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1
Técnico em Construção
Naval
Documento Referência
para
Operacionalização
Rio de Janeiro
2013
Versão 02/2013
2
Conselho Regional do SENAI
Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira
Presidente
Diretoria Geral do Sistema Firjan
Augusto Cesar Franco de Alencar
Diretor
SENAI – Rio de Janeiro
Maria Lucia Telles
Diretora Regional
Diretoria de Educação
Andréa Marinho de Souza Franco
Diretora
Gerência de Educação Profissional
Regina Helena Malta do Nascimento
Gerente
3
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO
GERENCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Técnico em Construção
Naval
Documento Referência
para
Operacionalização
RIO DE JANEIRO
Ago/2013
Versão 02/2013
4
©©©©2013
SENAI - Rio de Janeiro
Diretoria de Educação
Gerência de Educação Profissional
Ficha Técnica
Gerência de Educação Profissional: Regina Helena Malta do Nascimento
Coordenação do Núcleo de Desenvolvimento: Allain José Fonseca
Elaboração em novembro de 2010
Especialistas em Educação Profissional:
Marcella Schiavo Boaventura Netto DR - RJ
Adageisa Barbosa DR - PE
Especialistas da Área Tecnológica de Construção Naval:
Dario de Oliveira Silva DR - RJ
Raul Bruyere Monteiro Neto DR - RJ
Raphael Guimarães Oliveira DR - RJ
Jeová Inocêncio de Melo
Antônio José Mendonça Ferreira
Marcelo Fabiano Ribeiro
Sergio de Barros Rolan
Donald Falconer Smith Júnior
Luis Henrique Fuzinelli
Vagner Domingues
DR – PE
DR – BA
DR – RS
DR – SP
DR – SC
DR – SC
DR - SC
SENAI - Rio de Janeiro
GEP- Gerência de Educação Profissional
Rua Graça Aranha, 1 9º andar- Centro.
20030 - 002- - Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2563 - 5954
Fax: (21) 2563 -5884
www.rj.senai.br
gep@rj.senai.br
5
Sumário
I IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................................................... 6
II. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS................................................................................................................ 7
III REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO .................................................................................................. 9
IV PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO.......................................................................................... 11
V ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.............................................................................................................. 25
5.1 Desenvolvimento Metodológico ............................................................................................................ 28
5.2 Organização Interna das Unidades Curriculares .................................................................................. 30
VI CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES..... 81
VII CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO............................................................................ 84
VIII BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS............................................................................ 86
IX PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO.................................................................................... 87
X CERTIFICADOS E DIPLOMAS .............................................................................................................. 88
6
I I D E N T I F I C A Ç Ã O D O C U R S O
Educação Profissional Técnica de Nível Médio: Técnico em Construção Naval
Eixo Tecnológico: Produção Industrial
Código CBO: 3143-15
Caracterização do curso: presencial
Área de Atuação do SENAI: Construção Naval
Em conformidade com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos
7
I I . J U S T I F I C A T I V A E O B J E T I V O S
2.1 Justificativa
a) Contexto
Esse documento apresenta o resultado do trabalho de Desenho Pedagógico, realizado a partir do
Desenho Curricular Nacional do Técnico em Construção Naval, cujo perfil profissional foi
delineado pelo Comitê Técnico Setorial Nacional, dentro dos princípios e orientações da
Concepção de Educação Profissional do SENAI, tendo também como base, os referenciais
curriculares nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio – no Eixo Tecnológico
Produção Industrial -, tratando-se, portanto, de programa formativo modularizado e concebido
pedagogicamente com vistas a favorecer a construção progressiva da competência e da
capacidade de transferência de conhecimentos demandadas, hoje, para a atuação produtiva em
um contexto de constantes mudanças.
Em síntese, é uma decodificação de informações do mundo do trabalho para o mundo da
educação, traduzindo-se pedagogicamente as competências do perfil profissional do Técnico em
Construção Naval em capacidades técnicas, sociais, organizativas e metodológicas.
Convém ressaltar que, desde 1997, o SENAI-RJ buscando sintonizar-se com as transformações e
novas demandas do mundo do trabalho, vem promovendo a atualização de seus cursos a partir
de um processo que tem início no delineamento de perfis profissionais por um grupo de trabalho –
Comitês Técnicos Setoriais (CTS) compostos por técnicos da área específica, técnicos em
educação, docentes e representantes das empresas.
Com o apoio dos representantes das empresas, busca-se diagnosticar as mudanças e tendências
do mercado de trabalho nos diversos segmentos produtivos, considerando-se as transformações
tecnológicas e organizacionais e seus reflexos sobre os processos de trabalho, emergência e
declínio de profissões e definição de perfis profissionais atuais e futuros.
O desenvolvimento do presente curso é, portanto, consequência das exigências do mercado de
trabalho, que requer novos perfis profissionais baseados em competências nas diversas áreas de
formação geradas pelo processo da globalização, pelo novo paradigma de produção e pelos
avanços vividos no campo da tecnologia e nos processos de trabalho. Sua implantação nas
Escolas do SENAI-RJ decorre da necessidade apontada pelas empresas de buscar novos
8
padrões produtivos em decorrência da competitividade do mercado, obrigando-as a reorganizarem
o trabalho, de forma a alcançar novos patamares de qualidade e produtividade.
Portanto, sintonizado com os desafios propostos pelos mundos da educação e do trabalho o
presente Plano de Curso expressa as orientações e diretrizes emanadas pelo MEC, a
necessidade do mercado a nível nacional e o atendimento às especificidades regionais em
relação ao Estado do Rio de janeiro.
b) Estudo de demanda
A justificativa para a oferta do curso é realizada pela Unidade Operacional, com indicadores de
demanda fundamentada, inclusive com visão prospectiva da necessidade de formação do técnico
para a região e é descrita no formulário “Caracterização da Demanda Regional”, atendendo à
“Norma Administrativa Implantação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio” do SENAI –
RJ.
2.2 Objetivos
O curso técnico em Construção Naval tem como objetivos propiciar ao aluno:
• A formação necessária ao seu pleno desenvolvimento e a aquisição de conhecimentos
gerais e tecnológicos, bem como o desenvolvimento de habilidades e atitudes face ao
novo perfil de competências requerido pelo mercado de trabalho.
• Habilitação Profissional de Técnico de nível médio em Construção Naval, com
competências para coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, de fabricação e instalação de redes de tubulação e de instalação e
manutenção de equipamentos.
• Desenvolvimento de competências que possibilitem o aproveitamento e continuidade de
estudos quer em curso técnico de nível médio quer para curso tecnológico de graduação.
2.3 Regime de Funcionamento
O curso será oferecido em período semanal de segunda à sexta – feira, com 4 horas diárias de
atividades, com base num ano letivo com 200 dias.
9
I I I R E Q U I S I T O S E F O R M A S D E AC E S S O
Para acesso ao curso o candidato deverá passar pelos processos de inscrição, seleção e
matrícula, observando os seguintes critérios:
Da Inscrição
Os candidatos deverão efetuar as inscrições para o curso nas épocas previstas no cronograma de
atividades da Unidade Operacional, de acordo com os requisitos estabelecidos para a matrícula
neste documento e no Regimento Escolar dos cursos técnicos. No ato da inscrição o candidato
deverá estar cursando o 2º ano do ensino médio, no mínimo.
Documentação:
- Comprovante de escolaridade
- Duas fotos 3X4
- Identidade (cópia) ou certidão de nascimento ou de casamento;
- Taxa de inscrição (QUANDO HOUVER);
Da Seleção
Quando houver necessidade, os candidatos serão submetidos ao processo seletivo, nele incluindo
avaliação de competências básicas e entrevistas, sempre que o número de inscritos for superior
ao número de vagas. A seleção terá caráter classificatório.
O processo de seleção e a divulgação dos resultados são de responsabilidade da Unidade
Operacional.
Da matrícula:
O candidato classificado no processo seletivo deverá requerer a matrícula inicial dentro do prazo
determinado no calendário escolar elaborado pela Unidade Operacional. Será permitida a
matrícula por unidade curricular ou módulo, considerando os pré-requisitos necessários e os
critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, em consonância com a
legislação educacional vigente.
No ato da matrícula, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:
10
1. Cópia da Carteira de Identidade
2. Cópia do CIC
3. Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento
4. Comprovante de escolaridade (*)
5. Histórico escolar
6. Retratos 3 x 4 (dois)
7. Certificado de reservista ou de alistamento militar (maiores de 18 anos do sexo masculino)
8. Título de eleitor
9. Taxa de matrícula (quando houver)
10. Outros documentos que os órgãos competentes vierem a exigir
(*) O candidato concluinte do Ensino Médio deverá apresentar, no ato da matrícula, o histórico
escolar e o diploma de conclusão do Ensino Médio (original e cópia).
11
I V P E R F I L P R O F I S S I O N A L D E C O N C L U S Ã O
TÉCNICO EM CONSTRUÇÃO NAVAL
Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval
Eixo Tecnológico: Produção Industrial
Área Profissional: Metalmecânica
Segmento Tecnológico: Indústria
Educação Profissional: Técnica de Nível Médio
Nível de Qualificação: 3(1)
1. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Competência Geral:
Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, de fabricação
e instalação de redes de tubulação e de instalação e manutenção de equipamentos; realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
Relação das Unidades de Competência
Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e
manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com
normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Unidade de Competência 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção
de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas,
de segurança, de qualidade e ambientais.
12
Unidade de Competência nº 1:
Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
Elementos de Competência Padrões de Desempenho
1.1 Alocar recursos para construção e
reparo de estruturas navais.
1.1.1 Interpretando o projeto naval.
1.1.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro.
1.1.3 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
1.1.4 Considerando patamar tecnológico.
1.1.5 Considerando a disponibilidade de recursos
humanos e materiais.
1.1.6 Selecionando ferramentas, equipamentos e
instrumentos.
1.1.7 Considerando os índices de produtividade
planejados.
1.2 Monitorar o processo de corte de
chapas e perfis para construção e
reparo de estruturas navais.
1.2.1 Interpretando o projeto naval.
1.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
1.2.3 Realizando inspeção dimensional das peças
cortadas.
1.2.4 Assegurando calibração e parametrização dos
equipamentos e instrumentos.
1.2.5 Aplicando simbologia específica na elaboração
e croquis e desenhos.
1.2.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
1.2.7 Considerando as especificidades dos materiais
e suas relações com os processos e
procedimentos correspondentes.
1.2.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
1.2.9 Considerando a qualificação dos recursos
humanos.
13
1.3 Monitorar o processo de montagem
estrutural para construção e reparo
de estruturas navais.
1.3.1 Interpretando o projeto naval.
1.3.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
1.3.3 Realizando inspeção dimensional das peças
montadas.
1.3.4 Assegurando calibração e parametrização dos
equipamentos e instrumentos.
1.3.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e
croquis e desenhos.
1.3.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
1.3.7 Considerando as especificidades dos materiais e
suas relações com os processos e
procedimentos correspondentes.
1.3.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
1.3.9 Considerando a qualificação profissional dos
recursos humanos.
1.3.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso
(montagem de andaimes, logística, leiaute,
içamento, movimentação de cargas, etc.).
1.3.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a
embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
1.3.12 Considerando estratégias e métodos de
construção..
1.4 Monitorar o processo de soldagem
para construção e reparo de
estruturas navais
1.4.1 Interpretando o projeto naval.
1.4.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
1.4.3 Realizando inspeção dimensional pós-soldagem.
1.4.4 Assegurando calibração e parametrização dos
equipamentos e instrumentos.
1.4.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e
croquis e desenhos.
1.4.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
1.4.7 Considerando as especificidades dos materiais e
suas relações com os processos e procedimentos
correspondentes.
1.4.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
1.4.9 Considerando a qualificação profissional dos
recursos humanos.
1.4.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso
(montagem de andaimes, logística, leiaute,
içamento, movimentação de cargas, etc.).
1.4.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a
embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
1.4.12 Considerando estratégias e métodos de
soldagem.
1.4.13 Verificando a realização dos ensaios não-
destrutivos especificados (signatário).
1.4.14 Realizando inspeção visual de LP (Líquido
Penetrante) e PM (Partícula Magnética).
14
1.5 Propor soluções para os processos
construtivos.
1.5.1 Identificando não-conformidades no processo..
1.5.2 Identificando pontos críticos do processo.
1.5.3 Identificando causas e efeitos no processo.
1.5.4 Considerando resultados das análises de testes
(ensaios, inspeções, etc.).
1.5.5 Considerando as inovações tecnológicas e
organizacionais.
1.5.6 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
1.5.7 Buscando a melhoria contínua dos processos.
Unidade de Competência nº 2:
Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de
tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Elementos de Competência Padrões de Desempenho
2.1 Alocar recursos para fabricação,
instalação e manutenção de redes
de tubulações.
1.2.1 Interpretando o projeto naval.
1.2.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro.
1.2.3 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental;
1.2.4 Considerando patamar tecnológico;
1.2.5 Considerando a disponibilidade de recursos
humanos e materiais;
1.2.6 Selecionando ferramentas, equipamentos e
instrumentos;
1.2.7 Considerando os índices de produtividade
planejados.
2.2 Monitorar o processo de corte de
chapas e tubos para fabricação,
instalação e manutenção de redes de
tubulações.
2.2.1 Interpretando o projeto naval.
2.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
2.2.3 Realizando inspeção dimensional das peças
cortadas.
2.2.4 Assegurando aferição, calibração e
parametrização dos equipamentos e
instrumentos.
2.2.5 Aplicando simbologia específica na elaboração
e croquis e desenhos.
2.2.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
2.2.7 Considerando as especificidades dos materiais
e suas relações com os processos e
procedimentos correspondentes.
2.2.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
2.2.9 Considerando a qualificação dos recursos
humanos.
15
2.3 Monitorar o processo de soldagem
para fabricação, instalação e
manutenção de redes de
tubulações
2.3.1 Interpretando o projeto naval.
2.3.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
2.3.3 Realizando inspeção dimensional pós-
soldagem.
2.3.4 Assegurando aferição, calibração e
parametrização dos equipamentos e
instrumentos.
2.3.5 Aplicando simbologia específica na elaboração
e croquis e desenhos.
2.3.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
2.3.7 Considerando as especificidades dos materiais
e suas relações com os processos e
procedimentos correspondentes.
2.3.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
2.3.9 Considerando a qualificação profissional dos
recursos humanos.
2.3.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso
(montagem de andaimes, logística, leiaute,
içamento, movimentação de cargas, etc.).
2.3.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a
embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
2.3.12 Considerando estratégias e métodos de
soldagem.
2.3.13 Verificando a realização dos ensaios não-
destrutivos especificados (signatário).
2.3.14 Realizando inspeção visual de LP (Líquido
Penetrante) e PM (Partícula Magnética).
16
2.4 Monitorar o processo de montagem
de tubulações para fabricação,
instalação e manutenção de redes de
tubulações
2.4.1 Interpretando o projeto naval.
2.4.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
2.4.3 Realizando inspeção dimensional das
tubulações, conexões, juntas e acessórios
(flanges, chanfros, válvulas, etc.).
2.4.4 Assegurando aferição, calibração e
parametrização dos equipamentos e
instrumentos.
2.4.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e
croquis e desenhos.
2.4.6 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com
as interfaces entre as etapas anteriores e
subseqüentes.
2.4.7 Considerando as especificidades dos materiais e
suas relações com os processos e
procedimentos correspondentes.
2.4.8 Considerando prazos e metas estabelecidos.
2.4.9 Considerando a qualificação profissional dos
recursos humanos.
2.4.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso
(montagem de andaimes, logística, leiaute,
içamento, movimentação de cargas, etc.).
2.4.11 Considerando estratégias e métodos de
montagem de tubulações.
2.4.12 Acompanhando a limpeza da rede de
tubulações (flushing).
2.4.13 Verificando a realização dos testes específicos
(estanqueidade, pressão, etc.).
2.5 Propor soluções para os processos
construtivos
2.5.1 Identificando não-conformidades no processo.
2.5.2 Identificando pontos críticos do processo.
2.5.3 Identificando causas e efeitos no processo.
2.5.4 Considerando resultados das análises de testes
(ensaios, inspeções, etc.).
2.5.5 Considerando as inovações tecnológicas e
organizacionais.
2.5.6 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
2.5.7 Buscando a melhoria contínua dos processos.
17
Unidade de Competência nº 3:
Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área
naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade
e ambientais.
Elementos de Competência Padrões de Desempenho
3.1 Alocar recursos para instalação e
manutenção de equipamentos.
3.1.1 Interpretando o projeto naval.
3.1.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro.
3.1.3 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
3.1.4 Considerando patamar tecnológico.
3.1.5 Considerando a disponibilidade de recursos
humanos e materiais.
3.1.6 Selecionando as ferramentas e instrumentos
necessários ao processo.
3.1.7 Considerando os índices de produtividade
planejados.
3.2 Monitorar os processos de
instalação e manutenção de
equipamentos.
3.2.1 Interpretando o projeto naval.
3.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
3.2.3 Assegurando a calibração dos instrumentos,
segundo os seus referenciais.
3.2.4 Aplicando simbologia específica na elaboração e
croquis e desenhos.
3.2.5 Considerando as etapas do processo e suas
relações com os procedimentos técnicos e com as
interfaces entre as etapas anteriores e
subsequentes.
3.2.6 Considerando as especificidades dos materiais e
suas relações com os processos e procedimentos
correspondentes.
