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ESQUEMAS:ESQUEMAS:
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DA FASE DE AGRESSÃO;DA FASE DE AGRESSÃO;
2.2. TARDIO – DA FASE DE REPARAÇÃO ATÉ ATARDIO – DA FASE DE REPARAÇÃO ATÉ A
CURA.CURA.
TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL
QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS
TRATAMENTO LOCAL IMEDIATOTRATAMENTO LOCAL IMEDIATO
- O MAIS IMPORTANTE NESSA FASE SÃOO MAIS IMPORTANTE NESSA FASE SÃO
OS FENÔMENOS GERAIS;OS FENÔMENOS GERAIS;
1. CONTROLAR FATORES LOCAIS1. CONTROLAR FATORES LOCAIS
RESPONSÁVEIS PELAS QUEIMADURAS;RESPONSÁVEIS PELAS QUEIMADURAS;
2. ISOLAR E IMOBILIZAR A LESÃO.2. ISOLAR E IMOBILIZAR A LESÃO.
TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL
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1.1. OCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSOOCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSO
(ALLEN E KOCH, 1942);(ALLEN E KOCH, 1942);
2.2. EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO (WALLACE, 1949).(WALLACE, 1949).
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4.4. COTOVELOSCOTOVELOS – LESÕES ANTERIORES (EXTENSÃO);– LESÕES ANTERIORES (EXTENSÃO);
5.5. MÃOSMÃOS – POSIÇÃO DE FUNÇÃO ISOLANDO-SE DEDOS;– POSIÇÃO DE FUNÇÃO ISOLANDO-SE DEDOS;
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7.7. TORNOZELOSTORNOZELOS – 90º;– 90º;
8.8. TRONCO E COXASTRONCO E COXAS – POSIÇÃO ANATÔMICA– POSIÇÃO ANATÔMICA
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1.1. ENTRADAENTRADA: IRREGULAR E DEPRIMIDA. ISQUEMIA: IRREGULAR E DEPRIMIDA. ISQUEMIA
AMARELO ESBRANQUIÇADA, CHAMUSCADA,AMARELO ESBRANQUIÇADA, CHAMUSCADA,
PERIFERIA COM HALO AVERMELHADO.PERIFERIA COM HALO AVERMELHADO.
2.2. SAÍDASAÍDA: BORDAS SECAS E INDOLOR, DEPRIMIDAS: BORDAS SECAS E INDOLOR, DEPRIMIDAS
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1. RESSUSCITAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA (PARADA1. RESSUSCITAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA (PARADA
RESPIRATÓRIA E FIBRILAÇÃO VENTRICULAR)RESPIRATÓRIA E FIBRILAÇÃO VENTRICULAR)
2. ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL, CARDIOVERSÃO,2. ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL, CARDIOVERSÃO,
REPOSIÇÃO HÍDRICA (2ML/KG/%DA ÁREAREPOSIÇÃO HÍDRICA (2ML/KG/%DA ÁREA
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3. FASCIOTOMIA, ESCAROTOMIA;3. FASCIOTOMIA, ESCAROTOMIA;
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  • 1. Fundamentos e Bases em Cirurgia PlásticaFundamentos e Bases em Cirurgia Plástica 20132013 12.12. QUEIMADURAS.QUEIMADURAS. Complexas e Tratamento localComplexas e Tratamento local
  • 2. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS ESQUEMAS:ESQUEMAS: 1.1. IMEDIATO – DO 1º. ATENDIMENTO ATÉ O FIMIMEDIATO – DO 1º. ATENDIMENTO ATÉ O FIM DA FASE DE AGRESSÃO;DA FASE DE AGRESSÃO; 2.2. TARDIO – DA FASE DE REPARAÇÃO ATÉ ATARDIO – DA FASE DE REPARAÇÃO ATÉ A CURA.CURA.
