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Componentes:
 Alessandra Vidigal
 Anderson Felipe
 Gleiciane Bacelar
 Kelly Sabino
 Maria da Conceição
Introdução
 Transmite “informações” entre células distante do
corpo;
 Dividido em:
Sistema Nervoso Central
(SNC)
Cérebro Medula Espinhal
Sistema Nervoso Periférico
(SNP)
Nervos e Gânglios
SistemaNervosoCentral SistemaNervosoPeriférico
 Existe dois tipos de células no sistema nervoso:
Neurônios Neuróglia
Fig1.sistemavervodocentra.Fonte:DUARTE,
Hamilton.Anatomiahumana.Florianopolis:
EAD,2009
Fig2.sistemavervodoperiferico.Fonte:DUARTE,
Hamilton.Anatomiahumana.Florianopolis:
EAD,2009
 Neurógliaou Glia
 Apresentam função de
envolver, proteger e nutrir os
neurônios;
 Termo glia, grego significa
“cola”;
 As principais células gliais
são:
Astrócitos Micróglias
Oligodendrócitos/ SchwannEpendimatócitos
Fig.3celulasdaneuroglia.Fonte:
http://www.brasilescola.com
Fig. 4 celulas da neuroglia. Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e Evolução. Editora Roca,2011
 Neurônios
 Unidade estrutural e funcional do sistema nervoso;
 O neurônio apresenta: corpo celular ou pericário,
neuritos ou fibras nervosas;
 De acordo com os tipos de dendritos e axônios, os
neurônios podem ser:
Fig. 5. Neurônio. Fonte:
http://www.sogab.com.br/anatomia/sistemanervosojonas.htm
Unipolares Bipolares Multipolares
 De acordo com o local em que se encontra os neurônios
são conhecidos como:
Neurofibras
SNC SNP
Tratos Nervos
Corpos
Celulares
SNC SNP
Núcleo Gânglio
Transmissãode Informação
 A informação é transmitida na forma de sinais
elétricos e químicos;
 Sinais elétricos- viajam na membrana plasmática e
podem ser;
 Sinais químicos- gerados nas sinapses;
Potencial Graduado Potencial Ação
Fig. 6 sinapse nas células neuronais.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
Células Neurossecretoras
 Neurônios especializados;
 Produção e secreção de
hormônios;
 Tem função endócrina.
Fig. 7. celulas neurossecretoras. Fonte:
http://www.atlasdocorpohumano.com/p/anatomia/
sistema-nervoso/
Sistema Nervoso Periférico
 Formados por nervos e gânglios;
 Os nervos podem ser aferentes ou eferentes;
 Pode ser subdivido em:
Sistema Nervoso
Somático
Sistema Nervoso
Autônomo
Dependente Independente
NervosEspinhais
 Os nervos espinhais são sequencialmente
dispostos e numerados (C-1, T-1, L-1, S-1) de
acordo com sua associação com regiões da
coluna vertebral ( cervical, torácica, lombar e
sacral).
 O nervo espinhal é formado pela fusão de duas
raízes: uma ventral e uma dorsal.
 A raiz ventral possui apenas fibras motoras
(eferentes), cujos corpos celulares estão
situados na coluna anterior da substância
cinzenta da medula.
 A raiz dorsal possui fibras sensitivas
(aferentes) cujos corpos celulares estão no
gânglio sensitivo da raiz dorsal, que se
apresenta como uma porção dilatada da
própria raiz.
 Figura 16.7
Fig. Anatomia do nervo espinhal.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
 Os nervos periféricos no tronco surgem durante
o desenvolvimento embrionário a partir de
duas fontes:
 Os neurônios que se diferenciam dentro da
medula espinhal.
 A crista neural onde as células migram a partir
da cristal neural para locais específicos e
estimulam o crescimento de processos que
crescem de volta para o SNC e para fora, até os
tecidos que inervam.
