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URGÊNCIAS E EMERGÊNCIASPSIQUIÁTRICAS
Professor Dr João Rodrigues Albuquerque
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
 INTRODUÇÃO
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem leva em
consideração a necessidade e o direito de assistência em enfermagem da
população, os interesses do profissional e de sua organização. Está centrado
na pessoa, família e coletividade e pressupõe que os trabalhadores de
enfermagem estejam aliados aos usuários na luta por uma assistência sem
riscos e danos e acessível a toda população.
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES
Aprimorar seus conhecimentos técnicos,
científicos e culturais que dão sustentação
a sua prática profissional.
Exercer a profissão com justiça,
compromisso, equidade, resolutividade,
dignidade, competência,
responsabilidade, honestidade e lealdade.
Apoiar as iniciativas que visem ao
aprimoramento profissional e à defesa
dos direitos e interesses da categoria e da
sociedade.
Comunicar ao COREN e aos órgãos
competentes, fatos que infrinjam
dispositivos legais e que possam
prejudicar o exercício profissional.
CAPÍTULO I DAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
RELAÇÕES PROFISSIONAIS
 PROIBIÇÕES
Praticar e/ou ser conivente com crime, contravenção penal ou qualquer outro
ato, que infrinja postulados éticos e legais
Promover e ser conivente com a injúria, calúnia e difamação de membro da
equipe de enfermagem, equipe de saúde e de trabalhadores de outras áreas,
de organizações da categoria ou instituições
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
 SIGILO PROFISSIONAL
DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES
Abster-se de revelar informações
confidenciais de que tenha conhecimento
em razão de seu exercício profissional a
pessoas ou entidades que não estejam
obrigadas ao sigilo.
Orientar, na condição de enfermeiro, a
equipe sob sua responsabilidade, sobre o
dever do sigilo profissional.
Manter segredo sobre fato sigiloso de que
tenha conhecimento em razão de sua
atividade profissional, exceto casos previstos
em lei, ordem judicial, ou com o
consentimento escrito da pessoa envolvida
ou de seu representante legal
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
RESPONSABILIDADES E DEVERES
O segredo profissional referente ao menor de idade deverá ser mantido, mesmo
quando a revelação seja solicitada por pais ou responsáveis, desde que o menor tenha
capacidade de discernimento, exceto nos casos em que possa acarretar danos ou
riscos ao mesmo.
Em atividade multiprofissional, o fato sigiloso poderá ser revelado quando necessário
à prestação da assistência.
PROIBIÇÕES
Divulgar ou fazer referência a casos, situações ou fatos de forma que os envolvidos
possam ser identificados.
SIGILO PROFISSIONAL
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
 ENSINO, DA PESQUISA, E DA PRODUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA
DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES
Realizar e participar de atividades de
ensino e pesquisa, respeitadas as normas
ético-legais.
Atender as normas vigentes para a
pesquisa envolvendo seres humanos,
segundo a especificidade da investigação.
Ter conhecimento acerca do ensino e da
pesquisa a serem desenvolvidos com as
pessoas sob sua responsabilidade
profissional ou em seu local de trabalho.
Interromper a pesquisa na presença de
qualquer perigo à vida e à integridade da
pessoa
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
CAPÍTULO III DO ENSINO, DA PESQUISA, E DA PRODUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA
 PROIBIÇÕES
Publicar trabalho com elementos que identifiquem o sujeito participante do estudo
sem sua autorização.
Divulgar ou publicar, em seu nome, produção técnico-científica ou instrumento de
organização formal do qual não tenha participado ou omitir nomes de coautores e
colaboradores
Falsificar ou manipular resultados de pesquisa, bem como, usá-los para fins diferentes
dos pré-determinados.
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS
PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
 CAPÍTULO IV DA PUBLICIDADE
DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES
Utilizar-se de veículo de comunicação
para conceder entrevistas ou divulgar
eventos e assuntos de sua
competência, com finalidade educativa
e de interesse social.
Resguardar os princípios da
honestidade, veracidade e
fidedignidade no conteúdo e na forma
publicitária.
Anunciar a prestação de serviços para
os quais está habilitado.
Zelar pelos preceitos éticos e legais da
profissão nas diferentes formas de
divulgação.
Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
PUBLICIDADE
 PROIBIÇÕES
Divulgar informação inverídica sobre assunto de sua área profissional.
Inserir imagens ou informações que possam identificar pessoas e instituições sem sua
prévia autorização.
