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Ministério da Educação 
Universidade Tecnológica Federal Do Paraná 
Campus Pato Branco 
Ádila Mara Cardoso Vendramin 
ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL E AS PRÁTICAS DE LIDERANÇA NO 
NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ 
PARANAVAÍ 
2014
Ádila Mara Cardoso Vendramin 
ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL E AS PRÁTICAS DE LIDERANÇA NO 
NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ 
Projeto de pesquisa apresentado como 
requisito parcial para orientação de 
monografia do Curso de pós-graduação 
em Gestão Pública, da Universidade 
Tecnológica Federal do Paraná - 
Campus Pato Branco- Polo Paranavaí. 
Professora Orientadora: Audrey Merlin 
Leonardi de Aguiar 
PARANAVAÍ 
2014
SUMÁRIO 
LISTA DE TABELAS...................................................................................................iii 
1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................1 
2 JUSTIFICATIVA.........................................................................................................3 
3 OBJETIVOS..............................................................................................................5 
3.1 Objetivo Geral.......................................................................................................5 
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS..................................................................................5 
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................................................................................6 
5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS................................................................12 
5.1 TIPO DE PESQUISA............................................................................................12 
5.2 POPULAÇÃO AMOSTRA....................................................................................13 
5.3 COLETA DOS DADOS........................................................................................13 
5.4 ANÁLISE DOS DADOS........................................................................................14 
6 REFERÊNCIAS.......................................................................................................16 
APÊNDICE..................................................................................................................17 
aPÊNDICE A: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES...................................................18 
APÊNDICE B: PLANILHA DE CUSTOS.................................................................19 
ii
LISTA DE TABELAS 
Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na 
monografia. ................................................................................................................10 
Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na 
monografia.................................................................................................................18 
Tabela 02: Planilha de custos das atividades a serem desenvolvidas no 
projeto de pesquisa e na monografia.....................................................................19 
iii
1 INTRODUÇÃO 
O comportamento humano é objeto de estudo em muitas áreas e no meio 
organizacional pode influenciar a trajetória de uma organização seja ela pública ou 
privada, pois as pessoas são diferentes e agem de forma distinta, apresentando 
comportamentos de acordo com seus preceitos, baseados em suas origens, mitos, 
crenças e educação. Diante dessa variedade de comportamentos entra a figura do 
líder, capaz de influenciar as pessoas em sua maneira de agir, para atingir certo 
objetivo e colaborar para o bom desempenho da organização. 
As organizações são uma combinação intencional de pessoas e de 
tecnologias para atingir um determinado objetivo, nas organizações públicas não é 
diferente e o objetivo a ser atingido é atender as necessidades da população, 
gerando satisfação entre os indivíduos. 
As organizações são espaços cada vez mais produtivos e competitivos, com 
vida e dinâmicas próprias, que transcendem as consciências e os interesses 
particulares de seus membros, existindo uma distribuição e execução de tarefas, por 
intermédio de pessoas que por sua vez estão ligadas as suas escalas sociais de 
valores éticos. 
A gestão pública na área da educação possui uma responsabilidade ainda 
maior, pois é responsável pela disseminação do conhecimento e formação de 
melhores cidadãos para o mundo, sendo vital para o progresso e crescimento do 
país. Para isso necessitamos de profissionais qualificados e estimulados em investir 
em capacitação para melhorar a qualidade do serviço prestado erando um círculo 
virtuoso que promove a mobilidade social, política, econômica e cultural da 
população e do país. 
Nesse contexto o Núcleo Regional de Educação é subordinado a SEED do 
Paraná, está subdividido em setores que estão todos articulados. Cada setor tem um 
Coordenador imediato e o Núcleo possui uma chefia Geral responsável por todo o 
andamento do Núcleo. O Núcleo de Paranavaí atende a 21 municípios, 46 escolas,
2 
12 APAES e rede particular de ensino dessa região. A estrutura dos Núcleos 
Regionais correspondem ao da SEED e tem como base uma educação progressista, 
valorizando a gestão democrática, os conteúdos das disciplinas e a reconstrução de 
documentos que foi refeita no governo de 2007 a 2010, onde foi padronizado o 
Projeto Político Pedagógico considerando os conceitos: situacional, conceitual e 
operacional. No Regimento Escolar está todo amparo legal das escolas de acordo 
com a Diretrizes Curriculares de Ensino. 
A partir dessa estrutura a SEED repassa para os Núcleos as diretrizes de 
estratégias para gestão das políticas públicas do estado, diretamente ao setor 
correspondente dentro do Núcleo Regional, somente quando é um programa 
específico, por exemplo o PAD Programa de ações descentralizadas, onde é feito 
um diagnóstico em 10 escolas para melhorar o físico, humano, material e 
equipamentos, que primeiro passa pelo Coordenador do Setor que repassa para o 
setor do qual é responsável. Analisando a estrutura educacional notamos que a 
política pública é a estratégia de governo para a educação, a SEED é o elemento 
articulador e os Núcleos fazem o trabalho operacional, colocam a mão na massa 
para que os projetos e ações aconteçam dentro das escolas, oportunizando 
capacitação ao docentes, recursos financeiros, equipamentos e estrutura física com 
nova escolas ou reformas e melhorias nas existentes. 
O estudo dessa realidade permitirá compreender a dinâmica de operação do 
sistema educacional na prática e suas peculiaridades. Para tanto estabelece como 
questionamento avaliar a interferência das práticas de liderança no clima 
organizacional dessa instituição, buscando saber quais estilos de liderança existem 
ali. o porque de serem utilizados, como os colaboradores percebem essas práticas e 
se interferem no clima organizacional.
2 JUSTIFICATIVA 
Diante do cenário que se apresenta, as organizações públicas estão também 
sujeitas à maior fiscalização, com exigências mais expressivas por parte da 
sociedade. Tal fato incentiva o segmento à busca constante por melhorias que 
atendam às expectativas da sociedade produzindo resultados competitivos com 
qualidade, eficiência, eficácia e efetividade. Assim, este estudo espera analisar as 
interferências, das atuais práticas de liderança no clima organizacional no NRE de 
Paranavaí. 
