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Serviço Clínico Farmacêutico Aplicado	
  à	
  Homeopatia
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
CURSO	
  DE	
  ESPECIALIZAÇÃO	
  EM	
  FARMÁCIA	
  HOMEOPÁTICA	
  E	
  MAGISTRAL	
  T-­‐1
02 e	
  03/12/16	
  (	
  sexta	
  das	
  19:00	
  às	
  23:00hrs	
  e	
  sábado	
  das	
  8:00	
  às	
  12:00	
  e	
  das	
  13:30	
  às	
  19:00hrs	
  )
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Atuação do	
  Farmacêutico em Homeopatia no	
  Setor Público e	
  Privado
Imagens acessadas em 28/10/16	
  nos sites:	
  www.cachorroverde.com.br ,	
  www.ecodebate.com.br ,	
  www.slideshare.net ,	
  	
  
Medicamento	
  
Homeopático
Industrializado
Oficinal
Manipulado
Produção do	
  Medicamento Homeopático é Atribuição do	
  
Farmacêutico Habilitado em Homeopatia
A	
  Atribuição do	
  Farmacêutico é SOMENTE	
  a	
  Produção?
Público e	
  Privado
Público e	
  Privado
Público e	
  Privado
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Acupuntura
Administração  de  laboratório  clínico
Administração  farmacêutica
Administração  hospitalar
Análises  clínicas
Assistência  domiciliar  em  equipes  
multidisciplinares
Atendimento  pré-­hospitalar  de  urgência  
e  emergência
Auditoria  farmacêutica
Bacteriologia  clínica
Banco  de  cordão  umbilical
Banco  de  leite  humano
Banco  de  sangue
Banco  de  Sêmen
Banco  de  órgãos
Biofarmácia
Biologia  molecular
Bioquímica  clínica  
Bromatologia
Citologia  clínica
Citopatologia
Citoquímica
Controle  de  qualidade  e  tratamento  de  
água,  potabilidade  e  controle  ambiental
Controle  de  vetores  e  pragas  urbanas
Cosmetologia
Exames  de  DNA
Farmacêutico  na  análise  físico-­química  do  solo
Farmácia  antroposófica
Farmácia  clínica
Farmácia  comunitária
Farmácia  de  dispensação
Fracionamento  de  medicamentos
Farmácia  dermatológica
Farmácia  homeopática
Farmácia  hospitalar
Farmácia  industrial
Farmácia  magistral
Farmácia  nuclear  (radiofarmácia)
Farmácia  oncológica
Farmácia  pública
Farmácia  veterinária
Farmácia-­escola
Farmacocinética  clínica
Farmacoepidemiologia
Fitoterapia
Gases  e  misturas  de  uso  terapêutico
Genética  humana
Gerenciamento  de  resíduos  dos  serviços  de  saúde
Hematologia  clínica
Hemoterapia
Histopatologia
Histoquímica
Imunocitoquímica
Imunogenética e  histocompatibilidade
Imunohistoquímica
Imunologia  clínica
Imunopatologia
Meio  ambiente,  segurança  no  trabalho,  
saúde  ocupacional  e  responsabilidade  
social
Micologia  clínica
Microbiologia  clínica
Nutrição  parenteral
Parasitologia  clínica
Saúde  pública
Toxicologia  clínica
Toxicologia  ambiental
Toxicologia  de  alimentos
Toxicologia  desportiva
Toxicologia  farmacêutica
Toxicologia  forense
Toxicologia  ocupacional
Toxicologia  veterinária
Vigilância  sanitária
Virologia  clínica
ÁREAS  DE  ATUAÇÃO  -­ ATIVIDADES FARMACÊUTICAS
www.cff.org.br acesso	
  em	
  28/10/2016
Modelo	
  lógico-­‐conceitual	
  dos	
  serviços	
  farmacêuticos	
  Referência:	
  Conselho	
  Federal	
  de	
  Farmácia	
  (2016) Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.Modelo	
  lógico-­‐conceitual	
  dos	
  serviços	
  farmacêuticos	
  Referência:	
  Conselho	
  Federal	
  de	
  Farmácia	
  (2016)
Modelo	
  lógico-­‐conceitual	
  dos	
  serviços	
  farmacêuticos	
  Referência:	
  Conselho	
  Federal	
  de	
  Farmácia	
  (2016)
Farmácia	
  é	
  uma unidadede	
  prestação de	
  serviços destinada
a	
  prestar assistência farmacêutica,	
  assistência	
  à	
  saúdee	
  
orientaçãosanitária individual	
  e	
  coletiva,	
  na qual se	
  processe a	
  
manipulação e/ou dispensação de	
  medicamentos…	
  
Lei	
  13.021	
  de	
  08/08/2014
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Entende-­‐se	
  por assistência farmacêutica o	
  
conjunto de	
  ações e	
  de	
  serviços que visem a	
  
assegurar a	
  assistência terapêutica integral e	
  a	
  
promoção,	
  a	
  proteção e	
  a	
  recuperação
da	
  saúde nos estabelecimentos públicos e	
  privados
que desempenhem atividades farmacêuticas,	
  tendo o	
  
medicamento como insumo essencial e	
  visando ao seu
acesso e	
  ao seu uso racional.	
  
Lei	
  13.021	
  de	
  08/08/2014
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Obriga-­‐se o	
  farmacêutico,	
  no	
  exercício de	
  suas
atividades,	
  a:	
  …
prestar orientação farmacêutica,	
  com	
  vistas	
  a	
  
esclarecer ao paciente a	
  relação beneecio e	
  risco,	
  
a	
  conservação e	
  a	
  uflização de	
  fármacos e	
  
medicamentos inerentes	
  à	
  terapia,	
  bem como as	
  suas
interações medicamentosas e	
  a	
  importância
do	
  seu correto manuseio.	
  
Lei	
  13.021	
  de	
  08/08/2014
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Obriga-­‐se o	
  Farmacêutico,	
  no	
  exercício de	
  suas
atividades,	
  a:	
  …
proceder ao acompanhamento
farmacoterapêutico de	
  pacientes,	
  internados ou
não,	
  em estabelecimentos hospitalares ou
ambulatoriais,	
  de	
  natureza pública ou privada;
Lei	
  13.021	
  de	
  08/08/2014
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Obriga-­‐se o	
  farmacêutico,	
  no	
  exercício de	
  suas
atividades,	
  a:	
  …
estabelecer o	
  perfil farmacoterapêuticono	
  
acompanhamento sistemático do	
  paciente,	
  mediante
elaboração,	
  preenchimento e	
  interpretação de	
  fichas
farmacoterapêuticas;	
  
Lei	
  13.021	
  de	
  08/08/2014
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
CFF/2016 Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Consultório farmacêutico: ...onde se realiza
com privacidade a consulta...Pode funcionar de modo
autônomo ou como dependência de hospitais,
ambulatórios, farmácia comunitárias..., no
âmbito público e privado.
Res.	
  585/2013	
  CFF
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Planta	
  de	
  uma	
  farmácia	
  com	
  CONSULTÓRIO	
  FARMACÊUTICO
Área	
  não	
  privativa
Área	
  semi privativa
Área	
  privativa
Serviço clínico farmacêutico aplicado à homeopatia
Oferta  da  Consulta  Farmacêutica
SO
• Sinais e	
  sintomas
• Medicamentos em uso
A
• Hipóteses clínicas
• Descartar ou gerar novas hipóteses clínicas
• Avaliação de	
  risco do	
  paciente
P
• Plano	
  (educação em saúde,	
  intervenções,	
  meta	
  terapêutica,	
  
próximaconsulta,	
  evolução,	
  prescrição(MIPs),	
  
encaminhamento,	
  solicitação de	
  exames…)
Raciocínio Clínico
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Art.	
  5o	
  -­‐ O	
  farmacêutico poderá	
  realizar	
  a	
  prescrição de	
  
medicamentose	
  outrosprodutos	
  com	
  finalidade	
  terapêutica,	
  cuja	
  
dispensação não exija	
  prescrição médica,	
  incluindo	
  medicamentos	
  
industrializados	
  e	
  preparações magistrais-­‐ alopáticos ou	
  
dinamizados -­‐,	
  plantas medicinais,	
  drogas	
  vegetais	
  e	
  outras	
  categorias	
  
ou	
  relações de	
  medicamentos	
  que	
  venham a	
  ser	
  aprovadas	
  pelo	
  órgão
sanitário federal	
  para	
  prescrição do	
  farmacêutico.
Resolução 586	
  CFF,	
  2013
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
Art.	
  13	
  -­‐ Dependerá da	
  receita médica a	
  
dispensação de	
  medicamentos homeopáticos,	
  cuja
concentraçãode	
  substância ativa correspondaàs
doses	
  máximas farmacologicamente
estabelecidas.
Lei	
  5.991/1973
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
19
07/08/06-­‐ Senhor	
  Geraldo,	
  com	
  62	
  anos	
  solicita	
  medicamento	
  
homeopático	
  para	
  persistentes	
  dores	
  nas	
  pernas.	
  Parece	
  
câimbra	
  na	
  barriga	
  da	
  perna.	
  
I.F.	
  O	
  paciente	
  toma	
  medicamentos,	
  mas	
  não	
  sabe	
  o	
  nome	
  de	
  todos.	
  
I.F.	
  Foi	
  oferecida	
  consulta	
  farmacêuticahomeopática ao	
  paciente.	
  O	
  Senhor	
  
Geraldo	
  aceitou	
  e	
  agendou.	
  Foi	
  orientado	
  sobre	
  o	
  custo,	
  o	
  tempo	
  médio de	
  
consulta,	
  e	
  também que deveria trazer todos medicamentos que toma e	
  exames.
Arnica,	
  Ruta,	
  Rhus,	
  Colocynthis,	
  Gnaphalium,	
  Magnesia
phosp.,	
  Cuprum met.,	
  Zincum
App:	
  Materia Medica	
  Lite,	
  Homeopathic Repertorium,	
  TOA
20
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Responsável!Técnico!Farmacêutico!________________________"CRF________"
PRONTUÁRIO"PACIENTE"
_________________________________________"
_____________________#"CRF_______"#"Farmacêutico"Clínico"
FARMÁCIA"____________________"0"CNPJ__________/_____<__!–!CRF____!!
End.:__________________________________________!<!Bairro:___________!–!Cidade:!__________________/___!!!!!!!
Número!!
!
""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""!
!
!
!
!
!
!
"
CPF Data abertura
Nome: Data Nascimento
Sexo: M F e-mail Celular Fone
Endereço Nº Bairro
Cidade Escolaridade Raça Ocupação
Medico do Paciente Fone Cuidador Fone
Histórico de Alergias
S Subjetivos/ O Objetivos (dados mensurados, sinais e sintomas – história clinica – tratamentos realizados)
Resultados de exames
A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta)
P Plano (Objetivos terapêuticos, MIP, Medidas não farmacológicas, Encaminhamentos)
Prof.	
  Dr.	
  Rinaldo	
  Ferreira
Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
  S.A.
21
PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  09/08/06
SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:  
ESTADO  ATUAL
AVALIAÇÃO Inte  Far
PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS
Problemas  de  saúde Des
de
Con-­
trolad
o
Preo-­
cupa
Medicamento Posologia Início Cu/Co
N E S
Suspei
ta Data
Hipertrofia  de  Próstata* An
os
S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S ? ? ? ?
Colesterolemia 3  
me
ses
S N Sinvastatina  20mg 0-­0-­1 3  
Mese
s
s ? ? ? ?
Hipertensão* An
os
S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s ? ? ? ?
Problemas  cardio-­
vasculares
me
ses
S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese
s
s ? ? ? ?
A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese
s
s ? ? ? ?
Dores  na  barriga  da  
perna
2  
me
ses
N S ? ? ? ?
Paciente	
  solicitou	
  um	
  medicamento	
  para	
  as	
  dores	
  nas	
  pernas.	
  Parece	
  câimbra.	
  
