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Fatores de Metamorfismo
Tipos de Metamorfismo
Principais rochas Metamórficas
Metamorfismo
 Processo da dinâmica interna, através do qual qualquer tipo de
rocha experimentam um conjunto de transformações
mineralógicas e estruturais, mantendo-se, no estado sólido,
sob a influência de fatores de metamorfismo como tensões e
elevadas temperaturas.
2Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
 Presentes em todos os continentes;
 Presentes no núcleo de cadeias montanhosas recentes (Alpes,
Himalaias,…);
 Presentes em cratões (áreas estáveis);
 É possível encontrar vestígios de fósseis (deformados).
3Professora Mª Isabel Henriques
Alterações mineralógicas nas rochas metamórficas…
Professora Mª Isabel Henriques 4
Novas condições termodinâmicas
Recristalização (diferentes associações minerais e/ou diferentes texturas)
Alteração das condições podem levar a modificações nos minerais
Instabilidade na composição mineralógica e no arranjo do minerais
As Rochas são estáveis nas condições de formação
O mesmo se aplica aos seus minerais
Metamorfismo
Qualquer rocha quando
sujeita a condições de
pressão e temperatura
diferentes das que se
formou (geralmente
superiores).
É um fenómeno essencial no
ciclo das rochas.
Se as rochas forem sujeitas
a condições de temperatura
extremas podem fundir e
originar um magma.
5Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
 É um processo muito lento;
 Ocorre a profundidade entre os 10
e os 30 Km;
 Está associado a contextos
tectónicos como zonas de
subducção e de formação de
cadeias montanhosas;
 Insere-se, em regra, num estado
de deformação dúctil do material
rochoso.
6Professora Mª Isabel Henriques
Fatores de metamorfismo
A grande diversidade de rochas
metamórficas relaciona-se com as
condições presentes na sua génese
– os factores de metamorfismo,
como calor, pressão, fluidos
circulantes e tempo.
7Professora Mª Isabel Henriques
Calor:
• A partir dos 100º C, o calor interno da
Terra altera a composição mineralógica
e a textura das rochas.
• O aumento da temperatura provoca
agitação dos átomos que facilita as
reações entre si.
• Estabelecem-se novas ligações
atómicas, surgem novas redes
cristalinas, ou seja, novos minerais.
• A 800º C inicia-se a fusão do material
rochoso (magmatismo).
8Professora Mª Isabel Henriques
 Gradiente geotérmico
Resulta do aumento da
temperatura com a
profundidade, que tende a
estar na ordem dos 20 a 30
ºC/km na crusta.
O decaimento radioactivo é
uma fonte de calor actual.
 Magmatismo
Originário de corpos
magmáticos que ascendem
ao longo da crusta e que
libertam elevadas
quantidades de energia que
aquecem as rochas mais
próximas.
9Professora Mª Isabel Henriques
Calor:
O calor pode ter diversas fontes:
10Professora Mª Isabel Henriques
Calor:
11Professora Mª Isabel Henriques
Calor - Proveniência do calor interno
Calor interno da Terra – remanescente da formação da Terra e do
decaimento dos minerais radioativos;
Calor fornecido pelas intrusões magmáticas  Invade as rochas
encaixantes e provoca reações metamórficas;
Calor produzido pelas fricções dos movimentos orogénicos.
12Professora Mª Isabel Henriques
Calor - Proveniência do calor interno
Gradiente Geotérmico: Taxa de aumento da temperatura com a
profundidade (ºC/km).
Diminui com a profundidade.
Grau Geotérmico: Número de metros que é necessário aprofundar,
abaixo da zona de temperatura constante, para que a temperatura
aumente 1 °C – é necessário percorrer 33 m para que a temperatura
aumente 1ºC. (m/1°C)
Aumenta com a profundidade.
Gradiente Geotérmico
(30°C/1km)
Grau Geotérmico
(33m/1°C)
Crosta 20°C/1km 50m/1°C
Manto Superior 10°C/1km 100m/1°C
Fluxo geotérmico – quantidade de calor dissipado.
Fluxo Geotérmico: É máximo nas dorsais oceânicas e mínimo
nas fossas oceânicas.
 O fluxo geotérmico é muito acentuado em fronteiras
divergentes das placas (zonas de riftes);
 Ao nível das fossas a crusta densa mergulha sobre o
material menos denso, refundindo novamente.
Professora Mª Isabel Henriques 13
Professora Mª Isabel Henriques 14
Calor:
15Professora Mª Isabel Henriques
Calor:
Tensão / Pressão:
No interior da Terra as rochas são sujeitas a dois
tipos de tensão:
• Tensão litostática (ou confinante) – resultante
do peso da massa rochosa suprajacente; a
partir de 3 Km de profundidade exerce-se
igualmente em todas as direcções; faz
diminuir o volume da rocha durante a
metamorfização, aumentando a densidade
dos minerais.