Desde modo, espera-se oferecer subsídios para que o Núcleo Regional de 
Educação avalie a efetividade de suas práticas de liderança e possa analisar como 
essas ações estão repercutindo no clima organizacional do Núcleo e deste para os 
demais servidores. Além disso pode apontar elementos de percepção de qualidade 
de vida no trabalho e motivação dos colaboradores. 
........................................................................................................................... 
........................................................................................................................................ 
........................................................................................................................................ 
.................................................................................................................................. 
Sugiro trazer alguns dados da dinâmica da SEED e do Núcleo (aumentou a 
demanda nos últimos anos, diminuiu o nº de servidores, novas atribuições, algum 
dado de pesquisa de qualidade, formação na área de gestão dos líderes, indicação 
política para o cargo que demanda tempo de adaptação às rotinas e 
procedimentos???? Use sempre termos como: pode indicar... evidencia... pode 
prejudicar, etc... 
Oferecendo assim para o setor acadêmico mais uma análise e conteúdo que 
será útil para o desenvolvimento de estudos sobre essa temática. 
3
4 
Para minha formação e atuação profissional permitirá conhecer melhor a 
dinâmica que envolve os processos de liderança, através de diferentes olhares 
ampliando as possibilidade de analise e aplicação do tema.
3 OBJETIVOS 
3.1 OBJETIVO GERAL 
Avaliar a interferência que as práticas de liderança tem no clima 
organizacional do Núcleo de Educação de Paranavaí. 
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Identificar as atuais práticas de liderança adotadas no Núcleo de Educação 
de Paranavaí; 
Verificar como os líderes avaliam as práticas adotadas; 
Analisar, segundo as percepções dos colaboradores, se as práticas 
selecionadas interferem ou não, no clima organizacional. 
5
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
6 
A liderança na gestão pública é de fundamental importância para a 
efetividade dos serviços públicos, pois os líderes atuam no cotidiano das 
organizações públicas na execução de estratégias e planejamentos governamentais, 
garantindo melhor qualidade serviços oferecidos. Assim, a atuação competente e a 
influência de profissionais capacitados, capazes de atender o interesse público pode 
obter motivação dos colaboradores gerando maior eficiência nos serviços públicos. 
Entretanto, apesar da relevância e importância do papel do líder, percebe-se a 
carência de profissionais com perfil de liderança na gestão pública. Veicula-se de 
forma convencional que funcionários públicos são desmotivados e descontentes 
com suas funções, incapazes de reagir a estímulos, por serem acomodados pela 
segurança do direito à estabilidade que o serviço público oferece. 
Sob essa perspectiva e, considerando que o termo gestão advém do verbo 
latino gero, gessi, gestum, que significa executar, exercer, gerar, cabe a gestão 
pública englobar todos os envolvidos no processo público de prestação de serviços 
à comunidade: funcionários, verbas, patrimônio. Além disso, lhe cabe, o exercícios 
das funções consideradas essenciais: planejar, organizar, dirigir e controlar as 
organizações públicas. 
Desta forma, tem-se na gestão pública, os pressupostos e prerrogativas 
legais que garantem a transparência, responsabilidade, orientação por consenso, 
igualdade, inclusão, efetividade, eficiência e prestação de contas, de acordo a Lei n. 
9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito da 
Administração Pública Federal. No art. 37 da Constituição Federal “a administração 
pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, 
moralidade, publicidade e eficiência”. 
Legalidade: fazer somente o que a lei determina, diferente do ente privado que pode 
fazer tudo o que a lei não proíbe, a boa gestão deve estar baseada na observância 
da lei.
7 
Impessoalidade: somente quando a lei determina, deve haver distinção em certos 
casos, do contrário todo e qualquer cidadão deve ser tratado igualmente sem 
distinção de raça, cor ou status social, pelo contrário todos os cidadãos e usuários 
de serviços públicos são de igual importância diante da organização. 
Moralidade: a gestão pública deve estar pautado por um código moral de âmbito 
jurídico com princípios morais de aceitação pública e atuação ética adequada 
Publicidade: ser transparente, dar publicidade aos fatos e aos dados da gestão 
pública, pois o gestor não é dono daquilo que conduz apenas presta serviço a 
população e deve ser claro em suas ações, facilitando o controle social. 
Eficiência: fazer o que deve ser feito com o melhor custo benefício, melhor 
desempenho e obtenção dos melhores resultados. Utilizar os recursos públicos a 
maneira mais racional, prática e eficiente a fim de efetuar o melhor atendimento à 
população. 
4.1 NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ 
Atualmente, o NRE de Paranavaí tem sob sua jurisdição 21 municípios, 
sendo: Alto Paraná, Amaporã, Cruzeiro do Sul, Guairaçá, Inajá, Itaguajé, Jardim 
Olinda, Mirador, Nova Aliança do Ivaí, Nova Esperança, Paraíso do Norte, 
Paranacity, Paranapoema, Paranavaí, Santa Inês, Santo Antonio do Caiuá, São 
Carlos do Ivaí, São João do Caiuá, Tamboara, Terra Rica e Uniflor. 
Segundo levantamento documental junto aos registros do NRE de 
Paranavaí em seu site www . nre .seed.pr.gov.br/ paranava i, sua primeira chefe 
respondeu pelo cargo de 1983 a 1985. 
Desde sua primeira chefia o Núcleo teve 7 chefias distribuídas ao longo 
desses anos, sempre nomeadas por indicação do chefe de Estado o governador 
correspondente ao período. 
Considerando o que define seu regimento interno 
Qual é o parâmetro legal ou institucional? De onde você tirou essas informações?? Indique SEMPRE 
a fonte!! 
de acordo com as atribuições de cada setor, o Núcleo Regional de 
Educação de Paranavaí tem como objetivos de acordo com o publicado em seu site:
8 
Coordenar, orientar, controlar, aplicar, acompanhar e avaliar a 
execução de medidas destinadas a manter e aprimorar as propostas 
e diretrizes emanadas da SEED, e sua implementação nos 
Estabelecimentos de Ensino. 
