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Répteis
Origem  dos Répteis
Os répteis surgiram aproximadamente há 300 milhões de anos, na era paleozóica , quando os vertebrados terrestres que dominavam a terra eram os anfíbios, surgidos cerca de 50 milhões de anos antes.Ficando conhecida como a “idade dos anfíbios”.
Com o surgimento dos répteis, cada vez mais bem adaptados ao ambiente terrestre, os anfíbios passaram a sofrer com a competição e chegaram quase a ser extintos ao longo dos anos, dando espaço para a idade dos répteis.
No inicio da era mesozóica, a cerca de 210 milhões de anos, surgiram os dinossauros, que passaram a dominar o ambiente terrestre, sendo os répteis mais numerosos naquela época.
Os dinossauros eram répteis de vários tamanhos, aviam desde os menores de 1 metro de comprimento aos gigantescos de 30 metros.
 
Na era dos dinossauros também haviam répteis adaptados à vida no mar e outros possuíam características que os permitiam realizar vôos.
Essas informações foram obtidas a partir da analise do registro fóssil.
Os  répteis   constituem uma classe de animais vertebrados tetrápodes e ectotérmicos, ou seja, não possuem temperatura corporal constante. São todos aminiotas (animais cujos embriões são rodeados por uma membrana amniótica), esta característica permitiu que os répteis ficassem independentes da água para reprodução. Os répteis atuais são representados por quatro ordens:
Ordem Crocodilia –  crocodilos, gaviais  e jacarés: 23  espécies
Ordem Rhynchocephalia –  tuataras (da Nova Zelândia):  2 espécies
Ordem Squamata –  lagartos (como o camaleão)  e serpentes:  aproximadamente  7.600 espécies
Ordem Testudinata - (tartarugas, jabutis e cágados): aproximadamente 300 espécies
Os répteis atuais e suas características
Os répteis são animais bastante conhecido em nosso país. As serpentes são os únicos répteis que verdadeiramente rastejam.O nome da classe provem de “reptar” , que significa “rastejar”.
Ao contrario dos anfíbios, os répteis não dependem do ambiente aquático para se reproduzir e não apresentam respiração cutânea.
Os répteis são animais de respiração exclusivamente pulmonar.Os pulmões dos répteis possuem numero maior de divisões internas do que os dos anfíbios, mas ainda são mais simples do que os dos volumosos pulmões dos mamíferos.
Características Gerais
Corpo coberto com pele seca queratinizada (não mucosa) geralmente com escamas ou escudos e poucas glândulas superficiais;  Dois pares de extremidades (membros), cada uma tipicamente com cinco dedos terminando em garras córneas e adaptadas para correr, rastejar ou trepar; pernas semelhantes a remos nas tartarugas marinhas, reduzidas em alguns lagartos, ausentes em alguns e em todas as cobras;
Esqueleto interno completamente ossificado; crânio com um côndilo occipital;  Coração imperfeitamente dividido em quatro câmaras: duas aurículas e um ventrículo parcialmente dividido (ventrículos separados nos crocodilianos), o que lhes confere realmente três câmaras; um par de arcos aórticos; glóbulos vermelhos nucleados, biconvexos e ovais;
Respiração pulmonar; as tartarugas podem permanecer algumas horas embaixo d'água, prendendo a respiração e, para isso, o organismo funciona lentamente, o coração bate devagar, num fenômeno chamado bradicardia, e o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, em que o oxigênio dissolvido na água é absorvido pelas vias faríngica e cloacal;  Doze pares de nervos cranianos;
Temperatura corporal variável (pecilotermos), de acordo com o ambiente;  Fecundação interna, geralmente por órgãos copuladores; ovos grandes, com grandes vitelos, em cascas córneas ou calcárias geralmente libertados, mas retidos pela fêmea para o desenvolvimento em alguns lagartos e cobras; estas características revelam uma adaptação evolutiva para a vida terrestre;
Segmentação meroblástica; envoltórios embrionários (âmnio, cório, saco vitelino e alantóide) presentes durante o desenvolvimento; filhotes quando eclodem (nascem) assemelham-se aos adultos (sem metamorfoses).  Musculatura muito desenvolvida em Squamata (cobras e lagartos) e em Crocodylia (jacarés e crocodilos), mas em Testudines (tartarugas, cágados e jabutis) a musculatura é desenvolvida apenas no pescoço.
