SlideShare uma empresa Scribd logo
Alunos:
Uéverson
Evangela
Henrique
Emerson
MAQUINAS NA PRODUÇÃO
DE ARROZ
O arroz é cultivado em todos os continentes, destacando em primeiro
lugar o asiático, com uma produção equivalente a 90% da mundial.
Segue-se o americano, com 5%, o africano, com 4%, o europeu,
5 % e o oceânico, também com 0,5% da produção mundial de arroz.
Na Oceania, destaca-se a Austrália, que sozinha produz 1,2 milhão de
toneladas. Na Ásia, estão os oito maiores produtores mundiais de arroz.
Em 1º lugar está a China que contribui com uma produção equivalente
a 27% da mundial e 30% da asiática. O Brasil situa-se em 9º lugar, com
uma produção correspondente a 1,6% da mundial. Nas Américas, o
arroz reveste-se de grande importância social e econômica. Na América
Latina e Caribe, a produção de 28 milhões de toneladas de arroz
representa 3,8% da produção mundial, com destaque para o Brasil
que participa com 42% dessa produção.
Produção de arroz no mundo.
Brasil
Sistemas de cultivo no Brasil
A produção de arroz no Brasil é feita em dois grandes sistemas, Terras
altas e Várzeas.
No Brasil, a maior parcela da produção de arroz do país é proveniente do
ecossistema várzeas, onde a orizicultura irrigada é responsável por 75%
da produção nacional.
 Cultivo de arroz irrigado na região tropical, município de Lagoa da Confusão, no
Tocantins.
No sistema de terras altas (sequeiro), o arroz pode ser cultivado com
irrigação suplementar por aspersão, ou sem irrigação, ou seja, a
disponibilidade de água para a cultura é totalmente dependente da
ocorrência de chuva.
 Cultivo de arroz de terras altas com irrigação por aspersão.
Preparo do solo
O preparo do solo compreende duas fases , o preparo primário
consiste na eliminação e/ou enterro da cobertura vegetal . O
preparo secundário visa o destorroamento, e o nivelamento do
terreno.
Maquinas para preparo do solo.
• Arados (Aivecas e discos)
• Grades
• Roda de ferro vazada
• Enxada rotativa
• Rolo amassador
• Prancha niveladora
Tanto de tração animal ou mecanizada.
Fabricado á 4.500 a.c., é um
instrumento de preparo do solo, que
serve para lavrar (arar) os campos,
revolvendo a terra com o objetivo de
descompactá-la.
Arado aiveca tração
mecânica.
Arado aiveca tração
animal.
Arado de aiveca
O arado de discos apareceu em
substituição aos arados de aivecas
e sua origem teve como ponto de
partida a grade de discos. Foi
construído para ser usado em
terrenos secos e duros.
Arado disco tração animal.
Arado tração mecânica.
Arado de disco
Têm a função de complementar o preparo do solo, no sentido de
desagregar os torrões, nivelar a superfície do solo para facilitar a
semeadura.
Atualmente a grade
aradora é o implemento
mais utilizado no Brasil,
destinado à preparação
do solo, que realiza a
aração e a gradagem
numa mesma operação.
Grade de disco
Rolo amassador ou gaiola.
Indicado para operações de preparo do solo em cultivares
úmidos ou alagados. Acoplável no terceiro ponto do trator.
A operação de
rolagem deve ser feita
durante ou após a
chuva, com a lavoura
ainda irrigada, uma
vez que recompõe o
terreno dos rastros de
esteira e pneus, ajuda
no nivelamento.
Outros implementos utilizados na cultura para o sistema
de cultivo pré-germinado.
São a roda de ferro vazada, a enxada rotativa e a prancha
niveladora que, em solo seco com posterior inundação ou em
solo já inundado, são uma alternativa para a formação da lama.
Especial para preparo do solo, para passar o alisador e o
pranchão em solo alagado. Com esse implemento o trator
tem mais apoio sobre o terreno e também o possibilita mais
tração. Pode ser usado em tratores simples e tracionados.
Mais utilizadas em
solos inundados.
Roda de ferro
Enxada rotativa
Maquina de preparo ou cultivo do solo, auxilia na eliminação
de plantas daninhas e ainda na incorporação de adubos,
corretivos e restos culturais. Mais utilizadas na horticultura
(formação de canteiros).
Pranchão alisadora/niveladora
A prancha alisadora e niveladora, tem como objetivo o
nivelamento e alisamento do solo dentro da água ou em lodo.
A prancha alisadora e niveladora tem dimensões variáveis, em
função do trator a ser utilizado; pode ser usada em micro
tratores ou em super tratores.
Vídeo-Preparodo solo.
Semeadura direta; É o sistema mais adequado de plantio de arroz
