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CRASE
O que é crase?
 Crase significa mistura, fusão. Crase é a fusão de
duas vogais idênticas: a + a.
 Ela ocorre quando a preposição A exigida pela
regência de um verbo ou um nome se funde com o
artigo feminino A ou pronomes de tratamento
aquele, aquela, aquilo.
 Representamos a crase empregando o acento
grave: à.
O Uso da Crase
A crase é simplesmente
De dois as a união
Um a que é um artigo
Mais um a, preposição:
Rozenval não foi à missa,
Mas vai à reunião.
Não se usa crase antes
De palavra masculina:
"Rogério veio a cavalo",
"Chegou a pé Janaína" -
Há crase, via de regra,
Com palavra feminina.
Contudo nossa gramática
Está cheia de exceção
E sempre dá um jeitinho
De ninguém ficar na mão:
Há crase com masculino?
Vire a página, bom irmão!
Com palavra masculina
A crase se pode usar
Toda vez que ela, a crase,
À moda de detonar:
"O cabelo à Ronaldinho
Todos gostam de cortar".
Possessivo feminino
"Sua, nossa, tua,minha..."
Faculta o uso da crase:
"Vou já à minha casinha",
"Obedeça a sua mãe",
"Irei à tua festinha".
Também pode existir crase
Com aquilo, aquele, aquela:
"Renata se referiu
àquilo que disse Estela",
"Zefa gosta de assistir
Somente àquela novela".
Há muita gente que pensa
Que basta a preposição
Para o a ser “craseado”,
Mas não é bem assim não:
Preposição mais artigo -
Crase só nessa união.
Nos exemplos a seguir,
Temos preposição a:
"Eu me refiro a Mateus",
"Estou a trabalhar" -
Com artigo aqui não cabe,
Portanto, crase não há!
A crase antes do verbo
Não há como colocar:
Verbo não aceita artigo,
É por isso que não dá -
"Com dinheiro a receber,
Tenho contas a pagar".
(Aqui eu faço parênteses
Para uma observação:
quando o verbo aceita artigo,
Já não é verbo mais não,
Passa a ser substantivo -
"O viver é ilusão").
Isso porque a palavra
Que do artigo vem à frente
Se torna substantivo
(Isso automaticamente):
"O três é número de sorte",
"O belo é sempre atraente".
O a artigo da crase
Estando no singular,
Com a palavra no plural
Não há como concordar:
"Eu vou a lojas no centro"
Não há como crasear.
Autor: Zé de Fátima
Casos em que ocorre crase
 Em locuções adverbiais e prepositivas formadas por
substantivos femininos, tais como: às vezes, às pressas, às
claras, à toa, à vontade, à custa de, à esquerda, à direita, à
tarde, às duas horas.
 Nas expressões à medida que, à proporção que.
 Quando estão subentendidas (ou claras) as expressões à
moda de, à maneira de, mesmo diante de palavras
masculinas.
Cortei o cabelo à Ronaldinho.
Feijoada à moda da casa.
 Antes de nomes de lugares determinados pelo artigo A:
Vou à Inglaterra.
Vou à Paraíba.
Vou a Minas Gerais. (não é determinado pelo artigo A)
Vou a São Paulo. (não é determinado pelo artigo A)
Na dúvida...
Para saber se ocorre ou não crase diante de determinada
palavra, proceda assim:
• Verifique se a palavra admite o artigo A, colocando-a depois
de um verbo que exige uma preposição diferente de A:
Voltei da feira mais cedo. Vou à feira mais cedo.
Voltei de Manaus. Vou a Manaus.
• Substitua a palavra feminina por uma masculina e observe
se ocorre a combinação AO antes do nome masculino:
O governo dará incentivo ao comércio.
O governo dará incentivo à agricultura.
 Antes de palavras femininas que admitem artigo (desde que
o termo regente exija preposição a):
Devemos obedecer às leis.
Não ofereceram nada às visitas.
 Com os pronomes aquele, aquela, aquilo (desde que o
termo regente exija preposição a):
Fui a aquele cinema. Fui àquele cinema.
Refiro-me a aquilo. Refiro-me àquilo.
 Com os pronomes A, AS:
Esta cena é igual à que vi ontem.
(Esta cena é igual a aquela que vi ontem.)
Esta é a moça à qual me referi.
(Verbo referir pede preposição).
Casos em que não ocorre crase
 Antes de palavra masculina.
Gostava de andar a cavalo.
Ela vai de carro, eu vou a pé.
 Antes de verbo.
Estou disposto a colaborar.
Estamos acostumados a esperar.
 Antes de palavras no plural.
A reunião aconteceu a portas fechadas.
Não podemos ir a festas.
