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LUCILLE FANINI
MARIA CECILIA BRESOLIN ARAUJO
RAFAELA ROMAN DE FARIA
RENATE MICHEL
Origem do trabalho
(Problema de Pesquisa)
 Ambiente acadêmico onde se prioriza o ensino
tradicional;
 Utilizando a perspectiva de Freire, Rogers e os
princípios da Andragogia;
 Questionamento.
Objetivos
GERAL
 Identificar as fases de desenvolvimento do grupo na disciplina
Laboratório de Desenvolvimento Profissional por meio de análise dos
relatórios finais.
ESPECÍFICOS
 Identificar as aprendizagens citadas pelos alunos;
 Reconhecer as reações às mudanças apontadas pelos alunos;
 Articular as reações às mudanças e as aprendizagens com a teoria
rogeriana;
 Identificar as limitações dentro do formato deste grupo;
 Sugerir melhorias na estrutura e funcionamento da disciplina.
Método
 Disciplina: 7º período do curso de psicologia de uma
universidade particular.
 Carga Horária: 36 horas aula, com duas horas aula práticas
semanais.
 Não são previstas aulas teóricas para esta disciplina.
 Objetivos: auxiliar no desenvolvimento da competência
pessoal e profissional e instrumentar o aluno sobre as bases
e a dinâmica do relacionamento interpessoal.
 Base teórica: Metodologia do Laboratório de Sensibilidade
(MOSCOVICI, 2010) com foco na tecnologia andragógica.
Processo
Vivencial
Análise
Conceituação
Conexão
Metodologia de Laboratório de Sensibilidade
(Moscovici, 2010)
Método
 Relatórios com as seguintes questões:
1. Como eu cheguei (percepção de si) / como o grupo
chegou (percepção do outro), com fundamentação
teórica.
2. Minhas facilidades/ do grupo e minhas dificuldades/
do grupo, com fundamentação teórica.
3. O que aprendi no processo/ o que o grupo
aprendeu, com fundamentação teórica.
4. Como estou saindo (pontos à observar), com
fundamentação teórica.
Método
 Amostra: 15 relatórios do ano de 2010 que tinham
recebido a nota máxima (dez) pela professora da
disciplina.
 Análise baseada na teoria de Carl Rogers de
desenvolvimento de grupos.
Ensinar para Rogers (1987)
É mais que transmitir conhecimento – é despertar a
curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido.
É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo
passo em busca de novos conhecimentos, visando uma
constante transformação. Assim, o professor passa a ser
considerado um facilitador da aprendizagem, não mais
aquele que transmite conhecimento, e sim aquele que
auxilia os alunos a aprender a viver como indivíduos em
processo de transformação.
Grupo de Encontro
Experiência humana conjunta, de forma planejada
e intensiva que busca o desenvolvimento humano
através das interações recíprocas e os processos
grupais.
Grupo de Encontro - Fases
1. Hesitação, andar a volta
2. Resistência a expressão ou exploração pessoal
3. Descrição de sentimentos passados
4. Expressão de sentimentos negativos
5. Expressão e exploração de material com significado pessoal
6. Expressão de sentimentos interpessoais imediatos no grupo
7. O desenvolvimento de uma capacidade terapêutica no grupo
8. Aceitação do eu e começo da mudança
9. Estalar da fachadas
10. O individuo é objeto de reação (feedback) por parte dos outros
11. Confrontação
12. Relações de ajuda fora das sessões de grupo
13. O encontro básico
14. Expressão de sentimentos positivos e intimidade
15. Mudança de comportamento no grupo
Análise dos Resultados
1. Hesitação, andar a volta
Tendência inicial de confusão, normalmente após o
facilitador declarar a liberdade que o grupo tem em
matéria de organização e de expressão.
“No início não entendi como em tão pouco tempo
poderia de alguma forma me desenvolver
pessoalmente e, por conseguinte qual o propósito
efetivo dessa disciplina”.
1. Hesitação, andar a volta
 Sentimentos contraditórios e que geram confusão e
dúvidas se os objetivos do grupo serão atingidos e
assim como será a participação de cada.
 Participação é hesitante: se visualiza as possibilidades
de crescimento mas também há preocupação e receio
em expor pensamentos e sentimentos no grupo.
 “Ser o que realmente se é” não acontece facilmente.
2. Resistência a expressão ou exploração
pessoal
Os participantes do grupo tendem a manifestar algum receio
em revelar e aprofundar o seu mundo interior, preferindo
focar a sua atenção na exterioridade das suas vivências.
Com o decorrer do tempo, alguns membros vão trocando a
exterioridade pela intimidade.