irrigado nas várzeas tropicais. Nesse sistema, as sementes são
distribuídas diretamente no solo, quer seja na forma de semente
seca ou pré-germinada.
• Semente seca; A semeadura é feita com a camada superficial do solo
drenada e, de acordo com os equipamentos usados, pode ser
subdivida em: semeadura a lanço e semeadura em linhas.
Semeadura
• Semente pré-germinada; No sistema pré-germinado, a semeadura é
efetuada em solo previamente inundado, o que exige um grande
volume de água por ocasião do preparo do solo e da semeadura.
Transplantio;
No Brasil, esse sistema de plantio é usado em pequenas lavouras,
especialmente na Região Nordeste, o arroz é semeado inicialmente
em sementeira ou viveiro, em solo bem preparado e assim que as
mudas atingem tamanho adequado para o transplantio, são levadas
para o campo definitivo.
Maquinas para semeadura
• Semeadeiras manuais;
Matracas
Tanto de tração animal ou mecanizada.
• Semeadeiras mecânicas ;
- Semeadora a lanço
- Semeadora em linha
• transplantadora
Semeadora manual, “Matraca’’
A semeadura também pode ser
feito de forma manual, em
pequenas propriedades em covas
com matraca.
Em meados de 1982, começou-se a produzir plantadeiras
para tração animal específico para o pequeno agricultor.
Semeadora tração animal
As sementes são espalhadas no terreno, mediante o uso de
semeadoras ou de aviões agrícolas para, posteriormente, serem
incorporadas superficialmente ao solo por meio de grade.
Semeadora mecanizada a lanço
Esse sistema, é o mais empregado no Brasil, mediante o uso
de semeadora-adubadora, deve-se empregar semeadora
com dispositivos para efetuar a compactação do solo na linha
de plantio.
Semeadora em linha
Semeadora de precisão. Semeadora de fluxo continuo.
É um equipamento agrícola destinado ao plantio de mudas.
As mudas são produzidas em caixas apropriadas de madeira ou
plásticas, e assim que atingem o tamanho adequado para o
transplante mecânico são levadas para o campo definitivo.
Transplantadora
Vídeo -Transplantio mecanizado.
Métodos de Colheita
A colheita pode ser realizada por três métodos: o
manual, o semi mecanizado e o mecanizado.
• No primeiro, as operações de
corte, enleiramento,
recolhimento e trilhamento são
feitas manualmente;
• No semi mecanizado, geralmente o
corte e o recolhimento das plantas são
manuais e a trilha, mecanicamente,
usando trilhadoras estacionárias.
• Mecanizado, todas as operações
são feitas à máquina.
Colheita manual
Além do corte, que normalmente é feito com cutelo, as
outras operações, como o recolhimento e a trilha, são
realizadas manualmente.
Maquinas para colheita
• Trilhadoras;
• Ceifadoras;
• Colhedoras.
Foi construída de acordo com as recomendações de Stout (1966)
sendo provida de um cilindro degranador, uma estrutura de suporte
e de um mecanismo de transmissão de movimento ao cilindro,
acionada a pedal.
Trilhadora de fluxo intermitente.
Vídeo trilhadora estacionaria.
A operação de colheita é realizada, geralmente, por diversos
tipos de máquinas, desde as de pequeno porte tracionadas por
trator, até as colhedoras automotrizes, as quais realizam, em
sequência, as operações de corte, recolhimento, trilha e limpeza.
Colhedoras
Ceifadoras
São máquinas destinadas ás pequenas lavouras de arroz
constituídas, basicamente, dos seguintes mecanismos: chassi com
rabiça montado sobre duas rodas; barra de corte com movimentos
alternativos; molinete para apoiar as plantas para a ação da barra
de corte e motor à gasolina.
Vídeo – colheita mecanizada.
Cultivo de arroz na China
As mais antigas referências ao arroz são encontradas na literatura
chinesa, há cerca de 5.000 anos. O cultivo dessa orizicultura baseia-
se na criação de terraços através do parcelamento de rampas
niveladas.
A rizicultura é desenvolvida no Sudeste Asiático de forma
tradicional, o trabalho é realizado pela família com auxílio de
animais, além disso todo o trabalho desde o plantio até a
colheita, é feito manualmente.
Na maior parte da Ásia, mudas de arroz são transplantadas para
arrozais quando têm duas ou três folhas. Os transplantes são
cultivados em viveiros desde a semente.
Terraceamento ou cultivo em socalcos é uma técnica
agrícola e geográfica de conservação do solo, destinada ao
controle de erosão hídrica, utilizada em terrenos muito inclinados.
Colheita manual e semi- mecanizada

