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UNESP – “Júlio de Mesquita
                            Filho”
                      Campus de Marília
                     Grupo de Pesquisa de
                          Metadados




Professora Dra. Plácida L. V. A. da Costa Santos

            Ana Carolina Simionato
O que é RDA?


RDA é a sigla para “Meios para o Acesso e
  Descrição”. Seu título se refere ao novo
   padrão que deverá ser o sucessor do
                  AACR2.
O que aconteceu com
                 AACR3?

Em abril de 2005, o Comitê de Revisão do
   AACR (JSC) e o Comitê de Diretores
      (CoP) receberam comentários
   determinados para rever a Parte I do
   AACR3 isso necessitaram mudar sua
 aprovação pelo Conselho. Após ter revisto
  um número de alternativas, decidiram-se
            que um novo padrão
                                   CONTINUA
do projeto para o ambiente digital era
 mais apropriado. Sua visão incluiu as
diretrizes e as instruções que cobriam a
 descrição e a alcançariam para todos
 os recursos digitais e análogos, tendo
por resultado os registros que poderiam
    ser usados em uma variedade de
   ambientes digitais (a Internet, Web
              OPACs, etc.).
AACR - Revisões

        • AACR
          – 1978
          – 1988
          – 1998
          – 2002
Por que o nome mudou
                    para RDA: meios de
                    descrição e acesso?
   O nome “RDA – meios de descrição e acesso” reflete a
  mudança no formato e no espaço supervisionado pelo JSC
  e pelo CoP em sua reunião de abril de 2005. RDA será um
   padrão novo para a descrição e alcançará sua função de
     ser projetado para o mundo digital. O RDA fornecerá:
• Uma estrutura flexível para descrever todos os recursos –
                      análogos e digitais;
 • Dados que são prontamente desenvolvidos às estruturas
            novas e emergentes da base de dados
  • Os dados que são compatíveis com a que existem em
                catálogos na linha da biblioteca.
Quem é responsável pelo
               desenvolvimento do RDA?

São responsáveis pelo desenvolvimento do RDA: o JSC
 e do seu editor. O JSC consiste em representantes de
   seis principais comunidades que trabalham com o
   AACR. Inclui-se a ALA (Associação Americana de
       Bibliotecas), o ACOC (Comitê Australiano em
     Catalogação), a BL (Biblioteca Britânica), o CCC
      (Comitê Canadense em Catalogação), o CILIP
       (Instituto dos profissionais da biblioteca e da
    informação), e a LC (Biblioteca do Congresso). O
  editor do JSC e do RDA é ajudado pela secretária do
          JSC e pelo gerente do projeto do RDA.
Quem desenvolve o
                          RDA?
               Componentes
                Principais




Publicadores
                              JSC
  do AACR



  ALA
           ACOC          BL         CCC   CILIP   LC
 CC:DA
JSC, Editor




       Tom Delsey
      – Editor para
         o RDA
Quem publica o RDA?

Os responsáveis pela publicação do RDA
      consistem em três associações
  nacionais: a Associação Americana de
  Bibliotecas, a Associação Canadense
       de Bibliotecas e o Instituto de
      profissionais de Bibliotecas e da
     Informação. As três associações
    servem como editoras comuns dos
     trabalhos criados pela JSC. Mais
             informações no site:
      http://www.aacr2.org/index.html
Como o JSC alcança
          suas decisões?
  O processo usado pelo JCS em
 alcançar decisões é iniciado por ele;
    repetido e completado com as
comunidades constituintes do Comitê
     e outras partes interessadas
(Editores, CoP e outros). Ao alcançar
    decisões finais obre o RDA, os
 membros do JSC têm uma estrutura
da compreensão e no valor do acordo
   e da necessidade para alcançar
acordos mutuamente, satisfazendo a
                todos.
DESENVOLVIMENTO
    DO RDA
RDA poderá ser usado
          somente em Bibliotecas?

RDA é constituído nos padrões estabelecidos
     pelo Código de Catalogação Anglo-
  Americano. Fornecerá um jogo detalhado
 das diretrizes e das instruções na descrição
 do recurso e alcançará a cobertura de todos
 os tipos de índices e meios. O novo padrão
     está sendo desenvolvido para o uso
        primeiramente em bibliotecas,

                                       CONTINUA
mas seu uso está sendo empreendido
    com outras instituições (arquivos,
     museus, editoras, educadores,
 livrarias, vendedores do ILS, etc.) em
      um esforço de alcançar níveis
 eficazes do alinhamento entre o RDA
   e os padrões do meta-dada usados
          nessas comunidades.