• Tensão não litostática (ou dirigida) –
resultante de forças tectónicas (compresisvas,
distensivas ou de cisalhamento) e que
produzem uma orientação preferencial de
certos minerais.
16Professora Mª Isabel Henriques
17Professora Mª Isabel Henriques
Tensão / Pressão:
Pressão litostática (confinante):
Resulta do peso das camadas
superiores de material,
explicando o aumento da
pressão com a profundidade.
O material fica sujeito a forças
muito intensas em todas as
direções e provocam a sua
deformação.
Afeta elevados volumes de
rochas.
18Professora Mª Isabel Henriques
Tensão / Pressão - Pressão litostática (confinante)
19Professora Mª Isabel Henriques
Tensão / Pressão:
Pressão não litostática
(dirigida)
As pressões são dirigidas,
em resultado da
atividade tectónica.
Afeta elevados volumes
de rocha.
Origina a compressão, e
alongação e por vezes
rotação dos minerais
numa determinada
direcção.
20Professora Mª Isabel Henriques
Tensão / Pressão - Pressão não litostática (dirigida)
21Professora Mª Isabel Henriques
Tensão / Pressão - Pressão não litostática (dirigida)
Fluidos circulantes:
Durante o processo metamórfico as
rochas podem estar em contacto
com fluidos circulantes (soluções
aquecidas e sob pressão) que
reagem com elas alterando a sua
composição química e
mineralógica.
Os fluidos circulantes, devido à sua
elevada temperatura e reduzida
viscosidade, circulam ao longo dos
poros da rocha, aumentando os
fenómenos metamórficos.
22Professora Mª Isabel Henriques
Fluidos circulantes:
23Professora Mª Isabel Henriques
http://www.uruguayeduca.edu.uy/Userfiles/P0001/File/Metamorfismo%20del%2
0fondo%20oceanico.swf
Fluidos circulantes:
24Professora Mª Isabel Henriques
25Professora Mª Isabel Henriques
Tempo:
Todos os fenómenos relacionados com o metamorfismo
ocorrem ao longo de um grande período de tempo.
Os fenómenos metamórficos ocorrem de forma muito lenta,
sendo os efeito do metamorfismo atingidos só ao fim de
dezenas de milhões de anos.;
Possibilita a reorganização mineralógica e os
reajustamentos texturais e estruturais das rochas;
Quanto maior o tempo de duração e atuação dos outros
fatores:
 maior o aumento de pressão e temperatura
 maior o grau de metamorfismo
26Professora Mª Isabel Henriques
Tempo:
27Professora Mª Isabel Henriques
28Professora Mª Isabel Henriques
Mineralogia do metamorfismo
Recristalização – formação de novos minerais devido à
reorganização espacial das partículas constituintes dos
minerais de uma rocha, quando fica submetida a novos
parâmetros de pressão e de temperatura.
29Professora Mª Isabel Henriques
30Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo: recristalização mineralógica
Os minerais são estáveis dentro de
determinados valores de pressão e
temperatura.
O aumento da pressão e temperatura
provoca a recristalização dos minerais,
formando novos minerais mais estáveis.
Todo este processo ocorre no estado sólido.
A recristalização afecta:
• a textura da rocha inicial, em que por
exemplo os minerais podem orientar-se em
função das pressões e sofrer variações
significativas na sua dimensão.
• a mineralogia, pois formam-se cristais de
espécies minerais mais estáveis.
31Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
32Professora Mª Isabel Henriques
Transformação polimórfica
A composição da andaluzite, cianite e silimanite é idêntica
(Al2SiO5) mas apresentam diferentes estruturas cristalinas.
Estes minerais só existem nas rochas metamórficas e são bons
indicadores das condições de pressão e temperatura do
metamorfismo.
33Professora Mª Isabel Henriques
Professora Mª Isabel Henriques 34
Recristalização
Minerais-índice
A sua presença na rocha metamórfica define os limites de
pressão e temperatura em que esta foi formada.
 Andaluzite – forma-se em condições de pressão e
temperatura relativamente baixas.
 Silimanite – forma-se a temperaturas muito elevadas.
 Cianite – forma-se a pressões muito elevadas.
35Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
36Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
37Professora Mª Isabel Henriques
Minerais metamórficos
Comuns às rochas magmáticas – quartzo, feldspatos…
Comuns às rochas sedimentares – calcite, dolomite…
Exclusivos das rochas metamórficas – estarolite, andaluzite,
epidoto, granada, silimanite, cordidierite, clorite…
38Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo
39Professora Mª Isabel Henriques
Graus de metamorfismo
A presença de certos minerais
permite inferir das condições que
presidiram à sua formação
determinando-se grau de
metamorfismo.
Baixo grau – Clorite, biotite…
Médio grau – Granada, estaurolite…
Alto grau – Silimanite.
