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CAPÍTULO IV
DATA: 14/03/2016
Jerônimo de Araújo Silveira
e família
GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade
Seminário Anual – 2016
Início: 15/02/2016
Após serem
resgatados pela
“Legião dos Servos
de Maria”, o grupo
entra numa rotina
de recuperação e
aquisição de
conhecimento.
GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade
Seminário Anual – 2016
Início: 15/02/2016
Não tinham notícias
das respectivas
famílias;
Tampouco dos
amigos;
Sentiam solidão,
saudade e dor;
Choravam às ocultas.
GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade
Seminário Anual – 2016
Início: 15/02/2016
A estrutura hospitalar em que se abrigam após o resgate
é, portanto, um instituto correcional onde “cumprem
pena” em virtude do crime que cometeram contra si
mesmos.
“O suicida está para a vida espiritual como o
sentenciado para a sociedade terrena: não tem regalias
normais, vive em plano expiatório penoso, onde não é
permitida a presença de outrem que não os seus
educadores, até que os efeitos da calamitosa infração
sejam totalmente eliminados.”
Entretanto, a misericórdia divina lhes concede algumas
benesses, não a título de privilégio, mas como forma de
encorajamento para que se empenhem no processo
autoeducativo.
Em cada dormitório há um aparelhamento delicado, estruturado em
substâncias eletromagnéticas, que estampa em região “espelhenta”
imagens e sons a eles dirigidos por pensamentos benevolentes e
caridosos.
São imediatamente informados por luminosidade repentina,
acompanhada da imagem da(s) pessoa(s) que lhes dirige(m) as orações.
Tal fato, infelizmente, ocorre raramente, pois o aparelho só é
suscetível de registrar as invocações sinceras, aquelas que,
pela natureza sublimada das vibrações emitidas no momento
da Prece, se harmonizem às ondas magnéticas transmissoras
capazes de romper as dificuldades naturais e chegar aos
planos superiores, onde a Prece é acolhida e retransmitida ao
beneficiário dela.
Este instrumento de transmissão também
registra os votos de paz, conforto amistoso,
encorajamento para os dias futuros
endereçados por habitantes do Além, bem
como os pensamentos caridosos emitidos em
seu favor em reuniões mediúnicas periódicas.
São visitados por caravanas fraternas, de
Espíritos em estudo e aprendizados
beneficentes, assistidas por Mentores
eméritos, trazendo sua piedosa solidariedade.
Recebem, também, rápidas visitas dos entes
caros que os precederam no túmulo.
Acontecimento significante
Dr. Roberto de Canalejas convida-os a se reunir ao Diretor do
Departamento a fim de receberem esclarecimentos de
interesse geral.
Jerônimo, sempre mal humorado recusou-se a comparecer.
Desejava apenas notícias da família.
Sem perceber sua falta de polidez e respeito trava o seguinte
diálogo com o médico:
“— Sr. doutor, um obséquio inestimável venho pensando em obter de V.
Excelência , confiado nos sentimentos generosos que de certo exornam tão
nobre caráter...”
“— Estou ao seu inteiro dispor, meu amigo! Em que deverei atendê-lo?”
“— É que... Tenho necessidade imperiosa de encaminhar certa petição à
benemérita diretoria desta casa... Aflijo-me pela falta de informes de minha
família, que não vejo há muito... nem eu sei há quanto tempo!... Em vão tenho
esperado notícias... e já não me restam forças para sofrer no peito as ânsias
que me dilaceram... Desejo obtenção de licença, da mui digna diretoria deste
Hospital, para ir até minha casa, certificar-me dos motivos que ocasionam tão
ingrato silêncio... Não sou visitado pelos meus... Não recebo cartas... Será
possível a V. Excelência encaminhar um requerimento ao Senhor Diretor? Não
proibirão, de certo, os regulamentos internos, a atitude que desejo tomar?”
“— Absolutamente, meu caro! Não há proibição! O diretor deste
estabelecimento terá satisfação em ouvi-lo! Farei hoje mesmo o requerimento.
