas condições, o número de moléculas continuadas no gás é aproximadamente de: a) 3,00. 1024 b) 5,00. 1023 c) 6,02. 1023 d) 2,00. 1024 e) 3,00. 1029 Substituindo os valores dados na eq. de Clapeyron pV = nRT 2,9. 41 = n. 0,082. 290 n = 5 mols Usaremos regra de três simples para calcularmos o valor das moléculas 1 mol _______ 6,02 .1023 moléculas 5 mols ______ x x ≈ 3,00. 1024 moléculas (note que este é um valor aproximado: houve a utilização da regra de arredondamento.) Alternativa a
  • 8.  Seja uma determinada massa do gás perfeito do estado inicial (P1, V1, T1) que sofre uma mudança para o estado final (P2, V2, T2) P1, V1, T1 P2, V2, T2
  • 9. P1 . V1 = P2 . V2 T1 T2 Onde: p1 = pressão inicial V1 = volume inicial T1 = temperatura inicial p2 = pressão final V2 = volume final T2 = temperatura final Obs: A temperatura de resolução deve estar sempre em Kelvin.
  • 10. Exemplo: 3) (UNIMEP – SP) 15 litros de uma determinada massa gasosa encontram-se a uma pressão de 8,0 atm e à temperatura de 30º C. Ao sofrer uma expansão isotérmica, seu volume passa a 20 litros. Qual será a nova pressão do gás? Do enunciado temos: V1 = 15 litros V2 = 20 litros P1 = 8,0 atm P2 = ? T = 30º C = 303 K (TEMPERATURA CONSTANTE) Utilizando a equação da transformação isotérmica, temos:
  • 11.  É aquela na qual a temperatura do gás é mantida constante. T1=T2 P1 . V1 = P2 . V2
  • 12.  (UNIMEP – SP) 15 litros de uma determinada massa gasosa encontram-se a uma pressão de 8,0 atm e à temperatura de 30º C. Ao sofrer uma expansão isotérmica, seu volume passa a 20 litros. Qual será a nova pressão do gás? Do enunciado temos: V1 = 15 litros V2 = 20 litros P1 = 8,0 atm P2 = ? Utilizando a equação da transformação isotérmica, temos:
  • 13.  É aquela na qual a pressão do gás é mantida constante. P1=P2 V1 = V2 T1 T2
  • 14.  Um gás no estado 1 apresenta volume de 14 L, pressão de 5 atm e temperatura de 300 K. Qual será o volume do gás em um estado 2 se a temperatura for dobrada à pressão constante? V1= V2 T1 T2 14 L_= V2__ 300 K 600K 300 . V2 = 14 . 600 V2 = 8400/300 V2 = 28 L
  • 15.  É aquela na qual o volume do gás é mantida constante. V1=V2 P1 = P2 T1 T2
  • 16.  Um gás no estado 1 apresenta volume de 14 L, pressão de 5 atm e temperatura de 300 K. Qual será a pressão do gás em um estado II se o volume permanecer igual a 14 L, mas a temperatura passar para 273 K? P2 = 5 atm . 300 K 273 K P2 = 5,49 atm
  • 17.  É quando o sistema não troca calor com o meio externo. Q = 0 ΔU = -T
  • 18.  Em uma transformação adiabática reversível, 20 g de um gás ideal evoluem de um estado em que a temperatura vale 77 °C para outro em que a temperatura vale 327 °C. Sendo cV = 1,6 · 10^–3 cal/g °C e cP = 3,6 · 10^–3 cal/g °C, qual o trabalho realizado nessa transformação, em joules? Dado: 1 cal = 4,2 J Resolução: τ = QP – QV τ = m cP Δθ – m cV Δθ = m Δθ (cP – cV) τ = 20(327 – 77)(3,6 · 10^–3 – 1,6 · 10^–3)(cal) τ = 10 cal = 42 J τ = 42 J
  • 19.  Até meados do século XIX, acreditava-se ser possível a construção de uma máquina térmica ideal, que seria capaz de transformar toda a energia fornecida em trabalho, obtendo um rendimento total (100%). Para demonstrar que não seria possível, o engenheiro francês Nicolas Carnot (1796-1832) propôs uma máquina térmica teórica que se comportava como uma máquina de rendimento total, estabelecendo um ciclo de rendimento máximo, que mais tarde passou a ser chamado Ciclo de Carnot. Este ciclo seria composto de quatro processos, independente da substância:
  • 20.  Uma expansão isotérmica reversível. O sistema recebe uma quantidade de calor da fonte de aquecimento (L-M) Uma expansão adiabática reversível. O sistema não troca calor com as fontes térmicas (M-N) Uma compressão isotérmica reversível. O sistema cede calor para a fonte de resfriamento (N-O) Uma compressão adiabática reversível. O sistema não troca calor com as fontes térmicas (O-L) Numa máquina de Carnot, a quantidade de calor que é fornecida pela fonte de aquecimento e a quantidade cedida à fonte de resfriamento são proporcionais às suas temperaturas absolutas, assim: N – Rendimento do ciclo T2 - temperatura absoluta da fonte de resfriamento T1 - temperatura absoluta da fonte de aquecimento
  • 21.  Qual o rendimento máximo teórico de uma máquina à vapor, cujo fluido entra a 560ºC e abandona o ciclo a 200ºC?