     ILS – Sistema Integrado de Bibliotecas
O que são FRBR e qual
                seu relacionamento com
                        o RDA?
O acrônimo “FRBR” está para Exigências Funcionais
               para Registros Bibliográficos.
 FRBR foi desenvolvido por um grupo de estudo da
      IFLA (1992-1997), que continua a monitorar o
                FRBR e promover seu uso.
 FRBR inclui um modelo conceitual das entidades e
    os relacionamentos e dos atributos. Identifica as
     tarefas específicas do usuário, que os registros
  bibliográficos são pretendidos a cumprir: encontrar,
   identificar, selecionar, obter e recomenda um jogo
      dos elementos para a inclusão em um registro
                   bibliográfico nacional.
DETALHES
Como o RDA será
                   estruturado?
Haverá duas seções principais do RDA (além, de
  mais apêndices, um glossário e um índice). As
              duas seções serão:

             • Parte A – Descrição
    • Parte B – Controle do ponto de acesso

  Em termos mais simples, a parte A cobrirá os
      elementos que as bibliotecas gravaram
  tradicionalmente em registros bibliográficos e a
 parte B cobrirá aquela gravadas tradicionalmente
            em registros de autoridade.
O que o RDA inclui?
Como era o caso com o AACR2 e códigos de
   catalogação mais adiantados, RDA inclui
  as diretrizes e as instruções que governam
    a descrição e a escolha do recurso e os
   dão formas de pontos de acesso. O RDA
   incluirá também a informação a respeito
  das referências (capítulo 26 do AACR2) do
        relacionamento entre registros.
Para a primeira vez, RDA incluirá uma parte
           no controle de autoridade.
O que o RDA não
                inclui?

RDA não inclui instruções na provisão
 do acesso ou da classificação ou de
  números sujeitos do cortador ou na
    designação satisfeita usada nos
  formatos tais como o MARC 21 e a
  marca acima das línguas tais como
                 XML.
Como RDA será
            organizado?


 Os elementos descritivos serão
derivados dos atributos associados
com as entidades de FRBR “obra”,
   “expressão”, “manifestação” e
  “argumento” e serão de acordo
 com as tarefas do usuário que os
        atributos suportam.
Finalidades do RDA

• Suportar tarefas que os usuários lhe
  propõem como:
  – Encontrar, identificar, selecionar, obter;
• Permitir usuários de catálogos da
  biblioteca, etc.. de encontrar e usar os
  recursos apropriados a suas
  necessidades de informação.
EFEITO DO RDA EM
  BIBLIOTECAS
Serão necessárias fazer
                   as principais mudanças
                    nos meus registros de
                        catalogação?
Não. As mudanças significativas aos registros existentes não
 serão reformuladas. A reformulação das instruções derivou-
  se do AACR para produzir um padrão que fosse mais fácil
 de usar tendo um custo mais eficiente em sua aplicação, será
   guiado pelo reconhecimento da necessidade, é importante
 minimizar a necessidade de ajustes retrospectivos quando os
  dados integrados produziram usando RDA em limas ou em
                  bases de dados existentes.
ADOTANDO O
   RDA
Eu necessitarei treinar
               ao adotar o RDA?
Como todo novo padrão, os usuários do novo
código encontrarão algum treinamento útil a fim
 de usá-lo. Se você for familiar com o AACR2
você deve achar fácil usar o RDA, uma vez que
   você se familiarizou com seu modelo de
 organização. A informação nas mudanças na
chave entre AACR2 e RDA estará disponível na
  Web para facilitar a transição e desde que o
 RDA será uma ferramenta de navegação para
 procurar às informações que você necessita.
Uso atualmente o AACR2, onde
            posso notar as principais
              diferenças em RDA?
RDA terá duas porções preliminares como o AACR2:
instruções para a descrição (parte A) e instruções para
         o controle do ponto de acesso (parte B).
Na parte A: As instruções para a descrição no detalhe
   são organizadas diferentemente do que estão em
      AACR2 em que as instruções para catalogar
 descritivamente estarão arranjadas já não pelo tipo ou
pelo formato do material instrutivo, todas as instruções
  dobre um elemento de dados particular (palavra, o
            título) serão mantidas em conjunto.
Outra coisa que será diferente do AACR2 são que as
 instruções no RDA não estarão subdivididas pela área
                        do ISBD.
Uma terceira importante diferença é a desigualdade do
   AACR2, RDA não identificará três visões diferentes:
       para um breve ou completamente ou a vista
    personalizada de um registro. Entretanto, o RDA
     identificará elementos no metadados para uma
          catalogação de um registro descritivo.
Na parte B: Muitas das instruções da parte B, controle
  de ponto de acesso será familiar àquelas que usam o
   AACR2. Conseqüentemente, não haverá nenhuma
   necessidade para projetos principais da conversão
   para os formulários dos nomes, como havia com o
                         AACR2.
Que ferramentas podemos
               esperar que nos ajudem a
                   aprender o RDA?
As características do site do RDA que permitirão que
  os usuários selecionem diferentes relações, vêem
     diferentes níveis da integralidade do código e,
      naturalmente, forneçam a agilidade de usar
                hiperlinks de cada regra.
É muito provável que você consulte rotineiramente o
    site do RDA para rever esboços do código, dos
   papéis de funcionamento e da informação geral
              sobre o seu desenvolvimento.
                 URL do site do RDA:
      http://www.collectionscanada.ca/jsc/rda.html
Como ensinar para os
                 novos estudantes,
            funcionários e na biblioteca
             – quem não é familiar com
                     AACR2?
As pessoas que se aproximarão de um código de
    catalogação pela primeira vez necessitarão
   receber uma compreensão dos princípios de
      catalogação. Inclui uma compreensão da
    finalidade de catalogar e a necessidade de
       saber o modelo de descrição de dados.
Os novatos a catalogar necessitarão também ter uma
      compreensão maior de como as diferentes
        instituições (biblioteca, artigos, museus,
    metadados) que representa suas coleções. As
   discussões desses tópicos devem ocorrer como
       parte do treinamento de equipe de novos
     funcionários e em cursos da faculdade e da
                        biblioteca.

