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LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM
LITERATURA
Quinhentismo
01​ - (ENEM) ​LXXVIII (Camões, 1525?-1580)
Leda serenidade deleitosa,
Que representa em terra um paraíso;
Entre rubis e perlas doce riso;
Debaixo de ouro e neve cor-de-rosa;
Presença moderada e graciosa,
Onde ensinando estão despejo e siso
Que se pode por arte e por aviso,
Como por natureza, ser fermosa;
Fala de quem a morte e a vida pende,
Rara, suave; enfim, Senhora, vossa;
Repouso nela alegre e comedido:
Estas as armas são com que me rende
E me cativa Amor; mas não que possa
Despojar-me da glória de rendido.
CAMÕES, L. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,
2008.
SANZIO, R. (1483-1520) A mulher com o unicórnio. Roma,
Galleria Borghese. Disponível em: www.arquipelagos.pt.
Acesso em: 29 fev. 2012.
A pintura e o poema, embora sendo produtos de duas
linguagens artísticas diferentes, participaram do mesmo
contexto social e cultural de produção pelo fato de ambos
a.apresentarem um retrato realista, evidenciado pelo
unicórnio presente na pintura e pelos adjetivos usados no
poema.
b.valorizarem o excesso de enfeites na apresentação
pessoal e na variação de atitudes da mulher, evidenciadas
pelos adjetivos do poema.
c.apresentarem um retrato ideal de mulher marcado pela
sobriedade e o equilíbrio, evidenciados pela postura,
expressão e vestimenta da moça e os adjetivos usados no
poema.
d.desprezarem o conceito medieval da idealização da
mulher como base da produção artística, evidenciado pelos
adjetivos usados no poema.
e.apresentarem um retrato ideal de mulher marcado pela
emotividade e o conflito interior, evidenciados pela
expressão da moça e pelos adjetivos do poema.
02​ - (ENEM)
TEXTO I
Andaram na praia, quando saímos, oito ou dez deles; e daí
a pouco começaram a vir mais. E parece-me que viriam,
este dia, à praia, quatrocentos ou quatrocentos e
cinquenta. Alguns deles traziam arcos e flechas, que todos
trocaram por carapuças ou por qualquer coisa que lhes
davam. […] Andavam todos tão bem-dispostos, tão bem
feitos e galantes com suas tinturas que muito agradavam.
CASTRO, S. “A carta de Pero Vaz de Caminha”. Porto
Alegre: L&PM, 1996 (fragmento).
TEXTO II
Pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro, a carta de
Pero Vaz de Caminha e a obra de Portinari retratam a
chegada dos portugueses ao Brasil. Da leitura dos textos,
constata-se que
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LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM
a.a carta de Pero Vaz de Caminha representa uma das
primeiras manifestações artísticas dos portugueses em
terras brasileiras e preocupa-se apenas com a estética
literária.
b.a tela de Portinari retrata indígenas nus com corpos
pintados, cuja grande significação é a afirmação da arte
acadêmica brasileira e a contestação de uma linguagem
moderna.
c.a carta, como testemunho histórico-político, mostra o
olhar do colonizador sobre a gente da terra, e a pintura
destaca, em primeiro plano, a inquietação dos nativos.
d.as duas produções, embora usem linguagens diferentes
— verbal e não verbal —, cumprem a mesma função social
e artística.
e.a pintura e a carta de Caminha são manifestações de
grupos étnicos diferentes, produzidas em um mesmo
momentos histórico, retratando a colonização.
03​ - (ENEM)
Texto I
XLI
Ouvia:
Que não podia odiar
E nem temer
Porque tu eras eu.
E como seria
Odiar a mim mesma
E a mim mesma temer.
HILST, H. Cantares. São Paulo: Globo, 2004 (fragmento).
Texto II
Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
por virtude do muito imaginar;
não tenho, logo, mais que desejar,
pois em mim tenho a parte desejada.
Camões. Sonetos. Disponível em:
http://www.jornaldepoesia.jor.br. Acesso em: 03 set. 2010
(fragmento).