  • 22. O homem utiliza vários recursos para facilitar suas tarefas diárias, como locomoção e construção e ao longo de sua história já utilizou a própria força, a força de animais, ferramentas e máquinas simples até que passou a utilizar o calor em um processo de transformação da energia térmica em trabalho. Com a invenção das máquinas térmicas, no século XVIII, o homem deixou de depender de seu esforço e resistência, mas se tornou dependente do combustível que fornece a fonte de calor, como o carvão. A TERMODINÂMICA surgiu da necessidade de compreensão do funcionamento das máquinas térmicas visando otimizar o seu uso. Assim, a termodinâmica estuda as relações existentes entre o calor e o trabalho mecânico, tendo como princípios a conservação de energia e a transferência espontânea do calor, do sistema mais quente para o mais frio e não no sentido inverso.
  • 23.  Quando a força e o deslocamento têm o mesmo sentido:  Mas, sendo Pg a pressão exercida pelo gás, temos:  De I e II temos: Tg = Fg . d I Fg = Pg . A II Tg = Pg . ΔV
  • 24. Ao receber uma quantidade de calor Q=50J, um gás realiza um trabalho igual a 12J, sabendo que a Energia interna do sistema antes de receber calor era U=100J, qual será esta energia após o recebimento?
  • 25.  Energia interna de um gás perfeito monoatômico, representado pela letra U, é a soma das energias cinéticas médias de todas as moléculas que constituem o gás. As moléculas não possuem energia cinética de rotação nem energia potencial, pois elas são pontos materiais que não se interagem entre si. Podemos demonstrar a equação matemática que determina a energia interna de um gás a partir da seguinte relação: U – energia interna n – número de mols R - é a constante universal dos gases perfeitos T -temperatura
  • 26.  Qual a energia interna de 1,5 mols de um gás perfeito na temperatura de 20°C? Conisdere R=8,31 J/mol.K. ? Primeiramente deve-se converter a temperatura da escala Celsius para Kelvin: A partir daí basta aplicar os dados na equação da energia interna:
  • 27.  Consideramos um sistema formado por um ou mais corpos. Quando fornecemos ao sistema uma quantidade Q de energia em forma de calor, essa energia pode ser usada de dois modos: 1 - Realizar trabalho 2 - Ser absorvida pelo sistema, transformando-se em energia interna. Logo: Q = T + ΔU ou ΔU = Q - T
  • 28.  (UFRN) Um sistema termodinâmico realiza um trabalho de 40 kcal quando recebe 30 kcal de calor. Nesse processo, a variação de energia interna desse sistema é de: Q= ΔU+τ ΔU= Q-τ ΔU= 30 kcal-40 kcal ΔU= -10 kcal
  • 29.  Existem várias formulações equivalentes, entre as principais temos:  1º Formulação feita pelo alemão Rudolf Emanuel Clausius: o calor flui espontaneamente de um corpo quente para um corpo frio. O inverso só ocorre com a realização de trabalho.  2º Em 1851, Lord Kelvin e o físico alemão Max Planck deram à lei outro enunciado: é impossível para uma máquina térmica que opere em ciclos converter integralmente calor em trabalho.