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ano 13 #1 
SOMA 
1ª Fórum Internacional de 
Design Sustentável. 
Grande 
Celebração 
Dia da Árvore 
Exposição 
Gênesis 
Sebastião Salgado entra 
em cartaz no museu. 
edição 1 | ano 1 | grátis
editorial sumário 
• Semana Nascional de 
NOTÍCIA Ciência e Tecnologia | pág 10 
• Museu do Meio Ambiente 
celebra o dia da árvore | pág 9 • Gênesis entra em cartaz no 
museu do meio ambiente | pág 13 
AO LEITOR 
2 3 
Diretor Responsável 
Henrique Lins de Barros 
Coordenador Editorial 
Fernando Borges 
Redação 
Editora-Chefe: 
Ana Moura 
Textos: 
Museu do Meio Ambiente 
Texto de capa: 
Ana Moura e Priscila Silva 
Revisão e checagem: 
Priscila Silva 
Imagem de capa: 
Ana Moura 
Internet 
Museu do Meio Ambiente 
Publicidade 
Diretora comercial: 
Ana Moura 
Atendimento 
atendimento@mma.gov.br 
Contato 
Redação: 
Rua Jardim Botânico, 1008 - 
Jardim Botânico -RJ. 
CEP: 22460-000 
Telefone: 2294 6619 
O MUSEO 
• sobre o museo | pág 5 
CAPA - SOMA 
• 1º Fórum Internacional 
de Design Sustentável | pág 14 
EDUCATIVO 
• Atividades e oficinas | pág 19 
MEIO AMBIENTE EM DEBATE’ 
• Cine debate | pág 21 
• Conversas no museu | pág 21 
• Fórum ambientais | pág 22 
• Encontros com a pesquisa | pág 22 
MIDIOTECA 
• Midioteca e seu acervo | pág 25 
Na edição deste mês o foco é o 
Desing Sustentável. 
Você sabe o que isso significa? 
Parece um termo distante da realidade e do 
nosso cotidiano, mas está mais próximo de 
nós do que imagina. O Design Sustentável 
visa solucionar o impacto ambiental que os 
produtos que usamos podem causar. Ao longo 
de nossas páginas falaremos mais a respeito 
deste conceito contemporâneo. 
Com o objetivo de criar mais conscientização 
social e difundir ainda mais o tema, neste mês 
o Museu do Meio Ambiente sediará o evento 
SOMA, uma junção de profissionais e alunos 
da área de Design que realizarão o Iº Fórum de 
Design Sustentável. 
Conheça os detalhes do evento, quem serão os 
palestrantes e empresas parceiras. 
Boa Leitura! 
Ana Moura 
Editora-Chefe 
anamoura@mma.gov.br
5 
Primeiro da América Latina de-dicado 
integralmente à temáti-ca 
socioambiental, o Museu do 
Meio Ambiente é um espaço 
pioneiro de exposições, pro-gramas 
educativo e de debates 
voltados para a participação 
ativa e a construção conjunta 
de conhecimento da sociedade. 
Missão 
Promover a participação ativa 
e consciente da sociedade no 
debate das questões socioam-bientais 
através da construção 
conjunta de conhecimentos e 
do fortalecimento da cidadania. 
Visão 
Ser referência museológica 
nacional e internacional e de 
espaço de diálogo com a socie-dade 
sobre problemas, soluções, 
oportunidades, desafios e estra-tégias 
para a sustentabilidade da 
vida e das atividades humanas. 
Objetivos 
Colaborar para a conservação da 
biodiversidade e a viabilização 
da sustentabilidade na relação 
entre as pessoas e o planeta a 
partir de exposições, atividades 
educativas e espaços de debate 
com abordagem transdisciplinar 
e participativa, acolhendo as di-ferenças 
e características cultu-rais 
dos diversos públicos. 
O Museu do Meio Ambiente 
é subordinado à Presidência 
do Jardim Botânico do Rio 
de Janeiro, autarquia pública 
federal vinculada ao Minis-tério 
do Meio Ambiente e 
referência internacional na 
produção científica. Com um 
público de cerca de 600 mil 
visitantes por ano, o Jardim 
Botânico é dos espaços de 
lazer e cultura mais queridos 
dos cariocas. Inaugurado em 
julho de 2008, ano da come-moração 
do bicentenário do 
Jardim Botânico, o Museu do 
Meio Ambiente passou por 
uma reforma geral entre 2010 
e 2012 e reabre em modernas 
instalações, aptas a receber 
exposições de alto nível e a 
oferecer excelentes condições 
para a visitação. 
“Primeiro da América 
Latina dedicado 
integralmente à 
temática socioambiental” 
o museu
7 
www.zebumidias.com.br
Trilha das Árvores Nobres 
Em um passeio interpretativo 
pelo arboreto, junto aos guias do 
Jardim Botânico, os participan-tes 
observam 27 espécies, das 
florestas atlântica e amazônica, 
aprendendo curiosidades sobre 
a seringueira, mogno, pau-brasil, 
sumaúma, entre outras. 
Grupo sai do Centro de Visitantes 
nos dias 20 e 21.9, às 14h e 15h30. 
Exibição de A Árvore da 
Música seguida de debate 
O premiado documentário A Ár-vore 
da Música, de Otávio Ju-liano, 
abre a discussão sobre a 
preservação ambiental através da 
estreita relação entre a natureza e 
a música. Após a sessão, pesqui-sadores 
do JBRJ debatem o filme, 
discorrendo sobre o histórico de 
desgastes ambientais no Brasil e 
estratégias de conservação. 
A exibição e o debate acontecem 
no dia 20.9, às 14h30, no Museu 
do Meio Ambiente. 
Debate ao ar livre 
Em um encontro ao ar livre no 
Espaço de Clarice Lispector, 
pesquisadores conversam sobre 
aspectos relacionados ao tema 
árvores e ensinam aos visitantes 
os cuidados necessários para 
garantir a saúde das plantas. 
Conversa acontece no Espaço de 
Clarice Lispector, dia 20/9, às 16h. 
No Dia da Árvore, visitantes 
poderão plantar mudas 
No sábado, 21.9, os visitantes 
que comprarem seus ingressos 
das 8h às 9h30 na bilheteria 
do Jardim recebem senhas 
para participar do sorteio, que 
acontece durante um passeio 
pelo arboreto junto à Equipe do 
Núcleo Educativo do Museu do 
Meio Ambiente. Os ganhadores 
terão a oportunidade de deixar 
sua marca em uma das mais 
amadas instituições históricas 
do país e recebem um certifi-cado 
de plantadores, ficando 
nos registros do Jardim. Um 
segundo sorteio elege 30 parti-cipantes 
para receberem mudas 
de espécies nativas. 
notícias 
MUSEU DO MEIO AMBIENTE 
CELEBRA O DIA DA ÁRVORE 
com exibição de filme e debate 
9
SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 
10 11 
De 21 a 27 de outubro, a 
Semana Nacional de Ciência e 
Tecnologia (SNCT) leva conhe-cimento 
a diferentes pontos 
do Brasil. Em 2013, em função 
dos grandes eventos espor-tivos 
que o Brasil vai sediar, 
o tema da SNCT é “Ciência, 
Saúde e Esporte”. O objetivo 
é mostrar ao público como a 
ciência e a tecnologia são hoje 
elementos essenciais nesse 
domínio, particularmente nos 
esportes de alto desempenho. 
Assim, as ações da SNCT 
exploram o aprendizado sobre 
o funcionamento do corpo 
humano nos esportes, nos 
exercícios, nos movimentos e 
na sua relação com o ambien-te 
externo, do ponto de vista 
da ciência. 
O Museu do Meio Ambien-te 
não podia ficar de fora e 
organizou atividades voltadas 
para agitar o período. Ativi-dades 
lúdicas que abordam 
desde os princípios da foto-grafia 
às etapas do trabalho 
botânico compõem a progra-mação, 
que acontece em um 
estande instalado na tenda 
principal, localizada no Largo 
das Tartarugas. Câmera Mons-tro, 
Caixa Montante, Áreas 
de risco, Maleta de cheiros, 
Maleta botânica, Maleta de 
resíduos, Placas táteis são 
só algumas das brincadeiras 
organizadas pelo Núcleo Edu-cativo 
do Museu. 