Reprodução  dos répteis
Os répteis apresentam fecundação interna, os machos possuem um órgão copulador que introduz os gametas masculinos na cloaca da fêmea. Após a fecundação, os ovos são depositados pelas fêmeas, geralmente em ninhos, com exceção dos crocodilos e jacarés, não existem cuidados dos pais com  os filhotes após a postura dos ovos.
A temperatura do ninho também é importante na determinação do sexo do embrião.Isso foi demonstrado para a maioria das espécies de tartarugas e crocodilianos – mas existem exceções. Alterações na natureza , mesmo pequenas, podem ter efeitos indesejáveis no desenvolvimento de embriões de répteis ovíparos.
Alguns lagartos e algumas serpentes são vivíparos, fazendo exceção à regra geral para os répteis. As serpentes, como os outros répteis em geral, são animais de sexos separados. Nos répteis ovíparos os óvulos fecundados recebem, no oviduto, o material nutritivo e a casca de material calcário ou pergamináceo. A casca evita a perda de água, protegendo o embrião contra uma desidratação fatal, embora permita a troca gasosa necessária à respiração do embrião. Além da casca , os embriões dos répteis possuem anexos embrionários que garantem sua proteção e sua nutrição.
Evolução
Existem milhares de fósseis de espécies que mostram uma clara transição entre os ancestrais dos reptis e os reptis modernos. O primeiro verdadeiro reptil é categorizado como Anapsídeo, tendo um crânio sólido com buracos apenas para boca, nariz, olhos, ouvidos e medula espinhal.
Depois do aparecimento dos reptis, o grupo dividiu-se em dois ramos. Um dos quais evoluiu para os mamíferos, o outro voltou a dividir-se nos lepidossauros (que inclui as cobras e lagartos modernos e talvez os reptis marinhos do Mesozóico) e nos arcossauros (crocodilos e dinossauros). Esta última classe deu origem também às aves.
Anatomia e fisiologia dos répteis
 
Revestimento corporal e esqueleto
A pele que reveste o corpo dos répteis, assim como a dos demais vertebrados, é constituida por duas camadas: A epiderme e derme.A epiderme dos répteis é espessa e altamente queratinizada, apresenta uma camada bem espessa de células mortas deevido à impregnação de queratina, uma proteina fibroza impermeável e resistente. A camada epidérmica queratinizada formam placas denominadas escamas córneas.
Alguns répteis, como serpentes e lagartos trocam periodicamente a camada epidermica mais externa, a culticula, para permitir o crescimento. O sistema esquelético dos répteis é semelhante ao dos outros tetrápodes, apesar de certos grupos apresentarem grandes modificações esqueleticas devido à adaptação a determinados modos de vida .
A estrutura do crâneo e do esqueleto apendicular dos répteis pode ser considerada mais avançada que as dos anfíbios, permitindo locomoção mais eficiente no ambiente de terra firme .
Sistema digestório e sistema respiratório
O sistema digestório dos répteis assemelhan-se aos dos anfíbios em sua organização geral. A maioria dos répteis é carnivora, alimentando-se de diversos tipos de animais.  Algumas especies de cágado, tartaruga e largato são herbívoras.
Os pulmões dos répteis são mais desenvolvidos que os  dos anfíbios, com maior número de dobras internas. A presença de me músculos ao redor das costelas permite que muitos répteis expandam e contraiam a caixa torácica, forçando o ar a entrar e a sair dos pulmões.
Sistema circulatório e sistema urinário
Os répteis apresentam dupla circulação sanguínea, o coração da maioria dos répteis possuem 3 câmeras: dois átrios e um ventrículo parcialmente dividido por uma parede interna, o que diminui a mistura de sangue arterial com o sangue venoso durante a contação do ventrículo, se compararmos com o ventrículo não-dividido dos anfíbios.
O sangue venoso proveniente dos tecidos penetra no coração pelo átrio direito, enquanto o sangue arterial proveniente dos pulmões penetra pelo átrio esquedo. A excreção dos répteis é realizada por um par de rins. Em alguns répteis, a urina produzida nos rins é conduzida pelos ureteres diretamente para a acloaca.