  Em seguida ter uma compreensão conceitual do
  RDA, aplicando o código será uma parte essencial
   do processo de aprendizagem. O RDA que será
       possível personalizar o RDA para suas
  necessidades especificas, tais como desenvolver
              tutoriais passo a passo.
Organização do RDA: 3
                    partes…
• Parte I – Descrição do recurso
  – objetivos e princípios funcionais da descrição do
    recurso
• Parte II – Relacionamentos
  – pessoas, famílias e outras pessoas incorporadas
  – citações
  – instruções para trabalhos relacionados
• Parte III – Controle do ponto de Acesso
  – formulando pontos de acesso e gravando os
    dados usados no controle.
Organização do RDA
                 resumo…
• Introdução Geral
• Apêndices para:
      • Abreviação
      • Artigos
      • Apresentação da descrição,
        controle do ponte acesso
• Glossário
• Índice
Introdução geral
   A introdução geral fornecerá uma indicação breve da
   finalidade e do espaço totais de RDA, suas audiências
pretendidas, e seu relacionamento a outros padrões para a
descrição e o acesso do recurso. Articulará os princípios em
 que RDA é baseado, e descreverá momentaneamente os
    modelos conceptuais que servem como sua estrutura
                         subjacente.
A introdução geral fornecerá também um esboço geral de
como RDA é organizado, uma explanação das convenções
      usadas em apresentar instruções e exemplos, e a
orientação em como as instruções e as convenções de RDA
 que se relacionam à língua, à transcrição, etc. podem ser
  adaptadas para o uso em vários contextos (por exemplo,
 uma agência cuja a audiência preliminar use uma língua à
                    excepção do inglês).
Esboço - Parte A
   A introdução à parte A esboçará os objetivos e os princípios
   funcionais da descrição do recurso. Explicará também como a
     parte A é estruturada e como as regras e as instruções são
  apresentados. A introdução identificará também outros padrões
   para a descrição do recurso que pode ser usada suplementar
           as regras e as instruções fornecidos pelo RDA.
O capítulo 1 fornecerá as regras gerais a respeito dos vários tipos
     de descrição que podem ser usados (descrição detalhada,
      analítica), mudanças que requerem uma descrição nova,
  requerem elementos da descrição, da língua e do certificado da
      descrição, convenções usadas em transcrever elementos
     descritivos, em gravar os números expressados ou porque
     palavras, e em formular anotações, e regras nos elementos
                   usados como pontos de acesso.
Esboço - Parte A

O capítulo 2 focalizará nos elementos descritivos que são usados
  o mais geralmente para finalidades de identificar o recurso. Os
        elementos cobertos incluirão o título, a indicação da
  responsabilidade, a indicação da edição, etc.. - informação que
      os usuários confiam sobre para confirmar que o recurso
   descrito corresponde a esse procurado, ou para os distinguir
      entre dois ou mais recursos que carregam a informação
                         identificando similar.
 O capítulo 3 focalizará na descrição do portador do recurso. Os
  elementos cobertos incluirão aqueles usados ao selecionar um
     recurso encontrar-se com necessidades dos usuários com
    respeito às características físicas do portador, o formato e a
        busca da informação armazenada no portador, etc..
Esboço - Parte A

O capítulo 4 focalizará no índice do recurso. Os elementos
cobertos incluirão aqueles usados ao selecionar um recurso
  encontrar-se com necessidades dos usuários com respeito
   ao formulário do trabalho, de audiências pretendidas, de
                          língua, etc..
  O capítulo 5 focalizará na informação da aquisição e do
   acesso. Os elementos cobertos incluirão aqueles usados
obter ou alcançar um recurso (termos da disponibilidade, da
 informação do contato, das limitações no acesso, etc..), e a
     informação na aquisição da instituição prendendo do
                            recurso.
Esboço - Parte A
 O capítulo 6 fornecerá um jogo de regras gerais e instruções no uso dos
         pontos de acesso que representam pessoas, famílias, e corpos
   incorporados para refletir a associação entre aqueles pessoas, famílias, e
  corpos incorporados e o recurso que está sendo descrito. Incluirá também
    um número de instruções adicionais que se aplicam especificamente às
      pessoas, às famílias, e aos corpos incorporados associados com os
      trabalhos legais, os trabalhos religiosos, e as comunicações oficiais.
O capítulo 7 fornecerá regras gerais e instruções no uso dos identificadores,
  dos nomes, e das descrições consultar aos recursos que são relacionados
                        ao recurso que está sendo descrito.
As instruções nos capítulos 2-7 serão apresentadas nos agrupamentos que
   correspondem aos atributos lógicos das entidades e aos relacionamentos
 entre as entidades que são definidas em FRBR. Por exemplo, no capítulo 2,
      o “título” que agrupa cobrirá as instruções que pertencem a todos os
    elementos de dados submissos sob o atributo que FRBR define como o
  “manifestação do título” (isto é, intitular o título apropriado, paralelo, o título
                           variante, o título-chave, etc.).
Esboço - Parte B


A introdução à parte B esboçará objetivos e princípios
        funcionais do controle do ponto de acesso.
   Esboçará também como a parte B é estruturada. A
    introdução identificará também outros padrões no
     controle do ponto de acesso que pode ser usado
    suplementar as regras e as instruções fornecidos
                         pelo RDA.
Esboço - Parte B