Confira a Programação 
do Jardim Botânico do 
Rio de Janeiro. 
No Jardim Botânico do Rio 
de Janeiro, as atividades 
começam no dia 23/10. Dez 
instituições de pequisa pro-movem 
atividades em uma 
tenda montada no Largo das 
Tartarugas. Jardim Botânico 
do RJ, Cedae, Instituto Ci-ência 
Hoje, Embrapa Solos, 
Finep, Indústrias Nucleares 
do Brasil – INB, Instituto Ge-ociência 
da UFRJ / Museu da 
Geodiversidade, Museu do 
Índio e TRT-RJ realizam ações 
lúdicas e educativas no intui-to 
de aproximar os visitantes 
da ciência de forma simples 
divertida e didática. 
notícias 
reflete sobre a ciência aplicada à saúde e ao esporte 
A exibição de filmes da Mos-tra 
“Ver Ciência SNCT 2013” 
também está prevista. Produ-ções 
brasileiras e internacio-nais 
foram selecionadas em 
conjunto com o Ministério do 
Meio Ambiente sobre as te-máticas 
de “Ciência, Saúde e 
Esporte”. A exibição acontece 
na Sala Multimídia do Museu 
do Meio Ambiente, articulada 
com atividades interativas 
que ocorrem em seguida. 
Atividades ao ar livre 
Entre os destaques da pro-gramação, 
o Projeto de 
Conservação da Fauna do 
JBRJ organizou uma série 
de passeios e trilhas. No dia 
24/10, das 9h às 11h, a Trilha 
na Mata Atlântica sai do Solar 
da Imperatriz em direção a 
cachoeira da Grutinha. Um 
dos objetivos do passeio, que 
tem em seu desenho bate-pa-pos 
sobre o ambiente e seus 
habitantes selvagens, é am-pliar 
a percepção dos visitan-tes 
de que o espaço urbano é 
dividido entre seus habitan-tes 
humanos e não humanos, 
que vivem em simbiose. 
notícias 
O tradicional passeio notur-no 
pelo arboreto acontece 
no mesmo dia, das 18h30 às 
20h30, e permite ao visitante 
observar anfíbios, morcegos e 
outros animais. O trajeto dura 
cerca de 1 hora, com paradas 
orientadas para visualização 
de animais e para apreciação 
dos sons do Arboreto. 
No domingo, 27/10, ninguém 
fica parado. Das 14h às 15h, 
é ministrada uma dinâmica 
de ginástica natural, modali-dade 
baseada nos movimen-tos 
dos animais. 
As três atividades são gratui-tas 
e exigem inscrição pré-via 
através do telefone: (21) 
3874-1808. Programação da 
tenda – Largo das Tartarugas 
Na tenda, local em que a 
maior parte das atividades 
acontecem, o Instituto Ciên-cia 
Hoje preparou jogos, con-tação 
de histórias e outros 
experimentos divertidos. Já 
a Cedae exibe a exposição 
“miniETA e Serviços Agua-deiros”, 
que explana o funcio-namento 
de uma miniesta-ção 
de tratamento de água. 
A Embrapa Solos traz uma 
exposição temática sobre a 
tecnologia empregada no 
manejo e conservação de 
solo e na recuperação de áre-as 
degradadas, estimulando 
o aprendizado sobre temas 
ligados a origem, diversi-dade, 
características físicas, 
químicas e mineralógicas do 
solo, assim como composta-gem, 
erosão e tintas. 
Na área destinada ao Ins-tituto 
de Pesquisas Jardim 
Botânico do Rio de Janeiro, 
os visitantes aprendem um 
pouco sobre um dos princi-pais 
recursos de pesquisa 
botânica: o herbário. Um 
curta-metragem explica o
notícias notícias 
No estande da Finep, pode-se 
observar o funcionamento de 
um dos mais novos produtos 
financiados pela instituição: 
uma bicicleta com suspensão 
hidropneumática com possi-bilidades 
de regulagem, que 
proporciona aos portadores 
de necessidades especiais a 
possibilidade de customizar 
o equipamento para o uso. 
A Finep distribui ainda uma 
revista voltada para o público 
infantil sobre saúde e esporte. 
Na exposição da INB, o ciclo 
do combustível nuclear 
está no centro de reflexão. 
Um protótipo do elemento 
combustível, produto que 
abastece as usinas nucleares 
brasileiras, é explicado em 
banners sobre as atividades 
da empresa e em vídeos 
institucionais. O Instituto Ge-ociência 
da UFRJ/ Museu da 
Geodiversidade não poderia 
ficar de fora e, em seu estan-de, 
trata de temas relaciona-dos 
a sua área de atuação, 
exibindo peças de geologia, 
paleontologia e mineralogia, 
além de organizar uma ofici-na 
de desenhos e atividades 
12 13 
educativas. 
A exposição Fotográfica 
“Crianças Indígenas” traz 41 
imagens de várias etnias e 
faz parte da programação do 
Museu do Índio. 
Centro de Visitantes 
Apresentações de esquetes e 
de música popular brasileira 
foram organizadas pelo TRT, 
que também expõe fotogra-fias. 
No dia 25/10, às 16h, uma 
apresentação de dança agita a 
programação. No dia seguinte, 
cotidiano dos pesquisado-res, 
o processo de coleta e 
montagem de exsicatas e o 
armazenamento correto das 
plantas. De modo a aproxi-mar 
o visitante da pesquisa, 
a Dipeq expõe sementes 
para visualização pelo públi-co, 
que poderá perceber sua 
grande variedade de formas 
e tamanhos. Uma exposição 
de fotografias e a exibição de 
um filme sobra a flora exis-tente 
no Monumento Natural 
das Ilhas Cagarras também 
está na programação. 
O Laboratório de Fitossani-dade 
do JBRJ realiza ações 
sobre o comportamento dos 
insetos e seu papel na natu-reza. 
Gavetas entomológicas 
exibem exemplares de in-setos 
e não insetos e vídeos 
sobre a vida destes seres 
informam o público sobre 
suas adaptações e relação 
ao ambiente. Com o uso 
de lupas e microscópio, os 
visitantes têm a oportunida-de 
de manusear artrópodes 
como besouros e aranhas, 
desmistificando o medo des-tes 
seres vivos. Os visitantes 
brincam, desenham, mon-tam 
quebra cabeças, além de 
observarem a confecção de 
desenhos artísticos e científi-co 
relacionados aos insetos e 
outros artrópodes. 
Uma apresentação de Terapia 
Floral está prevista para as 
16h. Já no dia 27/10, às 16h, 
uma apresentação de teatro de 
fantoches promove reflexão 
sobre o aquecimento global. 
O Centro de Visitantes orga-nizou 
visitas guiadas a pé em 
percurso onde serão interpre-tados 
pontos relevantes dos 
recursos naturais, culturais e 
históricos. O percurso tem a 
duração de aproximadamen-te 
1h e 30min, de 2ª à 6ª com 
saídas do Centro de Visitan-tes 
às 10hs e 14hs. Além do 
passeio ao ar livre, o espaço 
abrigará maquete, vídeo e 
explanação sintetizada sobre 
as atividades interpretativas 
e de atendimento ao público 
realizadas no Jardim Botâni-co 
do Rio de Janeiro. 
Casa Pacheco Leão 
“Educação, Ambiente e So-ciedade” 
é tema de exposição 
composta de trabalhos reali-zados 
pelos alunos do curso 
de extensão em Educação 
Ambiental, no Laboratório 
Didático do SEA (Serviço de 
Educação Ambiental) no perí-odo 
de 23 a 26 de outubro. 
As atividades acontecem de 
23 a 27/10 das 9h às 17h. 
O Estacionamento ficará 
fechado de 23 a 27/10, para 
a realização de atividades da 
SNCT no pólo Jardim Botâni-co 
do Rio de Janeiro. Possi-bilidades 
de estacionamento 
nos arredores: Jockey Clube 
e Praça Santos Dumont. 