Incomoda	
  o	
  paciente,	
  mas	
  ele	
  não	
  quis	
  ir	
  ao	
  médico.
22
PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  09/08/06
SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:  
ESTADO  ATUAL
AVALIAÇÃO Inte  Far
PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS
Problemas  de  saúde Des
de
Con-­
trolad
o
Preo-­
cupa
Medicamento Posologia Início Cu/Co
N E S
Suspei
ta Data
Hipertrofia  de  Próstata* An
os
S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S S S S
Colesterolemia 3  
me
ses
S N Sinvastatina  20mg 0-­0-­1 3  
Mese
s
s S S N 5
Hipertensão* An
os
S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s S S S
Problemas  cardio-­
vasculares
me
ses
S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese
s
s S S S
A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese
s
s S S S
Dores  na  barriga  da  
perna
2  
me
ses
N S 5
Farmacêutico	
  encaminhou	
  o	
  paciente	
  ao	
  cardiologista,	
  que	
  prescreveu	
  a	
  
sinvastatina,	
  para	
  avaliar	
  a	
  necessidade	
  e	
  possibilidade	
  de	
  alterar	
  o	
  tratamento.	
  
Orientação	
  para	
  atividade	
  física	
  e	
  dieta	
  adequada.
Serviço clínico farmacêutico aplicado à homeopatia
Serviço clínico farmacêutico aplicado à homeopatia
25
PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  11/09/07
SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:  
ESTADO  ATUAL
AVALIAÇÃO Inte  Far
PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS
Problemas  de  saúde Des
de
Con-­
trolad
o
Preo-­
cupa
Medicamento Posologia Início Cu/Co
N E S
Suspei
ta Data
Hipertrofia  de  Próstata* An
os
S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S S S S
Hipertensão* An
os
S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s S S S
Problemas  cardio-­
vasculares
me
ses
S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese
s
s S S S
A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese
s
s S S S
Colesterolemia	
  está	
  controlada	
  com	
  dieta	
  e	
  atividade	
  física.
As	
  dores	
  nas	
  pernas	
  acabaram.
•RESOLUÇÃO 67 DE 2007
•10.1. A farmácia pode manipular e manter
estoque mínimo de preparações oficinais
constantes do Formulário Nacional, devidamente
identificadas e de bases galênicas, de acordo com
as necessidades técnicas e gerenciais do
estabelecimento, desde que garanta a qualidade e
estabilidade das preparações.
MEDICAMENTOS	
  OFICINAIS
MEDICAMENTOS	
  OFICINAIS
!
!
VII
SUMÁRIO
SUMÁRIO.................................................................................................................. VII!
PREFÁCIO ...................................................................................................................11!
HISTÓRICO .................................................................................................................12!
COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA.....................................................13!
GENERALIDADES .....................................................................................................15!
MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS DE USO INTERNO....................................17!
MONOGRAFIAS .........................................................................................................19!
Aconitum napellus 6 CH...........................................................................................19!
Actaea racemosa 6 CH..............................................................................................20!
Aesculus hippocastanum 6 CH.................................................................................21!
Aconitum napellus 6 CH...........................................................................................19!
Actaea racemosa 6 CH..............................................................................................20!
Aesculus hippocastanum 6 CH.................................................................................21!
Allium cepa 6 CH .....................................................................................................22!
Allium sativum 6 CH................................................................................................23!
Alumina 6 CH...........................................................................................................24!
Anacardium orientale 6 CH ......................................................................................25!
Antimonium crudum 6 CH .......................................................................................26!
Antimonium tartaricum 6 CH...................................................................................27!
Apis mellifica 6 CH ..................................................................................................28!
Argentum nitricum 6 CH ..........................................................................................29!
Arnica montana 6 CH ...............................................................................................30!
Arsenicum album 6 CH ............................................................................................31!
Avena sativa 3 DH....................................................................................................32!
Baryta carbonica 6 CH..............................................................................................33!
Belladonna 6 CH.......................................................................................................34!
Berberis vulgaris 6 CH..............................................................................................35!
Borax 6 CH ...............................................................................................................36!
Bryonia alba 6 CH ....................................................................................................37!
Calcarea carbonica 6 CH ..........................................................................................39!
Calcarea fluorica 6 CH..............................................................................................40!
Calcarea phosphorica 6 CH ......................................................................................41!
Calendula officinalis 6 CH........................................................................................42!
Cantharis vesicatoria 6 CH .......................................................................................43!
Carbo vegetabilis 6 CH.............................................................................................44!
Carduus marianus 6 CH............................................................................................45!
Causticum 6 CH........................................................................................................46!
Chamomilla 6 CH .....................................................................................................47!
Chelidonium majus 6 CH..........................................................................................48!
China officinallis 6 CH.............................................................................................49!
Cocculus indicus 6 CH..............................................................................................50!
Coffea cruda 6 CH ....................................................................................................51!
Colocynthis 6 CH......................................................................................................52!
Conium maculatum 6 CH .........................................................................................53!
Drosera rotundifolia 5 CH ........................................................................................55!
Dulcamara 6 CH .......................................................................................................56!
Eupatorium perfoliatum 5 CH ..................................................................................57!
Ferrum metallicum 6 CH ..........................................................................................58!
Ferrum phosphoricum 6 CH .....................................................................................59!
Gelsemium sempervirens 6 CH ................................................................................60!
Graphites 6 CH .........................................................................................................61!
Hamamelis virginiana 5 CH......................................................................................62!
Hepar sulfur 6 CH.....................................................................................................63!
Hydrastis canadensis 6 CH .......................................................................................64!
Hypericum perforatum 6 CH ....................................................................................65!
Ignatia amara 6 CH...................................................................................................66!
Ipecacuanha 5 CH.....................................................................................................67!
Iris versicolor 6 CH...................................................................................................68!
Kalium bichromicum 6 CH.......................................................................................69!
Kalium phosphoricum 6 CH.....................................................................................70!
Lachesis muta 6 CH..................................................................................................71!
Ledum palustre 5 CH................................................................................................72!
Lemna minor 5 CH ...................................................................................................73!
Lobelia inflata 5 CH..................................................................................................74!
Lycopodium clavatum 6 CH.....................................................................................75!
Magnesia phosphorica 6 CH.....................................................................................76!
Mercurius solubilis 6 CH..........................................................................................78!
Myristica sebifera 5 CH............................................................................................79!
Natrum muriaticum 6 CH .........................................................................................80!
Nux vomica 6 CH .....................................................................................................81!
Passiflora incarnata 5 CH..........................................................................................82!
Petroleum 6 CH.........................................................................................................83!
Phosphorus 6 CH ......................................................................................................84!
Phytolacca 6 CH .......................................................................................................85!
!
Plantago major 6 CH.................................................................................................86!
Podophyllum 6 CH ...................................................................................................87!
Pulsatilla 6 CH..........................................................................................................88!
Rhus toxicodendron 6 CH.........................................................................................89!
Rumex crispus 6 CH.................................................................................................90!
Ruta graveolens 6 CH...............................................................................................91!
Sabadilla officinarum 6 CH ......................................................................................92!
Sambucus nigra 6 CH ...............................................................................................93!
Sanguinaria canadensis 6 CH....................................................................................94!
Sepia succus 6 CH ....................................................................................................95!
Silicea 6 CH..............................................................................................................96!
Spongia tosta 5 CH ...................................................................................................97!
Staphysagria 6 CH ....................................................................................................98!
Sticta pulmonaria 6 CH.............................................................................................99!
Sulphur 6 CH ..........................................................................................................100!
Symphytum officinale 5 CH...................................................................................101!
Thuya occidentalis 6 CH.........................................................................................102!
Valeriana officinalis 5 CH ......................................................................................103!
Veratrum album 6 CH.............................................................................................104!
Zincum metallicum 6 CH........................................................................................105!
!
HISTÓRICO
Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a
Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de
pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores
contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso
ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de
uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir
para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico
Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de
medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão
em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos
essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira.
Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos
homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso
interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis,
pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste
compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas
Homeopáticas tradicionais.
O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS.
A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais
homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais
de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de
interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço
de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção
industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses
2006
•PNPIC
2016
• Pacientes	
  com	
  pouco	
  acesso	
  à terapêutica homeopática
no	
  SUS
• Em	
  parte	
  pela	
  dificuldade	
  de	
  acesso	
  ao	
  medicamento	
  
2016
• FormulárioHomeopático da	
  Farmacopeia Brasileira
!
HISTÓRICO
Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a
Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de
pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores
contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso
ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de
uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir
para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico
Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de
medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão
em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos
essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira.
Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos
homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso
interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis,
pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste
compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas
Homeopáticas tradicionais.
O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS.
A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais
homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais
de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de
interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço
de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção
industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses
Tem	
  84	
  medicamentos	
  de	
  uso	
  interno
gotas,	
  glóbulos,	
  comprimidos e	
  tabletes
Foi	
  feita Revisão bibliográfica de	
  Matérias Médicas
Disponibiliza	
  Relação Nacional de	
  Medicamentos
Homeopáticos
Auxilia	
  Gestores	
  e	
  Profisionais de	
  saúde
Referência para	
  Produção Industrial	
  e	
  Manipulação
Âmbito Público e	
  Privado
!
HISTÓRICO
Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a
Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de
pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores
contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso
ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de
uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir
para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico
Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de
medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão
em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos
essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira.
Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos
homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso
interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis,
pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste
compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas
Homeopáticas tradicionais.
O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS.
A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais
homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais
de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de
interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço
de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção
industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses
Formulário
Homeopático
Não substitui
Formulário não pode ser a	
  soma	
  
destas diferentes obras
!
HISTÓRICO
Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a
Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de
pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores
contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso
ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de
uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir
para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico
Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de
medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão
em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos
essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira.
Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos
homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso
interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis,
pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste
compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas
Homeopáticas tradicionais.
O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS.
A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais
homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais
de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de
interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço
de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção
industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses
Incentivamos	
  