Fig. Anatomia do nervo espinhal.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
 Como o nervo espinhal é formado pela fusão
destas raízes, ele é sempre misto, ou seja tem
fibras aferentes e eferentes.
 Logo após sua formação pela fusão das raízes
ventral e dorsal o nervo espinhal se divide em
dois ramos:
 ramo dorsal são menos calibroso que inerva a
pele e os músculos do dorso.
 ramo ventral são mais calibroso que inerva os
membros e a porção ântero-lateral do tronco.
 Os ramos ventrais que inervam os membros se
anastomosam amplamente formando os plexos,
dos quais emergem nervos terminais;
 De tal forma que cada ramo ventral contribui
para formar vários nervos e cada nervo contem
fibras provenientes de diversos ramos ventrais.
 Cada nervo espinhal em crescimento tende
a acompanhar seu miótomo, fonte dos
músculos somáticos;
 E seu dermátomo, fonte do tecido
conjuntivo e dos músculos dérmicos
embrionários adjacentes, conforme se
espalham e se diferenciam durante o
desenvolvimento.
Fig. Anatomia do nervo espinhal.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
NervosCranianos
 Os nervos cranianos são doze pares de nervos
que fazem conexão com o encéfalo.
 Os dois primeiros têm conexão com o cérebro e
os demais com o tronco encefálico.
 Os nervos cranianos são mais complexos que
os espinhais, havendo acentuada variação
quanto aos seus componentes funcionais.
 Alguns possuem um gânglio, outros tem mais
de um e outros, ainda, não tem nenhum.
 Também não são obrigatoriamente mistos
como os nervos espinhais. Os nervos cranianos
recebem denominações próprias;
 Nervos dorsais e ventrais se fundem no tronco,
mas não na cabeça, produzem duas séries:
nervos cranianos dorsais e nervos cranianos
ventrais
 Evolução
 Nos primeiros vertebrados, cada segmento
cefálico pode ter sido inervado por raízes
dorsal e ventral anatomicamente separadas da
mesma forma que nervos espinhais dorsal e
ventral separados inervam cada segmento do
tronco em lampreias.
 Tem sido sugerido que os nervos cranianos são
derivados a partir de perdas e fusões desses
nervos dorsal e ventral separados.
 O arco mandibular incorpora o nervo oftálmico
profundo nos seus próprios ramos da raiz dorsal
(os ramos maxilar e mandibular), formando o
nervo trigêmeo composto.
 A mudança da vida aquática para terrestre está
refletida nos nervos cranianos.
Fig. Anatomia do nervo espinhal.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
FunçõesdoSistemaNervoso
Periférico
 Circuito de neurônios;
 Atuam no controle do sistema
nervoso;
 Componentes funcionais residem na
medula espinhal;
Reflexos Espinhais
 Há dois tipos de reflexo espinhal;
Medula Espinhal
Interneurônios
Neurônios internunciais
Somático Visceral
Fig.8arcosreflexossomaticoaevsceraisdemamiferos
Fonte:hKardong,K.V.Vertebrados-Anatomiacomparada,
FunçãoeEvolução.EditoraRoca,2011
Fig.9tabelareflexosemmamiferosFonte:hKardong,K.V.
Vertebrados-Anatomiacomparada,FunçãoeEvolução.