Encaminharei verbalmente a solicitação... e Joel participá-lo-á do que ficar
resolvido...”
Em meia hora Joel voltou pensativo e pesaroso
para notificá-lo que seu pedido fora atendido.
Jerônimo, dentre os dez do dormitório, era o mais
rebelde e indisciplinado.
Exigiu a devolução do terno que usava quando
chegou ao Hospital, pois repugnava-lhe
apresentar-se ao gabinete do maioral trajando o
simples uniforme da enfermaria.
Saíram.
Nesse ínterim, Dr. Roberto de Canalejas
acompanhado de seus assistentes hindus
convida os demais a acompanharem os
desdobramentos da conversa de Jerônimo
com o irmão Teócrito, diretor-geral do
Departamento Hospitalar da Colônia
“Servos de Maria”, através do mesmo
equipamento de visão à distância já
descrito.
Caso algum interno desejasse
visitar a família após acompanhar
as experiências de Jerônimo, o
pedido seria atendido, ”a fim de
que as revoltas que vos vem
ferindo a mente não continuem
retardando a aquisição de
pendores novos que vos possam
beneficiar futuramente...”.
A força magnética da
presença da venerável
entidade, a princípio,
intimidou Jerônimo, que
quis fugir e foi impedido por
Romeu.
Já recuperado, irreverente e
nervoso ele diz:
“ – É bem essa a expressão da verdade, Sr.
Príncipe!!! Prefiro envolver-me novamente no
remoinho de dores do qual saí há pouco, a
suportar por mais tempo as ferazes saudades que
me cruciam pela falta de notícias de minha
família!... Se, pois, não existe proibição
intransigente nas leis que facultariam essa
possibilidade, rogo à generosidade de Vossa Alteza
concessão para rever meus filhos! (...). Aflijo-me
desesperadamente! Não consigo calma para a
necessária ponderação quanto à minha esquisita
situação atual... E por isso rogo humildemente a
Vossa Alteza compadecer-se de minhas angústias!
”
Teócrito convidou Jerônimo a sentar-se,
apresentou-se, ofereceu água e iniciou a conversa
com calma, lucidez e energia, próprias de uma
entidade espiritual de sua evolução.
Ponderou sobre o mal
que uma visita a Terra poderia lhe ocasionar
no atual estágio de sua recuperação.
E, ainda, que como panorama da vida dos entes
queridos havia mudado sobremaneira desde seu
retorno ao plano espiritual este contato poderia trazer-lhe
sérios prejuízos.
Aconselhou-o a sofrear os impulsos do seu caráter indômito, dominar as
emoções, reter ansiedades e equilibrar as aspirações sob a proteção da
esperança. Lembrou-lhe que foram suas atitudes impulsivas, desequilibradas,
irresignadas, impacientes que o arremessaram à violência do suicídio.
Jerônimo, porém, estava irredutível e, mesmo sendo aconselhado a adiar
seus propósitos para momento em que estivesse mais preparado para e
enfrentar as consequências do ato impensado, rendeu-se ao desequilíbrio
de seu caráter inacessível, violento, rebelde, voluntarioso e assim se
revelou:
“ – Confiarei,
senhor... irmão Teócrito... Viverei de rojo aos pés de todos vós se
necessário for!... Mas depois de rever os meus entes caros e
inteirar-me das razões por que me
abandonaram, ressarcindo, de algum modo, estas saudades que
me despedaçam...”
Em virtude de sua atitude intransigente,
infantil, imatura, teve Jerônimo seu pedido
atendido, com a ressalva de que, apesar de
descer acompanhado por dois assistentes e ter
hora para retornar, estaria por sua conta e
risco quanto aos males porventura
decorrentes de sua escolha.
Transformação sensível acontecia nas atitudes de
Jerônimo, em virtude da auto obsessão da visita à família,
tornando-o alheio a tudo que o rodeava, inclusive sua própria
condição.
Agia como se ainda estivesse encarnado, reintegrando-se
à imagem do burguês rico de Portugal, comerciante de vinhos,
zeloso da opinião social, escravo dos preconceitos, chefe de
família amoroso e extremado.
