SlideShare uma empresa Scribd logo
Protegendo os Drivers 
D3300Ti-DPD / D3305Ti-DPD / D3500Ti-Nd 
Homero Sette Silva Revisão: 05 – 12– 2005 homero@selenium.com.br 
Os drivers D3300Ti-DPD , D3305Ti-DPD e D3500Ti-Nd foram desenvolvidos com o objetivo de 
apresentar uma excepcional resposta de freqüência, acima de 20 kHz. 
Para que esse objetivo fosse alcançado, duas providências foram tomadas: a redução da massa do conjunto 
móvel, conseguida através do diafragma de 3 polegadas de diâmetro (ao invés de 4”, como acontece no caso 
dos modelos D4400Ti e D408Ti) e a eliminação do ferro fluido que, devido à sua viscosidade, reduz a 
resposta nas altas freqüências. 
Essas duas opções implicaram no aumento da dificuldade com que o calor gerado na bobina é transferido 
para o meio exterior pois com um diafragma menor a área da bobina diminui e o ferro fluido (inexistente) 
conduz aproximadamente 5 vezes melhor o calor que o ar. 
Não há nada errado com o produto. Apenas deve ser rigorosamente usado dentro das especificações, uma 
vez que é pouco tolerante a sobre cargas térmicas. 
Por esses motivos, o uso dos drivers D3300Ti-DPD , D3305Ti-DPD e D3500Ti-Nd em situações em que 
podem sofrer estresse térmico, como PAs e Trios Elétricos, só é recomendado quando acompanhado de um 
processador digital adequado, onde o limitador foi cuidadosamente ajustado em função das especificações 
dos drivers e dos amplificadores. 
Por processador digital adequado devemos entender que nem todos os equipamentos disponíveis no 
comércio possuem tempos de attack e release adequados. Muitos, vêm pré ajustados para a faixa de graves e 
não protegem as outras vias, como as de médio-graves (falantes de 10 e 12”) e médio-agudos (drivers de 
titânio). 
Exemplos de processadores adequados: XTA DP226, Shure P4800 e Behringer DCX-2496, este último de 
preço muito acessível. 
Pp 
DRIVERS de 3” 
Parâmetros 
D3300Ti D3305Ti D3500Ti-Nd 
Diâmetro da Boca 
Potência RMS (W) 
Potência Prog. Musical (W) 
Impedância ( ) 
SPL 1 W @ 1m (dB) 
Resp. Freq. @-10 dB (Hz) 
Peso do Ímã (g) 
Diâmetro da Bobina (mm) 
Freq. Corte a 12 dB/Oit (Hz) 
Corneta Usada nos Testes 
Material do Diafragma 
Conexão com a Corneta 
Material da Tampa/Base 
2" 
75 
150 
8 
110 
500 a 25.000 
1.600 
75 
800 
HL14-50 
Titânio 
Flange 
Alumínio 
2" 
75 
150 
8 
108 
500 a 25.000 
1.600 
75 
800 
HL14-50 
Titânio 
Flange 
Policarbonato 
2" 
75 
150 
8 
111 
500 a 25.000 
610 
75 
800 
HL14-50 
Titânio 
Flange 
Alumínio
Determinando a potência do amplificador 
Na especificação da potência ideal para o 
amplificador devemos considerar: 
1 - A dinâmica do programa musical, que 
se caracteriza por uma potência de pico 
elevada e uma potência média 
(erradamente chamada de RMS) muito 
baixa. 
É comum encontrarmos programas 
musicais com fatores de crista iguais (ou 
mesmo maiores) que 10 dB, sendo o fator 
de crista a relação potência de pico / 
potência média. 
No caso de 10 dB (que corresponde a 10 
vezes) uma potência de pico igual a 100 
Watts implicará em uma potência média 
de apenas 10 Watts. 
Desse modo necessita-se de 
amplificadores com um excedente de 
potência para evitar que os picos sejam 
ceifados pelo amplificador e, assim fazendo, a potência média será normalmente muito mais baixa que a de 
pico, normalmente incapaz de produzir um aquecimento perigoso na bobina do transdutor. 
2 - A distorção (geralmente por ceifamento) produzida por amplificadores de potências insuficientes, que 
geram componentes harmônicas (freqüências que não existiam no programa original), com isso elevando 
significativamente a potência aplicada no driver. 
Na prática constatamos que amplificadores de potência abaixo da recomendável carbonizam bobinas com 
mais facilidade que amplificadores de maior potência. 
3 – A potência especificada pelos catálogos dos fabricantes (segundo a Norma ABNT NBR10303) para 
drivers e tweeters, corresponde ao uso com crossovers passivos. No caso de crossovers ativos, essa potência 
fica multiplicada por 0,4 (coeficiente empírico). 
Sem processador Digital 
Tipo de programa 
Fator de Crista 
estrito / amplo 
Em dB Em vezes 
Potência média 
Obtida de um 
Amp. de 100W 
Onda Quadrada 0 / 0 1 / 1 200 / 200 W 
Senóide pura 3 / 3 2 / 2 100 / 100 W 
Onda Triangular 5 / 5 3 / 3 67 / 67 W 
Ruído rosa 9 / 9 8 / 8 25 / 25 W 
Aplauso ou Musica 
fortemente 
comprimida 
9 / 10 8 / 10 25 / 20 W 
Rock pesado 
(médio grave de 
guitarra) 
10 / 12 10 / 16 20 / 12,5 W 
Axé (graves) 10 / 14 10 / 25 20 / 8 W 
Axé (médio grave) 12 / 15 16 / 32 12,5 / 6,5 W 
Pop, Rock comum 12 / 15 16 / 32 12,5 / 6,5 W 
Jazz, 15 / 20 32 / 100 6,5 / 2 W 
Orquestra 10 / 30 10 / 1000 20 / 0,2 W 
