SlideShare uma empresa Scribd logo
Newton e as leis do movimentoPor que barcos, aviões ou nadadoressó avançam lançando água ou ar paratrás, enquanto automóveis, trens ou corredores podem se mover para frente sem, aparentemente, lançar nada paratrás?1642 - 1727
Impulso e quantidade de movimento (Vetores):	A quantidade de movimento definida por Newton	é dada pelo produto entre a massa (m) e a 	velocidade (v), uma medida que representa a	inércia do movimento. A variação nessa quantidade	de movimento, segundo Newton, é proporcional ao 	tempo de ação das forças externas.Fr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtFr = m.a (P.F.D.) Fr.Dt – impulso (N.s) SIm.Dv – variação da quantida-de de movimento (kg.m/s)Fr – soma vetorial de todasas forças (N) SI
Notas:Teorema do Impulso:IFr = DQ = QF – Qi  = m.(vF – vi)Princípio da conservação da quantidade de movimento:- para sistemas isolados (livre da ação de forças externas):IFrext = 0Qi = QF
 UERJ Um peixe de 4 kg, nadando com velocidade de 1,0 m/s, no sentido indicado pela figura, engole um peixe de 1 kg, que estava nadando também a1m/s, e continua nadando no mesmo sentido. A velocidade, em m/s, do peixe maior, imediatamente após a ingestão, é igual a:Q = m.vantesQ1Q2depoisQQantes = QdepoisQ1 + Q2 = Q4.1 – 1.1 = (4+1).v3 = 5.vv = 0,6 m/s

Recomendado para você

Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1

O documento apresenta os principais conceitos da eletrostática, incluindo a lei de Coulomb. A lei estabelece que a força entre duas cargas elétricas é diretamente proporcional ao produto delas e inversamente proporcional ao quadrado da distância. Experimentalmente, Coulomb mediu a força entre cargas e determinou essa relação matematicamente. A lei descreve tanto a direção quanto o sentido da força elétrica entre cargas.

Leis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidosLeis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidos

1) O documento apresenta exercícios resolvidos sobre as Leis de Newton, incluindo cálculos para determinar a intensidade da resultante de duas forças. 2) As questões abordam casos de forças com mesmo sentido, sentidos opostos e perpendiculares, e como calcular a resultante usando a soma ou subtração das intensidades. 3) A intensidade da resultante é encontrada aplicando conceitos como soma vetorial, módulo e raiz quadrada.

Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico

O documento descreve conceitos fundamentais de eletrostática, incluindo campo elétrico, vetor campo elétrico, linhas de força, campo elétrico uniforme e campo elétrico gerado por cargas pontuais e múltiplas cargas. Exemplos ilustram o cálculo de campo elétrico e força elétrica em diferentes situações.

O gráfico abaixo apresenta a variação da intensidade de uma força que atuou em um corpo de massa 2 kg, incialmente em repouso. A partir dessas informações e com o auxílio do gráfico, calcule:a) o módulo do impulso produzido por essa força.b) a velocidade máxima atingida por esse corpo.I = Qf - QiI = Área							I =10.10/2=50 N.s50 = 2.v – 0v = 25 m/s
UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que, numa colisão frontal, ocorra o amassamento da parte dianteira da lataria de maneira a preservar a cabine.Isso faz aumentar o tempo de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo.Com base nessas informações, pode-se afirmar que, quanto maior for o tempo de colisão:a) menor será a força média que os ocupantes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer parte da cabine.b) maior será a força média que os ocupantes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer parte da cabine.c) maior será a variação da quantidade de movimento que os ocupantes do automóvel experimentarão.d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocupantes do automóvel experimentarão.Fr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtResp.: a
Colisões:Quantidade de movimento e Energia mecânica nas colisões.- Em qualquer tipo de colisão mecânica, a quantidade de movimento (Q) mantém-se constante. A quantidade de movimento imediatamente após a interação é igual a quantidade de movimento imediatamente antes. Emboraa quantidade de movimento total se conserve nas colisões, o mesmo nãoocorre, necessariamente, com a energia mecânica (cinética) total do sistema.Qantes = Qdepois
Colisões elásticas (ou perfeitamente elásticas)

Recomendado para você

Força elástica 2 a
Força elástica 2 aForça elástica 2 a
Força elástica 2 a

Em 1660, o físico inglês Robert Hooke observou que a deformação de uma mola é proporcional à força aplicada. Ele formulou a Lei de Hooke, que diz que a força de deformação é diretamente proporcional à deformação elástica produzida. Posteriormente, Hooke descobriu que a constante de proporcionalidade entre força e deformação depende da característica elástica do material. Sua descoberta fundamentou a compreensão da elasticidade nos corpos.

Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico

O documento discute as características do campo elétrico gerado por uma carga pontual fixa Q. Ele explica que o campo elétrico transmite a interação entre cargas elétricas e pode ser representado por linhas de campo. O documento também compara o campo elétrico com o campo gravitacional e analisa como a força elétrica depende do sinal da carga Q e da carga de prova q colocada no campo.

físicacampo elétricoensino médio
Dinâmica
DinâmicaDinâmica
Dinâmica

O documento discute as leis de Newton e os conceitos fundamentais de força. Em três frases: 1) Força é o resultado da interação entre dois corpos e pode ser classificada em força de contato ou de campo. 2) A segunda lei de Newton estabelece que a resultante das forças sobre um corpo é igual à massa desse corpo multiplicada por sua aceleração. 3) Exemplos de forças de campo incluem a força gravitacional, magnética e elétrica, enquanto a força de atrito e força elást

Colisões perfeitamente inelásticas:
Classificação das colisões quanto ao valor do coeficiente de restituicãoou elasticidade (e).
Quantidade de movimento_rbd
Quantidade de movimento_rbd

Recomendado para você

Gráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUVGráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUV

Slides de gráficos do Movimento Uniforme (MU) e Movimento Uniformemente Variado (MUV). Visite: http://profmiky.wordpress.com

movimentomuvmu
Força centrípeta
Força centrípetaForça centrípeta
Força centrípeta

1) A força centrípeta é a resultante das forças orientadas para o centro de uma trajetória circular. 2) A força centrípeta tem direção perpendicular à velocidade tangencial e sentido orientado para o centro do círculo, com módulo dado por F=m*v2/r. 3) Exemplos de força centrípeta incluem estradas em lombada, objetos presos por fios em movimento circular e automóveis em looping, onde a força centrípeta equilibra o peso e mantém a trajetória.

Lei de coulomb
Lei de coulombLei de coulomb
Lei de coulomb

A lei de Coulomb descreve que a força entre duas cargas elétricas é diretamente proporcional ao produto das cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas. O campo elétrico é a capacidade de uma carga influenciar o espaço ao seu redor e é gerado por cargas elétricas. Um condutor distribui suas cargas superficialmente de forma a anular o campo elétrico em seu interior.

3 ano
Quantidade de movimento_rbd
Quantidade de movimento_rbd
UERJA figura mostra uma mesa de bilhar sobre a qual encontram-se duas bolas demesma massa. A bola (1) é lançada em linha reta com uma velocidade Vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2), que se encontra em repouso. Calcule, em funçãode Vo, as velocidades da bola 2 e da bola 1 após o choque.Considere que a colisão foi perfeitamente elástica.Vo m                      mPela conservação da energia:Ei = EfEc = E1 + E2m.Vo² /2 = m.V1²/2 + m.V2²/2Vo²  = V1² + V2² (I)Pela conservação da quantidade de movimento:Qantes = Qdepoism.Vo = m.V1 + m.V2Vo = V1 + V2 (II)(V1 +V2) ² = V1² + V2²V1² + 2. V1 .V2 + V2² = V1² + V2²2. V1 .V2 = 0  V1 = 0V2 =Vo
Em plena feira, enfurecida com a cantada que havia recebido, a mocinha, armada com um tomate de 120 g, lança-o em direção ao atrevido feirante, atingindo-lhe a cabeça com velocidade de 6 m/s. Se o choque do tomate foi perfeitamente inelástico e a interação trocada pelo tomate e a cabeça do rapaz demorou 0,01 s, podemos afirmar que o módulo da força média associada à interação foi de:m = 120g = 0,12 kgvo = 6 m/sv = 0 p/ t = 0,01sF= ?I = F.Dt = m.(vf – vi)F.0,01 = 0,12.(0-6)F = - 72 N|F| = 72 N

Recomendado para você

Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Eletrostatica

O documento discute a carga elétrica, explicando que ela é uma propriedade das partículas elementares como prótons e elétrons. Prótons possuem carga positiva e elétrons carga negativa. Átomos são constituídos de prótons, elétrons e nêutrons. A carga elétrica elementar é de aproximadamente 1,6x10-19 Coulomb.

Campo eletrico
Campo eletricoCampo eletrico
Campo eletrico

O documento descreve o conceito de campo elétrico, suas propriedades e aplicações. Explica que um campo elétrico é estabelecido em torno de cargas elétricas e que pode ser representado por linhas de força. Também aborda como campos elétricos uniformes afetam a trajetória de partículas carregadas e fornece exemplos de aplicações como capacitores e para-raios.

1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb

Este documento descreve a Lei de Coulomb, formulada por Charles Augustin de Coulomb em 1785, que rege as interações entre partículas eletrizadas. A lei estabelece que a força entre duas cargas elétricas é diretamente proporcional ao produto das cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas. O documento também apresenta exercícios sobre a aplicação da lei para calcular forças eletrostáticas entre partículas com diferentes cargas e distâncias.