referências
Complexidade
Cuidado
Holística
Integral
Individualização
Como	
  um	
  dos	
  objetivos	
  deste	
  formulárioé	
  viabilizara	
  existência	
  de	
  medicamentos	
  homeopáticos	
  
oficinais,	
  de	
  forma	
  a	
  ampliar	
  o	
  uso	
  da	
  homeopatia	
  pelos	
  usuários	
  do	
  SUS,	
  tornou-­‐se	
  necessáriaa	
  
redução	
  da ampla	
  indicação	
  terapêutica	
  e	
  da	
  
farmacotécnica	
  homeopática.
!
HISTÓRICO
Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a
Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de
pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores
contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso
ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de
uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir
para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico
Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de
medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão
em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos
essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira.
Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos
homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso
interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis,
pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste
compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas
Homeopáticas tradicionais.
O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS.
A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais
homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais
de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de
interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço
de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção
industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses
Apoiar	
  Indústrias
e	
  Farmácias
Incentivar	
  
a	
  
Prescrição
Facilitar	
  o	
  
acesso	
  aos	
  
medicamento
s
Em	
  Síntese
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
HOMEOPATIA
SIMILITUDE
experiência no	
  
homem são
doses	
  mínimas
unidade	
  
medicamentosa
totalidade	
  
sintomática
vitalismo
holismo
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
ALOPATIA
diagnóstico
da	
  doença
seleção do	
  
medicamento
HOMEOPATIA
Doente como	
  
um	
  todo
seleção do	
  
medicamento
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
HOMEOPATIA
FORMULÁRIO
quadros	
  
sindrômicos
simplificados
alguns	
  
medicamentos
para	
  visão
ampliada
OUTRAS	
  
BIBLIOGRAFIAS
As	
  orientaçõesabaixo	
  são	
  geraise	
  servem	
  para	
  a	
  maioria	
  dos	
  medicamentos	
  constantes	
  neste	
  
formulário.	
  Para	
  os	
  medicamentos	
  que	
  tenham	
  características	
  específicas,	
  as	
  orientações	
  constarão	
  na	
  respectiva	
  
monografia.
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
MONOGRAFIAS
Para	
  a	
  dispensaçãode	
  medicamentos,	
  formas	
  farmacêuticas,	
  quantidades,	
   potências,	
  escalas	
  e	
  métodos	
  
que	
  não	
  constem	
  deste	
  formulário,	
  poderão	
  ser	
  utilizados	
  medicamentos	
  
industrializadosou	
  preparados	
  magistralmente,	
  seguindo	
  a	
  
Farmacopeia	
  Homeopática	
  Brasileira.
As	
  indicações	
  e	
  posologiassugeridas	
  podem	
  ser	
  alteradasa	
  critério	
  do	
  
prescritorhabilitado.
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
MONOGRAFIAS
USO	
  INTERNO
Formas	
  farmacêuticas:	
  gotas,	
  glóbulos,	
   tabletes	
  ou	
  comprimidos.
Orientações	
  para	
  o	
  preparo:
Gotas
Preparar	
  em	
  etanol	
  a	
  30%	
  (v/v)	
  a	
  partir	
  da	
  matriz	
  na	
  potência	
  anterior	
  a	
  
desejada,	
  conforme	
  Farmacopeia	
  Homeopática	
  Brasileira	
  em	
  vigor.
Glóbulos,	
  tabletes	
  ou	
  comprimidos
Preparar	
  a	
  partir	
  da	
  matriz	
  na	
  potência	
  desejada,	
  conforme	
  Farmacopeia	
  Homeopática	
  Brasileira	
  
em	
  vigor.
Quantidade	
  para	
  dispensação:	
  gotas	
  (15	
  mL);	
  glóbulos	
  (12	
  g);	
  tabletes	
  
(20	
  g)	
  e	
  comprimidos	
  (20	
  g).
USO	
  INTERNO
Indicações:neste	
  formulárioconsta	
  a	
  descrição	
  dos	
  sintomas	
  característicos	
  e	
  modalidades	
  de	
  
medicamentos	
  homeopáticos	
  para	
  quadros	
  sindrômicos	
  específicos.	
  
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
MONOGRAFIAS
Para	
  o	
  acesso	
  a	
  mais	
  indicações	
  ou	
  peculiarizá-­‐las,	
  recomendamos	
  a	
  busca	
  nos	
  
livros	
  de	
  Matéria	
  Médica	
  Homeopática	
  e	
  outras	
  publicações.
USO	
  INTERNO
Posologia	
  sugerida:
5	
  gotas	
  ou	
  
5	
  glóbulos	
  ou	
  
3	
  tabletes	
  ou	
  
1	
  comprimido
!
GENERALIDADES
HOMEOPATIA
A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no
princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel
Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação
clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios
filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e
Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia:
princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade
medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica
experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões
do mundo.
Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita
do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença,
mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento
homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do
doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças.
A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição
minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da
semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que
cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente.
A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a
uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos,
MONOGRAFIAS
Advertência:não	
  havendo	
  evolução	
  favorável,	
  o	
  paciente	
  deve	
  ser	
  
reavaliadopelo	
  profissional	
   habilitado.	
  Suspenderimediatamente	
  o	
  uso,	
  se	
  o	
  paciente	
  
apresentar	
  hipersensibilidadeaos	
  componentes	
  da	
  fórmula.
4	
  X ao	
  dia.	
  Conforme	
  a	
  melhorados	
  sintomas,	
  espaçaras	
  tomadas.
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
ocasionadas pelo fr
e com início ou agra
Posologia sugerid
cinco glóbulos ou
comprimido quatr
Conforme a melh
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. M
Médica Homeopá
Paulo: Robe Editori
DEMARQUE, D. e
& Matéria Méd
São Paulo: Organon
HORVILLEUR, A
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
ocasionadas pelo frio intenso e brusco
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de Matéria
Médica Homeopática. v. 1 . São
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmacologia
& Matéria Médica Homeopática.
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da
Prescrição em Homeopatia. São
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R.
Homeopathic Prescribing. London:
Pharmaceutical Press, 2007.
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
ocasionadas pelo frio intenso e b
e com início ou agravamento à no
Posologia sugerida: cinco got
cinco glóbulos ou três tabletes o
comprimido quatro vezes ao
Conforme a melhora dos sin
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de M
Médica Homeopática. v. 1
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmac
& Matéria Médica Homeop
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécu
Prescrição em Homeopatia.
Paulo: Andrei, 2003.
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
ocasionadas pelo fr
e com início ou agra
Posologia sugerid
cinco glóbulos ou
comprimido quatr
Conforme a melh
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. M
Médica Homeopá
Paulo: Robe Editori
DEMARQUE, D. e
& Matéria Méd
São Paulo: Organon
HORVILLEUR, A
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
ocasionadas pelo frio intenso e brusco
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de Matéria
Médica Homeopática. v. 1 . São
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmacologia
& Matéria Médica Homeopática.
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da
Prescrição em Homeopatia. São
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R.
Homeopathic Prescribing. London:
Pharmaceutical Press, 2007.
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
Gotas
Preparar em etanol a 30% (v/v) a partir
do Aconitum napellus 5 CH, conforme
Farmacopeia Homeopática Brasileira
em vigor.
Glóbulos, tabletes e comprimidos
Preparar a partir do Aconitum napellus
6 CH conforme Farmacopeia
Homeopática Brasileira em vigor.
Quantidade para dispensação: gotas
(15 mL); glóbulos (12 g); tabletes (20
g) e comprimidos (20 g).
& Matéria Médica Homeopá
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum
Prescrição em Homeopatia.
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L.
Homeopathic Prescribing. Lon
Pharmaceutical Press, 2007.
LATHOUD, F. Estudos de Mat
Médica Homeopática. 2. ed.
Paulo: Organon, 2004.
SOARES, A. A. D. Dicionário
medicamentos homeopáticos.
Paulo: Santos Livraria Editora, 200
VANNIER, L.; POIRIER, J. Préci
matière médicale homéopathi
Paris: Doin, 1985.
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
ocasionadas pelo fr
e com início ou agra
Posologia sugerid
cinco glóbulos ou
comprimido quatr
Conforme a melh
espaçar as tomadas.
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Médica Homeopá
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DEMARQUE, D. e
& Matéria Méd
São Paulo: Organon
MONOGRAFIAS
Aconitum napellus 6 CH
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
ocasionadas pelo frio intenso e brusco
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de Matéria
Médica Homeopática. v. 1 . São
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmacologia
& Matéria Médica Homeopática.
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da
Prescrição em Homeopatia. São
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R.
Homeopathic Prescribing. London:
Pharmaceutical Press, 2007.
!
Homeopática Brasileira em vigor.
Quantidade para dispensação: gotas
(15 mL); glóbulos (12 g); tabletes (20
g) e comprimidos (20 g).
Indicações: dor aguda intensa nos
ouvidos de aparecimento repentino,
com tímpano vermelho; febre alta;
agitação; estas indicações geralmente
19
Aconitum napellus 6 CH
MONOGRAFIAS
napellus 6 CH
omeopático: Aconitum
Homeopática: Aconitum;
cutum; Aconitum alatum;
albidum; Aconitum
ocasionadas pelo frio intenso e brusco
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
espaçar as tomadas.
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Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
ocasionadas pelo fr
e com início ou agra
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cinco glóbulos ou
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Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
ocasionadas pelo frio intenso e brusco
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
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REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de Matéria
Médica Homeopática. v. 1 . São
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmacologia
& Matéria Médica Homeopática.
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da
Prescrição em Homeopatia. São
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R.
Homeopathic Prescribing. London:
Pharmaceutical Press, 2007.
Nome Homeopático: Aconitum
napellus.
Sinonímia Homeopática: Aconitum;
Aconitum acutum; Aconitum alatum;
Aconitum albidum; Aconitum
ambiguum; Aconitum amoenum;
Aconitum ampliflorum; Aconitum
angustifolium; Aconitum autumnale;
Aconitum bernhardianum; Aconitum
braunii; Aconitum caeruleum;
Aconitum callibutryon; Aconitum
canescens; Aconitum chamissonianum;
Aconitum clussii; Aconitum
commutatum; Aconitum compactum;
Aconitum confertum e Aconitum
delphinifolium,
Formas farmacêuticas: gotas,
glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Orientações para o preparo:
Gotas
Preparar em etanol a 30% (v/v) a partir
do Aconitum napellus 5 CH, conforme
Farmacopeia Homeopática Brasileira
em vigor.
Glóbulos, tabletes e comprimidos
Preparar a partir do Aconitum napellus
6 CH conforme Farmacopeia
e com início ou agravamento à noite.
Posologia sugerida: cinco gotas ou
cinco glóbulos ou três tabletes ou um
comprimido quatro vezes ao dia.
Conforme a melhora dos sintomas,
espaçar as tomadas.
REFERÊNCIAS
BOERICKE, W. Manual de Matéria
Médica Homeopática. v. 1 . São
Paulo: Robe Editorial, 2003.
DEMARQUE, D. et al. Farmacologia
& Matéria Médica Homeopática.
São Paulo: Organon, 2009.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da
Prescrição em Homeopatia. São
Paulo: Andrei, 2003.
KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R.
Homeopathic Prescribing. London:
Pharmaceutical Press, 2007.
LATHOUD, F. Estudos de Matéria
Médica Homeopática. 2. ed. São
Paulo: Organon, 2004.
SOARES, A. A. D. Dicionário de
medicamentos homeopáticos. São
Paulo: Santos Livraria Editora, 2000.
VANNIER, L.; POIRIER, J. Précis de
matière médicale homéopathique.
Paris: Doin, 1985.
Ranger	
  os	
  dentes	
  durante	
  o	
  sono	
  (grinding)
Acon.,	
  agar.,	
  Ant-­‐c.,	
  ARS.,	
  asaf.,	
  BELL., Bry.,	
  calc.,	
  CANN-­‐I.,	
  caust.,	
  CINA.,	
  Coff.,	
  