3.2.7 Considerando prazos e metas estabelecidos.
3.2.8 Considerando a qualificação dos recursos humanos.
3.2.9 Identificando a estrutura de apoio e acesso
(montagem de andaimes, logística, leiaute,
içamento, movimentação de cargas, etc.).
3.2.10 Verificando a realização dos testes específicos
(alinhamento e balanceamento, testes de
funcionamento dos equipamentos, testes de
pressão, vazão e vibração, etc.).
3.2.11 Identificando nomenclatura e componentes
eletroeletrônicos.
3.2.12 Identificando nomenclatura, componentes e
funcionamento de equipamentos mecânicos,
hidráulicos e pneumáticos.
18
3.3 Propor soluções para os
processos de instalação e
manutenção de equipamentos.
3.3.1 Identificando não-conformidades no processo.
3.3.2 Identificando pontos críticos do processo.
3.3.3 Identificando causas e efeitos no processo.
3.3.4 Considerando resultados das análises de testes e
inspeções.
3.3.5 Considerando as inovações tecnológicas e
organizacionais.
3.3.6 Considerando normas técnicas, de qualidade,
saúde, segurança e preservação ambiental.
3.3.7 Buscando a melhoria contínua dos processos.
COMPETÊNCIAS DE GESTÃO
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos,
considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de
saúde, de segurança e de meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos
processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos,
considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas,
organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas
atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua
responsabilidade ou que lhe são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus
integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e
ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas,
buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos.
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e
deveres como cidadão.
2. CONTEXTO DE TRABALHO DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
Meios (equipamentos, ferramentas, instrumentos e materiais)
Paquímetro;
Trena;
Computador;
CAD;
Calculadora;
Explosímetro;
Feixe de laser;
Rádio de comunicação;
Teodolito;
Aparelho de nível;
Aparelho de multi-teste;
19
Lupa;
Equipamentos de END (LP e PM);
Equipamentos de caldeiraria;
Equipamentos de soldagem;
Equipamentos de corte;
Equipamentos de montagem;
Equipamentos de usinagem;
Equipamentos de movimentação de cargas;
Equipamentos de Proteção Individual (EPI): capacete, protetor auditivo, bota de
segurança, cinto de segurança, óculos de proteção, luva de segurança
Métodos e Técnicas de Trabalho
Normas e procedimentos de usinagem, caldeiraria, soldagem e montagem industrial
Simbologia de processos de soldagem e montagem de estruturas e tubulações
Técnicas de instalação de componentes eletromecânicos navais
Alocação de recursos
Normas e procedimentos de saúde, segurança e preservação ambiental
Condições de Trabalho
• Necessidade de trabalho em ambiente a céu aberto, embarcado, em espaços fechados e
em espaços confinados
Turnos e horários de trabalho
Os turnos e horários de trabalho são diversos, em sistema de rodízio.
Riscos profissionais inerentes à profissão
• Insalubridade
• Explosão de tanque
• Choque elétrico
• Explosão de válvula em teste de pressão e flushing
• Movimentação de cargas
• Quedas
• Contaminação por inalação de gases e deficiência de oxigênio
• Ambientes confinados
• Problemas ergonômicos
• Ruídos
• Calor / Frio
20
POSIÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO
Contexto Profissional:
Pequenos, médios e grandes estaleiros.
Pequenas, médias e grandes indústrias (navipeças, petroquímicas, etc.).
Entidades classificadoras e certificadoras.
Contexto Funcional e Tecnológico:
Atuação em coordenação de equipes de trabalho, com grau médio de autonomia,
sujeito à hierarquia.
Sujeito a grau de responsabilidade de médio a alto, em função da área de atuação e
dos custos envolvidos. Para realização de suas atividades fará uso de tecnologia de
nível médio para alto, em função de sistemas automatizados utilizados nos processos.
Possíveis Saídas para o Mercado de Trabalho:
Assistente Técnico em Estruturas Navais
Assistente Técnico em Estruturas e Tubulações Navais
Técnico em Construção Naval
EVOLUÇÃO DA QUALIFICAÇÃO
Educação Profissional Relacionada à Área Tecnológica da Qualificação
As seguintes atividades tendem a ganhar importância face à adoção de inovações tecnológicas e
organizacionais em curso:
Operar sistemas automatizados e robotizados.
Fabricar e montar estruturas integradas à montagem de sistemas e equipamentos.
Inspecionar em conformidade com normas ou procedimentos.
Avaliar sistemas e/ou procedimentos e normas.
Coordenar a informação e a aplicação de diferentes pacotes nos projetos.
Auxiliar no desenvolvimento de novos métodos aplicados no sistema construtivo.
Coordenar os planos de ação na produção.
Controlar os processos de produção nas oficinas.
21
3- INDICAÇÃO PRELIMINAR DE CONHECIMENTOS REFERENTES AO PERFIL
PROFISSIONAL
Unidades de competência Conhecimentos relacionados
Unidade de Competência 1:
Coordenar a execução dos processos de
construção e reparo de estruturas navais,
realizando inspeções, testes e ensaios de
acordo com normas técnicas, de segurança, de
qualidade e ambientais.
Desenho técnico
Desenho naval
Metrologia
Tecnologia dos Materiais
Usinagem
Processos de conformação mecânica
Ensaios de Materiais
Metalurgia
Processos de soldagem
Arte naval
QSMS
Teoria do navio
Resistência dos materiais
Movimentação de cargas
Noções de CAD
Processos de construção naval
Tratamento de superfícies
Testes e inspeções
Gestão de pessoas
Gestão de processos
Unidade de Competência 2:
Coordenar a execução dos processos de
fabricação, instalação e manutenção de redes
de tubulações, realizando inspeções, testes e
ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Desenho técnico
Desenho naval
Metrologia
Tecnologia dos Materiais
Usinagem
Processos de conformação mecânica
Ensaios de Materiais
Metalurgia
Processos de soldagem
Arte naval
QSMS
Resistência dos materiais
Movimentação de cargas
Noções de CAD
Processos de construção naval
Desenho de tubulações
Tubulações navais
Mecânica dos fluidos
Tratamento de superfícies
Testes e inspeções
Gestão de pessoas
Gestão de processos
22
Unidade de Competência 3:
Coordenar a execução dos processos de
instalação e manutenção de equipamentos da
área naval, realizando inspeções e testes de
acordo com normas técnicas, de segurança, de
qualidade e ambientais.
Hidráulica e Pneumática
Elementos de máquinas
Eletricidade naval
Instalação de máquinas
Testes e inspeções
Geradores e motores diesel
Gestão de pessoas
Gestão de processos
3- RELAÇÃO DAS UNIDADES DE QUALIFICAÇÃO
Unidade de Qualificação 1: Técnico em Construção Naval
Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas
navais, de fabricação e instalação de redes de tubulação e de instalação e manutenção de
equipamentos; realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Unidades de Competência que agrupa:
Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
23
segurança, de qualidade e ambientais.
Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e
manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com
normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais
Unidade de Competência 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção
de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas,
de segurança, de qualidade e ambientais
Unidade de Qualificação 2: Assistente Técnico em Estruturas Navais
Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas
navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de
qualidade e ambientais
Unidades de Competência que agrupa:
Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Unidade de Qualificação 3: Assistente Técnico em Estruturas e Tubulações Navais
Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas
navais e de fabricação e instalação de redes de tubulação; realizando inspeções, testes e ensaios
de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Unidades de Competência que agrupa:
Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.
Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e
manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com
normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais
ESSAS SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS NÃO SÃO APLICÁVEIS NO DR – RJ.
24
COMITÊ TÉCNICO SETORIAL NACIONAL
Especialistas do segmento tecnológico e/ou área tecnológica em estudo – das empresas,
sindicatos e demais instituições
Nome Instituição Estado
Agostinho Ferreira Gomes SINTEC - SP
SP
Alex Maurício Araújo Universidade Federal de
Pernambuco
PE
Antonio de Pádua Estaleiro RENAVI/ENAVI - RJ
RJ
Edson Ronei Tadeu Estaleiro Detroit Brasil
SC
Gustavo Correia Santos Estaleiro Quip S/A
RS
Jefferson Daniel Furlaneto Estaleiro Wilson Sons - SP
SP
Jorge Antonio de Faria SINAVAL - Sindicato Indústria Naval
RJ
Jose Carlos Ferreira ABS - American Bureau of Shipping
RJ
Luiz Henrique Rodrigues Estaleiro MacLaren - RJ
RJ
Marcio Sousa do Nascimento Estaleiro Wilson Sons - SP
SP
Matheus de Oliveira Araújo MO Araújo Reparadora Naval - AM
AM
Especialistas do SENAI
Coordenação do Comitê
Nome Função Unidade
Allain José da Fonseca Coordenador Metodológico DR/RJ
Ângela Elisabeth Denecke Coordenadora Pedagógico DR/RJ
25
V O R G A N I Z A Ç Ã O C U R R I C U L A R
O itinerário formativo está estruturado em quatro módulos: um básico e três específicos
profissionais, num total de 1380 horas de fase escolar.
O Módulo Básico - Fundamentos da Construção Naval é formado por unidades curriculares que
permitem desenvolver as competências básicas (fundamentos técnicos e científicos) e as
competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) mais recorrentes
à formação do Técnico em Construção Naval e será desenvolvido em 324 horas.
Os Módulos Específicos Profissionais I, II e III (Estruturas Navais, Tubulações Navais e
Instalação e manutenção de equipamentos navais) são formados pelas unidades curriculares
que mantém relação direta com cada unidade de competência estabelecida no perfil profissional
do Técnico em Construção Naval:
O Módulo Específico I – Estruturas Navais – contempla o desenvolvimento das competências
específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais,
organizativas e metodológicas) relacionadas à Unidade de Competência 1 “Coordenar a execução
dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e
ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.” e será
desenvolvido em 332 horas.
O Módulo Específico II – Tubulações Navais – contempla o desenvolvimento das competências
específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais,
organizativas e metodológicas) relacionadas à Unidade de Competência 2 “Coordenar a execução
dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais” e será desenvolvido em 340 horas.
O Módulo Específico III – Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais – contempla o
desenvolvimento das competências específicas (capacidades técnicas) e das competências de
gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) relacionadas às Unidades de
Competência 3 “Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de
equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.”, além da estruturação do projeto final de curso, e será
desenvolvido em 384 horas.
A Matriz Curricular, a seguir, relaciona as unidades curriculares integrantes de cada módulo, com
as respectivas cargas horárias.
26
Matriz Curricular
A carga horária da fase escolar totaliza 1.380 horas, em conformidade com o Catálogo Nacional
de Cursos Técnicos.
Componentes Curriculares
Carga
Horária
Módulo Básico
324h
Fundamentos de Construção Naval
Comunicação oral e escrita – 32h
Cálculos e metrologia aplicada à construção naval – 80h
Introdução à Tecnologia Naval – 92h
Interpretação de Projetos Navais – 100h
Coordenação e supervisão de equipes – 20h
324h
Módulo Específico
Profissional I
332h
Estruturas Navais
Processos de construção e manutenção de estruturas navais –
220h
Soldagem de Estruturas Navais - 72h
Ensaios Não Destrutivos – 40h
332h
Módulo Específico
Profissional II
340h
Tubulações navais
Corte e soldagem de tubulações navais – 140h
Montagem de redes de tubulações navais – 200h
340h
Módulo Específico
Profissional III
384h
Instalação e manutenção de equipamentos navais
Eletroeletrônica naval – 64h
Instalação e manutenção de equipamentos navais – 200h
Gestão e controle da construção naval – 40h
Projeto final – 80h
384h
CARGA HORÁRIA TOTAL: Técnico em Construção Naval: 1.380h
27
Técnico em Construção Naval
Itinerário Formativo
Processos de Construção e Manutenção de
Estruturas Navais – 220h
Soldagem de Estruturas Navais- 72h
Ensaios Não Destrutivos – 40h
Estruturas Navais (UC1) - 332h
Fundamentos da Construção Naval
- 324h
Comunicação oral e escrita - 32h
Cálculos e metrologia aplicada à construção
naval 80h
Introdução à Tecnologia Naval - 92h
Interpretação de Projetos Navais – 100h
Coordenação e supervisão de equipes – 20h
Técnico em Construção Naval
(Estágio conforme DRs)
1380h
Eletroeletrônica naval - 64h
Instalação e manutenção de
equipamentos navais - 200h
Gestão e controle da construção naval
40h
Projeto Final - 80h
Instalação e Manutenção de Equipamentos
Navais (UC3) - 384h
Corte e soldagem de tubulações navais
140h
Montagem de redes de tubulações
navais - 200h
Tubulações Navais (UC2) - 340h
28
5.1. Desenvolvimento Metodológico
A implantação do curso Técnico em Construção Naval deverá propiciar o desenvolvimento das
competências constitutivas do perfil profissional estabelecido pelo Comitê Setorial Nacional de
Construção Naval, considerando as informações do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do
MEC.
Os Norteadores da ação pedagógica são as informações trazidas pelo mundo do trabalho quanto
às competências requeridas pela área de construção naval para o exercício profissional como
Técnico em Construção Naval, numa visão atual e prospectiva, bem como o contexto em que
esse profissional se insere, como apontado pelo Comitê Técnico Setorial Nacional
A organização proposta para o desenvolvimento deste curso é composta pela integração de
quatro módulos – um básico e três específicos profissionais
O Módulo Básico é composto pelas unidades curriculares Comunicação oral e escrita, Cálculos e
metrologia aplicada à Construção Naval, Introdução à Tecnologia Naval, Interpretação de Projetos
Navais, Coordenação e supervisão de equipes. Intencionalmente, está estruturado para
desenvolver as competências básicas (fundamentos técnicos e científicos) e as competências de
gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) mais recorrentes e significativas que
resultaram da análise do perfil profissional do Técnico em Construção Naval. Assume, portanto,
caráter de pré-requisito para os Módulos Específicos I, II e III (Estruturas Navais, Tubulações
Navais e Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais), possibilitando o prosseguimento de
estudos.
O Módulo Específico I, Estruturas Navais, é composto pelas unidades curriculares Processos
de Construção e Manutenção de Estruturas Navais, Soldagem de Estruturas Navais e Ensaios
Não Destrutivos.
As unidades curriculares deste módulo permitem desenvolver as competências específicas
(capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e
metodológicas) definidas a partir da análise das competências profissionais estabelecidas na
Unidade de Competência 1 - “Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de
estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
segurança, de qualidade e ambientais.”. Para tanto, devem ser ministradas por meio de situações
de aprendizagens desafiadoras que levem em conta os resultados profissionais esperados no
mundo do trabalho, principalmente em relação à gestão da construção de estruturas navais.
O Módulo Específico II, Tubulações Navais, é composto pelas unidades curriculares Corte e
Soldagem de Tubulações Navais e Montagem de Redes de Tubulações Navais.
29
As unidades curriculares deste módulo permitem desenvolver as competências específicas
(capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e
metodológicas) definidas a partir da análise das competências profissionais estabelecidas na
Unidade de Competência 2 - “Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e
manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com
normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais”. Assim, as unidades curriculares
devem ser desenvolvidas por meio de situações de aprendizagens desafiadoras que levem em
conta os resultados profissionais esperados no mundo do trabalho, com foco na gestão da
construção de redes de tubulações navais.
O Módulo Específico III, Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais, é composto
pelas unidades curriculares Eletroeletrônica naval, Instalação e manutenção de equipamentos
navais, Gestão e controle da construção naval e Projeto final. . As unidades curriculares
Eletroeletrônica naval, Instalação e manutenção de equipamentos navais e Gestão e controle da
construção naval estão relacionadas às competências específicas (capacidades técnicas) e as
competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas), definidas a partir
da análise das competências profissionais estabelecidas na Unidade de Competência 3 –
“Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área
naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade
e ambientais.” Desta forma, deverão ser previstas situações de aprendizagens desafiadoras que
levem em conta os resultados profissionais esperados no mundo do trabalho, com foco na gestão
da instalação e manutenção de equipamentos.
O Módulo Específico III, por ser o módulo final do itinerário formativo e sua conclusão completa a
formação escolar do Técnico em Construção Naval, contém ainda a unidade curricular “Projeto
Final”, com a finalidade de permitir a integração das demais unidades curriculares estabelecidas
para o curso. Com isto, demonstra-se a intenção de permitir ao aluno vivenciar mais uma vez a
interdisciplinaridade entre as unidades curriculares e perceber que a presença destas no currículo
estão estreitamente relacionadas com as competências definidas no perfil profissional.
Embora o curso seja modularizado, ele deve ser visto como um todo pelos docentes,
especialmente no momento da realização do planejamento de ensino, de modo que as finalidades
de cada módulo sejam observadas, bem como os objetivos das suas unidades curriculares sem,
no entanto, acarretar a fragmentação do currículo. Para tanto, sugere-se que o grupo de docentes
e a coordenação pedagógica definam uma proposta didático-pedagógica que se constitua em fio
condutor, perpassando cada um dos módulos, do básico ao específico III. Para isso, sugere-se o
desenvolvimento de um projeto integrador com complexidade tal que permita envolver, módulo a
módulo, todas as unidades curriculares.
30
O desenvolvimento do curso parte do princípio de que os processos de ensino e de aprendizagem
são dinâmicos, sujeitos as mudanças decorrentes de transformações que ocorrem segundo
contextos socioculturais. Desta forma, docentes e alunos devem atuar como parceiros.