Nesses fragmentos de poemas de Hilda Hilst e de Camões,
a temática comum é
a.o “outro” transformado no próprio eu lírico, o que se
realiza por meio de uma espécie de fusão de dois seres em
um só.
b.a fusão do “outro” com o eu lírico, havendo, nos versos
de Hilda Hilst, a afirmação do eu lírico de que odeia a si
mesmo.
c.o "outro" que se confunde com o eu lírico, verificando- se,
porém, nos versos de Camões, certa resistência do ser
amado.
d.a dissociação entre o “outro” e o eu lírico, porque o ódio
ou o amor se produzem no imaginário, sem a realização
concreta.
e.o “outro” que se associa ao eu lírico, sendo tratados, nos
Textos I e II, respectivamente, o ódio e o amor.
04​ - (MCKENZIE)
Tanto de meu estado me acho incerto
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio;
o mundo todo abarco e nada aperto.
[...]
Se me pergunta alguém por que assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
Camões
A respeito dos versos acima, podemos inferir que
a.o fragmento exemplifica traço estilístico característico da
estética barroca que, de certa forma, já está latente na
lírica camoniana: a linguagem marcada por paradoxos.
b.o poeta, embora renascentista, afasta-se dos cânones
estéticos da época, como, por exemplo, o ideal de beleza
artística associado à harmonia da composição
c.há a retomada de alguns expedientes retóricos típicos da
Idade Média, como, por exemplo, o confessionalismo
amoroso em linguagem ostensivamente emotiva.
d.o texto é exemplo eloquente de que Camões inovou a
lírica portuguesa ao tematizar o platonismo amoroso,
caracterizado pela “coita de amor” e ausência de contato
direto entre amante e amada
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LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM
e.na obra camoniana, o amor é concebido como graça
divina, apesar de ser representado como uma intensa
experiência erótica.
05​ - (MACKENZIE)
Texto I
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
Camões
Texto II
Amor é fogo? Ou é cadente lágrima?
Pois eu naufrago em mar de labaredas
Que lambem o sangue e a flor da pele acendem
Quando o rubor me vem à tona d'água.
E como arde, ai, como arde, Amor,
Quando a ferida dói porque se sente,
E o mover dos meus olhos sob a casca
Vê muito bem o que devia não ver.
Ilka Brunhilde Laurito
Comparando-se os dois textos, é possível observar sobre o
texto II que:
a.A liberdade formal dos quartetos, associada à contenção
emotiva, é índice da influência parnasiana.
b.Por seguir os princípios estéticos clássicos, sua expressão
é de teor mais universalista que individualista.
c.O caráter reflexivo das interrogativas iniciais impede que
a linguagem seja marcada por índices de emotividade.
d.Recupera, do estilo camoniano, a preferência por
imagens paradoxais, como, por exemplo, mar de labaredas.
e.Vale-se de recursos estilísticos conquistados pelos
modernistas, como, por exemplo, versos decassílabos e
expressão coloquial.
06 - (UEL) A questão referem-se ao Canto V de Os Lusíadas
(1572), de Luís Vaz de Camões (1524/5?-1580).
XXXVII
Porém já cinco sóis eram passados
Que dali nos partíramos, cortando
Os mares nunca de outrem navegados,
Prosperamente os ventos assoprando,
Quando ua noite, estando descuidados
Na cortadora proa vigiando,
Ua nuvem, que os ares escurece,
Sobre nossas cabeças aparece.
XXXVIII
Tão temerosa vinha e carregada,
Que pôs nos corações um grande medo.
Bramindo, o negro mar de longe brada,
Como se desse em vão nalgum rochedo
- “Ó Potestade – disse – sublimada,
Que ameaço divino ou que segredo
Este clima e este mar nos apresenta,
Que mor cousa parece que tormenta?”