“O grupo inicial era mais fechado, nem todos os colegas
mostraram essa pré-disposição em abrir-se e estar ali
de “corpo e alma” e sim apenas como uma obrigação
de aula, e uma condição para obtenção de nota”
2. Resistência a expressão ou exploração
pessoal
 Receio em expor pensamentos e sentimentos.
 Preocupação sobre a opinião dos outros.
 Apreensão e medo de falar sobre questões que são
consideradas mais íntimas.
 Tendência em revelar ao outro somente aquilo que se quer
revelar e que não é ameaçador ou de ficar em silêncio.
 Ambivalência: oportunidade de crescimento e preocupação
com a exposição e o risco que isso representa.
3. Descrição de sentimentos passados
Apesar da ambivalência quanto a confiança no grupo e o
risco de se abrir, os participantes começam a expressar
os seus sentimentos com maior freqüência.
“Meu sentimento é de que minhas experiências
anteriores foram dolorosas e tenho que tentar
novamente, para ser apreciado, e livrar-me da
ansiedade por ser rejeitado e não querido.”
3. Descrição de sentimentos passados
 Poucas frases forem relatadas.
 Hipótese: o grupo não chegou a entrar de forma mais
aprofundada nessa fase pela presença de pessoas que
não faziam parte do grupo de amigos mais próximos.
4. Expressão de sentimentos negativos
Ao entrar nesta fase, o grupo tende a expressar não
apenas os sentimentos relativos ao passado e a
situações externas ao grupo, mas ao aqui e agora da
vida grupal. A atenção dos integrantes do grupo vira-se
para os outros participantes.
Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase
ilustrativa desta fase do processo de grupo.
4. Expressão de sentimentos negativos
 Posicionamentos que questionavam o papel do líder
no grupo, dúvidas sobre os objetivos e das possíveis
aprendizagens nas técnicas propostas.
 Expressão de sentimentos negativos é uma forma de
avaliar a liberdade e confiança no grupo.
 Hipótese: o grupo ainda não era considerado um lugar
seguro pelo convívio anterior entre os participantes.
5. Expressão e exploração de material com
significado pessoal
Esta fase caracteriza-se por uma tendência dos
participantes em confiarem gradualmente no próprio
grupo e em considerá-lo como seu.
“Depois eu sentia a vontade ou necessidade de
expor o que estava sentido, pensando, ou que eu
havia elaborado nos momentos de reflexão.”
5. Expressão e exploração de material com
significado pessoal
 Apenas uma frase.
 Possibilidade de expressão pela confiança que vai se
desenvolvendo no grupo e que surgem a partir de uma
analise mais profunda do eu.
 Processo que não é fácil e nem sempre o grupo, na sua
totalidade, é receptivo a tais confidencias.
 Hipótese: existia algum grau de liberdade mais ainda
assim é uma liberdade arriscada.
6. Expressão de sentimentos interpessoais
imediatos no grupo
A partir desta fase, a confiança no grupo cresce e
possibilita a expressão de sentimentos, positivos e
negativos, por parte de seus integrantes.
“Acredito que o grupo aprendeu a se expressar, a se
conhecer como grupo, e visualizar que lugar que
cada um representa dentro desse grupo. Alguns
“preconceitos” que existiam dentro do grupo
também foi mudado, algumas pessoas que eram
vistas como antipáticas ou bravas, puderam se
apresentar diante do grupo de uma outra forma.”
6. Expressão de sentimentos interpessoais
imediatos no grupo
 Expressões gerais, sem definir algum membro
específico do grupo.
 Não há identificação de quais pessoas e em quais
situações especificamente isso incomodou, também
não houve registro de identificação positiva com
algum participante.
 Hipótese: número de participantes do grupo
influenciou na participação dos integrantes.
7. O desenvolvimento de uma capacidade
terapêutica no grupo
Frequentemente é possível observar a preocupação e a
dedicação de alguns participantes em apoiar ou
clarificar os sentimentos que por vezes aparecem de
forma abrupta em outros participantes.
“Em momentos onde algumas pessoas se sentiram a
vontade em falar algo, a mais, do que a técnica
pedia, a maioria do grupo, inclusive eu, ouvíamos
o colega e ate carinhosamente o amparamos com
olhar ou contato físico.”
7. O desenvolvimento de uma capacidade
terapêutica no grupo
 Demonstração, de algum modo, do acolhimento do o
sofrimento dos demais que é feito de uma forma
simples e útil (ex: um olhar, de contato físico) mas que
apresenta um resultado terapêutico.
 Cria a possibilidade de manifestação mais completas e
de ser acolhido e compreendido pelo grupo.
 Aceitação incondicional positiva: total
disponibilidade, acolhimento e escuta integral.