Por força de seus pensamentos cristalizados na
monoideia, ele se apresentava trajando boa sobrecasaca,
vistosa gravata, bengala de castão dourado, sobraçando
ramalhete de flores para oferecer a sua esposa.
Jerônimo era casado com Zulmira, mulher vaidosa, frívola
e acostumada às facilidades que o dinheiro pode oferecer.
Tinha quatro filhos: três meninas, Arinda, Marieta e
Margarida – e um menino – Albino. Era mais apegado à mais
nova, que chamava carinhosamente de Margaridinha.
Chegando à sua antiga moradia, entrou como se
ainda fosse o dono da casa, chamando pelos seus
afetos, em especial a filha Margarida, porém ninguém
atendia seus amorosos apelos.
Estranhou a “desarrumação” da casa, pois tudo
estava diferente de quanto se lembrava.
Chamou pela esposa, nomeou os filhos um a um,
e finalmente bradou pelos criados. Não via ninguém.
Sombras e vultos estranhos se movimentavam
pela casa. Eram os novos moradores, pois a casa
havia sido vendida para pagamento dos credores.
Foi então que viu um calendário com a data de 6
de novembro de 1903. Susto tremendo!!! Havia tirado
a vida em 15 de fevereiro de 1890.
Curiosos, bandoleiros, vagabundos do plano
invisível se aproximaram com o tumulto causado por
seus protestos. Ironizavam seu estado de confusão
mental, vaiavam, davam gargalhadas.
“Pretendes esclarecer o paradeiro de tua muito
amada família, ó miserável príncipe dos vinhos? ”.
A turba, então, se apressou em informar-lhe de todos
os acontecimentos: os credores tomaram-lhe a casa e o
pouco dinheiro que guardava em segredo; o filho Albino
estava preso na Penitenciária de Lisboa; “Margaridinha”
vivia nas sarjetas do Cais da Ribeira, vendendo peixes,
fretes e “amores”, explorada pela própria mãe, Zulmira, que
não se conformava com a necessidade e não queria
trabalhar; Marieta estava casada, cheia de filhos doentes,
passando fome e à mercê de um marido alcoólatra e
violento; finalmente, Arinda trabalhava em hotel de quinta
categoria, lavando o chão, ariando panelas e engraxando as
botas dos viajantes imundos e nem sempre respeitosos,
tudo a troco de um lugar para dormir e um prato de comida.
Exigiu que o levassem a presença dos filhos.
Chorou convulsivamente ao deparar Albino fechado
em cela imunda e sombria, implicado em crimes de
chantagem e latrocínio, condenado a cinco anos de prisão
em regime fechado e mais cinco de trabalhos forçados na
África, por ser reincidente.
Sentado em banco de pedra ele pensava:
“Perdoai-me, Senhor, meu Deus! Vinde com Vossa Misericórdia socorrer-me neste
momento penoso de minha existência. (...) Eu quisera ser bom, meu bom Deus! Mas
faltaram amigos generosos que me estendessem mãos salvadoras, ocasiões favoráveis
que me dilatassem perspectivas honestas! Vi-me lançado ao abandono, após a morte
de meu pai, criança indefesa e inexperiente! Não tive recursos para instruir-me
habilitando-me em alguma coisa séria e digna! Sofri fome! E a fome maltrata o corpo
enquanto envenena o coração com as ansiedades da revolta! Tiritei de frio em
mansardas inóspitas, e o frio que enregela o corpo também enregela o coração! Sofri a
angústia negra da miséria sem esperança e sem trégua, a solidão do órfão corroído de
saudades do passado, envelhecido em pleno alvorecer da vida. (...) Aqueles de nossos
antigos amigos a quem procurei confiante, me repeliram com desconfiança, por
entenderem que eu provinha de uma descendência marcada pela desonra, pois, além
do mais, minha mãe desvirtuou-se tão logo se reconheceu desamparada e só. (...) Vi-
me arrastado a tentações perversas que à minha ignorância e à minha fraqueza se
afiguravam como salvadoras. E cedi às suas seduções porque não tive o amparo
orientador de um verdadeiro amigo. (...) Oh! Meu Deus, que triste é ver-se a criatura
órfã e abandonada, ainda na infância, neste mundo repleto de torpezas! Meu pobre e
amado pai, por que te mataste, por que? Não amavas, então a teus filhos, que se
desgraçaram com tua morte?