Anunciar título ou qualificação que não possa comprovar.
Anunciar a prestação de serviços gratuitos ou propor honorários que caracterizem
concorrência desleal.
564 /2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS
PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
 INFRAÇÕES E PENALIDADES
 Considera-se infração ética a ação, omissão ou conivência que implique em
desobediência e/ou inobservância às disposições do Código de Ética dos Profissionais
de Enfermagem.
 Responde pela infração quem a cometer ou concorrer para a sua prática, ou dela
obtiver benefício, quando cometida por outrem.
 § 1º - A advertência verbal consiste na admoestação ao infrator, de forma reservada,
que será registrada no prontuário do mesmo, na presença de duas testemunhas.
 § 2º - A multa consiste na obrigatoriedade de pagamento de 01 (uma) a 10 (dez)
vezes o valor da anuidade da categoria profissional à qual pertence o infrator, em
vigor no ato do pagamento.
 §3º - A censura consiste em repreensão que será divulgada nas publicações oficiais
dos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem e em jornais de grande circulação.
 § 4º - A suspensão consiste na proibição do exercício profissional da enfermagem
por um período não superior a 29 (vinte e nove) dias e será
Resolução 564 /20174 Dimensionamento do Quadro
de Profissionais de Enfermagem nas Unidades
Assistenciais
O dimensionamento e a adequação quantiqualitativa do
quadro de profissionais de Enfermagem devem basear-se
em características relativas:
 Fundamentação legal do exercício profissional, Código
de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Resoluções
do COFEN e Decisões do CORENs;
 Dinâmica de funcionamento das unidades nos
diferentes turnos, modelo gerencial, modelo
assistencial, métodos de trabalho; jornada de trabalho;
carga horária semanal; padrões de desempenho dos
profissionais; índice de segurança técnica.
Para dimensionar o quadro de profissionais de Enfermagem devem-se
incluir todos os elementos da equipe, para as 24 horas de cada Unidade
de Internação. Considerando o sistema de classificação do paciente(SCP)
 Art. 4º – Para efeito de cálculo, devem ser consideradas como horas de
Enfermagem, por leito, nas 24 horas:
 – 3,8 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência mínima ou autocuidado;
 – 5,6 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intermediária;
 – 9,4 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva;
 – 17,9 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intensiva.
Deve ser acrescido um índice de segurança técnica(IST), não inferior a 15% do
total.
EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS
CONCEITO
“A EMERGÊNCIA PSQUIÁTRICA OCORRE EM
MOMENTOS AGUDOS NOS DIVERSOS QUADROS
PSIQUIÁTRICOS EM AMBIENTE EXTERNO OU
HOSPITALAR”
QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS
DIFERENCIADORAS DA EMERGÊNCIA
PSIQUIÁTRICA?
EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS
Identificação
 Fácies de desespero;
 Choro incontido;
 Descarrilhamento de idéias;
 Verbalização com cunho violento;
 Premeditação/promessa de agressão;
 Intimidação ao profissional ou à outrem;
 Agressividade recente ou da HDA;
 Auto-agressividade e auto-mutilação;
 Inquietação;
 Silêncio absoluto “repentino”,
 Tentativa de homicídio/homicídio (psicose
 puerperal).
PRINCIPAIS EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS
TRANSTORNOS PSICÓTICOS
TRANSTORNOS DO HUMOR
TRANSTORNOS DA ANSIEDADE (PÂNICO)
DEPENDÊNCIA QUÍMICA
QUADROS DEMENCIAIS
RETARDO MENTAL
TRANSTORNOS ALIMENTARES
SIMULAÇÃO
AMBIENTE E FATORES DE RISCO DA EMERG.
PSIQUIÁTRICA
 ARRUMAÇÃO DA EMERGÊNCIA
 ARRUMAÇÃO DA SALA DE ATENDIMENTO
 OBJETOS SOLTOS
 DESATENÇÃO DA EQUIPE
 PRONTIFICAÇÃO DO MATERIAL P/ SOS
EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS
 IMPRESSÃO DO PACIENTE
 FALA
 OLHAR
 GESTO
POSTURA DO PROFISSIONAL
• SINCRONIA DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA
• ABORDAGEM AO PACIENTE
• IMOBILIZAÇÃO DO PACIENTE E CONTENÇÃO
MECÂNICA E QUÍMICA
• LINGUAGEM DA EMERGÊNCIA
Slide João Rodrigues pronto 111
• preservação da identidade e da privacidade do paciente,
• assegurando um ambiente de respeito e dignidade;
• fornecimento de orientações aos familiares e aos pacientes,
quando couber, em linguagem clara, sobre o estado de saúde e
a assistência a ser prestada desde a admissão até a alta;
• ações de humanização da atenção à saúde;
• promoção de ambiência acolhedora;
• incentivo à participação da família na atenção ao paciente,
quando pertinente.