40Professora Mª Isabel Henriques
Graus de metamorfismo
A definição dos graus de metamorfismo implica o uso de
minerais índice, que indicam as condições de pressão e
temperatura a que estiveram sujeitos.
41Professora Mª Isabel Henriques
42Professora Mª Isabel Henriques
Tipos de Metamorfismo
Regional Contacto Afundamento Impacto Dinâmico Hidrotermal
Fundo
oceânico
43Professora Mª Isabel Henriques
Tipos de metamorfismos
44Professora Mª Isabel Henriques
Tipos de metamorfismos
Metamorfismo dinâmico ou cataclástico:
 Ocorrem em zonas de falhas produzidas pelos movimentos
das placas onde as rochas são transformadas por elevadas
pressões.
 Ocorre por exemplo em falhas ativas ou de cisalhamento,
onde as pressões são extremamente elevadas mas as
temperaturas são reduzidas.
Professora Mª Isabel Henriques 45
Metamorfismo de impacto:
 Ocorre pelo efeito das ondas de
choque produzidas pelo impacto
de meteoritos.
 No momento do impacto, geram-
se ondas de choque no local do
impacto, o que aumenta
consideravelmente a pressão e a
temperatura.
 A alta temperatura provoca um
metamorfismo de impacto com a
formação de minerais a alta
pressão.
Professora Mª Isabel Henriques 46
Professora Mª Isabel Henriques 47
Metamorfismo de afundamento:
 Consiste na recristalização e reações entre minerais
provocada principalmente pela carga das rochas suprajacentes
a temperaturas baixas ou médias pode chegar a 300ºC.
 Ocorre a partir dos 10 Km de profundidade.
Metamorfismo hidrotermal:
Resulta da percolação de águas quentes ao longo de fraturas
e espaços intergranulares das rochas.
Professora Mª Isabel Henriques 48
Metamorfismo de fundo oceânico
Ocorre nas vizinhanças dos rifts das cadeias meso-oceânicas,
onde a crosta recém-formada e quente interage com a água
fria do mar.
Professora Mª Isabel Henriques 49
Metamorfismo Regional:
 Metamorfismo termodinâmico que afeta grandes extensões de
crosta e está, em geral, associado à génese de cadeias
montanhosas, quer em zonas de colisão de placas
continentais, quer em zonas de subducção.
 Devido às tensões, os minerais são reorientação em planos
perpendiculares à direção das tensões aplicadas.
 Esta reorientação define uma foliação que confere à rocha um
aspeto característico.
 Rochas como ardósias, filito, micaxisto e gnaisse resultam
deste tipo de metamorfismo.
Professora Mª Isabel Henriques 50
Afecta elevados volumes de rocha, sendo o tipo de metamorfismo mais
abundante.
Ocorre principalmente ao longo dos limites convergentes de placas ou
afundamento dos sedimentos nas bacias oceânicas.
Metamorfismo regional
51Professora Mª Isabel Henriques
Tipos de metamorfismos
Metamorfismo de Contacto:
 Metamorfismo experimentado pelas
rochas adjacentes e uma intrusão
magmática (formando-se uma
aureola de metamorfismo).
 O tipo de rocha encaixante, a
quantidade de fluidos e a
temperatura são factores
determinantes do tipo de rocha
metamórfica resultante.
 Rochas como corneana, quartzito e
mármore resultam deste tipo de
metamorfismo.
Professora Mª Isabel Henriques 52
Professora Mª Isabel Henriques 53
Metamorfismo de Contacto:
Professora Mª Isabel Henriques 54
Metamorfismo de Contacto:
Professora Mª Isabel Henriques 55
Metamorfismo de Contacto:
Professora Mª Isabel Henriques 56
Metamorfismo de Contacto:
Ocorre na proximidade de intrusões magmáticas em função do aumento
da temperatura.
Afecta volumes de rocha relativamente reduzidos, nos limites
convergentes de placas.
Ocorre a formação de auréolas de metamorfismo.
57Professora Mª Isabel Henriques
Metamorfismo de contacto
58Professora Mª Isabel Henriques
Professora Mª Isabel Henriques 59
Testemunho de um Processo de reciclagem geológica
Professora Mª Isabel Henriques 60
61Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas
Professora Mª Isabel Henriques 62
Textura das rochas
A textura das rochas metamórficas é
determinada pelo tamanho, forma e
arranjo dos seus minerais.
As rochas metamórficas apresentam
dois tipos principais de textura –
textura foliada e textura não foliada
ou granoblástica.
Rochas metamórficas foliadas: xisto
argiloso, ardósia, filito, xisto ou
micaxisto e gnaisse.
Rochas metamórficas não foliadas:
corneana, quartzito e mármore.
