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Dinastia, segundo os dicionários, é uma sucessão de soberanos, pertencentes à
mesma família, por diversas gerações. James D. Tabor, cuja capa de seu livro
acima, publicado sobre Jesus, e que nada fala sobre dinastia, senão o
impróprio título, diferentemente de mim, é um professor do Departamento de
Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte, em Charlotte, onde
leciona desde 1989. Possui doutorado em Estudos Bíblicos, conferido
pela Universidade de Chicago, e é tido como especialista nos Manuscritos do
Mar Morto e nas origens do cristianismo.

Neste seu livro, Tabor dedica o Capítulo 3 inteiro, intitulado Teria Jesus um
pai desconhecido?, ao túmulo romano encontrado na Alemanha contendo a
lápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera que serviu não só de
inspiração para o meu livro intitulado O Mito Jesus – O Pantera, como
também, como forma de descobrir a identidade do pai biológico de Jesus.

Contudo, Tabor, ainda que professor do Departamento de Estudos Religiosos
da Universidade da Carolina do Norte, e, detentor de doutorado em Estudos
Bíblicos, o que o coloca em um patamar infinitamente superior ao meu que
não sou professor de coisa alguma em universidade alguma e, muito menos
detentor de doutorado, limitou-se a afirmar o óbvio, que Jesus era filho
ilegítimo de pai desconhecido e que Maria, teria tido um affair antes de seu
casamento com José, com este tal sujeito desconhecido que poderia ser o tal
desconhecido Pantera da inscrição da lápide do túmulo.

Mais ainda, Tabor, quando soube da existência de tal lápide com a dita
inscrição, imediatamente comprou uma passagem aérea para a Alemanha para
investigá-la pessoalmente in locu.

Eu, ao contrário, sem sair da minha casa, sem as prerrogativas acadêmicas e
sem os recursos para ele disponíveis, fui muito mais longe a ponto de
descobrir a identidade do tal desconhecido Pantera. Infelizmente, por não
possuir as credenciais de Tabor, não disponho da facilidade para publicação
do meu trabalho com vínculo editorial o que me traria poder de divulgação e
distribuição para que o meu trabalho seja pelo menos discutido, ao contrário
dele, só pelo fato de ser um professor norte americano com doutorado, o que o
transforma num ícone sapiens invulnerável.

Contudo, como poderia eu, sem qualificações acadêmicas algumas que me
credenciem, ter a ousada pretensão de ser considerado pelo meio acadêmico?
Mesmo porque, ainda que as tivesse, não o seria pelo mesmo motivo que a
renomada especialista Dra. Bárbara Thiering, teóloga, exegeta bíblica e
especialista nos primórdios da Igreja Cristã, graduada na Austrália pela
Universidade de Sidney, detentora de Bachelor of Divinity (B.D.) pela
Universidade de Londres, Master of Theology (M. Th.) pelo Melbourne
College of Divinity e um Ph.d. pela Universidade de Sidney e professora desta
Universidade, não o foi em seu estudo reinterpretando os Evangelhos
aplicando a metodologia Pesher dos DSS (Dead Sea Scrolls ou Documentos
do Mar Morto).

A Dra. Bárbara Thiering, com toda a sua qualificação e conhecimento, ainda
que suas conclusões sobre seu estudo sobre Jesus e os Evangelhos, todas
baseadas na metodologia Pesher dos Documentos do Mar Morto, não sejam
aceitas pelo academicismo instituído, desafia-o em seu livro Jesus the Man
(Jesus o Homem) cuja sinopse é a seguinte:

      Jesus era o líder de uma facção radical de sacerdotes
      essênios. Ele não era de nascimento virgem. Ele não
      morreu na cruz. Ele se casou com Maria Madalena,
      pai de uma família, e depois se divorciou. Ele
      morreu algum tempo depois de 64 dC. Esta versão
      controversa da vida de Cristo não é o produto de
      uma mente que quer desmascarar o cristianismo.
      Barbara Thiering é uma teóloga e uma estudiosa
      bíblica. Mas, depois de mais de vinte anos de estudo,
      próximo do Mar Morto e dos Evangelhos, ela
      desenvolveu uma teoria revolucionária que, apesar
      de defender a fé fundamental do cristianismo,
      desafia muitas de suas crenças arraigadas ao
      sobrenatural. “Jesus, o homem”, sem dúvida,
      surpreenderá aqueles para os quais o entendimento
      da história bíblica é imutável e indisputável. Mas
      para as multidões que fascinam-se por novas
      interpretações desta história, o trabalho de Thiering
      será essencial e emocionante.

Os meus três livros estão de acordo com Thiering sob os aspectos de que Jesus
era um essênio, não era de nascimento virgem, não morreu na cruz, casou-se
com Maria Madalena, divorciou-se desta, teve descendência e estava vivo na
época do Imperador Nero, logo, morreu depois de 64 dC.

Aqui, colocarei algumas conclusões importantes atingidas por Tabor em seu
livro e, seguindo-se, fato inédito, pois ninguém jamais o fez, nem mesmo
Thiering, prosseguirei com um resumo baseado em estudos acadêmicos sobre
a factual e histórica identificação não só de Jesus, como de toda “sagrada
família” que, para falar a verdade, de sagrada nada tinha.




Tabor dedica este capítulo inteiro, de título muito sugestivo, ao estudo da
lápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera encontrada num túmulo
em um cemitério romano descoberto na Alemanha em 1859.

Na página 79 deste capítulo Tabor conclui (escaneado do livro):
Neste capítulo, Tabor, com referência ao capítulo anterior, conclui (também
escaneado do livro):




A conclusão atingida pelo autor James Tabor foi a mesma conclusão também
atingida por mim. Entretanto esta conclusão é muito óbvia e, para
mim, não era suficiente; o meu objetivo era desvendar a
identidade factual do pai biológico de Jesus, depois a identidade
de Jesus, a de Madalena e a de José, ou seja, identificar toda a
família.

A identidade do pai biológico de Jesus como sendo o Imperador
Tibério César, descoberta por mim com auxílio da lápide acima e
outros ingredientes, pode ser compreendida melhor com a leitura
do meu livro O Mito Jesus – O Pantera que pode ser adquirido
comigo através do meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br)
por R$ 20,00 + R$ 5,00 de correio ou, para quem mora no Rio de
Janeiro, por R$ 20,00 na Livraria Leonardo da Vinci (Avenida
Rio Branco, Edifício Marquês do Herval, sub-solo).
____________________________________________________________
Continuando, ainda que eu tenha concluído que o Imperador Tibério César
fora o verdadeiro pai biológico de Jesus, dediquei-me a confirmar esta
descoberta por outros meios, quais sejam, através da identificação da mãe de
Jesus, Maria; sim, porque Maria é um nome latino e a mãe de Jesus, por ser
judia, não poderia em hipótese alguma ter um nome latino. Mais ainda, o
Imperador Tibério, por sua posição de elite e poder no Império, jamais teria
um caso com uma plebéia, como quer os românticos cristãos, uma mulher
caminhando com chinelos de dedos levantando poeira pelas ruas e carregando
seu filho montada em um jumento; ao contrário, teria que ser uma mulher
também da elite romana ou judaica, não importa, mas, uma mulher cuja
família também da elite, mantivesse relacionamento íntimo de amizade e
poder com a cúpula romana a ponto de encetar um love affair com um rapaz
de 18 anos, filho adotivo do então Imperador Augusto César.

Durante minhas pesquisas tomei conhecimento de um livro intitulado O
Evangelho de Judas, do autor Simon Mawer, publicado no Brasil pela
Ediouro. A chamada de capa do livro é a que segue apresentada abaixo:




Na 4a capa deste livro de Mawer, como pode ser confirmado abaixo, existe os
seguintes comentários:
Ainda que este livro de Mawer seja um romance de ficção, esta ficção não
pode ter saído do nada, tem que ser obrigatoriamente baseada em algum fato
real, seja ele qual for, mesmo que incorreto; como dizem, toda mentira, lenda,
mito ou ficção são sempre baseados em um núcleo de verdade. De onde
Mawer tirou suas informações? Lendo o miolo do livro, verifiquei que Mawer
afirma o que segue na página 223 (Também escaneado do livro):
Depois de me deparar com este livro, passei a me empenhar em descobrir de
onde Mawer tirou as informações confusas apresentadas acima e lá contidas.

Por mais que eu procurasse não as encontrei em lugar algum; o mais próximo
que cheguei foi ao livro intitulado King Jesus, um romance histórico do
escritor britânico Robert Graves cuja teoria central é a de que Jesus era filho
de Antípater, o filho mais velho de Herodes, o Grande, com sua primeira
esposa Doris, logo, Jesus seria neto de Herodes, o Grande. Ainda assim,
Graves desculpa-se por não colocar em seu livro os motivos ou provas que o
levaram a tal afirmação não ortodoxa sobre a família de Jesus, justificando-se
que seria duas ou três vezes maior que o próprio livro. De qualquer forma, esta
teoria é a que mais se aproxima da de Mawer donde, quem sabe, pode tê-lo
inspirado a colocar Jesus, por mais herético que pareça, como um herodiano,
neto de Herodes, o Grande.

Eu já suspeitava que Jesus estava ligado de alguma forma aos Herodes por
pelo menos dois motivos: primeiro, o escritor judeu Flavio Josefo em
Antiguidades Judaicas capítulo XV afirma:

      Um essênio, de nome Menahem, que levava vida mui virtuosa e era
      louvado por todos e tinha recebido de Deus o dom de predizer as coisas
futuras, vendo Herodes, ainda bastante jovem estudar com crianças de
     sua idade, disse-lhe que ele reinaria sobre os judeus. Herodes julgou que
     ele não o conhecia ou que estava zombando dele, e por isso respondeu-
     lhe que ele via bem que ele desconhecia sua origem e seu nascimento,
     que não eram tão ilustres para fazê-lo esperar tal honra. Menahem
     retrucou-lhe sorrindo e dando-lhe uma palmadinha nas costas: 'Eu vo-lo
     disse e vo-lo digo ainda, que sereis rei e reinareis felizmente, porque
     Deus o quer assim. Lembrai-vos então desta pancadinha que vos acabo
     de dar, para indicar-lhe as diversas mudanças da sorte, e nunca vos
     esqueçais de que um rei deve ter continuamente diante dos olhos a
     piedade que Deus lhe pede, a justiça que ele deve ministrar a todos e o
     amor que ele é obrigado a ter por seus súditos...

Com        respeito    a     este   assunto, na  internet,                em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Menahem%2C_o_ess%C3%A9nio                     é
comentado o que segue:

     Menahem (ou Menachem), dito o essênio, terá sido um líder dos
     essênios ao tempo do Rei Herodes I o Grande. O conhecimento que nos
     chega dele advém de várias fontes. Flávio Josefo refere-se a ele. A
     Mishna e o Talmud de Jerusalém também se referem a um Menahem.
     Alguns investigadores, entre os quais Azaria De Rossi, sugeriram que
     eles sejam a mesma pessoa. Segundo as fontes rabínicas, Menahem era
     membro da corte do Rei Herodes, o que vai ao encontro com o que diz
     Flávio Josefo.