O capítulo 8 fornecerá regras gerais em pontos e
    referências preferidos de acesso, elementos
  requeridos para o controle do ponto de acesso,
     língua e certificado de pontos de acesso, e
convenções usadas em transcrever nomes e títulos
   para o uso em pontos de acesso controlados.
Esboço - Parte B
Os capítulos 9-12 fornecerão instruções gerais em escolher o nome
 preferido de uma pessoa, de uma família, de um corpo incorporado,
  ou de um lugar, requisitando os elementos do nome para o uso em
       um ponto de acesso controlado, adicionando identificando
 elementos ao nome para diferenciar entidades com o mesmo nome,
     e usando nomes variantes e relacionados que referências. Os
 capítulos 9-12 fornecerão também instruções nos identificadores de
   gravação e na outra informação que podem ser usados identificar
  uma pessoa, uma família, um corpo incorporado, ou um lugar (por
 exemplo, data e lugar de nascimento de uma pessoa, ou da posição
  das matrizes de um corpo incorporado) ou esclarecer o formulário
 escolhido como o nome preferido (por exemplo, o país da residência
 de uma pessoa). Os capítulos 9 e 11 fornecerão também instruções
   adicionais para tipos específicos de nomes (por exemplo, nomes
 pessoais em várias línguas, nomes de corpos do governo e oficiais).
Esboço - Parte B
O capítulo 13 fornecerá instruções gerais em construir os pontos
          de acesso controlados que representam trabalhos,
     expressões, manifestações, e artigos, escolhendo o título
        preferido para um trabalho, adicionando identificando
    elementos ao título para diferenciar trabalhos com o mesmo
        título, etc., e usar títulos variantes e relacionados que
    referências. O capítulo 13 fornecerá também instruções nos
  identificadores de gravação e na outra informação que podem
      ser usados identificar um trabalho, uma expressão, uma
         manifestação, ou um artigo (por exemplo, língua da
   expressão) ou esclarecer o formulário escolhido como o título
   preferido (por exemplo, o lugar de origem de um trabalho). O
      capítulo 13 fornecerá também instruções adicionais em
   formular pontos de acesso controlados para tipos específicos
                   de trabalhos (por exemplo, música).
Apêndices


RDA conterá cinco apêndices:
    Princípios no apêndice A
    Abreviaturas no apêndice B
    Artigos iniciais no apêndice C
    Gravações Sintaxes no apêndice D. para dados
     descritivos
    Gravações Sintaxes no apêndice E. para dados
     de controle do ponto de acesso
Apêndices
 O apêndice A fornecerá instruções em convenções
   para os princípios dos dados transcritos em inglês
       assim como para os dados transcritos em um
        número outras de línguas. As instruções no
        apêndice suplementarão regras gerais nos
         princípios fornecidos nos capítulos 1 e 8.
O apêndice B fornecerá listas das abreviaturas para o
        uso em descrições bibliográficas, incluindo
     abreviaturas para determinados países, estados,
      etc., abreviaturas para os nomes dos meses, e
     abreviaturas usadas em fontes bibliográficas. As
   listas no apêndice suplementarão regras gerais no
  uso das abreviaturas fornecidas nos capítulos 1 e 8.
Apêndices
  O apêndice C fornecerá uma lista de artigos definitivos e
indefinidos em um número de línguas que devem ser omitidas
   ou tratado como características do item documentacional
   quando ocorrem no começo de um ponto de acesso ou no
começo de um título usado em um ponto de acesso do nome-
                   título para um trabalho, etc.
  O apêndice D fornecerá regras e instruções em sintaxes
   gravadas para dados descritivos. O apêndice incluirá uma
 exibição da tabela como os elementos de dados específicos
cobertos nos capítulos 2-7 podem ser traçados às áreas e aos
 elementos definidos no ISBDs para produzir uma exposição
 que siga a ordem estabelecida de ISBD dos elementos e da
 pontuação prescrita. As instruções na apresentação de “” no
  analíticas e nas descrições baseados em especificações de
                 ISBD serão também incluídas.
Apêndices
Além, o apêndice D fornecerá regras em elementos de
    dados descritivos da gravação em outras sintaxes
    gravadas, tais como o formato do MARC 21 para
         dados bibliográficas, e núcleo de Dublin.
    O apêndice E fornecerá regras e instruções em
   sintaxes gravadas para dados de controle do ponto
     de acesso. O apêndice incluirá uma exibição da
     tabela como os elementos de dados específicos
     cobertos nos capítulos 9-13 podem ser traçados
   aos elementos no formato do MARC 21 para dados
                      da autoridade.
Glossário

O glossário conterá definições para os termos usados
     em RDA com um meio técnico específico. As
     definições para a maioria de tais termos serão
     fornecidas também dentro dos capítulos 1-13
        porque são introduzidas nas instruções.
Índice


O índice fornecerá uma lista alfabética dos elementos
  de dados e outros termos e conceitos significativos
  usados em RDA com as referências numéricas aos
   regras e às instruções em que aqueles elementos,
            termos, e conceitos são cobertos.
RDA - Prazos

