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IFMA-INSTITUTO FEDERAL MARANHÃO/ CAMPUS BURITICUPU
PROFESSOR ELSON SILVA
HISTOLOGIA ANIMAL
LICENCIATURA EM BIOLOGIA – 2º PERÍODO
ACADÊMICAS: Amália Beims, Denise Rodrigues, Deuvanir Sousa, Fabiana Soares,
Franciane Alencar, Karem Dalila, Kelijane Frazão e Ozenir de Almeida.
TECIDO ÓSSEO
TECIDO ÓSSEO
Definição: Tecido conjuntivo especializado
formado por células e o material
extracelular calcificado, a matriz óssea.
FUNÇÕES:
• É o principal constituinte do esqueleto
• Serve de suporte para as partes moles do corpo
• Proporciona apoio aos músculos esqueléticos
• Protege órgãos vitais (caixas craniana, torácica e
canal raquidiano)
• Depósito de cálcio, fosfato e outros íons
Células do tecido ósseo
Osteócitos: situados em cavidades ou
lacunas no interior da matriz;
Osteoblastos: produtores da parte orgânica da
matriz;
Osteoclastos: células gigantes, reabsorvem o
tecido ósseo, participando do processo de
remodelação dos ossos.
Células do tecido ósseo
Matriz óssea
Parte inorgânica: representa
50% da matriz óssea.
• Parte orgânica: formada
principalmente por colágeno tipo I
• Associação fibras e colágeno: dureza e
resistência do tecido ósseo.
Periósteo e Endósteo
Toda a superfície interna dos
ossos é revestida por células que
em conjunto constituem uma
camada denominada endósteo.
Com exceção das superfícies
articulares, toda a superfície
externa dos ossos é envolvida por
uma camada de tecido conjuntivo
denominada periósteo.
Tipos de Tecidos ósseo
Macroscopicamente: osso COMPACTO e osso ESPONJOSO
Tipos de Tecidos ósseo
Macroscopicamente: osso COMPACTO e osso ESPONJOSO
Histogênese
O tecido ósseo é formado por dois
processos.
Processo de Ossificação
Intramembranosa ou pelo processo
de Ossificação Endocondral.
Histogênese
Histogênese
Histogênese
Histogênese
Histogênese
Mais tarde, formam-se os centros
secundários de ossificação, um
em cada epífise. Esses centros
são semelhantes ao centro
primário da diáfise, mas seu
crescimento é radial em vez de
longitudinal. A porção central do
osso formado nos centros
secundários também contem
medula óssea.
Histogênese
ZONA DE REPOUSO
ZONA DE PROLIFERAÇÃO
ZONA DE CARTILAGEM HIPERTRÓFICA
ZONA DE CARTILAGEM CALCIFICADA
ZONA DE OSSIFICAÇÃO
Crescimento e remodelação
dos ossos
O crescimento e a remodelação normais
dependem de vários fatores
Suficientes quantidades de cálcio e fósforo
devem estar presentes na dieta alimentar do
indivíduo;
Deve-se obter suficiente quantidade de
vitaminas, principalmente vitamina D, que
participa na absorção do cálcio ingerido;
O corpo precisa produzir os hormônios
responsáveis pela atividade do tecido ósseo.
Crescimento e remodelação
dos ossos
PAPEL METABÓLICO DO TECIDO
ÓSSEO
• Contém 99% de cálcio do organismo;
• Mantém a calcemia pelo intercâmbio constante entre
tecido ósseo e sangue;
• Armazenado sob a forma de cristais de hidroxiopatita;
• Paratormônio – atua sobre receptores nos
osteoblastos que param de produzir colágeno e
iniciam a secreção do fator estimulador de
osteoclasto;
• Calcitonina – efeito inibidor sobre osteoclasto.
Raquitismo
Osteosteoporose
• São classificadas em:
• Sinartroses
 Sinostoses
 Sincondroses
 Sindesmoses
• Diartroses
Articulações
Articulação é a união de dois ou mais ossos para
permitir o movimento entre eles.
Sinartroses
• Ossos chatos do
crânio, e sacro
• União dos ossos
realizada por tecido
conjuntivo denso em
crianças e
adultos.
• Sincondroses
• Primeira costela com
o esterno.
• União dos ossos por
cartilagem hialina.
• Sindesmoses
• Sindesmose tíbio-
fibular e sindesmose
radio-ulnar.
• União dos ossos por
tecido conjuntivo
denso.
• Sinostoses
• Articulações dotadas de grande mobilidade;
• Também chamada de Articulações Sinoviais;
Diartroses
• Articulação Temporo-Mandibular – ATM
• Coluna vertebral
• Ombro
• Cotovelo
• Punho
• Quadril
• Joelho
• Tornozelo
São encontradas na:
Obrigada!
• JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José.
Histologia Básica. 11 ed. – Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan. 2008
• Kohji Saiki. Osteoblastos y osteoclastos -
Osteoblasts and Osteoclasts_(480p).
Disponível em:
<www.ssyoutube.com/watch?v=xhyduItcNVs>
Publicado em 5 de abr de 2013. Acessado em:
07 de maio de 2016.
REFERÊNCIAS