Segundo, um complicador importante aparece na história da origem de
Herodes, o Grande: a nacionalidade de seu pai Antípater que academicamente
é tido como idumeu, mas existem controvérsias como as demonstradas a
seguir, retiradas da internet em http://www.airtonjo.com/historia43.htm:

     Segundo Flávio Josefo, citando Nicolau de Damasco, Antípater seria
     um dos judeus descendentes dos exilados babilônicos. Mas Josefo
     mesmo considera falsa esta informação.

     É a seguinte a informação de Flávio Josefo:

     Nicolau de Damasco fá-lo descender de uma das principais famílias de
     judeus que vieram da Babilônia para a Judéia, mas ele o diz em favor de
     Herodes, seu filho [de Antípater], que a fortuna elevou depois ao trono
     de nossos reis, como veremos a seu tempo.

     Nicolau de Damasco é um historiador nascido, por volta de 64 a.C., em
     Damasco, de uma família importante, pois sabe-se que seu pai exerce
     altas funções políticas na cidade. Nicolau torna-se, em 14 a.C., amigo e
     conselheiro de Herodes, o Grande. Além de escritor prolífico, Nicolau é
também retor e diplomata, representando Herodes em negociações
      decisivas.

      Flávio Josefo acredita que Antípater seja mesmo um idumeu, de origem
      nobre: “Ele era idumeu e o mais poderoso de sua nação, quer pela sua
      descendência, quer pelas suas riquezas e por seu próprio mérito”.

      Contudo, segundo o bispo Eusébio de Cesaréia, tido como o pai da
      história da Igreja, citando Júlio Africano, Antípater é da cidade de
      Ascalon, mas acaba sendo criado entre os idumeus, o que confirma a
      opinião de Josefo a respeito de sua nacionalidade, embora divirja quanto
      a outros dados. Diz Eusébio:

            Salteadores idumeus chegaram de surpresa a Ascalon, cidade da
            Palestina, e levaram da capela de Apolo, construída perto da
            muralha, o pequeno Antípater, filho de um hieródulo [escravo do
            templo], com o resto dos despojos, e o mantiveram preso. Como o
            sacerdote não podia pagar o resgate pelo filho, Antípater foi
            educado segundo os costumes idumeus e, mais tarde, Hircano,
            sumo sacerdote da Judéia, interessou-se por ele.

É muito estranho que um homem famoso como Herodes, o Grande, seja de
origem totalmente desconhecida. Até mesmo Laurence Gardner em cujos
livros apresenta uma enorme quantidade de genealogias cala-se sobre
Herodes. O que estaria sendo subtraído do conhecimento público? E a fama de
maléfico e assassino de criançinhas teria algum fundamento ou foi uma
conveniente difamação como forma de acobertamento?

Eu mantinha suspeita pelo fato de que os herodianos sempre foram muito
íntimos das famílias de poder romanas, a começar por Júlio César, depois
Marco Antônio, Augusto César e, Tibério César não estava fora desta lista. Os
herodianos passavam tempos em Roma hospedando-se no palácio imperial e
poderia muito bem ter sido numa destas oportunidades, durante o reinado de
Augusto César, que adotara Tibério, e quando este ainda era rapaz e distante
do trono imperial, o evento do affair entre Tibério e a futura mãe do ilegítimo
Jesus. Esta suspeita encaixava-se na minha descrença na versão bíblica dos
pais de Jesus pobres e plebeus. A esta suspeita somavam-se os indícios,
relativos ao livro de Mawer, ainda que não histórico, ao de Graves, à
desinformação sobre a origem de Herodes e à amizade mantida entre Herodes
e Menahem, o Essênio, principalmente pelo fato de que Jesus era um essênio
iniciado no Egito e, os essênios, por sua vez, eram um ramo do Terapeutato
Egípcio de Carnac que por sua vez descendia da Grande Fraternidade Branca
fundada pelo faraó Tutmés III como forma de preservação dos segredos
arcanos de uma aliança que remonta aos tempos bíblicos de Lameque e seus
fillhos Jabal, Jubal, Tubalcain e Naamá, relativos as ciências que serviram de
alicerce para a Maçonaria e que serviriam, eventualmente, como base das
tradições de Moisés e Salomão.
De qualquer forma, continuei pesquisando quando me deparei com o livro A
Linhagem do Santo Graal, de Laurence Gardner. Neste livro, Gardner,
comentando sobre os apóstolos afirma na página 61 sobre o
apóstolo Judas Tomé (Também escaneado do livro):




Para completar, Gardner afirma na nota de pé de página número 81 (Também
escaneado do livro):




Tabor, em seu livro citado, na página 91, cita que um dos professores de sua
universidade afirmava sobre pesquisa histórica que “quando nos aproximamos
da verdade, tudo começa a se encaixar”. Foi exatamente isto que me aconteceu
depois da leitura das descrições apresentadas acima por Gardner
em seu livro, ou seja, as peças começaram a se encaixar. Isto se
sucedeu devido a leitura anterior feita por mim de dois livros,
Jesus Viveu na Índia e a Herança Messiânica que foram
complementadas pelas descrições de Gardner sobre Tomé ou
Tomás.
Em Jesus Viveu na Índia, do teólogo alemão Holger Kersten, página 203, há a
seguinte afirmação sobre o apóstolo Tomé (Escaneado):




Por outro lado, Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh em
A Herança Massiânica, uma continuação do excelente livro O Santo
Graal e a Linhagem Sagrada, faz também um estudo sobre o mesmo
apóstolo Judas Tomé chegando a seguinte conclusão (Escaneado):
Em seguida, sob o título o Testemunho Apócrifo, ainda em A Herança
Messiaânica lemos (Escaneado):



                                          *




Ora, se, segundo os apócrifos, Jesus tinha um irmão gêmeo, e este gêmeo
possuía o codenome Judas Tomé, ou seja, Judas o Gêmeo de Jesus, cujo nome
de nascimento, segundo Gardner, era Filipe que, por sua vez era filho de
Herodes, o Grande, com sua quinta esposa (algumas vezes citada como
terceira), Mariamne II, a pergunta é: como as peças se encaixam?
_______________________________
*Professor da Escola de Teologia da Universidade de Harvard.
Simples questão de aritmética, como somar 1 + 1. Jesus era um herodiano,
mas, ao contrártio de Simon Mawer e de Robert Graves em seus livros, Jesus
não era neto de Herodes, o Grande, mas sim, filho deste. Por corolário, a dita
Maria, mãe de Jesus, era de fato, como a história coloca, judia, contudo,
                                   *
chamava-se em hebraico Mariamne e não Maria.

Mas as coisas não param por aí. Sabemos pela história que Herodes Filipe era
casado com Herodias, mãe de Salomé, aquela que pediu a cabeça de João
Batista para Herodes Antipas quando o Batista estava preso por este,
justamente por descordar da separação entre Herodes Filipe e Herodias para
esta se casar com Antipas. Por que o Batista era contra este casamento?
Novamente simples, porque Herodes Filipe além de ser irmão gêmeo de Jesus,
era também casado com Herodias e, agora, as peças novamente se encaixam,
só que de forma irrefutável porque, segundo a ópera Parsival, do grande
iniciado Richard Wagner, a personagem Kundry é relacionada
com Herodias e com uma tal Mulher sem Nome que sabemos, por
intermédio da Bíblia, que é a própria Maria Madalena, a pecadora
e a mulher que ungira os pés de Jesus secando-os com seus
cabelos e que recebera o apelido de Mulher sem Nome pelo fato
da Bíblia, em ambos os casos, da pecadora e da unção, não
mencionar o nome, daí, Mulher sem Nome. Este assunto está
explicado em maiores detalhes em meu segundo livro O Mito
Jesus – A Mulher sem Nome, título inspirado justamente na
Madalena anônima da Bíblia. Este meu segundo livro pode
também ser adquirido pelos mesmos meios já fornecidos
anteriormente para o livro O Mito Jesus – O Pantera e, pelos
mesmos preços.

Mais outra peça que se junta para completar o mosaico é a data de nascimento
do irmão gêmeo de Jesus, Judas o Gêmeo (Tomé), que me deixou em uma
posição muito confortável. Segundo o livro O Santo Graal e a Linhagem
Sagrada, os merovíngios herdaram dos judeus o hábito ritualístico do segundo
nascimento que consistia na prática de um ritual como celebração da
maioridade de um jovem judeu dos doze para os treze anos de idade. Gardner
em seu A Linhagem do Santo Graal comenta o mesmo fato, mas, não sobre os
merovíngios, e sim, sobre os judeus. Como sabemos historicamente que
Herodes Filipe nascera em 24 A.C., seu ritual de segundo nascimento se dera
12 anos após, no ano 12 A.C., justamente quando de uma das passagens do
cometa Halley pela Terra, que coincide justamente com a tal possível Estrela
de Belém, ou seja, não no nascimento biológico de Jesus, mas sim, na
ritualística de segundo nascimento de Judas/Herodes Filipe que era o
verdadeiro e histórico nome do Jesus bíblico.
*
  Mariamne é um nome hebraico sinônimo de Miriam, ambos de origem
egípcia derivado de Mery Amon (Amada de Amon) que era o nome alternativo
da segunda esposa do faraó Akhenaton (Amenhotep IV), Kiya, mãe do faraó
Tutancâmon e da princesa Kiya-tasherit.
Neste ponto é preciso deixar muito claro a identidade dos dois gêmeos.
Segundo alguns documentos judaicos, como, por exemplo, o Talmude, além
de histórias e rumores diversos, como bem menciona James Tabor, o nome
Pantera aparece aqui e ali com alguma coerência. No documento hebraico
Sepher Toldos Jeshu, por exemplo, o nome aparece como Jeoshua ben Pantera
(ben = filho de, em hebraico), logo Jeoshua, filho do Pantera ou, como agora
sabemos, Jeoshua, filho do Imperador Tibério César.

O nome Jesus, originou-se como corrupção do nome original Jeoshua, logo, o
irmão gêmeo de Jeoshua chamava-se Judas ben Pantera ou, Judas Tomé ben
Pantera, cujo significado é Judas, o gêmeo, filho do Imperador Tibério, cujo
apelido era Pantera.

A Igreja de Roma, quando de sua formação, muito espertamente suprimiu a
informação da duplicidade da natalidade amalgamando ambos os gêmeos em
um único personagem dando-lhe o nome Jesus, derivado do verdadeiro nome
de um dos personagens, o Jeoshua. Entretanto, adotou em sua Igreja o ícone
do irmão gêmeo deste, do “crucificado” (que nem para a cruz foi) que é o
Judas (não confundir este Judas com o tido como delator Judas Iscariotes).