GÊNESIS ENTRA EM CARTAZ NO MUSEU 
DO MEIO AMBIENTE 
GENESIS: jornada fotográfi-ca 
de Sebastião Salgado 
Um retrato das belezas de 
um mundo intocado e imu-ne 
às radicais mudanças 
ambientais e sociais que 
transformam o planeta. Este 
é o projeto GENESIS, expo-sição 
do fotógrafo Sebastião 
Salgado, resultado de uma 
jornada empreendida pelo 
autor a cantos intocados do 
globo, em cartaz no Museu 
do Meio Ambiente entre os 
dias 29.05 a 26.08. 
GENESIS é a terceira explo-ração 
de longa duração do 
fotógrafo, depois da série 
Trabalhadores e Êxodos. 
“Uma jornada às paisagens 
terrestres e aquáticas, às 
pessoas e aos animais que 
permaneceram intocados, 
preservados do mundo ace-lerado 
dos nossos dias. Um 
testemunho de que nosso 
planeta ainda abriga vastas 
e remotas regiões onde a 
natureza reina em silenciosa 
e imaculada majestade”, des-creve 
Sebastião Salgado. 
A mostra traz ao Museu do 
Meio Ambiente 245 imagens 
que prometem tirar o fôlego 
dos visitantes, ao mesmo 
tempo em que ressaltam as 
radicais mudanças ambien-tais 
que impactam nossa 
paisagem natural. 
O fotógrafo, que tradicional-mente 
trabalha com imagens 
em preto-e-branco, repete a 
técnica em GENESIS. Ao lon-go 
de oito anos, viajou por 
mais de 30 lugares, exploran-do 
ambientes remotos e de 
difícil acesso. Antártica, Ilhas 
Galápagos, África e Alasca 
são alguns dos cenários 
que ambientaram as cenas 
retratadas. As imagens con-solidam 
aquilo que o próprio 
autor considera como uma 
carta de amor ao planeta. 
13
Neste mês de Dezembro, 
acontecerá no Museu do 
Meio Ambiente, no Jardim 
Botânico do Rio de Janeiro, 
o 1º Fórum Internacional de 
Design Sustentável - SOMA 
- que contará com a par-ticipação 
de profissionais 
da área, ambientalistas, e 
estudantes de design, bem 
como palestrantes que 
representarão as empresas 
parceiras do evento. 
O tema central dos debates 
e palestras será Desing 
Sustentável. Atualmente, 
um número cada vez maior 
de empresas passa a en-tender 
que este campo do 
conhecimento pode ser 
bastante útil também no 
desenho de processos, na 
construção da experiência 
do usuário e nas questões 
ligadas à sustentabilidade. 
O chamado design sus-tentável 
busca desenhar 
produtos e serviços que 
estejam em sintonia com 
as questões ambientais 
e ecológicas não apenas 
durante a sua produção e 
consumo, mas também no 
descarte, na sua recicla-gem 
ou na reutilização. O 
objetivo é não só discutir, 
mas criar uma consciência 
social acerca da importân-cia 
disso. 
Os palestrnates serão: 
Amon da Zebu Mídias - 
empresa que desenvolve a 
comunicação desenvolven-do 
princípios da sustenta-bilidade: 
redução, reutiliza-ção 
e reciclagem. 
Andrea Carvalho, da Papel 
Semente - Criada em maio 
de 2009, a empresa produz 
um papel artesanal e ecoló-gico 
que recebe sementes 
de flores durante seu pro-cesso 
de fabricação. 
Brian Dougherty, da Celery 
Institute Collaborative - es-túdio 
focado na criação de 
comunicações que tenham 
um impacto positivo no 
mundo, fazendo design 
verde de ponta e marca 
trabalho de estratégia em 
muitos meios de comuni-cação. 
Fred Gelli, da Tátil Design 
- empresa de consultoria 
de estratégia, construção 
e gestão de marcas que 
usa o design e o branding 
para criar conexões sus-tentáveis 
entre pessoas e 
marcas. 
Henrique Lins de Barros, do 
Museu do Meio Ambien-te 
- Um espaço pioneiro de 
exposições, programas edu-cativo 
e de debates voltados 
para a participação ativa e 
a construção conjunta de 
conhecimento da sociedade. 
14 15 
Susi Paiva, da Rio Eco 
Consciente - uma empresa 
especializada em soluções 
para o consumo sustentá-vel, 
baseada nos princípios 
do Comércio Justo. Contan-do 
com uma equipe capa-citada 
e de qualidade que 
visa a total satisfação do 
cliente. 
Equipe da Reciclar Design 
- uma empresa fundada 
deste 1996. criando e pro-duzindo 
brindes em mate-rial 
reciclado. Com o com-prometimento 
de gestão de 
negócios sustentáveis e o 
engajados em projetos de 
cunho social e educativo. 
Equipe Recicloteca - É um 
Centro de Informações 
sobre Reciclagem e Meio 
Ambiente criado pela ONG 
Ecomarapendi. Foi pla-nejada 
com o objetivo de 
difundir informações sobre 
as questões ambientais, 
com ênfase na redução, 
reaproveitamento e recicla-gem 
de resíduos. 
Iº FÓRUM 
INTERNACIONAL 
DE DESIGN 
SUSTENTÁVEL 
capa - soma
^ 
R. Jardim Botânico, 1008 
Jardim Botânico 
Rio de Janeiro 
Seguna à Domingo 
08:00 ás 17:00 
(21) 3874-1808 
E teremos a extreia do 
livro “DESIGN GRÁFICO 
SUSTENTÁVEL” de Brian 
Dougherty, que conta sobre 
questões que, inicialmen-te, 
parecem amplamente 
difundidas na cultura pro-jetual 
dos designers gráfi-cos. 
Ele aprofunda certos 
assuntos pertinentes e que 
nem sempre são conhe-cidos 
ou cuidadosamente 
analisados por grande parte 
dos designers. Os proces-sos 
de descarte de papel e 
plástico, dois dos materiais 
mais utilizados pelos pro-fissionais 
de design, e as 
pesquisas de matérias-pri-mas 
menos agressivos ao 
ambiente, entre eles. Mas o 
livro mostra bem que a fun-ção 
do designer, em relação 
à sustentabilidade, não é 
apenas a escolha dos ma-teriais. 
Ele fala que há três 
formas distintas de pensar 
no papel do designer grá-fico: 
como manipulador de 
materiais, como criador de 
mensagens e como agente 
de mudanças. 
O autor mostra a importân-cia 
do design, trabalhando 
junto com o cliente, para o 
desenvolvimento de uma 
marca baseada em valores 
(branding), a responsabilidade 
empresarial, as realidades do 
descompasso ecológico e a 
popularização da ecologia. 
O livro apresenta a metodo-logia 
de projeto utilizada pela 
Celery, que consiste em pensar 
na vida útil do produto de trás 
para frente, ou seja, do seu 
descarte até a sua elaboração. 
É nessa linha de raciocínio que 
ele desenvolve as discussões, 
fazendo uso de alguns proje-tos 
realizados pela empresa, 
os problemas enfrentados, as 
soluções, os êxitos e as falhas, 
o que torna palpáveis e mais 
fáceis de serem compreendi-dos 
os temas abordados. 
Uma das questões centrais 
do livro, que o autor ressalta 
em diversos momentos, é a 
necessidade de maior par-ticipação 
dos designers nas 
tomadas de decisões das 
empresas. É responsabilidade 
do designer sugerir, colaborar 
e alertar seus clientes para a 
construção das estratégias 
da marca e/ou determinado 
produto. Para Dougherty, o 
designer gráfico é um dos 
principais agentes de mudan-ça, 
responsável pela criação 
da forma do produto (como 
suporte de comunicação) e, 
sobretudo, por exercer grande 
influência no modo como os 
usuários interagem com ele. 
Ao longo do livro, algumas 
observações pertinentes são 
acrescentadas mostrando um 
pouco da nossa realidade. 
No final, o apêndice à edição 
brasileira traz referências dos 
materiais encontrados no 
Brasil, como papéis, tintas e 
gráficas certificadas. 
A edição brasileira tem algu-mas 
adaptações em relação 
ao original americano. O livro 
se inicia com o prefácio escri-to 
pela jornalista especializada 
em design, Adélia Borges. 
