SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 37
Baixar para ler offline
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
W a l f r i d o F a r i a s G o m e s
Professor do Ensino Médio Integrado
Enfermeiro COREN/CE 312.517
EEEP FRANCISCA CASTRO DE MESQUITA
Reriutaba/Ce 2016
C E N T E C
CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO
SEQUÊNCIA DE EVENTOS DO
ATENDIMENTO À PCR
1. RECONHECIMENTO DA PCR
P a r â m e t r o s:
I – Inconsciência (não responde a estímulo verbal, nem
mecânico)
II – Respiração: apnéia ou gasping
III – Pulso: ausência de pulso
detectável
Avaliar SIMULTANEAMENTE
(em 5 a 10 s)
2. CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE
ATENDIMENTO:
-Comunicação eficiente e técnica imediata
-Delegação de liderança
-Organização dos outros 5 membros da equipe por função (SAV), essa
divisão ocorre s o m e n t e no Suporte Avançado de Vida:
 Compressão torácica
 Ventilação
 Monitorização do paciente / desfibrilador
 Manipulação dos medicamentos
 Monitorização de medicamentos e tempo
Ações sempre presentes no Suporte BÁSICO
de Vida, realizado por profissionais e leigos
Ações realizadas somente
por profissionais habilitados
2.1 CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE
ATENDIMENTO:
Funções do L Í D E R da equipe
Organiza a equipe
Monitora a atuação de cada membro da equipe
Dá assistência aos membros da equipe
É um excelente exemplo do comportamento em equipe
Treina e orienta
Facilita o entendimento
Concentra-se no tratamento abrangente do paciente
2.1 CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE
ATENDIMENTO:
Funções dos M E M B R O S da equipe
Ter clareza das atribuições de sua função
Estar preparado para cumprir as responsabilidades de sua
função
Ter praticado bem as habilidades de ressuscitação
Conhecer os algoritmos
Ter um compromisso com o êxito
2.2 ELEMENTOS DAS DINÂMICAS DE EQUIPE
PARA UMA RESSUSCITAÇÃO EFICAZ
Comunicações em circuito fechado e
mensagens claras
Líder Transmitir uma mensagem, ordem ou
atribuição com fala nítida, em tom de voz
controlado, de forma clara e com contato
visual.
Membros da equipe Repita a ordem para confirmá-la, questione
qualquer ordem, por menor que seja a dúvida.
Informe ao líder quando uma tarefa é iniciada
ou concluída.
2.2 ELEMENTOS DAS DINÂMICAS DE EQUIPE
PARA UMA RESSUSCITAÇÃO EFICAZ
Funções e responsabilidades claras
Líder Defina claramente as funções de todos os
membros da equipe.
Não atribua tarefas a membros inseguros
de tal responsabilidade.
Não faça atribuições de maneira desigual.
Membros da equipe Peça uma nova tarefa ou função se você
não for capaz de executar a que lhe foi
atribuída.
FINALIDADES DO SBV:
 AUMENTAR substancialmente a chance de
sobrevivência do paciente e um BOM resultado
neurológico;
 PERFUNDIR os órgãos vitais por meio de manobras
contínuas (massagem cardíaca externa);
 Manter a OXIGENAÇÃO (ventilação) e evitar lesão
cerebral;
 RCP precoce e desfibrilação rápida.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
VERIFICAR se o paciente RESPONDE:
- Ao comando verbal ou
doloroso, se NÃO RESPONDER,
peça ajuda a alguém próximo e
acione o Serviço de Emergência,
PASSE para a etapa seguinte.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
VERIFICAR a respiração e pulso SIMULTÂNEOS:
(De 5 a 10 segundos)
- Sem respiração ou apresenta gasping, COM:
 P U L S O P R E S E N T E :
Inicie a RCP pela ventilação de resgate.
 P U L S O A U S E N T E :
Inicie a RCP pelas compressões torácicas.
Posicionamento correto do paciente para
RCP
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
COMPRESSÕES TORÁCICAS
- Comprima o centro do tórax (metade inferior do esterno)
com força e rapidez.
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
Compressões Torácicas na RCP
COMPRESSÕES TORÁCICAS
Massagem Cardíaca
(adultos):
• Compressão mínima de
100/min e máxima de 120/min
• Profundidade de compressão
mínima de 5 e máxima de 6cm
• Retorno total do tórax após
cada Compressão .
•Minimizar interrupções.
•Alternar os profissionais a
cada 2 minutos ou 5 ciclos
para evitar fadiga.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
VENTILAÇÃO
- Eliminado o procedimento “ver, ouvir e sentir se há
respiração”, seguido de 2 ventilações de resgaste. Em
virtude da ATUAL sequência PRECONIZADA da RCP
(C-A-B), deve-se dá prioridade ao início precoce de
compressões torácicas em detrimento das ventilações;
- Cada ventilação de resgate deverá ter duração de
1 segundo;