SINCRONIA DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA
DISTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE
ATENÇÃO DUPLA
CONDUTOR
ATUAÇÃO
Situações especiais:
Pacientes Agressivos/Agitados
Não enfrentem.
Avaliem e coletem
informações com
familiares.
Solicitem o auxílio dos
seguranças sempre que
necessário
Tratamento farmacológico para
pacientes agitados, agressivos e psicóticos
ANTIPSICOTICOS >
Haloperidol Ainda é a mais segura droga à disposição, com baixo
comprometimento das funções cardíacas e respiratórias.
Efeito negativo: possível impregnação neuroléptica; medicamentos
atenuantes destes sintomas colaterais (biperideno e prometazina)
. Em alguns casos pode ser associado à prometazina para efeito
sedativo maior, ou evitar efeitos extra piramidais .
CLORPROMAZINA
• Maior poder de sedação do paciente.
• Maior risco de depressão respiratória e hipotensão
ortostática.
• Uso com observação rigorosa do paciente.
• Risco aumentado quando usado por via endovenosa
• Muito usado em quadros onde a sedação é mais
necessária; agitação psicomotora intensa com auto e
hetero agressividade (quadros de origem psicótica).
PACIENTE DEPRESSIVOS
Investigação ativa do
entrevistador
Comportamentos suicidas : Ideação
suicida, tentativa de suicídio, desejo de
morrer x desejo de chamar atenção,
suicídio
Fatores relevantes: Intenção,
letalidade e conhecimentos sobre
métodos.
Fatores de risco: desesperança,
história de tentativas anteriores,
história familiar
Tratamento para pacientes ANSIOSOS
 ; - Tentativa de abordagem verbal,
- Técnicas de relaxamento,
- Benzodiazepínico oral , de preferência de curta ação
USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
INTOXICAÇAO POR ÁLCOOL:
- Se possível deixar em locais calmos e longe de estímulos.
- Observar: sinais de rebaixamento de consciência , sinais
vitais, glicemia .
- Em casos de coma alcoólico , suporte clinico.
Postura do Profissional
Calmo porém firme,
Sem pressa, escuta paciente
respeitando o silêncio do paciente
Acatar pedidos simples do paciente:
(ex.: não permitir que a família entre no
consultório)
Demonstrar interesse na história do
paciente e não duvidar ou dizer que o
que o paciente diz não é real.
Sincronia da Equipe
Pelo menos três profissionais: Médico e dois ENFERMEIROS
Entrosamento da equipe e posiposicionamento
Adequado
Conhecer a linguagem da emergência
Saber exatamente onde se encontram os
materiais e medicamentos do posto de
enfermagem
Abordagem de Enfermagem ao paciente
Movimentos lentos
Deixar preferencialmente as mãos à mostra
Manter alerta constante
Paciência
Avaliar a necessidade de solicitar à
familiares que se ausentem
Agilidade
Não competir com o paciente
Leito pronto para receber usuário para ser
contido.
Lençol para contenção de tórax e pélvico,
atadura e
algodão.
ATRIBUIÇÕES DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Administrar e/ou auxiliar na alimentação do usuário dependente;
Acompanhar e encaminhar o usuário em atividades recreativas,
oficinas de produção e de terapia ocupacional;
Acompanhar e transportar usuários em caso de alta hospitalar e
transferência;
Acompanhar e transportar usuários que serão submetidos a
consultas e exames em outras unidades;
Acompanhar o usuário e registrar em prontuário sua evolução;
Acompanhar os usuários nas Atividades de Vida Diária e
Atividades de Vida Prática;
Aplicar normas de biossegurança;
Atender e orientar usuários, familiares e comunidade de forma
humanizada;
Auxiliar no controle de psicotrópicos e entorpecentes;
Humanizar a assistência
implica humanizar os
profissionais de saúde,
humanizar as pessoas.
Depende da atitude, da
postura que temos, do
modo como interagimos
com os outros. O custo
da humanização é do
tamanho da vontade de
cada um (ZAMPIERE ,
2002).