O que aconteceu então há dois mil anos na Palestina? Como ambos
personagens históricos Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos do Imperador
Tibério, Judas (que como Esaú perdera a primogenitura) que era o
primogênito, achou-se no direito de legítima sucessão tanto do trono imperial
romano por parte do pai, quanto da coroa de Judá, por parte da mãe. Sendo
assim, lutou por esse direito para fundir os dois reinos em um único e
implantar mudanças que ele julgava necessárias, uma Nova Ordem Mundial.
Seu irmão, Jeoshua, ao contrário, concordava com a elite tanto romana quanto
judaica, era partidário da continuação do jogo praticado por aquela elite e, por
conseguinte não via com bons olhos a tentativa de implantação da Nova
Ordem Mundial de seu irmão gêmeo Judas que lutava contra o status quo.
Tudo culminou com uma trama resultado de uma conspiração política de alto
nível nos corredores do poder, como sempre, cujo resultado não foi outro
senão a traição e sabotagem de Judas por seu irmão Jeoshua com o apoio da
elite de poder. Como consequência imediata, todo o fato foi suprimido, as
pessoas ficaram amordaçadas pelo peso da espada de Roma e a genealogia
familiar dos gêmeos foi destruída. Como Gardner afirma em Os Segredos
Perdidos da Arca Sagrada, página 202 sob o título Queimando as Provas
(Escaneado do livro):
E, na página 203 do mesmo livro, Gardner completa:




Aproximadamente 400 anos após, com o Império Romano em decadência e o
crescimento dos adeptos cristãos, Constantino, brilhantemente, idealizou a
nova religião amalgamando os dois personagens em um único, imputando-lhe
a identidade de filho de Deus. Também, por não poder perder os adeptos do
culto pagão mitraísta que cultuava o Deus Sol, amalgamou também ambos os
cultos, mitraísmo e cristianismo, em um só, daí o natal em 25 de dezembro
que era a data de nascimento do Deus Sol Invicto (Natalis Invictus Solis) do

mitraísmo.

É neste contexto que entra o propagandista Goebells da época, Paulo de Tarso,
como agente da Inteligência romana infiltrado no movimento de Judas e sua
posterior propaganda paulinista que nada tem de cristã, ao contrário, subverteu
todo o movimento original de Judas a ponto até mesmo de ser repudiado pela
própria família do Mestre Judas, cognominado Jesus, por inspiração do nome
do traidor Jeoshua.

Para completar este resumo, citarei agora alguns detalhes pertinentes, por
exemplo, Mariamne Herodias era a esposa de Jesus/Judas e, por ser uma alta
sacerdotisa nazarena recebera o título Migdal, palavra hebraica que significa
Torre, como forma de denotar sua alta estatura de sacerdotisa. Da mesma
forma, Jesus era um nazareno, contudo, ao contrário do que é ensinado, a
palavra nazareno ou nazireu não deriva da pseudo cidade de Nazaré, que
sequer existia na época de Jesus, como já ficou provado; passou a existir
muito depois por exigência da demanda turística. Tanto nazareno como
nazireu são traduções adaptadas da palavra original aramaica nazri que
significa guardião. Como o teólogo Holger Kestern afirma na página 203 de
seu Jesus Viveu na Índia, (Escaneado):




Indo para a página 107 como Kestern indica, lemos (Também escaneado):




Contudo, Laurence Gardner é mais detalhista e, em seu livro Os Segredos
Perdidos da Arca Sagrada página 191 nos informa (Escaneado):




O Judas/Jesus, portanto, era mais que um nazareno, ele era um Nazrie ha-Brith
ou, nazareno da aliança, cuja tradução correta seria Guardião da Aliança. Mas
que aliança? Aquela aliança cujos segredos que formaram o alicerce da
Maçonaria passaram a ser mantidos pela Grande Fraternidade Branca fundada
pelo faraó Tutmés III e, que eventualmente passariam a ser mantidos pelo
Terapeutato Egípcio de Carnac que se ramificou para os essênios.

Indo mais fundo um pouco, os guardiões deste segredo eram conhecidos na
língua aramaica como Naggar que fora traduzido para o grego como Tektom.
A tradução correta destes dois termos para o português e outras línguas seria
Mestre artesão, contudo, fora traduzida incorretamente para Carpinteiro. É
neste contexto em que o José bíblico que agora sabemos ser Herodes, o
Grande, tornou-se conhecido biblicamente como carpinteiro quando deveria
ser um mestre artesão. Herodes, portanto, não era um carpinteiro do ofício de
madeira, e sim, um mestre artesão detentor dos segredos arcanos que
formaram a base da Maçonaria e das tradições de Moisés e Salomão, o mesmo
segredo detido pelos essênios, daí resultando em um essênio, Menahem,
fazendo parte da corte de Herodes e, o bom relacionamento deste com os
essênios, contando Jesus/Judas entre eles. Como Gardner coloca em seu livro
Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada sob o título Defensores da Aliança,
página 190 (Escaneado):
O próprio Gardner, na página 191, nos responde estas duas questões, ou seja,
de onde vinha o dinheiro e como eles ergueram milhões de pedras maciças
com mais de 50 toneladas cada:




Resumindo, Herodes, o Grande, o José bíblico, ficara conhecido como
Carpinteiro não pelo ofício de madeira, mas sim, por ser um mestre artesão
conhecedor do segredo arcano da manufatura da Pedra Filosofal a partir do
ouro monoatômico disponível in natura nas águas do Mar Morto, que era
captada para extração desta matéria prima pelos essênios e, negociada por
Herodes para os reinos vizinhos depois de devidamente transformada na
famosa Pedra Filosofal. Lembremo-nos que os essênios eram um ramo do
Terapeutato Egípcio de Carnac oriundo da Grande Fraternidade Branca
fundada por Tutmés III, justamente para salvaguarda deste segredo que fora
detido inicialmente por Lameque e seus filhos, Jubal, Jabal, Tubalcain e
Naamá, daí a veneração destes pela Maçonaria.

                           CONCLUSÃO
1 - Jesus é um nome fabricado, uma corrupção do nome judeu original
Jeoshua usado no amálgama de dois personagens irmãos gêmeos e reais,
Jeoshua e Judas.

2 – Jeoshua e Judas foram amalgamados por Roma no Jesus bíblico para a
formação da Igreja cristã.

3 – Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos (bastardos) do Imperador Tibério
César.

4 – Tibério César tinha o apelido de Pantera ou Pandira (veja o motivo em
meu livro O Mito Jesus – O Pantera) daí, seus filhos ilegítimos tornaram-se
conhecidos como Jeoshua ben Pantera e Judas ben Pantera.

5 – O ícone do Jesus bíblico foi montado em cima do Judas enquanto o
Jeoshua foi apagado da história.

6 – Judas ficara conhecido como Judas Tomé. Tomé era o aramaico para
Gêmeo, logo Judas era o gêmeo de Jeoshua que inspirou o nome Jesus.
7 – O nome de batismo de Judas era Herodes Filipe. Como Herodes Filipe era
filho de Herodes, o Grande, logo, Judas, ou Jesus como a Igreja quer, era um
herodiano, neto de Herodes, o Grande.

8 – O verdadeiro ano de nascimento de Jesus é o ano histórico de nascimento
de Herodes Filipe, 24 A.C.

9 – Como Herodes Filipe era filho de Mariamne II, logo a Maria bíblica era a
própria Mariamne II, filha do sumo sacerdote judeu Simão Boeto.

10 – Como o Jesus bíblico era Judas, o bíblico Jesus era casado com a neta de
Herodes, o Grande, Mariamne Herodias, logo a Maria Madalena bíblica era a
própria Herodias, mãe de Salomé, que pediu a cabeça do Batista.

11 – Madalena não era um nome, e sim, uma corrupção da palavra hebraica
Migdal que significa Torre e, era usada para denotar a alta estatura de alta
sacerdotisa nazarena.

12 – Nazareno não deriva do nome da cidade Nazaré, que na época não
existia. Nazareno é uma tradução adaptada do original hebraico Nazrie que
significa Guardião.

13 – Como o Imperador Tibério César nascera em 42 A.C e seus filhos
gêmeos nasceram em 24 A.C. que é a data de nascimento do gêmeo Herodes
Filipe, logo, Tibério contava (42-24 = 18) 18 anos de idade.

14 – Durante o processo de gravidez, Maria (Mariamne II) era noiva do José
bíblico (Herodes, o Grande), que nascera em 73 A.C. e que no ano da gravidez
de Maria (Mariamne II), 23 A.C., quando com esta se casou, contava 48 anos
de idade, explicando assim a diferença bíblica de idade entre o José bíblico, 48
anos, Tibério, 18 anos, e Maria (Mariamne II) com algo entre 12 e 13 anos de
idade. Ainda assim, José (Herodes, o Grande) não era nenhum decrépito como
a bíblia nos faz crer.

15 – Bárbara Thiering, afirma que Jesus fora casado com Madalena, tivera
descendência e divorciara-se, confirmando a procedência de minhas pesquisas
que colocam Jesus bíblico como Judas, nascido Herodes Filipe que casou-se
com Herodias/Madalena que o largou para casar com Herodes Antipas
causando, em última instância, a morte de João Batista que discordava do
segundo casamento de Herodias/Madalena.
O MITO JESUS – A LINHAGEM
O meu terceiro livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem foi o resultado de
pesquisas realizadas por mim antes das pesquisas sobre a identidade de Jesus e
sua família. Nestas pesquisas anteriores eu havia identificado que os ex-
presidentes Bush são primos de Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II da
Inglaterra. Quando li o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada a ficha
caiu, porque os autores deste livro colocam Jesus como ancestral
dos merovíngios. Contudo, historicamente, os merovíngios foram
os ancestrais de Carlos Magno que, por sua vez, era ancestral da
famosa dinastia francesa/inglesa Plantageneta (Casa de Anjou) da
qual descendem tanto a rainha Elizabeth II quanto os Bush.

Diante desta confirmação histórica e acadêmica irrefutável, seria
necessário que Jesus fosse bem humano e mortal para ser um
ancestral dos merovíngios e, por tabela, da rainha e dos Bush.
Contudo, Jesus, como eu suspeitava, não poderia ser um plebeu
qualquer, ao contrário, deveria ser filho de alguém da elite de sua
época.

Bingo, não deu outra, eu encontrei que Jesus, ou melhor, os gêmeos Jesuses,
Jehosuah/Jesus e Judas/Jesus eram filhos biológicos do Imperador Tibério
César – apelidado pela Igreja de Espírito Santo – e de seu caso de love affair,
Mariamne II, esposa do rei da Judéia, Herodes, o Grande, que se tornou pai
adotivo dos gêmeos.

Isto coloca a Rainha Elizabeth II e os Bush como descendentes do Imperador
Tibério e de Herodes, o Grande, este último, embora pai adotivo dos gêmeos,
por intermédio de Madalena/Herodias, neta de Herodes e que casara-se com o
Judas/Jesus.