- Evite ventilação excessiva.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
VENTILAÇÃO
Pacientes NÃO entubados:
Uma pessoa na ventilação
((IMAGEM))
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
VENTILAÇÃO
Pacientes NÃO entubados:
Duas pessoas na
ventilação
((IMAGEM))
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
RELAÇÃO – COMPRESSÕES / VENTILAÇÕES
COM PULSO A U S E N T E
• Sem vias aéreas avançada:
30 compressões para 2 ventilações.
• Com vias aéreas avançada:
mínimo de 100 compressões por min. e de 10
ventilações por min (1 Ventilação a cada 6 s).
SIMULTÂNEOS
INTERCALADOS
Relação compressão-ventilação
(sem via aérea avançada definitiva)
R E L A Ç Ã O
compressão-ventilação
30 : 2
((IMAGEM))
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
RELAÇÃO – COMPRESSÕES / VENTILAÇÕES
PARADA RESPIRATÓRIA + PULSO PRESENTE
NÃO faz compressões, realiza inicialmente VENTILAÇÕES
DE RESGATE: 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos (10 a 12
ventilações por minuto), VERIFIQUE o pulso a cada 2
minutos, se não houver pulso INICIAR RCP.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Ritmos de PCR:
 Fibrilação Ventricular
 Taquicardia Ventricular sem Pulso
 AESP (atividade elétrica sem pulso)
 Assistolia
Ritmos
CHOCÁVEIS
Ritmos NÃO
CHOCÁVEIS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
D E S F I B R I L A Ç Ã O (choque)
A desfibrilação provoca a despolarização de
todas as fibras cardíacas, produzindo uma
ASSISTOLIA MOMENTÂNEA, que permite o
Nó Sinoatrial gerar e assumir o controle
elétrico do coração.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
DESFIBRILAÇÃO
- Se NÃO houver pulso, verifique e há ritmo chocável /
desfibrilável com um DEA assim que ele chegar;
- Administre CHOQUES, conforme indicado;
- Inicie a RCP imediatamente após cada choque.
Posição das pás do Desfibrilador ou
DEA/DAE
• Fixar uma pá no lado
superior direito do tórax nu, à
direita do esterno, diretamente
abaixo da clavícula.
• Fixar a outra pá à esquerda
do mamilo, com a extremidade
superior da pá alguns
centímetros da axila esquerda.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
PARADA RESPIRATÓRIA
- Administrar oxigênio suplementar para manter uma
saturação ≥ 94%.
- Abertura da via aérea
- Execução de ventilação básica
- Uso de equipamentos adjuntos básicos de via aérea
(VOF e VNF)
- Aspiração
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
NÍVEL HOSPITALAR OU SAMU
MEDICAÇÕES UTILIZADAS NA PCR:
Epinefrina
Lidocaína;
Amiodarona
Medicação utilizada em
TODAS as PCR
Medicações utilizadas
SOMENTE nos ritmos
CHOCÁVEIS
Equipamentos adjuntos básicos de via aérea
Via Aérea Orofaríngea
VOF
Via Aérea Nasofaríngea
VNF
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
ABERTURA DAS VIAS AÉREAS
- CHIN LIFT
Manobra de inclinação da
cabeça-elevação do
queixo.
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
Obs.: CONTRA-INDICADO a
pacientes vítimas de TRAUMA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
ABERTURA DAS VIAS AÉREAS
- JAW THRUST
Manobra de elevação da
mandíbula sem
extensão da cabeça.
Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
ABERTURA DAS VIAS AÉREAS
- VIA AÉREA OROFARÍNGEA (VOF) – Pacientes
inconscientes
• Limpe a boca e a faringe.
• Tamanho correto.
• Insira a VOF de modo que
ela se curve para cima.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
PASSO A PASSO
ABERTURA DAS VIAS AÉREAS
- VIA AÉREA NASOFARÍNGEA (VNF) – Pacientes
conscientes ou semi-conscientes.
•Tamanho correto.
• Lubrifique a via aérea com
um lubrificante solúvel em
água ou gel anestésico.
• Insira a VNF.
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
ATENÇÃO
MINIMIZAR INTERRUPÇÕES
-Evite:
• Análise de ritmo prolongada
• Verificações frequentes ou inadequadas do pulso
• Demorar a administrar as ventilações ao paciente
• Mover o paciente desnecessariamente
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
A T E N Ç Ã O
Profissional de saúde atuando sozinho
- SE PRESENCIAR A PCR E PRESUMIR QUE O
COLAPSO FOI A CAUSA BASE
• Pedir ajuda
• Buscar o DEA/DAE
• Retornar ao paciente para aplicar o DEA/DAE e ,
então, executar a RCP
- SE A HIPÓXIA FOI A CAUSA DA PCR
• Inicia RCP antes de pedir ajuda
RESUMO DO ATENDIMENTO – RCP
OBRIGADO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...
Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...
Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...Aroldo Gavioli
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoresenfe2013
 