No Cais da Ribeira, outro susto.
Reconheceu Zulmira, sua esposa,
gesticulando e brigando violentamente
com uma jovem loura que se defendia
das ofensas recebidas, chorando pelas
acusações injustas proferidas pela mãe.
Era a jovem Margarida, metida em
trapos, bem ao oposto da mãe que, se
não se trajava luxuosamente, pelo
menos continuava elegante dentro dos
pequenos luxos que se permitia com os
lucros auferidos com a exploração da
filha.
Ouviu os pensamentos da filha
adorada:
“Que falta tão grande tu me fazes, ó meu
querido e saudoso pai!... Lembro-me
tanto de ti!... Em minhas desventuras
nunca me permitiriam olvidar tua
memória, tão bom e desvelado foste para
teus filhos!... Quantos males o destino
ter-me-ia poupado, meu pai, se te não
houveras furtado ao dever de velar por
teus filhos até o final!... De onde
estiveres, recebe as minhas lágrimas,
perdoa a peçonha que sobre o teu nome
involuntariamente lancei, e compadece-te
de minhas ignóbeis desditas, ajudando-
me a desentrançar-me deste espinheiro
cruciante que me sufoca sem que
nenhuma fulguração de esperança
libertadora venha encorajar-me!...”
Era o máximo que ele poderia
suportar. Sem forças para continuar
assistindo ao sofrimento que causara a
toda sua família, atirou-se a um
processo de alucinação e, mais uma vez,
graças à escolta dos lanceiros, foi
impedido de fugir e cometer mais
desatinos, entregando-se a loucura
completa. Tampouco teve autorização
para continuar as visitas.
Foi recolhido ao transporte astral e
levado de volta à colônia, porém não
voltou a integrar o grupo anterior.
Paz

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Seminário Memórias de Um Suicida - Capítulo IV - Jerônimo de Araújo Silveira e família - 14-03-2016

  • 2. CAPÍTULO IV DATA: 14/03/2016 Jerônimo de Araújo Silveira e família
  • 3. GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade Seminário Anual – 2016 Início: 15/02/2016 Após serem resgatados pela “Legião dos Servos de Maria”, o grupo entra numa rotina de recuperação e aquisição de conhecimento.
  • 4. GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade Seminário Anual – 2016 Início: 15/02/2016 Não tinham notícias das respectivas famílias; Tampouco dos amigos; Sentiam solidão, saudade e dor; Choravam às ocultas.
  • 5. GEEM – Grupo de Estudos e Educação da Mediunidade Seminário Anual – 2016 Início: 15/02/2016 A estrutura hospitalar em que se abrigam após o resgate é, portanto, um instituto correcional onde “cumprem pena” em virtude do crime que cometeram contra si mesmos. “O suicida está para a vida espiritual como o sentenciado para a sociedade terrena: não tem regalias normais, vive em plano expiatório penoso, onde não é permitida a presença de outrem que não os seus educadores, até que os efeitos da calamitosa infração sejam totalmente eliminados.”
  • 6. Entretanto, a misericórdia divina lhes concede algumas benesses, não a título de privilégio, mas como forma de encorajamento para que se empenhem no processo autoeducativo.
  • 7. Em cada dormitório há um aparelhamento delicado, estruturado em substâncias eletromagnéticas, que estampa em região “espelhenta” imagens e sons a eles dirigidos por pensamentos benevolentes e caridosos. São imediatamente informados por luminosidade repentina, acompanhada da imagem da(s) pessoa(s) que lhes dirige(m) as orações.