8. Aceitação do eu e começo da mudança
A sensação de maior verdade e autenticidade predomina nesta
fase, quando o participante aprende aceitar-se como ele é e não
como os outros gostariam que ele fosse, ocorre a possibilidade de
mudança e do seu desenvolvimento pessoal.
“Acredito que eu esteja mais consciente sobre como a minha
forma de reagir nas situações interfere em um contexto
maior, da mesma forma como as situações interferem na
minha forma de ação. Também aprendi a me aceitar, a
aceitar o que eu penso diante de algumas situações, a não
ter receio de demonstrar meus sentimentos se existe um
fator que me afeta, a compartilhar minha opinião com as
pessoas próximas a mim, bem como a me relacionar com
pessoas que não estejam na minha - zona de conforto”.
8. Aceitação do eu e começo da mudança
 Permite que o indivíduo aprenda com ele mesmo e
inicie o processo de mudança.
 Permite que se vivencie as situações do grupo com
mais autencidade e menos rigidez.
 Possibilidade de atuar de forma diferente a partir da
análise feita ou da utilização do que a princípio era
considerado como um problema, a favor do seu
desenvolvimento pessoal e profissional.
9. Estalar da fachadas
O grupo começa a ficar menos tolerante com aqueles
que continuam tentando dissimular seus sentimentos
e passam a encorajar manifestações de autenticidade.
O grupo considera inaceitável que algum membro viva
escondido atrás de uma máscara.
“Pude aproveitar de descobertas pessoais e me
desvincular de máscaras que utilizava de maneira
errada.”
9. Estalar da fachadas
 Algumas tentativas em direção ao um encontro mais
profundo, onde as máscaras vão sendo deixadas de
lado, onde há maior expressão de sentimentos dos
participantes diante das vivências e do relacionamento com
o grupo.
 Impaciência com as defesas e que cada um no grupo seja ele
próprio.
 Tentativas para que as “fachadas” do grupo caíssem, mas
poucas mudanças parecem ter acontecido, e o grupo seguiu
com algumas de suas defesas.
 Por outro lado alguns participantes já apresentam maior
congruencia
10. O individuo é objeto de reação (feedback) por
parte dos outros
Em virtude do tempo decorrido e das vivências pessoais e
coletivas proporcionadas pelo grupo, os participantes
tornam-se por vezes alvo das percepções e
considerações que os outros fazem ou pretendem fazer
de si.
“Através do feedback os participantes puderam
aprender a ser receptíveis a criticas negativas e
positivas e aprender com elas.”
10. O individuo é objeto de reação (feedback) por
parte dos outros
 Oportunidades para os participantes conhecerem a forma
como eram vistos pelos outros e entrar em contato com
características pessoais que são apreciadas e valorizadas
pelo grupo.
 Possibilidade de aumentar a compreensão que cada um tem
sobre si mesmo.
 Feedbacks positivos e afetuosos.
 Feedbacks avaliados como negativos e que não
proporcionaram oportunidade de crescimento pessoal que
podem ser entendidos como informações que naquele
momento não estavam de acordo com o contexto de
desenvolvimento do grupo.
11. Confrontação
Podem surgir entre dois ou mais participantes, por
muitas vezes de forma não pacífica. Além disso, podem
ser espontâneos e de resolução imediata ou resultado
de processos mais elaborados e de resolução mais
retardada.
Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase
ilustrativa desta fase do processo de grupo.
11. Confrontação
 Hipótese: os feedbacks que ocorreram no grupo não
chegaram a serem profundos o suficiente para serem
considerações como uma confrontação.
 Não foi possível as pessoas se posicionaram em pé de
igualdade.
12. Relações de ajuda fora das sessões
de grupo
As relações de ajuda, compreensão, atenção, experiência
e apoio mutuo podem ocorrer dentro e fora do grupo.
Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase
ilustrativa desta fase do processo de grupo.
12. Relações de ajuda fora das sessões
de grupo
 É provável que essas relações de ajudam
ocorram, porém esse auxílio pode já fazer parte do
grupo pelo tipo relacionamento anterior.
 A estrutura do relatório pode não ter permitiu a
expressão desse tipo de atitude.
13. O encontro básico
Quando os sentimentos são profundos e sinceramente
expressos entre as pessoas ocorre uma mudança
significativa no contexto dessa relação, mudança que as
pode levar ao seu pleno desenvolvimento.
“Concluo que o aprendizado do grupo foi no sentido de
que todos nos despimos dos nossos preconceitos, da
nossa fala e exercitamos nossa empatia e escuta para
receber o outro e compartilhar as experiências da
forma mais verdadeira possível.”