Vejam o prefácio no site dela. 
Design Gráfico Sustentável 
apresenta e discute questões 
fundamentais e, ainda hoje, 
pouco presentes no dia-a-dia 
dos designers. Faz isso apre-sentando 
os cases de sua 
empresa e compartilhando 
dados de pesquisas de mate-riais 
e processos produtivos 
sustentáveis. É leitura obriga-tória 
para estudantes, recém 
formados e profissionais de 
diversas áreas relacionadas a 
comunicação e produção de 
materiais impressos. 
Sobre o autor 
Brian Dougherty é o diretor de 
criação do escritório Celery. 
Ele orienta os clientes através 
do processo criativo, indo fun-do 
na particularidades de cada 
empres,a para encontrar inspi-ração 
para novas soluções 
de design. Ele facilita oficinas 
colaborativas de criação onde 
trabalha às fases iniciais de 
desenvolvimento do projeto. 
Brian também supervisiona a 
equipe de designers da Celery 
em Berkeley como desenvol-ver 
e produzir projetos para 
impressão, web, embalagem 
e ambientes. 
16 
capa - soma
19 
educativo 
Leque de atividades de 
diferentes linguagens e 
expressões culturais que 
promovem a mediação entre 
os diversos conteúdos do 
Museu e seu variado públi-co. 
O Programa Educativo 
busca construir uma relação 
entre os participantes e os 
temas abordados, através de 
vivências sensoriais e ações 
diretas, estimulando a refle-xão 
e o interesse acerca das 
questões ambientais. 
As atividades e oficinas 
acontecem em um espaço 
apelidado de Viveiro que, 
por definição, significa “local 
onde se semeia”. É aqui que 
se dão as experimentações e 
vivências lúdicas, com técni-cas 
e suportes diversificados. 
Diferente do objetivo da 
maioria dos jogos, as dinâ-micas 
do Museu do Meio 
Ambiente não têm como fim 
estabelecer um ganhador. 
Tapetes-jogos, jogos de 
tabuleiro, de cartas, de ela-boração 
de histórias e cons-truções 
de cenários e com 
personagens foram elabora-dos 
para que os grupos se-jam 
transportados para situa-ções 
com diferentes graus 
de complexidade e elaborem 
saídas apropriadas. 
O Museu não tem a palavra 
final, nem a resposta certa. 
As ações das pessoas sobre o 
ambiente têm sempre impac-tos, 
positivos e negativos. 
Cabe ao jogador, ou à equipe 
de jogadores, discutir as me-lhores 
alternativas, planejan-do 
novos cenários, com seus 
prós e contras, em um exercí-cio 
democrático de negocia-ção 
e tomada de decisões. 
Entre as atividades previstas 
estão os Trajetos e as Ca-minhadas 
Mediadas, que 
acontecem na área verde do 
Jardim Botânico, traçando um 
diálogo entre as questões am-bientais 
do mundo contem-porâneo 
e a diversidade de 
espécies de plantas e animais 
encontrados na Instituição. 
Na Hora do conto falamos 
das culturas humanas que 
floresceram nas diversas 
paisagens. E nada melhor 
que uma boa história, re-cheada 
de mitos indígenas e 
afrodescendentes, lendas e 
saberes da nossa e de outras 
culturas. Nesse ambiente lú-dico, 
a contação de histórias 
utiliza a natureza como fonte 
de inspiração. 
Horários 
De terça a sexta-feira 
9H- TRAJETO 
10H- VIVEIRO 
11H- TRAJETO 
12H- VIVEIRO 
13H- TRAJETO 
14H- JOGOS 
15h- TRAJETO 
16h- VIVEIRO 
Sábados e Domingos: 
9h- TRAJETO 
10h- VIVEIRO 
11h- HORA DO CONTO 
12h- TRAJETO 
13h- VIVEIRO 
14h- JOGOS 
15h- HORA DO CONTO
21 
Meio ambiente em debate 
Programa dedicado à grande 
tela, com apresentação de 
filmes, documentários, anima-ções 
e séries que aproximam 
o público das questões am-bientais 
por meio da lingua-gem 
cinematográfica. Ao final 
das sessões, a sala de cinema 
vira espaço para debates, 
sempre com a participação de 
convidados especiais, como 
os diretores e produtores da 
obra ou especialistas nos 
temas abordados. 
Os principais debates am-bientais 
do momento, condu-zidos 
por atores qualificados 
de diversas áreas de atuação 
e abertos à ampla partici-pação 
do público. Este é o 
Conversas no Museu, evento 
do programa Meio Ambien-te 
em Debate do Museu do 
Meio Ambiente. 
A partir de olhares inusita-dos, 
como os de pesquisa-dores, 
representantes de 
ONGs, políticos, jornalistas, 
lideranças comunitárias, em-presários 
e artistas, o evento 
promove uma grande con-versa, 
em que público e de-batedores 
têm espaço para 
colocar em discussão os 
temas propostos e construir 
suas próprias conclusões. 
Quando: Terças-feiras, das 
10h às 12h. 
Desde fevereiro, o CineDebate 
recebe a mostra A Natureza 
no Cinema, com programa-ção 
adulta com curadoria e 
apresentação de Walter Lima 
Júnior aos sábados, 18h, e 
sessões infantis com curado-ria 
da jornalista Stefania Fer-nandes 
e apresentação dela e 
da atriz Sheyla Santanna aos 
domingos, 10h30. 
Após a exibição dos filmes de 
sábado, debates com media-ção 
de Walter Lima Júnior e, 
aos domingos, as crianças 
participam de atividades de 
assimilação de valores hu-manos 
com a participação 
do Programa Educativo do 
Museu. 
Cine Debate 
Conversa no museu
22 23 
Meio ambiente em debate 
Na sequência dos programas 
que buscam o contínuo diálo-go 
com a sociedade, o Museu 
do Meio Ambiente promove o 
Fórum Ambiental, encontros 
semanais mediados em que o 
público pode discutir – e votar 
– sobre os temas propostos, 
que ampliam a discussão so-bre 
os diferentes fatores que 
impactam o meio ambiente. 
A reflexão e o diálogo são 
exercitados de forma interati-va 
e estimulante. Após a apre-sentação 
dos temas e de seus 
múltiplos aspectos, o grupo 
é posto diante do desafio de 
uma votação eletrônica e sim-bólica, 
que coloca os partici-pantes 
no papel de tomadores 
de decisão. Os encontros têm 
cerca de 30 minutos. 
Em formato de entrevistas 
abertas à participação do 
público, os Encontros com 
a Pesquisa abrem espaço 
para que cientistas das mais 
diversas áreas de atuação 
na temática ambiental falem 
de seus trabalhos e de seus 
interesses pessoais. O even-to 
alterna com o Conversas 
no Museu os debates das 
manhãs de terça-feira do 
Programa Meio Ambiente 
em Debate. 
Quando: Terças-feiras, das 
10h às 12h 
Onde: Sala Multimídia 
Público: Acima de 12 anos 
O Museu conta com quatro 
fóruns: em Resíduos Sólidos, 
o Aterro Sanitário de Grama-cho, 
fechado no fim de junho 
de 2012 e alvo de diversas 
polêmicas, é o ponto de par-tida 
para uma discussão que 
propõe possíveis soluções e 
perspectivas para o depósito 
de lixo nas cidades. 
Em Biodiversidade, o debate 
coloca lado a lado a proteção 
dos ecossistemas e as pers-pectivas 
de desenvolvimento. 
Usando como exemplo as 
obras do Arco Metropolitano 
do Rio de Janeiro, que foram 
interrompidas devido à des-coberta 
de uma espécie nova 
de perereca na área, os parti-cipantes 
respondem a pergun-tas 
que contrapõem a impor-tância 
da proteção da espécie 
e os benefícios da obra. 
Conciliar sustentabilidade e 
crescimento urbano também 
é tema de um dos Fóruns. As 
transformações na cidade no 
último século e o consequente 
impacto ao meio ambiente e à 
qualidade de vida dos habitan-tes 
estão no centro do debate 
do Fórum Sustentabilidade. 