  • 8. Tal fato, infelizmente, ocorre raramente, pois o aparelho só é suscetível de registrar as invocações sinceras, aquelas que, pela natureza sublimada das vibrações emitidas no momento da Prece, se harmonizem às ondas magnéticas transmissoras capazes de romper as dificuldades naturais e chegar aos planos superiores, onde a Prece é acolhida e retransmitida ao beneficiário dela.
  • 9. Este instrumento de transmissão também registra os votos de paz, conforto amistoso, encorajamento para os dias futuros endereçados por habitantes do Além, bem como os pensamentos caridosos emitidos em seu favor em reuniões mediúnicas periódicas. São visitados por caravanas fraternas, de Espíritos em estudo e aprendizados beneficentes, assistidas por Mentores eméritos, trazendo sua piedosa solidariedade. Recebem, também, rápidas visitas dos entes caros que os precederam no túmulo.
  • 10. Acontecimento significante Dr. Roberto de Canalejas convida-os a se reunir ao Diretor do Departamento a fim de receberem esclarecimentos de interesse geral. Jerônimo, sempre mal humorado recusou-se a comparecer. Desejava apenas notícias da família. Sem perceber sua falta de polidez e respeito trava o seguinte diálogo com o médico:
  • 11. “— Sr. doutor, um obséquio inestimável venho pensando em obter de V. Excelência , confiado nos sentimentos generosos que de certo exornam tão nobre caráter...” “— Estou ao seu inteiro dispor, meu amigo! Em que deverei atendê-lo?” “— É que... Tenho necessidade imperiosa de encaminhar certa petição à benemérita diretoria desta casa... Aflijo-me pela falta de informes de minha família, que não vejo há muito... nem eu sei há quanto tempo!... Em vão tenho esperado notícias... e já não me restam forças para sofrer no peito as ânsias que me dilaceram... Desejo obtenção de licença, da mui digna diretoria deste Hospital, para ir até minha casa, certificar-me dos motivos que ocasionam tão ingrato silêncio... Não sou visitado pelos meus... Não recebo cartas... Será possível a V. Excelência encaminhar um requerimento ao Senhor Diretor? Não proibirão, de certo, os regulamentos internos, a atitude que desejo tomar?” “— Absolutamente, meu caro! Não há proibição! O diretor deste estabelecimento terá satisfação em ouvi-lo! Farei hoje mesmo o requerimento. Encaminharei verbalmente a solicitação... e Joel participá-lo-á do que ficar resolvido...”
  • 12. Em meia hora Joel voltou pensativo e pesaroso para notificá-lo que seu pedido fora atendido. Jerônimo, dentre os dez do dormitório, era o mais rebelde e indisciplinado. Exigiu a devolução do terno que usava quando chegou ao Hospital, pois repugnava-lhe apresentar-se ao gabinete do maioral trajando o simples uniforme da enfermaria. Saíram.
  • 13. Nesse ínterim, Dr. Roberto de Canalejas acompanhado de seus assistentes hindus convida os demais a acompanharem os desdobramentos da conversa de Jerônimo com o irmão Teócrito, diretor-geral do Departamento Hospitalar da Colônia “Servos de Maria”, através do mesmo equipamento de visão à distância já descrito. Caso algum interno desejasse visitar a família após acompanhar as experiências de Jerônimo, o pedido seria atendido, ”a fim de que as revoltas que vos vem ferindo a mente não continuem retardando a aquisição de pendores novos que vos possam beneficiar futuramente...”.