63Professora Mª Isabel Henriques
64Professora Mª Isabel Henriques
Rochas metamórficas foliadas
Adaptações metamórficas
65Professora Mª Isabel Henriques
quartzo/feldspato
Uma rocha de composição granítica, por metamorfização, pode originar
gnaisse, cuja textura é marcada pela presença de bandas alternadas
de quartzo/feldspato e de biotite.
biotite
Textura das rochas – Foliação
Propriedade das rochas metamórficas, resultante do
alinhamento preferencial de certos minerais (por exemplo,
tubulares) sob a acção de pressão não litostática, originando
estruturas planares que se orientam segundo planos paralelos
de modo penetrativo por toda a rocha.
A clivagem xistenta, xistosidade e bando gnaissico são três tipos
de foliação característicos de rochas de baixo, médio e alto
grau de metamorfismo, respetivamente.
66Professora Mª Isabel Henriques
Foliação característica de rochas
de metamorfismo de baixo grau
como resultado da orientação
paralela de certos minerais face a
forças compressivas, originando
fissilidade evidente na rocha.
Isto permite que a rocha se divida
em lâminas mais ou menos
paralelas sendo lisas ao tacto.
67Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas - Clivagem ardosífera ou
clivagem xistenta
Ardósia
Filito
Foliação característica de rochas de
metamorfismo de médio grau em que as
superfícies de fissilidade se apresentem
mais brilhantes e irregulares devido ao
maior desenvolvimento dos minerais
micáceos.
68Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas - Xistosidade
Tipo particular de foliação metamórfica, em
rochas originadas em metamorfismo de alto grau,
em que os minerais de cor clara (quartzo e
feldspato) são segregados dos minerais lamelares
(como as micas), produzindo um bandado
característico.
A fissilidade destas rochas é reduzida.
69Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas – Bandado gnaissico
70Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas
71Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas
72Professora Mª Isabel Henriques
Textura das rochas - Xistosidade
73Professora Mª Isabel Henriques
Rochas metamórficas não foliadas
ou granoblástica
 Rochas formadas por minerais com dimensões semelhantes
a grânulos, em vez de formas alongadas e tabulares.
 Normalmente formam-se a partir de rochas com um só
mineral.
Ex: corneana, quartzito, mármore.
Professora Mª Isabel Henriques 74
75Professora Mª Isabel Henriques
Rochas metamórficas não foliadas
ou granoblástica
76Professora Mª Isabel Henriques
Principais texturas metamórficas
Foliada: origina-se pela orientação
e alongamento dos cristais em
planos aproximadamente paralelos.
Não foliada: os cristais não
crescem ao longo de direcções
definidas e paralelas.
77Professora Mª Isabel Henriques
Principais texturas metamórficas
Foliada: origina-se pela orientação
e alongamento dos cristais em
planos aproximadamente paralelos.
Não foliada: os cristais não
crescem ao longo de direcções
definidas e paralelas.
Textura das rochas
Professora Mª Isabel Henriques 78
Adaptações metamórficas
79Professora Mª Isabel Henriques
Professora Mª Isabel Henriques 80
Professora Mª Isabel Henriques 81
Contextos do metamorfismo
82Professora Mª Isabel Henriques
83Professora Mª Isabel Henriques
Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas
Relação entre o metamorfismo e as placas
tectónicas
Placas continentais:
Acumulação de sedimentos, que afundam e sofrem
diagénese.
Acima dos 100ºC inicia-se o metamorfismo de baixo grau e
reduzida foliação.
Pressão litostática.
84Professora Mª Isabel Henriques
Relação entre o metamorfismo e as placas
tectónicas
Limites convergentes:
Sedimentos sofrem afundamento e sujeitos a forças
compressivas.
 Zonas de subducção:
•movimento da placa oceânica;
•rochas sujeita as rochas a altas temperaturas e pressão
não litostática.
85Professora Mª Isabel Henriques
Limites convergentes:
Sedimentos sofrem afundamento e
sujeitos a forças compressivas.
Limite convergente de duas placas
continentais:
•Espessamento da crusta
continental;
•Rochas sujeitas a elevadas pressões
e temperaturas metamorfismo
regional;
•Fenómeno metamórfico mais
comum – Andes e Himalaias.
86Professora Mª Isabel Henriques
Relação entre o metamorfismo e as placas
tectónicas
Relação entre o metamorfismo e as placas
tectónicas
Limites convergentes:
Sedimentos sofrem afundamento e sujeitos a forças
compressivas.