Prestar Assessoria técnica e pedagógica aos estabelecimentos de 
ensino no processo de implementação das propostas e 
diretrizes emanadas da SEED. 
Conseguir integrar e efetivar o funcionamento da educação em todos os 
seus estabelecimentos de ensino é tarefa árdua e que demanda muita 
dedicação e controle por parte de todos os seus integrantes, sendo de grande 
importância seu papel diante de toda população que utiliza sua estrutura 
educacional. 
Composto por XX pessoas, XX 
chefe, XX responsável por 
isso, XX por aquilo.... 
Nessa perspectiva, o Setor de Estrutura e Funcionamento zela pela 
legalidade dos Estabelecimentos de Ensino pertencentes a este Núcleo Regional de 
Educação. Tem o compromisso de cumprir e fazer cumprir a legislação vigente, 
preservando o direito da população estudantil de estudar em Instituições legalmente 
Autorizadas e Reconhecidas pelo Sistema de Ensino do Estado do Paraná. 
Conforme pode-se apurar in loco a rotina do Setor é contínua, pois há 
necessidade de estar sempre renovando seus atos legais em todas as modalidades 
e níveis de ensino que a escola oferta, de acordo com os prazos estabelecidos pelas 
Deliberações legais. 
Assim com base nas informações apuradas junto ao site do Núcleo, pode-se 
destacar ainda que, é de competência do SEF/NRE: 
“Garantir a socialização da Legislação referente à instituição e aos 
alunos conforme a LDB e as normas do CEE, analisar a 
documentação dos Estabelecimentos de Ensino a fim de oficializá-la 
legalmente nas redes Municipal, Estadual e Particular, divulgar a
9 
legislação educacional vigente, orientando os procedimentos 
legais.” 
O núcleo tem o papel de integrar a legislação com a prática educacional, 
baseada na legislação fomentar da melhor forma possível e com qualidade a 
educação nos âmbitos municipais, estaduais e privados, buscando um melhor 
relacionamento das escolas com a comunidade. 
4.2 LIDERANÇA 
De acordo com Robbins, Judge, Sobral (2010): “liderança é a capacidade de 
influenciar um conjunto de pessoas para alcançar metas e objetivos”. Já para 
Maximinino (2011):” A pessoa que desempenha papel de líder influencia o 
comportamento de um ou mais liderados. Só há liderança quando há liderados, que 
seguem o líder, ou aceitam sua influência , por algum motivo” Um bom líder é dotado 
de um bom relacionamento interpessoal, sabe lidar com as pessoas e consegue 
enxergar a resolução dos problemas, tem a percepção de leitura do ambiente, 
conhece seus elementos internos e externos, possui uma grande habilidade de 
comunicação, sendo capaz do convencimento através da fala, tem conhecimento 
técnico para atender o cargo onde está lotado com capacidade de gestão. 
Existem vários tipos de liderança, onde nada mais é que o exercício do 
poder. Dentre as principais teorias sobre liderança temos: 
Poder de Recompensa baseada na distribuição de recompensas, como 
promoções, para conseguir a submissão das pessoas. 
Poder Coercivo baseado em ameaças, medo, consequências negativas que 
podem ser impostas, o chefe impõe suas vontades por possuir o poder de impor 
sanções administrativas. 
Poder Legítimo o líder possui um cargo formal na organização, sua função 
está num nível hierárquico acima da dos seus subordinados. 
Poder do conhecimento tem influência sobre as pessoas devido ao seu 
conhecimento no assunto, somente ele possui determinada habilidade/conhecimento 
o que impõe respeito entre os demais.
Poder de Referência ou Teoria dos Traços onde o líder inspira as pessoas 
desejarem ser igual a ele, é um exemplo de conduta, devido aos seus traços 
pessoais desejáveis. 
Nas teorias mais contemporâneas temos duas formas de liderança: 
transacional e carismática ou transformadora conforme trata Bitencourt 2004 
baseada na proposta de Burns 1979, a transacional está “associada a uma relação 
utilitária, que implica trocas calculadas, com ligações temporárias e identificação do 
líder supervisor – uma transação -, a liderança transformacional está voltada para 
uma visão, a comunicação, o carisma, os relacionamentos interpessoais de duplo 
sentido (entre líder e liderado), as necessidades dos subordinados.” Podemos 
perceber que a diferença dessas teorias está relacionada aos relacionamentos 
interpessoais um desafio para as novas lideranças em saber dosar as relações e 
não deixar que a amizade atrapalhe o desenvolvimento da organização e nem se 
colocar acima de seus liderados esperado somente liderados passivos a espera de 
ditames e sim perceber que se pode aprender com os subordinados e ter humildade 
para pedir ajuda. 
Certamente os tipos de liderança muitas vezes se misturam e podemos 
encontrar mais de um tipo de liderança em um único líder, o líder ideal talvez fosse a 
mistura com doses certa de cada tipologia de liderança, com habilidades no 
relacionamento interpessoal, comunicação, conhecimento no cargo, percepção e 
leitura do ambiente. 
No entanto é realmente necessário um líder dentro da organização? De 
acordo com Maximiniano (2011) “as pessoas não precisam de liderança, sendo 
capazes de tomar conta de si próprias, desde que as seguintes condições estejam 
presentes: 
· As pessoas tem as competências necessárias para executar suas 
tarefas e avançar, aceitando novos desafios. 
· As pessoas conhecem e praticam os mecanismos de autogestão. 
· A organização tem suas tarefas estruturadas e é capaz de se ajustar 
a novas circunstancias, por meio da participação de seus integrantes. 
· A organização favorece a autonomia, a autogestão e o aprendizado 
contínuo.” 