13. O encontro básico
 Proximidade que se chegou entre membros mesmo
sem a existência de um contato, como esse no
grupo anteriormente.
 Encontro EU-TU, permite aprendizagens ligadas
aos outros e aprendizagens pessoais.
14. Expressão de sentimentos positivos e
intimidade
Estabelece-se entre os participantes do grupo um
sentimento de calor humano, um espírito de grupo e a
confiança que lhes permite manifestar não só atitudes
positivas como também sentimentos verdadeiros.
“O grupo aprendeu que é preciso respeitar as
diferenças; aceitar o que os outros dizem sobre você
e que se falam o que você não concorda a culpa não
é do outro, é nossa que passamos o que não
queremos. Aprendeu que cada um tem seu lugar
dentro do grupo e que por menor que ele seja ele é
importante para todos, que todos têm qualidades.”
14. Expressão de sentimentos positivos e
intimidade
 Aumento da confiança no grupo,
 Relação onde há uma sensação crescente de calor
humano e espírito de grupo.
 Permite verificar algum grau de intimidade entre
os participantes e a aceitação das diferentes formas
de ser e pensar dos membros dá um tom pessoal
nas relações que se estabeleceram.
15. Mudança de comportamento no grupo
As mudanças comportamentais ocorridas durante e
depois da ação de formação grupal podem ser muitas e
normalmente são sutis, contudo podem ser positivas
para os seus participantes.
Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase
ilustrativa desta fase do processo de grupo.
15. Mudança de comportamento no grupo
 Acredita-se que os alunos centraram seus relatórios no
processo individual o que é concordante com a
orientação da professora que, apesar de trabalhar em
grupo, tinha um foco mais individual.
Sabendo-se que os relatórios analisados referiam-se a
um grupo fundamentado na andragogia e mais
especificamente na estrutura de Laboratório Vivencial
proposto por Moscovici, é evidente a identificação de
alguns dos processos de grupos propostos por Rogers,
principalmente sua posição educativa que, afirma o
lugar central da experiência e das reflexões pessoais na
construção de si mesmo.
A mudança de postura e participação que logo de
início é apresentada desencadeia toda uma série
de sentimentos, aos quais cada um reage
conforme sua bagagem
pessoal, mas, progressivamente vai se
aproveitando do grupo e desenvolvendo novas
possibilidades.
Fica evidente que o grupo sente-se mais
mobilizado em algumas fases, pois mesmo não
tendo sido solicitado explicitamente para a
confecção dos relatórios, as referencias as essas
fase são volumosas.
Apesar de terem recebido nota dez por terem
respeitado a estrutura do relatório final, é
evidente, pela qualidade dos relatos, que os alunos
alcançaram diferentes fases de desenvolvimento
dentro do grupo, assim percebe-se que dentro de
um grupo de desenvolvimento alcançar ou não
determinadas fases não significa errar ou
acertar, pois naquele grupo, naquele momento e
com aquelas condições, aquilo foi o possível.
A passagem nas diferentes fases presentes num processo de
grupo passa pela construção da confiança que vai se
estabelecendo no grupo a partir da expressão e aceitação dos
sentimentos e pensamento de cada participante que gera
intimidade e relações mais próximas.
Embora seja possível identificar a presença de muitas das fases
no presente grupo, o que demonstra certo grau de confiança
conquistada no grupo, é possível também afirmar que nem
todas as fases ocorreram na profundidade descrita pelo autor.
Paralelos com os pressupostos de Rogers:
• Verificação da sua posição educativa que afirma a
importância da experiência e da reflexão pessoais na
construção de si mesmo.
• Importância de aprender sobre si mesmo para auxiliar no
processo de desenvolvimento do profissional psicólogo .
• Colocar o Eu a serviço de descobrir o que é necessário ser
aprendido.
• Sugestões do grupo de pesquisa para a disciplina:
• Maior descentralização da figura do professor
• Inclusão do jornal falado
• Maior tempo ao final das vivências para a
elaboração do processo no grupo.
• Centralização no processo do grupo.
REFERÊNCIAS
 DeAquino, C. T. E. Como aprender: Andragogia e as habilidades de
aprendizagem. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
 Delors, J. Educação: Um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2000
 Fonseca, M. J. M. www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf acessado em
06 de abril de 2011 as 14:37.
 Freire, P. Educação como prática da liberdade. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1987
 Gauthier, C.; Tardif, M. A pedagogia – teorias e práticas da
antiguidade aos nossos dias. Petropolis: Vozes, 2010.
 Moscovici, F. Desenvolvimento Interpessoal: Treinamento em grupo.
Rio de Janeiro: J.Olympio, 2010
 Rogers, C. R. Grupos de encontro. 5 ed. São Paulo: M.Fontes,1987.