Limites convergentes:
•Devido à presença de rochas magmática plutónicas;
•Metamorfismo de contacto;
•Com elevadas pressões mas a
temperatura é o principal factor
de metamorfismo;
87Professora Mª Isabel Henriques
88Professora Mª Isabel Henriques
Baixo Alentejo
89Professora Mª Isabel Henriques
Trás-os-montes
Professora Mª Isabel Henriques
90
CARTA
GEOLÓGICA
DE
PORTUGAL
Professora Mª Isabel Henriques
91
CARTA
GEOLÓGICA
DE
PORTUGAL
Disciplina de Biologia e
Geologia
11º Ano
Professora: Isabel
Henriques
Apresentação Multimédia baseada no CIENTIC

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Rochas metamórficas viii

  • 1. Fatores de Metamorfismo Tipos de Metamorfismo Principais rochas Metamórficas
  • 2. Metamorfismo  Processo da dinâmica interna, através do qual qualquer tipo de rocha experimentam um conjunto de transformações mineralógicas e estruturais, mantendo-se, no estado sólido, sob a influência de fatores de metamorfismo como tensões e elevadas temperaturas. 2Professora Mª Isabel Henriques
  • 3. Metamorfismo  Presentes em todos os continentes;  Presentes no núcleo de cadeias montanhosas recentes (Alpes, Himalaias,…);  Presentes em cratões (áreas estáveis);  É possível encontrar vestígios de fósseis (deformados). 3Professora Mª Isabel Henriques
  • 4. Alterações mineralógicas nas rochas metamórficas… Professora Mª Isabel Henriques 4 Novas condições termodinâmicas Recristalização (diferentes associações minerais e/ou diferentes texturas) Alteração das condições podem levar a modificações nos minerais Instabilidade na composição mineralógica e no arranjo do minerais As Rochas são estáveis nas condições de formação O mesmo se aplica aos seus minerais
  • 5. Metamorfismo Qualquer rocha quando sujeita a condições de pressão e temperatura diferentes das que se formou (geralmente superiores). É um fenómeno essencial no ciclo das rochas. Se as rochas forem sujeitas a condições de temperatura extremas podem fundir e originar um magma. 5Professora Mª Isabel Henriques
  • 6. Metamorfismo  É um processo muito lento;  Ocorre a profundidade entre os 10 e os 30 Km;  Está associado a contextos tectónicos como zonas de subducção e de formação de cadeias montanhosas;  Insere-se, em regra, num estado de deformação dúctil do material rochoso. 6Professora Mª Isabel Henriques
  • 7. Fatores de metamorfismo A grande diversidade de rochas metamórficas relaciona-se com as condições presentes na sua génese – os factores de metamorfismo, como calor, pressão, fluidos circulantes e tempo. 7Professora Mª Isabel Henriques
  • 8. Calor: • A partir dos 100º C, o calor interno da Terra altera a composição mineralógica e a textura das rochas. • O aumento da temperatura provoca agitação dos átomos que facilita as reações entre si. • Estabelecem-se novas ligações atómicas, surgem novas redes cristalinas, ou seja, novos minerais. • A 800º C inicia-se a fusão do material rochoso (magmatismo). 8Professora Mª Isabel Henriques
  • 9.  Gradiente geotérmico Resulta do aumento da temperatura com a profundidade, que tende a estar na ordem dos 20 a 30 ºC/km na crusta. O decaimento radioactivo é uma fonte de calor actual.  Magmatismo Originário de corpos magmáticos que ascendem ao longo da crusta e que libertam elevadas quantidades de energia que aquecem as rochas mais próximas. 9Professora Mª Isabel Henriques Calor: O calor pode ter diversas fontes:
  • 10. 10Professora Mª Isabel Henriques Calor:
  • 11. 11Professora Mª Isabel Henriques Calor - Proveniência do calor interno Calor interno da Terra – remanescente da formação da Terra e do decaimento dos minerais radioativos; Calor fornecido pelas intrusões magmáticas  Invade as rochas encaixantes e provoca reações metamórficas; Calor produzido pelas fricções dos movimentos orogénicos.
  • 12. 12Professora Mª Isabel Henriques Calor - Proveniência do calor interno Gradiente Geotérmico: Taxa de aumento da temperatura com a profundidade (ºC/km). Diminui com a profundidade. Grau Geotérmico: Número de metros que é necessário aprofundar, abaixo da zona de temperatura constante, para que a temperatura aumente 1 °C – é necessário percorrer 33 m para que a temperatura aumente 1ºC. (m/1°C) Aumenta com a profundidade. Gradiente Geotérmico (30°C/1km) Grau Geotérmico (33m/1°C) Crosta 20°C/1km 50m/1°C Manto Superior 10°C/1km 100m/1°C
  • 13. Fluxo geotérmico – quantidade de calor dissipado. Fluxo Geotérmico: É máximo nas dorsais oceânicas e mínimo nas fossas oceânicas.  O fluxo geotérmico é muito acentuado em fronteiras divergentes das placas (zonas de riftes);  Ao nível das fossas a crusta densa mergulha sobre o material menos denso, refundindo novamente. Professora Mª Isabel Henriques 13
  • 14. Professora Mª Isabel Henriques 14 Calor:
  • 15. 15Professora Mª Isabel Henriques Calor:
  • 16. Tensão / Pressão: No interior da Terra as rochas são sujeitas a dois tipos de tensão: • Tensão litostática (ou confinante) – resultante do peso da massa rochosa suprajacente; a partir de 3 Km de profundidade exerce-se igualmente em todas as direcções; faz diminuir o volume da rocha durante a metamorfização, aumentando a densidade dos minerais. • Tensão não litostática (ou dirigida) – resultante de forças tectónicas (compresisvas, distensivas ou de cisalhamento) e que produzem uma orientação preferencial de certos minerais. 16Professora Mª Isabel Henriques
  • 17. 17Professora Mª Isabel Henriques Tensão / Pressão: Pressão litostática (confinante): Resulta do peso das camadas superiores de material, explicando o aumento da pressão com a profundidade. O material fica sujeito a forças muito intensas em todas as direções e provocam a sua deformação. Afeta elevados volumes de rochas.