Voz humana falada 15 / 15 32 / 32 6,5 / 6,5 W 
Embora o uso de limitadores seja quase indispensável, neste caso, se 
isto for impossível, o melhor a fazer é utilizar um amplificador com 
headroom de 3 dB (dobro da potência média), que é a potência 
musical, devendo ser este valor convertido para aquele 
correspondente com crossover passivo. 
No Caso dos drivers Selenium com 3” de diafragma, teremos: 
0,4i2i75 = 60 Watts. 
O amplificador deverá ser capaz de fornecer 60 Watts para cada 
carga de 8 Ohms, por canal. 
No caso de dois drivers em paralelo, por canal, o amplificador 
deverá ser capaz de fornecer uma potência (total) de 240 watts, em 4 
Ohms (120 Watts por canal). 
No caso de amplificadores Studio R poderíamos escolher entre os 
modelos Z200 ou Z300. 
. relação sinal / ruído melhor do que 110dBA 
com distorção (THD) menor do que 0,01 %. 
Resposta: de 10Hz a 200kHz dentro de +/-1dB 
200 watts RMS 4 ohms 100 watts RMS por canal 
120 watts RMS 8 ohms 60 watts RMS por canal 
Amplificador de referência com opto-limitador, sistemas 
de proteção e ventilação silenciosa. Ideal p/ estúdios. 
. relação sinal / ruído melhor do que 105dBA 
com distorção (THD) menor do que 0,05 %. 
Resposta de freqüência: 15Hz a 40kHz @ -3dB 
300 watts RMS 4 ohms 150 watts RMS por canal 
200 watts RMS 8 ohms 100 watts RMS por canal 
Totalmente balanceado, com opto-limitador, sistemas 
de proteção, ventilação progressiva e high-pass filter.
Com processador Digital 
Com a utilização de processadores digitais (dotados de 
limitadores adequados), podemos trabalhar com um 
headroom de até 6 dB (4 vezes a potência média). Isto é 
possível uma vez que os transdutores Selenium são 
testados, durante 100 horas, com musica, submetidos a 
potências de pico iguais a 4 vezes o valor da potência 
média, embora, no catálogo, a potência de programa seja 
especificada como sendo apenas igual ao dobro. 
O procedimento consiste em calcularmos o valor de tensão 
Potência 
total: Potência 
por canal: Potência 
por falante: 
2 ohms 1.200 W RMS 600 W RMS 8x150 W RMS 
4 ohms 800 W RMS 400 W RMS 4x200 W RMS 
8 ohms 500 W RMS 250 W RMS 2x250 W RMS 
Sensibilidade: 1 V ou 2 V RMS (DS = Digital Setup) 
que aplicado na entrada do amplificador produzirá a potência máxima desejada na saída. Este valor (também 
conhecido como threshold = limiar) será programado no limitador e, caso o sinal de entrada o exceda, o 
limitador atua, impedindo que o sinal na saída do limitador ultrapasse esse valor. Assim, o transdutor ficará 
protegido contra potências excessivas. 
Este valor de tensão, que denominamos EL (tensão no limitador) será calculado pela equação abaixo, em 
função dos parâmetros do driver e do amplificador, definidos abaixo. 
É muito comum os amplificadores apresentarem 
uma sensibilidade de 0,775 Volts. No entanto, 
muitos processadores digitais (principalmente os 
de menor custo) funcionam melhor com tensões 
mais altas. 
Por essa razão vemos que surgem outros valores 
mais elevados de sensibilidade, denominados 
Digital Setup (DS), no caso dos amplificadores 
Studio R. 
Supondo o modelo X1, da Studio R, alimentando 
dois drivers em paralelo, por canal, o máximo 
fator de crista permitido será igual a: 
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Z Onde: 
4 F P 
L S C 
D D 
A A 
E 2,0 0, 4 4 2,0 0, 4 4 600 2,0 0,6 1,5492 
L 
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ 8 = ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ = Volts 
75 
0 4 
40 1600 
Daí em diante, o procedimento será muito dependente das características do limitador utilizado. 
Normalmente os valores de EL deverão ser programados em dB, sendo comuns os valores em dBu e dBv, 
respectivamente referidos a 0,775 e 1 Volt. 
No entanto, o processador Behringer, modelo DCX2496 utiliza uma referência de 9 Volts, fato não 
divulgado no catálogo do fabricante mas descoberto, em testes de bancada, por Ruy Monteiro, da Studio R. 
Os níveis em dBu e dBv poderão ser calculados pelas equações seguintes: 
⎛ ⋅ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ 
N 20 Log 0,4 F P 
E Z 
C 
A 
dBu 1 
D D 
A 
0 S 0 
, 6 
P Z 
⎝ ⎠ 
⎛ ⎞ 
v 10 S C N 20Log E 0,4F P Z 
= ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ 
; D D 
dB 
P Z 
⎝ A A 
⎠ 
Aplicando os valores do exemplo nas equações acima, teremos: 
⎛ ⋅ ⎞ ⎛ ⋅ ⎞ ⎛ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⎟⎟ 
N 20 Log E 0,4 F P Z 20 Log 2,0 0,4 4 75 8 0,6 
C D 
dBu 10 S 10 10 
A 
D 
A 
P Z 40 
20 Log 2, 
0 
0,6 0,6 0 4 0 , 
6 
⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ 
E E 0, 
P 
Z 
L E = Tensão a ser programada no limitador. 
S E = Tensão eficaz de sensibilidade do amplificador 