Nos quatro últimos versos da estrofe de número XXXVIII,
fazem-se presentes as palavras:
a.Da temerosa e carregada nuvem que surgira
repentinamente no céu.
b.Do negro mar que batia num rochedo, irritado com as
conquistas portuguesas.
c.De Baco, deus protetor dos mouros, que se viam
inconformados com as conquistas portuguesas.
d.De Paulo da Gama, presente entre os tripulantes da nau
chefiada por seu irmão.
e.De Vasco da Gama, herói português a liderar
embarcações rumo às Índias.
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07​ - (MACKENZIE)
TEXTO 1
O amor é feio
Tem cara de vício
Anda pela estrada
Não tem compromisso
[...]
O amor é lindo
Faz o impossível
O amor é graça
Ele dá e passa
A. Antunes, C. Brown, M. Monte, “O amor é feio”.
TEXTO 2
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
CAMÕES, Luís de. “Amor é fogo que arde sem se ver”.
Comparando a letra da canção (Texto 1) com os versos
camonianos (Texto 2), conclui-se que
a.assim como Camões, os compositores tematizam o amor,
valendo-se de uma linguagem espontânea, coloquial, como
prova o uso da expressão “cara de vício”.
b.o caráter popular da canção é acentuado pelo uso de
redondilhas, traço estilístico ausente nos versos
camonianos citados, todos decassílabos.
c.a concepção do amor como sentimento contraditório,
típica de Camões, está ausente na letra da canção, uma vez
que seus versos não se compõem de paradoxos.
d.a ideia de que a dor do amor não é sentida pelos
amantes, presente nos versos de Camões, é parafraseada
nos versos “Anda pela estrada / Não tem compromisso”.
e.a canção recupera o tom solene e altissonante presente
nos versos camonianos.
08​ - (MACKENZIE)
Reinando Amor em dois peitos,
tece tantas falsidades,
que, de conformes vontades,
faz desconformes efeitos.
Igualmente vive em nós;
mas, por desconcerto seu,
vos leva, se venho eu,
me leva, se vindes vós.
Camões
Assinale a alternativa CORRETA acerca do texto.
a.Exemplifica o padrão poético do Classicismo
renascentista, na medida em que tematiza o amor,
utilizando-se da chamada "medida nova".
b.Embora apresente versos redondilhos, de tradição
medieval, a linguagem dos versos revela contenção
emotiva, traço estilístico valorizado na Renascença.
c.Revela influência das cantigas medievais, pela sonoridade
das rimas e linguagem emotiva própria da "coita de amor".
d.E um texto do Humanismo, pois traz uma reflexão
filosófica sobre o sentimento amoroso, afastando-se, assim,
da influência greco-romana.
e.Antecipa o estilo barroco do século XVII devido à sua
linguagem prolixa, em que se notam ousadas inversões
sintéticas e metáforas obscuras.
09 - (IFSP) A feição deles e serem pardos, um tanto
avermelhadas, de bons rostos e bons narizes, bem feitos.
Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso
de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de
mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência.
Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um
osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e
da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como
um furador.
(Carta de Pero Vaz de Caminha.
www.dominiopubIico.com.br. Acesso em: 04.12. 2012.)
O trecho acima pertence a um dos primeiros escritos
considerados como pertencentes à literatura brasileira. Do
ponto de vista da evolução histórica, trata-se de literatura
a.de informação.
b.de cordel.
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LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM
c.naturalista.
d.ambientalista.
e.arcade.
10​ - (IFSP) É tudo quanto sinto um desconcerto;
Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio,
Agora desvario, agora certo.
Estando em terra, chego ao Céu voando;
Numa hora acho mil anos, e é de jeito
Que em mil anos não posso achar uma hora.
Se me pergunta alguém por que assim ando,
Respondo que não sei; porém suspeito
Que só porque vos vi, minha Senhora.
(www.fredb.sites.uol.com.br/Iusdecam.htm)
A leitura do poema permite afirmar que o eu lírico se sente
a.confuso, provavelmente pelo amor que tem por uma
senhora.
b.alegre, provavelmente porque seu amor é correspondido.
c.triste, provavelmente porque não consegue amar
ninguém.
d.desconcertado, provavelmente porque a senhora o ama
demais.
e.perdido, provavelmente porque foi rejeitado pela amada.