colch.,	
  con.,	
  Crot-­‐h.,	
  Hell.,	
  Hyos.,	
  Ign., Kali-­‐br.,	
  Kali-­‐c.,	
  kali-­‐p.,	
  lac-­‐d.,	
  Merc.,	
  Mygal.,	
  
nat-­‐p.,	
  plan.,	
  Plb.,	
  Podo.,	
  psor.,	
  Sant.,	
  sep.,	
  Stram.,	
  thuj.,	
  TUB.,	
  Verat.,	
  Zinc.,
24/10/16-­‐ Eron (45	
  anos)	
  chega	
  na	
  farmáciaencaminhado por uma farmacêutica de	
  
uma farmáciaconcorrentede	
  um	
  bairro que fica a	
  5	
  Km	
  de	
  distância.	
  Paciente pede
para	
  ser atendido pelo Dr.	
  Rinaldo.	
  A	
  Farmacêutica que o	
  atende relata que o	
  
Farmacêutico não está e	
  pergunta qual é a	
  sua necessidade.	
  Ele fala que tem	
  bruxismo,	
  
que já foi ao dentista,	
  mas	
  não resolveu.	
  
A	
  Farmacêutica informouque a	
  Consulta Farmacêutica custará R$	
  70,00,	
  durará
aproximadamente20	
  minutos,	
  que ele deverá trazer todos os medicamentos que toma
e	
  examesrelacionados ao seu problemade	
  saúde.	
  Também informouque,	
  conformea	
  
necessidade,	
  o	
  farmacêuticopoderá encaminhá-­‐lo	
  a	
  outro	
  profissional,	
  prescrever
medidas não farmacológicase/ou prescrevermedicamentos que não exijem prescrição
médica.	
  O	
  paciente agendou a	
  consulta para	
  o	
  dia seguinte.
49
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Responsável!Técnico!Farmacêutico!________________________"CRF________"
PRONTUÁRIO"PACIENTE"
Número!!
!
""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""!
!
!
!
!
!
!
"
CPF Data abertura
Nome: Data Nascimento
Sexo: M F e-mail Celular Fone
Endereço Nº Bairro
Cidade Escolaridade Raça Ocupação
Medico do Paciente Fone Cuidador Fone
Histórico de Alergias
S Subjetivos/ O Objetivos (dados mensurados, sinais e sintomas – história clinica – tratamentos realizados)
Resultados de exames
A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta)
Eron
25/11/16
Paciente	
  relata	
  estar	
  estressado,	
  irritado	
  (disse	
  que	
  parou	
  de	
  
dirigir	
  caminhão há 2	
  anos por não suportar a	
  irritação).
Bruxismo há 6	
  anos (o	
  dentista prescreveu uma “plaquinha”para
ele usar quando dorme,	
  mas	
  ela se	
  desloca e	
  ele não consegue
usar).	
  Consome aproximadamente10	
  xícaras de	
  café	
  ao dia.	
  
Hipotireoidismo tratado e	
  controlado com	
  
Puran 150mg	
  1-­‐0-­‐0
Pacienteapresenta desgaste dental	
  
acentuado.	
  Triste.	
  Usa gel	
  no	
  cabelo.	
  
Dificuldade para	
  expressar-­‐se	
  com	
  clareza.
Glicemia 117
CT	
  209
HDL	
  57
LDL	
  131
ALT	
  48
Desempregado
45	
  anos
50
-­‐ Encaminhamento
-­‐ Reduzir	
  a	
  ansiedade	
  e	
  reduzir	
  a	
  tensão muscular
-­‐ Agendar retorno 30	
  dias
_________________________________________"
_____________________#"CRF_______"#"Farmacêutico"Clínico"
FARMÁCIA"____________________"0"CNPJ__________/_____<__!–!CRF____!!
End.:__________________________________________!<!Bairro:___________!–!Cidade:!__________________/___!!!!!!!
!!(__)!____________!!!!(__)_________!Skype:!______________!e0mail(s)!________________________!
A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta)
P Plano (Objetivos terapêuticos, MIP, Medidas não farmacológicas, Encaminhamentos)
-­‐ Encaminhamento	
  a	
  um	
  dentista	
  especialista.
-­‐ Fluoreto	
  de	
  sódio 0,05%	
  (diário)
-­‐ Acon.6CH/Ars.6CH/Ign.6CH	
  (5	
  gotas 3	
  x	
  ao dia)
-­‐ Reduzir café	
  para	
  3	
  xícaras ao dia. evitar doces,	
  
frituras,	
  carnes gordas.
-­‐ Fazer	
  caminhada de	
  20	
  minutos ao dia,	
  aumentando
10	
  minutos por semana,	
  até atingir 1	
  hora	
  ao dia.
14/10/06-­‐ Milena	
  é	
  intercambistaalemã,	
  16	
  anos,	
  vegetariana	
  até	
  vir	
  
para	
  o	
  Brasil,	
  tem	
  abusado	
  na	
  comida,	
  	
  trouxe	
  uma	
  pequena	
  botica	
  
homeopática	
  da	
  Alemanha.	
  Está	
  apresentando	
  vômito,	
  sensação	
  de	
  um	
  
grande	
  peso	
  sobre	
  o	
  estômago,	
  diarréia e	
  desmaio	
  (2º	
  dia),	
  está ansiosa,	
  
mas não	
  quer	
  ir	
  ao	
  médico.	
  Solicita	
  que	
  o	
  farmacêutico	
  a	
  auxilie	
  na	
  
automedicação	
  homeopática.	
  (Antimonium tart.,	
  Nux moschata,	
  Nux
vomica,	
  Arsenicum,	
  Veratrum,	
  Chamomilla,	
  Aloe,	
  Argentum nit.,	
  Bryonia,	
  
Calc.	
  Carb.,	
  Calc.	
  Phosp.,	
  Colchicum,	
  China,	
  Gelsemium)
I.F.	
  Foi	
  prescrito	
  soro	
  para	
  rehidratação,	
  lactobacilos,	
  carvão	
  vegetal,	
  Nux
vomica 6CH.	
  Se	
  não	
  tiver	
  melhora	
  em	
  48h	
  ou	
  se	
  piorar,	
  procurar	
  um	
  
médico.
16/10/06-­‐ A	
  paciente	
  está	
  melhor.
Comunicação	
  Interpessoal
Processo  de  transmissão  de  informações  ⇨ emissão,  recepção  e  a  
compreensão  das  mensagens
Barreiras
ReceptorEmissor Mensagem
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Apenas  emitir  informações  não  é  sinônimo  de  comunicação!
Doutor, como
funciona este
medicamento?
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Barreiras  do  Paciente  
Ex:  Culturais/Sexuais
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Contorne  as  Barreiras
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Se  a  comunicação  não  for  efetiva,  os  erros  irão  acontecer!
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Verbal Não verbal
Visual TátilEscrita
Vias de
Comunicação
Falada
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Verbal
Não Verbal
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Relação  entre  a  comunicação  verbal  e  não  verbal
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Precisamos  usar  múltiplos  papeis  e  diferentes  meios  de  comunicação  
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Comunicação  não  verbal  que  pode  influenciar  a  relação  com  o  paciente  
Expressões	
  
faciais
Desvios	
  
frequentes	
  
de	
  olhar
Gestos	
  
com	
  as	
  
mãos	
  ou	
  
cabeça
Modo	
  de	
  
vestir-­‐se
Velocidade,	
  
tom	
  e	
  
inflexão
da	
  voz
Hesitações,	
  
pausas
Mudança	
  
de	
  assunto
(Adaptado a	
  partir de	
  Duncan	
  et	
  al.,	
  2013)
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Escutar é  um  processo  ativo!
Ouvir Escutar
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
• Ouvir reflexivamente
• Concentrado e atento
• De maneira integral e interdependente
• O valor de cada palavra
• O significado de cada gesto
• Aspectos culturais e sociais
Escuta  Ativa
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Empatia
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Responder  o  que  o  paciente  precisa  ouvir  de  maneira  clara  e  com  base  em  
evidências
Assertividade
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Profissional  7  estrelas  deverá  ser:
• Prestador  de  serviços  farmacêuticos  em  uma  equipe
• Capaz  de  tomar  decisões
• Comunicador
• Líder
• Gerente
• Atualizado  permanentemente
• Educador
“The  role  of  the  pharmacist  in  the  health  care  system”  
(OMS,  1994)
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Comunicação	
  Interpessoal
Precisamos  sair  da  
caverna!
As  pessoas  querem  e  
precisam
conversar  com  o  
farmacêutico!
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Relação	
  Terapêutica
“Art.  7º    -­ São  atribuições  clínicas  do  farmacêutico  relativas  ao  cuidado  à  
saúde,  nos  âmbitos  individual  e  coletivo:  
I  – Estabelecer  e  conduzir  uma  relação  de  cuidado  centrada  no  paciente.”  
(Res.  586/13  CFF)
Cuidado  centrado  no  paciente:  relação    humanizada    que    envolve    o  
respeito  às  crenças,  expectativas,  experiências,  atitudes  e  preocupações  
do  paciente  ou  cuidadores  quanto  às  suas  condições  de  saúde  e  ao  uso  de  
medicamentos,    na  qual    farmacêutico  e  paciente  compartilham  a  tomada  de  
decisão  e  a  responsabilidade  pelos  resultados  em  saúde  alcançados.  
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Relação	
  Terapêutica
Considere  a  Individualidade
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Relação	
  Terapêutica
Tratar  o  paciente  e  não  a  doença!
CFF,	
  Excelência Farmacêutica,	
  Módulo Serviços 2016
Relação	
  Terapêutica
(Conselho  Federal  de  Farmácia,  2016)
Cuidado
Responsabilidade
Necessidade	
  de	
  
Saúde
Prevenção	
  de	
  
Doenças
Promoção	
  	
  	
  