(consultar o manual do fabricante). 
C F = Fator de crista, em vezes. 
D P = Potência no driver (para crossover passivo). 
D Z = Impedância nominal do driver. 
A P = Potência nominal do amplificador. 
A Z = Impedância nominal do amplificador.
NdBu = 20⋅Log10 (2,00) = − 6,00 
1 N 20 Log E 0,4 F P Z 20 Lo 75 
D D 
( ) dBv 10 S 
C 10 
P Z 40 
A 
0 
A 
g 2,0 0,4 4 20 Log 20 
0 
8 , 0 
,6 
4 
⎛ ⎞ ⎛ ⎞ 
= ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⋅ 
⎝ ⎠ ⎝ ⎠ 
( ) dBv 10 N = 20⋅Log 1,5492 = 3,80 
⎛ ⎞ ⎛ ⎞ ⎛ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜ ⋅ ⎟ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ 
N 20 Log E 0,4 F 20 L 2,0 2,0 
S 
P Z 75 
P Z 400 0 
D D 
A A 
8 ,6 
4 
og 0,4 4 20 Log 0 
dB9 10 C 10 1 
0 
9,0 9,0 
9, 
( ) dB9 10 N = 20⋅Log 0,1721 = − 15, 2827  −15,3 (para aplicar no DCX2496). 
O Caminho Inverso 
O nível de –15,2827 dB, aplicado na entrada do DCX2496, corresponderá a uma tensão EL igual a: 
NdB9 15,2827 
20 20 
−⎛ ⎞ −⎛ ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ 
= ⋅ ⎝ ⎠ = ⋅ ⎝ ⎠ = Volts 
L E 910 910 1,5492 
Esta tensão na entrada do amplificador Studio R, modelo X1, colocará, em sua saída, uma tensão igual a: 
⇒ ⋅ 
⇒ 
2 400 4 
1,5492 E 
Ap 
∴ Ap 
⋅ ⋅ 
1,5492 400 4 
= = Volts 
E 30,984 
2 
A tensão de pico EAp produzirá uma potência de pico, em uma carga de 4 Ohms, igual a : 
2 
P 30,984 240 
= = Watts ou 120 Watts por driver. A potência media por driver é igual a 
p 
4 
0,4⋅75 = 30Watts, o que leva a um fator de crista igual a F 120 4 
C 
= = vezes, o que corresponde a 6 dB 
30 
de headroom. 
Tempos de Attack e Release 
Freq. de Corte 
Tempo de 
Tempo de 
Passa-Altas 
Attack 
Release (16x) 
Os processadores que possuem tempos de attack e 
(Hz) 
(ms) 
(ms) 
release fixos, otimizados para os graves, não 
10 – 31 45 720 
conseguem proteger as demais vias, sendo inúteis para 
31 – 63 16 256 
os drivers. 
63 – 125 8 128 
A XTA sugere valores para diversas faixas de 
125 – 250 4 64 
freqüência e recomenda um tempo de release 16 vezes 
250 – 500 2 32 
maior que o de attack. 
500 – 1000 1 16 
O DCX2496 apresenta um tempo de attack 
1000 – 2000 0,5 8 
virtualmente instantâneo, sem que isso traga qualquer 
2000 – 22000 0,3 4,8 
prejuízo audível para o sinal, mesmo em regime de 
atuação freqüente. 
Tempos de Attack e Release, em função da Freqüência 
O processador Shure, modelo P4800 apresenta tempos 
de Corte, sugeridos pela XTA. 
de attack ajustáveis de 1 a 200 ms e tempos de release compreendidos entre 50 ms a 1000 ms. Esses valores 
mostraram-se adequados nos testes efetuados.
Anexo 1 - Determinando a tensão no limitador 
Ao aplicarmos uma tensão EL, na entrada do limitador, este passará a ser o maior valor presente na saída, 
pois o ganho será reduzido todas as vezes que o sinal de entrada ultrapassar EL. Exemplificando, para EL = 
1V, um sinal senoidal na entrada, com amplitude superior a esse valor, produzirá um sinal senoidal na saída, 
com 1 V de pico. 
A tensão eficaz ES, na entrada do amplificador, produzirá potência média máxima na saída, que 
corresponderá a uma tensão eficaz igual a PA ⋅ZA . 
Para determinar a tensão de pico EAp, presente na saída do amplificador, correspondente a tensão EL, na 
entrada do amplificador, basta fazer uma regra de três, direta: 
⇒ ⋅ 
⇒ 
E P Z 
E E 
S A A 
L Ap 
E E P Z 
∴ L 
= ⋅ ⋅ 
Ap A A 
S 
E 
A potência de pico PP, produzida por essa tensão, na saída do amplificador, será dada por: 
2 2 
A L A A 
E P 
= = E ⋅ P ⋅ 
Z P 
P 2 
Z E Z 
F S F 
Como o fator de crista FC é o cociente entre a potência de pico PP e a potência média PME, sendo essa a 
potência média no falante, PF, teremos: 
F P P 
= P = P 
∴ P = F ⋅P 
P C F C 
P P 
ME F 
Substituindo a expressão de PP na equação anterior, vem: 
2 
L A A 
⋅ = ⋅ ⋅ ∴ 2 2 F F 
F P E P Z 
C F 2 
E Z 
S F 
⋅ = ⋅ ⋅⋅ 
E E F P Z 
L S C 
P Z 
A A 
⋅ = ⋅ ⋅⋅ 
E E F P Z 
F F 
L S C 
P Z 
A A 
Para drivers e tweeters, operando com crossovers ativos, devido ao fator de redução de potência, igual a 0,4, 
teremos: 
⋅ = ⋅ ⋅ ⋅⋅ 
E E 0, 4 F P Z 
D D 
L S C 
P Z 
A A 
Bibliografia 
1 – Limitando a Potência em Drivers e Alto- 
Falantes 
Homero Sette Silva 
Disponível em www.selenium.com.br 
2 - Interface Amplificador Falante em Regime de 
Potência 
Ruy Monteiro 
3 – Potência “RMS” ou Potência Média ? 
Homero Sette Silva 
Disponível em www.selenium.com.br 
4 – Tabela Comparativa de Drivers 
Homero Sette Silva 
Disponível em www.selenium.com.br 
Disponível em www.studior.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Curso caixas acusticas faca voce mesmo
Curso  caixas acusticas   faca voce mesmoCurso  caixas acusticas   faca voce mesmo
Curso caixas acusticas faca voce mesmo
Manim Edições
 