DEUS PRESENTE EM NOSSAS VIDAS, AMÉM
CAMINHADA SEM FIM...
OBRIGADO!

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Slide João Rodrigues pronto 111

  • 1. URGÊNCIAS E EMERGÊNCIASPSIQUIÁTRICAS Professor Dr João Rodrigues Albuquerque
  • 2. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM  INTRODUÇÃO O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem leva em consideração a necessidade e o direito de assistência em enfermagem da população, os interesses do profissional e de sua organização. Está centrado na pessoa, família e coletividade e pressupõe que os trabalhadores de enfermagem estejam aliados aos usuários na luta por uma assistência sem riscos e danos e acessível a toda população.
  • 3. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES Aprimorar seus conhecimentos técnicos, científicos e culturais que dão sustentação a sua prática profissional. Exercer a profissão com justiça, compromisso, equidade, resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade, honestidade e lealdade. Apoiar as iniciativas que visem ao aprimoramento profissional e à defesa dos direitos e interesses da categoria e da sociedade. Comunicar ao COREN e aos órgãos competentes, fatos que infrinjam dispositivos legais e que possam prejudicar o exercício profissional. CAPÍTULO I DAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS
  • 4. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM RELAÇÕES PROFISSIONAIS  PROIBIÇÕES Praticar e/ou ser conivente com crime, contravenção penal ou qualquer outro ato, que infrinja postulados éticos e legais Promover e ser conivente com a injúria, calúnia e difamação de membro da equipe de enfermagem, equipe de saúde e de trabalhadores de outras áreas, de organizações da categoria ou instituições
  • 5. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM  SIGILO PROFISSIONAL DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES Abster-se de revelar informações confidenciais de que tenha conhecimento em razão de seu exercício profissional a pessoas ou entidades que não estejam obrigadas ao sigilo. Orientar, na condição de enfermeiro, a equipe sob sua responsabilidade, sobre o dever do sigilo profissional. Manter segredo sobre fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão de sua atividade profissional, exceto casos previstos em lei, ordem judicial, ou com o consentimento escrito da pessoa envolvida ou de seu representante legal
  • 6. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM RESPONSABILIDADES E DEVERES O segredo profissional referente ao menor de idade deverá ser mantido, mesmo quando a revelação seja solicitada por pais ou responsáveis, desde que o menor tenha capacidade de discernimento, exceto nos casos em que possa acarretar danos ou riscos ao mesmo. Em atividade multiprofissional, o fato sigiloso poderá ser revelado quando necessário à prestação da assistência. PROIBIÇÕES Divulgar ou fazer referência a casos, situações ou fatos de forma que os envolvidos possam ser identificados. SIGILO PROFISSIONAL
  • 7. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM  ENSINO, DA PESQUISA, E DA PRODUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES Realizar e participar de atividades de ensino e pesquisa, respeitadas as normas ético-legais. Atender as normas vigentes para a pesquisa envolvendo seres humanos, segundo a especificidade da investigação. Ter conhecimento acerca do ensino e da pesquisa a serem desenvolvidos com as pessoas sob sua responsabilidade profissional ou em seu local de trabalho. Interromper a pesquisa na presença de qualquer perigo à vida e à integridade da pessoa
  • 8. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CAPÍTULO III DO ENSINO, DA PESQUISA, E DA PRODUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA  PROIBIÇÕES Publicar trabalho com elementos que identifiquem o sujeito participante do estudo sem sua autorização. Divulgar ou publicar, em seu nome, produção técnico-científica ou instrumento de organização formal do qual não tenha participado ou omitir nomes de coautores e colaboradores Falsificar ou manipular resultados de pesquisa, bem como, usá-los para fins diferentes dos pré-determinados.
  • 9. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM  CAPÍTULO IV DA PUBLICIDADE DIREITOS RESPONSABILIDADES E DEVERES Utilizar-se de veículo de comunicação para conceder entrevistas ou divulgar eventos e assuntos de sua competência, com finalidade educativa e de interesse social. Resguardar os princípios da honestidade, veracidade e fidedignidade no conteúdo e na forma publicitária. Anunciar a prestação de serviços para os quais está habilitado. Zelar pelos preceitos éticos e legais da profissão nas diferentes formas de divulgação.