10
11 
Se realmente se todas essas características estivessem reunidas em uma 
organização, seria possível dispensar a figura de um líder, mas o difícil é encontrar 
uma organização nesse nível, principalmente em uma organização pública, onde 
existe a carência de estrutura, autonomia, e principalmente autogestão. 
4.3 CLIMA ORGANIZACIONAL 
O clima organizacional envolve padrões de comportamento, valores 
compartilhados (crenças) e pressupostos (valores, verdades). Podendo conter 
componentes visíveis, que são sempre orientados pelos aspectos organizacionais 
ou componentes ocultos que são sempre orientados pela emoção e situações 
afetivas. Estando ligado diretamente à maneira como as pessoas que fazem parte 
da organização, percebem a sua cultura, normas, usos e costume e a maneira como 
isso é interpretado de acordo com a formação dessas pessoas, sendo influenciadas 
pelos seus valores, crenças e pressupostos, tabus, ritos e cerimônias, heróis, 
normas, mitos e comunicação.
5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
12 
Na definição de metodologia temos o processo para se atingir um 
determinado fim ou para se chegar ao conhecimento, estudando os melhores 
métodos praticados em determinada área para a construção do conhecimento. Cada 
área possui uma metodologia própria. A metodologia de ensino é a aplicação de 
diferentes métodos no processo ensino-aprendizagem. 
Por apresentar características singulares, a metodologia de ensino que será 
aplicada para construção dessa pesquisa, demanda de métodos e procedimentos 
específicos para atender aos objetivos propostos. Nesse sentido, indica-se a 
abordagem predominantemente, qualitativa de caráter descritivo, descrevendo os 
fatos e fenômenos existentes na organização, de forma a apresentar os elementos 
mais significativos coletados a partir de uma pesquisa de campo, baseado em um 
levantamento bibliográfico e documental, que será utilizado para o devido 
embasamento teórico do trabalho, com investigação em livros, artigos e trabalhos 
acadêmicos, que abordaram assuntos relacionados ao tema, realizando um estudo 
de caso. 
5.1 TIPO DE PESQUISA 
A metodologia de ensino que será aplicada para construção dessa pesquisa 
será a descritiva buscando examinar o fenômeno dentro do seu contexto, 
descrevendo os fatos e fenômenos existentes na organização, com um 
levantamento bibliográfico e documental, que será utilizado para o devido 
embasamento teórico do trabalho, com investigação em livros, artigos e trabalhos 
acadêmicos, que abordaram assuntos relacionados ao tema, juntamente com uma 
entrevista com os colaboradores resultando numa pesquisa de campo.
5.2 POPULAÇÃO AMOSTRA 
Na busca por informações para atingir os objetivos de estudo, coletamos os 
dados registrando e medindo o que foi selecionado de acordo com os requisitos de 
confiabilidade. 
Os dados coletados do setor pedagógico do Núcleo de educação, através 
das entrevistas com perguntas objetivas e abertas dando a oportunidade dos 
colaboradores emitirem sua opinião e críticas em relação a liderança existente, sem 
serem identificados, incentivando assim que eles falem livremente sobre assuntos 
relacionados ao tema principal, objetivando a obtenção de diferentes respostas à 
mesma pergunta para que sejam comparadas e analisadas na forma de pesquisa 
qualitativa preocupando-se com o aprofundamento da compreensão das relações 
dessa organização e quantitativa enfatizando a representação numérica através de 
gráficos e amostras. Utilizando o levantamento bibliográfico para analisar e explicar 
os resultados da pesquisa, obtidos por meio de fontes primárias que foram as 
entrevistas realizadas e as observações simples in loco para apreender 
determinados aspectos da realidade, com estudos descritivos para um 
conhecimento mais aprofundado das práticas de liderança e clima organizacional, 
apenas observando como os fatos ocorrem e analisando os dados obtidos. 
5.3 COLETA DOS DADOS 
13
14 
Os dados coletados através das entrevistas, com perguntas objetivas e 
abertas dando a oportunidade dos colaboradores emitirem sua opinião e críticas em 
relação ao clima organizacional, sem serem identificados, serão analisados na forma 
de pesquisa qualitativa se preocupando com o aprofundamento da compreensão da 
relação dessa organização e quantitativa enfatizando a representação numérica 
através de gráficos e amostras focando no raciocínio lógico dedutivo e os atributos 
mensuráveis da experiência humana dessa organização, utilizando o levantamento 
bibliográfico para analisar e explicar os resultados da pesquisa, obtidos por meio de 
fontes primárias que foram as entrevistas realizadas e as observações in loco. Com 
uma ênfase descritiva descrevendo a organização, seu clima organizacional, os 
relacionamentos entre seus membros, como é a liderança dessa organização, a fim 
de entender como se forma essa relação, gerando um conhecimento para aplicação 
na prática do cotidiano da organização de acordo com seus interesses. 
5.4 ANÁLISE DOS DADOS 
Com o intuito de organizar os dados de forma que eles possam fornecer ou 
no mínimo indicar as respostas para estudo em questão exposto, analisando e 
comparando os dados entre si e efetuando o seu processamento em categorias 
suficientes para incluir todas as respostas e não deixando que uma mesma resposta 
seja alocada em mais de uma categoria. 
Com os dados coletados, analisados e organizados através de entrevistas 
semiestruturadas e a sua apresentação em tabelas e gráficos torna mais fácil a sua 
compreensão e interpretação quantitativa enfatizando a representação numérica 
através de gráficos e amostras focando no raciocínio lógico dedutivo e os atributos 
mensuráveis da experiência humana dessa organização.
15 
Utilizando o levantamento bibliográfico, após a sua leitura, organização e codificação 
para analisar e explicar qualitativamente os resultados da pesquisa, obtidos por meio 
de fontes primárias que foram as entrevistas realizadas e as observações in loco.
6 REFERÊNCIAS 
16 
BERGUE, Sandro Trescastro. Comportamento organizacional. Florianópolis: 
Departamento de Ciências da Administração/UFSC: Brasília: CAPES: UAB, 2010. 