Diante deste fato, eu me dediquei a pesquisar outras pessoas que pudessem
pertencer a mesma árvore genealógica e, encontrei quase 200
pessoas desta mesma linhagem, algumas já mortas, outras
bem vivas no mundo atual cujas genealogias completas até
Jesus estão disponíveis, incluindo os brasileiros Getúlio
Dornelles Vargas e sua neta, Celina Vargas do Amaral
Peixoto.

Este meu livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem pode
também ser adquirido da mesma maneira informada
anteriormente, apenas com preço diferente (R$ 40,00 na
livraria Leonardo da Vinci ou R$ 45,00 diretamente comigo
pelo meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br) por possuir
um anexo, intitulado A Vinha do Senhor, com as árvores
genealógicas de 170 pessoas de linhagem descendente de Jesus e mais um
DVD ilustrativo exclusivo e inédito baseado em informações concretas.

É claro, tudo que eu falo em meus livros pode estar errado, entretanto, se
ninguém tentar refutar jamais saberemos.

Os autores de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada –
livro cuja resposta dos historiadores profissionais e
acadêmicos de áreas afins foi universalmente negativa –
colocam assim, na página 344:

      Nós havíamos formulado a hipótese de uma
      linhagem descendente de Jesus, que continuou a
      existir até os dias de hoje. Não podemos, é claro,
      estar certos de que nossa hipótese esteja correta
      em todos os detalhes. Mas ainda que, aqui e ali,
      detalhes     específicos     sejam    sujeitos    a
      modificações, estamos convencidos de que as
      linhas essenciais de nossa hipótese são acuradas.

E concluem no comentário de orelha do mesmo livro:

      Prepare-se o leitor de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada para
      conhecer uma extraordinária hipótese que, se confirmada – e, segundo
      os autores, ela brevemente o será – altera em profundidade a história do
      Ocidente nos últimos 2.000 anos.

Por outro lado, Dan Brawn, acusado por vários padres, teólogos, historiadores,
jornalistas e artistas que literalmente descredenciaram O Código Da Vinci,
cuja tese central é a mesma de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, afirma,
segundo o jornal O Globo, sábado, 13 de maio de 2006, Prosa & Verso:

      Se “O Código da Vinci” pretendesse apenas ser uma obra de ficção, o
      barulho não seria o mesmo. Parte da graça do livro --- que só aqui já
      vendeu mais de um milhão de exemplares --- está no fato de que seu
      autor, Dan Brown, professa fé em suas controversas teorias
      conspiratórias e enfatiza que elas são baseadas em fatos reais. E ainda
      deixa claro, aos mais distraídos, que estas teorias não dizem respeito a
      um mistério qualquer. Elas tratam, veja bem, do maior segredo da
      humanidade.

Já, Laurence Gardner, cujos trabalhos historiadores e eruditos encaram como
pseudo história, defende a mesma tese e afirma:

      Alguns anos atrás, quando estava estudando e coletando os registros
      genealógicos de algumas destas famílias reais [européias], ficou muito
      claro para mim que eles emanaram de uma base comum. Esta base,
percebeu-se, era a Casa Real de Judah – a família do Rei David,
      Salomão e Jesus. Mais surpreendentemente, certos descendentes
      (especialmente a primeira realeza da França) vieram do próprio Jesus e
      dos irmãos dele – particularmente do seu irmão Tiago (James em inglês)
      cujos descendentes se tornaram na dinastia reinante na Inglaterra.

      Os quatro Evangelhos com os quais estamos familiarizados hoje foram
      selecionados pelos bispos da Igreja em 397 DC no Concilio de Cartago
      dentre muitos outros evangelhos. A limitada seleção foi feita com a base
      de que deveriam ser excluídos os evangelhos que apoiavam o status das
      mulheres na religião ou na comunidade. A Igreja implementou suas
      próprias regras de celibato para os padres e as mulheres foram
      condenadas como sendo seres de segunda-classe.

      Isto significou que o matrimônio de Jesus e Maria Madalena (como
      descrito nos textos antigos) poderia ser estrategicamente ignorado e,
      como resultado, os descendentes deles também poderiam ser ignorados
      – deixando a Igreja para reinar suprema com sua estrutura machista
      dominante. Porém, a família descendente existiu e a Igreja os chamou
      de “Desposyni”.

      Na França (ou Gália como era chamada então), os antigos descendentes
      de Jesus e Maria Madalena eram conhecidos como os Reis Pescadores,
      ou sacerdotes. Deles, um descendente chamado Meroveus, fundou a
      casa real Merovingea, que reinou na França de 446 até 751, quando eles
      foram depostos pela Igreja devido aos termos da forjada “Doação de
      Constantino”.

      Muitas das mais recentes casas reais européias descenderam dos
      Merovíngeos e a mais antiga era a Casa Real de Stewart da Escócia (...)
      a maioria das casas reais que existem na Europa podem ser rastreadas
      (por estes casamentos entre famílias) ate antepassados comuns de
      tempos antigos.

Cabe aqui uma questão a ser respondida: de qual dos gêmeos Jesuses
descenderam os merovíngios, ou seja, de qual dos gêmeos Jesuses, Jeoshua ou
Judas, descende a Rainha Elizabeth II e os Bush? Como eu explico em meu
terceiro livro, O Mito Jesus – A Linhagem, eles descendem dos dois Jesuses.
Segundo minhas pesquisas o Jesus Judas casou-se com Madalena/Herodias.
Depois do divórcio, Madalena/Herodias casou-se com o gêmeo Jeohsua.
Depois do evento do Gólgota, Jeoshua/Jesus e Madalena/Herodias foram para
a França enquanto o gêmeo Judas/Jesus foi para Glastonbury na Inglaterra
onde casou-se e gerou descendência que se uniu com a descendência francesa
de seu irmão.

Para finalizar, Bárbara Thiering, com todo o seu curriculum, não é
reconhecida nem levada a sério em seu livro Jesus the Man. Henry Lincoln,
Michael Baigent e Richard Leigh são tidos como historiadores marginais.
Laurence Gardner, em seus livros, é tido como pseudo-historiador. Dan
Brown, mesmo reconhecendo seu livro como romance, afirma que é baseado
em fatos reais e, por isto, torna-se engraçado. Pergunto eu: o que é História
afinal de contas? Napoleão afirmou que História é uma lenda sobre a qual
todos concordam. Segundo Honoré de Balsac em Ilusões Perdidas, “há duas
histórias: a história oficial, que é uma mentira... e em seguida a história
secreta, que relata as verdadeiras origens dos acontecimentos, a história da
vergonha”.

Até quando nossos acadêmicos vão se deslumbrar com esta história da mentira
e da vergonha rejeitando tudo quanto passa para lá de suas medíocres
molduras?

NOVA E SENSACIONAL ABORDAGEM DE JOSEPH RAYMOND

O Novo Testamento nos diz que o Sinédrio [a suprema corte da antiga Israel,
composta por 71 juízes] condenou Jesus pelo crime de blasfêmia, um crime
capital. Depois da condenação, Jesus deveria ter sido levado ao pátio do Hall
of Hewn Stones e ser punido com a morte. A Bíblia recorda Estêvão, um
seguidor de Jesus, sendo condenado à morte e sumariamente executado pelo
Sinédrio desta maneira. Além disso, [Fávio] Josefo recorda o Sinédrio
executando o próprio irmão de Jesus, Tiago, o Justo. Contudo, no caso de
Jesus, o chefe dos sacerdotes apresentou-se perante Pilatos proclamando sua
falta de autoridade para executar o prisioneiro e pediu a Pilatos para executar
Jesus. Por que?

A Bíblia oferece uma possível explicação para este aparente ato inconsistente
do Sinédrio – o caso de Paulo de Tarso. Ele também foi colocado em custódia
pelas autoridades judaicas do Templo mas os soldados romanos salvaram
Paulo durante seu julgamento pelo Sinédrio porque ele era “um cidadão
Romano por nascimento.” Os soldados, em seguida, levaram Paulo para
julgamento perante autoridades Romanas. Se Jesus fosse cidadão Romano
poderia explicar o porque da falta de autoridade do Sinédrio para executá-lo e,
ao invés disso, demandando que Pôncio Pilatos realizasse a tarefa. Em
províncias Romanas, os tribunais não tinham jurisdição para administrar
punição criminal contra cidadãos Romanos, especialmente em casos capitais.
Esta era uma antiga forma de imunidade diplomática. Cidadãos Romanos
poderiam ser executados somente por tribunais Romanos. Também, membros
de família real de um reino subjugado recebiam cidadania Romana.

A explicação acima do porque os judeus enviaram Jesus para julgamento e
condenação por Pôncio Pilatos está descrita na introdução do livro Herodian
Messiah – Case For Jesus As Grandson of Herod (Messias Herodiano –
Caso de Jesus Como Neto de Herodes).
O livro em questão, publicado em 2010, ou seja um ano após os meus livros O
Mito Jesus – O Pantera e O Mito Jesus – A Mulher sem Nome que foram
publicados em 2009 afirma:

      Este livro apresenta uma audaciosa e, em alguns casos, chocante teoria
      de que Jesus era neto de ambos, Herodes, o Grande, e Rei Antigonus (o
      último rei Hasmoneano [linhagem dos macabeus]).

O autor do livro, Joseph Raymond, também coloca Maria Madalena como
uma princesa com mistura Herodiana/Hasmoneana.

Ainda que o livro seja válido pela nova e correta colocação histórica de Jesus
e sua família como herodianos, sua teoria falha na identificação desses
personagens históricos pela simples afirmação de que o mesmo corpo legal, ou
seja, o Sinédrio, executou o próprio irmão de Jesus, James, o Justo, enquanto
Jesus, ainda que judeu, estava fora da jurisdição judaica também por sua
cidadania Romana.

Ora, se Jesus possuía dupla cidadania, seu irmão James, também, da mesma
forma, estava fora da jurisdição judaica e não poderia ser punido pela suprema
corte judaica! Por que o foi?

A explicação está em meu livro O Mito Jesus – o Pantera que coloca Jesus
como filho biológico e bastardo do Imperador Tibério César, daí, sua
cidadania Romana colocando-o fora da jurisdição legal judaica. Por outro
lado, os irmãos de Jesus citados na Bíblia eram, na verdade, meio-irmãos,
filhos de sua mãe com outro pai, portanto, sem dupla cidadania, como coloca
James Tabor em seu livro A Dinastia de Jesus, Capítulo 4, intitulado Filhos de
outro pai:

      O que podemos afirmar com algum grau de certeza é o seguinte: José
      não é o pai de Jesus, e a gravidez de Maria por um homem
      desconhecido foi “ilegítima”, segundo as leis sociais. Jesus tinha quatro
      meio-irmãos e duas meio-irmãs, todos filhos de Maria, mas de outro
      pai.

Ainda – como coloca Raymond – que membros de família real de um reino
subjugado recebessem cidadania Romana, como no caso dos herodianos,
também não explica o porque da diferença de tratamento legal entre Jesus e
seu meio-irmão James, tornando irrelevante a questão de cidadania dos
herodianos.