EditoraRoca,2011
Arcoreflexosomático
 Arcos reflexos somáticos inclui três neurônios:
 O neurônio sensorial faz sinapse com o neurônio
motor;
Neurônio sensorial
somático
Neurônio de associação
Motor somático
músculo
receptor
Fig.10 e 11. arcos reflexos somaticoa Fonte:
http://www.anthroposophie.net/peter/Denken/bilder/Reflexbo
gen.gif
 Localizado na raiz dorsal;
 Fibras nervosas fazem sinapse com neurônio de
associação;
 Transmite impulsos em várias direções;
 Faz sinapse com neurônio motor somático;
 Transmite impulso através da raiz ventral para um
efetor somático;
Sensorial somático
Neurônio de associação
Motor somático
Arcoreflexovisceral
 O arco reflexo visceral é estruturalmente complexo;
 Seus axônios fazem sinapse dentro da medula espinhal
com neurônio de associação;
 Inclui dois neurônios:
Neurônio pré-
ganglionar
Neurônio pós-
ganglionar
 Se estende na raiz ventral;
 Faz sinapse no gânglio simpático e no gânglio colateral;
 Inerva o órgão visceral efetor;
Neurônio pré-ganglionar
Neurônio pós-ganglionar
 O arco visceral inclui quatro neurônios:
• 1 neurônio sensorial somático
• 2 neurônios motores viscerais
• 1 neurônio de associação
 Nos amniotas a raiz dorsal transporta informação
sensorial;
 Nos anamniotas, existe uma variação na estrutura das
vias nervosas espinhais e na informação;
 Nas Lampreias, as raízes dorsal e ventral não se juntam;
Somática ou visceral
Fig. 12. Circuitos somaticoa e vscerais.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e Evolução.
Editora Roca,2011
 Em peixes e anfíbios as raízes dorsal e ventral
são unidas;
 Fibras motoras saem de ambas as raízes;
Fig. 13. Circuitos somaticoa e vscerais. Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada,
Função e Evolução. Editora Roca,2011
SistemaNervosoAutônomo
 As fibras motoras e sensoriais estão presentes;
 As fibras sensoriais autônomas monitoram o ambiente
interno;
 O circuito neural do SNA inclui 4 neurônios ligados a uma
alça reflexa;
Neurônio
sensorial
Neurônio de
associação
Motor pré-
ganglionar
Motor pós-
ganglionar
 Nos mamíferos, o SNA está dividido em 2 sistemas:
 O sistema nervoso simpático:
Divisões funcionais do SNA
Simpático
Parassimpático
Inibe atividade do canal alimentar;
Aumenta a taxa de batimento cardíaco e a pressão
sanguínea;
Mobiliza a glicose armazenado no fígado;
 O sistema nervoso parassimpático:
 O sistema simpático é chamado de:
 O sistema parassimpático é chamado de:
 Diminui a pressão sanguínea; Aumenta a digestão;
 Diminui a carga cardíaca;  Promove a formação do glicogênio
Controle Adrenérgico
Controle Colinérgico
Fig. 14. Neurotransmissores do sistema nervoso autonomo
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada,
Função e Evolução. Editora Roca,2011
 Nos mamíferos, quase
todos os órgãos
viscerais apresenta
inervação simpática e
parassimpática;
 Nos Ciclóstomos, o
sistema nervoso
autônomo é
incompleto;
Fig. 15. sistema simpatico Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
 Tetrápodes o sistema nervoso autônomo é desenvolvido;
 Nos Elasmobrânquios, os gânglios colaterais estão ausentes;
 Nos répteis, aves e mamíferos, as fibras motoras autônomas
espinhais saem através das raízes ventrais dos nervos
espinhais;
Fig. 15 sistema nervoso autônomo de reptil. Fonte: h Kardong,
K.V. Vertebrados - Anatomia comparada, Função e Evolução.
Editora Roca,2011
Fig. 16 sistema nervoso autonomo de mamifero. Fonte: h
Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
SistemaNervosoCentral
 O SNC coordena atividades permitindo que o organismo
sobrevive e se reproduz em seu ambiente;
 O SNC é composto por três tipos de receptores sensoriais;
• Reúne informações e responde
sensações gerais do órgão;
Interoceptores
• Informa o SNC sobre a posição dos
membros e o grau das articulações e
músculos;
Proprioceptores
• Reúne informações do ambiente
externo;
Exteroceptores
 O SNC processa informação que chega e retorna
instruções para os efetores;
 A medula espinhal e o cérebro transportam vias e
formam áreas de associação;
Fig. 17, circuito sensorial e motor.