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Colheita do Arroz
Colheita do ArrozColheita do Arroz
Colheita do Arroz
Geagra UFG
 
Fiscalização em campo de produção de sementes
Fiscalização em campo de produção de sementesFiscalização em campo de produção de sementes
Fiscalização em campo de produção de sementes
Geraldo Henrique
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
CETEP, FTC, FASA..
 
Sistemas de Irrigação no Arroz
Sistemas de Irrigação no ArrozSistemas de Irrigação no Arroz
Sistemas de Irrigação no Arroz
Geagra UFG
 
Apostila agricultura geral
Apostila agricultura geralApostila agricultura geral
Apostila agricultura geral
Luiz Oliveira
 
Uso de Herbicidas na cultura do Algodão
Uso de Herbicidas na cultura do AlgodãoUso de Herbicidas na cultura do Algodão
Uso de Herbicidas na cultura do Algodão
Geagra UFG
 
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do ArrozPós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Geagra UFG
 
Fruticultura irrigada
Fruticultura irrigadaFruticultura irrigada
Fruticultura irrigada
helrijesus
 
5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana
Cristóvão Lopes
 
08.1 preparo inicial
08.1   preparo inicial08.1   preparo inicial
08.1 preparo inicial
Romulo Vinicius Tio Rominho
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Geagra UFG
 
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão BonitoAveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
Agricultura Sao Paulo
 
Manejo Integrado de Pragas no Arroz
Manejo Integrado de Pragas no ArrozManejo Integrado de Pragas no Arroz
Manejo Integrado de Pragas no Arroz
Geagra UFG
 
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do AlgodoeiroPlantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Geagra UFG
 
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCAApresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
Marcos Fontes
 
Sistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio DiretoSistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio Direto
Geagra UFG
 
A-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdfA-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdf
Elton Mendes
 
Aula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamentoAula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamento
fabio schwab
 
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigoDoenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Ro Gomes
 
Cultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeiraCultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeira
Josimar Oliveira
 

Mais procurados (20)

Colheita do Arroz
Colheita do ArrozColheita do Arroz
Colheita do Arroz
 
Fiscalização em campo de produção de sementes
Fiscalização em campo de produção de sementesFiscalização em campo de produção de sementes
Fiscalização em campo de produção de sementes
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Sistemas de Irrigação no Arroz
Sistemas de Irrigação no ArrozSistemas de Irrigação no Arroz
Sistemas de Irrigação no Arroz
 
Apostila agricultura geral
Apostila agricultura geralApostila agricultura geral
Apostila agricultura geral
 
Uso de Herbicidas na cultura do Algodão
Uso de Herbicidas na cultura do AlgodãoUso de Herbicidas na cultura do Algodão
Uso de Herbicidas na cultura do Algodão
 
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do ArrozPós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
 
Fruticultura irrigada
Fruticultura irrigadaFruticultura irrigada
Fruticultura irrigada
 
5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana
 
08.1 preparo inicial
08.1   preparo inicial08.1   preparo inicial
08.1 preparo inicial
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
 
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão BonitoAveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
Aveia e Cevada - Polo Regional Sudoeste Paulista - Capão Bonito
 
Manejo Integrado de Pragas no Arroz
Manejo Integrado de Pragas no ArrozManejo Integrado de Pragas no Arroz
Manejo Integrado de Pragas no Arroz
 
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do AlgodoeiroPlantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
 