Alinhados a esse princípio, a avaliação deve ser pensada e desenvolvida como meio de coleta de
informações para a melhoria do ensino e da aprendizagem, tendo as funções de orientação,
apoio, assessoria e nunca de punição ou simples decisão final a respeito do desempenho do
aluno. Assim, o processo de avaliação deverá, necessariamente, especificar claramente o que
será avaliado, utilizar as estratégias e instrumentos mais adequados, possibilitar a auto-avaliação
por parte do aluno, estimulá-lo a progredir e a buscar sempre a melhoria de seu desempenho, em
consonância com as competências explicitadas no perfil profissional de conclusão do curso.
5.2. Organização interna das Unidades Curriculares
Considerando a metodologia de formação com base em competências, as unidades curriculares
são formadas pelos conteúdos formativos que contemplam as competências básicas
(fundamentos técnicos e científicos), as competências específicas (capacidades técnicas), as
competências de gestão (capacidades organizativas, sociais e metodológicas) e os
conhecimentos.
Vale destacar que na organização interna das unidades curriculares estão definidos os
ambientes pedagógicos, indicando os equipamentos, máquinas, ferramentas, instrumentos e
materiais, com a finalidade de subsidiar o planejamento das práticas pedagógicas.
A seguir apresenta-se o detalhamento das Unidades Curriculares dos Módulos.
31
5.2.1 – Módulo Básico – Fundamentos da Construção Naval
Nome:
Comunicação oral e escrita
Carga Horária:
32h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de
tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de
qualidade e ambientais.
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área
naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
Módulo:
Fundamentos de
Construção Naval
Objetivo Geral:
Aperfeiçoar a expressão escrita e a interpretação de textos, necessários à atividade profissional e
utilizar o computador para produção de textos e pesquisas na internet.
Conteúdos Formativos
- Fundamentos técnicos e científicos:
Comunicar-se oralmente e por escrito
Interpretar textos técnicos
Utilizar recursos de informática
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes,
aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o
consenso na resolução dos impasses ocorridos.
- Conhecimentos:
Comunicação e Expressão Escrita
Interpretação de textos
Estrutura de um texto: Introdução, desenvolvimento e conclusão
Idéias básicas de um texto
Estudo do vocabulário
Uso do dicionário
Produção de texto
Interpretação de texto técnico
Prática com editor de texto
Preparação de apresentações com Power Point
Desenvolvimento de pesquisas com auxílio da internet
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de informática e CAD 01.
32
Laboratório de Informática e CAD 01
Nº Descrição Quantidade
01 Microcomputadores; 21
02 Software Microsoft Office 2007 / AutoCAD 2010 21
03 Cadeiras estofadas 20
04 Mesas para microcomputadores; 12
05 Projetor Multimídia 01
33
Nome:
Cálculos e metrologia aplicados à construção naval
Carga Horária:
80h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval,
realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Fundamentos de
Construção Naval
Objetivo Geral:
Aperfeiçoar conhecimentos de matemática, identificar os diversos tipos e sistemas de medição e
utilizar de forma adequada seus diversos instrumentos no exercício de sua prática profissional.
Conteúdos Formativos
- Fundamentos técnicos e científicos:
Realizar cálculos matemáticos (medição, cálculo de área, perímetro e massa)
Utilizar conceitos de geometria e trigonometria
Utilizar recursos de informática
Utilizar instrumentos de medição
- Conhecimentos:
Sistemas de numeração
base
valor posicional
composição e decomposição
operações fundamentais
forma decimal - conceito, registro e operações
Frações e proporcionalidade
forma fracionária - conceito, registro e operações
razão
proporcionalidade
regra de três simples e composta;
Porcentagem
Equações de 1º grau
Conceitos geométricos e medidas
comprimento
massa
área
perímetro
volume
tempo
ângulo
Geometria plana e espacial
Triângulo retângulo
relações métricas
trigonometria
Conversão de medidas mm / pol.
Prática com excel
Medição linear
34
Sistema internacional e sistema inglês
Instrumentos de medição
Tipos e usos
Nível
Compassos
Esquadros
Calibradores de roscas
Réguas graduadas e paquímetros
Calibradores e micrômetros
Súbitos
Medição angular
Transferidores e goniômetros
Instrumentos de referência
Tacômetro
Termômetro
Teodolito
Calibre de solda (tipo FBTS ou Sênior)
Hi - low
Instrumentos de medição à laser
Cuidados e práticas de medição
Planeza, paralelismo e nivelamento
Noções de calibração de instrumentos
Terminologia
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de informática e o laboratório de metrologia.
35
Laboratório de Informática e CAD 01
Nº Descrição Quantidade
01 Microcomputadores; 21
02 Software Microsoft Office 2007 / AutoCAD 2010 21
03 Cadeiras estofadas 20
04 Mesas para microcomputadores; 12
05 Projetor Multimídia 01
Laboratório de Metrologia
Nº Descrição Quantidade
01 Paquímetros analógicos 0 – 150 mm 22
02 Paquímetros digitais 0 – 150 mm 02
03 Paquímetro analógico 0 – 200 mm 01
04 Paquímetro analógico 0 – 300 mm 01
05 Micrometro digital 25 – 50 mm 01
06 Micrometros analógicos 0 – 25 mm 0,001mm 10
07 Micrometro analógico 0 – 25 mm 0,0001mm 01
08 Paquímetro com relógio 0 – 200 mm 01
09 Paquímetro de profundidade 0 – 150 mm 01
10 Micrometro interno 16 – 20 mm 01
11 Micrometro interno 20 – 25 mm 01
12 Micrometro interno 30 – 35 mm 01
13 Micrometro analógico 30 – 35 mm 0,0001mm 01
14 Micrometro analógico 50 – 75 mm 0,0001mm 01
15 Goniômetro 03
16 Nível de precisão 01
17 Súbito 01
18 Calibrador de rosca (pente de rosca) 04
19 Calibrador de rosca 04
20 Micrometro externo 150 – 300 mm 01
21 Micrometro externo 300 – 400 mm 01
22 Escalas de aço graduadas 0 –300 mm 23
23 Escalas de aço graduadas 0 – 600 mm 06
24 Esquadro de precisão 01
25 Instrumentos de medição a laser 01
26 Tacômetro 02
27 Termômetro 03
28 Teodolito 01
29 Trena 22
36
Nome:
Introdução à Tecnologia Naval
Carga Horária:
92h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval,
realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Fundamentos de
Construção Naval
Objetivo Geral:
Compreender conceitos relacionados à arte naval, à física aplicada à área naval, bem como a
classificação e propriedades dos diversos materiais utilizados.
Conteúdos Formativos
- Fundamentos técnicos e científicos:
Interpretar nomenclatura naval
Utilizar conceitos básicos de física aplicados área naval
Identificar tipos, características e propriedades dos materiais
Interpretar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes,
aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso
na resolução dos impasses ocorridos.
- Conhecimentos:
Arte naval
Elementos que compõem a estrutura de uma embarcação naval
Nomenclatura naval
Forma de compartimentação
Finalidade de cada região da embarcação naval
Tipos de propulsão, sistemas de governo e sistemas de carga de uma embarcação
Regras das sociedades classificadoras
Normas Técnicas e de regulamentação
Sistemas de amarração e fundeio aplicado
Física Aplicada
Principais unidades de medidas da física
Sistemas de forças
Momento estático
Centro de gravidade
Teoria do Navio
Princípios físicos que regem a flutuação do navio
Composição de forças que determinam o equilíbrio do navio
Finalidade do uso dos coeficientes de formas
37
Curvas hidrostáticas, bonjean, cruzadas e estudo de estabilidade e trim do navio
Princípio e procedimento da prova de inclinação
Materiais utilizados na área naval
Tecnologia de Materiais
Classificação e características dos materiais
Propriedades dos materiais
Tabelas
Ferro e Aço
Processos de obtenção
Característica do ferro gusa
Característica do ferro fundido cinza e branco
Influência dos elementos de liga
Normalização
Sinterização
Processo
Aplicação
Tabelas e equivalências
Materiais não-ferrosos e suas ligas
Tipos e classificação
Características e processos de obtenção
Normas e tabelas
Materiais plásticos especiais
Processo de obtenção e classificação
Características
Identificação e aplicações
Tratamento térmico dos aços
Tipos
Processos
Aplicação
Tabelas e diagramas
Relação dos materiais com meio ambiente e a saúde
Toxidade de materiais
Prevenção e preservação
Reciclagem
Armazenamento
Normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
O ambiente previsto é a sala de aula
38
Nome:
Interpretação de Projetos Navais
Carga Horária:
100h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval,
realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Fundamentos de
Construção Naval
Objetivo Geral:
Interpretar projetos de estruturas e de tubulações navais
Conteúdos Formativos
- Fundamentos técnicos e científicos:
Interpretar desenhos técnicos
Elaborar croquis e desenhos técnicos
Interpretar simbologia e terminologia específica de soldagem no projeto naval
Interpretar simbologia dos componentes de tubulação no projeto naval
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes,
aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso
na resolução dos impasses ocorridos.
- Conhecimentos:
Introdução
Razão e Importância (o desenho e o técnico)
Normas ABNT - ISO - DIN e outras
Instrumentos e Utensílios de Desenho
Folhas de Desenho (NBR 10068), conteúdo da Folha (NBR 10582)
Escrita (NBR 8402)
Dobramento das Folhas
Escala (NBR 8196)
Linhas (NBR 8403)
Perspectiva
Paralela Cavaleira (45º)
Isométrica (desenho isométrico)
Esboço cotado em perspectiva
Projeção Ortogonal - (NBR 10067)
Noções de projeção / projeção no primeiro e terceiro diedros
Vistas: especiais / parciais / localizadas
Vistas de objetos simétricos
Esboço cotado de vistas
Noções de cotagem (NBR 10126).
Cortes - (NBR 10067)
Plano de corte
Hachuras
Omissão de Corte
Corte - Meio-Corte – Corte -Parcial
Seção - Seções Sucessivas
39
Encurtamento
Detalhes
Partes Adjacentes
Interseções Reais e Imaginárias
Simplificação das Interseções
Tolerância dimensional
Introdução a ferramentas computacionais de desenho
Normas técnicas
Simbologia de soldagem
Projeto de estruturas navais
Tipos e funções de desenhos de arranjo
Tipos de arranjos de embarcações
Planos de linhas
Processo de carenamento
Tabela de cotas
Elementos estruturais (tipos e simbologia)
Sistema de cotagem de desenhos estruturais
Planos básicos de estrutura e desenhos de blocos
Nomenclatura das seções e vistas dos desenhos estruturais
Normas técnicas
Prática com ferramentas computacionais de desenho
Projeto de tubulação:
Fundamentos de tubulação industrial;
Elementos de tubulação:
Linhas,
Conexões,
Válvulas,
Instrumentos,
Identificação;
Simbologia dos componentes de tubulação
Convencional,
Normalizada;
Fluxograma:
Características,
Aplicações;
Desenho Isométrico:
Características,
Simbologia,
Cotagem,
Aplicações;
Planta e Elevação:
Características,
Aplicações.
Normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
O ambiente previsto é a sala de aula
40
Nome:
Coordenação e supervisão de equipes
Carga Horária:
20h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval,
realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Fundamentos de
Construção Naval
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para coordenar e supervisionar equipes de trabalho.
Conteúdos Formativos
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes,
aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
- Conhecimentos:
Administração de tempo
Conceito de Grupo x Conceito de Equipe
Supervisão de equipes de trabalho
Comunicação em equipe
Papel da supervisão
Compreensão do processo de estruturação e funcionamento de uma equipe
Identificação de fatores que dificultam o resultado da equipe
centralização
competição
conflito
Identificação de fatores que favorecem o resultado da equipe
cooperação
feedback
respeito
planejamento
Influências do líder para a equipe
Acompanhamento e avaliação do trabalho em equipe
Ambientes Pedagógicos
O ambiente previsto é a sala de aula
41
5.2.2 – Módulo Específico Profissional I – Estruturas Navais
Nome:
Processo de construção e manutenção de estruturas navais
Carga Horária:
220h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Estruturas Navais
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para supervisionar os processos de traçagem, corte, construção e manutenção
de estruturas navais.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Compreender o comportamento dos materiais em função dos esforços a eles aplicados
Selecionar o material cortado para a montagem
Conferir se o corte foi realizado de acordo com as normas técnicas dimensionais
Identificar o fluxo de distribuição de material cortado
Verificar a realização do corte de acordo com as características do material
Verificar a realização do corte de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Verificar a necessidade de conformação mecânica e/ou tratamento de superfície das chapas e perfis após o corte.
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de corte
Acompanhar a montagem de acordo com as características do material
Acompanhar a montagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Otimizar a sequência de montagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de
recursos humanos e materiais
Conferir se a montagem foi realizada de acordo com as normas técnicas dimensionais
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de montagem
Utilizar estratégias e métodos de construção
Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de
cargas, etc.).
Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
Aplicar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental.
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança
42
e de meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os
aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que
lhe são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão.
- Conhecimentos:
Resistência dos materiais
Forças Externas
Cargas Concentradas
Cargas Distribuídas
Deformação
Linear
Angular
Tensão
Normal
Tangencial
Unidades de Tensão
Ponto de Concentração de Tensão
Tração e Compressão
Conceito
Lei de Hook
Diagrama Tensão x Deformação
Tensão Admissível e Fator de Segurança
Fundamentos de cálculo de barras tracionadas e comprimidas
Características geométricas das figuras Planas
Centro de Gravidade
Momento Estático
Momento de Inércia
Aplicações
Vigas
Conceito
Tipos de Viga
Tipos de Apoio
Tipos de Carregamento
Força Cortante
Cisalhamento Puro
Tensão de Cisalhamento
Fundamentos de cálculo por cisalhamento
Torção
Conceito
Momento de Torção
Diagrama de momento torçor
Fundamentos de Cálculo por Torção
Flexão
Conceito
Diagrama de momento fletor
Diagrama de Forças Cortantes
Flecha
fundamentos de Cálculo por Flexão
Flambagem
43
Conceito
Índice de Esbeltez
Carga Crítica
Conceito de viga navio
Alquebramento e tosamento
Traçagem de Caldeiraria para construção de estruturas
Traçado de Linhas
Linhas Paralelas
Bissetriz
Divisões de Ângulos
Traçado de Tangente
Divisões da Circunferência
Traçado de Espiras
Desenvolvimentos e Planificações
Cilindro
Cotovelo
Tronco de Cone
Curva de Gomo
Quadrado para Redondo
Retângulo para redondo
Expansão de chapeamento
Interseção de um cone com um cilindro
Corte de materiais para construção de estruturas navais
Térmico
Oxi-corte,
Plasma
Mecânico
Tesoura manual,
Tesoura elétrica (punção e faca)
Guilhotina
Preparação de chanfros e superfícies
Goivagem
Lixadeira
Biseladora
EPIs
Máscaras,
Luvas,
Avental
Processos de Conformação:
Calandragem
Máquinas, equipamentos e ferramentas de montagem de estruturas metálicas
Fabricação de peças a partir de perfis
Tipos de montagem dos blocos estruturais
Sequência de montagem dos blocos estruturais
Princípio de continuidade estrutural
Fabricação de acessórios estruturais
Tratamento de superfície
Tratamento de superfície com ferramentas manuais.
Tratamento de superfície com ferramentas mecânicas
Tratamento de superfície por hidrojateamento
Tratamento de superfície por jateamento
Separação de peças para encaminhamento de campo
Alinhamento de peças e montagem de peças em campo.
Estruturas de apoio e suporte (físico) - picadeiro, berço, plataforma de montagem.
Estruturas de acesso – andaimes, escadas, passarelas
Equipamentos de movimentação de cargas
Talha;
Tifor;
Guinchos;
Paleteira;
Carros manuais.
Empilhadeira
Ponte rolante
44
Acessórios:
Cabos de aço;
Correntes;
Eslingas;
Cintas;
Manilhas;
Olhais;
Esticadores.
Manuseio e movimentação de cargas:
Limites de capacidade dos equipamentos (aspectos e impactos);
Amarração: recursos, posições e formas;
Centro de gravidade das cargas;
Sinalização para movimentação de cargas.
Sequência - Cronograma de atividades
Normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de ensaios mecânicos e não destrutivos e o
laboratório de caldeiraria, corte e montagem.