BERGUE, Sandro Trescastro. Cultura e Mudança Organizacional. Florianópolis: 
Departamento de Ciências da Administração/UFSC: Brasília: CAPES:UAB, 2010. 
CARVALHO, Giselly Coutinho de. A Liderança como ferramenta para a melhoria 
do clima organizacional. 2009. 42f. Monografia (Pós Graduação Latu Sensu 
Projeto a Vez do Mestre) - Universidade Candido Mendes, Pós graduação “Latu 
Sensu” em Pedagogia Empresarial, Projeto a Vez do Mestre, 2009 . Disponível em: 
http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/n203012.pdf. Acesso em 10 
maio 2014. 
CITADIN, Lucilaine Feltrin. Análise do clima organizacional em empresa do ramo 
químico da região da AMREC-SC. 2010. 129f. Monografia (pós-graduação 
especialização em gestão de recursos humanos) - Universidade do Extremo Sul 
Catarinense – UNESC. 2010. disponível em: 
http://www.bib.unesc.net/biblioteca/sumario/00004e/00004e7e.pdf. Acesso em 10 
maio 2014. 
MARCONDES, Cláudia. Liderança: um estudo sobre o desafio de motivar 
equipes para o sucesso. 2010. 76 f. Monografia (Pós-Graduação lato sensu em 
Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas) – Escola Superior Aberta do 
Brasil – ESAB, 2010. Disponível em: 
http://www.esab.edu.br/arquivos/monografias/Monografia%20-%20Claudia 
%20Marcondes.pdf. Acesso em 10 maio 2014. 
VIEIRA, Anderson Alex de Assis. O Impacto do Desenvolvimento de Liderança 
no Clima organizacional. 2011. 18F. Monografia (Graduação Departamento de 
Administração ) - Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, 
Administração e Contabilidade, 2011. Disponível em: 
http://www.progep.org.br/PublicacoesPesquisas/PesquisaDocs/Artigos/2011/O 
%20Impacto%20do%20Desenvolvimento%20de%20Lideran%C3%A7as%20no 
%20Clima%20Organizacional.pdf. Acesso em: 10 maio 2014.
APÊNDICE 
17
APÊNDICE A: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 
Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na 
monografia. 
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
Ano: 2014 
meses 
05 06 07 08 09 10 11 
Escolha do tema a ser 
desenvolvido 
X X 
Elaboração do Projeto X X 
Atividade de orientação X X 
Entrega do Projeto X 
Análise e aprovação do projeto X 
Referencial Teórico X X 
Definição dos aspectos 
metodológicos X 
Levantamento de Análise dos 
dados X X 
Elaboração do relatório de 
pesquisa X X 
Entrega versão final da monografia X X 
Apresentação da monografia 
(banca) X 
Correção e entrega da monografia 
(versão final) 
X X 
18
APÊNDICE B: PLANILHA DE CUSTOS 
19 
Tabela 02: Planilha de custos das atividades a serem desenvolvidas no projeto de 
pesquisa e na monografia. 
MATERIAIS: 
Digitação R$ 120,00 
Xerox R$ 30,00 
Sulfite R$ 5,00 
Livros R$ 130,00 
Encadernação R$ 20,00 
TOTAL R$ 305,00

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  • 1. Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal Do Paraná Campus Pato Branco Ádila Mara Cardoso Vendramin ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL E AS PRÁTICAS DE LIDERANÇA NO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ PARANAVAÍ 2014
  • 2. Ádila Mara Cardoso Vendramin ANÁLISE DO CLIMA ORGANIZACIONAL E AS PRÁTICAS DE LIDERANÇA NO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ Projeto de pesquisa apresentado como requisito parcial para orientação de monografia do Curso de pós-graduação em Gestão Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Pato Branco- Polo Paranavaí. Professora Orientadora: Audrey Merlin Leonardi de Aguiar PARANAVAÍ 2014
  • 3. SUMÁRIO LISTA DE TABELAS...................................................................................................iii 1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................1 2 JUSTIFICATIVA.........................................................................................................3 3 OBJETIVOS..............................................................................................................5 3.1 Objetivo Geral.......................................................................................................5 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS..................................................................................5 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................................................................................6 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS................................................................12 5.1 TIPO DE PESQUISA............................................................................................12 5.2 POPULAÇÃO AMOSTRA....................................................................................13 5.3 COLETA DOS DADOS........................................................................................13 5.4 ANÁLISE DOS DADOS........................................................................................14 6 REFERÊNCIAS.......................................................................................................16 APÊNDICE..................................................................................................................17 aPÊNDICE A: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES...................................................18 APÊNDICE B: PLANILHA DE CUSTOS.................................................................19 ii
  • 4. LISTA DE TABELAS Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na monografia. ................................................................................................................10 Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na monografia.................................................................................................................18 Tabela 02: Planilha de custos das atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na monografia.....................................................................19 iii
  • 5. 1 INTRODUÇÃO O comportamento humano é objeto de estudo em muitas áreas e no meio organizacional pode influenciar a trajetória de uma organização seja ela pública ou privada, pois as pessoas são diferentes e agem de forma distinta, apresentando comportamentos de acordo com seus preceitos, baseados em suas origens, mitos, crenças e educação. Diante dessa variedade de comportamentos entra a figura do líder, capaz de influenciar as pessoas em sua maneira de agir, para atingir certo objetivo e colaborar para o bom desempenho da organização. As organizações são uma combinação intencional de pessoas e de tecnologias para atingir um determinado objetivo, nas organizações públicas não é diferente e o objetivo a ser atingido é atender as necessidades da população, gerando satisfação entre os indivíduos. As organizações são espaços cada vez mais produtivos e competitivos, com vida e dinâmicas próprias, que transcendem as consciências e os interesses particulares de seus membros, existindo uma distribuição e execução de tarefas, por intermédio de pessoas que por sua vez estão ligadas as suas escalas sociais de valores éticos. A gestão pública na área da educação possui uma responsabilidade ainda maior, pois é responsável pela disseminação do conhecimento e formação de melhores cidadãos para o mundo, sendo vital para o progresso e crescimento do país. Para isso necessitamos de profissionais qualificados e estimulados em investir em capacitação para melhorar a qualidade do serviço prestado erando um círculo virtuoso que promove a mobilidade social, política, econômica e cultural da população e do país. Nesse contexto o Núcleo Regional de Educação é subordinado a SEED do Paraná, está subdividido em setores que estão todos articulados. Cada setor tem um Coordenador imediato e o Núcleo possui uma chefia Geral responsável por todo o andamento do Núcleo. O Núcleo de Paranavaí atende a 21 municípios, 46 escolas,