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
 Embriologia
 No tubo neural anterior, três regiões embrionárias do
cérebro se diferenciam em :, e.
prosencéfalo mesencéfalorombencéfalo
Fig. 18 e 19, Desenvolvimento do
sistema nervoso central . Fonte: h
Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia
comparada, Função e Evolução. Editora
Roca,2011
 O cérebro e a medula espinhal estão
envolvidos por meninges derivadas, em parte, da
crista neural.
Fig. 20 fluido cerebroespinhal e
meninges. Fonte: h Kardong, K.V.
Vertebrados - Anatomia comparada,
Função e Evolução. Editora Roca,2011
 Nos peixes, as meninges consistem em uma única
membrana, a meninge primitiva, a qual envolve o
cérebro e a medula espinhal.
Fig. 21 fluido cerebroespinhal e
meninges. Em peixes. Fonte: h Kardong,
K.V. Vertebrados - Anatomia comparada,
Função e Evolução. Editora Roca,2011
 Nos anfíbios, nos répteis e nas aves, as meninges
incluem uma espessa dura-máter externa derivada
da mesoderme e uma fina meninge secundária
interna .
Fig. 22 fluido cerebroespinhal e
meninges em tetrapodes. Fonte: h
Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia
comparada, Função e Evolução. Editora
Roca,2011
 Nos mamíferos, a dura-máter persiste, mas a
divisão da meninge secundária produz ambas,
aracnoide e pia-máter, a partir da ectomesoderme;
Fig. 22. medula espinhal de mamifero
Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e
Evolução. Editora Roca,2011
Medula Espinhal
 A medula espinhal dos vertebrados, assim como o
cérebro, está organizada em preparações frescas.
Fig. 23 medula espinhal de vertebrados Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada, Função e Evolução.
Editora Roca,2011
 ReflexosEspinhais
 A medula espinhal
completa a alça de reflexo
entre a entrada sensorial e
a saída motora.
 Fibras sensoriais chegam
fazendo sinapse no chifre
dorsal da substância
cinzenta com neurônios de
associação.
Fig. 24 reflexos espinhal. Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e Evolução. Editora Roca,2011
 Se um animal inadvertidamente colocar seu pé em um
objeto afiado, o reflexo de retraí-lo pode envolver apenas
três neurônios.
Fig. 24 reflexos espinhal. Fonte: h
Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia
comparada, Função e Evolução.
Editora Roca,2011
 TratosEspinhais
 Nem todas as informações são processadas no
nível da medula espinhal.
 As decisões resultantes são transportadas pela
medula espinhal para efetores apropriados.
 Os tratos nervosos podem ser ascendentes ou
descendentes, dependendo de conduzirem informação
para cima ou para baixo na medula espinhal,
respectivamente.
Trato
espinotalâmico
lateroventral
Medula espinhal Tálamo
Sensações de dor e
temperatura para o
tálamo
Fig.25cortedamedulaespinhalhumana.Fonte:h
Kardong,K.V.Vertebrados-Anatomiacomparada,
FunçãoeEvolução.EditoraRoca,2011
 Os tratos ascendentes transportam impulsos
sensoriais da medula espinhal para o cérebro.
 Os tratos descendentes transmitem impulsos
do cérebro para a medula espinhal.
Trato
corticoespinhal
Trato
tetoespinhal
Trato
rubroespinhal
Fig. 26 corte da medula espinhal humana. Fonte: h Kardong, K.V. Vertebrados -
Anatomia comparada, Função e Evolução. Editora Roca,2011
Cérebro
 O cérebro se forma
embriologicamente a partir do
tubo neural anterior a medula
espinhal.
O tronco encefálico inclui todas
as regiões do mesencéfalo e do
encéfalo posterior exceto o
cerebelo e os colículos.