  • 18. 18Professora Mª Isabel Henriques Tensão / Pressão - Pressão litostática (confinante)
  • 19. 19Professora Mª Isabel Henriques Tensão / Pressão: Pressão não litostática (dirigida) As pressões são dirigidas, em resultado da atividade tectónica. Afeta elevados volumes de rocha. Origina a compressão, e alongação e por vezes rotação dos minerais numa determinada direcção.
  • 20. 20Professora Mª Isabel Henriques Tensão / Pressão - Pressão não litostática (dirigida)
  • 21. 21Professora Mª Isabel Henriques Tensão / Pressão - Pressão não litostática (dirigida)
  • 22. Fluidos circulantes: Durante o processo metamórfico as rochas podem estar em contacto com fluidos circulantes (soluções aquecidas e sob pressão) que reagem com elas alterando a sua composição química e mineralógica. Os fluidos circulantes, devido à sua elevada temperatura e reduzida viscosidade, circulam ao longo dos poros da rocha, aumentando os fenómenos metamórficos. 22Professora Mª Isabel Henriques
  • 23. Fluidos circulantes: 23Professora Mª Isabel Henriques http://www.uruguayeduca.edu.uy/Userfiles/P0001/File/Metamorfismo%20del%2 0fondo%20oceanico.swf
  • 25. 25Professora Mª Isabel Henriques Tempo: Todos os fenómenos relacionados com o metamorfismo ocorrem ao longo de um grande período de tempo. Os fenómenos metamórficos ocorrem de forma muito lenta, sendo os efeito do metamorfismo atingidos só ao fim de dezenas de milhões de anos.; Possibilita a reorganização mineralógica e os reajustamentos texturais e estruturais das rochas; Quanto maior o tempo de duração e atuação dos outros fatores:  maior o aumento de pressão e temperatura  maior o grau de metamorfismo
  • 26. 26Professora Mª Isabel Henriques Tempo:
  • 29. Mineralogia do metamorfismo Recristalização – formação de novos minerais devido à reorganização espacial das partículas constituintes dos minerais de uma rocha, quando fica submetida a novos parâmetros de pressão e de temperatura. 29Professora Mª Isabel Henriques
  • 31. Metamorfismo: recristalização mineralógica Os minerais são estáveis dentro de determinados valores de pressão e temperatura. O aumento da pressão e temperatura provoca a recristalização dos minerais, formando novos minerais mais estáveis. Todo este processo ocorre no estado sólido. A recristalização afecta: • a textura da rocha inicial, em que por exemplo os minerais podem orientar-se em função das pressões e sofrer variações significativas na sua dimensão. • a mineralogia, pois formam-se cristais de espécies minerais mais estáveis. 31Professora Mª Isabel Henriques
  • 33. Transformação polimórfica A composição da andaluzite, cianite e silimanite é idêntica (Al2SiO5) mas apresentam diferentes estruturas cristalinas. Estes minerais só existem nas rochas metamórficas e são bons indicadores das condições de pressão e temperatura do metamorfismo. 33Professora Mª Isabel Henriques
  • 34. Professora Mª Isabel Henriques 34 Recristalização
  • 35. Minerais-índice A sua presença na rocha metamórfica define os limites de pressão e temperatura em que esta foi formada.  Andaluzite – forma-se em condições de pressão e temperatura relativamente baixas.  Silimanite – forma-se a temperaturas muito elevadas.  Cianite – forma-se a pressões muito elevadas. 35Professora Mª Isabel Henriques
  • 38. Minerais metamórficos Comuns às rochas magmáticas – quartzo, feldspatos… Comuns às rochas sedimentares – calcite, dolomite… Exclusivos das rochas metamórficas – estarolite, andaluzite, epidoto, granada, silimanite, cordidierite, clorite… 38Professora Mª Isabel Henriques
  • 40. Graus de metamorfismo A presença de certos minerais permite inferir das condições que presidiram à sua formação determinando-se grau de metamorfismo. Baixo grau – Clorite, biotite… Médio grau – Granada, estaurolite… Alto grau – Silimanite. 40Professora Mª Isabel Henriques
  • 41. Graus de metamorfismo A definição dos graus de metamorfismo implica o uso de minerais índice, que indicam as condições de pressão e temperatura a que estiveram sujeitos. 41Professora Mª Isabel Henriques
  • 42. 42Professora Mª Isabel Henriques Tipos de Metamorfismo Regional Contacto Afundamento Impacto Dinâmico Hidrotermal Fundo oceânico
  • 43. 43Professora Mª Isabel Henriques Tipos de metamorfismos
  • 44. 44Professora Mª Isabel Henriques Tipos de metamorfismos