A short history of video coding
A short history of video codingA short history of video coding
A short history of video coding
Iain Richardson
 
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión DigitalNuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
TVPerú
 
Equallizacao
EquallizacaoEquallizacao
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorizaçãoNoções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
Marcos Filho
 
HDR and WCG Principles-Part 1
HDR and WCG Principles-Part 1HDR and WCG Principles-Part 1
HDR and WCG Principles-Part 1
Dr. Mohieddin Moradi
 
Apresentacao o som
Apresentacao o somApresentacao o som
Apresentacao o som
InesSantos12
 
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
Antonio López
 
Som de cinema
Som de cinemaSom de cinema
Som de cinema
sergioborgato
 
Fibra
FibraFibra
Fibra
isangi987
 
Introdução à Sonoplastia - Senac
Introdução à Sonoplastia - SenacIntrodução à Sonoplastia - Senac
Introdução à Sonoplastia - Senac
Phelipe Cavalcante
 
Parte 02 mesa de p.a
Parte 02   mesa de p.aParte 02   mesa de p.a
Parte 02 mesa de p.a
Tomzinhu Mattos
 
Capacidad de un canal
Capacidad de un canalCapacidad de un canal
Capacidad de un canal
arquitectura5
 
Digital speech processing lecture1
Digital speech processing lecture1Digital speech processing lecture1
Digital speech processing lecture1
Samiul Parag
 
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria ElectronicaManual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
Erick BiíBoó Mart
 
Parte 01 microfones
Parte 01   microfonesParte 01   microfones
Parte 01 microfones
Tomzinhu Mattos
 
Speech Signal Processing
Speech Signal ProcessingSpeech Signal Processing
Speech Signal Processing
Murtadha Alsabbagh
 
An Introduction to Video Principles-Part 1
An Introduction to Video Principles-Part 1   An Introduction to Video Principles-Part 1
An Introduction to Video Principles-Part 1
Dr. Mohieddin Moradi
 
An Introduction to HDTV Principles-Part 2
An Introduction to HDTV Principles-Part 2An Introduction to HDTV Principles-Part 2
An Introduction to HDTV Principles-Part 2
Dr. Mohieddin Moradi
 
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
Leinylson Fontinele
 

Mais procurados (20)

Curso caixas acusticas faca voce mesmo
Curso  caixas acusticas   faca voce mesmoCurso  caixas acusticas   faca voce mesmo
Curso caixas acusticas faca voce mesmo
 
A short history of video coding
A short history of video codingA short history of video coding
A short history of video coding
 
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión DigitalNuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
Nuevos instrumentos de utilización de la Televisión Digital
 
Equallizacao
EquallizacaoEquallizacao
Equallizacao
 
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorizaçãoNoções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
Noções de acústica e Psicoacústica - Gravação e sonorização
 
HDR and WCG Principles-Part 1
HDR and WCG Principles-Part 1HDR and WCG Principles-Part 1
HDR and WCG Principles-Part 1
 
Apresentacao o som
Apresentacao o somApresentacao o som
Apresentacao o som
 
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
El Sonido . 1º ciclo ESO . Música.
 
Som de cinema
Som de cinemaSom de cinema
Som de cinema
 
Fibra
FibraFibra
Fibra
 
Introdução à Sonoplastia - Senac
Introdução à Sonoplastia - SenacIntrodução à Sonoplastia - Senac
Introdução à Sonoplastia - Senac
 
Parte 02 mesa de p.a
Parte 02   mesa de p.aParte 02   mesa de p.a
Parte 02 mesa de p.a
 
Capacidad de un canal
Capacidad de un canalCapacidad de un canal
Capacidad de un canal
 
Digital speech processing lecture1
Digital speech processing lecture1Digital speech processing lecture1
Digital speech processing lecture1
 
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria ElectronicaManual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
Manual de Telecomunicaciones Ingenieria Electronica
 
Parte 01 microfones
Parte 01   microfonesParte 01   microfones
Parte 01 microfones
 
Speech Signal Processing
Speech Signal ProcessingSpeech Signal Processing
Speech Signal Processing
 
An Introduction to Video Principles-Part 1
An Introduction to Video Principles-Part 1   An Introduction to Video Principles-Part 1
An Introduction to Video Principles-Part 1
 
An Introduction to HDTV Principles-Part 2
An Introduction to HDTV Principles-Part 2An Introduction to HDTV Principles-Part 2
An Introduction to HDTV Principles-Part 2
 
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
Sistemas de Telecomunicações - Aula 11 - FHSS (Frequency Hopping Spread Spect...
 

Destaque

Bg loudspeakers 2013
Bg loudspeakers 2013Bg loudspeakers 2013
Bg loudspeakers 2013
Avalonhk Lin
 
Yamaha Sound Reinforcement Worksheet
Yamaha Sound Reinforcement WorksheetYamaha Sound Reinforcement Worksheet
Yamaha Sound Reinforcement Worksheet
anne310
 
94005 star sense_autoalign_manual_d-1
94005 star sense_autoalign_manual_d-194005 star sense_autoalign_manual_d-1
94005 star sense_autoalign_manual_d-1
Avalonhk Lin
 
Hautonga
HautongaHautonga
Hautonga
Avalonhk Lin
 
Apostila contra-baixo
Apostila contra-baixoApostila contra-baixo
Apostila contra-baixo
eltoleon
 
08 -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
08  -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b08  -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
08 -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
mrpgps
 
Bíblia de Estudo John Macarthur-completa
Bíblia de Estudo John Macarthur-completaBíblia de Estudo John Macarthur-completa
Bíblia de Estudo John Macarthur-completa
Rosangela Borkoski
 
Auditorium Acoustics
Auditorium Acoustics Auditorium Acoustics
Auditorium Acoustics
mominzaki
 
Acoustics
AcousticsAcoustics
Acoustics
Lakshmi Anil
 

Destaque (9)

Bg loudspeakers 2013
Bg loudspeakers 2013Bg loudspeakers 2013
Bg loudspeakers 2013
 
Yamaha Sound Reinforcement Worksheet
Yamaha Sound Reinforcement WorksheetYamaha Sound Reinforcement Worksheet
Yamaha Sound Reinforcement Worksheet
 
94005 star sense_autoalign_manual_d-1
94005 star sense_autoalign_manual_d-194005 star sense_autoalign_manual_d-1
94005 star sense_autoalign_manual_d-1
 
Hautonga
HautongaHautonga
Hautonga
 
Apostila contra-baixo
Apostila contra-baixoApostila contra-baixo
Apostila contra-baixo
 
08 -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
08  -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b08  -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
08 -método de contra-baixo_-_harmonia_para_contrabaixo_-_ivan_b
 
Bíblia de Estudo John Macarthur-completa
Bíblia de Estudo John Macarthur-completaBíblia de Estudo John Macarthur-completa
Bíblia de Estudo John Macarthur-completa
 
Auditorium Acoustics
Auditorium Acoustics Auditorium Acoustics
Auditorium Acoustics
 
Acoustics
AcousticsAcoustics
Acoustics
 

Semelhante a Protegendo os drivers d3300 ti-dpd- d3305ti-dpd- d3500ti-nd

Especificando o amplificador selenium
Especificando o amplificador seleniumEspecificando o amplificador selenium
Especificando o amplificador selenium
Jailson Rodrigues
 