Resumindo, Jesus possuía dupla cidadania, Romana por parte de pai biológico
e Judaica por parte de mãe e, a bem da exatidão, não era herodiano por
nascimento mas, tornou-se um ao ser adotado por Herodes, o Grande, que era
o próprio bíblico carpinteiro José que casou-se com Mariamne II, a Maria
bíblica e love affair do futuro Imperador Tibério César que a engravidou
durante o processo de matrimônio dinástico entre Herodes e Mariamne. Por
esta dupla cidadania, o Sinédrio, suprema corte judaica, não tinha jurisdição
para julgar cidadão Romano Jesus, iniciando então a única explicação para o
jogo de empurra, enviando Jesus para Pilatos, que o enviou para Herodes
Antipas, que o devolveu para Pilatos que, por fim, aceitou a denúncia,
julgando e condenando-o.

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JESUS, O FILHO DE TIBÉRIO CÉSAR

  • 1. Dinastia, segundo os dicionários, é uma sucessão de soberanos, pertencentes à mesma família, por diversas gerações. James D. Tabor, cuja capa de seu livro acima, publicado sobre Jesus, e que nada fala sobre dinastia, senão o impróprio título, diferentemente de mim, é um professor do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte, em Charlotte, onde
  • 2. leciona desde 1989. Possui doutorado em Estudos Bíblicos, conferido pela Universidade de Chicago, e é tido como especialista nos Manuscritos do Mar Morto e nas origens do cristianismo. Neste seu livro, Tabor dedica o Capítulo 3 inteiro, intitulado Teria Jesus um pai desconhecido?, ao túmulo romano encontrado na Alemanha contendo a lápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera que serviu não só de inspiração para o meu livro intitulado O Mito Jesus – O Pantera, como também, como forma de descobrir a identidade do pai biológico de Jesus. Contudo, Tabor, ainda que professor do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte, e, detentor de doutorado em Estudos Bíblicos, o que o coloca em um patamar infinitamente superior ao meu que não sou professor de coisa alguma em universidade alguma e, muito menos detentor de doutorado, limitou-se a afirmar o óbvio, que Jesus era filho ilegítimo de pai desconhecido e que Maria, teria tido um affair antes de seu casamento com José, com este tal sujeito desconhecido que poderia ser o tal desconhecido Pantera da inscrição da lápide do túmulo. Mais ainda, Tabor, quando soube da existência de tal lápide com a dita inscrição, imediatamente comprou uma passagem aérea para a Alemanha para investigá-la pessoalmente in locu. Eu, ao contrário, sem sair da minha casa, sem as prerrogativas acadêmicas e sem os recursos para ele disponíveis, fui muito mais longe a ponto de descobrir a identidade do tal desconhecido Pantera. Infelizmente, por não possuir as credenciais de Tabor, não disponho da facilidade para publicação do meu trabalho com vínculo editorial o que me traria poder de divulgação e distribuição para que o meu trabalho seja pelo menos discutido, ao contrário dele, só pelo fato de ser um professor norte americano com doutorado, o que o transforma num ícone sapiens invulnerável. Contudo, como poderia eu, sem qualificações acadêmicas algumas que me credenciem, ter a ousada pretensão de ser considerado pelo meio acadêmico? Mesmo porque, ainda que as tivesse, não o seria pelo mesmo motivo que a renomada especialista Dra. Bárbara Thiering, teóloga, exegeta bíblica e especialista nos primórdios da Igreja Cristã, graduada na Austrália pela Universidade de Sidney, detentora de Bachelor of Divinity (B.D.) pela Universidade de Londres, Master of Theology (M. Th.) pelo Melbourne College of Divinity e um Ph.d. pela Universidade de Sidney e professora desta Universidade, não o foi em seu estudo reinterpretando os Evangelhos aplicando a metodologia Pesher dos DSS (Dead Sea Scrolls ou Documentos do Mar Morto). A Dra. Bárbara Thiering, com toda a sua qualificação e conhecimento, ainda que suas conclusões sobre seu estudo sobre Jesus e os Evangelhos, todas baseadas na metodologia Pesher dos Documentos do Mar Morto, não sejam
  • 3. aceitas pelo academicismo instituído, desafia-o em seu livro Jesus the Man (Jesus o Homem) cuja sinopse é a seguinte: Jesus era o líder de uma facção radical de sacerdotes essênios. Ele não era de nascimento virgem. Ele não morreu na cruz. Ele se casou com Maria Madalena, pai de uma família, e depois se divorciou. Ele morreu algum tempo depois de 64 dC. Esta versão controversa da vida de Cristo não é o produto de uma mente que quer desmascarar o cristianismo. Barbara Thiering é uma teóloga e uma estudiosa bíblica. Mas, depois de mais de vinte anos de estudo, próximo do Mar Morto e dos Evangelhos, ela desenvolveu uma teoria revolucionária que, apesar de defender a fé fundamental do cristianismo, desafia muitas de suas crenças arraigadas ao sobrenatural. “Jesus, o homem”, sem dúvida, surpreenderá aqueles para os quais o entendimento da história bíblica é imutável e indisputável. Mas para as multidões que fascinam-se por novas interpretações desta história, o trabalho de Thiering será essencial e emocionante. Os meus três livros estão de acordo com Thiering sob os aspectos de que Jesus era um essênio, não era de nascimento virgem, não morreu na cruz, casou-se com Maria Madalena, divorciou-se desta, teve descendência e estava vivo na época do Imperador Nero, logo, morreu depois de 64 dC. Aqui, colocarei algumas conclusões importantes atingidas por Tabor em seu livro e, seguindo-se, fato inédito, pois ninguém jamais o fez, nem mesmo Thiering, prosseguirei com um resumo baseado em estudos acadêmicos sobre a factual e histórica identificação não só de Jesus, como de toda “sagrada família” que, para falar a verdade, de sagrada nada tinha. Tabor dedica este capítulo inteiro, de título muito sugestivo, ao estudo da lápide com a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera encontrada num túmulo em um cemitério romano descoberto na Alemanha em 1859. Na página 79 deste capítulo Tabor conclui (escaneado do livro):
  • 4. Neste capítulo, Tabor, com referência ao capítulo anterior, conclui (também escaneado do livro): A conclusão atingida pelo autor James Tabor foi a mesma conclusão também atingida por mim. Entretanto esta conclusão é muito óbvia e, para mim, não era suficiente; o meu objetivo era desvendar a identidade factual do pai biológico de Jesus, depois a identidade de Jesus, a de Madalena e a de José, ou seja, identificar toda a família. A identidade do pai biológico de Jesus como sendo o Imperador Tibério César, descoberta por mim com auxílio da lápide acima e outros ingredientes, pode ser compreendida melhor com a leitura do meu livro O Mito Jesus – O Pantera que pode ser adquirido comigo através do meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br) por R$ 20,00 + R$ 5,00 de correio ou, para quem mora no Rio de Janeiro, por R$ 20,00 na Livraria Leonardo da Vinci (Avenida Rio Branco, Edifício Marquês do Herval, sub-solo). ____________________________________________________________
  • 5. Continuando, ainda que eu tenha concluído que o Imperador Tibério César fora o verdadeiro pai biológico de Jesus, dediquei-me a confirmar esta descoberta por outros meios, quais sejam, através da identificação da mãe de Jesus, Maria; sim, porque Maria é um nome latino e a mãe de Jesus, por ser judia, não poderia em hipótese alguma ter um nome latino. Mais ainda, o Imperador Tibério, por sua posição de elite e poder no Império, jamais teria um caso com uma plebéia, como quer os românticos cristãos, uma mulher caminhando com chinelos de dedos levantando poeira pelas ruas e carregando seu filho montada em um jumento; ao contrário, teria que ser uma mulher também da elite romana ou judaica, não importa, mas, uma mulher cuja família também da elite, mantivesse relacionamento íntimo de amizade e poder com a cúpula romana a ponto de encetar um love affair com um rapaz de 18 anos, filho adotivo do então Imperador Augusto César. Durante minhas pesquisas tomei conhecimento de um livro intitulado O Evangelho de Judas, do autor Simon Mawer, publicado no Brasil pela Ediouro. A chamada de capa do livro é a que segue apresentada abaixo: Na 4a capa deste livro de Mawer, como pode ser confirmado abaixo, existe os seguintes comentários:
  • 6. Ainda que este livro de Mawer seja um romance de ficção, esta ficção não pode ter saído do nada, tem que ser obrigatoriamente baseada em algum fato real, seja ele qual for, mesmo que incorreto; como dizem, toda mentira, lenda, mito ou ficção são sempre baseados em um núcleo de verdade. De onde Mawer tirou suas informações? Lendo o miolo do livro, verifiquei que Mawer afirma o que segue na página 223 (Também escaneado do livro):
  • 7. Depois de me deparar com este livro, passei a me empenhar em descobrir de onde Mawer tirou as informações confusas apresentadas acima e lá contidas. Por mais que eu procurasse não as encontrei em lugar algum; o mais próximo que cheguei foi ao livro intitulado King Jesus, um romance histórico do escritor britânico Robert Graves cuja teoria central é a de que Jesus era filho de Antípater, o filho mais velho de Herodes, o Grande, com sua primeira esposa Doris, logo, Jesus seria neto de Herodes, o Grande. Ainda assim, Graves desculpa-se por não colocar em seu livro os motivos ou provas que o levaram a tal afirmação não ortodoxa sobre a família de Jesus, justificando-se que seria duas ou três vezes maior que o próprio livro. De qualquer forma, esta teoria é a que mais se aproxima da de Mawer donde, quem sabe, pode tê-lo inspirado a colocar Jesus, por mais herético que pareça, como um herodiano, neto de Herodes, o Grande. Eu já suspeitava que Jesus estava ligado de alguma forma aos Herodes por pelo menos dois motivos: primeiro, o escritor judeu Flavio Josefo em Antiguidades Judaicas capítulo XV afirma: Um essênio, de nome Menahem, que levava vida mui virtuosa e era louvado por todos e tinha recebido de Deus o dom de predizer as coisas