 Rogers, C. R. Tornar-se pessoa. 5 ed. São Paulo: M. Fontes,1997.
Tcc04deagosto2011

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Tcc04deagosto2011

  • 1. LUCILLE FANINI MARIA CECILIA BRESOLIN ARAUJO RAFAELA ROMAN DE FARIA RENATE MICHEL
  • 2. Origem do trabalho (Problema de Pesquisa)  Ambiente acadêmico onde se prioriza o ensino tradicional;  Utilizando a perspectiva de Freire, Rogers e os princípios da Andragogia;  Questionamento.
  • 3. Objetivos GERAL  Identificar as fases de desenvolvimento do grupo na disciplina Laboratório de Desenvolvimento Profissional por meio de análise dos relatórios finais. ESPECÍFICOS  Identificar as aprendizagens citadas pelos alunos;  Reconhecer as reações às mudanças apontadas pelos alunos;  Articular as reações às mudanças e as aprendizagens com a teoria rogeriana;  Identificar as limitações dentro do formato deste grupo;  Sugerir melhorias na estrutura e funcionamento da disciplina.
  • 4. Método  Disciplina: 7º período do curso de psicologia de uma universidade particular.  Carga Horária: 36 horas aula, com duas horas aula práticas semanais.  Não são previstas aulas teóricas para esta disciplina.  Objetivos: auxiliar no desenvolvimento da competência pessoal e profissional e instrumentar o aluno sobre as bases e a dinâmica do relacionamento interpessoal.  Base teórica: Metodologia do Laboratório de Sensibilidade (MOSCOVICI, 2010) com foco na tecnologia andragógica.
  • 6. Método  Relatórios com as seguintes questões: 1. Como eu cheguei (percepção de si) / como o grupo chegou (percepção do outro), com fundamentação teórica. 2. Minhas facilidades/ do grupo e minhas dificuldades/ do grupo, com fundamentação teórica. 3. O que aprendi no processo/ o que o grupo aprendeu, com fundamentação teórica. 4. Como estou saindo (pontos à observar), com fundamentação teórica.
  • 7. Método  Amostra: 15 relatórios do ano de 2010 que tinham recebido a nota máxima (dez) pela professora da disciplina.  Análise baseada na teoria de Carl Rogers de desenvolvimento de grupos.
  • 8. Ensinar para Rogers (1987) É mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo passo em busca de novos conhecimentos, visando uma constante transformação. Assim, o professor passa a ser considerado um facilitador da aprendizagem, não mais aquele que transmite conhecimento, e sim aquele que auxilia os alunos a aprender a viver como indivíduos em processo de transformação.
  • 9. Grupo de Encontro Experiência humana conjunta, de forma planejada e intensiva que busca o desenvolvimento humano através das interações recíprocas e os processos grupais.
  • 10. Grupo de Encontro - Fases 1. Hesitação, andar a volta 2. Resistência a expressão ou exploração pessoal 3. Descrição de sentimentos passados 4. Expressão de sentimentos negativos 5. Expressão e exploração de material com significado pessoal 6. Expressão de sentimentos interpessoais imediatos no grupo 7. O desenvolvimento de uma capacidade terapêutica no grupo 8. Aceitação do eu e começo da mudança 9. Estalar da fachadas 10. O individuo é objeto de reação (feedback) por parte dos outros 11. Confrontação 12. Relações de ajuda fora das sessões de grupo 13. O encontro básico 14. Expressão de sentimentos positivos e intimidade 15. Mudança de comportamento no grupo
  • 12. 1. Hesitação, andar a volta Tendência inicial de confusão, normalmente após o facilitador declarar a liberdade que o grupo tem em matéria de organização e de expressão. “No início não entendi como em tão pouco tempo poderia de alguma forma me desenvolver pessoalmente e, por conseguinte qual o propósito efetivo dessa disciplina”.
  • 13. 1. Hesitação, andar a volta  Sentimentos contraditórios e que geram confusão e dúvidas se os objetivos do grupo serão atingidos e assim como será a participação de cada.  Participação é hesitante: se visualiza as possibilidades de crescimento mas também há preocupação e receio em expor pensamentos e sentimentos no grupo.  “Ser o que realmente se é” não acontece facilmente.