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCAApresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
Apresentação Culturas Anuais Caxias - MA, MILHO, ARROZ, FEIJÃO E MANDIOCA
 
Sistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio DiretoSistema de Plantio Direto
Sistema de Plantio Direto
 
A-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdfA-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdf
 
Aula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamentoAula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamento
 
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigoDoenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
Doenças nas culturas de arroz, aveia e trigo
 
Cultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeiraCultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeira
 

Semelhante a Seminario maq. prod. de arroz

G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
Sara Cabral
 
Preparo do Solo e Plantio do Milho
Preparo do Solo e Plantio do MilhoPreparo do Solo e Plantio do Milho
Preparo do Solo e Plantio do Milho
Geagra UFG
 
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptxTRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
JosenildoAlvesdaSilv1
 
A rizicultura
A riziculturaA rizicultura
A rizicultura
Nious
 
Agricultura 2012
Agricultura 2012Agricultura 2012
Agricultura 2012
aroudus
 
Agricultura no Brasil.
Agricultura no Brasil.Agricultura no Brasil.
Agricultura no Brasil.
Camila Brito
 
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimento
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimentoTecnologia de Fenação para o desenvolvimento
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimento
Salvador830120
 
10 semeadoras iv und
10   semeadoras iv und10   semeadoras iv und
10 semeadoras iv und
Romulo Vinicius Tio Rominho
 
Apresentação arroz patricia e vinicius.
Apresentação arroz   patricia e vinicius.Apresentação arroz   patricia e vinicius.
Apresentação arroz patricia e vinicius.
Vinicius Vieira Cursino
 
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdfaula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
Janielly Costa
 
A agricultura
A agriculturaA agricultura
A agricultura
flaviocosac
 
3ano 2bi geografia_pe2
3ano 2bi geografia_pe23ano 2bi geografia_pe2
3ano 2bi geografia_pe2
takahico
 
Agricultura
AgriculturaAgricultura
Agricultura
cristinasantos420
 
Agricultura
AgriculturaAgricultura
Agricultura
cristinasantos420
 
Aula 04 preparo do solo
Aula 04   preparo do soloAula 04   preparo do solo
Aula 04 preparo do solo
Willian Passos
 
Mandioca
MandiocaMandioca
Mandioca
delvairluiz
 
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp0102 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
Luis Teixeira Pinto
 
02 tipos de maquinas e implementos
02  tipos de maquinas e implementos02  tipos de maquinas e implementos
02 tipos de maquinas e implementos
Instituto Federal de Pernambuco - Campus Barreiros
 
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmoBruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
Luis Travassos
 
Mandioca no RS.
Mandioca no RS.Mandioca no RS.
Mandioca no RS.
Denifer Teixeira
 

Semelhante a Seminario maq. prod. de arroz (20)

G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
G 07 sistemas de cultivo em arroz inundado e sequeiro (1)
 
Preparo do Solo e Plantio do Milho
Preparo do Solo e Plantio do MilhoPreparo do Solo e Plantio do Milho
Preparo do Solo e Plantio do Milho
 
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptxTRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
TRABALHO DE GRANDES CULTURAS I.pptx
 
A rizicultura
A riziculturaA rizicultura
A rizicultura
 
Agricultura 2012
Agricultura 2012Agricultura 2012
Agricultura 2012
 
Agricultura no Brasil.
Agricultura no Brasil.Agricultura no Brasil.
Agricultura no Brasil.
 
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimento
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimentoTecnologia de Fenação para o desenvolvimento
Tecnologia de Fenação para o desenvolvimento
 
10 semeadoras iv und
10   semeadoras iv und10   semeadoras iv und
10 semeadoras iv und
 
Apresentação arroz patricia e vinicius.
Apresentação arroz   patricia e vinicius.Apresentação arroz   patricia e vinicius.
Apresentação arroz patricia e vinicius.
 