1 k6es
1 k6es1 k6es
1 k6es
Luis Carlos
 
Caixas acusticas integrando a acustica e a electroacustica
Caixas acusticas   integrando a acustica e a electroacusticaCaixas acusticas   integrando a acustica e a electroacustica
Caixas acusticas integrando a acustica e a electroacustica
Paulo Abelho
 
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da eam
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da  eamCaixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da  eam
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da eam
Jailson Rodrigues
 
D408 ti eq_artigo
D408 ti eq_artigoD408 ti eq_artigo
D408 ti eq_artigo
Muniz Rodrigues
 
215 m sel_aes_07b
215 m sel_aes_07b215 m sel_aes_07b
215 m sel_aes_07b
Muniz Rodrigues
 
Amplificador darlington de até 500 watts
Amplificador darlington de até 500 wattsAmplificador darlington de até 500 watts
Amplificador darlington de até 500 watts
Grilo Deus
 
Amplificador Valvulado de 100 pratas.
Amplificador Valvulado de 100 pratas.Amplificador Valvulado de 100 pratas.
Amplificador Valvulado de 100 pratas.
Gabriel Vandresen
 
Paper_AudioAmp
Paper_AudioAmpPaper_AudioAmp
Paper_AudioAmp
João Cunha
 
Cobra 148-gtl manual em portugues
Cobra 148-gtl   manual em portuguesCobra 148-gtl   manual em portugues
Cobra 148-gtl manual em portugues
Henrique Carvalho
 
Cobra 148-gtl
Cobra 148-gtlCobra 148-gtl
Cobra 148-gtl
rambo03
 
Cobra 148-gtl portugal
Cobra 148-gtl portugalCobra 148-gtl portugal
Cobra 148-gtl portugal
sadiemay
 
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
André Garcia Alves
 
Caractersticas dos amplificadores
Caractersticas dos amplificadoresCaractersticas dos amplificadores
Caractersticas dos amplificadores
Joao Pedro Turibio
 
Ciclotron manual dbl6000
Ciclotron   manual dbl6000Ciclotron   manual dbl6000
Ciclotron manual dbl6000
Muniz Rodrigues
 
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
marcelo santana
 
Spaun
SpaunSpaun
Palestra Proeletronic - Congresso Ceitel
Palestra Proeletronic - Congresso CeitelPalestra Proeletronic - Congresso Ceitel
Palestra Proeletronic - Congresso Ceitel
guestf9797a
 
Transmissor de tv comunitária
Transmissor de tv comunitária Transmissor de tv comunitária
Transmissor de tv comunitária
marcelo santana
 
System+ +fwm+57
System+ +fwm+57System+ +fwm+57
System+ +fwm+57
Dan Moroboshi
 

Semelhante a Protegendo os drivers d3300 ti-dpd- d3305ti-dpd- d3500ti-nd (20)

Especificando o amplificador selenium
Especificando o amplificador seleniumEspecificando o amplificador selenium
Especificando o amplificador selenium
 
1 k6es
1 k6es1 k6es
1 k6es
 
Caixas acusticas integrando a acustica e a electroacustica
Caixas acusticas   integrando a acustica e a electroacusticaCaixas acusticas   integrando a acustica e a electroacustica
Caixas acusticas integrando a acustica e a electroacustica
 
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da eam
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da  eamCaixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da  eam
Caixa duas vias com falto falantes selenium ecrossover dedicado da eam
 
D408 ti eq_artigo
D408 ti eq_artigoD408 ti eq_artigo
D408 ti eq_artigo
 
215 m sel_aes_07b
215 m sel_aes_07b215 m sel_aes_07b
215 m sel_aes_07b
 
Amplificador darlington de até 500 watts
Amplificador darlington de até 500 wattsAmplificador darlington de até 500 watts
Amplificador darlington de até 500 watts
 
Amplificador Valvulado de 100 pratas.
Amplificador Valvulado de 100 pratas.Amplificador Valvulado de 100 pratas.
Amplificador Valvulado de 100 pratas.
 
Paper_AudioAmp
Paper_AudioAmpPaper_AudioAmp
Paper_AudioAmp
 
Cobra 148-gtl manual em portugues
Cobra 148-gtl   manual em portuguesCobra 148-gtl   manual em portugues
Cobra 148-gtl manual em portugues
 
Cobra 148-gtl
Cobra 148-gtlCobra 148-gtl
Cobra 148-gtl
 
Cobra 148-gtl portugal
Cobra 148-gtl portugalCobra 148-gtl portugal
Cobra 148-gtl portugal
 
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
DDS Asa Delta v.1.01 [Manual de instalação v1]
 
Caractersticas dos amplificadores
Caractersticas dos amplificadoresCaractersticas dos amplificadores
Caractersticas dos amplificadores
 
Ciclotron manual dbl6000
Ciclotron   manual dbl6000Ciclotron   manual dbl6000
Ciclotron manual dbl6000
 
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
Circuito de transmissor de fm estéreo hi fi com ci ba1404 com etapa de potênc...
 
Spaun
SpaunSpaun
Spaun
 
Palestra Proeletronic - Congresso Ceitel
Palestra Proeletronic - Congresso CeitelPalestra Proeletronic - Congresso Ceitel
Palestra Proeletronic - Congresso Ceitel
 
Transmissor de tv comunitária
Transmissor de tv comunitária Transmissor de tv comunitária
Transmissor de tv comunitária
 
System+ +fwm+57
System+ +fwm+57System+ +fwm+57
System+ +fwm+57
 

Mais de Jailson Rodrigues

28-ferramentas-de-growth.pdf
28-ferramentas-de-growth.pdf28-ferramentas-de-growth.pdf
28-ferramentas-de-growth.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015307.pdf
0000015307.pdf0000015307.pdf
0000015307.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015308.pdf
0000015308.pdf0000015308.pdf
0000015308.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015305.pdf
0000015305.pdf0000015305.pdf
0000015305.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015304.pdf
0000015304.pdf0000015304.pdf
0000015304.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015310.pdf
0000015310.pdf0000015310.pdf
0000015310.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015311.pdf
0000015311.pdf0000015311.pdf
0000015311.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015309.pdf
0000015309.pdf0000015309.pdf
0000015309.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015306.pdf
0000015306.pdf0000015306.pdf
0000015306.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015303.pdf
0000015303.pdf0000015303.pdf
0000015303.pdf
Jailson Rodrigues
 