  • 6. 2 12 APAES e rede particular de ensino dessa região. A estrutura dos Núcleos Regionais correspondem ao da SEED e tem como base uma educação progressista, valorizando a gestão democrática, os conteúdos das disciplinas e a reconstrução de documentos que foi refeita no governo de 2007 a 2010, onde foi padronizado o Projeto Político Pedagógico considerando os conceitos: situacional, conceitual e operacional. No Regimento Escolar está todo amparo legal das escolas de acordo com a Diretrizes Curriculares de Ensino. A partir dessa estrutura a SEED repassa para os Núcleos as diretrizes de estratégias para gestão das políticas públicas do estado, diretamente ao setor correspondente dentro do Núcleo Regional, somente quando é um programa específico, por exemplo o PAD Programa de ações descentralizadas, onde é feito um diagnóstico em 10 escolas para melhorar o físico, humano, material e equipamentos, que primeiro passa pelo Coordenador do Setor que repassa para o setor do qual é responsável. Analisando a estrutura educacional notamos que a política pública é a estratégia de governo para a educação, a SEED é o elemento articulador e os Núcleos fazem o trabalho operacional, colocam a mão na massa para que os projetos e ações aconteçam dentro das escolas, oportunizando capacitação ao docentes, recursos financeiros, equipamentos e estrutura física com nova escolas ou reformas e melhorias nas existentes. O estudo dessa realidade permitirá compreender a dinâmica de operação do sistema educacional na prática e suas peculiaridades. Para tanto estabelece como questionamento avaliar a interferência das práticas de liderança no clima organizacional dessa instituição, buscando saber quais estilos de liderança existem ali. o porque de serem utilizados, como os colaboradores percebem essas práticas e se interferem no clima organizacional.
  • 7. 2 JUSTIFICATIVA Diante do cenário que se apresenta, as organizações públicas estão também sujeitas à maior fiscalização, com exigências mais expressivas por parte da sociedade. Tal fato incentiva o segmento à busca constante por melhorias que atendam às expectativas da sociedade produzindo resultados competitivos com qualidade, eficiência, eficácia e efetividade. Assim, este estudo espera analisar as interferências, das atuais práticas de liderança no clima organizacional no NRE de Paranavaí. Desde modo, espera-se oferecer subsídios para que o Núcleo Regional de Educação avalie a efetividade de suas práticas de liderança e possa analisar como essas ações estão repercutindo no clima organizacional do Núcleo e deste para os demais servidores. Além disso pode apontar elementos de percepção de qualidade de vida no trabalho e motivação dos colaboradores. ........................................................................................................................... ........................................................................................................................................ ........................................................................................................................................ .................................................................................................................................. Sugiro trazer alguns dados da dinâmica da SEED e do Núcleo (aumentou a demanda nos últimos anos, diminuiu o nº de servidores, novas atribuições, algum dado de pesquisa de qualidade, formação na área de gestão dos líderes, indicação política para o cargo que demanda tempo de adaptação às rotinas e procedimentos???? Use sempre termos como: pode indicar... evidencia... pode prejudicar, etc... Oferecendo assim para o setor acadêmico mais uma análise e conteúdo que será útil para o desenvolvimento de estudos sobre essa temática. 3
  • 8. 4 Para minha formação e atuação profissional permitirá conhecer melhor a dinâmica que envolve os processos de liderança, através de diferentes olhares ampliando as possibilidade de analise e aplicação do tema.
  • 9. 3 OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL Avaliar a interferência que as práticas de liderança tem no clima organizacional do Núcleo de Educação de Paranavaí. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as atuais práticas de liderança adotadas no Núcleo de Educação de Paranavaí; Verificar como os líderes avaliam as práticas adotadas; Analisar, segundo as percepções dos colaboradores, se as práticas selecionadas interferem ou não, no clima organizacional. 5
  • 10. 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 6 A liderança na gestão pública é de fundamental importância para a efetividade dos serviços públicos, pois os líderes atuam no cotidiano das organizações públicas na execução de estratégias e planejamentos governamentais, garantindo melhor qualidade serviços oferecidos. Assim, a atuação competente e a influência de profissionais capacitados, capazes de atender o interesse público pode obter motivação dos colaboradores gerando maior eficiência nos serviços públicos. Entretanto, apesar da relevância e importância do papel do líder, percebe-se a carência de profissionais com perfil de liderança na gestão pública. Veicula-se de forma convencional que funcionários públicos são desmotivados e descontentes com suas funções, incapazes de reagir a estímulos, por serem acomodados pela segurança do direito à estabilidade que o serviço público oferece. Sob essa perspectiva e, considerando que o termo gestão advém do verbo latino gero, gessi, gestum, que significa executar, exercer, gerar, cabe a gestão pública englobar todos os envolvidos no processo público de prestação de serviços à comunidade: funcionários, verbas, patrimônio. Além disso, lhe cabe, o exercícios das funções consideradas essenciais: planejar, organizar, dirigir e controlar as organizações públicas. Desta forma, tem-se na gestão pública, os pressupostos e prerrogativas legais que garantem a transparência, responsabilidade, orientação por consenso, igualdade, inclusão, efetividade, eficiência e prestação de contas, de acordo a Lei n. 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. No art. 37 da Constituição Federal “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. Legalidade: fazer somente o que a lei determina, diferente do ente privado que pode fazer tudo o que a lei não proíbe, a boa gestão deve estar baseada na observância da lei.