Unioeste-PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica, analise as  afirmações abaixo e dê como resposta a soma das que estiverem corretas.01. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca.02. É impossível encontrar uma situação na qual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia mecânica total não seja conservada.04. É possível encontrar uma situação na qual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética total do sistema não seja conservada.08. Para que um corpo tenha uma certa quantidade de movimento, necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potencial.16. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo.32. Uma força horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. É impossível acelerar tal corpo com uma força que seja inferior ao seu peso.64. Em certas situações, o vetor velocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula.
Extra : Cálculo com vetores. p2 = m.v2p2 = m.v222P2 =0p1 = m.v12111p1 = 03p1 = 033P3 = 0p3 = m.v3p3 = m.v3 antes			    depois
Conservação da quantidade de movimentoP2P2yyp2 = m.v222P2x11P3x33p1 = 0p3 = m.v3p1 = m.v1P3yP3xquantidade de movimento inicial na direção y:Pi = 0quantidade de movimento finalna direção y:Pf = P2y + P3yPela conservação temos:y: Pi = Pf     0 = P2y + P3y    P2y = - P3yquantidade de movimento inicialna direção x:Pi = P1quantidade de movimento finalna direção x:Pf = P2x + P3xPela conservação temos:x: Pi = Pf     P1 = P2x + P3x
Nesse tipo de decomposição de vetores, podemosusar a função seno e cosseno ou o teorema depitagoras.PPysena = c.o./hsena = Py / PPy = P.senacosa = c.a./hcosa = Px / PPx = P.cosaP² = Px² + Py²aPx

Recomendado para você

Fenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatóriosFenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatórios

O documento discute propriedades de ondas, incluindo refração, difração e interferência. A refração ocorre quando uma onda passa de um meio para outro com diferentes índices de refração, podendo haver inversão ou não de fase. A difração ocorre quando as dimensões de um obstáculo são comparáveis ao comprimento de onda, enquanto a interferência produz regiões claras e escuras quando ondas coerentes se sobrepõem.

Impulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de MovimentoImpulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de Movimento

O documento apresenta conceitos fundamentais sobre impulso, quantidade de movimento e conservação da quantidade de movimento. Aborda definições, fórmulas e aplicações numéricas destes conceitos, incluindo exemplos do cotidiano como colisões de veículos e rebatedoras de beisebol.

velocidadeimpulsofísica
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática

O documento descreve os conceitos fundamentais da eletrostática, incluindo a descoberta da eletricidade através do âmbar, a definição de carga elétrica, a lei de Coulomb sobre forças eletrostáticas e os processos de eletrização de corpos como atrito, contato e indução.

eletrostaticafísica3° ano
Exemplos1) Um corpo de massa m=2kg encontra-se apoiado em uma superfície horizontal, perfeitamente lisa, inicialmente em repouso. Aplica-se a esse corpo uma força F, como mostra a figura abaixo: Determine o valor da aceleração adquirida pelo corpo na direção “x”. Considere F = 10 N.60°Fr=m.a (força resultante)m=2Kg; F=10NFx=F.cos 60°Fr = Fxm.a = F.cos 60ºa = F.cos 60°/m a =10.0,5/2=2,5m/s²FFy60°xFx
2) Com relação a questão anterior, considere que a força (F) atuouno corpo durante 4 s. Nessas condições, determine a variação da quantidade de movimento (DP) experimentada pela corpo e a velocidade atingida pelo mesmo.Fr = m.a ; a = DV / DtFr = m.DV / Dt ; DP = m.DVFr = DP/DtFx = F.cos 60ºFr = FxDP/Dt = F.cos 60º DP = 10.0,5.4DP = 20 kg.m/sDP = m.DV20 = 2.(V – Vo)20 = 2. (V – 0)V = 20/2 = 10 m/s60°
3) Um canhão de massa 400 Kg contendo um projétil de massa 1 Kg, encontra-se em repouso num terreno suposto plano, horizontal e sem atrito. Num dado instante, o canhão dispara o projétil que abandona o seu cano com uma velocidade (relativa ao solo) de  vp=300 m/s inclinada de 37º em relação a horizontal. Determine a velocidade do canhão em relação ao solo  imediatamente após o disparo. (sen 37 = 0,6; cos 37 = 0,8).mc =400 Kg; mp = 1 Kg; vpf=300 m/s; vpi = vci = 0vpx = vpf.cos 370 = 300.0,8 = 240 m/s;      vcf=?m/sPisis = Pfsis (horizontal)mc.vci + mp .vpi = mc.vcf + mp .vpf400.0 + 1.0 = 400.vcf + 1.240vcf = - 240/400 = - 0,6 m/s
4) A figura mostra um corpo de massa igual a 0,5 Kg e as únicas forças que podem atuar nele:F1=8N; F2=10N; F3=2N; F4=6NCalcule a intensidade da aceleração do corpo se apenas:a) F1 atuar; b) F1 e F2 atuarem; c)F1, F2 e F3 atuarem; d)F1 e F4 atuarem c)Fr = F1 + F2 – F3m.a = 8 + 10 – 3 a = 16/0,5a = 32 m/s²a) Fr = F1m.a = F1a = 8/0,5a = 16 m/s²b) Fr = F1 + F2m.a = 8 + 10a = 18 / 0,5a = 36 m/s²d)Fr² = F1² + F2²(0,5.a)² = 8² + 6²a² = 100/0,25a² = 400a = 20 m/s²

Recomendado para você

"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas "Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas

O documento discute ondas eletromagnéticas, explicando que são pulsos de energia que se propagam no vácuo e incluem ondas de rádio, TV, celular e luz. Maxwell desenvolveu equações mostrando a interação entre campos elétrico e magnético, provando que a luz é uma onda eletromagnética. Raios-X também são ondas eletromagnéticas que atravessam alguns materiais e são usados em radiografias.