Evolução de enfermagem
Evolução de enfermagemEvolução de enfermagem
Evolução de enfermagemJonathan Silva
 
Avaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de EnfermagemAvaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de Enfermagemresenfe2013
 
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Aline Bandeira
 
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com redeSaúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com redeAngelica Reis Angel
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoFabricio Marques Moreira
 
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.Ravenny Caminha
 
Aula 7 posições cirúrgicas
Aula 7 posições cirúrgicasAula 7 posições cirúrgicas
Aula 7 posições cirúrgicasMarci Oliveira
 
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-InvasivaMonitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasivaresenfe2013
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorrozoeadas
 
Tratamento de feridas - Aula 02
Tratamento de feridas -  Aula 02Tratamento de feridas -  Aula 02
Tratamento de feridas - Aula 02SMS - Petrópolis
 
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa utiElisama Cruz
 

Mais procurados (20)

Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...
Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...
Atendimento na parada cardiorrespiratória em adultos pela equipe multidiscipl...
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
 
Evolução de enfermagem
Evolução de enfermagemEvolução de enfermagem
Evolução de enfermagem
 
Avaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de EnfermagemAvaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de Enfermagem
 
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
 
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com redeSaúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
 
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
Roteiro de Admissão, Evolução, Transferência e Alta hospitalar.
 