  • 8. futuras, vendo Herodes, ainda bastante jovem estudar com crianças de sua idade, disse-lhe que ele reinaria sobre os judeus. Herodes julgou que ele não o conhecia ou que estava zombando dele, e por isso respondeu- lhe que ele via bem que ele desconhecia sua origem e seu nascimento, que não eram tão ilustres para fazê-lo esperar tal honra. Menahem retrucou-lhe sorrindo e dando-lhe uma palmadinha nas costas: 'Eu vo-lo disse e vo-lo digo ainda, que sereis rei e reinareis felizmente, porque Deus o quer assim. Lembrai-vos então desta pancadinha que vos acabo de dar, para indicar-lhe as diversas mudanças da sorte, e nunca vos esqueçais de que um rei deve ter continuamente diante dos olhos a piedade que Deus lhe pede, a justiça que ele deve ministrar a todos e o amor que ele é obrigado a ter por seus súditos... Com respeito a este assunto, na internet, em http://pt.wikipedia.org/wiki/Menahem%2C_o_ess%C3%A9nio é comentado o que segue: Menahem (ou Menachem), dito o essênio, terá sido um líder dos essênios ao tempo do Rei Herodes I o Grande. O conhecimento que nos chega dele advém de várias fontes. Flávio Josefo refere-se a ele. A Mishna e o Talmud de Jerusalém também se referem a um Menahem. Alguns investigadores, entre os quais Azaria De Rossi, sugeriram que eles sejam a mesma pessoa. Segundo as fontes rabínicas, Menahem era membro da corte do Rei Herodes, o que vai ao encontro com o que diz Flávio Josefo. Segundo, um complicador importante aparece na história da origem de Herodes, o Grande: a nacionalidade de seu pai Antípater que academicamente é tido como idumeu, mas existem controvérsias como as demonstradas a seguir, retiradas da internet em http://www.airtonjo.com/historia43.htm: Segundo Flávio Josefo, citando Nicolau de Damasco, Antípater seria um dos judeus descendentes dos exilados babilônicos. Mas Josefo mesmo considera falsa esta informação. É a seguinte a informação de Flávio Josefo: Nicolau de Damasco fá-lo descender de uma das principais famílias de judeus que vieram da Babilônia para a Judéia, mas ele o diz em favor de Herodes, seu filho [de Antípater], que a fortuna elevou depois ao trono de nossos reis, como veremos a seu tempo. Nicolau de Damasco é um historiador nascido, por volta de 64 a.C., em Damasco, de uma família importante, pois sabe-se que seu pai exerce altas funções políticas na cidade. Nicolau torna-se, em 14 a.C., amigo e conselheiro de Herodes, o Grande. Além de escritor prolífico, Nicolau é
  • 9. também retor e diplomata, representando Herodes em negociações decisivas. Flávio Josefo acredita que Antípater seja mesmo um idumeu, de origem nobre: “Ele era idumeu e o mais poderoso de sua nação, quer pela sua descendência, quer pelas suas riquezas e por seu próprio mérito”. Contudo, segundo o bispo Eusébio de Cesaréia, tido como o pai da história da Igreja, citando Júlio Africano, Antípater é da cidade de Ascalon, mas acaba sendo criado entre os idumeus, o que confirma a opinião de Josefo a respeito de sua nacionalidade, embora divirja quanto a outros dados. Diz Eusébio: Salteadores idumeus chegaram de surpresa a Ascalon, cidade da Palestina, e levaram da capela de Apolo, construída perto da muralha, o pequeno Antípater, filho de um hieródulo [escravo do templo], com o resto dos despojos, e o mantiveram preso. Como o sacerdote não podia pagar o resgate pelo filho, Antípater foi educado segundo os costumes idumeus e, mais tarde, Hircano, sumo sacerdote da Judéia, interessou-se por ele. É muito estranho que um homem famoso como Herodes, o Grande, seja de origem totalmente desconhecida. Até mesmo Laurence Gardner em cujos livros apresenta uma enorme quantidade de genealogias cala-se sobre Herodes. O que estaria sendo subtraído do conhecimento público? E a fama de maléfico e assassino de criançinhas teria algum fundamento ou foi uma conveniente difamação como forma de acobertamento? Eu mantinha suspeita pelo fato de que os herodianos sempre foram muito íntimos das famílias de poder romanas, a começar por Júlio César, depois Marco Antônio, Augusto César e, Tibério César não estava fora desta lista. Os herodianos passavam tempos em Roma hospedando-se no palácio imperial e poderia muito bem ter sido numa destas oportunidades, durante o reinado de Augusto César, que adotara Tibério, e quando este ainda era rapaz e distante do trono imperial, o evento do affair entre Tibério e a futura mãe do ilegítimo Jesus. Esta suspeita encaixava-se na minha descrença na versão bíblica dos pais de Jesus pobres e plebeus. A esta suspeita somavam-se os indícios, relativos ao livro de Mawer, ainda que não histórico, ao de Graves, à desinformação sobre a origem de Herodes e à amizade mantida entre Herodes e Menahem, o Essênio, principalmente pelo fato de que Jesus era um essênio iniciado no Egito e, os essênios, por sua vez, eram um ramo do Terapeutato Egípcio de Carnac que por sua vez descendia da Grande Fraternidade Branca fundada pelo faraó Tutmés III como forma de preservação dos segredos arcanos de uma aliança que remonta aos tempos bíblicos de Lameque e seus fillhos Jabal, Jubal, Tubalcain e Naamá, relativos as ciências que serviram de alicerce para a Maçonaria e que serviriam, eventualmente, como base das tradições de Moisés e Salomão.
  • 10. De qualquer forma, continuei pesquisando quando me deparei com o livro A Linhagem do Santo Graal, de Laurence Gardner. Neste livro, Gardner, comentando sobre os apóstolos afirma na página 61 sobre o apóstolo Judas Tomé (Também escaneado do livro): Para completar, Gardner afirma na nota de pé de página número 81 (Também escaneado do livro): Tabor, em seu livro citado, na página 91, cita que um dos professores de sua universidade afirmava sobre pesquisa histórica que “quando nos aproximamos da verdade, tudo começa a se encaixar”. Foi exatamente isto que me aconteceu depois da leitura das descrições apresentadas acima por Gardner em seu livro, ou seja, as peças começaram a se encaixar. Isto se sucedeu devido a leitura anterior feita por mim de dois livros, Jesus Viveu na Índia e a Herança Messiânica que foram complementadas pelas descrições de Gardner sobre Tomé ou Tomás.
  • 11. Em Jesus Viveu na Índia, do teólogo alemão Holger Kersten, página 203, há a seguinte afirmação sobre o apóstolo Tomé (Escaneado): Por outro lado, Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh em A Herança Massiânica, uma continuação do excelente livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, faz também um estudo sobre o mesmo apóstolo Judas Tomé chegando a seguinte conclusão (Escaneado):
  • 12. Em seguida, sob o título o Testemunho Apócrifo, ainda em A Herança Messiaânica lemos (Escaneado): * Ora, se, segundo os apócrifos, Jesus tinha um irmão gêmeo, e este gêmeo possuía o codenome Judas Tomé, ou seja, Judas o Gêmeo de Jesus, cujo nome de nascimento, segundo Gardner, era Filipe que, por sua vez era filho de Herodes, o Grande, com sua quinta esposa (algumas vezes citada como terceira), Mariamne II, a pergunta é: como as peças se encaixam? _______________________________ *Professor da Escola de Teologia da Universidade de Harvard.
  • 13. Simples questão de aritmética, como somar 1 + 1. Jesus era um herodiano, mas, ao contrártio de Simon Mawer e de Robert Graves em seus livros, Jesus não era neto de Herodes, o Grande, mas sim, filho deste. Por corolário, a dita Maria, mãe de Jesus, era de fato, como a história coloca, judia, contudo, * chamava-se em hebraico Mariamne e não Maria. Mas as coisas não param por aí. Sabemos pela história que Herodes Filipe era casado com Herodias, mãe de Salomé, aquela que pediu a cabeça de João Batista para Herodes Antipas quando o Batista estava preso por este, justamente por descordar da separação entre Herodes Filipe e Herodias para esta se casar com Antipas. Por que o Batista era contra este casamento? Novamente simples, porque Herodes Filipe além de ser irmão gêmeo de Jesus, era também casado com Herodias e, agora, as peças novamente se encaixam, só que de forma irrefutável porque, segundo a ópera Parsival, do grande iniciado Richard Wagner, a personagem Kundry é relacionada com Herodias e com uma tal Mulher sem Nome que sabemos, por intermédio da Bíblia, que é a própria Maria Madalena, a pecadora e a mulher que ungira os pés de Jesus secando-os com seus cabelos e que recebera o apelido de Mulher sem Nome pelo fato da Bíblia, em ambos os casos, da pecadora e da unção, não mencionar o nome, daí, Mulher sem Nome. Este assunto está explicado em maiores detalhes em meu segundo livro O Mito Jesus – A Mulher sem Nome, título inspirado justamente na Madalena anônima da Bíblia. Este meu segundo livro pode também ser adquirido pelos mesmos meios já fornecidos anteriormente para o livro O Mito Jesus – O Pantera e, pelos mesmos preços. Mais outra peça que se junta para completar o mosaico é a data de nascimento do irmão gêmeo de Jesus, Judas o Gêmeo (Tomé), que me deixou em uma posição muito confortável. Segundo o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, os merovíngios herdaram dos judeus o hábito ritualístico do segundo nascimento que consistia na prática de um ritual como celebração da maioridade de um jovem judeu dos doze para os treze anos de idade. Gardner em seu A Linhagem do Santo Graal comenta o mesmo fato, mas, não sobre os merovíngios, e sim, sobre os judeus. Como sabemos historicamente que Herodes Filipe nascera em 24 A.C., seu ritual de segundo nascimento se dera 12 anos após, no ano 12 A.C., justamente quando de uma das passagens do cometa Halley pela Terra, que coincide justamente com a tal possível Estrela de Belém, ou seja, não no nascimento biológico de Jesus, mas sim, na ritualística de segundo nascimento de Judas/Herodes Filipe que era o verdadeiro e histórico nome do Jesus bíblico. * Mariamne é um nome hebraico sinônimo de Miriam, ambos de origem egípcia derivado de Mery Amon (Amada de Amon) que era o nome alternativo da segunda esposa do faraó Akhenaton (Amenhotep IV), Kiya, mãe do faraó Tutancâmon e da princesa Kiya-tasherit.
  • 14. Neste ponto é preciso deixar muito claro a identidade dos dois gêmeos. Segundo alguns documentos judaicos, como, por exemplo, o Talmude, além de histórias e rumores diversos, como bem menciona James Tabor, o nome Pantera aparece aqui e ali com alguma coerência. No documento hebraico Sepher Toldos Jeshu, por exemplo, o nome aparece como Jeoshua ben Pantera (ben = filho de, em hebraico), logo Jeoshua, filho do Pantera ou, como agora sabemos, Jeoshua, filho do Imperador Tibério César. O nome Jesus, originou-se como corrupção do nome original Jeoshua, logo, o irmão gêmeo de Jeoshua chamava-se Judas ben Pantera ou, Judas Tomé ben Pantera, cujo significado é Judas, o gêmeo, filho do Imperador Tibério, cujo apelido era Pantera. A Igreja de Roma, quando de sua formação, muito espertamente suprimiu a informação da duplicidade da natalidade amalgamando ambos os gêmeos em um único personagem dando-lhe o nome Jesus, derivado do verdadeiro nome de um dos personagens, o Jeoshua. Entretanto, adotou em sua Igreja o ícone do irmão gêmeo deste, do “crucificado” (que nem para a cruz foi) que é o Judas (não confundir este Judas com o tido como delator Judas Iscariotes). O que aconteceu então há dois mil anos na Palestina? Como ambos personagens históricos Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos do Imperador Tibério, Judas (que como Esaú perdera a primogenitura) que era o primogênito, achou-se no direito de legítima sucessão tanto do trono imperial romano por parte do pai, quanto da coroa de Judá, por parte da mãe. Sendo assim, lutou por esse direito para fundir os dois reinos em um único e implantar mudanças que ele julgava necessárias, uma Nova Ordem Mundial. Seu irmão, Jeoshua, ao contrário, concordava com a elite tanto romana quanto judaica, era partidário da continuação do jogo praticado por aquela elite e, por conseguinte não via com bons olhos a tentativa de implantação da Nova Ordem Mundial de seu irmão gêmeo Judas que lutava contra o status quo. Tudo culminou com uma trama resultado de uma conspiração política de alto nível nos corredores do poder, como sempre, cujo resultado não foi outro senão a traição e sabotagem de Judas por seu irmão Jeoshua com o apoio da elite de poder. Como consequência imediata, todo o fato foi suprimido, as pessoas ficaram amordaçadas pelo peso da espada de Roma e a genealogia familiar dos gêmeos foi destruída. Como Gardner afirma em Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada, página 202 sob o título Queimando as Provas (Escaneado do livro):