  • 3. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS TRATAMENTO LOCAL IMEDIATOTRATAMENTO LOCAL IMEDIATO - O MAIS IMPORTANTE NESSA FASE SÃOO MAIS IMPORTANTE NESSA FASE SÃO OS FENÔMENOS GERAIS;OS FENÔMENOS GERAIS; 1. CONTROLAR FATORES LOCAIS1. CONTROLAR FATORES LOCAIS RESPONSÁVEIS PELAS QUEIMADURAS;RESPONSÁVEIS PELAS QUEIMADURAS; 2. ISOLAR E IMOBILIZAR A LESÃO.2. ISOLAR E IMOBILIZAR A LESÃO.
  • 4. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  TRATAMENTO LOCAL IMEDIATOTRATAMENTO LOCAL IMEDIATO MÉTODOS CLÁSSICOS:MÉTODOS CLÁSSICOS: 1.1. OCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSOOCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSO (ALLEN E KOCH, 1942);(ALLEN E KOCH, 1942); 2.2. EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO (WALLACE, 1949).(WALLACE, 1949).
  • 5. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  TRATAMENTO LOCAL IMEDIATOTRATAMENTO LOCAL IMEDIATO EM AMBOS OS MÉTODOS:EM AMBOS OS MÉTODOS: 1. RETIRADA DAS VESTES;1. RETIRADA DAS VESTES; 2. CAMPO OU LENÇOL ESTÉRIL;2. CAMPO OU LENÇOL ESTÉRIL; 3. SALA CIRÚRGICA;3. SALA CIRÚRGICA; 4. ANTISSEPSIA DA EQUIPE.4. ANTISSEPSIA DA EQUIPE.
  • 8. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  TRATAMENTO LOCAL IMEDIATOTRATAMENTO LOCAL IMEDIATO MÉTODO DE OCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSOMÉTODO DE OCLUSÃO, COMPRESSÃO E REPOUSO 1º. CURATIVO1º. CURATIVO: ASSÉPTICO, OCLUSIVO, NÃO LESA A: ASSÉPTICO, OCLUSIVO, NÃO LESA A PELE VIÁVEL, DRENA SECREÇÕES, COMPRESSIVO, DEPELE VIÁVEL, DRENA SECREÇÕES, COMPRESSIVO, DE FÁCIL REMOÇÃO, LESÕES EM REPOUSO FUNCIONAL.FÁCIL REMOÇÃO, LESÕES EM REPOUSO FUNCIONAL.
  • 9. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  LIMPEZA DAS LESÕES (PINÇA, TESOURA E GAZE);LIMPEZA DAS LESÕES (PINÇA, TESOURA E GAZE);  LAVAGEM COM SORO FISIOLÓGICO;LAVAGEM COM SORO FISIOLÓGICO;  PRESERVAÇÃO DAS VESÍCULAS;PRESERVAÇÃO DAS VESÍCULAS;  RASPAGEM DOS PELOS EM ÁREAS PRÓXIMAS;RASPAGEM DOS PELOS EM ÁREAS PRÓXIMAS;  COBERTURA DAS LESÕES COM GAZECOBERTURA DAS LESÕES COM GAZE VASELINADAVASELINADA EM MALHAS FINASEM MALHAS FINAS;;  COBERTURA COM GAZE CIRÚRGICA (ABSORÇÃO);COBERTURA COM GAZE CIRÚRGICA (ABSORÇÃO);  COBERTURA COM GAZE DE ROLO OU ALGODÃOCOBERTURA COM GAZE DE ROLO OU ALGODÃO HIDRÓFILO;HIDRÓFILO;  ENFAIXAMENTO COM GAZE ELÁSTICA (CREPE);ENFAIXAMENTO COM GAZE ELÁSTICA (CREPE);  ESPARADRAPOESPARADRAPO