Relatórios de enfermegem
Relatórios de enfermegemRelatórios de enfermegem
Relatórios de enfermegem
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
 
Aula 7 posições cirúrgicas
Aula 7 posições cirúrgicasAula 7 posições cirúrgicas
Aula 7 posições cirúrgicas
 
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-InvasivaMonitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
 
Aula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto SocorroAula 1_Pronto Socorro
Aula 1_Pronto Socorro
 
Aula PCR
Aula PCRAula PCR
Aula PCR
 
Tratamento de feridas - Aula 02
Tratamento de feridas -  Aula 02Tratamento de feridas -  Aula 02
Tratamento de feridas - Aula 02
 
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa uti
 
SAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
SAE aplicada ao DPOC - EnfermagemSAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
SAE aplicada ao DPOC - Enfermagem
 
Evolução de UTI
Evolução de UTIEvolução de UTI
Evolução de UTI
 
RCP
RCPRCP
RCP
 

Semelhante a Suporte Básico de Vida - EEEP WALFRIDO 2017

Principais mudanças no protocolo RCP 2010
Principais mudanças no protocolo RCP 2010Principais mudanças no protocolo RCP 2010
Principais mudanças no protocolo RCP 2010Paulo Sérgio
 
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)Marina Sousa
 
Suporte basico de vida em pediatria
Suporte basico de vida em pediatriaSuporte basico de vida em pediatria
Suporte basico de vida em pediatriaFlaviaMota33
 
ACLS 2010 Prática Rafael Otsuzi
ACLS 2010 Prática Rafael OtsuziACLS 2010 Prática Rafael Otsuzi
ACLS 2010 Prática Rafael OtsuziRafael Otsuzi
 
Suporte bã¡sico de vida em pediatria
Suporte bã¡sico de vida em pediatriaSuporte bã¡sico de vida em pediatria
Suporte bã¡sico de vida em pediatriaAnna Paula Bastos
 
Curso HC Emergencias Pre-hospitalar
Curso HC Emergencias Pre-hospitalarCurso HC Emergencias Pre-hospitalar
Curso HC Emergencias Pre-hospitalarAgnaldo Pispico
 
Parada Cardiorrespiratória - Suporte Básico
Parada  Cardiorrespiratória - Suporte BásicoParada  Cardiorrespiratória - Suporte Básico
Parada Cardiorrespiratória - Suporte Básiconuiashrl
 
Atendimento a PCR
Atendimento a PCRAtendimento a PCR
Atendimento a PCRMarco Lamim
 
Atendimento a PCR
Atendimento a PCRAtendimento a PCR
Atendimento a PCRMarco Lamim
 
ITO 23 - Módulo 200 sbv
ITO 23 - Módulo 200   sbvITO 23 - Módulo 200   sbv
ITO 23 - Módulo 200 sbvComandantelima
 
Suporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologiaSuporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologiaDaniel Valente
 
aula suporte basico 16 - ADULTO.ppt
aula suporte basico 16 - ADULTO.pptaula suporte basico 16 - ADULTO.ppt
aula suporte basico 16 - ADULTO.pptLarcioFerreiraSilva
 
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCP
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCPSUPORTE BASICO DE VIDA - RCP
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCPRafaelaAraujo53
 
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROSSUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROSbrunoloperz4
 
Desmame Da VentilaçãO MecâNica
Desmame Da VentilaçãO MecâNicaDesmame Da VentilaçãO MecâNica
Desmame Da VentilaçãO MecâNicagalegoo
 

Semelhante a Suporte Básico de Vida - EEEP WALFRIDO 2017 (20)

Principais mudanças no protocolo RCP 2010
Principais mudanças no protocolo RCP 2010Principais mudanças no protocolo RCP 2010
Principais mudanças no protocolo RCP 2010
 
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)
Supoerte Básico de Vida - Basic Life Suporte (BLS)
 
Suporte basico de vida em pediatria
Suporte basico de vida em pediatriaSuporte basico de vida em pediatria
Suporte basico de vida em pediatria
 
ACLS 2010 Prática Rafael Otsuzi
ACLS 2010 Prática Rafael OtsuziACLS 2010 Prática Rafael Otsuzi
ACLS 2010 Prática Rafael Otsuzi
 
Suporte bã¡sico de vida em pediatria
Suporte bã¡sico de vida em pediatriaSuporte bã¡sico de vida em pediatria
Suporte bã¡sico de vida em pediatria
 