11 - (IFSP) A feição deles é serem pardos, um tanto
avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos.
Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso
de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de
mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência.
Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um
osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e
da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como
um furador.
(Carta de Pero Vaz de Caminha.
www.dominiopublico.com.br. Acesso em: 04.12. 2012.)
O trecho acima pertence a um dos primeiros escritos
considerados como pertencentes à literatura brasileira. Do
ponto de vista da evolução histórica, trata-se de literatura
a.de informação.
b.de cordel.
c.naturalista.
d.ambientalista.
e.árcade.
12 - (UEL) Canto V de Os Lusíadas (1572), de Luís Vaz de
Camões (1524/5?-1580).
XXXVII
Porém já cinco sóis eram passados
Que dali nos partíramos, cortando
Os mares nunca de outrem navegados,
Prosperamente os ventos assoprando,
Quando ua noite, estando descuidados
Na cortadora proa vigiando,
Ua nuvem, que os ares escurece,
Sobre nossas cabeças aparece.
XXXVIII
Tão temerosa vinha e carregada,
Que pôs nos corações um grande medo.
Bramindo, o negro mar de longe brada,
Como se desse em vão nalgum rochedo
- “Ó Potestade - disse - sublimada,
Que ameaço divino ou que segredo
Este clima e este mar nos apresenta,
Que mor cousa parece que tormenta?”
(CAMÕES, Luís Vaz de. Os Lusíadas. 4ª. ed. Porto: Editorial
Domingos Barreira, s.d. p. 332.)
Sobre a referência a “corações”, trata-se
a.de uma ameaça às aventuras sentimentais dos
marinheiros que, nessa ocasião, se envolveram com as
ninfas.
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LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM
b.do estado emocional dos marinheiros que se
desestabilizaram ante um fenômeno difícil de
compreender.
c.de referência aos familiares que estavam com medo do
destino dos marinheiros após as pragas do Velho do
Restelo.
d.de desgaste dos marinheiros que já imaginavam ter
superado a batalha contra Adamastor.
e.de um reflexo, exposto de modo imediato pelos
marinheiros, que perceberam a concretização da profecia
do Velho do Restelo.
GABARITO
01 – C
02 – C
03 – A
04 – A
05 – D
06 – E
07 – B
08 – B
09 – A
10 – A
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  • 1. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM LITERATURA Quinhentismo 01​ - (ENEM) ​LXXVIII (Camões, 1525?-1580) Leda serenidade deleitosa, Que representa em terra um paraíso; Entre rubis e perlas doce riso; Debaixo de ouro e neve cor-de-rosa; Presença moderada e graciosa, Onde ensinando estão despejo e siso Que se pode por arte e por aviso, Como por natureza, ser fermosa; Fala de quem a morte e a vida pende, Rara, suave; enfim, Senhora, vossa; Repouso nela alegre e comedido: Estas as armas são com que me rende E me cativa Amor; mas não que possa Despojar-me da glória de rendido. CAMÕES, L. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2008. SANZIO, R. (1483-1520) A mulher com o unicórnio. Roma, Galleria Borghese. Disponível em: www.arquipelagos.pt. Acesso em: 29 fev. 2012. A pintura e o poema, embora sendo produtos de duas linguagens artísticas diferentes, participaram do mesmo contexto social e cultural de produção pelo fato de ambos a.apresentarem um retrato realista, evidenciado pelo unicórnio presente na pintura e pelos adjetivos usados no poema. b.valorizarem o excesso de enfeites na apresentação pessoal e na variação de atitudes da mulher, evidenciadas pelos adjetivos do poema. c.apresentarem um retrato ideal de mulher marcado pela sobriedade e o equilíbrio, evidenciados pela postura, expressão e vestimenta da moça e os adjetivos usados no poema. d.desprezarem o conceito medieval da idealização da mulher como base da produção artística, evidenciado pelos adjetivos usados no poema. e.apresentarem um retrato ideal de mulher marcado pela emotividade e o conflito interior, evidenciados pela expressão da moça e pelos adjetivos do poema. 