CONDIÇÃO DE EQUILÍBRIORADIATIVO
Neste contexto, um cenário de equilíbrio pode
ser perturbado em três pontos principais:
Energia Solar
Disponível
Características
da Superfície
Composição da
Atmosfera
Equilíbrio Radiativo: ∆F = (Entrada) – (Saída) = 0
Ganho de Energia e ∆F = (Entrada) – (Saída) > 0; Aquecimento
Perda de Energia e ∆F = (Entrada) – (Saída) < 0; Resfriamento
Ações antrópicas
Períodos
glaciais e
interglaciais:
controlados
pelo variação
orbital.
Observações atuais mostram
perturbações pouco
significativas ( ~0.2 Wm-2 ) na
energia disponível para o
sistema climático terrestre
X
Figura 1. Esquema do balanço energético
Revolução Industrial – Inglaterra,
século VIII;
Transição da produção artesanal
para a industrial;
Acúmulo de gases na atmosfera.
Mudanças climáticas são
causadasprincipalmente por
atividades antrópicas (95% de
confiança).
Derretimento glacial e a
elevação do nível do mar tem
ocorrido mais rápido do que
previsto anteriormente
(estimativa: entre 60
centímetros e 1,8 metros).
Aumentos na frequência e na
intensidade de alguns tipos de
eventos climáticos extremos,
como secas, furacões,
precipitações intensas entre
outros.
Vulnerabilidade dos sistemas ou
comunidades vulneráveis (foco
nos países menos desenvolvidos,
pois necessitam de maiores
medidas de adaptação para
atenuar os impactos).
Danificação da produção agrícola
- mudanças na disponibilidade
hídrica, segurança alimentar e
rendimento agrícola, com
impactos sobre o bem-estar dos
que habitam as áreas rurais.
Aumento de doenças
transmitidas por mosquitos ou
típicas de zonas úmidas, da
contaminação/queda de
qualidade da nutrição, doenças
cardíacas e respiratórias
associadas as ondas de calor.
Possibilidade de extinção de
algumas espécies terrestres e
de água doce. As espécies no
Ártico e nos recifes de corais
passam a correr grave risco se a
temperatura se elevar um nível
>2ºC;
Projeção de uma temperatura
média global entre 2,6 e 4,8ºC
mais alta até o final do século
XXI, dependendo do cenário
considerado, se as emissões de
GEE continuarem aumentando
no ritmo atual.
6.
O Ciclo Hidrológico
Aumentoda
temperatura
Vapor d’água
na atmosfera
Derretimento
das geleiras
Alteração na
precipitação
Menor
reflexão da
radiação solar
Aumento do Nível
Médio do Mar,
erosão, inundações,
secas, etc.
O ciclo da água é intensamente ligado às mudanças do clima
por um processo de retroalimentação (feedbacks).
7.
CORRELAÇÃO DOS PROBLEMASE SEUS FATORES DE OCORRÊNCIA - ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR.
CAUSAS
IMPACTOS
Derretimento das geleiras; aumento da precipitação;
aumento da temperatura.
Zonas costeiras abrigam 13%
da população mundial
Previsões para a costa brasileira
variando entre 40 e 57
centímetros até 2100.
Inundações costeiras e erosão
associadas à ciclones
extratropicais e sistemas
frontais
Vulnerabilidade de
ecossistemas, como
manguezais.
A erosão costeira é um
processo natural que
remodela litorais, tem sido
acelerada por fatores como
8.
CORRELAÇÃO DOS PROBLEMASE SEUS FATORES DE OCORRÊNCIA – SECAS PROLONGADAS
VULNERABILIDADE NO NORDESTE
• Concentrada população em críticas bacias
hidrográficas;
• Baixa pluviosidade;
• Clima semiárido.
9.
MUDANÇAS CLIMÁTICAS –CONSEQUÊNCIAS/IMPACTOS
• Temperaturas mais altas;
• Tempestades mais severas;
• Aumento da seca;
• Perdas na produção agrícola;
• Redução do PIB;
• Escassez de alimentos;
• Êxodo rural;
• Aumento da incidência de doenças;
• Perda de biodiversidade;
• Risco à espécies características da região;
• Risco para a saúde.
10.
Desastres
CONSEQUÊNCIAS E IMPACTOSNO NORDESTE
• Período prolongado de escassez de água.
• Fenómeno natural que pode ser agravado por fatores como mudanças climáticas e má
gestão dos recursos hídricos, com consequências graves para a saúde, o ambiente e a
economia.
• A Grande Seca foi um período de
estiagem que atingiu o Nordeste e
causou a morte de centenas de
milhares de pessoas e a migração de
milhares de outras para outras regiões
do Brasil.
• A seca de 1915 foi outro período de
estiagem que causou grande
sofrimento à população do Nordeste.
• A seca de 2012 a 2017 foi considerada
uma das piores secas da história da
região, com impactos significativos na
agricultura e na vida das pessoas.
Fonte: G1: Nordeste em emergência: histórias de
uma seca sem fim (2017).
Fonte: CNN Brasil : Norte, Centro-Oeste e Nordeste
têm novas áreas de seca grave, segundo Inmet
(2024).
Seca
11.
Desafio
O que podeser feito?
Fontes alternativas
de energia
Políticas públicas
Gestão sustentável
de recursos hídricos
Agricultura sustentável
Uso sustentável da terra
Conscientização e
educação
Proteção de espécies
afetadas
12.
Lei nº 16.146,de 14 de dezembro de
2016
Política Estadual sobre
Mudanças Climáticas- PEMC
PEMC
Busca promover ações para
enfrentar os efeitos das mudanças
climáticas no estado
Estabelece diretrizes para a redução
de emissões de gases de efeito estufa,
adaptação às mudanças ambientais e
incentivo ao desenvolvimento
sustentável
Foi criada devido à necessidade
de enfrentar os desafios
ambientais causados pelas
mudanças climáticas no Ceará
Tem como objetivo proteger o
meio ambiente, promover a
resiliência das comunidades e
garantir um futuro mais
sustentável para o Ceará.
13.
Lei nº 18.955,de 31 de julho de 2024
Dispõe sobre a inclusão da temática educação
climática no programa de ensino das escolas da
rede pública do Estado do Ceará.