Curso HC Emergencias Pre-hospitalar
Curso HC Emergencias Pre-hospitalarCurso HC Emergencias Pre-hospitalar
Curso HC Emergencias Pre-hospitalar
 
Parada Cardiorrespiratória - Suporte Básico
Parada  Cardiorrespiratória - Suporte BásicoParada  Cardiorrespiratória - Suporte Básico
Parada Cardiorrespiratória - Suporte Básico
 
SBV
SBVSBV
SBV
 
Currents
CurrentsCurrents
Currents
 
Currents
CurrentsCurrents
Currents
 
Sbv rcp e de
Sbv   rcp  e deSbv   rcp  e de
Sbv rcp e de
 
Atendimento a PCR
Atendimento a PCRAtendimento a PCR
Atendimento a PCR
 
Atendimento a PCR
Atendimento a PCRAtendimento a PCR
Atendimento a PCR
 
ITO 23 - Módulo 200 sbv
ITO 23 - Módulo 200   sbvITO 23 - Módulo 200   sbv
ITO 23 - Módulo 200 sbv
 
Suporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologiaSuporte avançado de vida em cardiologia
Suporte avançado de vida em cardiologia
 
aula suporte basico 16 - ADULTO.ppt
aula suporte basico 16 - ADULTO.pptaula suporte basico 16 - ADULTO.ppt
aula suporte basico 16 - ADULTO.ppt
 
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCP
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCPSUPORTE BASICO DE VIDA - RCP
SUPORTE BASICO DE VIDA - RCP
 
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROSSUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA E PRIMEIROS SOCORROS
 
Reanimação Cardiopulmonar - Enf. Simone Crispim
Reanimação Cardiopulmonar - Enf. Simone CrispimReanimação Cardiopulmonar - Enf. Simone Crispim
Reanimação Cardiopulmonar - Enf. Simone Crispim
 
Desmame Da VentilaçãO MecâNica
Desmame Da VentilaçãO MecâNicaDesmame Da VentilaçãO MecâNica
Desmame Da VentilaçãO MecâNica
 

Mais de WALFRIDO Farias Gomes

(1.1) Tabela COMPLETA Diluição MEDICA 2023.pdf
(1.1) Tabela COMPLETA Diluição  MEDICA 2023.pdf(1.1) Tabela COMPLETA Diluição  MEDICA 2023.pdf
(1.1) Tabela COMPLETA Diluição MEDICA 2023.pdfWALFRIDO Farias Gomes
 
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017WALFRIDO Farias Gomes
 
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017WALFRIDO Farias Gomes
 
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e Respiratório
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e RespiratórioANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e Respiratório
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e RespiratórioWALFRIDO Farias Gomes
 
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEP
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEPCalendário 2016 Vacinação Infantil EEEP
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEPWALFRIDO Farias Gomes
 
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTEC
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTECEstatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTEC
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTECWALFRIDO Farias Gomes
 

Mais de WALFRIDO Farias Gomes (7)

(1.1) Tabela COMPLETA Diluição MEDICA 2023.pdf
(1.1) Tabela COMPLETA Diluição  MEDICA 2023.pdf(1.1) Tabela COMPLETA Diluição  MEDICA 2023.pdf
(1.1) Tabela COMPLETA Diluição MEDICA 2023.pdf
 
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017
Primeiros Socorros IFESMA WALFRIDO 2017
 
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017
TABELA de Sinais Vitais - EEEP WALFRIDO 2017
 
Feridas e Curativos EEEP 2017 WFG
Feridas e Curativos EEEP 2017 WFGFeridas e Curativos EEEP 2017 WFG
Feridas e Curativos EEEP 2017 WFG
 
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e Respiratório
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e RespiratórioANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e Respiratório
ANATOMIA HUMANA: Conceitos Gerais, Sistemas Locomotor, Digestório e Respiratório
 