  • 14. A força magnética da presença da venerável entidade, a princípio, intimidou Jerônimo, que quis fugir e foi impedido por Romeu. Já recuperado, irreverente e nervoso ele diz:
  • 15. “ – É bem essa a expressão da verdade, Sr. Príncipe!!! Prefiro envolver-me novamente no remoinho de dores do qual saí há pouco, a suportar por mais tempo as ferazes saudades que me cruciam pela falta de notícias de minha família!... Se, pois, não existe proibição intransigente nas leis que facultariam essa possibilidade, rogo à generosidade de Vossa Alteza concessão para rever meus filhos! (...). Aflijo-me desesperadamente! Não consigo calma para a necessária ponderação quanto à minha esquisita situação atual... E por isso rogo humildemente a Vossa Alteza compadecer-se de minhas angústias! ”
  • 16. Teócrito convidou Jerônimo a sentar-se, apresentou-se, ofereceu água e iniciou a conversa com calma, lucidez e energia, próprias de uma entidade espiritual de sua evolução. Ponderou sobre o mal que uma visita a Terra poderia lhe ocasionar no atual estágio de sua recuperação. E, ainda, que como panorama da vida dos entes queridos havia mudado sobremaneira desde seu retorno ao plano espiritual este contato poderia trazer-lhe sérios prejuízos. Aconselhou-o a sofrear os impulsos do seu caráter indômito, dominar as emoções, reter ansiedades e equilibrar as aspirações sob a proteção da esperança. Lembrou-lhe que foram suas atitudes impulsivas, desequilibradas, irresignadas, impacientes que o arremessaram à violência do suicídio.
  • 17. Jerônimo, porém, estava irredutível e, mesmo sendo aconselhado a adiar seus propósitos para momento em que estivesse mais preparado para e enfrentar as consequências do ato impensado, rendeu-se ao desequilíbrio de seu caráter inacessível, violento, rebelde, voluntarioso e assim se revelou: “ – Confiarei, senhor... irmão Teócrito... Viverei de rojo aos pés de todos vós se necessário for!... Mas depois de rever os meus entes caros e inteirar-me das razões por que me abandonaram, ressarcindo, de algum modo, estas saudades que me despedaçam...” Em virtude de sua atitude intransigente, infantil, imatura, teve Jerônimo seu pedido atendido, com a ressalva de que, apesar de descer acompanhado por dois assistentes e ter hora para retornar, estaria por sua conta e risco quanto aos males porventura decorrentes de sua escolha.
  • 18. Transformação sensível acontecia nas atitudes de Jerônimo, em virtude da auto obsessão da visita à família, tornando-o alheio a tudo que o rodeava, inclusive sua própria condição. Agia como se ainda estivesse encarnado, reintegrando-se à imagem do burguês rico de Portugal, comerciante de vinhos, zeloso da opinião social, escravo dos preconceitos, chefe de família amoroso e extremado. Por força de seus pensamentos cristalizados na monoideia, ele se apresentava trajando boa sobrecasaca, vistosa gravata, bengala de castão dourado, sobraçando ramalhete de flores para oferecer a sua esposa. Jerônimo era casado com Zulmira, mulher vaidosa, frívola e acostumada às facilidades que o dinheiro pode oferecer. Tinha quatro filhos: três meninas, Arinda, Marieta e Margarida – e um menino – Albino. Era mais apegado à mais nova, que chamava carinhosamente de Margaridinha.
  • 19. Chegando à sua antiga moradia, entrou como se ainda fosse o dono da casa, chamando pelos seus afetos, em especial a filha Margarida, porém ninguém atendia seus amorosos apelos. Estranhou a “desarrumação” da casa, pois tudo estava diferente de quanto se lembrava. Chamou pela esposa, nomeou os filhos um a um, e finalmente bradou pelos criados. Não via ninguém. Sombras e vultos estranhos se movimentavam pela casa. Eram os novos moradores, pois a casa havia sido vendida para pagamento dos credores. Foi então que viu um calendário com a data de 6 de novembro de 1903. Susto tremendo!!! Havia tirado a vida em 15 de fevereiro de 1890. Curiosos, bandoleiros, vagabundos do plano invisível se aproximaram com o tumulto causado por seus protestos. Ironizavam seu estado de confusão mental, vaiavam, davam gargalhadas.