  • 15. E, na página 203 do mesmo livro, Gardner completa: Aproximadamente 400 anos após, com o Império Romano em decadência e o crescimento dos adeptos cristãos, Constantino, brilhantemente, idealizou a nova religião amalgamando os dois personagens em um único, imputando-lhe a identidade de filho de Deus. Também, por não poder perder os adeptos do culto pagão mitraísta que cultuava o Deus Sol, amalgamou também ambos os cultos, mitraísmo e cristianismo, em um só, daí o natal em 25 de dezembro que era a data de nascimento do Deus Sol Invicto (Natalis Invictus Solis) do mitraísmo. É neste contexto que entra o propagandista Goebells da época, Paulo de Tarso, como agente da Inteligência romana infiltrado no movimento de Judas e sua posterior propaganda paulinista que nada tem de cristã, ao contrário, subverteu todo o movimento original de Judas a ponto até mesmo de ser repudiado pela própria família do Mestre Judas, cognominado Jesus, por inspiração do nome do traidor Jeoshua. Para completar este resumo, citarei agora alguns detalhes pertinentes, por exemplo, Mariamne Herodias era a esposa de Jesus/Judas e, por ser uma alta sacerdotisa nazarena recebera o título Migdal, palavra hebraica que significa Torre, como forma de denotar sua alta estatura de sacerdotisa. Da mesma forma, Jesus era um nazareno, contudo, ao contrário do que é ensinado, a palavra nazareno ou nazireu não deriva da pseudo cidade de Nazaré, que sequer existia na época de Jesus, como já ficou provado; passou a existir
  • 16. muito depois por exigência da demanda turística. Tanto nazareno como nazireu são traduções adaptadas da palavra original aramaica nazri que significa guardião. Como o teólogo Holger Kestern afirma na página 203 de seu Jesus Viveu na Índia, (Escaneado): Indo para a página 107 como Kestern indica, lemos (Também escaneado): Contudo, Laurence Gardner é mais detalhista e, em seu livro Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada página 191 nos informa (Escaneado): O Judas/Jesus, portanto, era mais que um nazareno, ele era um Nazrie ha-Brith ou, nazareno da aliança, cuja tradução correta seria Guardião da Aliança. Mas que aliança? Aquela aliança cujos segredos que formaram o alicerce da Maçonaria passaram a ser mantidos pela Grande Fraternidade Branca fundada pelo faraó Tutmés III e, que eventualmente passariam a ser mantidos pelo Terapeutato Egípcio de Carnac que se ramificou para os essênios. Indo mais fundo um pouco, os guardiões deste segredo eram conhecidos na língua aramaica como Naggar que fora traduzido para o grego como Tektom.
  • 17. A tradução correta destes dois termos para o português e outras línguas seria Mestre artesão, contudo, fora traduzida incorretamente para Carpinteiro. É neste contexto em que o José bíblico que agora sabemos ser Herodes, o Grande, tornou-se conhecido biblicamente como carpinteiro quando deveria ser um mestre artesão. Herodes, portanto, não era um carpinteiro do ofício de madeira, e sim, um mestre artesão detentor dos segredos arcanos que formaram a base da Maçonaria e das tradições de Moisés e Salomão, o mesmo segredo detido pelos essênios, daí resultando em um essênio, Menahem, fazendo parte da corte de Herodes e, o bom relacionamento deste com os essênios, contando Jesus/Judas entre eles. Como Gardner coloca em seu livro Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada sob o título Defensores da Aliança, página 190 (Escaneado):
  • 18. O próprio Gardner, na página 191, nos responde estas duas questões, ou seja, de onde vinha o dinheiro e como eles ergueram milhões de pedras maciças com mais de 50 toneladas cada: Resumindo, Herodes, o Grande, o José bíblico, ficara conhecido como Carpinteiro não pelo ofício de madeira, mas sim, por ser um mestre artesão conhecedor do segredo arcano da manufatura da Pedra Filosofal a partir do ouro monoatômico disponível in natura nas águas do Mar Morto, que era captada para extração desta matéria prima pelos essênios e, negociada por Herodes para os reinos vizinhos depois de devidamente transformada na famosa Pedra Filosofal. Lembremo-nos que os essênios eram um ramo do Terapeutato Egípcio de Carnac oriundo da Grande Fraternidade Branca fundada por Tutmés III, justamente para salvaguarda deste segredo que fora detido inicialmente por Lameque e seus filhos, Jubal, Jabal, Tubalcain e Naamá, daí a veneração destes pela Maçonaria. CONCLUSÃO 1 - Jesus é um nome fabricado, uma corrupção do nome judeu original Jeoshua usado no amálgama de dois personagens irmãos gêmeos e reais, Jeoshua e Judas. 2 – Jeoshua e Judas foram amalgamados por Roma no Jesus bíblico para a formação da Igreja cristã. 3 – Jeoshua e Judas eram filhos ilegítimos (bastardos) do Imperador Tibério César. 4 – Tibério César tinha o apelido de Pantera ou Pandira (veja o motivo em meu livro O Mito Jesus – O Pantera) daí, seus filhos ilegítimos tornaram-se conhecidos como Jeoshua ben Pantera e Judas ben Pantera. 5 – O ícone do Jesus bíblico foi montado em cima do Judas enquanto o Jeoshua foi apagado da história. 6 – Judas ficara conhecido como Judas Tomé. Tomé era o aramaico para Gêmeo, logo Judas era o gêmeo de Jeoshua que inspirou o nome Jesus.
  • 19. 7 – O nome de batismo de Judas era Herodes Filipe. Como Herodes Filipe era filho de Herodes, o Grande, logo, Judas, ou Jesus como a Igreja quer, era um herodiano, neto de Herodes, o Grande. 8 – O verdadeiro ano de nascimento de Jesus é o ano histórico de nascimento de Herodes Filipe, 24 A.C. 9 – Como Herodes Filipe era filho de Mariamne II, logo a Maria bíblica era a própria Mariamne II, filha do sumo sacerdote judeu Simão Boeto. 10 – Como o Jesus bíblico era Judas, o bíblico Jesus era casado com a neta de Herodes, o Grande, Mariamne Herodias, logo a Maria Madalena bíblica era a própria Herodias, mãe de Salomé, que pediu a cabeça do Batista. 11 – Madalena não era um nome, e sim, uma corrupção da palavra hebraica Migdal que significa Torre e, era usada para denotar a alta estatura de alta sacerdotisa nazarena. 12 – Nazareno não deriva do nome da cidade Nazaré, que na época não existia. Nazareno é uma tradução adaptada do original hebraico Nazrie que significa Guardião. 13 – Como o Imperador Tibério César nascera em 42 A.C e seus filhos gêmeos nasceram em 24 A.C. que é a data de nascimento do gêmeo Herodes Filipe, logo, Tibério contava (42-24 = 18) 18 anos de idade. 14 – Durante o processo de gravidez, Maria (Mariamne II) era noiva do José bíblico (Herodes, o Grande), que nascera em 73 A.C. e que no ano da gravidez de Maria (Mariamne II), 23 A.C., quando com esta se casou, contava 48 anos de idade, explicando assim a diferença bíblica de idade entre o José bíblico, 48 anos, Tibério, 18 anos, e Maria (Mariamne II) com algo entre 12 e 13 anos de idade. Ainda assim, José (Herodes, o Grande) não era nenhum decrépito como a bíblia nos faz crer. 15 – Bárbara Thiering, afirma que Jesus fora casado com Madalena, tivera descendência e divorciara-se, confirmando a procedência de minhas pesquisas que colocam Jesus bíblico como Judas, nascido Herodes Filipe que casou-se com Herodias/Madalena que o largou para casar com Herodes Antipas causando, em última instância, a morte de João Batista que discordava do segundo casamento de Herodias/Madalena.
  • 20. O MITO JESUS – A LINHAGEM O meu terceiro livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem foi o resultado de pesquisas realizadas por mim antes das pesquisas sobre a identidade de Jesus e sua família. Nestas pesquisas anteriores eu havia identificado que os ex- presidentes Bush são primos de Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II da Inglaterra. Quando li o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada a ficha caiu, porque os autores deste livro colocam Jesus como ancestral dos merovíngios. Contudo, historicamente, os merovíngios foram os ancestrais de Carlos Magno que, por sua vez, era ancestral da famosa dinastia francesa/inglesa Plantageneta (Casa de Anjou) da qual descendem tanto a rainha Elizabeth II quanto os Bush. Diante desta confirmação histórica e acadêmica irrefutável, seria necessário que Jesus fosse bem humano e mortal para ser um ancestral dos merovíngios e, por tabela, da rainha e dos Bush. Contudo, Jesus, como eu suspeitava, não poderia ser um plebeu qualquer, ao contrário, deveria ser filho de alguém da elite de sua época. Bingo, não deu outra, eu encontrei que Jesus, ou melhor, os gêmeos Jesuses, Jehosuah/Jesus e Judas/Jesus eram filhos biológicos do Imperador Tibério César – apelidado pela Igreja de Espírito Santo – e de seu caso de love affair, Mariamne II, esposa do rei da Judéia, Herodes, o Grande, que se tornou pai adotivo dos gêmeos. Isto coloca a Rainha Elizabeth II e os Bush como descendentes do Imperador Tibério e de Herodes, o Grande, este último, embora pai adotivo dos gêmeos, por intermédio de Madalena/Herodias, neta de Herodes e que casara-se com o Judas/Jesus. Diante deste fato, eu me dediquei a pesquisar outras pessoas que pudessem pertencer a mesma árvore genealógica e, encontrei quase 200 pessoas desta mesma linhagem, algumas já mortas, outras bem vivas no mundo atual cujas genealogias completas até Jesus estão disponíveis, incluindo os brasileiros Getúlio Dornelles Vargas e sua neta, Celina Vargas do Amaral Peixoto. Este meu livro intitulado O Mito Jesus – A Linhagem pode também ser adquirido da mesma maneira informada anteriormente, apenas com preço diferente (R$ 40,00 na livraria Leonardo da Vinci ou R$ 45,00 diretamente comigo pelo meu e-mail (claudioarkas@yahoo.com.br) por possuir um anexo, intitulado A Vinha do Senhor, com as árvores