Recuperação
de	
  Saúde
Farm.-­‐ Sua	
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  muito	
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CASO	
  CLÍNICO	
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  dispensação Maria
20/07/05	
  Maria	
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F-­‐ Mostrou	
  Fibra	
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  Psilium (Metamucil)	
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  outras	
  
opções;	
  (Aesc.	
  hip.,	
  Aloe,	
  Alum.,	
  Bry.,	
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  Hyd.,	
  
Iris,	
  Lyc.,	
  Mag.	
  m.,	
  Nat.	
  m.,	
  Nux v.,	
  Opium,	
  Pall.,	
  Plat.,	
  Plumbum,	
  
Sars.,	
  Sep.,	
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  Zinc.)
Maria-­‐ agradeceu	
  muito	
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  atenção	
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pensativa	
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CASO	
  CLÍNICO	
  de	
  dispensação Maria
17/09/07 -­‐ O irmão da paciente compra 2 sachês de psilium por semana e disse que todos
na sua casa estão tendo uma alimentação mais saudável, comem frutas, verduras e
alimentos integrais.
(2016) Todos da família são clientes da farmácia
Maria-­‐ Voltou	
  2	
  horas	
  depois	
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  comprou	
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  fibra	
  sugerida.
Prof.	
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  Rinaldo	
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Presidente	
  da	
  Farma	
  &	
  Farma	
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Muito	
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  atenção
rinaldo@farmaefarma.com.br
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Serviço clínico farmacêutico aplicado à homeopatia