• Out.2005-Abril2006: Complementação do esboço
  da Parte I e rever.
  – Último prazo para comentários de da Parte I: 7 de
    fevereiro
• Maio-Set.2006: Complementação do esboço da
  Parte II e rever
• Out.2006-Abril.2007: Complementação do esboço
  da Parte III e rever.
• Maio-Set.2007: Complementação das Introduções
  Gerais, Apêndices e o Glossário
• 2008: Publicação
RDA - Links

       • RDA esboços em avaliação:
       www.collectionscanada.ca/jsc/rda.html
• RDA esboços em avaliação no site da ALA:
    https://cs.ala.org/alcts/rda_form/rda_form.cfm
                 • Site da IFLA:
                    www.ifla.org


               • Site do AACR2
         http://www.aacr2.org/index.html
RDA - Meios para o acesso e a
           descrição
       UNESP – “Júlio de Mesquita
                Filho”
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RDA

  • 1. UNESP – “Júlio de Mesquita Filho” Campus de Marília Grupo de Pesquisa de Metadados Professora Dra. Plácida L. V. A. da Costa Santos Ana Carolina Simionato
  • 2. O que é RDA? RDA é a sigla para “Meios para o Acesso e Descrição”. Seu título se refere ao novo padrão que deverá ser o sucessor do AACR2.
  • 3. O que aconteceu com AACR3? Em abril de 2005, o Comitê de Revisão do AACR (JSC) e o Comitê de Diretores (CoP) receberam comentários determinados para rever a Parte I do AACR3 isso necessitaram mudar sua aprovação pelo Conselho. Após ter revisto um número de alternativas, decidiram-se que um novo padrão CONTINUA
  • 4. do projeto para o ambiente digital era mais apropriado. Sua visão incluiu as diretrizes e as instruções que cobriam a descrição e a alcançariam para todos os recursos digitais e análogos, tendo por resultado os registros que poderiam ser usados em uma variedade de ambientes digitais (a Internet, Web OPACs, etc.).
  • 5. AACR - Revisões • AACR – 1978 – 1988 – 1998 – 2002
  • 6. Por que o nome mudou para RDA: meios de descrição e acesso? O nome “RDA – meios de descrição e acesso” reflete a mudança no formato e no espaço supervisionado pelo JSC e pelo CoP em sua reunião de abril de 2005. RDA será um padrão novo para a descrição e alcançará sua função de ser projetado para o mundo digital. O RDA fornecerá: • Uma estrutura flexível para descrever todos os recursos – análogos e digitais; • Dados que são prontamente desenvolvidos às estruturas novas e emergentes da base de dados • Os dados que são compatíveis com a que existem em catálogos na linha da biblioteca.
  • 7. Quem é responsável pelo desenvolvimento do RDA? São responsáveis pelo desenvolvimento do RDA: o JSC e do seu editor. O JSC consiste em representantes de seis principais comunidades que trabalham com o AACR. Inclui-se a ALA (Associação Americana de Bibliotecas), o ACOC (Comitê Australiano em Catalogação), a BL (Biblioteca Britânica), o CCC (Comitê Canadense em Catalogação), o CILIP (Instituto dos profissionais da biblioteca e da informação), e a LC (Biblioteca do Congresso). O editor do JSC e do RDA é ajudado pela secretária do JSC e pelo gerente do projeto do RDA.
  • 8. Quem desenvolve o RDA? Componentes Principais Publicadores JSC do AACR ALA ACOC BL CCC CILIP LC CC:DA
  • 9. JSC, Editor Tom Delsey – Editor para o RDA
  • 10. Quem publica o RDA? Os responsáveis pela publicação do RDA consistem em três associações nacionais: a Associação Americana de Bibliotecas, a Associação Canadense de Bibliotecas e o Instituto de profissionais de Bibliotecas e da Informação. As três associações servem como editoras comuns dos trabalhos criados pela JSC. Mais informações no site: http://www.aacr2.org/index.html
  • 11. Como o JSC alcança suas decisões? O processo usado pelo JCS em alcançar decisões é iniciado por ele; repetido e completado com as comunidades constituintes do Comitê e outras partes interessadas (Editores, CoP e outros). Ao alcançar decisões finais obre o RDA, os membros do JSC têm uma estrutura da compreensão e no valor do acordo e da necessidade para alcançar acordos mutuamente, satisfazendo a todos.
  • 13. RDA poderá ser usado somente em Bibliotecas? RDA é constituído nos padrões estabelecidos pelo Código de Catalogação Anglo- Americano. Fornecerá um jogo detalhado das diretrizes e das instruções na descrição do recurso e alcançará a cobertura de todos os tipos de índices e meios. O novo padrão está sendo desenvolvido para o uso primeiramente em bibliotecas, CONTINUA
  • 14. mas seu uso está sendo empreendido com outras instituições (arquivos, museus, editoras, educadores, livrarias, vendedores do ILS, etc.) em um esforço de alcançar níveis eficazes do alinhamento entre o RDA e os padrões do meta-dada usados nessas comunidades. ILS – Sistema Integrado de Bibliotecas
  • 15. O que são FRBR e qual seu relacionamento com o RDA? O acrônimo “FRBR” está para Exigências Funcionais para Registros Bibliográficos. FRBR foi desenvolvido por um grupo de estudo da IFLA (1992-1997), que continua a monitorar o FRBR e promover seu uso. FRBR inclui um modelo conceitual das entidades e os relacionamentos e dos atributos. Identifica as tarefas específicas do usuário, que os registros bibliográficos são pretendidos a cumprir: encontrar, identificar, selecionar, obter e recomenda um jogo dos elementos para a inclusão em um registro bibliográfico nacional.