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdfaula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
 
A agricultura
A agriculturaA agricultura
A agricultura
 
3ano 2bi geografia_pe2
3ano 2bi geografia_pe23ano 2bi geografia_pe2
3ano 2bi geografia_pe2
 
Agricultura
AgriculturaAgricultura
Agricultura
 
Agricultura
AgriculturaAgricultura
Agricultura
 
Aula 04 preparo do solo
Aula 04   preparo do soloAula 04   preparo do solo
Aula 04 preparo do solo
 
Mandioca
MandiocaMandioca
Mandioca
 
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp0102 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
02 tiposdemaquinaseimplementos-140330200244-phpapp01
 
02 tipos de maquinas e implementos
02  tipos de maquinas e implementos02  tipos de maquinas e implementos
02 tipos de maquinas e implementos
 
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmoBruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
Bruxelas dá ao arroz do baixo mondego telmo
 
Mandioca no RS.
Mandioca no RS.Mandioca no RS.
Mandioca no RS.
 

Mais de Evangela Gielow

Tcc evangela gielow
Tcc evangela gielowTcc evangela gielow
Tcc evangela gielow
Evangela Gielow
 
TCC COLETANEA TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
TCC COLETANEA  TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1TCC COLETANEA  TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
TCC COLETANEA TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
Evangela Gielow
 
Cocoinucultura apresentação
Cocoinucultura apresentaçãoCocoinucultura apresentação
Cocoinucultura apresentação
Evangela Gielow
 
Manejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragasManejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragas
Evangela Gielow
 
Biodigestor na suinocultura
Biodigestor na suinoculturaBiodigestor na suinocultura
Biodigestor na suinocultura
Evangela Gielow
 
Extensionista agricultura familiar balde cheio
Extensionista agricultura familiar balde cheioExtensionista agricultura familiar balde cheio
Extensionista agricultura familiar balde cheio
Evangela Gielow
 
Estensionista na agricultura familiar pdf
Estensionista na agricultura familiar pdfEstensionista na agricultura familiar pdf
Estensionista na agricultura familiar pdf
Evangela Gielow
 
Doençãs fungicas do milho pdf
Doençãs fungicas do milho pdfDoençãs fungicas do milho pdf
Doençãs fungicas do milho pdf
Evangela Gielow
 
Potassio k.
Potassio k.Potassio k.
Potassio k.
Evangela Gielow
 
Trabalho determinaçao testura e extrutura solos
Trabalho determinaçao testura e extrutura solosTrabalho determinaçao testura e extrutura solos
Trabalho determinaçao testura e extrutura solos
Evangela Gielow
 

Mais de Evangela Gielow (10)

Tcc evangela gielow
Tcc evangela gielowTcc evangela gielow
Tcc evangela gielow
 
TCC COLETANEA TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
TCC COLETANEA  TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1TCC COLETANEA  TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
TCC COLETANEA TECNICO EM AGROPECUARIA VOLUME 1
 
Cocoinucultura apresentação
Cocoinucultura apresentaçãoCocoinucultura apresentação
Cocoinucultura apresentação
 
Manejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragasManejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragas
 
Biodigestor na suinocultura
Biodigestor na suinoculturaBiodigestor na suinocultura
Biodigestor na suinocultura
 
Extensionista agricultura familiar balde cheio
Extensionista agricultura familiar balde cheioExtensionista agricultura familiar balde cheio
Extensionista agricultura familiar balde cheio
 
Estensionista na agricultura familiar pdf
Estensionista na agricultura familiar pdfEstensionista na agricultura familiar pdf
Estensionista na agricultura familiar pdf
 
Doençãs fungicas do milho pdf
Doençãs fungicas do milho pdfDoençãs fungicas do milho pdf
Doençãs fungicas do milho pdf
 
Potassio k.
Potassio k.Potassio k.
Potassio k.
 
Trabalho determinaçao testura e extrutura solos
Trabalho determinaçao testura e extrutura solosTrabalho determinaçao testura e extrutura solos
Trabalho determinaçao testura e extrutura solos
 

Último

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 

Último (20)