  • 1. Serviço Clínico Farmacêutico Aplicado  à  Homeopatia Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A. CURSO  DE  ESPECIALIZAÇÃO  EM  FARMÁCIA  HOMEOPÁTICA  E  MAGISTRAL  T-­‐1 02 e  03/12/16  (  sexta  das  19:00  às  23:00hrs  e  sábado  das  8:00  às  12:00  e  das  13:30  às  19:00hrs  )
  • 2. Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A. Atuação do  Farmacêutico em Homeopatia no  Setor Público e  Privado Imagens acessadas em 28/10/16  nos sites:  www.cachorroverde.com.br ,  www.ecodebate.com.br ,  www.slideshare.net ,     Medicamento   Homeopático Industrializado Oficinal Manipulado Produção do  Medicamento Homeopático é Atribuição do   Farmacêutico Habilitado em Homeopatia A  Atribuição do  Farmacêutico é SOMENTE  a  Produção? Público e  Privado Público e  Privado Público e  Privado
  • 3. Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A. Acupuntura Administração  de  laboratório  clínico Administração  farmacêutica Administração  hospitalar Análises  clínicas Assistência  domiciliar  em  equipes   multidisciplinares Atendimento  pré-­hospitalar  de  urgência   e  emergência Auditoria  farmacêutica Bacteriologia  clínica Banco  de  cordão  umbilical Banco  de  leite  humano Banco  de  sangue Banco  de  Sêmen Banco  de  órgãos Biofarmácia Biologia  molecular Bioquímica  clínica   Bromatologia Citologia  clínica Citopatologia Citoquímica Controle  de  qualidade  e  tratamento  de   água,  potabilidade  e  controle  ambiental Controle  de  vetores  e  pragas  urbanas Cosmetologia Exames  de  DNA Farmacêutico  na  análise  físico-­química  do  solo Farmácia  antroposófica Farmácia  clínica Farmácia  comunitária Farmácia  de  dispensação Fracionamento  de  medicamentos Farmácia  dermatológica Farmácia  homeopática Farmácia  hospitalar Farmácia  industrial Farmácia  magistral Farmácia  nuclear  (radiofarmácia) Farmácia  oncológica Farmácia  pública Farmácia  veterinária Farmácia-­escola Farmacocinética  clínica Farmacoepidemiologia Fitoterapia Gases  e  misturas  de  uso  terapêutico Genética  humana Gerenciamento  de  resíduos  dos  serviços  de  saúde Hematologia  clínica Hemoterapia Histopatologia Histoquímica Imunocitoquímica Imunogenética e  histocompatibilidade Imunohistoquímica Imunologia  clínica Imunopatologia Meio  ambiente,  segurança  no  trabalho,   saúde  ocupacional  e  responsabilidade   social Micologia  clínica Microbiologia  clínica Nutrição  parenteral Parasitologia  clínica Saúde  pública Toxicologia  clínica Toxicologia  ambiental Toxicologia  de  alimentos Toxicologia  desportiva Toxicologia  farmacêutica Toxicologia  forense Toxicologia  ocupacional Toxicologia  veterinária Vigilância  sanitária Virologia  clínica ÁREAS  DE  ATUAÇÃO  -­ ATIVIDADES FARMACÊUTICAS www.cff.org.br acesso  em  28/10/2016
  • 4. Modelo  lógico-­‐conceitual  dos  serviços  farmacêuticos  Referência:  Conselho  Federal  de  Farmácia  (2016) Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.Modelo  lógico-­‐conceitual  dos  serviços  farmacêuticos  Referência:  Conselho  Federal  de  Farmácia  (2016)
  • 5. Modelo  lógico-­‐conceitual  dos  serviços  farmacêuticos  Referência:  Conselho  Federal  de  Farmácia  (2016)
  • 6. Farmácia  é  uma unidadede  prestação de  serviços destinada a  prestar assistência farmacêutica,  assistência  à  saúdee   orientaçãosanitária individual  e  coletiva,  na qual se  processe a   manipulação e/ou dispensação de  medicamentos…   Lei  13.021  de  08/08/2014 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 7. Entende-­‐se  por assistência farmacêutica o   conjunto de  ações e  de  serviços que visem a   assegurar a  assistência terapêutica integral e  a   promoção,  a  proteção e  a  recuperação da  saúde nos estabelecimentos públicos e  privados que desempenhem atividades farmacêuticas,  tendo o   medicamento como insumo essencial e  visando ao seu acesso e  ao seu uso racional.   Lei  13.021  de  08/08/2014 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 8. Obriga-­‐se o  farmacêutico,  no  exercício de  suas atividades,  a:  … prestar orientação farmacêutica,  com  vistas  a   esclarecer ao paciente a  relação beneecio e  risco,   a  conservação e  a  uflização de  fármacos e   medicamentos inerentes  à  terapia,  bem como as  suas interações medicamentosas e  a  importância do  seu correto manuseio.   Lei  13.021  de  08/08/2014 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 9. Obriga-­‐se o  Farmacêutico,  no  exercício de  suas atividades,  a:  … proceder ao acompanhamento farmacoterapêutico de  pacientes,  internados ou não,  em estabelecimentos hospitalares ou ambulatoriais,  de  natureza pública ou privada; Lei  13.021  de  08/08/2014 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 10. Obriga-­‐se o  farmacêutico,  no  exercício de  suas atividades,  a:  … estabelecer o  perfil farmacoterapêuticono   acompanhamento sistemático do  paciente,  mediante elaboração,  preenchimento e  interpretação de  fichas farmacoterapêuticas;   Lei  13.021  de  08/08/2014 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 11. CFF/2016 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 12. Consultório farmacêutico: ...onde se realiza com privacidade a consulta...Pode funcionar de modo autônomo ou como dependência de hospitais, ambulatórios, farmácia comunitárias..., no âmbito público e privado. Res.  585/2013  CFF Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 13. Planta  de  uma  farmácia  com  CONSULTÓRIO  FARMACÊUTICO Área  não  privativa Área  semi privativa Área  privativa
  • 15. Oferta  da  Consulta  Farmacêutica
  • 16. SO • Sinais e  sintomas • Medicamentos em uso A • Hipóteses clínicas • Descartar ou gerar novas hipóteses clínicas • Avaliação de  risco do  paciente P • Plano  (educação em saúde,  intervenções,  meta  terapêutica,   próximaconsulta,  evolução,  prescrição(MIPs),   encaminhamento,  solicitação de  exames…) Raciocínio Clínico Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 17. Art.  5o  -­‐ O  farmacêutico poderá  realizar  a  prescrição de   medicamentose  outrosprodutos  com  finalidade  terapêutica,  cuja   dispensação não exija  prescrição médica,  incluindo  medicamentos   industrializados  e  preparações magistrais-­‐ alopáticos ou   dinamizados -­‐,  plantas medicinais,  drogas  vegetais  e  outras  categorias   ou  relações de  medicamentos  que  venham a  ser  aprovadas  pelo  órgão sanitário federal  para  prescrição do  farmacêutico. Resolução 586  CFF,  2013 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 18. Art.  13  -­‐ Dependerá da  receita médica a   dispensação de  medicamentos homeopáticos,  cuja concentraçãode  substância ativa correspondaàs doses  máximas farmacologicamente estabelecidas. Lei  5.991/1973 Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 19. 19 07/08/06-­‐ Senhor  Geraldo,  com  62  anos  solicita  medicamento   homeopático  para  persistentes  dores  nas  pernas.  Parece   câimbra  na  barriga  da  perna.   I.F.  O  paciente  toma  medicamentos,  mas  não  sabe  o  nome  de  todos.   I.F.  Foi  oferecida  consulta  farmacêuticahomeopática ao  paciente.  O  Senhor   Geraldo  aceitou  e  agendou.  Foi  orientado  sobre  o  custo,  o  tempo  médio de   consulta,  e  também que deveria trazer todos medicamentos que toma e  exames. Arnica,  Ruta,  Rhus,  Colocynthis,  Gnaphalium,  Magnesia phosp.,  Cuprum met.,  Zincum App:  Materia Medica  Lite,  Homeopathic Repertorium,  TOA
  • 20. 20 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Responsável!Técnico!Farmacêutico!________________________"CRF________" PRONTUÁRIO"PACIENTE" _________________________________________" _____________________#"CRF_______"#"Farmacêutico"Clínico" FARMÁCIA"____________________"0"CNPJ__________/_____<__!–!CRF____!! End.:__________________________________________!<!Bairro:___________!–!Cidade:!__________________/___!!!!!!! Número!! ! """"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""! ! ! ! ! ! ! " CPF Data abertura Nome: Data Nascimento Sexo: M F e-mail Celular Fone Endereço Nº Bairro Cidade Escolaridade Raça Ocupação Medico do Paciente Fone Cuidador Fone Histórico de Alergias S Subjetivos/ O Objetivos (dados mensurados, sinais e sintomas – história clinica – tratamentos realizados) Resultados de exames A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta) P Plano (Objetivos terapêuticos, MIP, Medidas não farmacológicas, Encaminhamentos) Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A.
  • 21. 21 PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  09/08/06 SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:   ESTADO  ATUAL AVALIAÇÃO Inte  Far PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS Problemas  de  saúde Des de Con-­ trolad o Preo-­ cupa Medicamento Posologia Início Cu/Co N E S Suspei ta Data Hipertrofia  de  Próstata* An os S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S ? ? ? ? Colesterolemia 3   me ses S N Sinvastatina  20mg 0-­0-­1 3   Mese s s ? ? ? ? Hipertensão* An os S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s ? ? ? ? Problemas  cardio-­ vasculares me ses S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese s s ? ? ? ? A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese s s ? ? ? ? Dores  na  barriga  da   perna 2   me ses N S ? ? ? ? Paciente  solicitou  um  medicamento  para  as  dores  nas  pernas.  Parece  câimbra.   Incomoda  o  paciente,  mas  ele  não  quis  ir  ao  médico.
  • 22. 22 PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  09/08/06 SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:   ESTADO  ATUAL AVALIAÇÃO Inte  Far PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS Problemas  de  saúde Des de Con-­ trolad o Preo-­ cupa Medicamento Posologia Início Cu/Co N E S Suspei ta Data Hipertrofia  de  Próstata* An os S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S S S S Colesterolemia 3   me ses S N Sinvastatina  20mg 0-­0-­1 3   Mese s s S S N 5 Hipertensão* An os S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s S S S Problemas  cardio-­ vasculares me ses S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese s s S S S A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese s s S S S Dores  na  barriga  da   perna 2   me ses N S 5 Farmacêutico  encaminhou  o  paciente  ao  cardiologista,  que  prescreveu  a   sinvastatina,  para  avaliar  a  necessidade  e  possibilidade  de  alterar  o  tratamento.   Orientação  para  atividade  física  e  dieta  adequada.
  • 25. 25 PACIENTE:  Geraldo                                                                                                                                                                                                                         DATA:  11/09/07 SEXO:    M                                                  IDADE:      60                            IMC:                                              ALERGIAS:   ESTADO  ATUAL AVALIAÇÃO Inte  Far PROBLEMAS  DE  SAÚDE MEDICAMENTOS Problemas  de  saúde Des de Con-­ trolad o Preo-­ cupa Medicamento Posologia Início Cu/Co N E S Suspei ta Data Hipertrofia  de  Próstata* An os S N Secotex  0,4mg 1-­0-­0 Anos S S S S Hipertensão* An os S N Atenolol  50mg 1-­0-­0 Anos s S S S Problemas  cardio-­ vasculares me ses S N Ginkgo  biloba  80mg 1-­0-­0 mese s s S S S A.A.S.  100mg 0-­1-­0   mese s s S S S Colesterolemia  está  controlada  com  dieta  e  atividade  física. As  dores  nas  pernas  acabaram.
  • 26. •RESOLUÇÃO 67 DE 2007 •10.1. A farmácia pode manipular e manter estoque mínimo de preparações oficinais constantes do Formulário Nacional, devidamente identificadas e de bases galênicas, de acordo com as necessidades técnicas e gerenciais do estabelecimento, desde que garanta a qualidade e estabilidade das preparações. MEDICAMENTOS  OFICINAIS
  • 28. ! ! VII SUMÁRIO SUMÁRIO.................................................................................................................. VII! PREFÁCIO ...................................................................................................................11! HISTÓRICO .................................................................................................................12! COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA.....................................................13! GENERALIDADES .....................................................................................................15! MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS DE USO INTERNO....................................17! MONOGRAFIAS .........................................................................................................19! Aconitum napellus 6 CH...........................................................................................19! Actaea racemosa 6 CH..............................................................................................20! Aesculus hippocastanum 6 CH.................................................................................21!
  • 29. Aconitum napellus 6 CH...........................................................................................19! Actaea racemosa 6 CH..............................................................................................20! Aesculus hippocastanum 6 CH.................................................................................21! Allium cepa 6 CH .....................................................................................................22! Allium sativum 6 CH................................................................................................23! Alumina 6 CH...........................................................................................................24! Anacardium orientale 6 CH ......................................................................................25! Antimonium crudum 6 CH .......................................................................................26! Antimonium tartaricum 6 CH...................................................................................27! Apis mellifica 6 CH ..................................................................................................28! Argentum nitricum 6 CH ..........................................................................................29! Arnica montana 6 CH ...............................................................................................30! Arsenicum album 6 CH ............................................................................................31! Avena sativa 3 DH....................................................................................................32! Baryta carbonica 6 CH..............................................................................................33! Belladonna 6 CH.......................................................................................................34! Berberis vulgaris 6 CH..............................................................................................35! Borax 6 CH ...............................................................................................................36! Bryonia alba 6 CH ....................................................................................................37! Calcarea carbonica 6 CH ..........................................................................................39! Calcarea fluorica 6 CH..............................................................................................40! Calcarea phosphorica 6 CH ......................................................................................41! Calendula officinalis 6 CH........................................................................................42! Cantharis vesicatoria 6 CH .......................................................................................43! Carbo vegetabilis 6 CH.............................................................................................44! Carduus marianus 6 CH............................................................................................45! Causticum 6 CH........................................................................................................46!