  • 17. Como o RDA será estruturado? Haverá duas seções principais do RDA (além, de mais apêndices, um glossário e um índice). As duas seções serão: • Parte A – Descrição • Parte B – Controle do ponto de acesso Em termos mais simples, a parte A cobrirá os elementos que as bibliotecas gravaram tradicionalmente em registros bibliográficos e a parte B cobrirá aquela gravadas tradicionalmente em registros de autoridade.
  • 18. O que o RDA inclui? Como era o caso com o AACR2 e códigos de catalogação mais adiantados, RDA inclui as diretrizes e as instruções que governam a descrição e a escolha do recurso e os dão formas de pontos de acesso. O RDA incluirá também a informação a respeito das referências (capítulo 26 do AACR2) do relacionamento entre registros. Para a primeira vez, RDA incluirá uma parte no controle de autoridade.
  • 19. O que o RDA não inclui? RDA não inclui instruções na provisão do acesso ou da classificação ou de números sujeitos do cortador ou na designação satisfeita usada nos formatos tais como o MARC 21 e a marca acima das línguas tais como XML.
  • 20. Como RDA será organizado? Os elementos descritivos serão derivados dos atributos associados com as entidades de FRBR “obra”, “expressão”, “manifestação” e “argumento” e serão de acordo com as tarefas do usuário que os atributos suportam.
  • 21. Finalidades do RDA • Suportar tarefas que os usuários lhe propõem como: – Encontrar, identificar, selecionar, obter; • Permitir usuários de catálogos da biblioteca, etc.. de encontrar e usar os recursos apropriados a suas necessidades de informação.
  • 22. EFEITO DO RDA EM BIBLIOTECAS
  • 23. Serão necessárias fazer as principais mudanças nos meus registros de catalogação? Não. As mudanças significativas aos registros existentes não serão reformuladas. A reformulação das instruções derivou- se do AACR para produzir um padrão que fosse mais fácil de usar tendo um custo mais eficiente em sua aplicação, será guiado pelo reconhecimento da necessidade, é importante minimizar a necessidade de ajustes retrospectivos quando os dados integrados produziram usando RDA em limas ou em bases de dados existentes.
  • 25. Eu necessitarei treinar ao adotar o RDA? Como todo novo padrão, os usuários do novo código encontrarão algum treinamento útil a fim de usá-lo. Se você for familiar com o AACR2 você deve achar fácil usar o RDA, uma vez que você se familiarizou com seu modelo de organização. A informação nas mudanças na chave entre AACR2 e RDA estará disponível na Web para facilitar a transição e desde que o RDA será uma ferramenta de navegação para procurar às informações que você necessita.
  • 26. Uso atualmente o AACR2, onde posso notar as principais diferenças em RDA? RDA terá duas porções preliminares como o AACR2: instruções para a descrição (parte A) e instruções para o controle do ponto de acesso (parte B). Na parte A: As instruções para a descrição no detalhe são organizadas diferentemente do que estão em AACR2 em que as instruções para catalogar descritivamente estarão arranjadas já não pelo tipo ou pelo formato do material instrutivo, todas as instruções dobre um elemento de dados particular (palavra, o título) serão mantidas em conjunto.
  • 27. Outra coisa que será diferente do AACR2 são que as instruções no RDA não estarão subdivididas pela área do ISBD. Uma terceira importante diferença é a desigualdade do AACR2, RDA não identificará três visões diferentes: para um breve ou completamente ou a vista personalizada de um registro. Entretanto, o RDA identificará elementos no metadados para uma catalogação de um registro descritivo. Na parte B: Muitas das instruções da parte B, controle de ponto de acesso será familiar àquelas que usam o AACR2. Conseqüentemente, não haverá nenhuma necessidade para projetos principais da conversão para os formulários dos nomes, como havia com o AACR2.
  • 28. Que ferramentas podemos esperar que nos ajudem a aprender o RDA? As características do site do RDA que permitirão que os usuários selecionem diferentes relações, vêem diferentes níveis da integralidade do código e, naturalmente, forneçam a agilidade de usar hiperlinks de cada regra. É muito provável que você consulte rotineiramente o site do RDA para rever esboços do código, dos papéis de funcionamento e da informação geral sobre o seu desenvolvimento. URL do site do RDA: http://www.collectionscanada.ca/jsc/rda.html
  • 29. Como ensinar para os novos estudantes, funcionários e na biblioteca – quem não é familiar com AACR2? As pessoas que se aproximarão de um código de catalogação pela primeira vez necessitarão receber uma compreensão dos princípios de catalogação. Inclui uma compreensão da finalidade de catalogar e a necessidade de saber o modelo de descrição de dados.
  • 30. Os novatos a catalogar necessitarão também ter uma compreensão maior de como as diferentes instituições (biblioteca, artigos, museus, metadados) que representa suas coleções. As discussões desses tópicos devem ocorrer como parte do treinamento de equipe de novos funcionários e em cursos da faculdade e da biblioteca. Em seguida ter uma compreensão conceitual do RDA, aplicando o código será uma parte essencial do processo de aprendizagem. O RDA que será possível personalizar o RDA para suas necessidades especificas, tais como desenvolver tutoriais passo a passo.