  • 14. 2. Resistência a expressão ou exploração pessoal Os participantes do grupo tendem a manifestar algum receio em revelar e aprofundar o seu mundo interior, preferindo focar a sua atenção na exterioridade das suas vivências. Com o decorrer do tempo, alguns membros vão trocando a exterioridade pela intimidade. “O grupo inicial era mais fechado, nem todos os colegas mostraram essa pré-disposição em abrir-se e estar ali de “corpo e alma” e sim apenas como uma obrigação de aula, e uma condição para obtenção de nota”
  • 15. 2. Resistência a expressão ou exploração pessoal  Receio em expor pensamentos e sentimentos.  Preocupação sobre a opinião dos outros.  Apreensão e medo de falar sobre questões que são consideradas mais íntimas.  Tendência em revelar ao outro somente aquilo que se quer revelar e que não é ameaçador ou de ficar em silêncio.  Ambivalência: oportunidade de crescimento e preocupação com a exposição e o risco que isso representa.
  • 16. 3. Descrição de sentimentos passados Apesar da ambivalência quanto a confiança no grupo e o risco de se abrir, os participantes começam a expressar os seus sentimentos com maior freqüência. “Meu sentimento é de que minhas experiências anteriores foram dolorosas e tenho que tentar novamente, para ser apreciado, e livrar-me da ansiedade por ser rejeitado e não querido.”
  • 17. 3. Descrição de sentimentos passados  Poucas frases forem relatadas.  Hipótese: o grupo não chegou a entrar de forma mais aprofundada nessa fase pela presença de pessoas que não faziam parte do grupo de amigos mais próximos.
  • 18. 4. Expressão de sentimentos negativos Ao entrar nesta fase, o grupo tende a expressar não apenas os sentimentos relativos ao passado e a situações externas ao grupo, mas ao aqui e agora da vida grupal. A atenção dos integrantes do grupo vira-se para os outros participantes. Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase ilustrativa desta fase do processo de grupo.
  • 19. 4. Expressão de sentimentos negativos  Posicionamentos que questionavam o papel do líder no grupo, dúvidas sobre os objetivos e das possíveis aprendizagens nas técnicas propostas.  Expressão de sentimentos negativos é uma forma de avaliar a liberdade e confiança no grupo.  Hipótese: o grupo ainda não era considerado um lugar seguro pelo convívio anterior entre os participantes.
  • 20. 5. Expressão e exploração de material com significado pessoal Esta fase caracteriza-se por uma tendência dos participantes em confiarem gradualmente no próprio grupo e em considerá-lo como seu. “Depois eu sentia a vontade ou necessidade de expor o que estava sentido, pensando, ou que eu havia elaborado nos momentos de reflexão.”
  • 21. 5. Expressão e exploração de material com significado pessoal  Apenas uma frase.  Possibilidade de expressão pela confiança que vai se desenvolvendo no grupo e que surgem a partir de uma analise mais profunda do eu.  Processo que não é fácil e nem sempre o grupo, na sua totalidade, é receptivo a tais confidencias.  Hipótese: existia algum grau de liberdade mais ainda assim é uma liberdade arriscada.
  • 22. 6. Expressão de sentimentos interpessoais imediatos no grupo A partir desta fase, a confiança no grupo cresce e possibilita a expressão de sentimentos, positivos e negativos, por parte de seus integrantes. “Acredito que o grupo aprendeu a se expressar, a se conhecer como grupo, e visualizar que lugar que cada um representa dentro desse grupo. Alguns “preconceitos” que existiam dentro do grupo também foi mudado, algumas pessoas que eram vistas como antipáticas ou bravas, puderam se apresentar diante do grupo de uma outra forma.”
  • 23. 6. Expressão de sentimentos interpessoais imediatos no grupo  Expressões gerais, sem definir algum membro específico do grupo.  Não há identificação de quais pessoas e em quais situações especificamente isso incomodou, também não houve registro de identificação positiva com algum participante.  Hipótese: número de participantes do grupo influenciou na participação dos integrantes.
  • 24. 7. O desenvolvimento de uma capacidade terapêutica no grupo Frequentemente é possível observar a preocupação e a dedicação de alguns participantes em apoiar ou clarificar os sentimentos que por vezes aparecem de forma abrupta em outros participantes. “Em momentos onde algumas pessoas se sentiram a vontade em falar algo, a mais, do que a técnica pedia, a maioria do grupo, inclusive eu, ouvíamos o colega e ate carinhosamente o amparamos com olhar ou contato físico.”
  • 25. 7. O desenvolvimento de uma capacidade terapêutica no grupo  Demonstração, de algum modo, do acolhimento do o sofrimento dos demais que é feito de uma forma simples e útil (ex: um olhar, de contato físico) mas que apresenta um resultado terapêutico.  Cria a possibilidade de manifestação mais completas e de ser acolhido e compreendido pelo grupo.  Aceitação incondicional positiva: total disponibilidade, acolhimento e escuta integral.