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEP
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEPCalendário 2016 Vacinação Infantil EEEP
Calendário 2016 Vacinação Infantil EEEP
 
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTEC
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTECEstatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTEC
Estatuto da Criança e do Adolescente ECA 2016 - Enfermagem - CENTEC
 

Último

Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosTecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosIANAHAAS
 
Apresentação Saúde Mental para Adolescentes
Apresentação Saúde Mental para AdolescentesApresentação Saúde Mental para Adolescentes
Apresentação Saúde Mental para AdolescentesVanessaXLncolis
 
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaPuerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaJoyceDamasio2
 
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxTEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxjhordana1
 
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsApresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsMarceloLeoSanttana
 
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.FabioCorreia46
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdfIANAHAAS
 
fratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorfratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorIvaneSales
 
Atividade sistema muscular.pdfatividfades
Atividade sistema muscular.pdfatividfadesAtividade sistema muscular.pdfatividfades
Atividade sistema muscular.pdfatividfadesIANAHAAS
 
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemas
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemasSISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemas
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemasIANAHAAS
 

Último (10)

Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosTecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
 
Apresentação Saúde Mental para Adolescentes
Apresentação Saúde Mental para AdolescentesApresentação Saúde Mental para Adolescentes
Apresentação Saúde Mental para Adolescentes
 
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaPuerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
 
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxTEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
 
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsApresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
 
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
 
fratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorfratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferior
 
Atividade sistema muscular.pdfatividfades
Atividade sistema muscular.pdfatividfadesAtividade sistema muscular.pdfatividfades
Atividade sistema muscular.pdfatividfades
 
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemas
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemasSISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemas
SISTEMA ARTICULAR.pptxarticulações sistemas
 