  • 31. Organização do RDA: 3 partes… • Parte I – Descrição do recurso – objetivos e princípios funcionais da descrição do recurso • Parte II – Relacionamentos – pessoas, famílias e outras pessoas incorporadas – citações – instruções para trabalhos relacionados • Parte III – Controle do ponto de Acesso – formulando pontos de acesso e gravando os dados usados no controle.
  • 32. Organização do RDA resumo… • Introdução Geral • Apêndices para: • Abreviação • Artigos • Apresentação da descrição, controle do ponte acesso • Glossário • Índice
  • 33. Introdução geral A introdução geral fornecerá uma indicação breve da finalidade e do espaço totais de RDA, suas audiências pretendidas, e seu relacionamento a outros padrões para a descrição e o acesso do recurso. Articulará os princípios em que RDA é baseado, e descreverá momentaneamente os modelos conceptuais que servem como sua estrutura subjacente. A introdução geral fornecerá também um esboço geral de como RDA é organizado, uma explanação das convenções usadas em apresentar instruções e exemplos, e a orientação em como as instruções e as convenções de RDA que se relacionam à língua, à transcrição, etc. podem ser adaptadas para o uso em vários contextos (por exemplo, uma agência cuja a audiência preliminar use uma língua à excepção do inglês).
  • 34. Esboço - Parte A A introdução à parte A esboçará os objetivos e os princípios funcionais da descrição do recurso. Explicará também como a parte A é estruturada e como as regras e as instruções são apresentados. A introdução identificará também outros padrões para a descrição do recurso que pode ser usada suplementar as regras e as instruções fornecidos pelo RDA. O capítulo 1 fornecerá as regras gerais a respeito dos vários tipos de descrição que podem ser usados (descrição detalhada, analítica), mudanças que requerem uma descrição nova, requerem elementos da descrição, da língua e do certificado da descrição, convenções usadas em transcrever elementos descritivos, em gravar os números expressados ou porque palavras, e em formular anotações, e regras nos elementos usados como pontos de acesso.
  • 35. Esboço - Parte A O capítulo 2 focalizará nos elementos descritivos que são usados o mais geralmente para finalidades de identificar o recurso. Os elementos cobertos incluirão o título, a indicação da responsabilidade, a indicação da edição, etc.. - informação que os usuários confiam sobre para confirmar que o recurso descrito corresponde a esse procurado, ou para os distinguir entre dois ou mais recursos que carregam a informação identificando similar. O capítulo 3 focalizará na descrição do portador do recurso. Os elementos cobertos incluirão aqueles usados ao selecionar um recurso encontrar-se com necessidades dos usuários com respeito às características físicas do portador, o formato e a busca da informação armazenada no portador, etc..
  • 36. Esboço - Parte A O capítulo 4 focalizará no índice do recurso. Os elementos cobertos incluirão aqueles usados ao selecionar um recurso encontrar-se com necessidades dos usuários com respeito ao formulário do trabalho, de audiências pretendidas, de língua, etc.. O capítulo 5 focalizará na informação da aquisição e do acesso. Os elementos cobertos incluirão aqueles usados obter ou alcançar um recurso (termos da disponibilidade, da informação do contato, das limitações no acesso, etc..), e a informação na aquisição da instituição prendendo do recurso.
  • 37. Esboço - Parte A O capítulo 6 fornecerá um jogo de regras gerais e instruções no uso dos pontos de acesso que representam pessoas, famílias, e corpos incorporados para refletir a associação entre aqueles pessoas, famílias, e corpos incorporados e o recurso que está sendo descrito. Incluirá também um número de instruções adicionais que se aplicam especificamente às pessoas, às famílias, e aos corpos incorporados associados com os trabalhos legais, os trabalhos religiosos, e as comunicações oficiais. O capítulo 7 fornecerá regras gerais e instruções no uso dos identificadores, dos nomes, e das descrições consultar aos recursos que são relacionados ao recurso que está sendo descrito. As instruções nos capítulos 2-7 serão apresentadas nos agrupamentos que correspondem aos atributos lógicos das entidades e aos relacionamentos entre as entidades que são definidas em FRBR. Por exemplo, no capítulo 2, o “título” que agrupa cobrirá as instruções que pertencem a todos os elementos de dados submissos sob o atributo que FRBR define como o “manifestação do título” (isto é, intitular o título apropriado, paralelo, o título variante, o título-chave, etc.).
  • 38. Esboço - Parte B A introdução à parte B esboçará objetivos e princípios funcionais do controle do ponto de acesso. Esboçará também como a parte B é estruturada. A introdução identificará também outros padrões no controle do ponto de acesso que pode ser usado suplementar as regras e as instruções fornecidos pelo RDA.
  • 39. Esboço - Parte B O capítulo 8 fornecerá regras gerais em pontos e referências preferidos de acesso, elementos requeridos para o controle do ponto de acesso, língua e certificado de pontos de acesso, e convenções usadas em transcrever nomes e títulos para o uso em pontos de acesso controlados.
