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Resíduos Hospitalares – UFCD6
Micaela Neves
Este trabalho foi proposto pela Formadora de UFCD6.
O objetivo principal é adquirir conhecimentos no âmbito da
gestão de resíduos hospitalares e dar a conhecer.
Introdução
RESÍDUOS HOSPITALARES
• São resíduos provenientes da prestação de
cuidados de saúde a seres humanos, que podem
constituir um fator de risco para profissionais de
saúde, doentes, saúde pública e ambiente em
geral.
• Estes resíduos são objetos de tratamento
apropriado, diferenciado, consoante os grupos a
que pertencem.
CLASSIFICAÇÃO/TRATAMENTO
DOS RESÍDUOS
A classificação dos resíduos assenta em 4 grupos:
• GRUPO I – Resíduos equiparados a urbanos;
• GRUPO II – Resíduos de uso clínico mas não contaminados;
• GRUPO III – Resíduos com risco biológico;
• GRUPO IV – Resíduos específicos (Ex: cortantes e
perfurantes).
GRUPO 1
Resíduos equiparados a urbanos - são aqueles que não
apresentam exigências no seu tratamento.
• Resíduos provenientes de serviços gerais (como de gabinetes,
salas de reunião, salas de convívio, instalações sanitárias,
vestiários, etc.);
• Resíduos provenientes de serviços de apoio (como oficinas,
jardins ,armazéns e outros);
• Embalagens e invólucros comuns (como papel, cartão, mangas
mistas, etc.);
• Resíduos provenientes da hotelaria da confeção e restos de
alimentos servidos a doentes não incluídos no grupo 3.
GRUPO 2
Resíduos hospitalares não perigosos – são aqueles que não estão
sujeitos a tratamentos específicos.
• Material ortopédico: talas, gessos e ligaduras gessadas não
contaminados e sem vestígios de sangue;
• Fraldas e resguardos descartáveis não contaminados e sem
vestígios de sangue;
• Material de proteção individual utilizado nos serviços gerais e
de apoio, com exceção do utilizado na recolha de resíduos;
• Embalagens vazias de medicamentos ou de outros produtos
de uso clínico;
• Frascos de soros não contaminados.
GRUPO 3
Resíduos hospitalares de risco biológico – são resíduos contaminados ou
suspeitos de contaminação.
• Todos os resíduos provenientes de quartos ou enfermarias de doentes
infeciosos ou suspeitos, blocos operatórios, sala de tratamentos, etc.;
• Todo o material utilizado em diálise;
• Resíduos que resultam da administração de sangue e derivados;
• Sistemas utilizados na administração de soros e medicamentos;
• Material ortopédico: talas , gessos e ligaduras gessadas contaminadas ou
com vestígios de sangue;
• Fraldas e resguardos descartáveis contaminados ou com vestígios de
sangue;
• Material de proteção individual utilizado em cuidados de saúde e serviços
de apoio geral em que haja contacto com produtos contaminados.
GRUPO 4
Resíduos hospitalares específicos – são resíduos de vários tipos
de incineração obrigatória.
• Peças anatómicas identificáveis, fetos e placentas;
• Cadáveres de animais de experiência laboratorial;
• Materiais cortantes e perfurantes: agulhas cateteres e todo o
material invasivo;
• Produtos químicos e fármacos rejeitados;
• Citostáticos.
CLASSIFICAÇÃO/TRATAMENTO
DOS RESÍDUOS
TRATAMENTO DOS RESÍDUOS HOSPITALARES
• Incineração – Os resíduos sólidos são submetidos a uma
gaseificação, após a qual, através reações de oxidação, são
obtidos sobretudo, dióxido de carbono e água.
• Desinfeção - Esta pode ser química ou térmica, podendo ser
realizada por um tratamento químico, por autoclavagem ou
por uma técnica de microondas. Este tipo de tratamento
permite que os resíduos resultantes do tratamento sejam
encaminhados para o circuito normal dos resíduos sólidos e
urbanos sem que a saúde pública seja colocada em causa.
• Desinfeção Química - A desinfeção química é utilizada,
maioritariamente, para a descontaminação de resíduos com
sangue, de resíduos provenientes de laboratórios de
microbiologia e, ainda, de líquidos orgânicos. Esta desinfeção
é feita através de vários processos que envolvem os resíduos
em soluções desinfetantes e germicidas. É realizada, também,
uma trituração (antes ou depois dos resíduos serem
envolvidos nas soluções) e uma compactação.
• Desinfeção Térmica - A desinfeção térmica pode ocorrer
através da autoclavagem ou de microondas. A autoclavagem é
definida como “um tratamento bastante usual que consiste
em manter o material contaminado a uma temperatura
elevada e em contacto com vapor de água, durante um
período de tempo suficiente para destruir potenciais agentes
patogénicos ou reduzi-los a um nível que não constitua risco.
Conclusão
Com a realização deste trabalho posso concluir que os
resíduos hospitalares constituem uma situação problemática
para a saúde pública e para o ambiente, uma vez que o seu
tratamento inadequado e a sua falta de acondicionamento
levam a que os vários subsistemas terrestres sejam postos em
perigo.
Assim sendo, posso também concluir que o tratamento e
gestão destes resíduos são muito importantes, já que são
asseguradas todas as condições de segurança.