  • 30. Chamomilla 6 CH .....................................................................................................47! Chelidonium majus 6 CH..........................................................................................48! China officinallis 6 CH.............................................................................................49! Cocculus indicus 6 CH..............................................................................................50! Coffea cruda 6 CH ....................................................................................................51! Colocynthis 6 CH......................................................................................................52! Conium maculatum 6 CH .........................................................................................53! Drosera rotundifolia 5 CH ........................................................................................55! Dulcamara 6 CH .......................................................................................................56! Eupatorium perfoliatum 5 CH ..................................................................................57! Ferrum metallicum 6 CH ..........................................................................................58! Ferrum phosphoricum 6 CH .....................................................................................59! Gelsemium sempervirens 6 CH ................................................................................60! Graphites 6 CH .........................................................................................................61! Hamamelis virginiana 5 CH......................................................................................62! Hepar sulfur 6 CH.....................................................................................................63! Hydrastis canadensis 6 CH .......................................................................................64! Hypericum perforatum 6 CH ....................................................................................65! Ignatia amara 6 CH...................................................................................................66! Ipecacuanha 5 CH.....................................................................................................67! Iris versicolor 6 CH...................................................................................................68! Kalium bichromicum 6 CH.......................................................................................69! Kalium phosphoricum 6 CH.....................................................................................70! Lachesis muta 6 CH..................................................................................................71! Ledum palustre 5 CH................................................................................................72! Lemna minor 5 CH ...................................................................................................73! Lobelia inflata 5 CH..................................................................................................74! Lycopodium clavatum 6 CH.....................................................................................75! Magnesia phosphorica 6 CH.....................................................................................76! Mercurius solubilis 6 CH..........................................................................................78! Myristica sebifera 5 CH............................................................................................79! Natrum muriaticum 6 CH .........................................................................................80! Nux vomica 6 CH .....................................................................................................81! Passiflora incarnata 5 CH..........................................................................................82! Petroleum 6 CH.........................................................................................................83! Phosphorus 6 CH ......................................................................................................84! Phytolacca 6 CH .......................................................................................................85!
  • 31. ! Plantago major 6 CH.................................................................................................86! Podophyllum 6 CH ...................................................................................................87! Pulsatilla 6 CH..........................................................................................................88! Rhus toxicodendron 6 CH.........................................................................................89! Rumex crispus 6 CH.................................................................................................90! Ruta graveolens 6 CH...............................................................................................91! Sabadilla officinarum 6 CH ......................................................................................92! Sambucus nigra 6 CH ...............................................................................................93! Sanguinaria canadensis 6 CH....................................................................................94! Sepia succus 6 CH ....................................................................................................95! Silicea 6 CH..............................................................................................................96! Spongia tosta 5 CH ...................................................................................................97! Staphysagria 6 CH ....................................................................................................98! Sticta pulmonaria 6 CH.............................................................................................99! Sulphur 6 CH ..........................................................................................................100! Symphytum officinale 5 CH...................................................................................101! Thuya occidentalis 6 CH.........................................................................................102! Valeriana officinalis 5 CH ......................................................................................103! Veratrum album 6 CH.............................................................................................104! Zincum metallicum 6 CH........................................................................................105!
  • 32. ! HISTÓRICO Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira. Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis, pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas Homeopáticas tradicionais. O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS. A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses 2006 •PNPIC 2016 • Pacientes  com  pouco  acesso  à terapêutica homeopática no  SUS • Em  parte  pela  dificuldade  de  acesso  ao  medicamento   2016 • FormulárioHomeopático da  Farmacopeia Brasileira
  • 33. ! HISTÓRICO Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira. Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis, pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas Homeopáticas tradicionais. O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS. A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses Tem  84  medicamentos  de  uso  interno gotas,  glóbulos,  comprimidos e  tabletes Foi  feita Revisão bibliográfica de  Matérias Médicas Disponibiliza  Relação Nacional de  Medicamentos Homeopáticos Auxilia  Gestores  e  Profisionais de  saúde Referência para  Produção Industrial  e  Manipulação Âmbito Público e  Privado
  • 34. ! HISTÓRICO Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira. Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis, pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas Homeopáticas tradicionais. O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS. A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses Formulário Homeopático Não substitui Formulário não pode ser a  soma   destas diferentes obras
  • 35. ! HISTÓRICO Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira. Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis, pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas Homeopáticas tradicionais. O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS. A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses Incentivamos   referências Complexidade Cuidado Holística Integral Individualização Como  um  dos  objetivos  deste  formulárioé  viabilizara  existência  de  medicamentos  homeopáticos   oficinais,  de  forma  a  ampliar  o  uso  da  homeopatia  pelos  usuários  do  SUS,  tornou-­‐se  necessáriaa   redução  da ampla  indicação  terapêutica  e  da   farmacotécnica  homeopática.
  • 36. ! HISTÓRICO Em 2006, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), abrangendo uma série de sistemas terapêuticos complexos, dentre os quais a Homeopatia. No entanto, passada uma década da publicação da PNPIC, o número de pacientes com acesso à terapêutica homeopática no SUS ainda é pequeno. Vários fatores contribuem para esse fato, dentre os quais pode ser destacada a relativa dificuldade de acesso ao medicamento homeopático no SUS, problema que pode ser minimizado com a criação de uma relação de medicamentos homeopáticos oficinais. Assim, com o objetivo de contribuir para a efetiva implementação da PNPIC no campo da Homeopatia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da Farmacopeia Brasileira, confiou ao Comitê Técnico Temático de Homeopatia a tarefa de elaborar uma relação inicial de formulações de medicamentos homeopáticos cuja relevância da aplicação clínica justificasse a sua inclusão em um formulário oficial. E é com a certeza de atender a essa premissa que apresentamos essa primeira edição do Formulário Homeopático da Farmacopeia Brasileira. Nesta primeira edição do Formulário, foi definida uma lista de medicamentos homeopáticos oficinais que incluí monografias de 84 (oitenta e quatro) medicamentos de uso interno, nas seguintes formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, comprimidos, tabletes, géis, pomadas, cremes e outros. As informações que compõem cada uma das monografias deste compêndio, foram definidas com base em extensa revisão bibliográfica de Matérias Médicas Homeopáticas tradicionais. O objetivo principal deste Formulário é a ampliação do uso da Homeopatia no SUS. A sua publicação permite a existência de uma relação nacional de medicamentos oficinais homeopáticos. Este formulário é uma das referências que auxiliam os gestores e profissionais de saúde para a tomada de decisão, com informação técnico científica, isenta de conflitos de interesse. Pode ser consultado de forma rápida, objetiva e adequada ao cotidiano do serviço de saúde. Este formulário contribui também como uma das referências para a produção industrial e de manipulação de medicamentos homeopáticos, ampliando a oferta desses Apoiar  Indústrias e  Farmácias Incentivar   a   Prescrição Facilitar  o   acesso  aos   medicamento s Em  Síntese
  • 37. ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, HOMEOPATIA SIMILITUDE experiência no   homem são doses  mínimas unidade   medicamentosa totalidade   sintomática vitalismo holismo
  • 38. ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, ALOPATIA diagnóstico da  doença seleção do   medicamento HOMEOPATIA Doente como   um  todo seleção do   medicamento
  • 39. ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, HOMEOPATIA FORMULÁRIO quadros   sindrômicos simplificados alguns   medicamentos para  visão ampliada OUTRAS   BIBLIOGRAFIAS
  • 40. As  orientaçõesabaixo  são  geraise  servem  para  a  maioria  dos  medicamentos  constantes  neste   formulário.  Para  os  medicamentos  que  tenham  características  específicas,  as  orientações  constarão  na  respectiva   monografia. ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, MONOGRAFIAS Para  a  dispensaçãode  medicamentos,  formas  farmacêuticas,  quantidades,   potências,  escalas  e  métodos   que  não  constem  deste  formulário,  poderão  ser  utilizados  medicamentos   industrializadosou  preparados  magistralmente,  seguindo  a   Farmacopeia  Homeopática  Brasileira. As  indicações  e  posologiassugeridas  podem  ser  alteradasa  critério  do   prescritorhabilitado.
  • 41. ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, MONOGRAFIAS USO  INTERNO Formas  farmacêuticas:  gotas,  glóbulos,   tabletes  ou  comprimidos. Orientações  para  o  preparo: Gotas Preparar  em  etanol  a  30%  (v/v)  a  partir  da  matriz  na  potência  anterior  a   desejada,  conforme  Farmacopeia  Homeopática  Brasileira  em  vigor. Glóbulos,  tabletes  ou  comprimidos Preparar  a  partir  da  matriz  na  potência  desejada,  conforme  Farmacopeia  Homeopática  Brasileira   em  vigor. Quantidade  para  dispensação:  gotas  (15  mL);  glóbulos  (12  g);  tabletes   (20  g)  e  comprimidos  (20  g).
  • 42. USO  INTERNO Indicações:neste  formulárioconsta  a  descrição  dos  sintomas  característicos  e  modalidades  de   medicamentos  homeopáticos  para  quadros  sindrômicos  específicos.   ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, MONOGRAFIAS Para  o  acesso  a  mais  indicações  ou  peculiarizá-­‐las,  recomendamos  a  busca  nos   livros  de  Matéria  Médica  Homeopática  e  outras  publicações.
  • 43. USO  INTERNO Posologia  sugerida: 5  gotas  ou   5  glóbulos  ou   3  tabletes  ou   1  comprimido ! GENERALIDADES HOMEOPATIA A homeopatia, sistema de saúde complexo de caráter holístico baseada no princípio vitalista e no uso da lei dos semelhantes, foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII. Após estudos e reflexões baseados na observação clínica e em experimentos realizados na época, Hahnemann sistematizou os princípios filosóficos e doutrinários da homeopatia em suas obras Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Nestas obras, Hahnemann apresenta os princípios da homeopatia: princípio da similitude, experimentação no homem são, doses mínimas, unidade medicamentosa e totalidade sintomática. Desde então, essa racionalidade médica experimentou grande expansão clínica, farmacotécnica e científica em várias regiões do mundo. Na terapêutica clássica alopática, a indicação do(s) medicamento(s) necessita do diagnóstico da doença. A homeopatia, por sua vez, não trata somente a doença, mas do doente como um todo. Para que se possa instituir o correto tratamento homeopático, é fundamental a noção de totalidade sintomática característica do doente, já que cada paciente reage de forma própria e individual às doenças. A homeopatia respeita e trata dessa individualidade por meio da descrição minuciosa de como o paciente reage à sua doença, conforme o princípio da semelhança através do(s) medicamento(s) individualizado(s) correspondente(s) que cubra(m) a totalidade sintomática característica do doente ou da doença do doente. A abordagem dos quadros sindrômicos descritos neste formulário, destina-se a uma orientação simplificada na aplicação de alguns medicamentos homeopáticos, MONOGRAFIAS Advertência:não  havendo  evolução  favorável,  o  paciente  deve  ser   reavaliadopelo  profissional   habilitado.  Suspenderimediatamente  o  uso,  se  o  paciente   apresentar  hipersensibilidadeaos  componentes  da  fórmula. 4  X ao  dia.  Conforme  a  melhorados  sintomas,  espaçaras  tomadas.