  • 12. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  POSIÇÃO DE IMOBILIZAÇÃO NOS CURATIVOSPOSIÇÃO DE IMOBILIZAÇÃO NOS CURATIVOS:: 1.1. PESCOÇOPESCOÇO – MODERADA HIPEREXTENSÃO (COLAR);– MODERADA HIPEREXTENSÃO (COLAR); 2.2. AXILASAXILAS- BRAÇO EM ABDUÇÃO 90º ;- BRAÇO EM ABDUÇÃO 90º ; 3.3. COTOVELOSCOTOVELOS – LESÕES POSTERIORES (SEMIFLEXÃO);– LESÕES POSTERIORES (SEMIFLEXÃO); 4.4. COTOVELOSCOTOVELOS – LESÕES ANTERIORES (EXTENSÃO);– LESÕES ANTERIORES (EXTENSÃO); 5.5. MÃOSMÃOS – POSIÇÃO DE FUNÇÃO ISOLANDO-SE DEDOS;– POSIÇÃO DE FUNÇÃO ISOLANDO-SE DEDOS; 6.6. JOELHOSJOELHOS – EXTENSÃO;– EXTENSÃO; 7.7. TORNOZELOSTORNOZELOS – 90º;– 90º; 8.8. TRONCO E COXASTRONCO E COXAS – POSIÇÃO ANATÔMICA– POSIÇÃO ANATÔMICA
  • 15. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  TROCA DE CURATIVOS (CADA 48H)TROCA DE CURATIVOS (CADA 48H);; 1. RETIRAR CURATIVO COM SORO FISIOLÓGICO;1. RETIRAR CURATIVO COM SORO FISIOLÓGICO; 2. REMOVER TECIDOS DESVITALIZADOS;2. REMOVER TECIDOS DESVITALIZADOS; 3. LIMPEZA DAS SECREÇÕES;3. LIMPEZA DAS SECREÇÕES; 4. INFECÇÃO – ABERTURA DAS VESÍCULAS E TROCA4. INFECÇÃO – ABERTURA DAS VESÍCULAS E TROCA DA PRIMEIRA CAMADA (VASELINA) POR FURACIM.DA PRIMEIRA CAMADA (VASELINA) POR FURACIM.
  • 16. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  MÉTODO DE EXPOSIÇÃO:MÉTODO DE EXPOSIÇÃO: PRINCÍPIO BÁSICO –PRINCÍPIO BÁSICO – FORMAÇÃO DE ESCARA (CURATIVO BIOLÓGICO);FORMAÇÃO DE ESCARA (CURATIVO BIOLÓGICO); 1º. CURATIVO:1º. CURATIVO: 1. REMOÇÃO DE DETRITOS E TECIDOS MORTOS COM SORO1. REMOÇÃO DE DETRITOS E TECIDOS MORTOS COM SORO FISIOLÓGICO E SABÃO NEUTRO;FISIOLÓGICO E SABÃO NEUTRO; 2. PACIENTE NO LEITO COM AS LESÕES EXPOSTAS;2. PACIENTE NO LEITO COM AS LESÕES EXPOSTAS; 3. CAMA DE STRYKER;3. CAMA DE STRYKER; 4. ARCO METÁLICO;4. ARCO METÁLICO; 5. MOVIMENTAÇÃO MÍNIMA.5. MOVIMENTAÇÃO MÍNIMA.