  • 10. Resolução 564/2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM PUBLICIDADE  PROIBIÇÕES Divulgar informação inverídica sobre assunto de sua área profissional. Inserir imagens ou informações que possam identificar pessoas e instituições sem sua prévia autorização. Anunciar título ou qualificação que não possa comprovar. Anunciar a prestação de serviços gratuitos ou propor honorários que caracterizem concorrência desleal.
  • 11. 564 /2017 - CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM  INFRAÇÕES E PENALIDADES  Considera-se infração ética a ação, omissão ou conivência que implique em desobediência e/ou inobservância às disposições do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.  Responde pela infração quem a cometer ou concorrer para a sua prática, ou dela obtiver benefício, quando cometida por outrem.  § 1º - A advertência verbal consiste na admoestação ao infrator, de forma reservada, que será registrada no prontuário do mesmo, na presença de duas testemunhas.  § 2º - A multa consiste na obrigatoriedade de pagamento de 01 (uma) a 10 (dez) vezes o valor da anuidade da categoria profissional à qual pertence o infrator, em vigor no ato do pagamento.  §3º - A censura consiste em repreensão que será divulgada nas publicações oficiais dos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem e em jornais de grande circulação.  § 4º - A suspensão consiste na proibição do exercício profissional da enfermagem por um período não superior a 29 (vinte e nove) dias e será
  • 12. Resolução 564 /20174 Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais O dimensionamento e a adequação quantiqualitativa do quadro de profissionais de Enfermagem devem basear-se em características relativas:  Fundamentação legal do exercício profissional, Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Resoluções do COFEN e Decisões do CORENs;  Dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos, modelo gerencial, modelo assistencial, métodos de trabalho; jornada de trabalho; carga horária semanal; padrões de desempenho dos profissionais; índice de segurança técnica.
  • 13. Para dimensionar o quadro de profissionais de Enfermagem devem-se incluir todos os elementos da equipe, para as 24 horas de cada Unidade de Internação. Considerando o sistema de classificação do paciente(SCP)  Art. 4º – Para efeito de cálculo, devem ser consideradas como horas de Enfermagem, por leito, nas 24 horas:  – 3,8 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência mínima ou autocuidado;  – 5,6 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intermediária;  – 9,4 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva;  – 17,9 horas de Enfermagem, por cliente, na assistência intensiva. Deve ser acrescido um índice de segurança técnica(IST), não inferior a 15% do total.
  • 14. EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS CONCEITO “A EMERGÊNCIA PSQUIÁTRICA OCORRE EM MOMENTOS AGUDOS NOS DIVERSOS QUADROS PSIQUIÁTRICOS EM AMBIENTE EXTERNO OU HOSPITALAR”
  • 15. QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DIFERENCIADORAS DA EMERGÊNCIA PSIQUIÁTRICA? EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS Identificação
  • 16.  Fácies de desespero;  Choro incontido;  Descarrilhamento de idéias;  Verbalização com cunho violento;  Premeditação/promessa de agressão;  Intimidação ao profissional ou à outrem;  Agressividade recente ou da HDA;  Auto-agressividade e auto-mutilação;  Inquietação;  Silêncio absoluto “repentino”,  Tentativa de homicídio/homicídio (psicose  puerperal).
  • 17. PRINCIPAIS EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS TRANSTORNOS PSICÓTICOS TRANSTORNOS DO HUMOR TRANSTORNOS DA ANSIEDADE (PÂNICO) DEPENDÊNCIA QUÍMICA QUADROS DEMENCIAIS RETARDO MENTAL TRANSTORNOS ALIMENTARES SIMULAÇÃO
  • 18. AMBIENTE E FATORES DE RISCO DA EMERG. PSIQUIÁTRICA  ARRUMAÇÃO DA EMERGÊNCIA  ARRUMAÇÃO DA SALA DE ATENDIMENTO  OBJETOS SOLTOS  DESATENÇÃO DA EQUIPE  PRONTIFICAÇÃO DO MATERIAL P/ SOS
  • 19. EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS  IMPRESSÃO DO PACIENTE  FALA  OLHAR  GESTO
  • 20. POSTURA DO PROFISSIONAL • SINCRONIA DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA • ABORDAGEM AO PACIENTE • IMOBILIZAÇÃO DO PACIENTE E CONTENÇÃO MECÂNICA E QUÍMICA • LINGUAGEM DA EMERGÊNCIA
  • 22. • preservação da identidade e da privacidade do paciente, • assegurando um ambiente de respeito e dignidade; • fornecimento de orientações aos familiares e aos pacientes, quando couber, em linguagem clara, sobre o estado de saúde e a assistência a ser prestada desde a admissão até a alta; • ações de humanização da atenção à saúde; • promoção de ambiência acolhedora; • incentivo à participação da família na atenção ao paciente, quando pertinente.