  • 20. “Pretendes esclarecer o paradeiro de tua muito amada família, ó miserável príncipe dos vinhos? ”. A turba, então, se apressou em informar-lhe de todos os acontecimentos: os credores tomaram-lhe a casa e o pouco dinheiro que guardava em segredo; o filho Albino estava preso na Penitenciária de Lisboa; “Margaridinha” vivia nas sarjetas do Cais da Ribeira, vendendo peixes, fretes e “amores”, explorada pela própria mãe, Zulmira, que não se conformava com a necessidade e não queria trabalhar; Marieta estava casada, cheia de filhos doentes, passando fome e à mercê de um marido alcoólatra e violento; finalmente, Arinda trabalhava em hotel de quinta categoria, lavando o chão, ariando panelas e engraxando as botas dos viajantes imundos e nem sempre respeitosos, tudo a troco de um lugar para dormir e um prato de comida. Exigiu que o levassem a presença dos filhos. Chorou convulsivamente ao deparar Albino fechado em cela imunda e sombria, implicado em crimes de chantagem e latrocínio, condenado a cinco anos de prisão em regime fechado e mais cinco de trabalhos forçados na África, por ser reincidente. Sentado em banco de pedra ele pensava:
  • 21. “Perdoai-me, Senhor, meu Deus! Vinde com Vossa Misericórdia socorrer-me neste momento penoso de minha existência. (...) Eu quisera ser bom, meu bom Deus! Mas faltaram amigos generosos que me estendessem mãos salvadoras, ocasiões favoráveis que me dilatassem perspectivas honestas! Vi-me lançado ao abandono, após a morte de meu pai, criança indefesa e inexperiente! Não tive recursos para instruir-me habilitando-me em alguma coisa séria e digna! Sofri fome! E a fome maltrata o corpo enquanto envenena o coração com as ansiedades da revolta! Tiritei de frio em mansardas inóspitas, e o frio que enregela o corpo também enregela o coração! Sofri a angústia negra da miséria sem esperança e sem trégua, a solidão do órfão corroído de saudades do passado, envelhecido em pleno alvorecer da vida. (...) Aqueles de nossos antigos amigos a quem procurei confiante, me repeliram com desconfiança, por entenderem que eu provinha de uma descendência marcada pela desonra, pois, além do mais, minha mãe desvirtuou-se tão logo se reconheceu desamparada e só. (...) Vi- me arrastado a tentações perversas que à minha ignorância e à minha fraqueza se afiguravam como salvadoras. E cedi às suas seduções porque não tive o amparo orientador de um verdadeiro amigo. (...) Oh! Meu Deus, que triste é ver-se a criatura órfã e abandonada, ainda na infância, neste mundo repleto de torpezas! Meu pobre e amado pai, por que te mataste, por que? Não amavas, então a teus filhos, que se desgraçaram com tua morte?
  • 22. No Cais da Ribeira, outro susto. Reconheceu Zulmira, sua esposa, gesticulando e brigando violentamente com uma jovem loura que se defendia das ofensas recebidas, chorando pelas acusações injustas proferidas pela mãe. Era a jovem Margarida, metida em trapos, bem ao oposto da mãe que, se não se trajava luxuosamente, pelo menos continuava elegante dentro dos pequenos luxos que se permitia com os lucros auferidos com a exploração da filha. Ouviu os pensamentos da filha adorada:
  • 23. “Que falta tão grande tu me fazes, ó meu querido e saudoso pai!... Lembro-me tanto de ti!... Em minhas desventuras nunca me permitiriam olvidar tua memória, tão bom e desvelado foste para teus filhos!... Quantos males o destino ter-me-ia poupado, meu pai, se te não houveras furtado ao dever de velar por teus filhos até o final!... De onde estiveres, recebe as minhas lágrimas, perdoa a peçonha que sobre o teu nome involuntariamente lancei, e compadece-te de minhas ignóbeis desditas, ajudando- me a desentrançar-me deste espinheiro cruciante que me sufoca sem que nenhuma fulguração de esperança libertadora venha encorajar-me!...”
  • 24. Era o máximo que ele poderia suportar. Sem forças para continuar assistindo ao sofrimento que causara a toda sua família, atirou-se a um processo de alucinação e, mais uma vez, graças à escolta dos lanceiros, foi impedido de fugir e cometer mais desatinos, entregando-se a loucura completa. Tampouco teve autorização para continuar as visitas. Foi recolhido ao transporte astral e levado de volta à colônia, porém não voltou a integrar o grupo anterior.
  • 25. Paz