Laboratório de Ensaios Mecânicos e Não destrutivos
Nº Descrição Quantidade
01 Sala escura para realização dos ensaios com técnica fluorescente 01
02 Luminária portátil de luz Negra de alta intensidade 100 W 01
03 Medidor de Campo Magnético 01
04 Medidor de magnetismo residual 01
05 Medidor de intensidade de luz negra, digital, portátil, para leituras na faixa de
0 a 20.000mW/cm2
01
06 Medidor de luz branca , digital, portátil, na faixa de 0 2000Lux 01
07 Blocos de sensibilidade padrão Petrobrás e JIS (10 e 20 micras) 02
08 Indicador de temperatura digital tipo termopar 01
09 Aparelho portátil tipo Yoke de pernas articuladas 06
10 Conjunto de corpos de prova para LP/PM com 20 juntas de topo com face e
raiz e 20 juntas de ângulo
01
11 Aplicadores de PM, Tubo decantador para PM 08
12 Aparelho para detecção de descontinuidades por ultra - som 01
13 Bloco padrão para PM 01
14 Bancadas para análise e testes com banco 05
15 Luminária portáteis com lâmpadas incandescentes 10
16 Trenas de 3 metros 10
17 Régua graduada de 200 mm em aço inox 15
18 Máquina universal para ensaios de materiais EMIC – capacidade de 30t e
outra até 2t com dispositivo para ensaio de tração, dobramento, flexão e
anisotropia
01
19 Sistema para medição de espessura de chapas e ensaio de anisotropia 01
45
20 Máquina para ensaio de impacto IZOD 01
21 Durômetro universal de bancada 01
22 Lupa 22
23 Fresador de corpos de prova 01
24 Bancadas de ajustador 02
25 Morsas de bancada 08
Laboratório de caldeiraria, corte e montagem
Nº Descrição Quantidade
01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01
02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01
03 Morsa de bancada Nº 05 10
04 Cavalete 04
05 Morsa de tubos tipo corrente 10
06 Morsa tipo fuso 10
07 Bigorna 04
08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01
09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02
10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02
11 Máquina de cortar tubos 01
12 Biseladeira 01
13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01
14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01
15 Equipamento de corte oxigás 03
16 Equipamento portátil de corte plasma 01
17 Prensa viradeira de chapas 01
18 Curva tubos 01
19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16
20 Torno com tripé portátil 02
21 Jogo de escariador de tubos 04
22 Furadeira de bancada 02
23 Bancada de trabalho 08
24 Martelo tipo bola 12
25 Martelo tipo pena reta 12
26 Marreta 12
27 Alicates de pressão 12
28 Grampo “C” 20
29 Posicionador magnético 20
30 Arco de serra 08
31 Talha elétrica 5t 01
46
32 Talha de alavanca 1t 02
33 Tesoura elétrica tipo punção 06
34 Tesoura mecânica 03
35 Tesoura elétrica tipo faca 06
36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10
37 Esmerilhadeira angular de 7” 04
38 Retifica manual 06
39 Esmeril de coluna 04
40 Furadeira manual 04
41 Sistema de exaustão 01
42 Máquina de jateamento portátil 01
43 Alinhador laser 01
44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02
45 Cortador de tubos 03
46 Flangeador de tubos 03
47 Policorte 02
48 Armário de ferramentas 01
49 Paquímetro 04
50 Goniômetro 04
51 Trena 06
52 Punção 20
53 Compasso 06
54 Réguas graduadas 10
55 Quadro branco vinílico 01
56 Esquadro 04
47
Nome:
Soldagem de Estruturas Navais
Carga Horária:
72h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Estruturas Navais
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para supervisionar o processo de soldagem de estruturas navais.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Otimizar a sequência de soldagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos
humanos e materiais
Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental.
Verificar a realização da soldagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto
Garantir a realização da soldagem de acordo com as características do material
Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos
Verificar a realização da soldagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de soldagem
Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas,
etc.).
Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de soldagem
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de
meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos
técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe
são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
48
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão.
- Conhecimentos:
Supervisão de processos de soldagem
Eletrodo revestido
MIG/MAG
Arame tubular
TIG
Arco submerso
Características, aplicações e métodos
Equipamentos e Variáveis do Processo
Materiais de Base e Consumíveis
Terminologia e simbologia da soldagem
Gases de proteção
Qualificação do soldador
Descontinuidades
Segurança na soldagem
Custos de soldagem
Verificação da aferição das máquinas
Estruturas de apoio e acesso - picadeiro, berço e andaime
Sequência / Cronograma de atividades
Documentos (EPS) e normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de soldagem.
49
Laboratório de Soldagem
Descrição Quantidade
Serra mecânica
01
Inversora de solda tig / er (com alta freqüência) 06
Máquina de corte plasma portátil 01
Fonte de soldagem MIG / MAG e Arame Tubular 04
Máquina de corte pantográfica com cabeçote Oxigás, plasma e punção 01
Fonte de soldagem a arco submerso com pórtico 01
Moto-esmeril 02
Cabine para soldagem em estrutura tubular com bancada de trabalho e
fechamento de área com cortinas translúcidas tipo filtro.
10
Armários com prateleira para acomodação de ferramentas 03
Sistema de Exaustão 01
Esmerilhadeira 4.1/2” 11
Retificadeira manual 11
Central de gases para soldagem 01
Container para coleta de sucata 01
Martelo picador com mola 10
Escova de aço para limpeza de chapas 10
50
Nome:
Ensaios Não Destrutivos
Carga Horária:
40h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando
inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Estruturas Navais
Objetivo Geral:
Identificar os tipos de ensaios não destrutivos e suas aplicações, com vistas a interpretar resultados das
inspeções.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Conferir a realização dos ensaios não destrutivos especificados.
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de
meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos
técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe
são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão.
- Conhecimentos:
Inspeção visual
Procedimentos de Inspeção Visual
Interpretação de resultados de inspeções
Inspeção por líquido penetrante
Procedimentos de Inspeção por líquido penetrante
Líquidos penetrantes
Agentes de limpeza
Solventes
51
Removedores
Atividades pré inspeção
Interpretação de resultados de inspeções
Inspeção por partícula magnética
Procedimentos de Inspeção por partícula magnética
Tipos de partículas
Métodos de aplicação das partículas magnéticas
Técnicas de magnetização
Yoke
Eletrodo
Contato direto
Bobina
Condutor central
Interpretação de resultados de inspeções
Requisitos de segurança e ambientais aplicados ao ensaio
Inspeção por ultra - som
Som
O espectro das freqüências sonoras
A onda sonora
Tipos e características das ondas
Comportamento das Ondas
Propagação das ondas sônicas nos diferentes materiais
Material Piezoelétrico
Velocidades sônicas dos materiais
Equipamentos de Ultra – som
Cabeçotes
Calibração através de blocos de referência
Técnicas do ensaio
Pulso ECO
Transparência
Tander
A Scan
B Scan
Imersão
Procedimento de Inspeção por Ultra – som
Identificação de descontinuidades
Interpretação de resultados de inspeções
Inspeção por Radiografia Industrial
Princípios básicos do ensaio radiográfico
Vantagens e desvantagens
Área de aplicação
Normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de ensaios mecânicos e não destrutivos.
52
53
Laboratório de Ensaios Mecânicos e Não destrutivos
Nº Descrição Quantidade
01 Sala escura para realização dos ensaios com técnica fluorescente 01
02 Luminária portátil de luz Negra de alta intensidade 100 W 01
03 Medidor de Campo Magnético 01
04 Medidor de magnetismo residual 01
05 Medidor de intensidade de luz negra, digital, portátil, para leituras na faixa de
0 a 20.000mW/cm2
01
06 Medidor de luz branca , digital, portátil, na faixa de 0 2000Lux 01
07 Blocos de sensibilidade padrão Petrobrás e JIS (10 e 20 micras) 02
08 Indicador de temperatura digital tipo termopar 01
09 Aparelho portátil tipo Yoke de pernas articuladas 06
10 Conjunto de corpos de prova para LP/PM com 20 juntas de topo com face e
raiz e 20 juntas de ângulo
01
11 Aplicadores de PM, Tubo decantador para PM 08
12 Aparelho para detecção de descontinuidades por ultra - som 01
13 Bloco padrão para PM 01
14 Bancadas para análise e testes com banco 05
15 Luminária portáteis com lâmpadas incandescentes 10
16 Trenas de 3 metros 10
17 Régua graduada de 200 mm em aço inox 15
18 Máquina universal para ensaios de materiais EMIC – capacidade de 30t e
outra até 2t com dispositivo para ensaio de tração, dobramento, flexão e
anisotropia
01
19 Sistema para medição de espessura de chapas e ensaio de anisotropia 01
20 Máquina para ensaio de impacto IZOD 01
21 Durômetro universal de bancada 01
22 Lupa 22
23 Fresador de corpos de prova 01
24 Bancadas de ajustador 02
25 Morsas de bancada 08
54
5.2.3 – Módulo Específico Profissional II – Tubulações Navais
Nome:
Corte e soldagem de tubulações navais
Carga Horária:
140h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
Módulo:
Tubulações navais
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para supervisionar os processos de traçagem, corte e soldagem de tubulações
navais.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Otimizar a sequência de corte das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos
humanos e materiais
Verificar o processo de traçagem, marcação e corte de chapas e perfis de acordo com o projeto.
Verificar a necessidade de conformação mecânica e/ou tratamento de superfície das chapas e perfis após o corte.
Aplicar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental.
Identificar o fluxo de distribuição de material cortado
Conferir se o corte foi realizado de acordo com as normas técnicas dimensionais
Verificar a realização do corte de acordo com as características do material
Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos
Verificar a realização do corte de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de corte
Otimizar a sequência de soldagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos
humanos e materiais
Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental.
Verificar a realização da soldagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto
Garantir a realização da soldagem de acordo com as características do material
Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos
Verificar a realização da soldagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de soldagem
Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas,
etc.).
Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.).
Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de soldagem
55
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de
meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos
técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe
são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão.
- Conhecimentos:
Traçagem de caldeiraria para tubulação
Traçado de Linhas
Divisões de Ângulos
Traçado de Tangente
Corte de materiais para montagem de redes de tubulações
Térmico
Oxi-corte,
Plasma
Mecânico
Policorte
Corte por usinagem
Furação
Preparação de chanfros e superfícies
Com biseladeira
Com lixadeira
Com retífica manual
EPIs
Máscaras,
Luvas,
Avental
Processo de Conformação:
Curvamento
Tratamento de superfície para tubulações
Tratamento de superfície com ferramentas manuais.
Tratamento de superfície com ferramentas mecânicas
Tratamento de superfície por hidrojateamento
Tratamento de superfície por jateamento
Supervisão de processos de soldagem em tubulação
Prática dos processos de soldagem para tubulação
Eletrodo revestido
MIG/MAG
Arame tubular
56
TIG
Arco submerso
Características e Aplicações em tubulações
Equipamentos e Variáveis do Processo
Descontinuidades características
Segurança na soldagem
Custos de soldagem
Estruturas de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.).
Sequência / Cronograma de atividades
Documentos (EPS) e normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de caldeiraria, corte e montagem e laboratório de
soldagem.
57
Laboratório de caldeiraria, corte e montagem
Nº Descrição Quantidade
01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01
02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01
03 Morsa de bancada Nº 05 10
04 Cavalete 04
05 Morsa de tubos tipo corrente 10
06 Morsa tipo fuso 10
07 Bigorna 04
08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01
09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02
10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02
11 Máquina de cortar tubos 01
12 Biseladeira 01
13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01
14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01
15 Equipamento de corte oxigás 03
16 Equipamento portátil de corte plasma 01
17 Prensa viradeira de chapas 01
18 Curva tubos 01
19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16
20 Torno com tripé portátil 02
21 Jogo de escariador de tubos 04
22 Furadeira de bancada 02
23 Bancada de trabalho 08
24 Martelo tipo bola 12
25 Martelo tipo pena reta 12
26 Marreta 12
27 Alicates de pressão 12
28 Grampo “C” 20
29 Posicionador magnético 20
30 Arco de serra 08
31 Talha elétrica 5t 01
32 Talha de alavanca 1t 02
33 Tesoura elétrica tipo punção 06
34 Tesoura mecânica 03
35 Tesoura elétrica tipo faca 06
36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10
37 Esmerilhadeira angular de 7” 04
58
38 Retifica manual 06
39 Esmeril de coluna 04
40 Furadeira manual 04
41 Sistema de exaustão 01
42 Máquina de jateamento portátil 01
43 Alinhador laser 01
44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02
45 Cortador de tubos 03
46 Flangeador de tubos 03
47 Policorte 02
48 Armário de ferramentas 01
49 Paquímetro 04
50 Goniômetro 04
51 Trena 06
52 Punção 20
53 Compasso 06
54 Réguas graduadas 10
55 Quadro branco vinílico 01
56 Esquadro 04
Laboratório de Soldagem
Descrição Quantidade
Serra mecânica
01
Inversora de solda tig / er (com alta freqüência) 06
Máquina de corte plasma portátil 01
Fonte de soldagem MIG / MAG e Arame Tubular 04
Máquina de corte pantográfica com cabeçote Oxigás, plasma e punção 01
Fonte de soldagem a arco submerso com pórtico 01
Moto-esmeril 02
Cabine para soldagem em estrutura tubular com bancada de trabalho e fechamento
de área com cortinas translúcidas tipo filtro.
10
Armários com prateleira para acomodação de ferramentas 03
Sistema de Exaustão 01
Esmerilhadeira 4.1/2” 11
Retificadeira manual 11
Central de gases para soldagem 01
Container para coleta de sucata 01
Martelo picador com mola 10
Escova de aço para limpeza de chapas 10
59
Nome:
Montagem de redes de tubulações navais
Carga Horária:
200h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações,
realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e
ambientais.
Módulo:
Tubulações Navais
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para supervisionar a montagem de redes de tubulações navais.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Otimizar a sequência de montagem das redes de tubulações de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de
recursos humanos e materiais
Selecionar o material cortado para a montagem
Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental.
Acompanhar a montagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto naval
Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos
Garantir a montagem das tubulações segundo suas finalidades (óleo, água, vapor, ar comprimido, etc)
Garantir a utilização correta dos elementos de fixação na montagem de tubulações
Garantir a instalação dos diferentes tipos de componentes de redes de tubulações conforme projeto naval
Acompanhar a montagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de montagem de tubulações
Conferir a realização da inspeção dimensional das tubulações, conexões, juntas e acessórios durante a montagem
Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas,
etc.).
Utilizar estratégias e métodos de montagem de tubulações (alinhamento, soldagem, rosca, parafuso, juntas, etc)
Verificar a limpeza da rede de tubulações
Conferir a realização de testes de estanqueidade, pressão.
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de
segurança e de meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos
técnicos, ergonômicos e econômicos.
60
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe
são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na
resolução dos impasses ocorridos.
Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão.
- Conhecimentos:
Tubulação
Definições
Características e tipos
Finalidades dos tubos
Fabricação de tubos
Classificação de tubos
Código de cores
Componentes de redes de tubulação
Conexões, válvulas, purgadores, filtros, junta de expansão, suportes, reservatórios e acessórios, manômetro, válvula
de segurança, pressostato
Elementos de vedação
Juntas
Vedantes
Preparação de peças
Máquinas, ferramentas e equipamentos para a montagem
Métodos de corte de tubos
Métodos de dobra de tubos
Métodos de alinhamento de tubos
Métodos de rosqueamento de tubos
Acoplamentos roscados
Acoplamentos flangeados
Acoplamentos soldados
Elementos de fixação – Pinos, roscas, parafusos, porcas, travas , anéis e pinos elásticos, molas, arruelas
Normas, tabelas e designação.
Funções dos elementos de fixação
Danos típicos
Demonstração de montagem e desmontagem
Inspeção dimensional das tubulações, conexões, juntas e acessórios
Interpretação de projetos hidráulicos e pneumáticos
Sistemas hidráulicos
Classificação e princípios de funcionamento de:
Bombas hidráulicas
Atuadores hidráulicos
Trocadores de calor
Válvulas hidráulicas
Acumuladores hidráulicos
Fluidos hidráulicos
Simbologia
Normas de segurança
Sistemas pneumáticos
Classificação e princípios de funcionamento de:
Compressores, unidade de conservação, acumuladores, secadores, atuadores lineares e rotativos, válvulas, motores
pneumáticos, purgadores, tubulações flexíveis, conexões
Simbologia
61
Normas de segurança
Utilização de estruturas de acesso e equipamentos de movimentação de cargas para montagem de tubulações navais
Estruturas de acesso – andaimes, escadas, passarelas
Equipamentos de movimentação de cargas
Talha;
Tifor;
Guinchos;
Paleteira;
Carros manuais.
Empilhadeira
Ponte rolante
Acessórios:
Cabos de aço;
Correntes;
Eslingas;
Cintas;
Manilhas;
Olhais;
Esticadores.
Manuseio e movimentação de cargas:
Limites de capacidade dos equipamentos (aspectos e impactos);
Amarração: recursos, posições e formas;
Centro de gravidade das cargas;
Sinalização para movimentação de cargas.
Limpeza de tubulação - Flushing
Testes
Hidrostático
Pneumático
Estanqueidade
Sequência de atividades - Cronograma de atividades
Normas técnicas
Ambientes Pedagógicos
Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de caldeiraria, corte e montagem
62
Denominação Laboratório de caldeiraria, corte e montagem
Nº Descrição Quantidade
01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01
02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01
03 Morsa de bancada Nº 05 10
04 Cavalete 04
05 Morsa de tubos tipo corrente 10
06 Morsa tipo fuso 10
07 Bigorna 04
08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01
09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02
10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02
11 Máquina de cortar tubos 01
12 Biseladeira 01
13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01
14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01
15 Equipamento de corte oxigás 03
16 Equipamento portátil de corte plasma 01
17 Prensa viradeira de chapas 01
18 Curva tubos 01
19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16
20 Torno com tripé portátil 02
21 Jogo de escariador de tubos 04
22 Furadeira de bancada 02
23 Bancada de trabalho 08
24 Martelo tipo bola 12
25 Martelo tipo pena reta 12
26 Marreta 12
27 Alicates de pressão 12
28 Grampo “C” 20
29 Posicionador magnético 20
30 Arco de serra 08
31 Talha elétrica 5t 01
32 Talha de alavanca 1t 02
33 Tesoura elétrica tipo punção 06
34 Tesoura mecânica 03
35 Tesoura elétrica tipo faca 06
36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10
37 Esmerilhadeira angular de 7” 04
38 Retifica manual 06
63
39 Esmeril de coluna 04
40 Furadeira manual 04
41 Sistema de exaustão 01
42 Máquina de jateamento portátil 01
43 Alinhador laser 01
44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02
45 Cortador de tubos 03
46 Flangeador de tubos 03
47 Policorte 02
48 Armário de ferramentas 01
49 Paquímetro 04
50 Goniômetro 04
51 Trena 06
52 Punção 20
53 Compasso 06
54 Réguas graduadas 10
55 Quadro branco vinílico 01
56 Esquadro 04
64
5.2.4 – Módulo Específico Profissional III – Instalação e Manutenção de
Equipamentos Navais
Nome:
Eletroeletrônica naval
Carga Horária:
64h
Qualificação Profissional:
Técnico em Construção Naval
Unidade de Competência:
UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval,
realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
Módulo:
Instalação e Manutenção de
Equipamentos Navais
Objetivo Geral:
Desenvolver competências para supervisionar a instalação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos
navais.