0000015302.pdf
0000015302.pdf0000015302.pdf
0000015302.pdf
Jailson Rodrigues
 
Fundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídosFundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídos
Jailson Rodrigues
 
Alto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligaçãoAlto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligação
Jailson Rodrigues
 
Fundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídosFundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídos
Jailson Rodrigues
 
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivoSugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
Jailson Rodrigues
 
Tabela de alto falantes selenium
Tabela de alto falantes seleniumTabela de alto falantes selenium
Tabela de alto falantes selenium
Jailson Rodrigues
 
Alto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligaçãoAlto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligação
Jailson Rodrigues
 

Mais de Jailson Rodrigues (17)

28-ferramentas-de-growth.pdf
28-ferramentas-de-growth.pdf28-ferramentas-de-growth.pdf
28-ferramentas-de-growth.pdf
 
0000015307.pdf
0000015307.pdf0000015307.pdf
0000015307.pdf
 
0000015308.pdf
0000015308.pdf0000015308.pdf
0000015308.pdf
 
0000015305.pdf
0000015305.pdf0000015305.pdf
0000015305.pdf
 
0000015304.pdf
0000015304.pdf0000015304.pdf
0000015304.pdf
 
0000015310.pdf
0000015310.pdf0000015310.pdf
0000015310.pdf
 
0000015311.pdf
0000015311.pdf0000015311.pdf
0000015311.pdf
 
0000015309.pdf
0000015309.pdf0000015309.pdf
0000015309.pdf
 
0000015306.pdf
0000015306.pdf0000015306.pdf
0000015306.pdf
 
0000015303.pdf
0000015303.pdf0000015303.pdf
0000015303.pdf
 
0000015302.pdf
0000015302.pdf0000015302.pdf
0000015302.pdf
 
Fundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídosFundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídos
 
Alto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligaçãoAlto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligação
 
Fundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídosFundamentos sobre ruídos
Fundamentos sobre ruídos
 
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivoSugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
Sugestões de volumes de caixas para uso profissional e automotivo
 
Tabela de alto falantes selenium
Tabela de alto falantes seleniumTabela de alto falantes selenium
Tabela de alto falantes selenium
 
Alto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligaçãoAlto falantes qual a melhor ligação
Alto falantes qual a melhor ligação
 

Último

Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
RodrigoQuintilianode1
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
pereiramarcossantos0
 
Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
GabrielGarcia356832
 
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitosApostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Sandro Marques Solidario
 
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
ClaudioArez
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
WeltonAgostinhoDias1
 
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docxSFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
bentosst
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
RoemirPeres
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
Consultoria Acadêmica
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
Consultoria Acadêmica
 
Incêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptxIncêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptx
RafaelDantas32562
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
MaxwellBentodeOlivei1
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Wagner Moraes
 

Último (13)

Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
 
Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
 
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitosApostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
 
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
 
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docxSFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
 
Incêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptxIncêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptx
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
 