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 

Seminario maq. prod. de arroz

  • 2. O arroz é cultivado em todos os continentes, destacando em primeiro lugar o asiático, com uma produção equivalente a 90% da mundial. Segue-se o americano, com 5%, o africano, com 4%, o europeu, 5 % e o oceânico, também com 0,5% da produção mundial de arroz. Na Oceania, destaca-se a Austrália, que sozinha produz 1,2 milhão de toneladas. Na Ásia, estão os oito maiores produtores mundiais de arroz. Em 1º lugar está a China que contribui com uma produção equivalente a 27% da mundial e 30% da asiática. O Brasil situa-se em 9º lugar, com uma produção correspondente a 1,6% da mundial. Nas Américas, o arroz reveste-se de grande importância social e econômica. Na América Latina e Caribe, a produção de 28 milhões de toneladas de arroz representa 3,8% da produção mundial, com destaque para o Brasil que participa com 42% dessa produção. Produção de arroz no mundo.
  • 3.
  • 5. Sistemas de cultivo no Brasil A produção de arroz no Brasil é feita em dois grandes sistemas, Terras altas e Várzeas. No Brasil, a maior parcela da produção de arroz do país é proveniente do ecossistema várzeas, onde a orizicultura irrigada é responsável por 75% da produção nacional.  Cultivo de arroz irrigado na região tropical, município de Lagoa da Confusão, no Tocantins.
  • 6. No sistema de terras altas (sequeiro), o arroz pode ser cultivado com irrigação suplementar por aspersão, ou sem irrigação, ou seja, a disponibilidade de água para a cultura é totalmente dependente da ocorrência de chuva.  Cultivo de arroz de terras altas com irrigação por aspersão.
  • 7. Preparo do solo O preparo do solo compreende duas fases , o preparo primário consiste na eliminação e/ou enterro da cobertura vegetal . O preparo secundário visa o destorroamento, e o nivelamento do terreno.
  • 8. Maquinas para preparo do solo. • Arados (Aivecas e discos) • Grades • Roda de ferro vazada • Enxada rotativa • Rolo amassador • Prancha niveladora Tanto de tração animal ou mecanizada.
  • 9. Fabricado á 4.500 a.c., é um instrumento de preparo do solo, que serve para lavrar (arar) os campos, revolvendo a terra com o objetivo de descompactá-la. Arado aiveca tração mecânica. Arado aiveca tração animal. Arado de aiveca
  • 10. O arado de discos apareceu em substituição aos arados de aivecas e sua origem teve como ponto de partida a grade de discos. Foi construído para ser usado em terrenos secos e duros. Arado disco tração animal. Arado tração mecânica. Arado de disco
  • 11. Têm a função de complementar o preparo do solo, no sentido de desagregar os torrões, nivelar a superfície do solo para facilitar a semeadura. Atualmente a grade aradora é o implemento mais utilizado no Brasil, destinado à preparação do solo, que realiza a aração e a gradagem numa mesma operação. Grade de disco
  • 12. Rolo amassador ou gaiola. Indicado para operações de preparo do solo em cultivares úmidos ou alagados. Acoplável no terceiro ponto do trator. A operação de rolagem deve ser feita durante ou após a chuva, com a lavoura ainda irrigada, uma vez que recompõe o terreno dos rastros de esteira e pneus, ajuda no nivelamento.
  • 13. Outros implementos utilizados na cultura para o sistema de cultivo pré-germinado. São a roda de ferro vazada, a enxada rotativa e a prancha niveladora que, em solo seco com posterior inundação ou em solo já inundado, são uma alternativa para a formação da lama.
  • 14. Especial para preparo do solo, para passar o alisador e o pranchão em solo alagado. Com esse implemento o trator tem mais apoio sobre o terreno e também o possibilita mais tração. Pode ser usado em tratores simples e tracionados. Mais utilizadas em solos inundados. Roda de ferro
  • 15. Enxada rotativa Maquina de preparo ou cultivo do solo, auxilia na eliminação de plantas daninhas e ainda na incorporação de adubos, corretivos e restos culturais. Mais utilizadas na horticultura (formação de canteiros).
  • 16. Pranchão alisadora/niveladora A prancha alisadora e niveladora, tem como objetivo o nivelamento e alisamento do solo dentro da água ou em lodo. A prancha alisadora e niveladora tem dimensões variáveis, em função do trator a ser utilizado; pode ser usada em micro tratores ou em super tratores.