Conteúdos Formativos
- Capacidades técnicas:
Acompanhar a instalação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos.
Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de instalação e manutenção de equipamentos
Garantir a utilização dos instrumentos e equipamentos devidamente aferidos
Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental.
Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de instalação e/ou manutenção de equipamentos
Selecionar os EPIs e EPCs necessários à atividade
Otimizar a sequência de instalação dos equipamentos de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos
humanos e materiais
Verificar a realização da instalação de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades
- Capacidades sociais, organizativas e metodológicas:
Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.).
Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando
conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos.
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de
meio ambiente.
Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos
Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos
técnicos, ergonômicos e econômicos.
Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e
socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais.
Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe
são delegadas.
Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando
ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.
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  • 1. 1 Técnico em Construção Naval Documento Referência para Operacionalização Rio de Janeiro 2013 Versão 02/2013
  • 2. 2 Conselho Regional do SENAI Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira Presidente Diretoria Geral do Sistema Firjan Augusto Cesar Franco de Alencar Diretor SENAI – Rio de Janeiro Maria Lucia Telles Diretora Regional Diretoria de Educação Andréa Marinho de Souza Franco Diretora Gerência de Educação Profissional Regina Helena Malta do Nascimento Gerente
  • 3. 3 DIRETORIA DE EDUCAÇÃO GERENCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Construção Naval Documento Referência para Operacionalização RIO DE JANEIRO Ago/2013 Versão 02/2013
  • 4. 4 ©©©©2013 SENAI - Rio de Janeiro Diretoria de Educação Gerência de Educação Profissional Ficha Técnica Gerência de Educação Profissional: Regina Helena Malta do Nascimento Coordenação do Núcleo de Desenvolvimento: Allain José Fonseca Elaboração em novembro de 2010 Especialistas em Educação Profissional: Marcella Schiavo Boaventura Netto DR - RJ Adageisa Barbosa DR - PE Especialistas da Área Tecnológica de Construção Naval: Dario de Oliveira Silva DR - RJ Raul Bruyere Monteiro Neto DR - RJ Raphael Guimarães Oliveira DR - RJ Jeová Inocêncio de Melo Antônio José Mendonça Ferreira Marcelo Fabiano Ribeiro Sergio de Barros Rolan Donald Falconer Smith Júnior Luis Henrique Fuzinelli Vagner Domingues DR – PE DR – BA DR – RS DR – SP DR – SC DR – SC DR - SC SENAI - Rio de Janeiro GEP- Gerência de Educação Profissional Rua Graça Aranha, 1 9º andar- Centro. 20030 - 002- - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2563 - 5954 Fax: (21) 2563 -5884 www.rj.senai.br gep@rj.senai.br
  • 5. 5 Sumário I IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................................................... 6 II. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS................................................................................................................ 7 III REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO .................................................................................................. 9 IV PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO.......................................................................................... 11 V ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.............................................................................................................. 25 5.1 Desenvolvimento Metodológico ............................................................................................................ 28 5.2 Organização Interna das Unidades Curriculares .................................................................................. 30 VI CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES..... 81 VII CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO............................................................................ 84 VIII BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS............................................................................ 86 IX PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO.................................................................................... 87 X CERTIFICADOS E DIPLOMAS .............................................................................................................. 88
  • 6. 6 I I D E N T I F I C A Ç Ã O D O C U R S O Educação Profissional Técnica de Nível Médio: Técnico em Construção Naval Eixo Tecnológico: Produção Industrial Código CBO: 3143-15 Caracterização do curso: presencial Área de Atuação do SENAI: Construção Naval Em conformidade com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos
  • 7. 7 I I . J U S T I F I C A T I V A E O B J E T I V O S 2.1 Justificativa a) Contexto Esse documento apresenta o resultado do trabalho de Desenho Pedagógico, realizado a partir do Desenho Curricular Nacional do Técnico em Construção Naval, cujo perfil profissional foi delineado pelo Comitê Técnico Setorial Nacional, dentro dos princípios e orientações da Concepção de Educação Profissional do SENAI, tendo também como base, os referenciais curriculares nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio – no Eixo Tecnológico Produção Industrial -, tratando-se, portanto, de programa formativo modularizado e concebido pedagogicamente com vistas a favorecer a construção progressiva da competência e da capacidade de transferência de conhecimentos demandadas, hoje, para a atuação produtiva em um contexto de constantes mudanças. Em síntese, é uma decodificação de informações do mundo do trabalho para o mundo da educação, traduzindo-se pedagogicamente as competências do perfil profissional do Técnico em Construção Naval em capacidades técnicas, sociais, organizativas e metodológicas. Convém ressaltar que, desde 1997, o SENAI-RJ buscando sintonizar-se com as transformações e novas demandas do mundo do trabalho, vem promovendo a atualização de seus cursos a partir de um processo que tem início no delineamento de perfis profissionais por um grupo de trabalho – Comitês Técnicos Setoriais (CTS) compostos por técnicos da área específica, técnicos em educação, docentes e representantes das empresas. Com o apoio dos representantes das empresas, busca-se diagnosticar as mudanças e tendências do mercado de trabalho nos diversos segmentos produtivos, considerando-se as transformações tecnológicas e organizacionais e seus reflexos sobre os processos de trabalho, emergência e declínio de profissões e definição de perfis profissionais atuais e futuros. O desenvolvimento do presente curso é, portanto, consequência das exigências do mercado de trabalho, que requer novos perfis profissionais baseados em competências nas diversas áreas de formação geradas pelo processo da globalização, pelo novo paradigma de produção e pelos avanços vividos no campo da tecnologia e nos processos de trabalho. Sua implantação nas Escolas do SENAI-RJ decorre da necessidade apontada pelas empresas de buscar novos
  • 8. 8 padrões produtivos em decorrência da competitividade do mercado, obrigando-as a reorganizarem o trabalho, de forma a alcançar novos patamares de qualidade e produtividade. Portanto, sintonizado com os desafios propostos pelos mundos da educação e do trabalho o presente Plano de Curso expressa as orientações e diretrizes emanadas pelo MEC, a necessidade do mercado a nível nacional e o atendimento às especificidades regionais em relação ao Estado do Rio de janeiro. b) Estudo de demanda A justificativa para a oferta do curso é realizada pela Unidade Operacional, com indicadores de demanda fundamentada, inclusive com visão prospectiva da necessidade de formação do técnico para a região e é descrita no formulário “Caracterização da Demanda Regional”, atendendo à “Norma Administrativa Implantação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio” do SENAI – RJ. 2.2 Objetivos O curso técnico em Construção Naval tem como objetivos propiciar ao aluno: • A formação necessária ao seu pleno desenvolvimento e a aquisição de conhecimentos gerais e tecnológicos, bem como o desenvolvimento de habilidades e atitudes face ao novo perfil de competências requerido pelo mercado de trabalho. • Habilitação Profissional de Técnico de nível médio em Construção Naval, com competências para coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, de fabricação e instalação de redes de tubulação e de instalação e manutenção de equipamentos. • Desenvolvimento de competências que possibilitem o aproveitamento e continuidade de estudos quer em curso técnico de nível médio quer para curso tecnológico de graduação. 2.3 Regime de Funcionamento O curso será oferecido em período semanal de segunda à sexta – feira, com 4 horas diárias de atividades, com base num ano letivo com 200 dias.
  • 9. 9 I I I R E Q U I S I T O S E F O R M A S D E AC E S S O Para acesso ao curso o candidato deverá passar pelos processos de inscrição, seleção e matrícula, observando os seguintes critérios: Da Inscrição Os candidatos deverão efetuar as inscrições para o curso nas épocas previstas no cronograma de atividades da Unidade Operacional, de acordo com os requisitos estabelecidos para a matrícula neste documento e no Regimento Escolar dos cursos técnicos. No ato da inscrição o candidato deverá estar cursando o 2º ano do ensino médio, no mínimo. Documentação: - Comprovante de escolaridade - Duas fotos 3X4 - Identidade (cópia) ou certidão de nascimento ou de casamento; - Taxa de inscrição (QUANDO HOUVER); Da Seleção Quando houver necessidade, os candidatos serão submetidos ao processo seletivo, nele incluindo avaliação de competências básicas e entrevistas, sempre que o número de inscritos for superior ao número de vagas. A seleção terá caráter classificatório. O processo de seleção e a divulgação dos resultados são de responsabilidade da Unidade Operacional. Da matrícula: O candidato classificado no processo seletivo deverá requerer a matrícula inicial dentro do prazo determinado no calendário escolar elaborado pela Unidade Operacional. Será permitida a matrícula por unidade curricular ou módulo, considerando os pré-requisitos necessários e os critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, em consonância com a legislação educacional vigente. No ato da matrícula, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:
  • 10. 10 1. Cópia da Carteira de Identidade 2. Cópia do CIC 3. Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento 4. Comprovante de escolaridade (*) 5. Histórico escolar 6. Retratos 3 x 4 (dois) 7. Certificado de reservista ou de alistamento militar (maiores de 18 anos do sexo masculino) 8. Título de eleitor 9. Taxa de matrícula (quando houver) 10. Outros documentos que os órgãos competentes vierem a exigir (*) O candidato concluinte do Ensino Médio deverá apresentar, no ato da matrícula, o histórico escolar e o diploma de conclusão do Ensino Médio (original e cópia).
  • 11. 11 I V P E R F I L P R O F I S S I O N A L D E C O N C L U S Ã O TÉCNICO EM CONSTRUÇÃO NAVAL Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Eixo Tecnológico: Produção Industrial Área Profissional: Metalmecânica Segmento Tecnológico: Indústria Educação Profissional: Técnica de Nível Médio Nível de Qualificação: 3(1) 1. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, de fabricação e instalação de redes de tubulação e de instalação e manutenção de equipamentos; realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Relação das Unidades de Competência Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidade de Competência 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.
  • 12. 12 Unidade de Competência nº 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 1.1 Alocar recursos para construção e reparo de estruturas navais. 1.1.1 Interpretando o projeto naval. 1.1.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro. 1.1.3 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 1.1.4 Considerando patamar tecnológico. 1.1.5 Considerando a disponibilidade de recursos humanos e materiais. 1.1.6 Selecionando ferramentas, equipamentos e instrumentos. 1.1.7 Considerando os índices de produtividade planejados. 1.2 Monitorar o processo de corte de chapas e perfis para construção e reparo de estruturas navais. 1.2.1 Interpretando o projeto naval. 1.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 1.2.3 Realizando inspeção dimensional das peças cortadas. 1.2.4 Assegurando calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 1.2.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 1.2.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 1.2.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 1.2.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 1.2.9 Considerando a qualificação dos recursos humanos.
  • 13. 13 1.3 Monitorar o processo de montagem estrutural para construção e reparo de estruturas navais. 1.3.1 Interpretando o projeto naval. 1.3.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 1.3.3 Realizando inspeção dimensional das peças montadas. 1.3.4 Assegurando calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 1.3.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 1.3.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 1.3.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 1.3.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 1.3.9 Considerando a qualificação profissional dos recursos humanos. 1.3.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). 1.3.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). 1.3.12 Considerando estratégias e métodos de construção.. 1.4 Monitorar o processo de soldagem para construção e reparo de estruturas navais 1.4.1 Interpretando o projeto naval. 1.4.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 1.4.3 Realizando inspeção dimensional pós-soldagem. 1.4.4 Assegurando calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 1.4.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 1.4.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 1.4.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 1.4.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 1.4.9 Considerando a qualificação profissional dos recursos humanos. 1.4.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). 1.4.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). 1.4.12 Considerando estratégias e métodos de soldagem. 1.4.13 Verificando a realização dos ensaios não- destrutivos especificados (signatário). 1.4.14 Realizando inspeção visual de LP (Líquido Penetrante) e PM (Partícula Magnética).
  • 14. 14 1.5 Propor soluções para os processos construtivos. 1.5.1 Identificando não-conformidades no processo.. 1.5.2 Identificando pontos críticos do processo. 1.5.3 Identificando causas e efeitos no processo. 1.5.4 Considerando resultados das análises de testes (ensaios, inspeções, etc.). 1.5.5 Considerando as inovações tecnológicas e organizacionais. 1.5.6 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 1.5.7 Buscando a melhoria contínua dos processos. Unidade de Competência nº 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 2.1 Alocar recursos para fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações. 1.2.1 Interpretando o projeto naval. 1.2.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro. 1.2.3 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental; 1.2.4 Considerando patamar tecnológico; 1.2.5 Considerando a disponibilidade de recursos humanos e materiais; 1.2.6 Selecionando ferramentas, equipamentos e instrumentos; 1.2.7 Considerando os índices de produtividade planejados. 2.2 Monitorar o processo de corte de chapas e tubos para fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações. 2.2.1 Interpretando o projeto naval. 2.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 2.2.3 Realizando inspeção dimensional das peças cortadas. 2.2.4 Assegurando aferição, calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 2.2.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 2.2.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 2.2.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 2.2.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 2.2.9 Considerando a qualificação dos recursos humanos.
  • 15. 15 2.3 Monitorar o processo de soldagem para fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações 2.3.1 Interpretando o projeto naval. 2.3.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 2.3.3 Realizando inspeção dimensional pós- soldagem. 2.3.4 Assegurando aferição, calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 2.3.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 2.3.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 2.3.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 2.3.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 2.3.9 Considerando a qualificação profissional dos recursos humanos. 2.3.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). 2.3.11 Identificando estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). 2.3.12 Considerando estratégias e métodos de soldagem. 2.3.13 Verificando a realização dos ensaios não- destrutivos especificados (signatário). 2.3.14 Realizando inspeção visual de LP (Líquido Penetrante) e PM (Partícula Magnética).
  • 16. 16 2.4 Monitorar o processo de montagem de tubulações para fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações 2.4.1 Interpretando o projeto naval. 2.4.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 2.4.3 Realizando inspeção dimensional das tubulações, conexões, juntas e acessórios (flanges, chanfros, válvulas, etc.). 2.4.4 Assegurando aferição, calibração e parametrização dos equipamentos e instrumentos. 2.4.5 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 2.4.6 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subseqüentes. 2.4.7 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 2.4.8 Considerando prazos e metas estabelecidos. 2.4.9 Considerando a qualificação profissional dos recursos humanos. 2.4.10 Identificando a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). 2.4.11 Considerando estratégias e métodos de montagem de tubulações. 2.4.12 Acompanhando a limpeza da rede de tubulações (flushing). 2.4.13 Verificando a realização dos testes específicos (estanqueidade, pressão, etc.). 2.5 Propor soluções para os processos construtivos 2.5.1 Identificando não-conformidades no processo. 2.5.2 Identificando pontos críticos do processo. 2.5.3 Identificando causas e efeitos no processo. 2.5.4 Considerando resultados das análises de testes (ensaios, inspeções, etc.). 2.5.5 Considerando as inovações tecnológicas e organizacionais. 2.5.6 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 2.5.7 Buscando a melhoria contínua dos processos.
  • 17. 17 Unidade de Competência nº 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 3.1 Alocar recursos para instalação e manutenção de equipamentos. 3.1.1 Interpretando o projeto naval. 3.1.2 Atendendo ao cronograma físico e financeiro. 3.1.3 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 3.1.4 Considerando patamar tecnológico. 3.1.5 Considerando a disponibilidade de recursos humanos e materiais. 3.1.6 Selecionando as ferramentas e instrumentos necessários ao processo. 3.1.7 Considerando os índices de produtividade planejados. 3.2 Monitorar os processos de instalação e manutenção de equipamentos. 3.2.1 Interpretando o projeto naval. 3.2.2 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 3.2.3 Assegurando a calibração dos instrumentos, segundo os seus referenciais. 3.2.4 Aplicando simbologia específica na elaboração e croquis e desenhos. 3.2.5 Considerando as etapas do processo e suas relações com os procedimentos técnicos e com as interfaces entre as etapas anteriores e subsequentes. 3.2.6 Considerando as especificidades dos materiais e suas relações com os processos e procedimentos correspondentes. 3.2.7 Considerando prazos e metas estabelecidos. 3.2.8 Considerando a qualificação dos recursos humanos. 3.2.9 Identificando a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). 3.2.10 Verificando a realização dos testes específicos (alinhamento e balanceamento, testes de funcionamento dos equipamentos, testes de pressão, vazão e vibração, etc.). 3.2.11 Identificando nomenclatura e componentes eletroeletrônicos. 3.2.12 Identificando nomenclatura, componentes e funcionamento de equipamentos mecânicos, hidráulicos e pneumáticos.