  • 44. MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; ocasionadas pelo fr e com início ou agra Posologia sugerid cinco glóbulos ou comprimido quatr Conforme a melh espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. M Médica Homeopá Paulo: Robe Editori DEMARQUE, D. e & Matéria Méd São Paulo: Organon HORVILLEUR, A MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: ocasionadas pelo frio intenso e brusco e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 1 . São Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R. Homeopathic Prescribing. London: Pharmaceutical Press, 2007. MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, ocasionadas pelo frio intenso e b e com início ou agravamento à no Posologia sugerida: cinco got cinco glóbulos ou três tabletes o comprimido quatro vezes ao Conforme a melhora dos sin espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de M Médica Homeopática. v. 1 Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmac & Matéria Médica Homeop São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécu Prescrição em Homeopatia. Paulo: Andrei, 2003.
  • 45. MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; ocasionadas pelo fr e com início ou agra Posologia sugerid cinco glóbulos ou comprimido quatr Conforme a melh espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. M Médica Homeopá Paulo: Robe Editori DEMARQUE, D. e & Matéria Méd São Paulo: Organon HORVILLEUR, A MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: ocasionadas pelo frio intenso e brusco e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 1 . São Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R. Homeopathic Prescribing. London: Pharmaceutical Press, 2007. canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: Gotas Preparar em etanol a 30% (v/v) a partir do Aconitum napellus 5 CH, conforme Farmacopeia Homeopática Brasileira em vigor. Glóbulos, tabletes e comprimidos Preparar a partir do Aconitum napellus 6 CH conforme Farmacopeia Homeopática Brasileira em vigor. Quantidade para dispensação: gotas (15 mL); glóbulos (12 g); tabletes (20 g) e comprimidos (20 g). & Matéria Médica Homeopá São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum Prescrição em Homeopatia. Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. Homeopathic Prescribing. Lon Pharmaceutical Press, 2007. LATHOUD, F. Estudos de Mat Médica Homeopática. 2. ed. Paulo: Organon, 2004. SOARES, A. A. D. Dicionário medicamentos homeopáticos. Paulo: Santos Livraria Editora, 200 VANNIER, L.; POIRIER, J. Préci matière médicale homéopathi Paris: Doin, 1985.
  • 46. MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; ocasionadas pelo fr e com início ou agra Posologia sugerid cinco glóbulos ou comprimido quatr Conforme a melh espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. M Médica Homeopá Paulo: Robe Editori DEMARQUE, D. e & Matéria Méd São Paulo: Organon MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: ocasionadas pelo frio intenso e brusco e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 1 . São Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R. Homeopathic Prescribing. London: Pharmaceutical Press, 2007. ! Homeopática Brasileira em vigor. Quantidade para dispensação: gotas (15 mL); glóbulos (12 g); tabletes (20 g) e comprimidos (20 g). Indicações: dor aguda intensa nos ouvidos de aparecimento repentino, com tímpano vermelho; febre alta; agitação; estas indicações geralmente 19 Aconitum napellus 6 CH MONOGRAFIAS napellus 6 CH omeopático: Aconitum Homeopática: Aconitum; cutum; Aconitum alatum; albidum; Aconitum ocasionadas pelo frio intenso e brusco e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS
  • 47. MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; ocasionadas pelo fr e com início ou agra Posologia sugerid cinco glóbulos ou comprimido quatr Conforme a melh espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. M Médica Homeopá Paulo: Robe Editori DEMARQUE, D. e & Matéria Méd São Paulo: Organon HORVILLEUR, A MONOGRAFIAS Aconitum napellus 6 CH Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: ocasionadas pelo frio intenso e brusco e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 1 . São Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R. Homeopathic Prescribing. London: Pharmaceutical Press, 2007. Nome Homeopático: Aconitum napellus. Sinonímia Homeopática: Aconitum; Aconitum acutum; Aconitum alatum; Aconitum albidum; Aconitum ambiguum; Aconitum amoenum; Aconitum ampliflorum; Aconitum angustifolium; Aconitum autumnale; Aconitum bernhardianum; Aconitum braunii; Aconitum caeruleum; Aconitum callibutryon; Aconitum canescens; Aconitum chamissonianum; Aconitum clussii; Aconitum commutatum; Aconitum compactum; Aconitum confertum e Aconitum delphinifolium, Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos. Orientações para o preparo: Gotas Preparar em etanol a 30% (v/v) a partir do Aconitum napellus 5 CH, conforme Farmacopeia Homeopática Brasileira em vigor. Glóbulos, tabletes e comprimidos Preparar a partir do Aconitum napellus 6 CH conforme Farmacopeia e com início ou agravamento à noite. Posologia sugerida: cinco gotas ou cinco glóbulos ou três tabletes ou um comprimido quatro vezes ao dia. Conforme a melhora dos sintomas, espaçar as tomadas. REFERÊNCIAS BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 1 . São Paulo: Robe Editorial, 2003. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009. HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003. KAYNE, S. B.: KAYNE, L. R. Homeopathic Prescribing. London: Pharmaceutical Press, 2007. LATHOUD, F. Estudos de Matéria Médica Homeopática. 2. ed. São Paulo: Organon, 2004. SOARES, A. A. D. Dicionário de medicamentos homeopáticos. São Paulo: Santos Livraria Editora, 2000. VANNIER, L.; POIRIER, J. Précis de matière médicale homéopathique. Paris: Doin, 1985.
  • 48. Ranger  os  dentes  durante  o  sono  (grinding) Acon.,  agar.,  Ant-­‐c.,  ARS.,  asaf.,  BELL., Bry.,  calc.,  CANN-­‐I.,  caust.,  CINA.,  Coff.,   colch.,  con.,  Crot-­‐h.,  Hell.,  Hyos.,  Ign., Kali-­‐br.,  Kali-­‐c.,  kali-­‐p.,  lac-­‐d.,  Merc.,  Mygal.,   nat-­‐p.,  plan.,  Plb.,  Podo.,  psor.,  Sant.,  sep.,  Stram.,  thuj.,  TUB.,  Verat.,  Zinc., 24/10/16-­‐ Eron (45  anos)  chega  na  farmáciaencaminhado por uma farmacêutica de   uma farmáciaconcorrentede  um  bairro que fica a  5  Km  de  distância.  Paciente pede para  ser atendido pelo Dr.  Rinaldo.  A  Farmacêutica que o  atende relata que o   Farmacêutico não está e  pergunta qual é a  sua necessidade.  Ele fala que tem  bruxismo,   que já foi ao dentista,  mas  não resolveu.   A  Farmacêutica informouque a  Consulta Farmacêutica custará R$  70,00,  durará aproximadamente20  minutos,  que ele deverá trazer todos os medicamentos que toma e  examesrelacionados ao seu problemade  saúde.  Também informouque,  conformea   necessidade,  o  farmacêuticopoderá encaminhá-­‐lo  a  outro  profissional,  prescrever medidas não farmacológicase/ou prescrevermedicamentos que não exijem prescrição médica.  O  paciente agendou a  consulta para  o  dia seguinte.
  • 49. 49 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Responsável!Técnico!Farmacêutico!________________________"CRF________" PRONTUÁRIO"PACIENTE" Número!! ! """"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""! ! ! ! ! ! ! " CPF Data abertura Nome: Data Nascimento Sexo: M F e-mail Celular Fone Endereço Nº Bairro Cidade Escolaridade Raça Ocupação Medico do Paciente Fone Cuidador Fone Histórico de Alergias S Subjetivos/ O Objetivos (dados mensurados, sinais e sintomas – história clinica – tratamentos realizados) Resultados de exames A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta) Eron 25/11/16 Paciente  relata  estar  estressado,  irritado  (disse  que  parou  de   dirigir  caminhão há 2  anos por não suportar a  irritação). Bruxismo há 6  anos (o  dentista prescreveu uma “plaquinha”para ele usar quando dorme,  mas  ela se  desloca e  ele não consegue usar).  Consome aproximadamente10  xícaras de  café  ao dia.   Hipotireoidismo tratado e  controlado com   Puran 150mg  1-­‐0-­‐0 Pacienteapresenta desgaste dental   acentuado.  Triste.  Usa gel  no  cabelo.   Dificuldade para  expressar-­‐se  com  clareza. Glicemia 117 CT  209 HDL  57 LDL  131 ALT  48 Desempregado 45  anos
  • 50. 50 -­‐ Encaminhamento -­‐ Reduzir  a  ansiedade  e  reduzir  a  tensão muscular -­‐ Agendar retorno 30  dias _________________________________________" _____________________#"CRF_______"#"Farmacêutico"Clínico" FARMÁCIA"____________________"0"CNPJ__________/_____<__!–!CRF____!! End.:__________________________________________!<!Bairro:___________!–!Cidade:!__________________/___!!!!!!! !!(__)!____________!!!!(__)_________!Skype:!______________!e0mail(s)!________________________! A Avaliação (análise dos dados objetivos e subjetivos, necessidade de saúde, intervenções e fatores modificadores, sinais de alerta) P Plano (Objetivos terapêuticos, MIP, Medidas não farmacológicas, Encaminhamentos) -­‐ Encaminhamento  a  um  dentista  especialista. -­‐ Fluoreto  de  sódio 0,05%  (diário) -­‐ Acon.6CH/Ars.6CH/Ign.6CH  (5  gotas 3  x  ao dia) -­‐ Reduzir café  para  3  xícaras ao dia. evitar doces,   frituras,  carnes gordas. -­‐ Fazer  caminhada de  20  minutos ao dia,  aumentando 10  minutos por semana,  até atingir 1  hora  ao dia.
  • 51. 14/10/06-­‐ Milena  é  intercambistaalemã,  16  anos,  vegetariana  até  vir   para  o  Brasil,  tem  abusado  na  comida,    trouxe  uma  pequena  botica   homeopática  da  Alemanha.  Está  apresentando  vômito,  sensação  de  um   grande  peso  sobre  o  estômago,  diarréia e  desmaio  (2º  dia),  está ansiosa,   mas não  quer  ir  ao  médico.  Solicita  que  o  farmacêutico  a  auxilie  na   automedicação  homeopática.  (Antimonium tart.,  Nux moschata,  Nux vomica,  Arsenicum,  Veratrum,  Chamomilla,  Aloe,  Argentum nit.,  Bryonia,   Calc.  Carb.,  Calc.  Phosp.,  Colchicum,  China,  Gelsemium) I.F.  Foi  prescrito  soro  para  rehidratação,  lactobacilos,  carvão  vegetal,  Nux vomica 6CH.  Se  não  tiver  melhora  em  48h  ou  se  piorar,  procurar  um   médico. 16/10/06-­‐ A  paciente  está  melhor.
  • 52. Comunicação  Interpessoal Processo  de  transmissão  de  informações  ⇨ emissão,  recepção  e  a   compreensão  das  mensagens Barreiras ReceptorEmissor Mensagem CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 53. Comunicação  Interpessoal Apenas  emitir  informações  não  é  sinônimo  de  comunicação! Doutor, como funciona este medicamento? CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 54. Comunicação  Interpessoal Barreiras  do  Paciente   Ex:  Culturais/Sexuais CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 55. Comunicação  Interpessoal Contorne  as  Barreiras CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 56. Comunicação  Interpessoal Se  a  comunicação  não  for  efetiva,  os  erros  irão  acontecer! CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 57. Comunicação  Interpessoal Verbal Não verbal Visual TátilEscrita Vias de Comunicação Falada CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 58. Comunicação  Interpessoal Verbal Não Verbal CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 59. Comunicação  Interpessoal Relação  entre  a  comunicação  verbal  e  não  verbal CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 60. Comunicação  Interpessoal Precisamos  usar  múltiplos  papeis  e  diferentes  meios  de  comunicação   CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 61. Comunicação  Interpessoal Comunicação  não  verbal  que  pode  influenciar  a  relação  com  o  paciente   Expressões   faciais Desvios   frequentes   de  olhar Gestos   com  as   mãos  ou   cabeça Modo  de   vestir-­‐se Velocidade,   tom  e   inflexão da  voz Hesitações,   pausas Mudança   de  assunto (Adaptado a  partir de  Duncan  et  al.,  2013) CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 62. Comunicação  Interpessoal Escutar é  um  processo  ativo! Ouvir Escutar CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 63. Comunicação  Interpessoal • Ouvir reflexivamente • Concentrado e atento • De maneira integral e interdependente • O valor de cada palavra • O significado de cada gesto • Aspectos culturais e sociais Escuta  Ativa CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 64. Comunicação  Interpessoal Empatia CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 65. Comunicação  Interpessoal Responder  o  que  o  paciente  precisa  ouvir  de  maneira  clara  e  com  base  em   evidências Assertividade CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 66. Comunicação  Interpessoal Profissional  7  estrelas  deverá  ser: • Prestador  de  serviços  farmacêuticos  em  uma  equipe • Capaz  de  tomar  decisões • Comunicador • Líder • Gerente • Atualizado  permanentemente • Educador “The  role  of  the  pharmacist  in  the  health  care  system”   (OMS,  1994) CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 67. Comunicação  Interpessoal Precisamos  sair  da   caverna! As  pessoas  querem  e   precisam conversar  com  o   farmacêutico! CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 68. Relação  Terapêutica “Art.  7º    -­ São  atribuições  clínicas  do  farmacêutico  relativas  ao  cuidado  à   saúde,  nos  âmbitos  individual  e  coletivo:   I  – Estabelecer  e  conduzir  uma  relação  de  cuidado  centrada  no  paciente.”   (Res.  586/13  CFF) Cuidado  centrado  no  paciente:  relação    humanizada    que    envolve    o   respeito  às  crenças,  expectativas,  experiências,  atitudes  e  preocupações   do  paciente  ou  cuidadores  quanto  às  suas  condições  de  saúde  e  ao  uso  de   medicamentos,    na  qual    farmacêutico  e  paciente  compartilham  a  tomada  de   decisão  e  a  responsabilidade  pelos  resultados  em  saúde  alcançados.   CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 69. Relação  Terapêutica Considere  a  Individualidade CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 70. Relação  Terapêutica Tratar  o  paciente  e  não  a  doença! CFF,  Excelência Farmacêutica,  Módulo Serviços 2016
  • 71. Relação  Terapêutica (Conselho  Federal  de  Farmácia,  2016) Cuidado Responsabilidade Necessidade  de   Saúde Prevenção  de   Doenças Promoção       Recuperação de  Saúde
  • 72. Farm.-­‐ Sua  filha  já  usa  há  muito  tempo? Maria-­‐ usa  há  2  anos  diariamente; Farm.  Orienta  que  óleo  mineral  diminui  a  absorção  de  nutrientes,   prejudica  a  flora  intestinal  e  a  mucosa  intestinal  e  aconselha  ela  a   procurar  um  gastroenterologista; CASO  CLÍNICO  de  dispensação Maria 20/07/05  Maria  (40)  entra  na  farmácia  e  pede  óleo  mineral  para   a  filha  que  tem  7  anos;
  • 73. Maria-­‐ foi  o  gastro  que  prescreveu  (tomar  em  dias  alternados  1  colher  sopa)   e  foi  a  única  coisa  que  regularizou  o  intestino  da  filha.  Tem  feito  consultas   periódicas  com  o  gastro. CASO  CLÍNICO  de  dispensação Maria Farm.-­‐ Seria  bom  para  a  saúde  da  sua  filha  acrescentar  mais  fibra   na  alimentação;  verduras,  alimentos  integrais,  frutas  e  também   iogurte,  yakult e  água;  também  seria  bom  discutir  este  assunto   com  o  gastro; Maria-­‐ ela  não  come  verdura,  nem  alimentos  integrais.  Disse  que  iria   conversar  com  o  gastro;  e  pediu  alguma  opção  em  fibra  ou  alguma  outra   coisa  para  não  usar  ou  usar  menos  óleo  mineral;
  • 74. F-­‐ Mostrou  Fibra  de  Psilium (Metamucil)  em  pó  e  disse  que  teria  outras   opções;  (Aesc.  hip.,  Aloe,  Alum.,  Bry.,  Coll.,  Caust.,  Graph.,  Hyd.,   Iris,  Lyc.,  Mag.  m.,  Nat.  m.,  Nux v.,  Opium,  Pall.,  Plat.,  Plumbum,   Sars.,  Sep.,  Sil.,  Sulp.,  Ver.  a.,  Zinc.) Maria-­‐ agradeceu  muito  a  atenção  e  saiu  da  farmácia  muito   pensativa  e  sem  levar  nada CASO  CLÍNICO  de  dispensação Maria 17/09/07 -­‐ O irmão da paciente compra 2 sachês de psilium por semana e disse que todos na sua casa estão tendo uma alimentação mais saudável, comem frutas, verduras e alimentos integrais. (2016) Todos da família são clientes da farmácia Maria-­‐ Voltou  2  horas  depois  e  comprou  a  fibra  sugerida.
  • 75. Prof.  Dr.  Rinaldo  Ferreira Presidente  da  Farma  &  Farma  S.A. Muito  obrigado  pela  atenção rinaldo@farmaefarma.com.br http://www.tradewaysace.com.br/wp-­‐content/uploads/2014/07/pier-­‐de-­‐itajai.jpg