Quais palavras preenchem adequadamente as lacunas
indicadas na tirinha?
a) há – às – há
b) à – às – a
c) a – as – à
d) a – as – a
Quais palavras preenchem adequadamente as lacunas
indicadas na tirinha?
a) há – às – há
b) à – às – a
c) a – as – à
d) a – as – a
ITA - Analisando as sentenças:
I. A vista disso, devemos tomar sérias medidas.
II. Não fale tal coisa as outras.
III. Dia a dia a empresa foi crescendo.
IV. Não ligo aquilo que me disse.
Podemos deduzir que:
a) Apenas a sentença III não tem crase.
b) As sentenças III e IV não têm crase.
c) Todas as sentenças têm crase.
d) Nenhuma sentença tem crase.
e) Apenas a sentença IV não tem crase.
ITA - Analisando as sentenças:
I. A vista disso, devemos tomar sérias medidas.
II. Não fale tal coisa as outras.
III. Dia a dia a empresa foi crescendo.
IV. Não ligo aquilo que me disse.
Podemos deduzir que:
a) Apenas a sentença III não tem crase.
b) As sentenças III e IV não têm crase.
c) Todas as sentenças têm crase.
d) Nenhuma sentença tem crase.
e) Apenas a sentença IV não tem crase.
REGÊNCIA VERBAL E
REGÊNCIA NOMINAL
CONCEITUANDO
 A sintaxe de regência estuda as relações entre um nome
ou um verbo e seus complementos. Há dois tipos de
regência:
1. Regência Nominal: estuda as relações em que
substantivos, adjetivos e advérbios exigem complemento
para completar-lhes o sentido. Geralmente, essa relação
entre o nome e seus complementos é estabelecida pela
presença de preposição.
2. Regência Verbal: é o modo pelo qual o verbo se
relaciona com os seus complementos.
Regência Nominal
Na Língua Portuguesa, há nomes que, ao serem
empregados na frase, exigem a presença de outros termos.
A palavra cuidado exigiu a presença de um complemento –
com o que você fala na internet.
Exemplos de Regência Nominal
Veja a regência de alguns nomes, de acordo com os critérios da
norma padrão:
 Acessível, adequado, insensível, obediente – a.
Esse agasalho é adequado ao clima da região.
Os alunos não são obedientes ao professor.
A professora parece insensível às queixas dos alunos.
O presidente não é acessível aos funcionários.
 Amoroso, cuidadoso, descontente – com.
Ana sempre foi amorosa com os filhos.
O funcionário pareceu ser cuidadoso com os equipamentos.
O povo está descontente com o atual governo.
 Ansioso, bom – para.
Este alimento não está bom para o consumo.
Os torcedores estão ansiosos para o início da copa.
 Capaz, digno – de.
Ela é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir o que
quer.
 Favorável – a ou para.
A decisão foi favorável a todos.
 Responsável – por.
Mesmo sendo criança, ela era responsável por seus irmãos
mais novos.
Regência Verbal
Na Língua Portuguesa,, há verbos que exigem a presença
de complementos para completar seu sentido.
Você pôde observar na tirinha acima que o verbo acreditar
precisou de um complemento (em mim), assim como outros
verbos – pedi, ganhei, adora, sei.
Veremos, a seguir, a regência de alguns verbos, de acordo
com a norma padrão:
 AGRADECER - Pode aparecer como transitivo direto,
transitivo indireto e transitivo direto e indireto.
Agradeci as flores. (VTD)
Agradeci aos diretores. (VTI)
Agradeci o presente ao amigo. (VTDI)
 ASPIRAR - Será transitivo direto quando significar sorver,
respirar.
Aspirou gás carbônico.
É transitivo indireto no sentido de almejar, pretender.
Os trabalhadores aspiravam ao aumento salarial.
Exemplos de Regência Verbal
 AJUDAR - Aparece como transitivo direto e transitivo
direto e indireto.
Ela ajudava a minha irmã. (VTD)
Nós ajudávamos papai a limpar o quintal. (VTDI)
ASSISTIR - Será transitivo direto quando significar prestar
assistência, ajudar.
O médico assistiu o pequeno garoto.
Será transitivo indireto quando significar presenciar, ver.
(Nesse sentido o verbo ASSISTIR não admite o uso dos
pronomes LHE, LHES.)
Nós assistimos ao jogo da seleção.
Ele assistiu ao espetáculo.
ESQUECER / LEMBRAR - Serão transitivos diretos se
não forem pronominais.
Esqueci o nome da rua. / Lembrei um caso antigo.
Serão transitivos indiretos se forem pronominais.
Esqueci-me do nome da rua. / Lembrei-me de um caso
antigo.