Em um mundo onde milhões 
continuam sem acesso de 
qualidade à água e que assiste 
a este recurso se extinguir, a 
preservação e a racionalização 
de seu uso são foco do Fórum 
Ambiental Água. 
O Fórum Ambiental acontece 
aos sábados e domingos, das 
16h às 17h. Livre, gratuito. 
Fórum ambientais 
Encontros com 
a pesquisa 
convite | cartões | tags | flyers | folders 
promoções | eventos | brindes | envelopes | embalagens 
(21) 3628-4001 
www.papelsemente.com.br | contato@papelsemente.com.br 
Av. Ernani do Amaral Peixoto, 36 sala 1201 Centro - Niterói - RJ
25 
Midiateca 
Com o objetivo de propiciar 
acesso e obtenção a infor-mações 
qualificadas sobre 
diversos temas ambientais, 
idealizamos uma Midiateca 
munida de doze computado-res, 
com interfaces desen-volvidas 
especialmente para 
o Museu do Meio Ambien-te. 
Este centro de consulta 
disponibiliza acesso a acer-vos 
próprios do Museu e 
de outras instituições reco-nhecidas 
pelas comunida-des 
museológica, botânica, 
ambiental e cultural. 
O mobiliário desenvolvido 
para a Midiateca permite a 
utilização dos terminais de 
acesso por estudantes, pes-quisadores 
e visitantes isola-dos 
ou em pequenos grupos, 
com o apoio da equipe do 
Museu. 
Acervo 
Inclui 14 mil registros foto-gráficos 
de momentos rele-vantes 
da história do Jardim 
Botânico do Rio de Janeiro e 
da pesquisa botânica, como 
expedições brasileiras e 
estrangeiras realizadas no 
país. Destaque para a coleção 
de negativos de vidro com 2 
mil imagens produzidas entre 
1900 e 1940. Outros acervos 
são apresentados aos usuá-rios, 
hospedados ou não no 
centro de dados do Museu, 
para que suas necessidades 
de informações e referências 
sejam atendidas. 
Horário: 10h às 17h. 
Tempo de uso: 30 minutos 
(caso haja terminais vazios, 
o usuário poderá continuar 
conectado, bastando comu-nicar 
ao monitor responsável 
pela sala). 
Capacidade: 12 usuários in-dividuais, 
ou grupos de 2 a 3 
pessoas por computador. 
Sala Multimídia 
É de 60 lugares. 
A entrada é gratuita, com obtenção 
de senha na recepção. 
Para públicos que venham em gru-po, 
como escolas e terceira idade, é 
necessário agendar a participação 
nas atividades.
Rua Miranda Valverde118 sala 101 
Botafogo 
Rio de Janeiro – RJ 
(21) 2551-6215 ou 2552-6393 
consulta@recicloteca.org.br 
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  • 1. ano 13 #1 SOMA 1ª Fórum Internacional de Design Sustentável. Grande Celebração Dia da Árvore Exposição Gênesis Sebastião Salgado entra em cartaz no museu. edição 1 | ano 1 | grátis
  • 2. editorial sumário • Semana Nascional de NOTÍCIA Ciência e Tecnologia | pág 10 • Museu do Meio Ambiente celebra o dia da árvore | pág 9 • Gênesis entra em cartaz no museu do meio ambiente | pág 13 AO LEITOR 2 3 Diretor Responsável Henrique Lins de Barros Coordenador Editorial Fernando Borges Redação Editora-Chefe: Ana Moura Textos: Museu do Meio Ambiente Texto de capa: Ana Moura e Priscila Silva Revisão e checagem: Priscila Silva Imagem de capa: Ana Moura Internet Museu do Meio Ambiente Publicidade Diretora comercial: Ana Moura Atendimento atendimento@mma.gov.br Contato Redação: Rua Jardim Botânico, 1008 - Jardim Botânico -RJ. CEP: 22460-000 Telefone: 2294 6619 O MUSEO • sobre o museo | pág 5 CAPA - SOMA • 1º Fórum Internacional de Design Sustentável | pág 14 EDUCATIVO • Atividades e oficinas | pág 19 MEIO AMBIENTE EM DEBATE’ • Cine debate | pág 21 • Conversas no museu | pág 21 • Fórum ambientais | pág 22 • Encontros com a pesquisa | pág 22 MIDIOTECA • Midioteca e seu acervo | pág 25 Na edição deste mês o foco é o Desing Sustentável. Você sabe o que isso significa? Parece um termo distante da realidade e do nosso cotidiano, mas está mais próximo de nós do que imagina. O Design Sustentável visa solucionar o impacto ambiental que os produtos que usamos podem causar. Ao longo de nossas páginas falaremos mais a respeito deste conceito contemporâneo. Com o objetivo de criar mais conscientização social e difundir ainda mais o tema, neste mês o Museu do Meio Ambiente sediará o evento SOMA, uma junção de profissionais e alunos da área de Design que realizarão o Iº Fórum de Design Sustentável. Conheça os detalhes do evento, quem serão os palestrantes e empresas parceiras. Boa Leitura! Ana Moura Editora-Chefe anamoura@mma.gov.br
  • 3. 5 Primeiro da América Latina de-dicado integralmente à temáti-ca socioambiental, o Museu do Meio Ambiente é um espaço pioneiro de exposições, pro-gramas educativo e de debates voltados para a participação ativa e a construção conjunta de conhecimento da sociedade. Missão Promover a participação ativa e consciente da sociedade no debate das questões socioam-bientais através da construção conjunta de conhecimentos e do fortalecimento da cidadania. Visão Ser referência museológica nacional e internacional e de espaço de diálogo com a socie-dade sobre problemas, soluções, oportunidades, desafios e estra-tégias para a sustentabilidade da vida e das atividades humanas. Objetivos Colaborar para a conservação da biodiversidade e a viabilização da sustentabilidade na relação entre as pessoas e o planeta a partir de exposições, atividades educativas e espaços de debate com abordagem transdisciplinar e participativa, acolhendo as di-ferenças e características cultu-rais dos diversos públicos. O Museu do Meio Ambiente é subordinado à Presidência do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, autarquia pública federal vinculada ao Minis-tério do Meio Ambiente e referência internacional na produção científica. Com um público de cerca de 600 mil visitantes por ano, o Jardim Botânico é dos espaços de lazer e cultura mais queridos dos cariocas. Inaugurado em julho de 2008, ano da come-moração do bicentenário do Jardim Botânico, o Museu do Meio Ambiente passou por uma reforma geral entre 2010 e 2012 e reabre em modernas instalações, aptas a receber exposições de alto nível e a oferecer excelentes condições para a visitação. “Primeiro da América Latina dedicado integralmente à temática socioambiental” o museu
  • 5. Trilha das Árvores Nobres Em um passeio interpretativo pelo arboreto, junto aos guias do Jardim Botânico, os participan-tes observam 27 espécies, das florestas atlântica e amazônica, aprendendo curiosidades sobre a seringueira, mogno, pau-brasil, sumaúma, entre outras. Grupo sai do Centro de Visitantes nos dias 20 e 21.9, às 14h e 15h30. Exibição de A Árvore da Música seguida de debate O premiado documentário A Ár-vore da Música, de Otávio Ju-liano, abre a discussão sobre a preservação ambiental através da estreita relação entre a natureza e a música. Após a sessão, pesqui-sadores do JBRJ debatem o filme, discorrendo sobre o histórico de desgastes ambientais no Brasil e estratégias de conservação. A exibição e o debate acontecem no dia 20.9, às 14h30, no Museu do Meio Ambiente. Debate ao ar livre Em um encontro ao ar livre no Espaço de Clarice Lispector, pesquisadores conversam sobre aspectos relacionados ao tema árvores e ensinam aos visitantes os cuidados necessários para garantir a saúde das plantas. Conversa acontece no Espaço de Clarice Lispector, dia 20/9, às 16h. No Dia da Árvore, visitantes poderão plantar mudas No sábado, 21.9, os visitantes que comprarem seus ingressos das 8h às 9h30 na bilheteria do Jardim recebem senhas para participar do sorteio, que acontece durante um passeio pelo arboreto junto à Equipe do Núcleo Educativo do Museu do Meio Ambiente. Os ganhadores terão a oportunidade de deixar sua marca em uma das mais amadas instituições históricas do país e recebem um certifi-cado de plantadores, ficando nos registros do Jardim. Um segundo sorteio elege 30 parti-cipantes para receberem mudas de espécies nativas. notícias MUSEU DO MEIO AMBIENTE CELEBRA O DIA DA ÁRVORE com exibição de filme e debate 9