  • 23. SINCRONIA DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA DISTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE ATENÇÃO DUPLA CONDUTOR ATUAÇÃO
  • 24. Situações especiais: Pacientes Agressivos/Agitados Não enfrentem. Avaliem e coletem informações com familiares. Solicitem o auxílio dos seguranças sempre que necessário
  • 25. Tratamento farmacológico para pacientes agitados, agressivos e psicóticos ANTIPSICOTICOS > Haloperidol Ainda é a mais segura droga à disposição, com baixo comprometimento das funções cardíacas e respiratórias. Efeito negativo: possível impregnação neuroléptica; medicamentos atenuantes destes sintomas colaterais (biperideno e prometazina) . Em alguns casos pode ser associado à prometazina para efeito sedativo maior, ou evitar efeitos extra piramidais .
  • 26. CLORPROMAZINA • Maior poder de sedação do paciente. • Maior risco de depressão respiratória e hipotensão ortostática. • Uso com observação rigorosa do paciente. • Risco aumentado quando usado por via endovenosa • Muito usado em quadros onde a sedação é mais necessária; agitação psicomotora intensa com auto e hetero agressividade (quadros de origem psicótica).
  • 27. PACIENTE DEPRESSIVOS Investigação ativa do entrevistador Comportamentos suicidas : Ideação suicida, tentativa de suicídio, desejo de morrer x desejo de chamar atenção, suicídio Fatores relevantes: Intenção, letalidade e conhecimentos sobre métodos. Fatores de risco: desesperança, história de tentativas anteriores, história familiar
  • 28. Tratamento para pacientes ANSIOSOS  ; - Tentativa de abordagem verbal, - Técnicas de relaxamento, - Benzodiazepínico oral , de preferência de curta ação
  • 29. USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 30. INTOXICAÇAO POR ÁLCOOL: - Se possível deixar em locais calmos e longe de estímulos. - Observar: sinais de rebaixamento de consciência , sinais vitais, glicemia . - Em casos de coma alcoólico , suporte clinico.
  • 31. Postura do Profissional Calmo porém firme, Sem pressa, escuta paciente respeitando o silêncio do paciente Acatar pedidos simples do paciente: (ex.: não permitir que a família entre no consultório) Demonstrar interesse na história do paciente e não duvidar ou dizer que o que o paciente diz não é real.
  • 32. Sincronia da Equipe Pelo menos três profissionais: Médico e dois ENFERMEIROS Entrosamento da equipe e posiposicionamento Adequado Conhecer a linguagem da emergência Saber exatamente onde se encontram os materiais e medicamentos do posto de enfermagem
  • 33. Abordagem de Enfermagem ao paciente Movimentos lentos Deixar preferencialmente as mãos à mostra Manter alerta constante Paciência Avaliar a necessidade de solicitar à familiares que se ausentem Agilidade Não competir com o paciente
  • 34. Leito pronto para receber usuário para ser contido. Lençol para contenção de tórax e pélvico, atadura e algodão.
  • 35. ATRIBUIÇÕES DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM Administrar e/ou auxiliar na alimentação do usuário dependente; Acompanhar e encaminhar o usuário em atividades recreativas, oficinas de produção e de terapia ocupacional; Acompanhar e transportar usuários em caso de alta hospitalar e transferência; Acompanhar e transportar usuários que serão submetidos a consultas e exames em outras unidades; Acompanhar o usuário e registrar em prontuário sua evolução; Acompanhar os usuários nas Atividades de Vida Diária e Atividades de Vida Prática; Aplicar normas de biossegurança; Atender e orientar usuários, familiares e comunidade de forma humanizada; Auxiliar no controle de psicotrópicos e entorpecentes;
  • 36. Humanizar a assistência implica humanizar os profissionais de saúde, humanizar as pessoas. Depende da atitude, da postura que temos, do modo como interagimos com os outros. O custo da humanização é do tamanho da vontade de cada um (ZAMPIERE , 2002).
  • 37. DEUS PRESENTE EM NOSSAS VIDAS, AMÉM CAMINHADA SEM FIM... OBRIGADO!