 PRECISAR - No sentido de marcar com precisão é
transitivo direto.
Ele precisou a hora e o local da consulta.
No sentido de necessitar é transitivo indireto.
Nós precisamos de bons políticos.

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Regência e crase

  • 2. O que é crase?  Crase significa mistura, fusão. Crase é a fusão de duas vogais idênticas: a + a.  Ela ocorre quando a preposição A exigida pela regência de um verbo ou um nome se funde com o artigo feminino A ou pronomes de tratamento aquele, aquela, aquilo.  Representamos a crase empregando o acento grave: à.
  • 3. O Uso da Crase A crase é simplesmente De dois as a união Um a que é um artigo Mais um a, preposição: Rozenval não foi à missa, Mas vai à reunião. Não se usa crase antes De palavra masculina: "Rogério veio a cavalo", "Chegou a pé Janaína" - Há crase, via de regra, Com palavra feminina.
  • 4. Contudo nossa gramática Está cheia de exceção E sempre dá um jeitinho De ninguém ficar na mão: Há crase com masculino? Vire a página, bom irmão! Com palavra masculina A crase se pode usar Toda vez que ela, a crase, À moda de detonar: "O cabelo à Ronaldinho Todos gostam de cortar".
  • 5. Possessivo feminino "Sua, nossa, tua,minha..." Faculta o uso da crase: "Vou já à minha casinha", "Obedeça a sua mãe", "Irei à tua festinha". Também pode existir crase Com aquilo, aquele, aquela: "Renata se referiu àquilo que disse Estela", "Zefa gosta de assistir Somente àquela novela".
  • 6. Há muita gente que pensa Que basta a preposição Para o a ser “craseado”, Mas não é bem assim não: Preposição mais artigo - Crase só nessa união. Nos exemplos a seguir, Temos preposição a: "Eu me refiro a Mateus", "Estou a trabalhar" - Com artigo aqui não cabe, Portanto, crase não há!
  • 7. A crase antes do verbo Não há como colocar: Verbo não aceita artigo, É por isso que não dá - "Com dinheiro a receber, Tenho contas a pagar". (Aqui eu faço parênteses Para uma observação: quando o verbo aceita artigo, Já não é verbo mais não, Passa a ser substantivo - "O viver é ilusão").
  • 8. Isso porque a palavra Que do artigo vem à frente Se torna substantivo (Isso automaticamente): "O três é número de sorte", "O belo é sempre atraente". O a artigo da crase Estando no singular, Com a palavra no plural Não há como concordar: "Eu vou a lojas no centro" Não há como crasear. Autor: Zé de Fátima
  • 9. Casos em que ocorre crase  Em locuções adverbiais e prepositivas formadas por substantivos femininos, tais como: às vezes, às pressas, às claras, à toa, à vontade, à custa de, à esquerda, à direita, à tarde, às duas horas.  Nas expressões à medida que, à proporção que.  Quando estão subentendidas (ou claras) as expressões à moda de, à maneira de, mesmo diante de palavras masculinas. Cortei o cabelo à Ronaldinho. Feijoada à moda da casa.  Antes de nomes de lugares determinados pelo artigo A: Vou à Inglaterra. Vou à Paraíba. Vou a Minas Gerais. (não é determinado pelo artigo A) Vou a São Paulo. (não é determinado pelo artigo A)
  • 10. Na dúvida... Para saber se ocorre ou não crase diante de determinada palavra, proceda assim: • Verifique se a palavra admite o artigo A, colocando-a depois de um verbo que exige uma preposição diferente de A: Voltei da feira mais cedo. Vou à feira mais cedo. Voltei de Manaus. Vou a Manaus. • Substitua a palavra feminina por uma masculina e observe se ocorre a combinação AO antes do nome masculino: O governo dará incentivo ao comércio. O governo dará incentivo à agricultura.
  • 11.  Antes de palavras femininas que admitem artigo (desde que o termo regente exija preposição a): Devemos obedecer às leis. Não ofereceram nada às visitas.  Com os pronomes aquele, aquela, aquilo (desde que o termo regente exija preposição a): Fui a aquele cinema. Fui àquele cinema. Refiro-me a aquilo. Refiro-me àquilo.  Com os pronomes A, AS: Esta cena é igual à que vi ontem. (Esta cena é igual a aquela que vi ontem.) Esta é a moça à qual me referi. (Verbo referir pede preposição).
  • 12. Casos em que não ocorre crase  Antes de palavra masculina. Gostava de andar a cavalo. Ela vai de carro, eu vou a pé.  Antes de verbo. Estou disposto a colaborar. Estamos acostumados a esperar.  Antes de palavras no plural. A reunião aconteceu a portas fechadas. Não podemos ir a festas.