Suporte Básico de Vida - EEEP WALFRIDO 2017

  • 1. SUPORTE BÁSICO DE VIDA W a l f r i d o F a r i a s G o m e s Professor do Ensino Médio Integrado Enfermeiro COREN/CE 312.517 EEEP FRANCISCA CASTRO DE MESQUITA Reriutaba/Ce 2016 C E N T E C CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO
  • 2. SEQUÊNCIA DE EVENTOS DO ATENDIMENTO À PCR 1. RECONHECIMENTO DA PCR P a r â m e t r o s: I – Inconsciência (não responde a estímulo verbal, nem mecânico) II – Respiração: apnéia ou gasping III – Pulso: ausência de pulso detectável Avaliar SIMULTANEAMENTE (em 5 a 10 s)
  • 3. 2. CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO: -Comunicação eficiente e técnica imediata -Delegação de liderança -Organização dos outros 5 membros da equipe por função (SAV), essa divisão ocorre s o m e n t e no Suporte Avançado de Vida:  Compressão torácica  Ventilação  Monitorização do paciente / desfibrilador  Manipulação dos medicamentos  Monitorização de medicamentos e tempo Ações sempre presentes no Suporte BÁSICO de Vida, realizado por profissionais e leigos Ações realizadas somente por profissionais habilitados
  • 4. 2.1 CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO: Funções do L Í D E R da equipe Organiza a equipe Monitora a atuação de cada membro da equipe Dá assistência aos membros da equipe É um excelente exemplo do comportamento em equipe Treina e orienta Facilita o entendimento Concentra-se no tratamento abrangente do paciente
  • 5. 2.1 CHAMADA E FORMAÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO: Funções dos M E M B R O S da equipe Ter clareza das atribuições de sua função Estar preparado para cumprir as responsabilidades de sua função Ter praticado bem as habilidades de ressuscitação Conhecer os algoritmos Ter um compromisso com o êxito
  • 6. 2.2 ELEMENTOS DAS DINÂMICAS DE EQUIPE PARA UMA RESSUSCITAÇÃO EFICAZ Comunicações em circuito fechado e mensagens claras Líder Transmitir uma mensagem, ordem ou atribuição com fala nítida, em tom de voz controlado, de forma clara e com contato visual. Membros da equipe Repita a ordem para confirmá-la, questione qualquer ordem, por menor que seja a dúvida. Informe ao líder quando uma tarefa é iniciada ou concluída.
  • 7. 2.2 ELEMENTOS DAS DINÂMICAS DE EQUIPE PARA UMA RESSUSCITAÇÃO EFICAZ Funções e responsabilidades claras Líder Defina claramente as funções de todos os membros da equipe. Não atribua tarefas a membros inseguros de tal responsabilidade. Não faça atribuições de maneira desigual. Membros da equipe Peça uma nova tarefa ou função se você não for capaz de executar a que lhe foi atribuída.
  • 8. FINALIDADES DO SBV:  AUMENTAR substancialmente a chance de sobrevivência do paciente e um BOM resultado neurológico;  PERFUNDIR os órgãos vitais por meio de manobras contínuas (massagem cardíaca externa);  Manter a OXIGENAÇÃO (ventilação) e evitar lesão cerebral;  RCP precoce e desfibrilação rápida.
  • 9. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO VERIFICAR se o paciente RESPONDE: - Ao comando verbal ou doloroso, se NÃO RESPONDER, peça ajuda a alguém próximo e acione o Serviço de Emergência, PASSE para a etapa seguinte.
  • 10. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO VERIFICAR a respiração e pulso SIMULTÂNEOS: (De 5 a 10 segundos) - Sem respiração ou apresenta gasping, COM:  P U L S O P R E S E N T E : Inicie a RCP pela ventilação de resgate.  P U L S O A U S E N T E : Inicie a RCP pelas compressões torácicas.
  • 11. Posicionamento correto do paciente para RCP Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 12. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO COMPRESSÕES TORÁCICAS - Comprima o centro do tórax (metade inferior do esterno) com força e rapidez. Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 14. COMPRESSÕES TORÁCICAS Massagem Cardíaca (adultos): • Compressão mínima de 100/min e máxima de 120/min • Profundidade de compressão mínima de 5 e máxima de 6cm • Retorno total do tórax após cada Compressão . •Minimizar interrupções. •Alternar os profissionais a cada 2 minutos ou 5 ciclos para evitar fadiga. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 15. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO VENTILAÇÃO - Eliminado o procedimento “ver, ouvir e sentir se há respiração”, seguido de 2 ventilações de resgaste. Em virtude da ATUAL sequência PRECONIZADA da RCP (C-A-B), deve-se dá prioridade ao início precoce de compressões torácicas em detrimento das ventilações; - Cada ventilação de resgate deverá ter duração de 1 segundo; - Evite ventilação excessiva.