  • 45. Metamorfismo dinâmico ou cataclástico:  Ocorrem em zonas de falhas produzidas pelos movimentos das placas onde as rochas são transformadas por elevadas pressões.  Ocorre por exemplo em falhas ativas ou de cisalhamento, onde as pressões são extremamente elevadas mas as temperaturas são reduzidas. Professora Mª Isabel Henriques 45
  • 46. Metamorfismo de impacto:  Ocorre pelo efeito das ondas de choque produzidas pelo impacto de meteoritos.  No momento do impacto, geram- se ondas de choque no local do impacto, o que aumenta consideravelmente a pressão e a temperatura.  A alta temperatura provoca um metamorfismo de impacto com a formação de minerais a alta pressão. Professora Mª Isabel Henriques 46
  • 47. Professora Mª Isabel Henriques 47 Metamorfismo de afundamento:  Consiste na recristalização e reações entre minerais provocada principalmente pela carga das rochas suprajacentes a temperaturas baixas ou médias pode chegar a 300ºC.  Ocorre a partir dos 10 Km de profundidade.
  • 48. Metamorfismo hidrotermal: Resulta da percolação de águas quentes ao longo de fraturas e espaços intergranulares das rochas. Professora Mª Isabel Henriques 48
  • 49. Metamorfismo de fundo oceânico Ocorre nas vizinhanças dos rifts das cadeias meso-oceânicas, onde a crosta recém-formada e quente interage com a água fria do mar. Professora Mª Isabel Henriques 49
  • 50. Metamorfismo Regional:  Metamorfismo termodinâmico que afeta grandes extensões de crosta e está, em geral, associado à génese de cadeias montanhosas, quer em zonas de colisão de placas continentais, quer em zonas de subducção.  Devido às tensões, os minerais são reorientação em planos perpendiculares à direção das tensões aplicadas.  Esta reorientação define uma foliação que confere à rocha um aspeto característico.  Rochas como ardósias, filito, micaxisto e gnaisse resultam deste tipo de metamorfismo. Professora Mª Isabel Henriques 50
  • 51. Afecta elevados volumes de rocha, sendo o tipo de metamorfismo mais abundante. Ocorre principalmente ao longo dos limites convergentes de placas ou afundamento dos sedimentos nas bacias oceânicas. Metamorfismo regional 51Professora Mª Isabel Henriques Tipos de metamorfismos
  • 52. Metamorfismo de Contacto:  Metamorfismo experimentado pelas rochas adjacentes e uma intrusão magmática (formando-se uma aureola de metamorfismo).  O tipo de rocha encaixante, a quantidade de fluidos e a temperatura são factores determinantes do tipo de rocha metamórfica resultante.  Rochas como corneana, quartzito e mármore resultam deste tipo de metamorfismo. Professora Mª Isabel Henriques 52
  • 53. Professora Mª Isabel Henriques 53 Metamorfismo de Contacto:
  • 54. Professora Mª Isabel Henriques 54 Metamorfismo de Contacto:
  • 55. Professora Mª Isabel Henriques 55 Metamorfismo de Contacto:
  • 56. Professora Mª Isabel Henriques 56 Metamorfismo de Contacto:
  • 57. Ocorre na proximidade de intrusões magmáticas em função do aumento da temperatura. Afecta volumes de rocha relativamente reduzidos, nos limites convergentes de placas. Ocorre a formação de auréolas de metamorfismo. 57Professora Mª Isabel Henriques Metamorfismo de contacto
  • 59. Professora Mª Isabel Henriques 59
  • 60. Testemunho de um Processo de reciclagem geológica Professora Mª Isabel Henriques 60
  • 62. Textura das rochas Professora Mª Isabel Henriques 62
  • 63. Textura das rochas A textura das rochas metamórficas é determinada pelo tamanho, forma e arranjo dos seus minerais. As rochas metamórficas apresentam dois tipos principais de textura – textura foliada e textura não foliada ou granoblástica. Rochas metamórficas foliadas: xisto argiloso, ardósia, filito, xisto ou micaxisto e gnaisse. Rochas metamórficas não foliadas: corneana, quartzito e mármore. 63Professora Mª Isabel Henriques
  • 64. 64Professora Mª Isabel Henriques Rochas metamórficas foliadas
  • 65. Adaptações metamórficas 65Professora Mª Isabel Henriques quartzo/feldspato Uma rocha de composição granítica, por metamorfização, pode originar gnaisse, cuja textura é marcada pela presença de bandas alternadas de quartzo/feldspato e de biotite. biotite
  • 66. Textura das rochas – Foliação Propriedade das rochas metamórficas, resultante do alinhamento preferencial de certos minerais (por exemplo, tubulares) sob a acção de pressão não litostática, originando estruturas planares que se orientam segundo planos paralelos de modo penetrativo por toda a rocha. A clivagem xistenta, xistosidade e bando gnaissico são três tipos de foliação característicos de rochas de baixo, médio e alto grau de metamorfismo, respetivamente. 66Professora Mª Isabel Henriques