  • 21. genealógicas de 170 pessoas de linhagem descendente de Jesus e mais um DVD ilustrativo exclusivo e inédito baseado em informações concretas. É claro, tudo que eu falo em meus livros pode estar errado, entretanto, se ninguém tentar refutar jamais saberemos. Os autores de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada – livro cuja resposta dos historiadores profissionais e acadêmicos de áreas afins foi universalmente negativa – colocam assim, na página 344: Nós havíamos formulado a hipótese de uma linhagem descendente de Jesus, que continuou a existir até os dias de hoje. Não podemos, é claro, estar certos de que nossa hipótese esteja correta em todos os detalhes. Mas ainda que, aqui e ali, detalhes específicos sejam sujeitos a modificações, estamos convencidos de que as linhas essenciais de nossa hipótese são acuradas. E concluem no comentário de orelha do mesmo livro: Prepare-se o leitor de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada para conhecer uma extraordinária hipótese que, se confirmada – e, segundo os autores, ela brevemente o será – altera em profundidade a história do Ocidente nos últimos 2.000 anos. Por outro lado, Dan Brawn, acusado por vários padres, teólogos, historiadores, jornalistas e artistas que literalmente descredenciaram O Código Da Vinci, cuja tese central é a mesma de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, afirma, segundo o jornal O Globo, sábado, 13 de maio de 2006, Prosa & Verso: Se “O Código da Vinci” pretendesse apenas ser uma obra de ficção, o barulho não seria o mesmo. Parte da graça do livro --- que só aqui já vendeu mais de um milhão de exemplares --- está no fato de que seu autor, Dan Brown, professa fé em suas controversas teorias conspiratórias e enfatiza que elas são baseadas em fatos reais. E ainda deixa claro, aos mais distraídos, que estas teorias não dizem respeito a um mistério qualquer. Elas tratam, veja bem, do maior segredo da humanidade. Já, Laurence Gardner, cujos trabalhos historiadores e eruditos encaram como pseudo história, defende a mesma tese e afirma: Alguns anos atrás, quando estava estudando e coletando os registros genealógicos de algumas destas famílias reais [européias], ficou muito claro para mim que eles emanaram de uma base comum. Esta base,
  • 22. percebeu-se, era a Casa Real de Judah – a família do Rei David, Salomão e Jesus. Mais surpreendentemente, certos descendentes (especialmente a primeira realeza da França) vieram do próprio Jesus e dos irmãos dele – particularmente do seu irmão Tiago (James em inglês) cujos descendentes se tornaram na dinastia reinante na Inglaterra. Os quatro Evangelhos com os quais estamos familiarizados hoje foram selecionados pelos bispos da Igreja em 397 DC no Concilio de Cartago dentre muitos outros evangelhos. A limitada seleção foi feita com a base de que deveriam ser excluídos os evangelhos que apoiavam o status das mulheres na religião ou na comunidade. A Igreja implementou suas próprias regras de celibato para os padres e as mulheres foram condenadas como sendo seres de segunda-classe. Isto significou que o matrimônio de Jesus e Maria Madalena (como descrito nos textos antigos) poderia ser estrategicamente ignorado e, como resultado, os descendentes deles também poderiam ser ignorados – deixando a Igreja para reinar suprema com sua estrutura machista dominante. Porém, a família descendente existiu e a Igreja os chamou de “Desposyni”. Na França (ou Gália como era chamada então), os antigos descendentes de Jesus e Maria Madalena eram conhecidos como os Reis Pescadores, ou sacerdotes. Deles, um descendente chamado Meroveus, fundou a casa real Merovingea, que reinou na França de 446 até 751, quando eles foram depostos pela Igreja devido aos termos da forjada “Doação de Constantino”. Muitas das mais recentes casas reais européias descenderam dos Merovíngeos e a mais antiga era a Casa Real de Stewart da Escócia (...) a maioria das casas reais que existem na Europa podem ser rastreadas (por estes casamentos entre famílias) ate antepassados comuns de tempos antigos. Cabe aqui uma questão a ser respondida: de qual dos gêmeos Jesuses descenderam os merovíngios, ou seja, de qual dos gêmeos Jesuses, Jeoshua ou Judas, descende a Rainha Elizabeth II e os Bush? Como eu explico em meu terceiro livro, O Mito Jesus – A Linhagem, eles descendem dos dois Jesuses. Segundo minhas pesquisas o Jesus Judas casou-se com Madalena/Herodias. Depois do divórcio, Madalena/Herodias casou-se com o gêmeo Jeohsua. Depois do evento do Gólgota, Jeoshua/Jesus e Madalena/Herodias foram para a França enquanto o gêmeo Judas/Jesus foi para Glastonbury na Inglaterra onde casou-se e gerou descendência que se uniu com a descendência francesa de seu irmão. Para finalizar, Bárbara Thiering, com todo o seu curriculum, não é reconhecida nem levada a sério em seu livro Jesus the Man. Henry Lincoln,
  • 23. Michael Baigent e Richard Leigh são tidos como historiadores marginais. Laurence Gardner, em seus livros, é tido como pseudo-historiador. Dan Brown, mesmo reconhecendo seu livro como romance, afirma que é baseado em fatos reais e, por isto, torna-se engraçado. Pergunto eu: o que é História afinal de contas? Napoleão afirmou que História é uma lenda sobre a qual todos concordam. Segundo Honoré de Balsac em Ilusões Perdidas, “há duas histórias: a história oficial, que é uma mentira... e em seguida a história secreta, que relata as verdadeiras origens dos acontecimentos, a história da vergonha”. Até quando nossos acadêmicos vão se deslumbrar com esta história da mentira e da vergonha rejeitando tudo quanto passa para lá de suas medíocres molduras? NOVA E SENSACIONAL ABORDAGEM DE JOSEPH RAYMOND O Novo Testamento nos diz que o Sinédrio [a suprema corte da antiga Israel, composta por 71 juízes] condenou Jesus pelo crime de blasfêmia, um crime capital. Depois da condenação, Jesus deveria ter sido levado ao pátio do Hall of Hewn Stones e ser punido com a morte. A Bíblia recorda Estêvão, um seguidor de Jesus, sendo condenado à morte e sumariamente executado pelo Sinédrio desta maneira. Além disso, [Fávio] Josefo recorda o Sinédrio executando o próprio irmão de Jesus, Tiago, o Justo. Contudo, no caso de Jesus, o chefe dos sacerdotes apresentou-se perante Pilatos proclamando sua falta de autoridade para executar o prisioneiro e pediu a Pilatos para executar Jesus. Por que? A Bíblia oferece uma possível explicação para este aparente ato inconsistente do Sinédrio – o caso de Paulo de Tarso. Ele também foi colocado em custódia pelas autoridades judaicas do Templo mas os soldados romanos salvaram Paulo durante seu julgamento pelo Sinédrio porque ele era “um cidadão Romano por nascimento.” Os soldados, em seguida, levaram Paulo para julgamento perante autoridades Romanas. Se Jesus fosse cidadão Romano poderia explicar o porque da falta de autoridade do Sinédrio para executá-lo e, ao invés disso, demandando que Pôncio Pilatos realizasse a tarefa. Em províncias Romanas, os tribunais não tinham jurisdição para administrar punição criminal contra cidadãos Romanos, especialmente em casos capitais. Esta era uma antiga forma de imunidade diplomática. Cidadãos Romanos poderiam ser executados somente por tribunais Romanos. Também, membros de família real de um reino subjugado recebiam cidadania Romana. A explicação acima do porque os judeus enviaram Jesus para julgamento e condenação por Pôncio Pilatos está descrita na introdução do livro Herodian Messiah – Case For Jesus As Grandson of Herod (Messias Herodiano – Caso de Jesus Como Neto de Herodes).
  • 24. O livro em questão, publicado em 2010, ou seja um ano após os meus livros O Mito Jesus – O Pantera e O Mito Jesus – A Mulher sem Nome que foram publicados em 2009 afirma: Este livro apresenta uma audaciosa e, em alguns casos, chocante teoria de que Jesus era neto de ambos, Herodes, o Grande, e Rei Antigonus (o último rei Hasmoneano [linhagem dos macabeus]). O autor do livro, Joseph Raymond, também coloca Maria Madalena como uma princesa com mistura Herodiana/Hasmoneana. Ainda que o livro seja válido pela nova e correta colocação histórica de Jesus e sua família como herodianos, sua teoria falha na identificação desses personagens históricos pela simples afirmação de que o mesmo corpo legal, ou seja, o Sinédrio, executou o próprio irmão de Jesus, James, o Justo, enquanto Jesus, ainda que judeu, estava fora da jurisdição judaica também por sua cidadania Romana. Ora, se Jesus possuía dupla cidadania, seu irmão James, também, da mesma forma, estava fora da jurisdição judaica e não poderia ser punido pela suprema corte judaica! Por que o foi? A explicação está em meu livro O Mito Jesus – o Pantera que coloca Jesus como filho biológico e bastardo do Imperador Tibério César, daí, sua cidadania Romana colocando-o fora da jurisdição legal judaica. Por outro lado, os irmãos de Jesus citados na Bíblia eram, na verdade, meio-irmãos, filhos de sua mãe com outro pai, portanto, sem dupla cidadania, como coloca
  • 25. James Tabor em seu livro A Dinastia de Jesus, Capítulo 4, intitulado Filhos de outro pai: O que podemos afirmar com algum grau de certeza é o seguinte: José não é o pai de Jesus, e a gravidez de Maria por um homem desconhecido foi “ilegítima”, segundo as leis sociais. Jesus tinha quatro meio-irmãos e duas meio-irmãs, todos filhos de Maria, mas de outro pai. Ainda – como coloca Raymond – que membros de família real de um reino subjugado recebessem cidadania Romana, como no caso dos herodianos, também não explica o porque da diferença de tratamento legal entre Jesus e seu meio-irmão James, tornando irrelevante a questão de cidadania dos herodianos. Resumindo, Jesus possuía dupla cidadania, Romana por parte de pai biológico e Judaica por parte de mãe e, a bem da exatidão, não era herodiano por nascimento mas, tornou-se um ao ser adotado por Herodes, o Grande, que era o próprio bíblico carpinteiro José que casou-se com Mariamne II, a Maria bíblica e love affair do futuro Imperador Tibério César que a engravidou durante o processo de matrimônio dinástico entre Herodes e Mariamne. Por esta dupla cidadania, o Sinédrio, suprema corte judaica, não tinha jurisdição para julgar cidadão Romano Jesus, iniciando então a única explicação para o jogo de empurra, enviando Jesus para Pilatos, que o enviou para Herodes Antipas, que o devolveu para Pilatos que, por fim, aceitou a denúncia, julgando e condenando-o.