  • 13. Quais palavras preenchem adequadamente as lacunas indicadas na tirinha? a) há – às – há b) à – às – a c) a – as – à d) a – as – a
  • 14. Quais palavras preenchem adequadamente as lacunas indicadas na tirinha? a) há – às – há b) à – às – a c) a – as – à d) a – as – a
  • 15. ITA - Analisando as sentenças: I. A vista disso, devemos tomar sérias medidas. II. Não fale tal coisa as outras. III. Dia a dia a empresa foi crescendo. IV. Não ligo aquilo que me disse. Podemos deduzir que: a) Apenas a sentença III não tem crase. b) As sentenças III e IV não têm crase. c) Todas as sentenças têm crase. d) Nenhuma sentença tem crase. e) Apenas a sentença IV não tem crase.
  • 16. ITA - Analisando as sentenças: I. A vista disso, devemos tomar sérias medidas. II. Não fale tal coisa as outras. III. Dia a dia a empresa foi crescendo. IV. Não ligo aquilo que me disse. Podemos deduzir que: a) Apenas a sentença III não tem crase. b) As sentenças III e IV não têm crase. c) Todas as sentenças têm crase. d) Nenhuma sentença tem crase. e) Apenas a sentença IV não tem crase.
  • 18. CONCEITUANDO  A sintaxe de regência estuda as relações entre um nome ou um verbo e seus complementos. Há dois tipos de regência: 1. Regência Nominal: estuda as relações em que substantivos, adjetivos e advérbios exigem complemento para completar-lhes o sentido. Geralmente, essa relação entre o nome e seus complementos é estabelecida pela presença de preposição. 2. Regência Verbal: é o modo pelo qual o verbo se relaciona com os seus complementos.
  • 19. Regência Nominal Na Língua Portuguesa, há nomes que, ao serem empregados na frase, exigem a presença de outros termos. A palavra cuidado exigiu a presença de um complemento – com o que você fala na internet.
  • 20. Exemplos de Regência Nominal Veja a regência de alguns nomes, de acordo com os critérios da norma padrão:  Acessível, adequado, insensível, obediente – a. Esse agasalho é adequado ao clima da região. Os alunos não são obedientes ao professor. A professora parece insensível às queixas dos alunos. O presidente não é acessível aos funcionários.  Amoroso, cuidadoso, descontente – com. Ana sempre foi amorosa com os filhos. O funcionário pareceu ser cuidadoso com os equipamentos. O povo está descontente com o atual governo.
  • 21.  Ansioso, bom – para. Este alimento não está bom para o consumo. Os torcedores estão ansiosos para o início da copa.  Capaz, digno – de. Ela é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer.  Favorável – a ou para. A decisão foi favorável a todos.  Responsável – por. Mesmo sendo criança, ela era responsável por seus irmãos mais novos.
  • 22. Regência Verbal Na Língua Portuguesa,, há verbos que exigem a presença de complementos para completar seu sentido. Você pôde observar na tirinha acima que o verbo acreditar precisou de um complemento (em mim), assim como outros verbos – pedi, ganhei, adora, sei.
  • 23. Veremos, a seguir, a regência de alguns verbos, de acordo com a norma padrão:  AGRADECER - Pode aparecer como transitivo direto, transitivo indireto e transitivo direto e indireto. Agradeci as flores. (VTD) Agradeci aos diretores. (VTI) Agradeci o presente ao amigo. (VTDI)  ASPIRAR - Será transitivo direto quando significar sorver, respirar. Aspirou gás carbônico. É transitivo indireto no sentido de almejar, pretender. Os trabalhadores aspiravam ao aumento salarial. Exemplos de Regência Verbal
  • 24.  AJUDAR - Aparece como transitivo direto e transitivo direto e indireto. Ela ajudava a minha irmã. (VTD) Nós ajudávamos papai a limpar o quintal. (VTDI) ASSISTIR - Será transitivo direto quando significar prestar assistência, ajudar. O médico assistiu o pequeno garoto. Será transitivo indireto quando significar presenciar, ver. (Nesse sentido o verbo ASSISTIR não admite o uso dos pronomes LHE, LHES.) Nós assistimos ao jogo da seleção. Ele assistiu ao espetáculo.
  • 25. ESQUECER / LEMBRAR - Serão transitivos diretos se não forem pronominais. Esqueci o nome da rua. / Lembrei um caso antigo. Serão transitivos indiretos se forem pronominais. Esqueci-me do nome da rua. / Lembrei-me de um caso antigo.  PRECISAR - No sentido de marcar com precisão é transitivo direto. Ele precisou a hora e o local da consulta. No sentido de necessitar é transitivo indireto. Nós precisamos de bons políticos.