  • 18. 18 3.3 Propor soluções para os processos de instalação e manutenção de equipamentos. 3.3.1 Identificando não-conformidades no processo. 3.3.2 Identificando pontos críticos do processo. 3.3.3 Identificando causas e efeitos no processo. 3.3.4 Considerando resultados das análises de testes e inspeções. 3.3.5 Considerando as inovações tecnológicas e organizacionais. 3.3.6 Considerando normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. 3.3.7 Buscando a melhoria contínua dos processos. COMPETÊNCIAS DE GESTÃO Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. 2. CONTEXTO DE TRABALHO DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Meios (equipamentos, ferramentas, instrumentos e materiais) Paquímetro; Trena; Computador; CAD; Calculadora; Explosímetro; Feixe de laser; Rádio de comunicação; Teodolito; Aparelho de nível; Aparelho de multi-teste;
  • 19. 19 Lupa; Equipamentos de END (LP e PM); Equipamentos de caldeiraria; Equipamentos de soldagem; Equipamentos de corte; Equipamentos de montagem; Equipamentos de usinagem; Equipamentos de movimentação de cargas; Equipamentos de Proteção Individual (EPI): capacete, protetor auditivo, bota de segurança, cinto de segurança, óculos de proteção, luva de segurança Métodos e Técnicas de Trabalho Normas e procedimentos de usinagem, caldeiraria, soldagem e montagem industrial Simbologia de processos de soldagem e montagem de estruturas e tubulações Técnicas de instalação de componentes eletromecânicos navais Alocação de recursos Normas e procedimentos de saúde, segurança e preservação ambiental Condições de Trabalho • Necessidade de trabalho em ambiente a céu aberto, embarcado, em espaços fechados e em espaços confinados Turnos e horários de trabalho Os turnos e horários de trabalho são diversos, em sistema de rodízio. Riscos profissionais inerentes à profissão • Insalubridade • Explosão de tanque • Choque elétrico • Explosão de válvula em teste de pressão e flushing • Movimentação de cargas • Quedas • Contaminação por inalação de gases e deficiência de oxigênio • Ambientes confinados • Problemas ergonômicos • Ruídos • Calor / Frio
  • 20. 20 POSIÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO Contexto Profissional: Pequenos, médios e grandes estaleiros. Pequenas, médias e grandes indústrias (navipeças, petroquímicas, etc.). Entidades classificadoras e certificadoras. Contexto Funcional e Tecnológico: Atuação em coordenação de equipes de trabalho, com grau médio de autonomia, sujeito à hierarquia. Sujeito a grau de responsabilidade de médio a alto, em função da área de atuação e dos custos envolvidos. Para realização de suas atividades fará uso de tecnologia de nível médio para alto, em função de sistemas automatizados utilizados nos processos. Possíveis Saídas para o Mercado de Trabalho: Assistente Técnico em Estruturas Navais Assistente Técnico em Estruturas e Tubulações Navais Técnico em Construção Naval EVOLUÇÃO DA QUALIFICAÇÃO Educação Profissional Relacionada à Área Tecnológica da Qualificação As seguintes atividades tendem a ganhar importância face à adoção de inovações tecnológicas e organizacionais em curso: Operar sistemas automatizados e robotizados. Fabricar e montar estruturas integradas à montagem de sistemas e equipamentos. Inspecionar em conformidade com normas ou procedimentos. Avaliar sistemas e/ou procedimentos e normas. Coordenar a informação e a aplicação de diferentes pacotes nos projetos. Auxiliar no desenvolvimento de novos métodos aplicados no sistema construtivo. Coordenar os planos de ação na produção. Controlar os processos de produção nas oficinas.
  • 21. 21 3- INDICAÇÃO PRELIMINAR DE CONHECIMENTOS REFERENTES AO PERFIL PROFISSIONAL Unidades de competência Conhecimentos relacionados Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Desenho técnico Desenho naval Metrologia Tecnologia dos Materiais Usinagem Processos de conformação mecânica Ensaios de Materiais Metalurgia Processos de soldagem Arte naval QSMS Teoria do navio Resistência dos materiais Movimentação de cargas Noções de CAD Processos de construção naval Tratamento de superfícies Testes e inspeções Gestão de pessoas Gestão de processos Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Desenho técnico Desenho naval Metrologia Tecnologia dos Materiais Usinagem Processos de conformação mecânica Ensaios de Materiais Metalurgia Processos de soldagem Arte naval QSMS Resistência dos materiais Movimentação de cargas Noções de CAD Processos de construção naval Desenho de tubulações Tubulações navais Mecânica dos fluidos Tratamento de superfícies Testes e inspeções Gestão de pessoas Gestão de processos
  • 22. 22 Unidade de Competência 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Hidráulica e Pneumática Elementos de máquinas Eletricidade naval Instalação de máquinas Testes e inspeções Geradores e motores diesel Gestão de pessoas Gestão de processos 3- RELAÇÃO DAS UNIDADES DE QUALIFICAÇÃO Unidade de Qualificação 1: Técnico em Construção Naval Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, de fabricação e instalação de redes de tubulação e de instalação e manutenção de equipamentos; realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidades de Competência que agrupa: Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de
  • 23. 23 segurança, de qualidade e ambientais. Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais Unidade de Competência 3: Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais Unidade de Qualificação 2: Assistente Técnico em Estruturas Navais Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais Unidades de Competência que agrupa: Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidade de Qualificação 3: Assistente Técnico em Estruturas e Tubulações Navais Competência Geral: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais e de fabricação e instalação de redes de tubulação; realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidades de Competência que agrupa: Unidade de Competência 1: Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Unidade de Competência 2: Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais ESSAS SAÍDAS INTERMEDIÁRIAS NÃO SÃO APLICÁVEIS NO DR – RJ.
  • 24. 24 COMITÊ TÉCNICO SETORIAL NACIONAL Especialistas do segmento tecnológico e/ou área tecnológica em estudo – das empresas, sindicatos e demais instituições Nome Instituição Estado Agostinho Ferreira Gomes SINTEC - SP SP Alex Maurício Araújo Universidade Federal de Pernambuco PE Antonio de Pádua Estaleiro RENAVI/ENAVI - RJ RJ Edson Ronei Tadeu Estaleiro Detroit Brasil SC Gustavo Correia Santos Estaleiro Quip S/A RS Jefferson Daniel Furlaneto Estaleiro Wilson Sons - SP SP Jorge Antonio de Faria SINAVAL - Sindicato Indústria Naval RJ Jose Carlos Ferreira ABS - American Bureau of Shipping RJ Luiz Henrique Rodrigues Estaleiro MacLaren - RJ RJ Marcio Sousa do Nascimento Estaleiro Wilson Sons - SP SP Matheus de Oliveira Araújo MO Araújo Reparadora Naval - AM AM Especialistas do SENAI Coordenação do Comitê Nome Função Unidade Allain José da Fonseca Coordenador Metodológico DR/RJ Ângela Elisabeth Denecke Coordenadora Pedagógico DR/RJ
  • 25. 25 V O R G A N I Z A Ç Ã O C U R R I C U L A R O itinerário formativo está estruturado em quatro módulos: um básico e três específicos profissionais, num total de 1380 horas de fase escolar. O Módulo Básico - Fundamentos da Construção Naval é formado por unidades curriculares que permitem desenvolver as competências básicas (fundamentos técnicos e científicos) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) mais recorrentes à formação do Técnico em Construção Naval e será desenvolvido em 324 horas. Os Módulos Específicos Profissionais I, II e III (Estruturas Navais, Tubulações Navais e Instalação e manutenção de equipamentos navais) são formados pelas unidades curriculares que mantém relação direta com cada unidade de competência estabelecida no perfil profissional do Técnico em Construção Naval: O Módulo Específico I – Estruturas Navais – contempla o desenvolvimento das competências específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) relacionadas à Unidade de Competência 1 “Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.” e será desenvolvido em 332 horas. O Módulo Específico II – Tubulações Navais – contempla o desenvolvimento das competências específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) relacionadas à Unidade de Competência 2 “Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais” e será desenvolvido em 340 horas. O Módulo Específico III – Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais – contempla o desenvolvimento das competências específicas (capacidades técnicas) e das competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) relacionadas às Unidades de Competência 3 “Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.”, além da estruturação do projeto final de curso, e será desenvolvido em 384 horas. A Matriz Curricular, a seguir, relaciona as unidades curriculares integrantes de cada módulo, com as respectivas cargas horárias.
  • 26. 26 Matriz Curricular A carga horária da fase escolar totaliza 1.380 horas, em conformidade com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Componentes Curriculares Carga Horária Módulo Básico 324h Fundamentos de Construção Naval Comunicação oral e escrita – 32h Cálculos e metrologia aplicada à construção naval – 80h Introdução à Tecnologia Naval – 92h Interpretação de Projetos Navais – 100h Coordenação e supervisão de equipes – 20h 324h Módulo Específico Profissional I 332h Estruturas Navais Processos de construção e manutenção de estruturas navais – 220h Soldagem de Estruturas Navais - 72h Ensaios Não Destrutivos – 40h 332h Módulo Específico Profissional II 340h Tubulações navais Corte e soldagem de tubulações navais – 140h Montagem de redes de tubulações navais – 200h 340h Módulo Específico Profissional III 384h Instalação e manutenção de equipamentos navais Eletroeletrônica naval – 64h Instalação e manutenção de equipamentos navais – 200h Gestão e controle da construção naval – 40h Projeto final – 80h 384h CARGA HORÁRIA TOTAL: Técnico em Construção Naval: 1.380h
  • 27. 27 Técnico em Construção Naval Itinerário Formativo Processos de Construção e Manutenção de Estruturas Navais – 220h Soldagem de Estruturas Navais- 72h Ensaios Não Destrutivos – 40h Estruturas Navais (UC1) - 332h Fundamentos da Construção Naval - 324h Comunicação oral e escrita - 32h Cálculos e metrologia aplicada à construção naval 80h Introdução à Tecnologia Naval - 92h Interpretação de Projetos Navais – 100h Coordenação e supervisão de equipes – 20h Técnico em Construção Naval (Estágio conforme DRs) 1380h Eletroeletrônica naval - 64h Instalação e manutenção de equipamentos navais - 200h Gestão e controle da construção naval 40h Projeto Final - 80h Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais (UC3) - 384h Corte e soldagem de tubulações navais 140h Montagem de redes de tubulações navais - 200h Tubulações Navais (UC2) - 340h
  • 28. 28 5.1. Desenvolvimento Metodológico A implantação do curso Técnico em Construção Naval deverá propiciar o desenvolvimento das competências constitutivas do perfil profissional estabelecido pelo Comitê Setorial Nacional de Construção Naval, considerando as informações do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC. Os Norteadores da ação pedagógica são as informações trazidas pelo mundo do trabalho quanto às competências requeridas pela área de construção naval para o exercício profissional como Técnico em Construção Naval, numa visão atual e prospectiva, bem como o contexto em que esse profissional se insere, como apontado pelo Comitê Técnico Setorial Nacional A organização proposta para o desenvolvimento deste curso é composta pela integração de quatro módulos – um básico e três específicos profissionais O Módulo Básico é composto pelas unidades curriculares Comunicação oral e escrita, Cálculos e metrologia aplicada à Construção Naval, Introdução à Tecnologia Naval, Interpretação de Projetos Navais, Coordenação e supervisão de equipes. Intencionalmente, está estruturado para desenvolver as competências básicas (fundamentos técnicos e científicos) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) mais recorrentes e significativas que resultaram da análise do perfil profissional do Técnico em Construção Naval. Assume, portanto, caráter de pré-requisito para os Módulos Específicos I, II e III (Estruturas Navais, Tubulações Navais e Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais), possibilitando o prosseguimento de estudos. O Módulo Específico I, Estruturas Navais, é composto pelas unidades curriculares Processos de Construção e Manutenção de Estruturas Navais, Soldagem de Estruturas Navais e Ensaios Não Destrutivos. As unidades curriculares deste módulo permitem desenvolver as competências específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) definidas a partir da análise das competências profissionais estabelecidas na Unidade de Competência 1 - “Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.”. Para tanto, devem ser ministradas por meio de situações de aprendizagens desafiadoras que levem em conta os resultados profissionais esperados no mundo do trabalho, principalmente em relação à gestão da construção de estruturas navais. O Módulo Específico II, Tubulações Navais, é composto pelas unidades curriculares Corte e Soldagem de Tubulações Navais e Montagem de Redes de Tubulações Navais.
  • 29. 29 As unidades curriculares deste módulo permitem desenvolver as competências específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas) definidas a partir da análise das competências profissionais estabelecidas na Unidade de Competência 2 - “Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais”. Assim, as unidades curriculares devem ser desenvolvidas por meio de situações de aprendizagens desafiadoras que levem em conta os resultados profissionais esperados no mundo do trabalho, com foco na gestão da construção de redes de tubulações navais. O Módulo Específico III, Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais, é composto pelas unidades curriculares Eletroeletrônica naval, Instalação e manutenção de equipamentos navais, Gestão e controle da construção naval e Projeto final. . As unidades curriculares Eletroeletrônica naval, Instalação e manutenção de equipamentos navais e Gestão e controle da construção naval estão relacionadas às competências específicas (capacidades técnicas) e as competências de gestão (capacidades sociais, organizativas e metodológicas), definidas a partir da análise das competências profissionais estabelecidas na Unidade de Competência 3 – “Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais.” Desta forma, deverão ser previstas situações de aprendizagens desafiadoras que levem em conta os resultados profissionais esperados no mundo do trabalho, com foco na gestão da instalação e manutenção de equipamentos. O Módulo Específico III, por ser o módulo final do itinerário formativo e sua conclusão completa a formação escolar do Técnico em Construção Naval, contém ainda a unidade curricular “Projeto Final”, com a finalidade de permitir a integração das demais unidades curriculares estabelecidas para o curso. Com isto, demonstra-se a intenção de permitir ao aluno vivenciar mais uma vez a interdisciplinaridade entre as unidades curriculares e perceber que a presença destas no currículo estão estreitamente relacionadas com as competências definidas no perfil profissional. Embora o curso seja modularizado, ele deve ser visto como um todo pelos docentes, especialmente no momento da realização do planejamento de ensino, de modo que as finalidades de cada módulo sejam observadas, bem como os objetivos das suas unidades curriculares sem, no entanto, acarretar a fragmentação do currículo. Para tanto, sugere-se que o grupo de docentes e a coordenação pedagógica definam uma proposta didático-pedagógica que se constitua em fio condutor, perpassando cada um dos módulos, do básico ao específico III. Para isso, sugere-se o desenvolvimento de um projeto integrador com complexidade tal que permita envolver, módulo a módulo, todas as unidades curriculares.
  • 30. 30 O desenvolvimento do curso parte do princípio de que os processos de ensino e de aprendizagem são dinâmicos, sujeitos as mudanças decorrentes de transformações que ocorrem segundo contextos socioculturais. Desta forma, docentes e alunos devem atuar como parceiros. Alinhados a esse princípio, a avaliação deve ser pensada e desenvolvida como meio de coleta de informações para a melhoria do ensino e da aprendizagem, tendo as funções de orientação, apoio, assessoria e nunca de punição ou simples decisão final a respeito do desempenho do aluno. Assim, o processo de avaliação deverá, necessariamente, especificar claramente o que será avaliado, utilizar as estratégias e instrumentos mais adequados, possibilitar a auto-avaliação por parte do aluno, estimulá-lo a progredir e a buscar sempre a melhoria de seu desempenho, em consonância com as competências explicitadas no perfil profissional de conclusão do curso. 5.2. Organização interna das Unidades Curriculares Considerando a metodologia de formação com base em competências, as unidades curriculares são formadas pelos conteúdos formativos que contemplam as competências básicas (fundamentos técnicos e científicos), as competências específicas (capacidades técnicas), as competências de gestão (capacidades organizativas, sociais e metodológicas) e os conhecimentos. Vale destacar que na organização interna das unidades curriculares estão definidos os ambientes pedagógicos, indicando os equipamentos, máquinas, ferramentas, instrumentos e materiais, com a finalidade de subsidiar o planejamento das práticas pedagógicas. A seguir apresenta-se o detalhamento das Unidades Curriculares dos Módulos.
  • 31. 31 5.2.1 – Módulo Básico – Fundamentos da Construção Naval Nome: Comunicação oral e escrita Carga Horária: 32h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Fundamentos de Construção Naval Objetivo Geral: Aperfeiçoar a expressão escrita e a interpretação de textos, necessários à atividade profissional e utilizar o computador para produção de textos e pesquisas na internet. Conteúdos Formativos - Fundamentos técnicos e científicos: Comunicar-se oralmente e por escrito Interpretar textos técnicos Utilizar recursos de informática - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. - Conhecimentos: Comunicação e Expressão Escrita Interpretação de textos Estrutura de um texto: Introdução, desenvolvimento e conclusão Idéias básicas de um texto Estudo do vocabulário Uso do dicionário Produção de texto Interpretação de texto técnico Prática com editor de texto Preparação de apresentações com Power Point Desenvolvimento de pesquisas com auxílio da internet Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de informática e CAD 01.