Fig. 26 cerebro. Fonte: drfernandoortiz.blogspot.com
Filogenia
 Independentemente, o
encéfalo anterior tende a
aumentar em vários grupos de
vertebrados.
 O aumento do encéfalo
anterior também acompanha
o comportamento do controle
muscular cada vez mais
complexos
Fig. 27 evolução do cérebro. Fonte: d
slideplayer.com.br
Filogenia-Cérebro
 Dentrodospadrõesgerais,océrebrodecadaespécierefleteas
demandasdeprocessamentoexigidasporseuhabitatemodode
vida.
Glaphyropoma spinosum é a única espécie
brasileira de peixe troglóbio a viver em
cavernas de quartzito.
Fonte: viajeaqui.abril.com.br
Oncorhynchus kisutch, também
conhecido como Salmão do Pacífico
Fonte: www.pesqueirapioneira.com.br
Formae Função
Cérebro
Encéfalo Posterior
Aloja os núcleos
primários de nervos
cranianos
Serve como uma rota
principal para as vias
ascendentes e
descendentes
Conter os centros
para os reflexos do
corpo
Bulbo Raquidiano
 Os núcleos bulbares recebem sinais aferentes de nervos
sensoriais espinhais e cranianos.
 Todos os nervos cranianos surgem no bulbo.
 Nos amniotas, o assoalho do encéfalo posterior se torna
um cruzamento de importância crescente para o fluxo
de informação;
 Nas lampreias, uma aba
neural elevada define a
parede dorsal anterior do
bulbo.
 Nos amniotas, o assoalho
do encéfalo posterior é
importante para o fluxo de
informação. Em mamíferos
ele se torna um
alargamento denominado
de ponte.
Fig. 28 a) encefalo e b) encefalo da lampreia Fonte:
h Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia
comparada, Função e Evolução. Editora Roca,2011
 O cerebelo modifica e monitora, mas não inicia a saída
motora.
 Na maioria dos gnatostomados, o cerebelo é uma extensão em
forma de domo do encéfalo posterior.
 O flóculo ou lobo flocunolonodular dos tetrápodes é
homólogo à metade dorsal da aurícula dos peixes.
Cerebelo
Manutenção
do equilíbrio
posicional do
organismo
Refinamento da
ação motora
 Embora envolvido na orientação, grande parte do equilíbrio
também é mediada pelos nervos vestibular e ocular atuando
diretamente em nervos motores em níveis mais inferiores da
medula espinhal.
 O cerebelo é proporcional ao seu papel.
Cerebelo Tamanho e Função
Peixes
É relativamente grande, por causa das conexões
com a entrada da linha lateral. Da ao peixe
auxílio ao equilíbrio e estabilidade.
Vertebrados
terrestres
Permanece grande e conspícuo, por conta da
formação de robustos membros e a demanda
da informação da ação muscular.
Mesencéfalo
Teto do
mesencéfalo
Teto óptico
Recebe a
informação visual
torus semicularis
Recebe informação
da entrada auditiva
e da linha lateral
 O assoalho do mesencéfalo é o tegumento
 Em peixes e anfíbios, frequentemente o mesencéfalo é a
região mais proeminente do cérebro.
 Em répteis, aves e mamíferos, o teto continua a receber
entrada visual e auditiva.
Encéfalo Anterior
Epitálamo Hipotálamo Tálamo ventral Tálamo dorsal
Diencéfalo
 O hipotálamo aloja um
conjunto de núcleos que
regulam a homeostase para
manter o equilíbrio
fisiológico interno do corpo.
 O hipotálamo estimula a
glândula hipófise situada
abaixo dele, regulando
muitas funções
homeostáticas.
Fig 29 hipotalamo. Fonte: saude.hsw.uol.com.br
 O tálamo é o principal centro de coordenação dos impulsos
sensoriais.
 O tálamo ventral é uma pequena área entre o mesencéfalo e
o restante do diencéfalo. A maior parte do diencéfalo é o
tálamo dorsal.