Espero ter sido bastante informativa. 

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Residuos hospitalares

  • 1. Resíduos Hospitalares – UFCD6 Micaela Neves
  • 2. Este trabalho foi proposto pela Formadora de UFCD6. O objetivo principal é adquirir conhecimentos no âmbito da gestão de resíduos hospitalares e dar a conhecer. Introdução
  • 3. RESÍDUOS HOSPITALARES • São resíduos provenientes da prestação de cuidados de saúde a seres humanos, que podem constituir um fator de risco para profissionais de saúde, doentes, saúde pública e ambiente em geral. • Estes resíduos são objetos de tratamento apropriado, diferenciado, consoante os grupos a que pertencem.
  • 4. CLASSIFICAÇÃO/TRATAMENTO DOS RESÍDUOS A classificação dos resíduos assenta em 4 grupos: • GRUPO I – Resíduos equiparados a urbanos; • GRUPO II – Resíduos de uso clínico mas não contaminados; • GRUPO III – Resíduos com risco biológico; • GRUPO IV – Resíduos específicos (Ex: cortantes e perfurantes).
  • 5. GRUPO 1 Resíduos equiparados a urbanos - são aqueles que não apresentam exigências no seu tratamento. • Resíduos provenientes de serviços gerais (como de gabinetes, salas de reunião, salas de convívio, instalações sanitárias, vestiários, etc.); • Resíduos provenientes de serviços de apoio (como oficinas, jardins ,armazéns e outros); • Embalagens e invólucros comuns (como papel, cartão, mangas mistas, etc.); • Resíduos provenientes da hotelaria da confeção e restos de alimentos servidos a doentes não incluídos no grupo 3.
  • 6. GRUPO 2 Resíduos hospitalares não perigosos – são aqueles que não estão sujeitos a tratamentos específicos. • Material ortopédico: talas, gessos e ligaduras gessadas não contaminados e sem vestígios de sangue; • Fraldas e resguardos descartáveis não contaminados e sem vestígios de sangue; • Material de proteção individual utilizado nos serviços gerais e de apoio, com exceção do utilizado na recolha de resíduos; • Embalagens vazias de medicamentos ou de outros produtos de uso clínico; • Frascos de soros não contaminados.
  • 7. GRUPO 3 Resíduos hospitalares de risco biológico – são resíduos contaminados ou suspeitos de contaminação. • Todos os resíduos provenientes de quartos ou enfermarias de doentes infeciosos ou suspeitos, blocos operatórios, sala de tratamentos, etc.; • Todo o material utilizado em diálise; • Resíduos que resultam da administração de sangue e derivados; • Sistemas utilizados na administração de soros e medicamentos; • Material ortopédico: talas , gessos e ligaduras gessadas contaminadas ou com vestígios de sangue; • Fraldas e resguardos descartáveis contaminados ou com vestígios de sangue; • Material de proteção individual utilizado em cuidados de saúde e serviços de apoio geral em que haja contacto com produtos contaminados.
  • 8. GRUPO 4 Resíduos hospitalares específicos – são resíduos de vários tipos de incineração obrigatória. • Peças anatómicas identificáveis, fetos e placentas; • Cadáveres de animais de experiência laboratorial; • Materiais cortantes e perfurantes: agulhas cateteres e todo o material invasivo; • Produtos químicos e fármacos rejeitados; • Citostáticos.
  • 10. TRATAMENTO DOS RESÍDUOS HOSPITALARES • Incineração – Os resíduos sólidos são submetidos a uma gaseificação, após a qual, através reações de oxidação, são obtidos sobretudo, dióxido de carbono e água. • Desinfeção - Esta pode ser química ou térmica, podendo ser realizada por um tratamento químico, por autoclavagem ou por uma técnica de microondas. Este tipo de tratamento permite que os resíduos resultantes do tratamento sejam encaminhados para o circuito normal dos resíduos sólidos e urbanos sem que a saúde pública seja colocada em causa.
  • 11. • Desinfeção Química - A desinfeção química é utilizada, maioritariamente, para a descontaminação de resíduos com sangue, de resíduos provenientes de laboratórios de microbiologia e, ainda, de líquidos orgânicos. Esta desinfeção é feita através de vários processos que envolvem os resíduos em soluções desinfetantes e germicidas. É realizada, também, uma trituração (antes ou depois dos resíduos serem envolvidos nas soluções) e uma compactação.
  • 12. • Desinfeção Térmica - A desinfeção térmica pode ocorrer através da autoclavagem ou de microondas. A autoclavagem é definida como “um tratamento bastante usual que consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada e em contacto com vapor de água, durante um período de tempo suficiente para destruir potenciais agentes patogénicos ou reduzi-los a um nível que não constitua risco.
  • 13. Conclusão Com a realização deste trabalho posso concluir que os resíduos hospitalares constituem uma situação problemática para a saúde pública e para o ambiente, uma vez que o seu tratamento inadequado e a sua falta de acondicionamento levam a que os vários subsistemas terrestres sejam postos em perigo. Assim sendo, posso também concluir que o tratamento e gestão destes resíduos são muito importantes, já que são asseguradas todas as condições de segurança. Espero ter sido bastante informativa. 