  • 17. TRATAMENTO LOCALTRATAMENTO LOCAL QUEIMADURAS TÉRMICASQUEIMADURAS TÉRMICAS  QUEIMADURAS PARCIAISQUEIMADURAS PARCIAIS: CROSTAS DURAS E: CROSTAS DURAS E SECAS EM 48-72H;SECAS EM 48-72H;  CROSTAS SALIENTESCROSTAS SALIENTES – QUEIMADURAS PELE– QUEIMADURAS PELE PARCIAL SUPERFICIAL;PARCIAL SUPERFICIAL;  CROSTAS LISASCROSTAS LISAS – QUEIMADURAS PELE PARCIAL– QUEIMADURAS PELE PARCIAL PROFUNDAS;PROFUNDAS;  CROSTAS DEPRIMIDASCROSTAS DEPRIMIDAS – QUEIMADURAS TIPO IV E– QUEIMADURAS TIPO IV E V (CONVERSE);V (CONVERSE);  MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTEMOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE – RACHADURAS;– RACHADURAS;  LESÕES CIRCULARES EM TRONCOS E MEMBROSLESÕES CIRCULARES EM TRONCOS E MEMBROS -- CAMA DE STRYKERCAMA DE STRYKER
  • 20. CAMAS DE STRYKER, DE LEVITAÇÃO,CAMAS DE STRYKER, DE LEVITAÇÃO, CIRCULAR ELÉTRICA, DE ROTAÇÃOCIRCULAR ELÉTRICA, DE ROTAÇÃO
  • 21. ANÁLISE COMPARATIVAANÁLISE COMPARATIVA  OCLUSÃOOCLUSÃO: MAIS CARO (MATERIAL), APLICAÇÃO: MAIS CARO (MATERIAL), APLICAÇÃO FÁCIL NO TRONCO E MEMBROS, DIFÍCL NA FACEFÁCIL NO TRONCO E MEMBROS, DIFÍCL NA FACE E PERÍNEO, PERMITE MOVIMENTAÇÃO, FÁCILE PERÍNEO, PERMITE MOVIMENTAÇÃO, FÁCIL TRANSPORTE, NÃO PERMITE OBSERVAÇÃOTRANSPORTE, NÃO PERMITE OBSERVAÇÃO DIRETA DA LESÃO.DIRETA DA LESÃO.  EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO: MAIS CARO (PESSOAL), APLICAÇÃO: MAIS CARO (PESSOAL), APLICAÇÃO FÁCIL NA FACE, PERÍNEO E GENITAIS, RUIM PARAFÁCIL NA FACE, PERÍNEO E GENITAIS, RUIM PARA LESÕES CIRCULARES, EM CRIANÇAS, PACIENTESLESÕES CIRCULARES, EM CRIANÇAS, PACIENTES AGITADOS, TRANSPORTE DIFÍCIL, OBSERVAÇÃOAGITADOS, TRANSPORTE DIFÍCIL, OBSERVAÇÃO FÁCIL DAS LESÕES.FÁCIL DAS LESÕES.
  • 22. DIFERENÇAS CLÍNICASDIFERENÇAS CLÍNICAS  OCLUSÃOOCLUSÃO: ALÍVIO IMEDIATO DA DOR,: ALÍVIO IMEDIATO DA DOR, DESCONFORTÁVEL APÓS 3-4 DIAS, CONFORTÁVELDESCONFORTÁVEL APÓS 3-4 DIAS, CONFORTÁVEL NO FRIO, HIPERTERMIA NO CALOR, MAISNO FRIO, HIPERTERMIA NO CALOR, MAIS PROLIFERAÇÃO DE GERMES, MENOR PERDA DEPROLIFERAÇÃO DE GERMES, MENOR PERDA DE LÍQUIDOS, TROCA CURATIVO TRAUMATIZANTE.LÍQUIDOS, TROCA CURATIVO TRAUMATIZANTE.  EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO: DESCONFORTÁVEL NAS PRIMEIRAS: DESCONFORTÁVEL NAS PRIMEIRAS 48H, ALÍVIO APÓS FORMAÇÃO DE CROSTA,48H, ALÍVIO APÓS FORMAÇÃO DE CROSTA, CONFORTÁVEL NO CALOR, MENOSCONFORTÁVEL NO CALOR, MENOS PROLIFERAÇÃO DE GERMES, PERDA LÍQUIDOS ÉPROLIFERAÇÃO DE GERMES, PERDA LÍQUIDOS É MAIOR NAS PRIMEIRAS 48H, MOBILIDADE CAUSAMAIOR NAS PRIMEIRAS 48H, MOBILIDADE CAUSA MAIOR RISCO INFECÇÃO, SEM HIPERTERMIA,MAIOR RISCO INFECÇÃO, SEM HIPERTERMIA, SEM MAL CHEIRO.SEM MAL CHEIRO.