  • 6. SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 10 11 De 21 a 27 de outubro, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) leva conhe-cimento a diferentes pontos do Brasil. Em 2013, em função dos grandes eventos espor-tivos que o Brasil vai sediar, o tema da SNCT é “Ciência, Saúde e Esporte”. O objetivo é mostrar ao público como a ciência e a tecnologia são hoje elementos essenciais nesse domínio, particularmente nos esportes de alto desempenho. Assim, as ações da SNCT exploram o aprendizado sobre o funcionamento do corpo humano nos esportes, nos exercícios, nos movimentos e na sua relação com o ambien-te externo, do ponto de vista da ciência. O Museu do Meio Ambien-te não podia ficar de fora e organizou atividades voltadas para agitar o período. Ativi-dades lúdicas que abordam desde os princípios da foto-grafia às etapas do trabalho botânico compõem a progra-mação, que acontece em um estande instalado na tenda principal, localizada no Largo das Tartarugas. Câmera Mons-tro, Caixa Montante, Áreas de risco, Maleta de cheiros, Maleta botânica, Maleta de resíduos, Placas táteis são só algumas das brincadeiras organizadas pelo Núcleo Edu-cativo do Museu. Confira a Programação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. No Jardim Botânico do Rio de Janeiro, as atividades começam no dia 23/10. Dez instituições de pequisa pro-movem atividades em uma tenda montada no Largo das Tartarugas. Jardim Botânico do RJ, Cedae, Instituto Ci-ência Hoje, Embrapa Solos, Finep, Indústrias Nucleares do Brasil – INB, Instituto Ge-ociência da UFRJ / Museu da Geodiversidade, Museu do Índio e TRT-RJ realizam ações lúdicas e educativas no intui-to de aproximar os visitantes da ciência de forma simples divertida e didática. notícias reflete sobre a ciência aplicada à saúde e ao esporte A exibição de filmes da Mos-tra “Ver Ciência SNCT 2013” também está prevista. Produ-ções brasileiras e internacio-nais foram selecionadas em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente sobre as te-máticas de “Ciência, Saúde e Esporte”. A exibição acontece na Sala Multimídia do Museu do Meio Ambiente, articulada com atividades interativas que ocorrem em seguida. Atividades ao ar livre Entre os destaques da pro-gramação, o Projeto de Conservação da Fauna do JBRJ organizou uma série de passeios e trilhas. No dia 24/10, das 9h às 11h, a Trilha na Mata Atlântica sai do Solar da Imperatriz em direção a cachoeira da Grutinha. Um dos objetivos do passeio, que tem em seu desenho bate-pa-pos sobre o ambiente e seus habitantes selvagens, é am-pliar a percepção dos visitan-tes de que o espaço urbano é dividido entre seus habitan-tes humanos e não humanos, que vivem em simbiose. notícias O tradicional passeio notur-no pelo arboreto acontece no mesmo dia, das 18h30 às 20h30, e permite ao visitante observar anfíbios, morcegos e outros animais. O trajeto dura cerca de 1 hora, com paradas orientadas para visualização de animais e para apreciação dos sons do Arboreto. No domingo, 27/10, ninguém fica parado. Das 14h às 15h, é ministrada uma dinâmica de ginástica natural, modali-dade baseada nos movimen-tos dos animais. As três atividades são gratui-tas e exigem inscrição pré-via através do telefone: (21) 3874-1808. Programação da tenda – Largo das Tartarugas Na tenda, local em que a maior parte das atividades acontecem, o Instituto Ciên-cia Hoje preparou jogos, con-tação de histórias e outros experimentos divertidos. Já a Cedae exibe a exposição “miniETA e Serviços Agua-deiros”, que explana o funcio-namento de uma miniesta-ção de tratamento de água. A Embrapa Solos traz uma exposição temática sobre a tecnologia empregada no manejo e conservação de solo e na recuperação de áre-as degradadas, estimulando o aprendizado sobre temas ligados a origem, diversi-dade, características físicas, químicas e mineralógicas do solo, assim como composta-gem, erosão e tintas. Na área destinada ao Ins-tituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, os visitantes aprendem um pouco sobre um dos princi-pais recursos de pesquisa botânica: o herbário. Um curta-metragem explica o
  • 7. notícias notícias No estande da Finep, pode-se observar o funcionamento de um dos mais novos produtos financiados pela instituição: uma bicicleta com suspensão hidropneumática com possi-bilidades de regulagem, que proporciona aos portadores de necessidades especiais a possibilidade de customizar o equipamento para o uso. A Finep distribui ainda uma revista voltada para o público infantil sobre saúde e esporte. Na exposição da INB, o ciclo do combustível nuclear está no centro de reflexão. Um protótipo do elemento combustível, produto que abastece as usinas nucleares brasileiras, é explicado em banners sobre as atividades da empresa e em vídeos institucionais. O Instituto Ge-ociência da UFRJ/ Museu da Geodiversidade não poderia ficar de fora e, em seu estan-de, trata de temas relaciona-dos a sua área de atuação, exibindo peças de geologia, paleontologia e mineralogia, além de organizar uma ofici-na de desenhos e atividades 12 13 educativas. A exposição Fotográfica “Crianças Indígenas” traz 41 imagens de várias etnias e faz parte da programação do Museu do Índio. Centro de Visitantes Apresentações de esquetes e de música popular brasileira foram organizadas pelo TRT, que também expõe fotogra-fias. No dia 25/10, às 16h, uma apresentação de dança agita a programação. No dia seguinte, cotidiano dos pesquisado-res, o processo de coleta e montagem de exsicatas e o armazenamento correto das plantas. De modo a aproxi-mar o visitante da pesquisa, a Dipeq expõe sementes para visualização pelo públi-co, que poderá perceber sua grande variedade de formas e tamanhos. Uma exposição de fotografias e a exibição de um filme sobra a flora exis-tente no Monumento Natural das Ilhas Cagarras também está na programação. O Laboratório de Fitossani-dade do JBRJ realiza ações sobre o comportamento dos insetos e seu papel na natu-reza. Gavetas entomológicas exibem exemplares de in-setos e não insetos e vídeos sobre a vida destes seres informam o público sobre suas adaptações e relação ao ambiente. Com o uso de lupas e microscópio, os visitantes têm a oportunida-de de manusear artrópodes como besouros e aranhas, desmistificando o medo des-tes seres vivos. Os visitantes brincam, desenham, mon-tam quebra cabeças, além de observarem a confecção de desenhos artísticos e científi-co relacionados aos insetos e outros artrópodes. Uma apresentação de Terapia Floral está prevista para as 16h. Já no dia 27/10, às 16h, uma apresentação de teatro de fantoches promove reflexão sobre o aquecimento global. O Centro de Visitantes orga-nizou visitas guiadas a pé em percurso onde serão interpre-tados pontos relevantes dos recursos naturais, culturais e históricos. O percurso tem a duração de aproximadamen-te 1h e 30min, de 2ª à 6ª com saídas do Centro de Visitan-tes às 10hs e 14hs. Além do passeio ao ar livre, o espaço abrigará maquete, vídeo e explanação sintetizada sobre as atividades interpretativas e de atendimento ao público realizadas no Jardim Botâni-co do Rio de Janeiro. Casa Pacheco Leão “Educação, Ambiente e So-ciedade” é tema de exposição composta de trabalhos reali-zados pelos alunos do curso de extensão em Educação Ambiental, no Laboratório Didático do SEA (Serviço de Educação Ambiental) no perí-odo de 23 a 26 de outubro. As atividades acontecem de 23 a 27/10 das 9h às 17h. O Estacionamento ficará fechado de 23 a 27/10, para a realização de atividades da SNCT no pólo Jardim Botâni-co do Rio de Janeiro. Possi-bilidades de estacionamento nos arredores: Jockey Clube e Praça Santos Dumont. GÊNESIS ENTRA EM CARTAZ NO MUSEU DO MEIO AMBIENTE GENESIS: jornada fotográfi-ca de Sebastião Salgado Um retrato das belezas de um mundo intocado e imu-ne às radicais mudanças ambientais e sociais