  • 11. 7 Impessoalidade: somente quando a lei determina, deve haver distinção em certos casos, do contrário todo e qualquer cidadão deve ser tratado igualmente sem distinção de raça, cor ou status social, pelo contrário todos os cidadãos e usuários de serviços públicos são de igual importância diante da organização. Moralidade: a gestão pública deve estar pautado por um código moral de âmbito jurídico com princípios morais de aceitação pública e atuação ética adequada Publicidade: ser transparente, dar publicidade aos fatos e aos dados da gestão pública, pois o gestor não é dono daquilo que conduz apenas presta serviço a população e deve ser claro em suas ações, facilitando o controle social. Eficiência: fazer o que deve ser feito com o melhor custo benefício, melhor desempenho e obtenção dos melhores resultados. Utilizar os recursos públicos a maneira mais racional, prática e eficiente a fim de efetuar o melhor atendimento à população. 4.1 NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ Atualmente, o NRE de Paranavaí tem sob sua jurisdição 21 municípios, sendo: Alto Paraná, Amaporã, Cruzeiro do Sul, Guairaçá, Inajá, Itaguajé, Jardim Olinda, Mirador, Nova Aliança do Ivaí, Nova Esperança, Paraíso do Norte, Paranacity, Paranapoema, Paranavaí, Santa Inês, Santo Antonio do Caiuá, São Carlos do Ivaí, São João do Caiuá, Tamboara, Terra Rica e Uniflor. Segundo levantamento documental junto aos registros do NRE de Paranavaí em seu site www . nre .seed.pr.gov.br/ paranava i, sua primeira chefe respondeu pelo cargo de 1983 a 1985. Desde sua primeira chefia o Núcleo teve 7 chefias distribuídas ao longo desses anos, sempre nomeadas por indicação do chefe de Estado o governador correspondente ao período. Considerando o que define seu regimento interno Qual é o parâmetro legal ou institucional? De onde você tirou essas informações?? Indique SEMPRE a fonte!! de acordo com as atribuições de cada setor, o Núcleo Regional de Educação de Paranavaí tem como objetivos de acordo com o publicado em seu site:
  • 12. 8 Coordenar, orientar, controlar, aplicar, acompanhar e avaliar a execução de medidas destinadas a manter e aprimorar as propostas e diretrizes emanadas da SEED, e sua implementação nos Estabelecimentos de Ensino. Prestar Assessoria técnica e pedagógica aos estabelecimentos de ensino no processo de implementação das propostas e diretrizes emanadas da SEED. Conseguir integrar e efetivar o funcionamento da educação em todos os seus estabelecimentos de ensino é tarefa árdua e que demanda muita dedicação e controle por parte de todos os seus integrantes, sendo de grande importância seu papel diante de toda população que utiliza sua estrutura educacional. Composto por XX pessoas, XX chefe, XX responsável por isso, XX por aquilo.... Nessa perspectiva, o Setor de Estrutura e Funcionamento zela pela legalidade dos Estabelecimentos de Ensino pertencentes a este Núcleo Regional de Educação. Tem o compromisso de cumprir e fazer cumprir a legislação vigente, preservando o direito da população estudantil de estudar em Instituições legalmente Autorizadas e Reconhecidas pelo Sistema de Ensino do Estado do Paraná. Conforme pode-se apurar in loco a rotina do Setor é contínua, pois há necessidade de estar sempre renovando seus atos legais em todas as modalidades e níveis de ensino que a escola oferta, de acordo com os prazos estabelecidos pelas Deliberações legais. Assim com base nas informações apuradas junto ao site do Núcleo, pode-se destacar ainda que, é de competência do SEF/NRE: “Garantir a socialização da Legislação referente à instituição e aos alunos conforme a LDB e as normas do CEE, analisar a documentação dos Estabelecimentos de Ensino a fim de oficializá-la legalmente nas redes Municipal, Estadual e Particular, divulgar a
  • 13. 9 legislação educacional vigente, orientando os procedimentos legais.” O núcleo tem o papel de integrar a legislação com a prática educacional, baseada na legislação fomentar da melhor forma possível e com qualidade a educação nos âmbitos municipais, estaduais e privados, buscando um melhor relacionamento das escolas com a comunidade. 4.2 LIDERANÇA De acordo com Robbins, Judge, Sobral (2010): “liderança é a capacidade de influenciar um conjunto de pessoas para alcançar metas e objetivos”. Já para Maximinino (2011):” A pessoa que desempenha papel de líder influencia o comportamento de um ou mais liderados. Só há liderança quando há liderados, que seguem o líder, ou aceitam sua influência , por algum motivo” Um bom líder é dotado de um bom relacionamento interpessoal, sabe lidar com as pessoas e consegue enxergar a resolução dos problemas, tem a percepção de leitura do ambiente, conhece seus elementos internos e externos, possui uma grande habilidade de comunicação, sendo capaz do convencimento através da fala, tem conhecimento técnico para atender o cargo onde está lotado com capacidade de gestão. Existem vários tipos de liderança, onde nada mais é que o exercício do poder. Dentre as principais teorias sobre liderança temos: Poder de Recompensa baseada na distribuição de recompensas, como promoções, para conseguir a submissão das pessoas. Poder Coercivo baseado em ameaças, medo, consequências negativas que podem ser impostas, o chefe impõe suas vontades por possuir o poder de impor sanções administrativas. Poder Legítimo o líder possui um cargo formal na organização, sua função está num nível hierárquico acima da dos seus subordinados. Poder do conhecimento tem influência sobre as pessoas devido ao seu conhecimento no assunto, somente ele possui determinada habilidade/conhecimento o que impõe respeito entre os demais.