Protegendo os drivers d3300 ti-dpd- d3305ti-dpd- d3500ti-nd

  • 1. Protegendo os Drivers D3300Ti-DPD / D3305Ti-DPD / D3500Ti-Nd Homero Sette Silva Revisão: 05 – 12– 2005 homero@selenium.com.br Os drivers D3300Ti-DPD , D3305Ti-DPD e D3500Ti-Nd foram desenvolvidos com o objetivo de apresentar uma excepcional resposta de freqüência, acima de 20 kHz. Para que esse objetivo fosse alcançado, duas providências foram tomadas: a redução da massa do conjunto móvel, conseguida através do diafragma de 3 polegadas de diâmetro (ao invés de 4”, como acontece no caso dos modelos D4400Ti e D408Ti) e a eliminação do ferro fluido que, devido à sua viscosidade, reduz a resposta nas altas freqüências. Essas duas opções implicaram no aumento da dificuldade com que o calor gerado na bobina é transferido para o meio exterior pois com um diafragma menor a área da bobina diminui e o ferro fluido (inexistente) conduz aproximadamente 5 vezes melhor o calor que o ar. Não há nada errado com o produto. Apenas deve ser rigorosamente usado dentro das especificações, uma vez que é pouco tolerante a sobre cargas térmicas. Por esses motivos, o uso dos drivers D3300Ti-DPD , D3305Ti-DPD e D3500Ti-Nd em situações em que podem sofrer estresse térmico, como PAs e Trios Elétricos, só é recomendado quando acompanhado de um processador digital adequado, onde o limitador foi cuidadosamente ajustado em função das especificações dos drivers e dos amplificadores. Por processador digital adequado devemos entender que nem todos os equipamentos disponíveis no comércio possuem tempos de attack e release adequados. Muitos, vêm pré ajustados para a faixa de graves e não protegem as outras vias, como as de médio-graves (falantes de 10 e 12”) e médio-agudos (drivers de titânio). Exemplos de processadores adequados: XTA DP226, Shure P4800 e Behringer DCX-2496, este último de preço muito acessível. Pp DRIVERS de 3” Parâmetros D3300Ti D3305Ti D3500Ti-Nd Diâmetro da Boca Potência RMS (W) Potência Prog. Musical (W) Impedância ( ) SPL 1 W @ 1m (dB) Resp. Freq. @-10 dB (Hz) Peso do Ímã (g) Diâmetro da Bobina (mm) Freq. Corte a 12 dB/Oit (Hz) Corneta Usada nos Testes Material do Diafragma Conexão com a Corneta Material da Tampa/Base 2" 75 150 8 110 500 a 25.000 1.600 75 800 HL14-50 Titânio Flange Alumínio 2" 75 150 8 108 500 a 25.000 1.600 75 800 HL14-50 Titânio Flange Policarbonato 2" 75 150 8 111 500 a 25.000 610 75 800 HL14-50 Titânio Flange Alumínio
  • 2. Determinando a potência do amplificador Na especificação da potência ideal para o amplificador devemos considerar: 1 - A dinâmica do programa musical, que se caracteriza por uma potência de pico elevada e uma potência média (erradamente chamada de RMS) muito baixa. É comum encontrarmos programas musicais com fatores de crista iguais (ou mesmo maiores) que 10 dB, sendo o fator de crista a relação potência de pico / potência média. No caso de 10 dB (que corresponde a 10 vezes) uma potência de pico igual a 100 Watts implicará em uma potência média de apenas 10 Watts. Desse modo necessita-se de amplificadores com um excedente de potência para evitar que os picos sejam ceifados pelo amplificador e, assim fazendo, a potência média será normalmente muito mais baixa que a de pico, normalmente incapaz de produzir um aquecimento perigoso na bobina do transdutor. 2 - A distorção (geralmente por ceifamento) produzida por amplificadores de potências insuficientes, que geram componentes harmônicas (freqüências que não existiam no programa original), com isso elevando significativamente a potência aplicada no driver. Na prática constatamos que amplificadores de potência abaixo da recomendável carbonizam bobinas com mais facilidade que amplificadores de maior potência. 3 – A potência especificada pelos catálogos dos fabricantes (segundo a Norma ABNT NBR10303) para drivers e tweeters, corresponde ao uso com crossovers passivos. No caso de crossovers ativos, essa potência fica multiplicada por 0,4 (coeficiente empírico). Sem processador Digital Tipo de programa Fator de Crista estrito / amplo Em dB Em vezes Potência média Obtida de um Amp. de 100W Onda Quadrada 0 / 0 1 / 1 200 / 200 W Senóide pura 3 / 3 2 / 2 100 / 100 W Onda Triangular 5 / 5 3 / 3 67 / 67 W Ruído rosa 9 / 9 8 / 8 25 / 25 W Aplauso ou Musica fortemente comprimida 9 / 10 8 / 10 25 / 20 W Rock pesado (médio grave de guitarra) 10 / 12 10 / 16 20 / 12,5 W Axé (graves) 10 / 14 10 / 25 20 / 8 W Axé (médio grave) 12 / 15 16 / 32 12,5 / 6,5 W Pop, Rock comum 12 / 15 16 / 32 12,5 / 6,5 W Jazz, 15 / 20 32 / 100 6,5 / 2 W Orquestra 10 / 30 10 / 1000 20 / 0,2 W Voz humana falada 15 / 15 32 / 32 6,5 / 6,5 W Embora o uso de limitadores seja quase indispensável, neste caso, se isto for impossível, o melhor a fazer é utilizar um amplificador com headroom de 3 dB (dobro da potência média), que é a potência musical, devendo ser este valor convertido para aquele correspondente com crossover passivo. No Caso dos drivers Selenium com 3” de diafragma, teremos: 0,4i2i75 = 60 Watts. O amplificador deverá ser capaz de fornecer 60 Watts para cada carga de 8 Ohms, por canal. No caso de dois drivers em paralelo, por canal, o amplificador deverá ser capaz de fornecer uma potência (total) de 240 watts, em 4 Ohms (120 Watts por canal). No caso de amplificadores Studio R poderíamos escolher entre os modelos Z200 ou Z300. . relação sinal / ruído melhor do que 110dBA com distorção (THD) menor do que 0,01 %. Resposta: de 10Hz a 200kHz dentro de +/-1dB 200 watts RMS 4 ohms 100 watts RMS por canal 120 watts RMS 8 ohms 60 watts RMS por canal Amplificador de referência com opto-limitador, sistemas de proteção e ventilação silenciosa. Ideal p/ estúdios. . relação sinal / ruído melhor do que 105dBA com distorção (THD) menor do que 0,05 %. Resposta de freqüência: 15Hz a 40kHz @ -3dB 300 watts RMS 4 ohms 150 watts RMS por canal 200 watts RMS 8 ohms 100 watts RMS por canal Totalmente balanceado, com opto-limitador, sistemas de proteção, ventilação progressiva e high-pass filter.