Em outros casos , a urina é armazenada em uma bechiga urinaria antes de ser lançada na cloaca e eliminada. A maioria dos répteis excreta seus resíduos nitrogenados na forma de ácido úrico, essa substância, além de ser menos toxica que a amônia ,é pouco solúvel em água e pode ser eliminada na urina, com economia de água pelo organismo.
A excreção de ácido úrico representa, portanto, uma adaptação no ambiente de terra firme , onde a economia de água é importante.  Além disso, o ácido úrico pode ser armazenado dentro do ovo até o nascimento, devido exatamente à sua insolubilidade. Assim, a excreção de ácido úrico também representa uma adaptação ao desenvolvimente embrionário em terra firme, dentro de um ovo com casca.
Sistema nervoso e sentidos
O sistema nervoso dos répteis é comparavel ao dos anfíbios, com alguma inovações. A visão dos répteis é, do modo geral, muito boa. O olfato em alguns grupos é excepcionalmente bem desenvolvido.
Classificação dos répteis
Quelônios  ( Chelonia ) Também conhecidos por testudíneos, são representados pelas tartarugas, pelos cágados e pelos jabutis.
 
Crocodilianos  ( Crocodilia ) A ordem dos crocodilianos é formada pelos animais conhecidos por jacarés, crocodilos, aligátores e gaviais.
 
Rincocéfalos  ( Rhyncocephalia ) São representados por duas espécies do gênero  Sphenodon , conhecidas por tuataras.
Escamosos  ( Squamata ) São os répteis que possuem escamas revestindo o corpo.
Alunas:  Rubiana Sampaio dos Santos nº 30 Glaciely Cardoso de Oliveira nº 14 Ana Paula Gonçalves da Luz nº 02 Danúbia da Silva Araújo nº 08 2º Ano B – Ensino Médio

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RéPteis

  • 2. Origem dos Répteis
  • 3. Os répteis surgiram aproximadamente há 300 milhões de anos, na era paleozóica , quando os vertebrados terrestres que dominavam a terra eram os anfíbios, surgidos cerca de 50 milhões de anos antes.Ficando conhecida como a “idade dos anfíbios”.
  • 4. Com o surgimento dos répteis, cada vez mais bem adaptados ao ambiente terrestre, os anfíbios passaram a sofrer com a competição e chegaram quase a ser extintos ao longo dos anos, dando espaço para a idade dos répteis.
  • 5. No inicio da era mesozóica, a cerca de 210 milhões de anos, surgiram os dinossauros, que passaram a dominar o ambiente terrestre, sendo os répteis mais numerosos naquela época.
  • 6. Os dinossauros eram répteis de vários tamanhos, aviam desde os menores de 1 metro de comprimento aos gigantescos de 30 metros.
  • 7.  
  • 8. Na era dos dinossauros também haviam répteis adaptados à vida no mar e outros possuíam características que os permitiam realizar vôos.
  • 9. Essas informações foram obtidas a partir da analise do registro fóssil.
  • 10. Os répteis constituem uma classe de animais vertebrados tetrápodes e ectotérmicos, ou seja, não possuem temperatura corporal constante. São todos aminiotas (animais cujos embriões são rodeados por uma membrana amniótica), esta característica permitiu que os répteis ficassem independentes da água para reprodução. Os répteis atuais são representados por quatro ordens:
  • 11. Ordem Crocodilia – crocodilos, gaviais e jacarés: 23 espécies
  • 12. Ordem Rhynchocephalia – tuataras (da Nova Zelândia): 2 espécies
  • 13. Ordem Squamata – lagartos (como o camaleão) e serpentes: aproximadamente 7.600 espécies
  • 14. Ordem Testudinata - (tartarugas, jabutis e cágados): aproximadamente 300 espécies
  • 15. Os répteis atuais e suas características
  • 16. Os répteis são animais bastante conhecido em nosso país. As serpentes são os únicos répteis que verdadeiramente rastejam.O nome da classe provem de “reptar” , que significa “rastejar”.
  • 17. Ao contrario dos anfíbios, os répteis não dependem do ambiente aquático para se reproduzir e não apresentam respiração cutânea.