que transformam o planeta. Este é o projeto GENESIS, expo-sição do fotógrafo Sebastião Salgado, resultado de uma jornada empreendida pelo autor a cantos intocados do globo, em cartaz no Museu do Meio Ambiente entre os dias 29.05 a 26.08. GENESIS é a terceira explo-ração de longa duração do fotógrafo, depois da série Trabalhadores e Êxodos. “Uma jornada às paisagens terrestres e aquáticas, às pessoas e aos animais que permaneceram intocados, preservados do mundo ace-lerado dos nossos dias. Um testemunho de que nosso planeta ainda abriga vastas e remotas regiões onde a natureza reina em silenciosa e imaculada majestade”, des-creve Sebastião Salgado. A mostra traz ao Museu do Meio Ambiente 245 imagens que prometem tirar o fôlego dos visitantes, ao mesmo tempo em que ressaltam as radicais mudanças ambien-tais que impactam nossa paisagem natural. O fotógrafo, que tradicional-mente trabalha com imagens em preto-e-branco, repete a técnica em GENESIS. Ao lon-go de oito anos, viajou por mais de 30 lugares, exploran-do ambientes remotos e de difícil acesso. Antártica, Ilhas Galápagos, África e Alasca são alguns dos cenários que ambientaram as cenas retratadas. As imagens con-solidam aquilo que o próprio autor considera como uma carta de amor ao planeta. 13
  • 8. Neste mês de Dezembro, acontecerá no Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o 1º Fórum Internacional de Design Sustentável - SOMA - que contará com a par-ticipação de profissionais da área, ambientalistas, e estudantes de design, bem como palestrantes que representarão as empresas parceiras do evento. O tema central dos debates e palestras será Desing Sustentável. Atualmente, um número cada vez maior de empresas passa a en-tender que este campo do conhecimento pode ser bastante útil também no desenho de processos, na construção da experiência do usuário e nas questões ligadas à sustentabilidade. O chamado design sus-tentável busca desenhar produtos e serviços que estejam em sintonia com as questões ambientais e ecológicas não apenas durante a sua produção e consumo, mas também no descarte, na sua recicla-gem ou na reutilização. O objetivo é não só discutir, mas criar uma consciência social acerca da importân-cia disso. Os palestrnates serão: Amon da Zebu Mídias - empresa que desenvolve a comunicação desenvolven-do princípios da sustenta-bilidade: redução, reutiliza-ção e reciclagem. Andrea Carvalho, da Papel Semente - Criada em maio de 2009, a empresa produz um papel artesanal e ecoló-gico que recebe sementes de flores durante seu pro-cesso de fabricação. Brian Dougherty, da Celery Institute Collaborative - es-túdio focado na criação de comunicações que tenham um impacto positivo no mundo, fazendo design verde de ponta e marca trabalho de estratégia em muitos meios de comuni-cação. Fred Gelli, da Tátil Design - empresa de consultoria de estratégia, construção e gestão de marcas que usa o design e o branding para criar conexões sus-tentáveis entre pessoas e marcas. Henrique Lins de Barros, do Museu do Meio Ambien-te - Um espaço pioneiro de exposições, programas edu-cativo e de debates voltados para a participação ativa e a construção conjunta de conhecimento da sociedade. 14 15 Susi Paiva, da Rio Eco Consciente - uma empresa especializada em soluções para o consumo sustentá-vel, baseada nos princípios do Comércio Justo. Contan-do com uma equipe capa-citada e de qualidade que visa a total satisfação do cliente. Equipe da Reciclar Design - uma empresa fundada deste 1996. criando e pro-duzindo brindes em mate-rial reciclado. Com o com-prometimento de gestão de negócios sustentáveis e o engajados em projetos de cunho social e educativo. Equipe Recicloteca - É um Centro de Informações sobre Reciclagem e Meio Ambiente criado pela ONG Ecomarapendi. Foi pla-nejada com o objetivo de difundir informações sobre as questões ambientais, com ênfase na redução, reaproveitamento e recicla-gem de resíduos. Iº FÓRUM INTERNACIONAL DE DESIGN SUSTENTÁVEL capa - soma
  • 9. ^ R. Jardim Botânico, 1008 Jardim Botânico Rio de Janeiro Seguna à Domingo 08:00 ás 17:00 (21) 3874-1808 E teremos a extreia do livro “DESIGN GRÁFICO SUSTENTÁVEL” de Brian Dougherty, que conta sobre questões que, inicialmen-te, parecem amplamente difundidas na cultura pro-jetual dos designers gráfi-cos. Ele aprofunda certos assuntos pertinentes e que nem sempre são conhe-cidos ou cuidadosamente analisados por grande parte dos designers. Os proces-sos de descarte de papel e plástico, dois dos materiais mais utilizados pelos pro-fissionais de design, e as pesquisas de matérias-pri-mas menos agressivos ao ambiente, entre eles. Mas o livro mostra bem que a fun-ção do designer, em relação à sustentabilidade, não é apenas a escolha dos ma-teriais. Ele fala que há três formas distintas de pensar no papel do designer grá-fico: como manipulador de materiais, como criador de mensagens e como agente de mudanças. O autor mostra a importân-cia do design, trabalhando junto com o cliente, para o desenvolvimento de uma marca baseada em valores (branding), a responsabilidade empresarial, as realidades do descompasso ecológico e a popularização da ecologia. O livro apresenta a metodo-logia de projeto utilizada pela Celery, que consiste em pensar na vida útil do produto de trás para frente, ou seja, do seu descarte até a sua elaboração. É nessa linha de raciocínio que ele desenvolve as discussões, fazendo uso de alguns proje-tos realizados pela empresa, os problemas enfrentados, as soluções, os êxitos e as falhas, o que torna palpáveis e mais fáceis de serem compreendi-dos os temas abordados. Uma das questões centrais do livro, que o autor ressalta em diversos momentos, é a necessidade de maior par-ticipação dos designers nas tomadas de decisões das empresas. É responsabilidade do designer sugerir, colaborar e alertar seus clientes para a construção das estratégias da marca e/ou determinado produto. Para Dougherty, o designer gráfico é um dos principais agentes de mudan-ça, responsável pela criação da forma do produto (como suporte de comunicação) e, sobretudo, por exercer grande influência no modo como os usuários interagem com ele. Ao longo do livro, algumas observações pertinentes são acrescentadas mostrando um pouco da nossa realidade. No final, o apêndice à edição brasileira traz referências dos materiais encontrados no Brasil, como papéis, tintas e gráficas certificadas. A edição brasileira tem algu-mas adaptações em relação ao original americano. O livro se inicia com o prefácio escri-to pela jornalista especializada em design, Adélia Borges. Vejam o prefácio no site dela. Design Gráfico Sustentável apresenta e discute questões fundamentais e, ainda hoje, pouco presentes no dia-a-dia dos designers. Faz isso apre-sentando os cases de sua empresa e compartilhando dados de pesquisas de mate-riais e processos produtivos sustentáveis. É leitura obriga-tória para estudantes, recém formados e profissionais de diversas áreas relacionadas a comunicação e produção de materiais impressos. Sobre o autor Brian Dougherty é o diretor de criação do escritório Celery. Ele orienta os clientes através do processo criativo, indo fun-do na particularidades de cada empres,a para encontrar inspi-ração para novas soluções de design. Ele facilita oficinas colaborativas de criação onde trabalha às fases iniciais de desenvolvimento do projeto. Brian também supervisiona a equipe de designers da Celery em Berkeley como desenvol-ver e produzir projetos para impressão, web, embalagem e ambientes. 16 capa - soma