Aceleração
AceleraçãoAceleração
Aceleração

O documento discute aceleração, definindo-a como a mudança na velocidade com o tempo. Ele fornece exemplos da aceleração de um carro esportivo e de um guepardo, e define aceleração média e instantânea, explicando que a aceleração média é a variação da velocidade em relação ao tempo e a aceleração instantânea é a derivada da velocidade em relação ao tempo.

Leis de newton
Leis de newtonLeis de newton
Leis de newton

Ser sábio é aprender com erros e fracassos. Newton unificou as leis do movimento celeste e terrestre, explicando porque os planetas se movem da forma observada. As forças newtonianas e a inércia explicam o movimento dos corpos.

5) Dois veículos A e B, de massa M e 2M, respectivamente, e com velocidades Va e Vb, colidem inelásticamente no cruzamento de duasavenidas perpendiculares entre si. Após a colisão, os veículos saemjuntos na direção da reta RS.cosidere sen 37º = 0,6 e cos 37º = 0,8.Calcule:Vba velocidade dos veículos após a colisão.b)pela conservação da quantidadede movimento temos:Pi = Pfsen 37º = Pa / Pi = Pa / Pf0,6 = M.120 / 3M.V0,6 = 40 / VV = 40 / 0,6V ≈ 66,7 km/hP = m.v       tga = sena/cosa = co/catg 37º = Pa/Pb0,6 / 0,8 = M.120 / 2M.Vb0,75 = 60 / VbVb = 60/0,75 = 80 km/h
7) A intensidade da força F, de direção constante, varia com o tempo conforme o gráfico:Calcule o módulo do impulso realizado por essa força, de t=0 a t=10s.b) Calcule o valor da força média nesse mesmo intervalo de tempo.Resolução:a)É possível obter o impulso a partir da área de gráfico (Fxt).I = “área” = (50+20).10/2 = 350 N.sb) I = F.∆tF = I/∆T = 350/10 = 35 NFr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtFr = m.a Fr.Dt – impulso (N.s) SIm.Dv – variação da quantida-de de movimento (kg.m/s)Fr – soma vetorial de todasas forças (N) SI
8) Fuvest Núcleos atômicos instáveis, existentes na natureza edenominados isotópos radiativos, emitem radiação espontaneamente.Tal é o caso do carbono 14 (14C), um emissor de partículas beta (b).Nesse processo, o núcleo de carbono 14 deixa de existir e se transfor-ma num núcleo de nitrogênio 14 (14N), com a emissão de um antineu-trino (n) e de uma partícula beta negativa:14C – 14N + b- + nOs vetores quantidade de movimento das partículas, em uma mesmaescala, resultantes do decaimento beta de um núcleo de carbono 14,em repouso, poderiam ser bem representados, no plano do papel,pela figura:b-nb-14Nn14N14Nn14Nb-14Nb-nnb-

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mruv – exercícios
Mruv – exercíciosMruv – exercícios
Mruv – exercícios
Adrianne Mendonça
 
MU e MUV
MU e MUVMU e MUV
MU e MUV
paolazeroum
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
fisicaatual
 
Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1
Paulo Victor
 
Leis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidosLeis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidos
Adrianne Mendonça
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Força elástica 2 a
Força elástica 2 aForça elástica 2 a
Força elástica 2 a
Cristiane Tavolaro
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
Marco Antonio Sanches
 
Dinâmica
DinâmicaDinâmica
Dinâmica
Fábio Ribeiro
 
Gráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUVGráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUV
Miky Mine
 
Força centrípeta
Força centrípetaForça centrípeta
Força centrípeta
jorgehenriqueangelim
 
Lei de coulomb
Lei de coulombLei de coulomb
Lei de coulomb
Betine Rost
 
Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Campo eletrico
Campo eletricoCampo eletrico
Campo eletrico
Rafael Guimaraes
 
1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb
Fabiana Gonçalves
 
Fenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatóriosFenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatórios
Rildo Borges
 
Impulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de MovimentoImpulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de Movimento
Marco Antonio Sanches
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
Tiago Gomes da Silva
 
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas "Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
Vania Lima "Somos Físicos"
 
Aceleração
AceleraçãoAceleração
Aceleração
Rildo Borges
 

Mais procurados (20)

Mruv – exercícios
Mruv – exercíciosMruv – exercícios
Mruv – exercícios
 
MU e MUV
MU e MUVMU e MUV
MU e MUV
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
 
Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1Força elétrica parte 1
Força elétrica parte 1
 
Leis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidosLeis de newton exercícios resolvidos
Leis de newton exercícios resolvidos
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
 
Força elástica 2 a
Força elástica 2 aForça elástica 2 a
Força elástica 2 a
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
 
Dinâmica
DinâmicaDinâmica
Dinâmica
 
Gráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUVGráficos do MU e MUV
Gráficos do MU e MUV
 
Força centrípeta
Força centrípetaForça centrípeta
Força centrípeta
 
Lei de coulomb
Lei de coulombLei de coulomb
Lei de coulomb
 
Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Eletrostatica
 
Campo eletrico
Campo eletricoCampo eletrico
Campo eletrico
 
1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb1ª lei de coulomb
1ª lei de coulomb
 
Fenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatóriosFenômenos ondulatórios
Fenômenos ondulatórios
 
Impulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de MovimentoImpulso e Quantidade de Movimento
Impulso e Quantidade de Movimento
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas "Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
"Somos Físicos" Ondas Eletromagnéticas
 
Aceleração
AceleraçãoAceleração
Aceleração
 

Semelhante a Quantidade de movimento_rbd

Leis de newton
Leis de newtonLeis de newton
Leis de newton
Ricardo Bonaldo
 
Tudo é Física Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
Tudo é Física   Mecânica - Impulso e Quantidade de MovimentoTudo é Física   Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
Tudo é Física Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
Josebes Lopes Dos Santos
 
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
Rodrigo Penna
 
Impulsoequantidadedemovimento
Impulsoequantidadedemovimento Impulsoequantidadedemovimento
Impulsoequantidadedemovimento
Valmiro Menezes
 
10 Impulso e quantidade de movimento
10 Impulso e quantidade de movimento10 Impulso e quantidade de movimento
10 Impulso e quantidade de movimento
Eletrons
 
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptxENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
GERMANO LOPES DE PONTES
 
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
Emerson Assis
 
www.aulaparticularonline.net.br - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulaparticularonline.net.br - Física -  Impulso e Quantidade de Movimentowww.aulaparticularonline.net.br - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulaparticularonline.net.br - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
Lucia Silveira
 
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
 www.aulasdefisicaapoio.com  - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento www.aulasdefisicaapoio.com  - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
Videoaulas De Física Apoio
 
Colisoes.ppt
Colisoes.pptColisoes.ppt
Colisoes.ppt
martinselton180
 
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
Thommas Kevin
 
Estatica 2008
Estatica 2008Estatica 2008
Estatica 2008
WilsonPassos6
 
Cinematica
CinematicaCinematica
Cinematica
Neuma Matos
 
Cinematica
CinematicaCinematica
Cinematica
Neuma Matos
 
Aula 10 mecânica - impulso e quantidade de movimento
Aula 10   mecânica - impulso e quantidade de movimentoAula 10   mecânica - impulso e quantidade de movimento
Aula 10 mecânica - impulso e quantidade de movimento
Jonatas Carlos
 
Fisica 2014 tipo_c
Fisica 2014  tipo_cFisica 2014  tipo_c
Fisica 2014 tipo_c
Carol Monteiro
 
Ufsc fisica
Ufsc fisicaUfsc fisica
Aula de física movimento, repouso, velocidade média
Aula de física  movimento, repouso, velocidade médiaAula de física  movimento, repouso, velocidade média
Aula de física movimento, repouso, velocidade média
luam1969
 
Lista 3
Lista 3Lista 3
AULA 16 FORÇA DE ATRITO para o enem teoria e exercicios
AULA 16 FORÇA DE ATRITO  para o enem teoria e exerciciosAULA 16 FORÇA DE ATRITO  para o enem teoria e exercicios
AULA 16 FORÇA DE ATRITO para o enem teoria e exercicios
karlosergio
 

Semelhante a Quantidade de movimento_rbd (20)

Leis de newton
Leis de newtonLeis de newton
Leis de newton
 
Tudo é Física Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
Tudo é Física   Mecânica - Impulso e Quantidade de MovimentoTudo é Física   Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
Tudo é Física Mecânica - Impulso e Quantidade de Movimento
 
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
Questões Corrigidas, em Word: Impulso, Quantidade de Movimento, Conservação d...
 
Impulsoequantidadedemovimento
Impulsoequantidadedemovimento Impulsoequantidadedemovimento
Impulsoequantidadedemovimento
 
10 Impulso e quantidade de movimento
10 Impulso e quantidade de movimento10 Impulso e quantidade de movimento
10 Impulso e quantidade de movimento
 
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptxENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
ENEM-UNIBAVE-2018-FÍSICA-Parte-I.pptx
 
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
94225931 2º-bim-3º-em-exercicios(1)
 
www.aulaparticularonline.net.br - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulaparticularonline.net.br - Física -  Impulso e Quantidade de Movimentowww.aulaparticularonline.net.br - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulaparticularonline.net.br - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
 
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
 www.aulasdefisicaapoio.com  - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento www.aulasdefisicaapoio.com  - Física -  Impulso e Quantidade de Movimento
www.aulasdefisicaapoio.com - Física - Impulso e Quantidade de Movimento
 
Colisoes.ppt
Colisoes.pptColisoes.ppt
Colisoes.ppt
 
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
Unicamp2011 2fase 3dia_parte_001
 
Estatica 2008
Estatica 2008Estatica 2008
Estatica 2008
 
Cinematica
CinematicaCinematica
Cinematica
 
Cinematica
CinematicaCinematica
Cinematica
 
Aula 10 mecânica - impulso e quantidade de movimento
Aula 10   mecânica - impulso e quantidade de movimentoAula 10   mecânica - impulso e quantidade de movimento
Aula 10 mecânica - impulso e quantidade de movimento
 