  • 18. Os répteis são animais de respiração exclusivamente pulmonar.Os pulmões dos répteis possuem numero maior de divisões internas do que os dos anfíbios, mas ainda são mais simples do que os dos volumosos pulmões dos mamíferos.
  • 20. Corpo coberto com pele seca queratinizada (não mucosa) geralmente com escamas ou escudos e poucas glândulas superficiais; Dois pares de extremidades (membros), cada uma tipicamente com cinco dedos terminando em garras córneas e adaptadas para correr, rastejar ou trepar; pernas semelhantes a remos nas tartarugas marinhas, reduzidas em alguns lagartos, ausentes em alguns e em todas as cobras;
  • 21. Esqueleto interno completamente ossificado; crânio com um côndilo occipital; Coração imperfeitamente dividido em quatro câmaras: duas aurículas e um ventrículo parcialmente dividido (ventrículos separados nos crocodilianos), o que lhes confere realmente três câmaras; um par de arcos aórticos; glóbulos vermelhos nucleados, biconvexos e ovais;
  • 22. Respiração pulmonar; as tartarugas podem permanecer algumas horas embaixo d'água, prendendo a respiração e, para isso, o organismo funciona lentamente, o coração bate devagar, num fenômeno chamado bradicardia, e o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, em que o oxigênio dissolvido na água é absorvido pelas vias faríngica e cloacal; Doze pares de nervos cranianos;
  • 23. Temperatura corporal variável (pecilotermos), de acordo com o ambiente; Fecundação interna, geralmente por órgãos copuladores; ovos grandes, com grandes vitelos, em cascas córneas ou calcárias geralmente libertados, mas retidos pela fêmea para o desenvolvimento em alguns lagartos e cobras; estas características revelam uma adaptação evolutiva para a vida terrestre;
  • 24. Segmentação meroblástica; envoltórios embrionários (âmnio, cório, saco vitelino e alantóide) presentes durante o desenvolvimento; filhotes quando eclodem (nascem) assemelham-se aos adultos (sem metamorfoses). Musculatura muito desenvolvida em Squamata (cobras e lagartos) e em Crocodylia (jacarés e crocodilos), mas em Testudines (tartarugas, cágados e jabutis) a musculatura é desenvolvida apenas no pescoço.
  • 25. Reprodução dos répteis
  • 26. Os répteis apresentam fecundação interna, os machos possuem um órgão copulador que introduz os gametas masculinos na cloaca da fêmea. Após a fecundação, os ovos são depositados pelas fêmeas, geralmente em ninhos, com exceção dos crocodilos e jacarés, não existem cuidados dos pais com os filhotes após a postura dos ovos.
  • 27. A temperatura do ninho também é importante na determinação do sexo do embrião.Isso foi demonstrado para a maioria das espécies de tartarugas e crocodilianos – mas existem exceções. Alterações na natureza , mesmo pequenas, podem ter efeitos indesejáveis no desenvolvimento de embriões de répteis ovíparos.
  • 28. Alguns lagartos e algumas serpentes são vivíparos, fazendo exceção à regra geral para os répteis. As serpentes, como os outros répteis em geral, são animais de sexos separados. Nos répteis ovíparos os óvulos fecundados recebem, no oviduto, o material nutritivo e a casca de material calcário ou pergamináceo. A casca evita a perda de água, protegendo o embrião contra uma desidratação fatal, embora permita a troca gasosa necessária à respiração do embrião. Além da casca , os embriões dos répteis possuem anexos embrionários que garantem sua proteção e sua nutrição.
  • 30. Existem milhares de fósseis de espécies que mostram uma clara transição entre os ancestrais dos reptis e os reptis modernos. O primeiro verdadeiro reptil é categorizado como Anapsídeo, tendo um crânio sólido com buracos apenas para boca, nariz, olhos, ouvidos e medula espinhal.
  • 31. Depois do aparecimento dos reptis, o grupo dividiu-se em dois ramos. Um dos quais evoluiu para os mamíferos, o outro voltou a dividir-se nos lepidossauros (que inclui as cobras e lagartos modernos e talvez os reptis marinhos do Mesozóico) e nos arcossauros (crocodilos e dinossauros). Esta última classe deu origem também às aves.