  • 18. Semeadura direta; É o sistema mais adequado de plantio de arroz irrigado nas várzeas tropicais. Nesse sistema, as sementes são distribuídas diretamente no solo, quer seja na forma de semente seca ou pré-germinada. • Semente seca; A semeadura é feita com a camada superficial do solo drenada e, de acordo com os equipamentos usados, pode ser subdivida em: semeadura a lanço e semeadura em linhas. Semeadura • Semente pré-germinada; No sistema pré-germinado, a semeadura é efetuada em solo previamente inundado, o que exige um grande volume de água por ocasião do preparo do solo e da semeadura. Transplantio; No Brasil, esse sistema de plantio é usado em pequenas lavouras, especialmente na Região Nordeste, o arroz é semeado inicialmente em sementeira ou viveiro, em solo bem preparado e assim que as mudas atingem tamanho adequado para o transplantio, são levadas para o campo definitivo.
  • 19. Maquinas para semeadura • Semeadeiras manuais; Matracas Tanto de tração animal ou mecanizada. • Semeadeiras mecânicas ; - Semeadora a lanço - Semeadora em linha • transplantadora
  • 20. Semeadora manual, “Matraca’’ A semeadura também pode ser feito de forma manual, em pequenas propriedades em covas com matraca.
  • 21. Em meados de 1982, começou-se a produzir plantadeiras para tração animal específico para o pequeno agricultor. Semeadora tração animal
  • 22. As sementes são espalhadas no terreno, mediante o uso de semeadoras ou de aviões agrícolas para, posteriormente, serem incorporadas superficialmente ao solo por meio de grade. Semeadora mecanizada a lanço
  • 23. Esse sistema, é o mais empregado no Brasil, mediante o uso de semeadora-adubadora, deve-se empregar semeadora com dispositivos para efetuar a compactação do solo na linha de plantio. Semeadora em linha Semeadora de precisão. Semeadora de fluxo continuo.
  • 24. É um equipamento agrícola destinado ao plantio de mudas. As mudas são produzidas em caixas apropriadas de madeira ou plásticas, e assim que atingem o tamanho adequado para o transplante mecânico são levadas para o campo definitivo. Transplantadora
  • 26. Métodos de Colheita A colheita pode ser realizada por três métodos: o manual, o semi mecanizado e o mecanizado. • No primeiro, as operações de corte, enleiramento, recolhimento e trilhamento são feitas manualmente; • No semi mecanizado, geralmente o corte e o recolhimento das plantas são manuais e a trilha, mecanicamente, usando trilhadoras estacionárias. • Mecanizado, todas as operações são feitas à máquina.
  • 27. Colheita manual Além do corte, que normalmente é feito com cutelo, as outras operações, como o recolhimento e a trilha, são realizadas manualmente.
  • 28. Maquinas para colheita • Trilhadoras; • Ceifadoras; • Colhedoras.
  • 29. Foi construída de acordo com as recomendações de Stout (1966) sendo provida de um cilindro degranador, uma estrutura de suporte e de um mecanismo de transmissão de movimento ao cilindro, acionada a pedal. Trilhadora de fluxo intermitente.
  • 31. A operação de colheita é realizada, geralmente, por diversos tipos de máquinas, desde as de pequeno porte tracionadas por trator, até as colhedoras automotrizes, as quais realizam, em sequência, as operações de corte, recolhimento, trilha e limpeza. Colhedoras
  • 32. Ceifadoras São máquinas destinadas ás pequenas lavouras de arroz constituídas, basicamente, dos seguintes mecanismos: chassi com rabiça montado sobre duas rodas; barra de corte com movimentos alternativos; molinete para apoiar as plantas para a ação da barra de corte e motor à gasolina.
  • 33. Vídeo – colheita mecanizada.
  • 34. Cultivo de arroz na China As mais antigas referências ao arroz são encontradas na literatura chinesa, há cerca de 5.000 anos. O cultivo dessa orizicultura baseia- se na criação de terraços através do parcelamento de rampas niveladas.
  • 35. A rizicultura é desenvolvida no Sudeste Asiático de forma tradicional, o trabalho é realizado pela família com auxílio de animais, além disso todo o trabalho desde o plantio até a colheita, é feito manualmente.
  • 36. Na maior parte da Ásia, mudas de arroz são transplantadas para arrozais quando têm duas ou três folhas. Os transplantes são cultivados em viveiros desde a semente.
  • 37. Terraceamento ou cultivo em socalcos é uma técnica agrícola e geográfica de conservação do solo, destinada ao controle de erosão hídrica, utilizada em terrenos muito inclinados.
  • 38. Colheita manual e semi- mecanizada