Fisica 2014 tipo_c
Fisica 2014  tipo_cFisica 2014  tipo_c
Fisica 2014 tipo_c
 
Ufsc fisica
Ufsc fisicaUfsc fisica
Ufsc fisica
 
Aula de física movimento, repouso, velocidade média
Aula de física  movimento, repouso, velocidade médiaAula de física  movimento, repouso, velocidade média
Aula de física movimento, repouso, velocidade média
 
Lista 3
Lista 3Lista 3
Lista 3
 
AULA 16 FORÇA DE ATRITO para o enem teoria e exercicios
AULA 16 FORÇA DE ATRITO  para o enem teoria e exerciciosAULA 16 FORÇA DE ATRITO  para o enem teoria e exercicios
AULA 16 FORÇA DE ATRITO para o enem teoria e exercicios
 

Mais de Ricardo Bonaldo

Fisica piloto
Fisica pilotoFisica piloto
Fisica piloto
Ricardo Bonaldo
 
Corrente e resistores
Corrente e resistoresCorrente e resistores
Corrente e resistores
Ricardo Bonaldo
 
Calorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmicaCalorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmica
Ricardo Bonaldo
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
Ricardo Bonaldo
 
Gravitação e satelites
Gravitação e satelitesGravitação e satelites
Gravitação e satelites
Ricardo Bonaldo
 
CINEMÁTICA
CINEMÁTICACINEMÁTICA
CINEMÁTICA
Ricardo Bonaldo
 
MCU_rbd
MCU_rbdMCU_rbd
Momento de uma força
Momento de uma forçaMomento de uma força
Momento de uma força
Ricardo Bonaldo
 
Energia
EnergiaEnergia
Eletrodinâmica
EletrodinâmicaEletrodinâmica
Eletrodinâmica
Ricardo Bonaldo
 
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
Ricardo Bonaldo
 
Ondas_rbd
Ondas_rbdOndas_rbd
Ondas_rbd
Ricardo Bonaldo
 
óPtica
óPticaóPtica
Campo magnetico_rbd
Campo magnetico_rbdCampo magnetico_rbd
Campo magnetico_rbd
Ricardo Bonaldo
 
Refração_rbd
Refração_rbdRefração_rbd
Refração_rbd
Ricardo Bonaldo
 

Mais de Ricardo Bonaldo (15)

Fisica piloto
Fisica pilotoFisica piloto
Fisica piloto
 
Corrente e resistores
Corrente e resistoresCorrente e resistores
Corrente e resistores
 
Calorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmicaCalorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmica
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 
Gravitação e satelites
Gravitação e satelitesGravitação e satelites
Gravitação e satelites
 
CINEMÁTICA
CINEMÁTICACINEMÁTICA
CINEMÁTICA
 
MCU_rbd
MCU_rbdMCU_rbd
MCU_rbd
 
Momento de uma força
Momento de uma forçaMomento de uma força
Momento de uma força
 