  • 10. 19 educativo Leque de atividades de diferentes linguagens e expressões culturais que promovem a mediação entre os diversos conteúdos do Museu e seu variado públi-co. O Programa Educativo busca construir uma relação entre os participantes e os temas abordados, através de vivências sensoriais e ações diretas, estimulando a refle-xão e o interesse acerca das questões ambientais. As atividades e oficinas acontecem em um espaço apelidado de Viveiro que, por definição, significa “local onde se semeia”. É aqui que se dão as experimentações e vivências lúdicas, com técni-cas e suportes diversificados. Diferente do objetivo da maioria dos jogos, as dinâ-micas do Museu do Meio Ambiente não têm como fim estabelecer um ganhador. Tapetes-jogos, jogos de tabuleiro, de cartas, de ela-boração de histórias e cons-truções de cenários e com personagens foram elabora-dos para que os grupos se-jam transportados para situa-ções com diferentes graus de complexidade e elaborem saídas apropriadas. O Museu não tem a palavra final, nem a resposta certa. As ações das pessoas sobre o ambiente têm sempre impac-tos, positivos e negativos. Cabe ao jogador, ou à equipe de jogadores, discutir as me-lhores alternativas, planejan-do novos cenários, com seus prós e contras, em um exercí-cio democrático de negocia-ção e tomada de decisões. Entre as atividades previstas estão os Trajetos e as Ca-minhadas Mediadas, que acontecem na área verde do Jardim Botânico, traçando um diálogo entre as questões am-bientais do mundo contem-porâneo e a diversidade de espécies de plantas e animais encontrados na Instituição. Na Hora do conto falamos das culturas humanas que floresceram nas diversas paisagens. E nada melhor que uma boa história, re-cheada de mitos indígenas e afrodescendentes, lendas e saberes da nossa e de outras culturas. Nesse ambiente lú-dico, a contação de histórias utiliza a natureza como fonte de inspiração. Horários De terça a sexta-feira 9H- TRAJETO 10H- VIVEIRO 11H- TRAJETO 12H- VIVEIRO 13H- TRAJETO 14H- JOGOS 15h- TRAJETO 16h- VIVEIRO Sábados e Domingos: 9h- TRAJETO 10h- VIVEIRO 11h- HORA DO CONTO 12h- TRAJETO 13h- VIVEIRO 14h- JOGOS 15h- HORA DO CONTO
  • 11. 21 Meio ambiente em debate Programa dedicado à grande tela, com apresentação de filmes, documentários, anima-ções e séries que aproximam o público das questões am-bientais por meio da lingua-gem cinematográfica. Ao final das sessões, a sala de cinema vira espaço para debates, sempre com a participação de convidados especiais, como os diretores e produtores da obra ou especialistas nos temas abordados. Os principais debates am-bientais do momento, condu-zidos por atores qualificados de diversas áreas de atuação e abertos à ampla partici-pação do público. Este é o Conversas no Museu, evento do programa Meio Ambien-te em Debate do Museu do Meio Ambiente. A partir de olhares inusita-dos, como os de pesquisa-dores, representantes de ONGs, políticos, jornalistas, lideranças comunitárias, em-presários e artistas, o evento promove uma grande con-versa, em que público e de-batedores têm espaço para colocar em discussão os temas propostos e construir suas próprias conclusões. Quando: Terças-feiras, das 10h às 12h. Desde fevereiro, o CineDebate recebe a mostra A Natureza no Cinema, com programa-ção adulta com curadoria e apresentação de Walter Lima Júnior aos sábados, 18h, e sessões infantis com curado-ria da jornalista Stefania Fer-nandes e apresentação dela e da atriz Sheyla Santanna aos domingos, 10h30. Após a exibição dos filmes de sábado, debates com media-ção de Walter Lima Júnior e, aos domingos, as crianças participam de atividades de assimilação de valores hu-manos com a participação do Programa Educativo do Museu. Cine Debate Conversa no museu
  • 12. 22 23 Meio ambiente em debate Na sequência dos programas que buscam o contínuo diálo-go com a sociedade, o Museu do Meio Ambiente promove o Fórum Ambiental, encontros semanais mediados em que o público pode discutir – e votar – sobre os temas propostos, que ampliam a discussão so-bre os diferentes fatores que impactam o meio ambiente. A reflexão e o diálogo são exercitados de forma interati-va e estimulante. Após a apre-sentação dos temas e de seus múltiplos aspectos, o grupo é posto diante do desafio de uma votação eletrônica e sim-bólica, que coloca os partici-pantes no papel de tomadores de decisão. Os encontros têm cerca de 30 minutos. Em formato de entrevistas abertas à participação do público, os Encontros com a Pesquisa abrem espaço para que cientistas das mais diversas áreas de atuação na temática ambiental falem de seus trabalhos e de seus interesses pessoais. O even-to alterna com o Conversas no Museu os debates das manhãs de terça-feira do Programa Meio Ambiente em Debate. Quando: Terças-feiras, das 10h às 12h Onde: Sala Multimídia Público: Acima de 12 anos O Museu conta com quatro fóruns: em Resíduos Sólidos, o Aterro Sanitário de Grama-cho, fechado no fim de junho de 2012 e alvo de diversas polêmicas, é o ponto de par-tida para uma discussão que propõe possíveis soluções e perspectivas para o depósito de lixo nas cidades. Em Biodiversidade, o debate coloca lado a lado a proteção dos ecossistemas e as pers-pectivas de desenvolvimento. Usando como exemplo as obras do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, que foram interrompidas devido à des-coberta de uma espécie nova de perereca na área, os parti-cipantes respondem a pergun-tas que contrapõem a impor-tância da proteção da espécie e os benefícios da obra. Conciliar sustentabilidade e crescimento urbano também é tema de um dos Fóruns. As transformações na cidade no último século e o consequente impacto ao meio ambiente e à qualidade de vida dos habitan-tes estão no centro do debate do Fórum Sustentabilidade. Em um mundo onde milhões continuam sem acesso de qualidade à água e que assiste a este recurso se extinguir, a preservação e a racionalização de seu uso são foco do Fórum Ambiental Água. O Fórum Ambiental acontece aos sábados e domingos, das 16h às 17h. Livre, gratuito. Fórum ambientais Encontros com a pesquisa convite | cartões | tags | flyers | folders promoções | eventos | brindes | envelopes | embalagens (21) 3628-4001 www.papelsemente.com.br | contato@papelsemente.com.br Av. Ernani do Amaral Peixoto, 36 sala 1201 Centro - Niterói - RJ
  • 13. 25 Midiateca Com o objetivo de propiciar acesso e obtenção a infor-mações qualificadas sobre diversos temas ambientais, idealizamos uma Midiateca munida de doze computado-res, com interfaces desen-volvidas especialmente para o Museu do Meio Ambien-te. Este centro de consulta disponibiliza acesso a acer-vos próprios do Museu e de outras instituições reco-nhecidas pelas comunida-des museológica, botânica, ambiental e cultural. O mobiliário desenvolvido para a Midiateca permite a utilização dos terminais de acesso por estudantes, pes-quisadores e visitantes isola-dos ou em pequenos grupos, com o apoio da equipe do Museu. Acervo Inclui 14 mil registros foto-gráficos de momentos rele-vantes da história do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e da pesquisa botânica, como expedições brasileiras e estrangeiras realizadas no país. Destaque para a coleção de negativos de vidro com 2 mil imagens produzidas entre 1900 e 1940. Outros acervos são apresentados aos usuá-rios, hospedados ou não no centro de dados do Museu, para que suas necessidades de informações e referências sejam atendidas. Horário: 10h às 17h. Tempo de uso: 30 minutos (caso haja terminais vazios, o usuário poderá continuar conectado, bastando comu-nicar ao monitor responsável pela sala). Capacidade: 12 usuários in-dividuais, ou grupos de 2 a 3 pessoas por computador. Sala Multimídia É de 60 lugares. A entrada é gratuita, com obtenção de senha na recepção. Para públicos que venham em gru-po, como escolas e terceira idade, é necessário agendar a participação nas atividades.
  • 14. Rua Miranda Valverde118 sala 101 Botafogo Rio de Janeiro – RJ (21) 2551-6215 ou 2552-6393 consulta@recicloteca.org.br Educação Ambiental Reciclando Papéis Sociais Curso e Oficinas Coleta Seletiva