  • 23. ESCAROTOMIAESCAROTOMIA  QUEIMADURAS CIRCULARES DE ESPESSURAQUEIMADURAS CIRCULARES DE ESPESSURA TOTAL;TOTAL;  ESCARAESCARA – PLACA NECRÓTICA DESIDRATADA– PLACA NECRÓTICA DESIDRATADA QUE ATUA COMO GARROTEQUE ATUA COMO GARROTE  ESCAROTOMIA E ANTIBIÓTICO TERAPIAESCAROTOMIA E ANTIBIÓTICO TERAPIA TÓPICA / AÇÚCAR. ANTIBIÓTICO SISTÊMICOTÓPICA / AÇÚCAR. ANTIBIÓTICO SISTÊMICO EM ALTAS DOSES.EM ALTAS DOSES.
  • 24. TRATAMENTO LOCAL TARDIOTRATAMENTO LOCAL TARDIO  QUEIMADURA ESPESSURA PARCIAL SUPERFICIALQUEIMADURA ESPESSURA PARCIAL SUPERFICIAL:: RECUPERAÇÃO EM 2-3 SEMANAS, CURATIVOS A CADARECUPERAÇÃO EM 2-3 SEMANAS, CURATIVOS A CADA 48H;48H;  QUEIMADURA ESPESSURA PARCIAL PROFUNDAQUEIMADURA ESPESSURA PARCIAL PROFUNDA:: RECUPERAÇÃO DE 6-7 SEMANAS. TRATAMENTO PODERECUPERAÇÃO DE 6-7 SEMANAS. TRATAMENTO PODE SER CLÍNICO OU CIRÚRGICO: AÇÚCAR OU ENZIMASSER CLÍNICO OU CIRÚRGICO: AÇÚCAR OU ENZIMAS (ESCARAS); EXCISÃO TANGENCIAL E ENXERTIA(ESCARAS); EXCISÃO TANGENCIAL E ENXERTIA IMEDIATA.IMEDIATA.  QUEIMADURAS ESPESSURA TOTALQUEIMADURAS ESPESSURA TOTAL:: MAIOR RISCO DE INFECÇÃO, ELIMINAÇÃO PRECOCE DOMAIOR RISCO DE INFECÇÃO, ELIMINAÇÃO PRECOCE DO TEC. DESVITALIZADO, ESCARECTOMIA PRECOCE (3-5TEC. DESVITALIZADO, ESCARECTOMIA PRECOCE (3-5 DIAS), ENXERTIA DE PELE.DIAS), ENXERTIA DE PELE.
  • 33. 17º. / 30º. DIA17º. / 30º. DIA
  • 61. QUEIMADURAS ELÉTRICASQUEIMADURAS ELÉTRICAS  ALTAMENTE MUTILANTES, ESFACELANDOALTAMENTE MUTILANTES, ESFACELANDO TECIDOS MOLES E EXPONDO OSSO.TECIDOS MOLES E EXPONDO OSSO.  GRAVIDADE DA LESÃO DEPENDE:GRAVIDADE DA LESÃO DEPENDE: VOLTAGEM, INTENSIDADE DA CORRENTE,VOLTAGEM, INTENSIDADE DA CORRENTE, RESISTÊNCIA DOS TECIDOS (DA ENTRADARESISTÊNCIA DOS TECIDOS (DA ENTRADA ATÉ A SAÍDA), DURAÇÃO DO CONTATO, TIPOATÉ A SAÍDA), DURAÇÃO DO CONTATO, TIPO DE CORRENTE (CONTÍNUA OU ALTERNADA),DE CORRENTE (CONTÍNUA OU ALTERNADA), SUSCEPTIBILIDADE INDIVIDUAL.SUSCEPTIBILIDADE INDIVIDUAL.