02​ - (ENEM) TEXTO I Andaram na praia, quando saímos, oito ou dez deles; e daí a pouco começaram a vir mais. E parece-me que viriam, este dia, à praia, quatrocentos ou quatrocentos e cinquenta. Alguns deles traziam arcos e flechas, que todos trocaram por carapuças ou por qualquer coisa que lhes davam. […] Andavam todos tão bem-dispostos, tão bem feitos e galantes com suas tinturas que muito agradavam. CASTRO, S. “A carta de Pero Vaz de Caminha”. Porto Alegre: L&PM, 1996 (fragmento). TEXTO II Pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro, a carta de Pero Vaz de Caminha e a obra de Portinari retratam a chegada dos portugueses ao Brasil. Da leitura dos textos, constata-se que WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM
  • 2. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM a.a carta de Pero Vaz de Caminha representa uma das primeiras manifestações artísticas dos portugueses em terras brasileiras e preocupa-se apenas com a estética literária. b.a tela de Portinari retrata indígenas nus com corpos pintados, cuja grande significação é a afirmação da arte acadêmica brasileira e a contestação de uma linguagem moderna. c.a carta, como testemunho histórico-político, mostra o olhar do colonizador sobre a gente da terra, e a pintura destaca, em primeiro plano, a inquietação dos nativos. d.as duas produções, embora usem linguagens diferentes — verbal e não verbal —, cumprem a mesma função social e artística. e.a pintura e a carta de Caminha são manifestações de grupos étnicos diferentes, produzidas em um mesmo momentos histórico, retratando a colonização. 03​ - (ENEM) Texto I XLI Ouvia: Que não podia odiar E nem temer Porque tu eras eu. E como seria Odiar a mim mesma E a mim mesma temer. HILST, H. Cantares. São Paulo: Globo, 2004 (fragmento). Texto II Transforma-se o amador na cousa amada Transforma-se o amador na cousa amada, por virtude do muito imaginar; não tenho, logo, mais que desejar, pois em mim tenho a parte desejada. Camões. Sonetos. Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br. Acesso em: 03 set. 2010 (fragmento). Nesses fragmentos de poemas de Hilda Hilst e de Camões, a temática comum é a.o “outro” transformado no próprio eu lírico, o que se realiza por meio de uma espécie de fusão de dois seres em um só. b.a fusão do “outro” com o eu lírico, havendo, nos versos de Hilda Hilst, a afirmação do eu lírico de que odeia a si mesmo. c.o "outro" que se confunde com o eu lírico, verificando- se, porém, nos versos de Camões, certa resistência do ser amado. d.a dissociação entre o “outro” e o eu lírico, porque o ódio ou o amor se produzem no imaginário, sem a realização concreta. e.o “outro” que se associa ao eu lírico, sendo tratados, nos Textos I e II, respectivamente, o ódio e o amor. 04​ - (MCKENZIE) Tanto de meu estado me acho incerto que em vivo ardor tremendo estou de frio; sem causa, juntamente choro e rio; o mundo todo abarco e nada aperto. [...] Se me pergunta alguém por que assim ando, respondo que não sei; porém suspeito que só porque vos vi, minha Senhora. Camões A respeito dos versos acima, podemos inferir que a.o fragmento exemplifica traço estilístico característico da estética barroca que, de certa forma, já está latente na lírica camoniana: a linguagem marcada por paradoxos. b.o poeta, embora renascentista, afasta-se dos cânones estéticos da época, como, por exemplo, o ideal de beleza artística associado à harmonia da composição c.há a retomada de alguns expedientes retóricos típicos da Idade Média, como, por exemplo, o confessionalismo amoroso em linguagem ostensivamente emotiva. d.o texto é exemplo eloquente de que Camões inovou a lírica portuguesa ao tematizar o platonismo amoroso, caracterizado pela “coita de amor” e ausência de contato direto entre amante e amada WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM
  • 3. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM e.na obra camoniana, o amor é concebido como graça divina, apesar de ser representado como uma intensa experiência erótica. 05​ - (MACKENZIE) Texto I Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; Camões Texto II Amor é fogo? Ou é cadente lágrima? Pois eu naufrago em mar de labaredas Que lambem o sangue e a flor da pele acendem Quando o rubor me vem à tona d'água. E como arde, ai, como arde, Amor, Quando a ferida dói porque se sente, E o mover dos meus olhos sob a casca Vê muito bem o que devia não ver. Ilka Brunhilde Laurito Comparando-se os dois textos, é possível observar sobre o texto II que: a.A liberdade formal dos quartetos, associada à contenção emotiva, é índice da influência parnasiana. b.Por seguir os princípios estéticos clássicos, sua expressão é de teor mais universalista que individualista. c.O caráter reflexivo das interrogativas iniciais impede que a linguagem seja marcada por índices de emotividade. d.Recupera, do estilo camoniano, a preferência por imagens paradoxais, como, por exemplo, mar de labaredas. e.Vale-se de recursos estilísticos conquistados pelos modernistas, como, por exemplo, versos decassílabos e expressão coloquial. 06 - (UEL) A questão referem-se ao Canto V de Os Lusíadas (1572), de Luís Vaz de Camões (1524/5?-1580). XXXVII Porém já cinco sóis eram passados Que dali nos partíramos, cortando Os mares nunca de outrem navegados, Prosperamente os ventos assoprando, Quando ua noite, estando descuidados Na cortadora proa vigiando, Ua nuvem, que os ares escurece, Sobre nossas cabeças aparece. XXXVIII Tão temerosa vinha e carregada, Que pôs nos corações um grande medo. Bramindo, o negro mar de longe brada, Como se desse em vão nalgum rochedo - “Ó Potestade – disse – sublimada, Que ameaço divino ou que segredo Este clima e este mar nos apresenta, Que mor cousa parece que tormenta?” Nos quatro últimos versos da estrofe de número XXXVIII, fazem-se presentes as palavras: a.Da temerosa e carregada nuvem que surgira repentinamente no céu. b.Do negro mar que batia num rochedo, irritado com as conquistas portuguesas. c.De Baco, deus protetor dos mouros, que se viam inconformados com as conquistas portuguesas. d.De Paulo da Gama, presente entre os tripulantes da nau chefiada por seu irmão. e.De Vasco da Gama, herói português a liderar embarcações rumo às Índias. WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM
  • 4. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM 07​ - (MACKENZIE) TEXTO 1 O amor é feio Tem cara de vício Anda pela estrada Não tem compromisso [...] O amor é lindo Faz o impossível O amor é graça Ele dá e passa A. Antunes, C. Brown, M. Monte, “O amor é feio”. TEXTO 2 Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; CAMÕES, Luís de. “Amor é fogo que arde sem se ver”. Comparando a letra da canção (Texto 1) com os versos camonianos (Texto 2), conclui-se que a.assim como Camões, os compositores tematizam o amor, valendo-se de uma linguagem espontânea, coloquial, como prova o uso da expressão “cara de vício”. b.o caráter popular da canção é acentuado pelo uso de redondilhas, traço estilístico ausente nos versos camonianos citados, todos decassílabos. c.a concepção do amor como sentimento contraditório, típica de Camões, está ausente na letra da canção, uma vez que seus versos não se compõem de paradoxos. d.a ideia de que a dor do amor não é sentida pelos amantes, presente nos versos de Camões, é parafraseada nos versos “Anda pela estrada / Não tem compromisso”. e.a canção recupera o tom solene e altissonante presente nos versos camonianos. 