  • 3. Com processador Digital Com a utilização de processadores digitais (dotados de limitadores adequados), podemos trabalhar com um headroom de até 6 dB (4 vezes a potência média). Isto é possível uma vez que os transdutores Selenium são testados, durante 100 horas, com musica, submetidos a potências de pico iguais a 4 vezes o valor da potência média, embora, no catálogo, a potência de programa seja especificada como sendo apenas igual ao dobro. O procedimento consiste em calcularmos o valor de tensão Potência total: Potência por canal: Potência por falante: 2 ohms 1.200 W RMS 600 W RMS 8x150 W RMS 4 ohms 800 W RMS 400 W RMS 4x200 W RMS 8 ohms 500 W RMS 250 W RMS 2x250 W RMS Sensibilidade: 1 V ou 2 V RMS (DS = Digital Setup) que aplicado na entrada do amplificador produzirá a potência máxima desejada na saída. Este valor (também conhecido como threshold = limiar) será programado no limitador e, caso o sinal de entrada o exceda, o limitador atua, impedindo que o sinal na saída do limitador ultrapasse esse valor. Assim, o transdutor ficará protegido contra potências excessivas. Este valor de tensão, que denominamos EL (tensão no limitador) será calculado pela equação abaixo, em função dos parâmetros do driver e do amplificador, definidos abaixo. É muito comum os amplificadores apresentarem uma sensibilidade de 0,775 Volts. No entanto, muitos processadores digitais (principalmente os de menor custo) funcionam melhor com tensões mais altas. Por essa razão vemos que surgem outros valores mais elevados de sensibilidade, denominados Digital Setup (DS), no caso dos amplificadores Studio R. Supondo o modelo X1, da Studio R, alimentando dois drivers em paralelo, por canal, o máximo fator de crista permitido será igual a: = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Z Onde: 4 F P L S C D D A A E 2,0 0, 4 4 2,0 0, 4 4 600 2,0 0,6 1,5492 L = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ 8 = ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ = Volts 75 0 4 40 1600 Daí em diante, o procedimento será muito dependente das características do limitador utilizado. Normalmente os valores de EL deverão ser programados em dB, sendo comuns os valores em dBu e dBv, respectivamente referidos a 0,775 e 1 Volt. No entanto, o processador Behringer, modelo DCX2496 utiliza uma referência de 9 Volts, fato não divulgado no catálogo do fabricante mas descoberto, em testes de bancada, por Ruy Monteiro, da Studio R. Os níveis em dBu e dBv poderão ser calculados pelas equações seguintes: ⎛ ⋅ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ N 20 Log 0,4 F P E Z C A dBu 1 D D A 0 S 0 , 6 P Z ⎝ ⎠ ⎛ ⎞ v 10 S C N 20Log E 0,4F P Z = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ ; D D dB P Z ⎝ A A ⎠ Aplicando os valores do exemplo nas equações acima, teremos: ⎛ ⋅ ⎞ ⎛ ⋅ ⎞ ⎛ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⎟⎟ N 20 Log E 0,4 F P Z 20 Log 2,0 0,4 4 75 8 0,6 C D dBu 10 S 10 10 A D A P Z 40 20 Log 2, 0 0,6 0,6 0 4 0 , 6 ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ E E 0, P Z L E = Tensão a ser programada no limitador. S E = Tensão eficaz de sensibilidade do amplificador (consultar o manual do fabricante). C F = Fator de crista, em vezes. D P = Potência no driver (para crossover passivo). D Z = Impedância nominal do driver. A P = Potência nominal do amplificador. A Z = Impedância nominal do amplificador.
  • 4. NdBu = 20⋅Log10 (2,00) = − 6,00 1 N 20 Log E 0,4 F P Z 20 Lo 75 D D ( ) dBv 10 S C 10 P Z 40 A 0 A g 2,0 0,4 4 20 Log 20 0 8 , 0 ,6 4 ⎛ ⎞ ⎛ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⋅ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ( ) dBv 10 N = 20⋅Log 1,5492 = 3,80 ⎛ ⎞ ⎛ ⎞ ⎛ ⎞ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜⎜ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⎟⎟ = ⋅ ⎜ ⋅ ⎟ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ N 20 Log E 0,4 F 20 L 2,0 2,0 S P Z 75 P Z 400 0 D D A A 8 ,6 4 og 0,4 4 20 Log 0 dB9 10 C 10 1 0 9,0 9,0 9, ( ) dB9 10 N = 20⋅Log 0,1721 = − 15, 2827 −15,3 (para aplicar no DCX2496). O Caminho Inverso O nível de –15,2827 dB, aplicado na entrada do DCX2496, corresponderá a uma tensão EL igual a: NdB9 15,2827 20 20 −⎛ ⎞ −⎛ ⎞ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ = ⋅ ⎝ ⎠ = ⋅ ⎝ ⎠ = Volts L E 910 910 1,5492 Esta tensão na entrada do amplificador Studio R, modelo X1, colocará, em sua saída, uma tensão igual a: ⇒ ⋅ ⇒ 2 400 4 1,5492 E Ap ∴ Ap ⋅ ⋅ 1,5492 400 4 = = Volts E 30,984 2 A tensão de pico EAp produzirá uma potência de pico, em uma carga de 4 Ohms, igual a : 2 P 30,984 240 = = Watts ou 120 Watts por driver. A potência media por driver é igual a p 4 0,4⋅75 = 30Watts, o que leva a um fator de crista igual a F 120 4 C = = vezes, o que corresponde a 6 dB 30 de headroom. Tempos de Attack e Release Freq. de Corte Tempo de Tempo de Passa-Altas Attack Release (16x) Os processadores que possuem tempos de attack e (Hz) (ms) (ms) release fixos, otimizados para os graves, não 10 – 31 45 720 conseguem proteger as demais vias, sendo inúteis para 31 – 63 16 256 os drivers. 63 – 125 8 128 A XTA sugere valores para diversas faixas de 125 – 250 4 64 freqüência e recomenda um tempo de release 16 vezes 250 – 500 2 32 maior que o de attack. 500 – 1000 1 16 O DCX2496 apresenta um tempo de attack 1000 – 2000 0,5 8 virtualmente instantâneo, sem que isso traga qualquer 2000 – 22000 0,3 4,8 prejuízo audível para o sinal, mesmo em regime de atuação freqüente. Tempos de Attack e Release, em função da Freqüência O processador Shure, modelo P4800 apresenta tempos de Corte, sugeridos pela XTA. de attack ajustáveis de 1 a 200 ms e tempos de release compreendidos entre 50 ms a 1000 ms. Esses valores mostraram-se adequados nos testes efetuados.
  • 5. Anexo 1 - Determinando a tensão no limitador Ao aplicarmos uma tensão EL, na entrada do limitador, este passará a ser o maior valor presente na saída, pois o ganho será reduzido todas as vezes que o sinal de entrada ultrapassar EL. Exemplificando, para EL = 1V, um sinal senoidal na entrada, com amplitude superior a esse valor, produzirá um sinal senoidal na saída, com 1 V de pico. A tensão eficaz ES, na entrada do amplificador, produzirá potência média máxima na saída, que corresponderá a uma tensão eficaz igual a PA ⋅ZA . Para determinar a tensão de pico EAp, presente na saída do amplificador, correspondente a tensão EL, na entrada do amplificador, basta fazer uma regra de três, direta: ⇒ ⋅ ⇒ E P Z E E S A A L Ap E E P Z ∴ L = ⋅ ⋅ Ap A A S E A potência de pico PP, produzida por essa tensão, na saída do amplificador, será dada por: 2 2 A L A A E P = = E ⋅ P ⋅ Z P P 2 Z E Z F S F Como o fator de crista FC é o cociente entre a potência de pico PP e a potência média PME, sendo essa a potência média no falante, PF, teremos: F P P = P = P ∴ P = F ⋅P P C F C P P ME F Substituindo a expressão de PP na equação anterior, vem: 2 L A A ⋅ = ⋅ ⋅ ∴ 2 2 F F F P E P Z C F 2 E Z S F ⋅ = ⋅ ⋅⋅ E E F P Z L S C P Z A A ⋅ = ⋅ ⋅⋅ E E F P Z F F L S C P Z A A Para drivers e tweeters, operando com crossovers ativos, devido ao fator de redução de potência, igual a 0,4, teremos: ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅⋅ E E 0, 4 F P Z D D L S C P Z A A Bibliografia 1 – Limitando a Potência em Drivers e Alto- Falantes Homero Sette Silva Disponível em www.selenium.com.br 2 - Interface Amplificador Falante em Regime de Potência Ruy Monteiro 3 – Potência “RMS” ou Potência Média ? Homero Sette Silva Disponível em www.selenium.com.br 4 – Tabela Comparativa de Drivers Homero Sette Silva Disponível em www.selenium.com.br Disponível em www.studior.com.br