  • 32. Anatomia e fisiologia dos répteis
  • 33.  
  • 35. A pele que reveste o corpo dos répteis, assim como a dos demais vertebrados, é constituida por duas camadas: A epiderme e derme.A epiderme dos répteis é espessa e altamente queratinizada, apresenta uma camada bem espessa de células mortas deevido à impregnação de queratina, uma proteina fibroza impermeável e resistente. A camada epidérmica queratinizada formam placas denominadas escamas córneas.
  • 36. Alguns répteis, como serpentes e lagartos trocam periodicamente a camada epidermica mais externa, a culticula, para permitir o crescimento. O sistema esquelético dos répteis é semelhante ao dos outros tetrápodes, apesar de certos grupos apresentarem grandes modificações esqueleticas devido à adaptação a determinados modos de vida .
  • 37. A estrutura do crâneo e do esqueleto apendicular dos répteis pode ser considerada mais avançada que as dos anfíbios, permitindo locomoção mais eficiente no ambiente de terra firme .
  • 38. Sistema digestório e sistema respiratório
  • 39. O sistema digestório dos répteis assemelhan-se aos dos anfíbios em sua organização geral. A maioria dos répteis é carnivora, alimentando-se de diversos tipos de animais. Algumas especies de cágado, tartaruga e largato são herbívoras.
  • 40. Os pulmões dos répteis são mais desenvolvidos que os dos anfíbios, com maior número de dobras internas. A presença de me músculos ao redor das costelas permite que muitos répteis expandam e contraiam a caixa torácica, forçando o ar a entrar e a sair dos pulmões.
  • 41. Sistema circulatório e sistema urinário
  • 42. Os répteis apresentam dupla circulação sanguínea, o coração da maioria dos répteis possuem 3 câmeras: dois átrios e um ventrículo parcialmente dividido por uma parede interna, o que diminui a mistura de sangue arterial com o sangue venoso durante a contação do ventrículo, se compararmos com o ventrículo não-dividido dos anfíbios.
  • 43. O sangue venoso proveniente dos tecidos penetra no coração pelo átrio direito, enquanto o sangue arterial proveniente dos pulmões penetra pelo átrio esquedo. A excreção dos répteis é realizada por um par de rins. Em alguns répteis, a urina produzida nos rins é conduzida pelos ureteres diretamente para a acloaca.
  • 44. Em outros casos , a urina é armazenada em uma bechiga urinaria antes de ser lançada na cloaca e eliminada. A maioria dos répteis excreta seus resíduos nitrogenados na forma de ácido úrico, essa substância, além de ser menos toxica que a amônia ,é pouco solúvel em água e pode ser eliminada na urina, com economia de água pelo organismo.
  • 45. A excreção de ácido úrico representa, portanto, uma adaptação no ambiente de terra firme , onde a economia de água é importante. Além disso, o ácido úrico pode ser armazenado dentro do ovo até o nascimento, devido exatamente à sua insolubilidade. Assim, a excreção de ácido úrico também representa uma adaptação ao desenvolvimente embrionário em terra firme, dentro de um ovo com casca.
  • 46. Sistema nervoso e sentidos
  • 47. O sistema nervoso dos répteis é comparavel ao dos anfíbios, com alguma inovações. A visão dos répteis é, do modo geral, muito boa. O olfato em alguns grupos é excepcionalmente bem desenvolvido.
  • 49. Quelônios ( Chelonia ) Também conhecidos por testudíneos, são representados pelas tartarugas, pelos cágados e pelos jabutis.
  • 50.  
  • 51. Crocodilianos ( Crocodilia ) A ordem dos crocodilianos é formada pelos animais conhecidos por jacarés, crocodilos, aligátores e gaviais.
  • 52.  
  • 53. Rincocéfalos ( Rhyncocephalia ) São representados por duas espécies do gênero Sphenodon , conhecidas por tuataras.
  • 54. Escamosos ( Squamata ) São os répteis que possuem escamas revestindo o corpo.
  • 55. Alunas: Rubiana Sampaio dos Santos nº 30 Glaciely Cardoso de Oliveira nº 14 Ana Paula Gonçalves da Luz nº 02 Danúbia da Silva Araújo nº 08 2º Ano B – Ensino Médio