Energia
EnergiaEnergia
Energia
 
Eletrodinâmica
EletrodinâmicaEletrodinâmica
Eletrodinâmica
 
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
 
Ondas_rbd
Ondas_rbdOndas_rbd
Ondas_rbd
 
óPtica
óPticaóPtica
óPtica
 
Campo magnetico_rbd
Campo magnetico_rbdCampo magnetico_rbd
Campo magnetico_rbd
 
Refração_rbd
Refração_rbdRefração_rbd
Refração_rbd
 

Quantidade de movimento_rbd

  • 1. Newton e as leis do movimentoPor que barcos, aviões ou nadadoressó avançam lançando água ou ar paratrás, enquanto automóveis, trens ou corredores podem se mover para frente sem, aparentemente, lançar nada paratrás?1642 - 1727
  • 2. Impulso e quantidade de movimento (Vetores): A quantidade de movimento definida por Newton é dada pelo produto entre a massa (m) e a velocidade (v), uma medida que representa a inércia do movimento. A variação nessa quantidade de movimento, segundo Newton, é proporcional ao tempo de ação das forças externas.Fr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtFr = m.a (P.F.D.) Fr.Dt – impulso (N.s) SIm.Dv – variação da quantida-de de movimento (kg.m/s)Fr – soma vetorial de todasas forças (N) SI
  • 3. Notas:Teorema do Impulso:IFr = DQ = QF – Qi = m.(vF – vi)Princípio da conservação da quantidade de movimento:- para sistemas isolados (livre da ação de forças externas):IFrext = 0Qi = QF
  • 4. UERJ Um peixe de 4 kg, nadando com velocidade de 1,0 m/s, no sentido indicado pela figura, engole um peixe de 1 kg, que estava nadando também a1m/s, e continua nadando no mesmo sentido. A velocidade, em m/s, do peixe maior, imediatamente após a ingestão, é igual a:Q = m.vantesQ1Q2depoisQQantes = QdepoisQ1 + Q2 = Q4.1 – 1.1 = (4+1).v3 = 5.vv = 0,6 m/s
  • 5. O gráfico abaixo apresenta a variação da intensidade de uma força que atuou em um corpo de massa 2 kg, incialmente em repouso. A partir dessas informações e com o auxílio do gráfico, calcule:a) o módulo do impulso produzido por essa força.b) a velocidade máxima atingida por esse corpo.I = Qf - QiI = Área I =10.10/2=50 N.s50 = 2.v – 0v = 25 m/s
  • 6. UFRN Os automóveis mais modernos são fabricados de tal forma que, numa colisão frontal, ocorra o amassamento da parte dianteira da lataria de maneira a preservar a cabine.Isso faz aumentar o tempo de contato do automóvel com o objeto com o qual ele está colidindo.Com base nessas informações, pode-se afirmar que, quanto maior for o tempo de colisão:a) menor será a força média que os ocupantes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer parte da cabine.b) maior será a força média que os ocupantes do automóvel sofrerão ao colidirem com qualquer parte da cabine.c) maior será a variação da quantidade de movimento que os ocupantes do automóvel experimentarão.d) menor será a variação da quantidade de movimento que os ocupantes do automóvel experimentarão.Fr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtResp.: a
  • 7. Colisões:Quantidade de movimento e Energia mecânica nas colisões.- Em qualquer tipo de colisão mecânica, a quantidade de movimento (Q) mantém-se constante. A quantidade de movimento imediatamente após a interação é igual a quantidade de movimento imediatamente antes. Emboraa quantidade de movimento total se conserve nas colisões, o mesmo nãoocorre, necessariamente, com a energia mecânica (cinética) total do sistema.Qantes = Qdepois
  • 8. Colisões elásticas (ou perfeitamente elásticas)
  • 10. Classificação das colisões quanto ao valor do coeficiente de restituicãoou elasticidade (e).
  • 15. UERJA figura mostra uma mesa de bilhar sobre a qual encontram-se duas bolas demesma massa. A bola (1) é lançada em linha reta com uma velocidade Vo e vai se chocar frontalmente com a bola (2), que se encontra em repouso. Calcule, em funçãode Vo, as velocidades da bola 2 e da bola 1 após o choque.Considere que a colisão foi perfeitamente elástica.Vo m mPela conservação da energia:Ei = EfEc = E1 + E2m.Vo² /2 = m.V1²/2 + m.V2²/2Vo² = V1² + V2² (I)Pela conservação da quantidade de movimento:Qantes = Qdepoism.Vo = m.V1 + m.V2Vo = V1 + V2 (II)(V1 +V2) ² = V1² + V2²V1² + 2. V1 .V2 + V2² = V1² + V2²2. V1 .V2 = 0 V1 = 0V2 =Vo
  • 16. Em plena feira, enfurecida com a cantada que havia recebido, a mocinha, armada com um tomate de 120 g, lança-o em direção ao atrevido feirante, atingindo-lhe a cabeça com velocidade de 6 m/s. Se o choque do tomate foi perfeitamente inelástico e a interação trocada pelo tomate e a cabeça do rapaz demorou 0,01 s, podemos afirmar que o módulo da força média associada à interação foi de:m = 120g = 0,12 kgvo = 6 m/sv = 0 p/ t = 0,01sF= ?I = F.Dt = m.(vf – vi)F.0,01 = 0,12.(0-6)F = - 72 N|F| = 72 N