  • 67. Foliação característica de rochas de metamorfismo de baixo grau como resultado da orientação paralela de certos minerais face a forças compressivas, originando fissilidade evidente na rocha. Isto permite que a rocha se divida em lâminas mais ou menos paralelas sendo lisas ao tacto. 67Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas - Clivagem ardosífera ou clivagem xistenta Ardósia Filito
  • 68. Foliação característica de rochas de metamorfismo de médio grau em que as superfícies de fissilidade se apresentem mais brilhantes e irregulares devido ao maior desenvolvimento dos minerais micáceos. 68Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas - Xistosidade
  • 69. Tipo particular de foliação metamórfica, em rochas originadas em metamorfismo de alto grau, em que os minerais de cor clara (quartzo e feldspato) são segregados dos minerais lamelares (como as micas), produzindo um bandado característico. A fissilidade destas rochas é reduzida. 69Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas – Bandado gnaissico
  • 70. 70Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas
  • 71. 71Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas
  • 72. 72Professora Mª Isabel Henriques Textura das rochas - Xistosidade
  • 74. Rochas metamórficas não foliadas ou granoblástica  Rochas formadas por minerais com dimensões semelhantes a grânulos, em vez de formas alongadas e tabulares.  Normalmente formam-se a partir de rochas com um só mineral. Ex: corneana, quartzito, mármore. Professora Mª Isabel Henriques 74
  • 75. 75Professora Mª Isabel Henriques Rochas metamórficas não foliadas ou granoblástica
  • 76. 76Professora Mª Isabel Henriques Principais texturas metamórficas Foliada: origina-se pela orientação e alongamento dos cristais em planos aproximadamente paralelos. Não foliada: os cristais não crescem ao longo de direcções definidas e paralelas.
  • 77. 77Professora Mª Isabel Henriques Principais texturas metamórficas Foliada: origina-se pela orientação e alongamento dos cristais em planos aproximadamente paralelos. Não foliada: os cristais não crescem ao longo de direcções definidas e paralelas.
  • 78. Textura das rochas Professora Mª Isabel Henriques 78
  • 80. Professora Mª Isabel Henriques 80
  • 81. Professora Mª Isabel Henriques 81
  • 83. 83Professora Mª Isabel Henriques Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas
  • 84. Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas Placas continentais: Acumulação de sedimentos, que afundam e sofrem diagénese. Acima dos 100ºC inicia-se o metamorfismo de baixo grau e reduzida foliação. Pressão litostática. 84Professora Mª Isabel Henriques
  • 85. Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas Limites convergentes: Sedimentos sofrem afundamento e sujeitos a forças compressivas.  Zonas de subducção: •movimento da placa oceânica; •rochas sujeita as rochas a altas temperaturas e pressão não litostática. 85Professora Mª Isabel Henriques
  • 86. Limites convergentes: Sedimentos sofrem afundamento e sujeitos a forças compressivas. Limite convergente de duas placas continentais: •Espessamento da crusta continental; •Rochas sujeitas a elevadas pressões e temperaturas metamorfismo regional; •Fenómeno metamórfico mais comum – Andes e Himalaias. 86Professora Mª Isabel Henriques Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas
  • 87. Relação entre o metamorfismo e as placas tectónicas Limites convergentes: Sedimentos sofrem afundamento e sujeitos a forças compressivas. Limites convergentes: •Devido à presença de rochas magmática plutónicas; •Metamorfismo de contacto; •Com elevadas pressões mas a temperatura é o principal factor de metamorfismo; 87Professora Mª Isabel Henriques
  • 88. 88Professora Mª Isabel Henriques Baixo Alentejo
  • 89. 89Professora Mª Isabel Henriques Trás-os-montes
  • 90. Professora Mª Isabel Henriques 90 CARTA GEOLÓGICA DE PORTUGAL
  • 91. Professora Mª Isabel Henriques 91 CARTA GEOLÓGICA DE PORTUGAL
  • 92. Disciplina de Biologia e Geologia 11º Ano Professora: Isabel Henriques Apresentação Multimédia baseada no CIENTIC