  • 26. 8. Aceitação do eu e começo da mudança A sensação de maior verdade e autenticidade predomina nesta fase, quando o participante aprende aceitar-se como ele é e não como os outros gostariam que ele fosse, ocorre a possibilidade de mudança e do seu desenvolvimento pessoal. “Acredito que eu esteja mais consciente sobre como a minha forma de reagir nas situações interfere em um contexto maior, da mesma forma como as situações interferem na minha forma de ação. Também aprendi a me aceitar, a aceitar o que eu penso diante de algumas situações, a não ter receio de demonstrar meus sentimentos se existe um fator que me afeta, a compartilhar minha opinião com as pessoas próximas a mim, bem como a me relacionar com pessoas que não estejam na minha - zona de conforto”.
  • 27. 8. Aceitação do eu e começo da mudança  Permite que o indivíduo aprenda com ele mesmo e inicie o processo de mudança.  Permite que se vivencie as situações do grupo com mais autencidade e menos rigidez.  Possibilidade de atuar de forma diferente a partir da análise feita ou da utilização do que a princípio era considerado como um problema, a favor do seu desenvolvimento pessoal e profissional.
  • 28. 9. Estalar da fachadas O grupo começa a ficar menos tolerante com aqueles que continuam tentando dissimular seus sentimentos e passam a encorajar manifestações de autenticidade. O grupo considera inaceitável que algum membro viva escondido atrás de uma máscara. “Pude aproveitar de descobertas pessoais e me desvincular de máscaras que utilizava de maneira errada.”
  • 29. 9. Estalar da fachadas  Algumas tentativas em direção ao um encontro mais profundo, onde as máscaras vão sendo deixadas de lado, onde há maior expressão de sentimentos dos participantes diante das vivências e do relacionamento com o grupo.  Impaciência com as defesas e que cada um no grupo seja ele próprio.  Tentativas para que as “fachadas” do grupo caíssem, mas poucas mudanças parecem ter acontecido, e o grupo seguiu com algumas de suas defesas.  Por outro lado alguns participantes já apresentam maior congruencia
  • 30. 10. O individuo é objeto de reação (feedback) por parte dos outros Em virtude do tempo decorrido e das vivências pessoais e coletivas proporcionadas pelo grupo, os participantes tornam-se por vezes alvo das percepções e considerações que os outros fazem ou pretendem fazer de si. “Através do feedback os participantes puderam aprender a ser receptíveis a criticas negativas e positivas e aprender com elas.”
  • 31. 10. O individuo é objeto de reação (feedback) por parte dos outros  Oportunidades para os participantes conhecerem a forma como eram vistos pelos outros e entrar em contato com características pessoais que são apreciadas e valorizadas pelo grupo.  Possibilidade de aumentar a compreensão que cada um tem sobre si mesmo.  Feedbacks positivos e afetuosos.  Feedbacks avaliados como negativos e que não proporcionaram oportunidade de crescimento pessoal que podem ser entendidos como informações que naquele momento não estavam de acordo com o contexto de desenvolvimento do grupo.
  • 32. 11. Confrontação Podem surgir entre dois ou mais participantes, por muitas vezes de forma não pacífica. Além disso, podem ser espontâneos e de resolução imediata ou resultado de processos mais elaborados e de resolução mais retardada. Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase ilustrativa desta fase do processo de grupo.
  • 33. 11. Confrontação  Hipótese: os feedbacks que ocorreram no grupo não chegaram a serem profundos o suficiente para serem considerações como uma confrontação.  Não foi possível as pessoas se posicionaram em pé de igualdade.
  • 34. 12. Relações de ajuda fora das sessões de grupo As relações de ajuda, compreensão, atenção, experiência e apoio mutuo podem ocorrer dentro e fora do grupo. Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase ilustrativa desta fase do processo de grupo.
  • 35. 12. Relações de ajuda fora das sessões de grupo  É provável que essas relações de ajudam ocorram, porém esse auxílio pode já fazer parte do grupo pelo tipo relacionamento anterior.  A estrutura do relatório pode não ter permitiu a expressão desse tipo de atitude.
  • 36. 13. O encontro básico Quando os sentimentos são profundos e sinceramente expressos entre as pessoas ocorre uma mudança significativa no contexto dessa relação, mudança que as pode levar ao seu pleno desenvolvimento. “Concluo que o aprendizado do grupo foi no sentido de que todos nos despimos dos nossos preconceitos, da nossa fala e exercitamos nossa empatia e escuta para receber o outro e compartilhar as experiências da forma mais verdadeira possível.”
  • 37. 13. O encontro básico  Proximidade que se chegou entre membros mesmo sem a existência de um contato, como esse no grupo anteriormente.  Encontro EU-TU, permite aprendizagens ligadas aos outros e aprendizagens pessoais.