  • 17. Unioeste-PR Levando em consideração os conceitos da Mecânica, analise as afirmações abaixo e dê como resposta a soma das que estiverem corretas.01. Existe sempre uma relação entre a força que atua em um objeto e a direção na qual o mesmo objeto se desloca.02. É impossível encontrar uma situação na qual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia mecânica total não seja conservada.04. É possível encontrar uma situação na qual o momento linear total de um sistema físico isolado seja conservado e a energia cinética total do sistema não seja conservada.08. Para que um corpo tenha uma certa quantidade de movimento, necessariamente tal corpo deve ter algum tipo de energia potencial.16. A aceleração de um corpo em queda livre depende do peso do corpo.32. Uma força horizontal atua sobre um corpo que se move sem atrito. É impossível acelerar tal corpo com uma força que seja inferior ao seu peso.64. Em certas situações, o vetor velocidade de uma partícula pode ser perpendicular ao vetor posição da mesma partícula.
  • 18. Extra : Cálculo com vetores. p2 = m.v2p2 = m.v222P2 =0p1 = m.v12111p1 = 03p1 = 033P3 = 0p3 = m.v3p3 = m.v3 antes depois
  • 19. Conservação da quantidade de movimentoP2P2yyp2 = m.v222P2x11P3x33p1 = 0p3 = m.v3p1 = m.v1P3yP3xquantidade de movimento inicial na direção y:Pi = 0quantidade de movimento finalna direção y:Pf = P2y + P3yPela conservação temos:y: Pi = Pf 0 = P2y + P3y P2y = - P3yquantidade de movimento inicialna direção x:Pi = P1quantidade de movimento finalna direção x:Pf = P2x + P3xPela conservação temos:x: Pi = Pf P1 = P2x + P3x
  • 20. Nesse tipo de decomposição de vetores, podemosusar a função seno e cosseno ou o teorema depitagoras.PPysena = c.o./hsena = Py / PPy = P.senacosa = c.a./hcosa = Px / PPx = P.cosaP² = Px² + Py²aPx
  • 21. Exemplos1) Um corpo de massa m=2kg encontra-se apoiado em uma superfície horizontal, perfeitamente lisa, inicialmente em repouso. Aplica-se a esse corpo uma força F, como mostra a figura abaixo: Determine o valor da aceleração adquirida pelo corpo na direção “x”. Considere F = 10 N.60°Fr=m.a (força resultante)m=2Kg; F=10NFx=F.cos 60°Fr = Fxm.a = F.cos 60ºa = F.cos 60°/m a =10.0,5/2=2,5m/s²FFy60°xFx
  • 22. 2) Com relação a questão anterior, considere que a força (F) atuouno corpo durante 4 s. Nessas condições, determine a variação da quantidade de movimento (DP) experimentada pela corpo e a velocidade atingida pelo mesmo.Fr = m.a ; a = DV / DtFr = m.DV / Dt ; DP = m.DVFr = DP/DtFx = F.cos 60ºFr = FxDP/Dt = F.cos 60º DP = 10.0,5.4DP = 20 kg.m/sDP = m.DV20 = 2.(V – Vo)20 = 2. (V – 0)V = 20/2 = 10 m/s60°
  • 23. 3) Um canhão de massa 400 Kg contendo um projétil de massa 1 Kg, encontra-se em repouso num terreno suposto plano, horizontal e sem atrito. Num dado instante, o canhão dispara o projétil que abandona o seu cano com uma velocidade (relativa ao solo) de vp=300 m/s inclinada de 37º em relação a horizontal. Determine a velocidade do canhão em relação ao solo imediatamente após o disparo. (sen 37 = 0,6; cos 37 = 0,8).mc =400 Kg; mp = 1 Kg; vpf=300 m/s; vpi = vci = 0vpx = vpf.cos 370 = 300.0,8 = 240 m/s; vcf=?m/sPisis = Pfsis (horizontal)mc.vci + mp .vpi = mc.vcf + mp .vpf400.0 + 1.0 = 400.vcf + 1.240vcf = - 240/400 = - 0,6 m/s
  • 24. 4) A figura mostra um corpo de massa igual a 0,5 Kg e as únicas forças que podem atuar nele:F1=8N; F2=10N; F3=2N; F4=6NCalcule a intensidade da aceleração do corpo se apenas:a) F1 atuar; b) F1 e F2 atuarem; c)F1, F2 e F3 atuarem; d)F1 e F4 atuarem c)Fr = F1 + F2 – F3m.a = 8 + 10 – 3 a = 16/0,5a = 32 m/s²a) Fr = F1m.a = F1a = 8/0,5a = 16 m/s²b) Fr = F1 + F2m.a = 8 + 10a = 18 / 0,5a = 36 m/s²d)Fr² = F1² + F2²(0,5.a)² = 8² + 6²a² = 100/0,25a² = 400a = 20 m/s²
  • 25. 5) Dois veículos A e B, de massa M e 2M, respectivamente, e com velocidades Va e Vb, colidem inelásticamente no cruzamento de duasavenidas perpendiculares entre si. Após a colisão, os veículos saemjuntos na direção da reta RS.cosidere sen 37º = 0,6 e cos 37º = 0,8.Calcule:Vba velocidade dos veículos após a colisão.b)pela conservação da quantidadede movimento temos:Pi = Pfsen 37º = Pa / Pi = Pa / Pf0,6 = M.120 / 3M.V0,6 = 40 / VV = 40 / 0,6V ≈ 66,7 km/hP = m.v tga = sena/cosa = co/catg 37º = Pa/Pb0,6 / 0,8 = M.120 / 2M.Vb0,75 = 60 / VbVb = 60/0,75 = 80 km/h
  • 26. 7) A intensidade da força F, de direção constante, varia com o tempo conforme o gráfico:Calcule o módulo do impulso realizado por essa força, de t=0 a t=10s.b) Calcule o valor da força média nesse mesmo intervalo de tempo.Resolução:a)É possível obter o impulso a partir da área de gráfico (Fxt).I = “área” = (50+20).10/2 = 350 N.sb) I = F.∆tF = I/∆T = 350/10 = 35 NFr.Dt = m.DvFr = m.Dv/DtFr = m.a Fr.Dt – impulso (N.s) SIm.Dv – variação da quantida-de de movimento (kg.m/s)Fr – soma vetorial de todasas forças (N) SI
  • 27. 8) Fuvest Núcleos atômicos instáveis, existentes na natureza edenominados isotópos radiativos, emitem radiação espontaneamente.Tal é o caso do carbono 14 (14C), um emissor de partículas beta (b).Nesse processo, o núcleo de carbono 14 deixa de existir e se transfor-ma num núcleo de nitrogênio 14 (14N), com a emissão de um antineu-trino (n) e de uma partícula beta negativa:14C – 14N + b- + nOs vetores quantidade de movimento das partículas, em uma mesmaescala, resultantes do decaimento beta de um núcleo de carbono 14,em repouso, poderiam ser bem representados, no plano do papel,pela figura:b-nb-14Nn14N14Nn14Nb-14Nb-nnb-