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Marcos José Rodrigues dos Santos
SMARTGRIDNO BRASIL: ATÉ QUANDO
ESPERAR?
Estudo complementarrealizado no âmbito da disciplina de pós
graduação Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento – USP/IEE
Coordenador:
Prof. Dr. José Goldemberg
Prof. Dr. Oswaldo Lucon
dezembro/2011
2
Tópicos tratados
 Conceito básico de Rede Inteligente (Sm art Grid)
 Os principais benefícios esperados com a aplicação concreta
deste conceito
 As principais áreas técnicas do conhecimento que estruturam
uma rede inteligente e os desafios a serem enfrentados em
cada área
 A motivação e grau de urgência norte-americana para o
aumento do “grau de inteligência” de rede de energia elétrica
nacional em comparação como Brasil.
 Considerações finais (até quando esperar?)
3
Conceito básico de Rede Inteligente (Smart
Grid)
Fonte: Draft NIST Frameworkand Roadmap Smart Grid Interoperability Standards, Release 2.0 -October17, 2011
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4
Fonte: Draft NIST Frameworkand Roadmap Smart Grid Interoperability Standards, Release 2.0 -October17, 2011
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Grid)
5
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Inteligente” ou, simplesmente, “Rede Inteligente” como sendo:
Uma rede que, a partir de instrumentação inovadora e de TIC
(Tecnologias de Informação e Comunicações) aplicadas a
sistemas elétricos de potência, adquire um nível de automação
capaz de permitir o gerenciamento de falhas de fornecimento
de forma mais eficiente, bem como, a implantação de novos
serviços aos consumidores e a introdução de outras facilidades
como a geração distribuída e o abastecimento de veículos
elétricos – tudo de forma harmonizada e segura.
Conceito básico de Rede Inteligente (Smart
Grid)
6
 recuperação do funcionamento (“selfhealing”) diante da
ocorrência de falhas no Sistema;
 integrar e gerenciar os mais variados tipos e potências de
cargas, geradores e armazenadores de energia;
 enfrentar e resistir a ataques físicos e cibernéticos, sem a
transferência de efeitos negativos para o Sistema;
 oferecer energia de acordo com os parâmetros de qualidade
definidos pelas normas pertinentes;
 considerar os hábitos dos consumidores no desenvolvimento
das Redes, dispensando aos mesmos, um tratamento mais
personalizado;
Benefícios esperados
7
 permitir maior transparência no que se refere a quantidade e período
de falhas, tanto para o fornecedor como para os órgãos reguladores;
 colaborar para a criação de novos produtos, serviços e mercados;
 colaborar para uma maior competitividade da pequena geração e do
mercado de varejo;
 explorar a infraestrutura disponível com o máximo aproveitamento
possível e com o mínimo de sobrecarga, de modo a reduzir perdas e
impactos ambientais;
 reduzir a intervenção humana e os custos de manutenção do
Sistema;
 colaborar com a otimização de recursos e operação eficiente de um
modo geral.
Benefícios esperados
8
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envolvidas e os respectivos desafios
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10
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11
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redes
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12
Motivação norte-americana vs brasileira
13
Estados Unidos
 É politicamente mais indicado investir em redes inteligentes do que
construir linhas de transmissão (criação do NIST - Smart Grid
Interoperability Forum e 19 PAPs - Priority Action Plans)
 Rede inteligente ativa a economia interna e proporciona redução de
emissões e economia… enquanto tecnologias de energias renováveis
e de geração localizada se desenvolvem e são integradas à rede
Brasil
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inteligentes (smart metering)
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14
Conclusão
 Brasil não está aproveitando a dianteira... (boa geração e
transmissão; poder da Aneel, boa fase da economia…) Poderia:
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planejamento de uma rede inteligente nacional
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custear as despesas do fórum* e de projetos a serem executados
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* Participantes: Aneel, Associação Brasileira de Normas Técnicas, Associação Brasileira da Indústria
Eletroeletrônica, Concessionárias de Energia e suas associações, Universidades, Institutos de Pesquisas
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Obrigado!!!
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Smart Grid no Brasil: Até quando esperar?

  • 1. Marcos José Rodrigues dos Santos SMARTGRIDNO BRASIL: ATÉ QUANDO ESPERAR? Estudo complementarrealizado no âmbito da disciplina de pós graduação Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento – USP/IEE Coordenador: Prof. Dr. José Goldemberg Prof. Dr. Oswaldo Lucon dezembro/2011
  • 2. 2 Tópicos tratados  Conceito básico de Rede Inteligente (Sm art Grid)  Os principais benefícios esperados com a aplicação concreta deste conceito  As principais áreas técnicas do conhecimento que estruturam uma rede inteligente e os desafios a serem enfrentados em cada área  A motivação e grau de urgência norte-americana para o aumento do “grau de inteligência” de rede de energia elétrica nacional em comparação como Brasil.  Considerações finais (até quando esperar?)