  • 65. LEI DE JOULELEI DE JOULE  CALOR LIBERADO PELA CORRENTE É DIRETAMENTECALOR LIBERADO PELA CORRENTE É DIRETAMENTE PROPORCIONAL AO QUADRADO DA INTENSIDADE, ÀPROPORCIONAL AO QUADRADO DA INTENSIDADE, À RESISTÊNCIA TECIDUAL E À DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO.RESISTÊNCIA TECIDUAL E À DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO.  VOLTAGEM E DURAÇÃO DO CONTATO PRINCIPAISVOLTAGEM E DURAÇÃO DO CONTATO PRINCIPAIS FATORES PARA A EXTENSÃO E PROFUNDIDADE DASFATORES PARA A EXTENSÃO E PROFUNDIDADE DAS LESÕES.LESÕES.  ALTA VOLTAGEM ACIMA DE 1000V.ALTA VOLTAGEM ACIMA DE 1000V.  CORRENTE CONTÍNUA NÃO PROVOCA A MESMACORRENTE CONTÍNUA NÃO PROVOCA A MESMA CONTRAÇÃO MUSCULAR DA CORRENTE ALTERNADA.CONTRAÇÃO MUSCULAR DA CORRENTE ALTERNADA.
  • 66. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS  CORRENTE CONTÍNUA DE BAIXA VOLTAGEM –CORRENTE CONTÍNUA DE BAIXA VOLTAGEM – MENOS LESIVA QUE CORRENTE ALTERNADA DEMENOS LESIVA QUE CORRENTE ALTERNADA DE BAIXA VOLTAGEM;BAIXA VOLTAGEM;  CORRENTE CONTÍNUA DE ALTA VOLTAGEM É MAISCORRENTE CONTÍNUA DE ALTA VOLTAGEM É MAIS LETAL QUE A CORRENTE ALTERNADA DE ALTALETAL QUE A CORRENTE ALTERNADA DE ALTA VOLTAGEM;VOLTAGEM;  RESISTÊNCIA: OSSO, GORDURA, TENDÃO, PELE,RESISTÊNCIA: OSSO, GORDURA, TENDÃO, PELE, MÚSCULO, VASO, SANGUE, NERVO.MÚSCULO, VASO, SANGUE, NERVO.  RESISTÊNCIA DEPENDE DA PELE.RESISTÊNCIA DEPENDE DA PELE.
  • 67. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS  MENOR RESISTÊNCIA DA PELE, MAIOR LESÃOMENOR RESISTÊNCIA DA PELE, MAIOR LESÃO SISTÊMICA;SISTÊMICA;  MAIOR RESISTÊNCIA DA PELE, MAIOR LESÃOMAIOR RESISTÊNCIA DA PELE, MAIOR LESÃO LOCAL.LOCAL.  LESÃOLESÃO:: 1.1. ENTRADAENTRADA: IRREGULAR E DEPRIMIDA. ISQUEMIA: IRREGULAR E DEPRIMIDA. ISQUEMIA AMARELO ESBRANQUIÇADA, CHAMUSCADA,AMARELO ESBRANQUIÇADA, CHAMUSCADA, PERIFERIA COM HALO AVERMELHADO.PERIFERIA COM HALO AVERMELHADO. 2.2. SAÍDASAÍDA: BORDAS SECAS E INDOLOR, DEPRIMIDAS: BORDAS SECAS E INDOLOR, DEPRIMIDAS IMPRESSÃO DE EXPLOSÃO.IMPRESSÃO DE EXPLOSÃO.
  • 68. EFEITOEFEITO ICEBERGICEBERG  ALTA VOLTAGEMALTA VOLTAGEM 1. RESSUSCITAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA (PARADA1. RESSUSCITAÇÃO CARDIORESPIRATÓRIA (PARADA RESPIRATÓRIA E FIBRILAÇÃO VENTRICULAR)RESPIRATÓRIA E FIBRILAÇÃO VENTRICULAR) 2. ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL, CARDIOVERSÃO,2. ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL, CARDIOVERSÃO, REPOSIÇÃO HÍDRICA (2ML/KG/%DA ÁREAREPOSIÇÃO HÍDRICA (2ML/KG/%DA ÁREA QUEIMADA);QUEIMADA); 3. FASCIOTOMIA, ESCAROTOMIA;3. FASCIOTOMIA, ESCAROTOMIA; 4. ANTIBIÓTICOTERAPIA SISTÊMICA.4. ANTIBIÓTICOTERAPIA SISTÊMICA.