Ir para o conteúdo principal
• Pós-modernismo é o nome dado às mudanças
ocorridas nas ciências, nas artes, nas sociedades desde
1950. Mas, existe o medo, o medo de mudança, o medo
do novo e a perda do conservadorismo.
• Ele é, sem dúvida, caracterizado pela avalanche
recente de inovações tecnológicas, pela subversão dos
meios de comunicação e da informática, com a
crescente influência do universo virtual, e pelo
desmedido apelo consumista que seduz o homem pós-
moderno.
• Cinema: Se discute as megaproduções, os papéis de atuação de alguns
personagens.
• Arte: Buscam elementos do cotidiano para questiona-los e discuti-los, fazem
uso da metalinguagem.
•
• Arquitetura: Uso irônico e exagerado de referências históricas, explosão de
cores e de formas.
• Literatura: Força visual das palavras, nova forma de comunicação poética: o
gráfico, exploração de formas, cores, montagens de palavras.
• A sociedade passa a viver em um mundo de efeitos e computação.
• Na sociedade, o que ganha mais valor é a aparência, imagens, etc., fazendo
com que a realidade seja simulada por meio de imagens.
• Os meios de comunicação e informações ganham força.
• A importância do pós-modernismo na economia foi mostrar aos indivíduos a
capacidade de consumo, a adotarem estilos de vida e de filosofias, o consumo
personalizado, usar bens e serviços e se entregarem ao presente e ao prazer.
• É um crítico literário e político
marxista, conhecido por sua análise
da cultura contemporânea e da pós-
modernidade.
• Destaca na cultura Pós-Moderna a
perda do sentido histórico, a rejeição
de todo tipo de transcendência,
fortalece a percepção de um mundo
em homogeneização.
• Autor dos livros A fenomenologia, A Condição
Pós-Moderna e o Inumano.
• A verdade é resultado da vitória do discurso mais
sedutor ou daquele mais forte para impor o seu
discurso.
• Acredita que a experiência da pós-modernidade
decorreria da perda de nossas crenças nas visões
totalizantes da história.
• A modernidade imediata é “líquida” e “veloz”, mais dinâmica que a
modernidade “sólida” que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou
profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana. A modernidade
líquida seria “um mundo repleto de sinais confusos, propenso a mudar com
rapidez e de forma imprevisível”
• Bauman não utiliza o termo pós-
modernidade. Ele cunhou o conceito de
“modernidade líquida” para definir o tempo
presente. Escolheu a metáfora do “líquido” ou
da fluidez como o principal aspecto do estado
dessas mudanças. Um líquido sofre constante
mudança e não conserva sua forma por muito
tempo.