  • 16. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO VENTILAÇÃO Pacientes NÃO entubados: Uma pessoa na ventilação ((IMAGEM)) Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 17. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO VENTILAÇÃO Pacientes NÃO entubados: Duas pessoas na ventilação ((IMAGEM)) Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 18. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO RELAÇÃO – COMPRESSÕES / VENTILAÇÕES COM PULSO A U S E N T E • Sem vias aéreas avançada: 30 compressões para 2 ventilações. • Com vias aéreas avançada: mínimo de 100 compressões por min. e de 10 ventilações por min (1 Ventilação a cada 6 s). SIMULTÂNEOS INTERCALADOS
  • 19. Relação compressão-ventilação (sem via aérea avançada definitiva) R E L A Ç Ã O compressão-ventilação 30 : 2 ((IMAGEM)) Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 20. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO RELAÇÃO – COMPRESSÕES / VENTILAÇÕES PARADA RESPIRATÓRIA + PULSO PRESENTE NÃO faz compressões, realiza inicialmente VENTILAÇÕES DE RESGATE: 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos (10 a 12 ventilações por minuto), VERIFIQUE o pulso a cada 2 minutos, se não houver pulso INICIAR RCP.
  • 21. SUPORTE BÁSICO DE VIDA Ritmos de PCR:  Fibrilação Ventricular  Taquicardia Ventricular sem Pulso  AESP (atividade elétrica sem pulso)  Assistolia Ritmos CHOCÁVEIS Ritmos NÃO CHOCÁVEIS
  • 22. SUPORTE BÁSICO DE VIDA D E S F I B R I L A Ç Ã O (choque) A desfibrilação provoca a despolarização de todas as fibras cardíacas, produzindo uma ASSISTOLIA MOMENTÂNEA, que permite o Nó Sinoatrial gerar e assumir o controle elétrico do coração.
  • 23. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO DESFIBRILAÇÃO - Se NÃO houver pulso, verifique e há ritmo chocável / desfibrilável com um DEA assim que ele chegar; - Administre CHOQUES, conforme indicado; - Inicie a RCP imediatamente após cada choque.
  • 24. Posição das pás do Desfibrilador ou DEA/DAE • Fixar uma pá no lado superior direito do tórax nu, à direita do esterno, diretamente abaixo da clavícula. • Fixar a outra pá à esquerda do mamilo, com a extremidade superior da pá alguns centímetros da axila esquerda.
  • 25. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO PARADA RESPIRATÓRIA - Administrar oxigênio suplementar para manter uma saturação ≥ 94%. - Abertura da via aérea - Execução de ventilação básica - Uso de equipamentos adjuntos básicos de via aérea (VOF e VNF) - Aspiração
  • 26. SUPORTE AVANÇADO DE VIDA NÍVEL HOSPITALAR OU SAMU MEDICAÇÕES UTILIZADAS NA PCR: Epinefrina Lidocaína; Amiodarona Medicação utilizada em TODAS as PCR Medicações utilizadas SOMENTE nos ritmos CHOCÁVEIS
  • 27. Equipamentos adjuntos básicos de via aérea Via Aérea Orofaríngea VOF Via Aérea Nasofaríngea VNF
  • 28. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO ABERTURA DAS VIAS AÉREAS - CHIN LIFT Manobra de inclinação da cabeça-elevação do queixo. Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte Obs.: CONTRA-INDICADO a pacientes vítimas de TRAUMA
  • 29. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO ABERTURA DAS VIAS AÉREAS - JAW THRUST Manobra de elevação da mandíbula sem extensão da cabeça. Créditos: Enf. Thalyta Coelho / Diêgo Afonso – Hospital Regional Norte
  • 30. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO ABERTURA DAS VIAS AÉREAS - VIA AÉREA OROFARÍNGEA (VOF) – Pacientes inconscientes • Limpe a boca e a faringe. • Tamanho correto. • Insira a VOF de modo que ela se curve para cima.
  • 31. SUPORTE BÁSICO DE VIDA PASSO A PASSO ABERTURA DAS VIAS AÉREAS - VIA AÉREA NASOFARÍNGEA (VNF) – Pacientes conscientes ou semi-conscientes. •Tamanho correto. • Lubrifique a via aérea com um lubrificante solúvel em água ou gel anestésico. • Insira a VNF.
  • 32. SUPORTE BÁSICO DE VIDA ATENÇÃO MINIMIZAR INTERRUPÇÕES -Evite: • Análise de ritmo prolongada • Verificações frequentes ou inadequadas do pulso • Demorar a administrar as ventilações ao paciente • Mover o paciente desnecessariamente
  • 33. SUPORTE BÁSICO DE VIDA A T E N Ç Ã O Profissional de saúde atuando sozinho - SE PRESENCIAR A PCR E PRESUMIR QUE O COLAPSO FOI A CAUSA BASE • Pedir ajuda • Buscar o DEA/DAE • Retornar ao paciente para aplicar o DEA/DAE e , então, executar a RCP - SE A HIPÓXIA FOI A CAUSA DA PCR • Inicia RCP antes de pedir ajuda
  • 34.
  • 35.