  • 32. 32 Laboratório de Informática e CAD 01 Nº Descrição Quantidade 01 Microcomputadores; 21 02 Software Microsoft Office 2007 / AutoCAD 2010 21 03 Cadeiras estofadas 20 04 Mesas para microcomputadores; 12 05 Projetor Multimídia 01
  • 33. 33 Nome: Cálculos e metrologia aplicados à construção naval Carga Horária: 80h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Fundamentos de Construção Naval Objetivo Geral: Aperfeiçoar conhecimentos de matemática, identificar os diversos tipos e sistemas de medição e utilizar de forma adequada seus diversos instrumentos no exercício de sua prática profissional. Conteúdos Formativos - Fundamentos técnicos e científicos: Realizar cálculos matemáticos (medição, cálculo de área, perímetro e massa) Utilizar conceitos de geometria e trigonometria Utilizar recursos de informática Utilizar instrumentos de medição - Conhecimentos: Sistemas de numeração base valor posicional composição e decomposição operações fundamentais forma decimal - conceito, registro e operações Frações e proporcionalidade forma fracionária - conceito, registro e operações razão proporcionalidade regra de três simples e composta; Porcentagem Equações de 1º grau Conceitos geométricos e medidas comprimento massa área perímetro volume tempo ângulo Geometria plana e espacial Triângulo retângulo relações métricas trigonometria Conversão de medidas mm / pol. Prática com excel Medição linear
  • 34. 34 Sistema internacional e sistema inglês Instrumentos de medição Tipos e usos Nível Compassos Esquadros Calibradores de roscas Réguas graduadas e paquímetros Calibradores e micrômetros Súbitos Medição angular Transferidores e goniômetros Instrumentos de referência Tacômetro Termômetro Teodolito Calibre de solda (tipo FBTS ou Sênior) Hi - low Instrumentos de medição à laser Cuidados e práticas de medição Planeza, paralelismo e nivelamento Noções de calibração de instrumentos Terminologia Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de informática e o laboratório de metrologia.
  • 35. 35 Laboratório de Informática e CAD 01 Nº Descrição Quantidade 01 Microcomputadores; 21 02 Software Microsoft Office 2007 / AutoCAD 2010 21 03 Cadeiras estofadas 20 04 Mesas para microcomputadores; 12 05 Projetor Multimídia 01 Laboratório de Metrologia Nº Descrição Quantidade 01 Paquímetros analógicos 0 – 150 mm 22 02 Paquímetros digitais 0 – 150 mm 02 03 Paquímetro analógico 0 – 200 mm 01 04 Paquímetro analógico 0 – 300 mm 01 05 Micrometro digital 25 – 50 mm 01 06 Micrometros analógicos 0 – 25 mm 0,001mm 10 07 Micrometro analógico 0 – 25 mm 0,0001mm 01 08 Paquímetro com relógio 0 – 200 mm 01 09 Paquímetro de profundidade 0 – 150 mm 01 10 Micrometro interno 16 – 20 mm 01 11 Micrometro interno 20 – 25 mm 01 12 Micrometro interno 30 – 35 mm 01 13 Micrometro analógico 30 – 35 mm 0,0001mm 01 14 Micrometro analógico 50 – 75 mm 0,0001mm 01 15 Goniômetro 03 16 Nível de precisão 01 17 Súbito 01 18 Calibrador de rosca (pente de rosca) 04 19 Calibrador de rosca 04 20 Micrometro externo 150 – 300 mm 01 21 Micrometro externo 300 – 400 mm 01 22 Escalas de aço graduadas 0 –300 mm 23 23 Escalas de aço graduadas 0 – 600 mm 06 24 Esquadro de precisão 01 25 Instrumentos de medição a laser 01 26 Tacômetro 02 27 Termômetro 03 28 Teodolito 01 29 Trena 22
  • 36. 36 Nome: Introdução à Tecnologia Naval Carga Horária: 92h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Fundamentos de Construção Naval Objetivo Geral: Compreender conceitos relacionados à arte naval, à física aplicada à área naval, bem como a classificação e propriedades dos diversos materiais utilizados. Conteúdos Formativos - Fundamentos técnicos e científicos: Interpretar nomenclatura naval Utilizar conceitos básicos de física aplicados área naval Identificar tipos, características e propriedades dos materiais Interpretar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. - Conhecimentos: Arte naval Elementos que compõem a estrutura de uma embarcação naval Nomenclatura naval Forma de compartimentação Finalidade de cada região da embarcação naval Tipos de propulsão, sistemas de governo e sistemas de carga de uma embarcação Regras das sociedades classificadoras Normas Técnicas e de regulamentação Sistemas de amarração e fundeio aplicado Física Aplicada Principais unidades de medidas da física Sistemas de forças Momento estático Centro de gravidade Teoria do Navio Princípios físicos que regem a flutuação do navio Composição de forças que determinam o equilíbrio do navio Finalidade do uso dos coeficientes de formas
  • 37. 37 Curvas hidrostáticas, bonjean, cruzadas e estudo de estabilidade e trim do navio Princípio e procedimento da prova de inclinação Materiais utilizados na área naval Tecnologia de Materiais Classificação e características dos materiais Propriedades dos materiais Tabelas Ferro e Aço Processos de obtenção Característica do ferro gusa Característica do ferro fundido cinza e branco Influência dos elementos de liga Normalização Sinterização Processo Aplicação Tabelas e equivalências Materiais não-ferrosos e suas ligas Tipos e classificação Características e processos de obtenção Normas e tabelas Materiais plásticos especiais Processo de obtenção e classificação Características Identificação e aplicações Tratamento térmico dos aços Tipos Processos Aplicação Tabelas e diagramas Relação dos materiais com meio ambiente e a saúde Toxidade de materiais Prevenção e preservação Reciclagem Armazenamento Normas técnicas Ambientes Pedagógicos O ambiente previsto é a sala de aula
  • 38. 38 Nome: Interpretação de Projetos Navais Carga Horária: 100h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Fundamentos de Construção Naval Objetivo Geral: Interpretar projetos de estruturas e de tubulações navais Conteúdos Formativos - Fundamentos técnicos e científicos: Interpretar desenhos técnicos Elaborar croquis e desenhos técnicos Interpretar simbologia e terminologia específica de soldagem no projeto naval Interpretar simbologia dos componentes de tubulação no projeto naval - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. - Conhecimentos: Introdução Razão e Importância (o desenho e o técnico) Normas ABNT - ISO - DIN e outras Instrumentos e Utensílios de Desenho Folhas de Desenho (NBR 10068), conteúdo da Folha (NBR 10582) Escrita (NBR 8402) Dobramento das Folhas Escala (NBR 8196) Linhas (NBR 8403) Perspectiva Paralela Cavaleira (45º) Isométrica (desenho isométrico) Esboço cotado em perspectiva Projeção Ortogonal - (NBR 10067) Noções de projeção / projeção no primeiro e terceiro diedros Vistas: especiais / parciais / localizadas Vistas de objetos simétricos Esboço cotado de vistas Noções de cotagem (NBR 10126). Cortes - (NBR 10067) Plano de corte Hachuras Omissão de Corte Corte - Meio-Corte – Corte -Parcial Seção - Seções Sucessivas
  • 39. 39 Encurtamento Detalhes Partes Adjacentes Interseções Reais e Imaginárias Simplificação das Interseções Tolerância dimensional Introdução a ferramentas computacionais de desenho Normas técnicas Simbologia de soldagem Projeto de estruturas navais Tipos e funções de desenhos de arranjo Tipos de arranjos de embarcações Planos de linhas Processo de carenamento Tabela de cotas Elementos estruturais (tipos e simbologia) Sistema de cotagem de desenhos estruturais Planos básicos de estrutura e desenhos de blocos Nomenclatura das seções e vistas dos desenhos estruturais Normas técnicas Prática com ferramentas computacionais de desenho Projeto de tubulação: Fundamentos de tubulação industrial; Elementos de tubulação: Linhas, Conexões, Válvulas, Instrumentos, Identificação; Simbologia dos componentes de tubulação Convencional, Normalizada; Fluxograma: Características, Aplicações; Desenho Isométrico: Características, Simbologia, Cotagem, Aplicações; Planta e Elevação: Características, Aplicações. Normas técnicas Ambientes Pedagógicos O ambiente previsto é a sala de aula
  • 40. 40 Nome: Coordenação e supervisão de equipes Carga Horária: 20h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Fundamentos de Construção Naval Objetivo Geral: Desenvolver competências para coordenar e supervisionar equipes de trabalho. Conteúdos Formativos - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. - Conhecimentos: Administração de tempo Conceito de Grupo x Conceito de Equipe Supervisão de equipes de trabalho Comunicação em equipe Papel da supervisão Compreensão do processo de estruturação e funcionamento de uma equipe Identificação de fatores que dificultam o resultado da equipe centralização competição conflito Identificação de fatores que favorecem o resultado da equipe cooperação feedback respeito planejamento Influências do líder para a equipe Acompanhamento e avaliação do trabalho em equipe Ambientes Pedagógicos O ambiente previsto é a sala de aula
  • 41. 41 5.2.2 – Módulo Específico Profissional I – Estruturas Navais Nome: Processo de construção e manutenção de estruturas navais Carga Horária: 220h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Estruturas Navais Objetivo Geral: Desenvolver competências para supervisionar os processos de traçagem, corte, construção e manutenção de estruturas navais. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Compreender o comportamento dos materiais em função dos esforços a eles aplicados Selecionar o material cortado para a montagem Conferir se o corte foi realizado de acordo com as normas técnicas dimensionais Identificar o fluxo de distribuição de material cortado Verificar a realização do corte de acordo com as características do material Verificar a realização do corte de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Verificar a necessidade de conformação mecânica e/ou tratamento de superfície das chapas e perfis após o corte. Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de corte Acompanhar a montagem de acordo com as características do material Acompanhar a montagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Otimizar a sequência de montagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Conferir se a montagem foi realizada de acordo com as normas técnicas dimensionais Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de montagem Utilizar estratégias e métodos de construção Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). Aplicar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental. - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança
  • 42. 42 e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. - Conhecimentos: Resistência dos materiais Forças Externas Cargas Concentradas Cargas Distribuídas Deformação Linear Angular Tensão Normal Tangencial Unidades de Tensão Ponto de Concentração de Tensão Tração e Compressão Conceito Lei de Hook Diagrama Tensão x Deformação Tensão Admissível e Fator de Segurança Fundamentos de cálculo de barras tracionadas e comprimidas Características geométricas das figuras Planas Centro de Gravidade Momento Estático Momento de Inércia Aplicações Vigas Conceito Tipos de Viga Tipos de Apoio Tipos de Carregamento Força Cortante Cisalhamento Puro Tensão de Cisalhamento Fundamentos de cálculo por cisalhamento Torção Conceito Momento de Torção Diagrama de momento torçor Fundamentos de Cálculo por Torção Flexão Conceito Diagrama de momento fletor Diagrama de Forças Cortantes Flecha fundamentos de Cálculo por Flexão Flambagem
  • 43. 43 Conceito Índice de Esbeltez Carga Crítica Conceito de viga navio Alquebramento e tosamento Traçagem de Caldeiraria para construção de estruturas Traçado de Linhas Linhas Paralelas Bissetriz Divisões de Ângulos Traçado de Tangente Divisões da Circunferência Traçado de Espiras Desenvolvimentos e Planificações Cilindro Cotovelo Tronco de Cone Curva de Gomo Quadrado para Redondo Retângulo para redondo Expansão de chapeamento Interseção de um cone com um cilindro Corte de materiais para construção de estruturas navais Térmico Oxi-corte, Plasma Mecânico Tesoura manual, Tesoura elétrica (punção e faca) Guilhotina Preparação de chanfros e superfícies Goivagem Lixadeira Biseladora EPIs Máscaras, Luvas, Avental Processos de Conformação: Calandragem Máquinas, equipamentos e ferramentas de montagem de estruturas metálicas Fabricação de peças a partir de perfis Tipos de montagem dos blocos estruturais Sequência de montagem dos blocos estruturais Princípio de continuidade estrutural Fabricação de acessórios estruturais Tratamento de superfície Tratamento de superfície com ferramentas manuais. Tratamento de superfície com ferramentas mecânicas Tratamento de superfície por hidrojateamento Tratamento de superfície por jateamento Separação de peças para encaminhamento de campo Alinhamento de peças e montagem de peças em campo. Estruturas de apoio e suporte (físico) - picadeiro, berço, plataforma de montagem. Estruturas de acesso – andaimes, escadas, passarelas Equipamentos de movimentação de cargas Talha; Tifor; Guinchos; Paleteira; Carros manuais. Empilhadeira Ponte rolante
  • 44. 44 Acessórios: Cabos de aço; Correntes; Eslingas; Cintas; Manilhas; Olhais; Esticadores. Manuseio e movimentação de cargas: Limites de capacidade dos equipamentos (aspectos e impactos); Amarração: recursos, posições e formas; Centro de gravidade das cargas; Sinalização para movimentação de cargas. Sequência - Cronograma de atividades Normas técnicas Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de ensaios mecânicos e não destrutivos e o laboratório de caldeiraria, corte e montagem. Laboratório de Ensaios Mecânicos e Não destrutivos Nº Descrição Quantidade 01 Sala escura para realização dos ensaios com técnica fluorescente 01 02 Luminária portátil de luz Negra de alta intensidade 100 W 01 03 Medidor de Campo Magnético 01 04 Medidor de magnetismo residual 01 05 Medidor de intensidade de luz negra, digital, portátil, para leituras na faixa de 0 a 20.000mW/cm2 01 06 Medidor de luz branca , digital, portátil, na faixa de 0 2000Lux 01 07 Blocos de sensibilidade padrão Petrobrás e JIS (10 e 20 micras) 02 08 Indicador de temperatura digital tipo termopar 01 09 Aparelho portátil tipo Yoke de pernas articuladas 06 10 Conjunto de corpos de prova para LP/PM com 20 juntas de topo com face e raiz e 20 juntas de ângulo 01 11 Aplicadores de PM, Tubo decantador para PM 08 12 Aparelho para detecção de descontinuidades por ultra - som 01 13 Bloco padrão para PM 01 14 Bancadas para análise e testes com banco 05 15 Luminária portáteis com lâmpadas incandescentes 10 16 Trenas de 3 metros 10 17 Régua graduada de 200 mm em aço inox 15 18 Máquina universal para ensaios de materiais EMIC – capacidade de 30t e outra até 2t com dispositivo para ensaio de tração, dobramento, flexão e anisotropia 01 19 Sistema para medição de espessura de chapas e ensaio de anisotropia 01
  • 45. 45 20 Máquina para ensaio de impacto IZOD 01 21 Durômetro universal de bancada 01 22 Lupa 22 23 Fresador de corpos de prova 01 24 Bancadas de ajustador 02 25 Morsas de bancada 08 Laboratório de caldeiraria, corte e montagem Nº Descrição Quantidade 01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01 02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01 03 Morsa de bancada Nº 05 10 04 Cavalete 04 05 Morsa de tubos tipo corrente 10 06 Morsa tipo fuso 10 07 Bigorna 04 08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01 09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02 10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02 11 Máquina de cortar tubos 01 12 Biseladeira 01 13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01 14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01 15 Equipamento de corte oxigás 03 16 Equipamento portátil de corte plasma 01 17 Prensa viradeira de chapas 01 18 Curva tubos 01 19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16 20 Torno com tripé portátil 02 21 Jogo de escariador de tubos 04 22 Furadeira de bancada 02 23 Bancada de trabalho 08 24 Martelo tipo bola 12 25 Martelo tipo pena reta 12 26 Marreta 12 27 Alicates de pressão 12 28 Grampo “C” 20 29 Posicionador magnético 20 30 Arco de serra 08 31 Talha elétrica 5t 01
  • 46. 46 32 Talha de alavanca 1t 02 33 Tesoura elétrica tipo punção 06 34 Tesoura mecânica 03 35 Tesoura elétrica tipo faca 06 36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10 37 Esmerilhadeira angular de 7” 04 38 Retifica manual 06 39 Esmeril de coluna 04 40 Furadeira manual 04 41 Sistema de exaustão 01 42 Máquina de jateamento portátil 01 43 Alinhador laser 01 44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02 45 Cortador de tubos 03 46 Flangeador de tubos 03 47 Policorte 02 48 Armário de ferramentas 01 49 Paquímetro 04 50 Goniômetro 04 51 Trena 06 52 Punção 20 53 Compasso 06 54 Réguas graduadas 10 55 Quadro branco vinílico 01 56 Esquadro 04
  • 47. 47 Nome: Soldagem de Estruturas Navais Carga Horária: 72h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Estruturas Navais Objetivo Geral: Desenvolver competências para supervisionar o processo de soldagem de estruturas navais. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Otimizar a sequência de soldagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. Verificar a realização da soldagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto Garantir a realização da soldagem de acordo com as características do material Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos Verificar a realização da soldagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de soldagem Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de soldagem - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos.
  • 48. 48 Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. - Conhecimentos: Supervisão de processos de soldagem Eletrodo revestido MIG/MAG Arame tubular TIG Arco submerso Características, aplicações e métodos Equipamentos e Variáveis do Processo Materiais de Base e Consumíveis Terminologia e simbologia da soldagem Gases de proteção Qualificação do soldador Descontinuidades Segurança na soldagem Custos de soldagem Verificação da aferição das máquinas Estruturas de apoio e acesso - picadeiro, berço e andaime Sequência / Cronograma de atividades Documentos (EPS) e normas técnicas Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de soldagem.