 O tálamo também é um centro de retransmissão para a
informação sensorial que vai para o córtex cerebral.
 O telencéfalo ou cérebro inclui um par de lobos expandidos
conhecidos como hemisférios cerebrais, mais os bulbos
olfativos.
 A parede externa desses hemisférios forma o córtex cerebral
ou região cortical.
Região subcortical
 Os hemisférios aparecem embriologicamente na extremidade
mais anterior do tubo neural.
 Nos peixes
• Nos peixes actinopterígios, o telencéfalo embrionário
prolifera-se para fora formando o cérebro adulto evertido.
• Em todos os outros peixes e tetrápodes, o telencéfalo
embrionário forma dilatações laterais.
 A recepção da informação olfativa é a função principal do
telencéfalo.
 Em répteis especialmente nas aves e nos mamíferos, a
região cerebral aumenta 5 a 20 vezes em comparação com a
maioria dos amniotas de tamanho de corpo semelhante.
 Entretanto, em qualquer classe de vertebrados, o tamanho
do telencéfalo pode variar consideravelmente
 Em muitos mamíferos, o córtex cerebral é dobrado.
 Nem todos os mamíferos apresentam tal dobramento.
Giros Sucos
Córtex
cerebral
Córtex
cerebral
liso
Ornitorrinco Gambá
Grau de
dobrament
o variável
Equidna Canguru
 Corpo caloso
 Em monotremados e marsupiais a comissura entre as
metades do isocórtex s cruzam na comissura anterior.
 Outras comissuras conectam regiões e núcleos pareados no
cérebro.
 As primeiras teorias sobre a evolução do cérebro
sustentavam que novas regiões progressivamente
emergiam a partir de regiões preexistentes.
 As principais mudanças filogenéticas no cérebro se
concentram na perda, na fusão ou no aumento de uma ou
mais regiões que o compõe.
Pálio
Pálio mediano
Pálio dorsal e
lateral
Fig. 29 evoluçao dos hemisferios cerebrais. Fonte: h
Kardong, K.V. Vertebrados - Anatomia comparada,
Função e Evolução. Editora Roca,2011
 O septo recebe informação proveniente do pálio mediano e
está conectado com o hipotálamo no encéfalo anterior bem
como com o tegumento do mesencéfalo.
 Corpo estriado.
 Dependendo da espécie, o corpo estriado pode formar
subdivisões.
 O pálio se subdivide e forma o globo pálido bem como
diversas subdivisões distintas
Septo
mediano
Corpo
extriado
lateroventr
al
Subpálio
AssociaçõesFuncionaisde Partesdo Sistema
NervosoVentral
 Telencéfalo
 Sinais sensoriais especialmente importantes podem ser
duplicados várias vezes no telencéfalo, originando
múltiplas representações da mesma informação.
 Em alguns mamíferos eutérios, pode haver uma dúzia de
áreas no encéfalo que decifram estímulos visuais.
 Sistema Límbico
 O significado funcional era desconhecido, mas Broca
definiu anatomicamente baseado principalmente em
cérebros humanos.
 No começo do século XX James Papez percebeu a relação
entre o sistema límbico e a emoção.
 Papez e cientistas reconheceram uma associação
funcional de centros cerebrais.
Fig 29. relaçao do sistema limbidoFonte:
pedrorpb.blogspot.com
Envolvido em duas
funções:
Sistema Límbico
Envolvido na
memória espacial
e de curto prazo
Regular a
expressão das
emoções
Formação Reticular
Alerta através do despertar ou
da estimulação do córtex
cerebral
Atuar como um
filtro
Funções
Fig30.formaçãoreticularFonte:
slideplayer.com.br
Associações
Espinocorticais
Fluxo de
informações
Processamento das informações
sensoriais e motoras
Medula espinhal
Sinapses
Centros
conscientes
Sistema nervoso