08​ - (MACKENZIE) Reinando Amor em dois peitos, tece tantas falsidades, que, de conformes vontades, faz desconformes efeitos. Igualmente vive em nós; mas, por desconcerto seu, vos leva, se venho eu, me leva, se vindes vós. Camões Assinale a alternativa CORRETA acerca do texto. a.Exemplifica o padrão poético do Classicismo renascentista, na medida em que tematiza o amor, utilizando-se da chamada "medida nova". b.Embora apresente versos redondilhos, de tradição medieval, a linguagem dos versos revela contenção emotiva, traço estilístico valorizado na Renascença. c.Revela influência das cantigas medievais, pela sonoridade das rimas e linguagem emotiva própria da "coita de amor". d.E um texto do Humanismo, pois traz uma reflexão filosófica sobre o sentimento amoroso, afastando-se, assim, da influência greco-romana. e.Antecipa o estilo barroco do século XVII devido à sua linguagem prolixa, em que se notam ousadas inversões sintéticas e metáforas obscuras. 09 - (IFSP) A feição deles e serem pardos, um tanto avermelhadas, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. (Carta de Pero Vaz de Caminha. www.dominiopubIico.com.br. Acesso em: 04.12. 2012.) O trecho acima pertence a um dos primeiros escritos considerados como pertencentes à literatura brasileira. Do ponto de vista da evolução histórica, trata-se de literatura a.de informação. b.de cordel. WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM
  • 5. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM c.naturalista. d.ambientalista. e.arcade. 10​ - (IFSP) É tudo quanto sinto um desconcerto; Da alma um fogo me sai, da vista um rio; Agora espero, agora desconfio, Agora desvario, agora certo. Estando em terra, chego ao Céu voando; Numa hora acho mil anos, e é de jeito Que em mil anos não posso achar uma hora. Se me pergunta alguém por que assim ando, Respondo que não sei; porém suspeito Que só porque vos vi, minha Senhora. (www.fredb.sites.uol.com.br/Iusdecam.htm) A leitura do poema permite afirmar que o eu lírico se sente a.confuso, provavelmente pelo amor que tem por uma senhora. b.alegre, provavelmente porque seu amor é correspondido. c.triste, provavelmente porque não consegue amar ninguém. d.desconcertado, provavelmente porque a senhora o ama demais. e.perdido, provavelmente porque foi rejeitado pela amada. 11 - (IFSP) A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. (Carta de Pero Vaz de Caminha. www.dominiopublico.com.br. Acesso em: 04.12. 2012.) O trecho acima pertence a um dos primeiros escritos considerados como pertencentes à literatura brasileira. Do ponto de vista da evolução histórica, trata-se de literatura a.de informação. b.de cordel. c.naturalista. d.ambientalista. e.árcade. 12 - (UEL) Canto V de Os Lusíadas (1572), de Luís Vaz de Camões (1524/5?-1580). XXXVII Porém já cinco sóis eram passados Que dali nos partíramos, cortando Os mares nunca de outrem navegados, Prosperamente os ventos assoprando, Quando ua noite, estando descuidados Na cortadora proa vigiando, Ua nuvem, que os ares escurece, Sobre nossas cabeças aparece. XXXVIII Tão temerosa vinha e carregada, Que pôs nos corações um grande medo. Bramindo, o negro mar de longe brada, Como se desse em vão nalgum rochedo - “Ó Potestade - disse - sublimada, Que ameaço divino ou que segredo Este clima e este mar nos apresenta, Que mor cousa parece que tormenta?” (CAMÕES, Luís Vaz de. Os Lusíadas. 4ª. ed. Porto: Editorial Domingos Barreira, s.d. p. 332.) Sobre a referência a “corações”, trata-se a.de uma ameaça às aventuras sentimentais dos marinheiros que, nessa ocasião, se envolveram com as ninfas. WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM
  • 6. LISTA DE EXERCÍCIOS PARA O ENEM b.do estado emocional dos marinheiros que se desestabilizaram ante um fenômeno difícil de compreender. c.de referência aos familiares que estavam com medo do destino dos marinheiros após as pragas do Velho do Restelo. d.de desgaste dos marinheiros que já imaginavam ter superado a batalha contra Adamastor. e.de um reflexo, exposto de modo imediato pelos marinheiros, que perceberam a concretização da profecia do Velho do Restelo. GABARITO 01 – C 02 – C 03 – A 04 – A 05 – D 06 – E 07 – B 08 – B 09 – A 10 – A 11 - A 12 - B WWW. FOCONOENEM.COM INSTAGRAM: @OFOCONOENEM