  • 49. 49 Laboratório de Soldagem Descrição Quantidade Serra mecânica 01 Inversora de solda tig / er (com alta freqüência) 06 Máquina de corte plasma portátil 01 Fonte de soldagem MIG / MAG e Arame Tubular 04 Máquina de corte pantográfica com cabeçote Oxigás, plasma e punção 01 Fonte de soldagem a arco submerso com pórtico 01 Moto-esmeril 02 Cabine para soldagem em estrutura tubular com bancada de trabalho e fechamento de área com cortinas translúcidas tipo filtro. 10 Armários com prateleira para acomodação de ferramentas 03 Sistema de Exaustão 01 Esmerilhadeira 4.1/2” 11 Retificadeira manual 11 Central de gases para soldagem 01 Container para coleta de sucata 01 Martelo picador com mola 10 Escova de aço para limpeza de chapas 10
  • 50. 50 Nome: Ensaios Não Destrutivos Carga Horária: 40h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 1 - Coordenar a execução dos processos de construção e reparo de estruturas navais, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Estruturas Navais Objetivo Geral: Identificar os tipos de ensaios não destrutivos e suas aplicações, com vistas a interpretar resultados das inspeções. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Conferir a realização dos ensaios não destrutivos especificados. - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. - Conhecimentos: Inspeção visual Procedimentos de Inspeção Visual Interpretação de resultados de inspeções Inspeção por líquido penetrante Procedimentos de Inspeção por líquido penetrante Líquidos penetrantes Agentes de limpeza Solventes
  • 51. 51 Removedores Atividades pré inspeção Interpretação de resultados de inspeções Inspeção por partícula magnética Procedimentos de Inspeção por partícula magnética Tipos de partículas Métodos de aplicação das partículas magnéticas Técnicas de magnetização Yoke Eletrodo Contato direto Bobina Condutor central Interpretação de resultados de inspeções Requisitos de segurança e ambientais aplicados ao ensaio Inspeção por ultra - som Som O espectro das freqüências sonoras A onda sonora Tipos e características das ondas Comportamento das Ondas Propagação das ondas sônicas nos diferentes materiais Material Piezoelétrico Velocidades sônicas dos materiais Equipamentos de Ultra – som Cabeçotes Calibração através de blocos de referência Técnicas do ensaio Pulso ECO Transparência Tander A Scan B Scan Imersão Procedimento de Inspeção por Ultra – som Identificação de descontinuidades Interpretação de resultados de inspeções Inspeção por Radiografia Industrial Princípios básicos do ensaio radiográfico Vantagens e desvantagens Área de aplicação Normas técnicas Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de ensaios mecânicos e não destrutivos.
  • 52. 52
  • 53. 53 Laboratório de Ensaios Mecânicos e Não destrutivos Nº Descrição Quantidade 01 Sala escura para realização dos ensaios com técnica fluorescente 01 02 Luminária portátil de luz Negra de alta intensidade 100 W 01 03 Medidor de Campo Magnético 01 04 Medidor de magnetismo residual 01 05 Medidor de intensidade de luz negra, digital, portátil, para leituras na faixa de 0 a 20.000mW/cm2 01 06 Medidor de luz branca , digital, portátil, na faixa de 0 2000Lux 01 07 Blocos de sensibilidade padrão Petrobrás e JIS (10 e 20 micras) 02 08 Indicador de temperatura digital tipo termopar 01 09 Aparelho portátil tipo Yoke de pernas articuladas 06 10 Conjunto de corpos de prova para LP/PM com 20 juntas de topo com face e raiz e 20 juntas de ângulo 01 11 Aplicadores de PM, Tubo decantador para PM 08 12 Aparelho para detecção de descontinuidades por ultra - som 01 13 Bloco padrão para PM 01 14 Bancadas para análise e testes com banco 05 15 Luminária portáteis com lâmpadas incandescentes 10 16 Trenas de 3 metros 10 17 Régua graduada de 200 mm em aço inox 15 18 Máquina universal para ensaios de materiais EMIC – capacidade de 30t e outra até 2t com dispositivo para ensaio de tração, dobramento, flexão e anisotropia 01 19 Sistema para medição de espessura de chapas e ensaio de anisotropia 01 20 Máquina para ensaio de impacto IZOD 01 21 Durômetro universal de bancada 01 22 Lupa 22 23 Fresador de corpos de prova 01 24 Bancadas de ajustador 02 25 Morsas de bancada 08
  • 54. 54 5.2.3 – Módulo Específico Profissional II – Tubulações Navais Nome: Corte e soldagem de tubulações navais Carga Horária: 140h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Tubulações navais Objetivo Geral: Desenvolver competências para supervisionar os processos de traçagem, corte e soldagem de tubulações navais. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Otimizar a sequência de corte das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Verificar o processo de traçagem, marcação e corte de chapas e perfis de acordo com o projeto. Verificar a necessidade de conformação mecânica e/ou tratamento de superfície das chapas e perfis após o corte. Aplicar normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança e de preservação ambiental. Identificar o fluxo de distribuição de material cortado Conferir se o corte foi realizado de acordo com as normas técnicas dimensionais Verificar a realização do corte de acordo com as características do material Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos Verificar a realização do corte de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de corte Otimizar a sequência de soldagem das chapas e perfis de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. Verificar a realização da soldagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto Garantir a realização da soldagem de acordo com as características do material Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos Verificar a realização da soldagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de soldagem Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). Programar a utilização de estruturas de apoio e suporte a embarcações (picadeiro, berço, base, etc.). Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de soldagem
  • 55. 55 - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. - Conhecimentos: Traçagem de caldeiraria para tubulação Traçado de Linhas Divisões de Ângulos Traçado de Tangente Corte de materiais para montagem de redes de tubulações Térmico Oxi-corte, Plasma Mecânico Policorte Corte por usinagem Furação Preparação de chanfros e superfícies Com biseladeira Com lixadeira Com retífica manual EPIs Máscaras, Luvas, Avental Processo de Conformação: Curvamento Tratamento de superfície para tubulações Tratamento de superfície com ferramentas manuais. Tratamento de superfície com ferramentas mecânicas Tratamento de superfície por hidrojateamento Tratamento de superfície por jateamento Supervisão de processos de soldagem em tubulação Prática dos processos de soldagem para tubulação Eletrodo revestido MIG/MAG Arame tubular
  • 56. 56 TIG Arco submerso Características e Aplicações em tubulações Equipamentos e Variáveis do Processo Descontinuidades características Segurança na soldagem Custos de soldagem Estruturas de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). Sequência / Cronograma de atividades Documentos (EPS) e normas técnicas Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula, o laboratório de caldeiraria, corte e montagem e laboratório de soldagem.
  • 57. 57 Laboratório de caldeiraria, corte e montagem Nº Descrição Quantidade 01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01 02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01 03 Morsa de bancada Nº 05 10 04 Cavalete 04 05 Morsa de tubos tipo corrente 10 06 Morsa tipo fuso 10 07 Bigorna 04 08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01 09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02 10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02 11 Máquina de cortar tubos 01 12 Biseladeira 01 13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01 14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01 15 Equipamento de corte oxigás 03 16 Equipamento portátil de corte plasma 01 17 Prensa viradeira de chapas 01 18 Curva tubos 01 19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16 20 Torno com tripé portátil 02 21 Jogo de escariador de tubos 04 22 Furadeira de bancada 02 23 Bancada de trabalho 08 24 Martelo tipo bola 12 25 Martelo tipo pena reta 12 26 Marreta 12 27 Alicates de pressão 12 28 Grampo “C” 20 29 Posicionador magnético 20 30 Arco de serra 08 31 Talha elétrica 5t 01 32 Talha de alavanca 1t 02 33 Tesoura elétrica tipo punção 06 34 Tesoura mecânica 03 35 Tesoura elétrica tipo faca 06 36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10 37 Esmerilhadeira angular de 7” 04
  • 58. 58 38 Retifica manual 06 39 Esmeril de coluna 04 40 Furadeira manual 04 41 Sistema de exaustão 01 42 Máquina de jateamento portátil 01 43 Alinhador laser 01 44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02 45 Cortador de tubos 03 46 Flangeador de tubos 03 47 Policorte 02 48 Armário de ferramentas 01 49 Paquímetro 04 50 Goniômetro 04 51 Trena 06 52 Punção 20 53 Compasso 06 54 Réguas graduadas 10 55 Quadro branco vinílico 01 56 Esquadro 04 Laboratório de Soldagem Descrição Quantidade Serra mecânica 01 Inversora de solda tig / er (com alta freqüência) 06 Máquina de corte plasma portátil 01 Fonte de soldagem MIG / MAG e Arame Tubular 04 Máquina de corte pantográfica com cabeçote Oxigás, plasma e punção 01 Fonte de soldagem a arco submerso com pórtico 01 Moto-esmeril 02 Cabine para soldagem em estrutura tubular com bancada de trabalho e fechamento de área com cortinas translúcidas tipo filtro. 10 Armários com prateleira para acomodação de ferramentas 03 Sistema de Exaustão 01 Esmerilhadeira 4.1/2” 11 Retificadeira manual 11 Central de gases para soldagem 01 Container para coleta de sucata 01 Martelo picador com mola 10 Escova de aço para limpeza de chapas 10
  • 59. 59 Nome: Montagem de redes de tubulações navais Carga Horária: 200h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 2 - Coordenar a execução dos processos de fabricação, instalação e manutenção de redes de tubulações, realizando inspeções, testes e ensaios de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Tubulações Navais Objetivo Geral: Desenvolver competências para supervisionar a montagem de redes de tubulações navais. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Otimizar a sequência de montagem das redes de tubulações de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Selecionar o material cortado para a montagem Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. Acompanhar a montagem de acordo com simbologia específica apresentada no projeto naval Garantir a utilização dos instrumentos, equipamentos e máquinas devidamente aferidos Garantir a montagem das tubulações segundo suas finalidades (óleo, água, vapor, ar comprimido, etc) Garantir a utilização correta dos elementos de fixação na montagem de tubulações Garantir a instalação dos diferentes tipos de componentes de redes de tubulações conforme projeto naval Acompanhar a montagem de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de montagem de tubulações Conferir a realização da inspeção dimensional das tubulações, conexões, juntas e acessórios durante a montagem Solicitar a estrutura de apoio e acesso (montagem de andaimes, logística, leiaute, içamento, movimentação de cargas, etc.). Utilizar estratégias e métodos de montagem de tubulações (alinhamento, soldagem, rosca, parafuso, juntas, etc) Verificar a limpeza da rede de tubulações Conferir a realização de testes de estanqueidade, pressão. - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos.
  • 60. 60 Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética. Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas, buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos. Ter consciência quanto à legislação trabalhista vigente, bem como quanto a seus direitos e deveres como cidadão. - Conhecimentos: Tubulação Definições Características e tipos Finalidades dos tubos Fabricação de tubos Classificação de tubos Código de cores Componentes de redes de tubulação Conexões, válvulas, purgadores, filtros, junta de expansão, suportes, reservatórios e acessórios, manômetro, válvula de segurança, pressostato Elementos de vedação Juntas Vedantes Preparação de peças Máquinas, ferramentas e equipamentos para a montagem Métodos de corte de tubos Métodos de dobra de tubos Métodos de alinhamento de tubos Métodos de rosqueamento de tubos Acoplamentos roscados Acoplamentos flangeados Acoplamentos soldados Elementos de fixação – Pinos, roscas, parafusos, porcas, travas , anéis e pinos elásticos, molas, arruelas Normas, tabelas e designação. Funções dos elementos de fixação Danos típicos Demonstração de montagem e desmontagem Inspeção dimensional das tubulações, conexões, juntas e acessórios Interpretação de projetos hidráulicos e pneumáticos Sistemas hidráulicos Classificação e princípios de funcionamento de: Bombas hidráulicas Atuadores hidráulicos Trocadores de calor Válvulas hidráulicas Acumuladores hidráulicos Fluidos hidráulicos Simbologia Normas de segurança Sistemas pneumáticos Classificação e princípios de funcionamento de: Compressores, unidade de conservação, acumuladores, secadores, atuadores lineares e rotativos, válvulas, motores pneumáticos, purgadores, tubulações flexíveis, conexões Simbologia
  • 61. 61 Normas de segurança Utilização de estruturas de acesso e equipamentos de movimentação de cargas para montagem de tubulações navais Estruturas de acesso – andaimes, escadas, passarelas Equipamentos de movimentação de cargas Talha; Tifor; Guinchos; Paleteira; Carros manuais. Empilhadeira Ponte rolante Acessórios: Cabos de aço; Correntes; Eslingas; Cintas; Manilhas; Olhais; Esticadores. Manuseio e movimentação de cargas: Limites de capacidade dos equipamentos (aspectos e impactos); Amarração: recursos, posições e formas; Centro de gravidade das cargas; Sinalização para movimentação de cargas. Limpeza de tubulação - Flushing Testes Hidrostático Pneumático Estanqueidade Sequência de atividades - Cronograma de atividades Normas técnicas Ambientes Pedagógicos Os ambientes previstos são a sala de aula e o laboratório de caldeiraria, corte e montagem
  • 62. 62 Denominação Laboratório de caldeiraria, corte e montagem Nº Descrição Quantidade 01 Calandra VC-1000 para calandragem de chapas de até 1m x 1mm 01 02 Guilhotina mecânica para corte de chapas com até 3m x 6mm 01 03 Morsa de bancada Nº 05 10 04 Cavalete 04 05 Morsa de tubos tipo corrente 10 06 Morsa tipo fuso 10 07 Bigorna 04 08 Prensa Hidráulica marca Dan-Presse com capacidade de 30 ton. 01 09 Chave para tubo reta (tipo grifo) 14” 02 10 Rosqueadeira elétrica com suporte 02 11 Máquina de cortar tubos 01 12 Biseladeira 01 13 Máquina de corte reto semi-automática (tartaruga) 01 14 Caixa de ensaio (bomba de testes hidrostático) 01 15 Equipamento de corte oxigás 03 16 Equipamento portátil de corte plasma 01 17 Prensa viradeira de chapas 01 18 Curva tubos 01 19 Prensa posicionadora de tubos (4 de cada modelo) 16 20 Torno com tripé portátil 02 21 Jogo de escariador de tubos 04 22 Furadeira de bancada 02 23 Bancada de trabalho 08 24 Martelo tipo bola 12 25 Martelo tipo pena reta 12 26 Marreta 12 27 Alicates de pressão 12 28 Grampo “C” 20 29 Posicionador magnético 20 30 Arco de serra 08 31 Talha elétrica 5t 01 32 Talha de alavanca 1t 02 33 Tesoura elétrica tipo punção 06 34 Tesoura mecânica 03 35 Tesoura elétrica tipo faca 06 36 Esmerilhadeira angular de 4.1/2” 10 37 Esmerilhadeira angular de 7” 04 38 Retifica manual 06
  • 63. 63 39 Esmeril de coluna 04 40 Furadeira manual 04 41 Sistema de exaustão 01 42 Máquina de jateamento portátil 01 43 Alinhador laser 01 44 Fontes de soldagem tipo retificador (goivagem) 02 45 Cortador de tubos 03 46 Flangeador de tubos 03 47 Policorte 02 48 Armário de ferramentas 01 49 Paquímetro 04 50 Goniômetro 04 51 Trena 06 52 Punção 20 53 Compasso 06 54 Réguas graduadas 10 55 Quadro branco vinílico 01 56 Esquadro 04
  • 64. 64 5.2.4 – Módulo Específico Profissional III – Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais Nome: Eletroeletrônica naval Carga Horária: 64h Qualificação Profissional: Técnico em Construção Naval Unidade de Competência: UC 3 - Coordenar a execução dos processos de instalação e manutenção de equipamentos da área naval, realizando inspeções e testes de acordo com normas técnicas, de segurança, de qualidade e ambientais. Módulo: Instalação e Manutenção de Equipamentos Navais Objetivo Geral: Desenvolver competências para supervisionar a instalação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos navais. Conteúdos Formativos - Capacidades técnicas: Acompanhar a instalação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos. Garantir a utilização correta de estratégias e métodos de instalação e manutenção de equipamentos Garantir a utilização dos instrumentos e equipamentos devidamente aferidos Aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde, segurança e preservação ambiental. Garantir a utilização dos EPIs e EPCs necessários à atividade de instalação e/ou manutenção de equipamentos Selecionar os EPIs e EPCs necessários à atividade Otimizar a sequência de instalação dos equipamentos de acordo com o projeto naval e a disponibilidade de recursos humanos e materiais Verificar a realização da instalação de acordo com os prazos e metas descritos no cronograma de atividades - Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Valorizar a filosofia e a cultura das organizações (missão, visão, valores, etc.). Possuir uma visão global e coordenada de todas as fases do desenvolvimento dos processos, considerando conjuntamente os aspectos técnicos, organizativos, econômicos e humanos. Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a legislação específica de qualidade, de saúde, de segurança e de meio ambiente. Participar de equipes de trabalho na empresa com a finalidade de analisar melhorias nos processos Prever racionalmente os recursos materiais requeridos para a industrialização dos processos, considerando os aspectos técnicos, ergonômicos e econômicos. Demonstrar interesse de auto desenvolvimento frente às mudanças tecnológicas, organizativas, profissionais e socioculturais do mundo do trabalho e que incidem nas suas atividades profissionais. Analisar opções e tomar decisão na resolução de problemas que afetam atividades sob sua responsabilidade ou que lhe são delegadas. Coordenar e/ou atuar em equipes de trabalho, identificando potencialidades, capacitando seus integrantes, aplicando ferramentas de gestão e qualidade, demonstrando postura crítica e ética.