  • 40. Esboço - Parte B Os capítulos 9-12 fornecerão instruções gerais em escolher o nome preferido de uma pessoa, de uma família, de um corpo incorporado, ou de um lugar, requisitando os elementos do nome para o uso em um ponto de acesso controlado, adicionando identificando elementos ao nome para diferenciar entidades com o mesmo nome, e usando nomes variantes e relacionados que referências. Os capítulos 9-12 fornecerão também instruções nos identificadores de gravação e na outra informação que podem ser usados identificar uma pessoa, uma família, um corpo incorporado, ou um lugar (por exemplo, data e lugar de nascimento de uma pessoa, ou da posição das matrizes de um corpo incorporado) ou esclarecer o formulário escolhido como o nome preferido (por exemplo, o país da residência de uma pessoa). Os capítulos 9 e 11 fornecerão também instruções adicionais para tipos específicos de nomes (por exemplo, nomes pessoais em várias línguas, nomes de corpos do governo e oficiais).
  • 41. Esboço - Parte B O capítulo 13 fornecerá instruções gerais em construir os pontos de acesso controlados que representam trabalhos, expressões, manifestações, e artigos, escolhendo o título preferido para um trabalho, adicionando identificando elementos ao título para diferenciar trabalhos com o mesmo título, etc., e usar títulos variantes e relacionados que referências. O capítulo 13 fornecerá também instruções nos identificadores de gravação e na outra informação que podem ser usados identificar um trabalho, uma expressão, uma manifestação, ou um artigo (por exemplo, língua da expressão) ou esclarecer o formulário escolhido como o título preferido (por exemplo, o lugar de origem de um trabalho). O capítulo 13 fornecerá também instruções adicionais em formular pontos de acesso controlados para tipos específicos de trabalhos (por exemplo, música).
  • 42. Apêndices RDA conterá cinco apêndices: Princípios no apêndice A Abreviaturas no apêndice B Artigos iniciais no apêndice C Gravações Sintaxes no apêndice D. para dados descritivos Gravações Sintaxes no apêndice E. para dados de controle do ponto de acesso
  • 43. Apêndices O apêndice A fornecerá instruções em convenções para os princípios dos dados transcritos em inglês assim como para os dados transcritos em um número outras de línguas. As instruções no apêndice suplementarão regras gerais nos princípios fornecidos nos capítulos 1 e 8. O apêndice B fornecerá listas das abreviaturas para o uso em descrições bibliográficas, incluindo abreviaturas para determinados países, estados, etc., abreviaturas para os nomes dos meses, e abreviaturas usadas em fontes bibliográficas. As listas no apêndice suplementarão regras gerais no uso das abreviaturas fornecidas nos capítulos 1 e 8.
  • 44. Apêndices O apêndice C fornecerá uma lista de artigos definitivos e indefinidos em um número de línguas que devem ser omitidas ou tratado como características do item documentacional quando ocorrem no começo de um ponto de acesso ou no começo de um título usado em um ponto de acesso do nome- título para um trabalho, etc. O apêndice D fornecerá regras e instruções em sintaxes gravadas para dados descritivos. O apêndice incluirá uma exibição da tabela como os elementos de dados específicos cobertos nos capítulos 2-7 podem ser traçados às áreas e aos elementos definidos no ISBDs para produzir uma exposição que siga a ordem estabelecida de ISBD dos elementos e da pontuação prescrita. As instruções na apresentação de “” no analíticas e nas descrições baseados em especificações de ISBD serão também incluídas.
  • 45. Apêndices Além, o apêndice D fornecerá regras em elementos de dados descritivos da gravação em outras sintaxes gravadas, tais como o formato do MARC 21 para dados bibliográficas, e núcleo de Dublin. O apêndice E fornecerá regras e instruções em sintaxes gravadas para dados de controle do ponto de acesso. O apêndice incluirá uma exibição da tabela como os elementos de dados específicos cobertos nos capítulos 9-13 podem ser traçados aos elementos no formato do MARC 21 para dados da autoridade.
  • 46. Glossário O glossário conterá definições para os termos usados em RDA com um meio técnico específico. As definições para a maioria de tais termos serão fornecidas também dentro dos capítulos 1-13 porque são introduzidas nas instruções.
  • 47. Índice O índice fornecerá uma lista alfabética dos elementos de dados e outros termos e conceitos significativos usados em RDA com as referências numéricas aos regras e às instruções em que aqueles elementos, termos, e conceitos são cobertos.
  • 48. RDA - Prazos • Out.2005-Abril2006: Complementação do esboço da Parte I e rever. – Último prazo para comentários de da Parte I: 7 de fevereiro • Maio-Set.2006: Complementação do esboço da Parte II e rever • Out.2006-Abril.2007: Complementação do esboço da Parte III e rever. • Maio-Set.2007: Complementação das Introduções Gerais, Apêndices e o Glossário • 2008: Publicação
  • 49. RDA - Links • RDA esboços em avaliação: www.collectionscanada.ca/jsc/rda.html • RDA esboços em avaliação no site da ALA: https://cs.ala.org/alcts/rda_form/rda_form.cfm • Site da IFLA: www.ifla.org • Site do AACR2 http://www.aacr2.org/index.html
  • 50. RDA - Meios para o acesso e a descrição UNESP – “Júlio de Mesquita Filho” Campus de Marília Grupo de Pesquisa de Metadados Professora Dra. Plácida L. V. A. da Costa Santos Ana Carolina Simionato