  • 3. 3 Conceito básico de Rede Inteligente (Smart Grid) Fonte: Draft NIST Frameworkand Roadmap Smart Grid Interoperability Standards, Release 2.0 -October17, 2011 REVISION
  • 4. 4 Fonte: Draft NIST Frameworkand Roadmap Smart Grid Interoperability Standards, Release 2.0 -October17, 2011 REVISION Conceito básico de Rede Inteligente (Smart Grid)
  • 5. 5 Podemos definir “Smart Grid” ou “Rede de Energia Elétrica Inteligente” ou, simplesmente, “Rede Inteligente” como sendo: Uma rede que, a partir de instrumentação inovadora e de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicações) aplicadas a sistemas elétricos de potência, adquire um nível de automação capaz de permitir o gerenciamento de falhas de fornecimento de forma mais eficiente, bem como, a implantação de novos serviços aos consumidores e a introdução de outras facilidades como a geração distribuída e o abastecimento de veículos elétricos – tudo de forma harmonizada e segura. Conceito básico de Rede Inteligente (Smart Grid)
  • 6. 6  recuperação do funcionamento (“selfhealing”) diante da ocorrência de falhas no Sistema;  integrar e gerenciar os mais variados tipos e potências de cargas, geradores e armazenadores de energia;  enfrentar e resistir a ataques físicos e cibernéticos, sem a transferência de efeitos negativos para o Sistema;  oferecer energia de acordo com os parâmetros de qualidade definidos pelas normas pertinentes;  considerar os hábitos dos consumidores no desenvolvimento das Redes, dispensando aos mesmos, um tratamento mais personalizado; Benefícios esperados
  • 7. 7  permitir maior transparência no que se refere a quantidade e período de falhas, tanto para o fornecedor como para os órgãos reguladores;  colaborar para a criação de novos produtos, serviços e mercados;  colaborar para uma maior competitividade da pequena geração e do mercado de varejo;  explorar a infraestrutura disponível com o máximo aproveitamento possível e com o mínimo de sobrecarga, de modo a reduzir perdas e impactos ambientais;  reduzir a intervenção humana e os custos de manutenção do Sistema;  colaborar com a otimização de recursos e operação eficiente de um modo geral. Benefícios esperados
  • 8. 8 Áreas técnicas do conhecimento envolvidas e os respectivos desafios Sistemas de potência e instrumentação Desafio: desenvolvimento de metodologias, sensores e atuadores capazes de melhor identificar de falhas efetivas ou iminentes no Sistema
  • 9. 9 Áreas técnicas do conhecimento envolvidas e os respectivos desafios Sistemas de telecomunicações  Desafios:  Definição de um padrão de telecomunicações Ex: PLC (Power Line Communication) vs Celular  Padronização de protocolos de comunicação
  • 10. 10 Fonte: IntelliGrid Architecture Report: Volume 1, IntelliGrid UserGuidelines and Recommendations Áreas técnicas do conhecimento envolvidas e os respectivos desafios
  • 11. 11 Áreas técnicas do conhecimento envolvidas e os respectivos desafios Tecnologia da informação  Desafio:  Fazer com que as ferramentas já existentes sejam capazes de:  tratar todos os dados a serem enviados aos centros de controle das redes  Interagirem entre si
  • 13. 13 Estados Unidos  É politicamente mais indicado investir em redes inteligentes do que construir linhas de transmissão (criação do NIST - Smart Grid Interoperability Forum e 19 PAPs - Priority Action Plans)  Rede inteligente ativa a economia interna e proporciona redução de emissões e economia… enquanto tecnologias de energias renováveis e de geração localizada se desenvolvem e são integradas à rede Brasil  Iniciativas pulverizadas basicamente em medidores inteligentes (smart metering)  Evolução a reboque do avanço da tecnologia e do mercado Aparente raciocínio e ações
  • 14. 14 Conclusão  Brasil não está aproveitando a dianteira... (boa geração e transmissão; poder da Aneel, boa fase da economia…) Poderia:  Criar fórum de estudo da padronização já existente e de planejamento de uma rede inteligente nacional  Direcionar parte dos recursos do Fundo Setorial de Energia para custear as despesas do fórum* e de projetos a serem executados e em rede  Incentivar a indústria nacional * Participantes: Aneel, Associação Brasileira de Normas Técnicas, Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica, Concessionárias de Energia e suas associações, Universidades, Institutos de Pesquisas Tecnológicas e fabricantes de instrumentos