  • 38. 14. Expressão de sentimentos positivos e intimidade Estabelece-se entre os participantes do grupo um sentimento de calor humano, um espírito de grupo e a confiança que lhes permite manifestar não só atitudes positivas como também sentimentos verdadeiros. “O grupo aprendeu que é preciso respeitar as diferenças; aceitar o que os outros dizem sobre você e que se falam o que você não concorda a culpa não é do outro, é nossa que passamos o que não queremos. Aprendeu que cada um tem seu lugar dentro do grupo e que por menor que ele seja ele é importante para todos, que todos têm qualidades.”
  • 39. 14. Expressão de sentimentos positivos e intimidade  Aumento da confiança no grupo,  Relação onde há uma sensação crescente de calor humano e espírito de grupo.  Permite verificar algum grau de intimidade entre os participantes e a aceitação das diferentes formas de ser e pensar dos membros dá um tom pessoal nas relações que se estabeleceram.
  • 40. 15. Mudança de comportamento no grupo As mudanças comportamentais ocorridas durante e depois da ação de formação grupal podem ser muitas e normalmente são sutis, contudo podem ser positivas para os seus participantes. Não foi encontrada nos relatórios nenhuma frase ilustrativa desta fase do processo de grupo.
  • 41. 15. Mudança de comportamento no grupo  Acredita-se que os alunos centraram seus relatórios no processo individual o que é concordante com a orientação da professora que, apesar de trabalhar em grupo, tinha um foco mais individual.
  • 42. Sabendo-se que os relatórios analisados referiam-se a um grupo fundamentado na andragogia e mais especificamente na estrutura de Laboratório Vivencial proposto por Moscovici, é evidente a identificação de alguns dos processos de grupos propostos por Rogers, principalmente sua posição educativa que, afirma o lugar central da experiência e das reflexões pessoais na construção de si mesmo.
  • 43. A mudança de postura e participação que logo de início é apresentada desencadeia toda uma série de sentimentos, aos quais cada um reage conforme sua bagagem pessoal, mas, progressivamente vai se aproveitando do grupo e desenvolvendo novas possibilidades.
  • 44. Fica evidente que o grupo sente-se mais mobilizado em algumas fases, pois mesmo não tendo sido solicitado explicitamente para a confecção dos relatórios, as referencias as essas fase são volumosas.
  • 45. Apesar de terem recebido nota dez por terem respeitado a estrutura do relatório final, é evidente, pela qualidade dos relatos, que os alunos alcançaram diferentes fases de desenvolvimento dentro do grupo, assim percebe-se que dentro de um grupo de desenvolvimento alcançar ou não determinadas fases não significa errar ou acertar, pois naquele grupo, naquele momento e com aquelas condições, aquilo foi o possível.
  • 46. A passagem nas diferentes fases presentes num processo de grupo passa pela construção da confiança que vai se estabelecendo no grupo a partir da expressão e aceitação dos sentimentos e pensamento de cada participante que gera intimidade e relações mais próximas. Embora seja possível identificar a presença de muitas das fases no presente grupo, o que demonstra certo grau de confiança conquistada no grupo, é possível também afirmar que nem todas as fases ocorreram na profundidade descrita pelo autor.
  • 47. Paralelos com os pressupostos de Rogers: • Verificação da sua posição educativa que afirma a importância da experiência e da reflexão pessoais na construção de si mesmo. • Importância de aprender sobre si mesmo para auxiliar no processo de desenvolvimento do profissional psicólogo . • Colocar o Eu a serviço de descobrir o que é necessário ser aprendido.
  • 48. • Sugestões do grupo de pesquisa para a disciplina: • Maior descentralização da figura do professor • Inclusão do jornal falado • Maior tempo ao final das vivências para a elaboração do processo no grupo. • Centralização no processo do grupo.
  • 49. REFERÊNCIAS  DeAquino, C. T. E. Como aprender: Andragogia e as habilidades de aprendizagem. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.  Delors, J. Educação: Um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2000  Fonseca, M. J. M. www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf acessado em 06 de abril de 2011 as 14:37.  Freire, P. Educação como prática da liberdade. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987  Gauthier, C.; Tardif, M. A pedagogia – teorias e práticas da antiguidade aos nossos dias. Petropolis: Vozes, 2010.  Moscovici, F. Desenvolvimento Interpessoal: Treinamento em grupo. Rio de Janeiro: J.Olympio, 2010  Rogers, C. R. Grupos de encontro. 5 ed. São Paulo: M.Fontes,1987.  Rogers, C. R. Tornar-se pessoa. 5 ed. São Paulo: M. Fontes,1997.