  • 14. Poder de Referência ou Teoria dos Traços onde o líder inspira as pessoas desejarem ser igual a ele, é um exemplo de conduta, devido aos seus traços pessoais desejáveis. Nas teorias mais contemporâneas temos duas formas de liderança: transacional e carismática ou transformadora conforme trata Bitencourt 2004 baseada na proposta de Burns 1979, a transacional está “associada a uma relação utilitária, que implica trocas calculadas, com ligações temporárias e identificação do líder supervisor – uma transação -, a liderança transformacional está voltada para uma visão, a comunicação, o carisma, os relacionamentos interpessoais de duplo sentido (entre líder e liderado), as necessidades dos subordinados.” Podemos perceber que a diferença dessas teorias está relacionada aos relacionamentos interpessoais um desafio para as novas lideranças em saber dosar as relações e não deixar que a amizade atrapalhe o desenvolvimento da organização e nem se colocar acima de seus liderados esperado somente liderados passivos a espera de ditames e sim perceber que se pode aprender com os subordinados e ter humildade para pedir ajuda. Certamente os tipos de liderança muitas vezes se misturam e podemos encontrar mais de um tipo de liderança em um único líder, o líder ideal talvez fosse a mistura com doses certa de cada tipologia de liderança, com habilidades no relacionamento interpessoal, comunicação, conhecimento no cargo, percepção e leitura do ambiente. No entanto é realmente necessário um líder dentro da organização? De acordo com Maximiniano (2011) “as pessoas não precisam de liderança, sendo capazes de tomar conta de si próprias, desde que as seguintes condições estejam presentes: · As pessoas tem as competências necessárias para executar suas tarefas e avançar, aceitando novos desafios. · As pessoas conhecem e praticam os mecanismos de autogestão. · A organização tem suas tarefas estruturadas e é capaz de se ajustar a novas circunstancias, por meio da participação de seus integrantes. · A organização favorece a autonomia, a autogestão e o aprendizado contínuo.” 10
  • 15. 11 Se realmente se todas essas características estivessem reunidas em uma organização, seria possível dispensar a figura de um líder, mas o difícil é encontrar uma organização nesse nível, principalmente em uma organização pública, onde existe a carência de estrutura, autonomia, e principalmente autogestão. 4.3 CLIMA ORGANIZACIONAL O clima organizacional envolve padrões de comportamento, valores compartilhados (crenças) e pressupostos (valores, verdades). Podendo conter componentes visíveis, que são sempre orientados pelos aspectos organizacionais ou componentes ocultos que são sempre orientados pela emoção e situações afetivas. Estando ligado diretamente à maneira como as pessoas que fazem parte da organização, percebem a sua cultura, normas, usos e costume e a maneira como isso é interpretado de acordo com a formação dessas pessoas, sendo influenciadas pelos seus valores, crenças e pressupostos, tabus, ritos e cerimônias, heróis, normas, mitos e comunicação.
  • 16. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 12 Na definição de metodologia temos o processo para se atingir um determinado fim ou para se chegar ao conhecimento, estudando os melhores métodos praticados em determinada área para a construção do conhecimento. Cada área possui uma metodologia própria. A metodologia de ensino é a aplicação de diferentes métodos no processo ensino-aprendizagem. Por apresentar características singulares, a metodologia de ensino que será aplicada para construção dessa pesquisa, demanda de métodos e procedimentos específicos para atender aos objetivos propostos. Nesse sentido, indica-se a abordagem predominantemente, qualitativa de caráter descritivo, descrevendo os fatos e fenômenos existentes na organização, de forma a apresentar os elementos mais significativos coletados a partir de uma pesquisa de campo, baseado em um levantamento bibliográfico e documental, que será utilizado para o devido embasamento teórico do trabalho, com investigação em livros, artigos e trabalhos acadêmicos, que abordaram assuntos relacionados ao tema, realizando um estudo de caso. 5.1 TIPO DE PESQUISA A metodologia de ensino que será aplicada para construção dessa pesquisa será a descritiva buscando examinar o fenômeno dentro do seu contexto, descrevendo os fatos e fenômenos existentes na organização, com um levantamento bibliográfico e documental, que será utilizado para o devido embasamento teórico do trabalho, com investigação em livros, artigos e trabalhos acadêmicos, que abordaram assuntos relacionados ao tema, juntamente com uma entrevista com os colaboradores resultando numa pesquisa de campo.
  • 17. 5.2 POPULAÇÃO AMOSTRA Na busca por informações para atingir os objetivos de estudo, coletamos os dados registrando e medindo o que foi selecionado de acordo com os requisitos de confiabilidade. Os dados coletados do setor pedagógico do Núcleo de educação, através das entrevistas com perguntas objetivas e abertas dando a oportunidade dos colaboradores emitirem sua opinião e críticas em relação a liderança existente, sem serem identificados, incentivando assim que eles falem livremente sobre assuntos relacionados ao tema principal, objetivando a obtenção de diferentes respostas à mesma pergunta para que sejam comparadas e analisadas na forma de pesquisa qualitativa preocupando-se com o aprofundamento da compreensão das relações dessa organização e quantitativa enfatizando a representação numérica através de gráficos e amostras. Utilizando o levantamento bibliográfico para analisar e explicar os resultados da pesquisa, obtidos por meio de fontes primárias que foram as entrevistas realizadas e as observações simples in loco para apreender determinados aspectos da realidade, com estudos descritivos para um conhecimento mais aprofundado das práticas de liderança e clima organizacional, apenas observando como os fatos ocorrem e analisando os dados obtidos. 5.3 COLETA DOS DADOS 13
  • 18. 14 Os dados coletados através das entrevistas, com perguntas objetivas e abertas dando a oportunidade dos colaboradores emitirem sua opinião e críticas em relação ao clima organizacional, sem serem identificados, serão analisados na forma de pesquisa qualitativa se preocupando com o aprofundamento da compreensão da relação dessa organização e quantitativa enfatizando a representação numérica através de gráficos e amostras focando no raciocínio lógico dedutivo e os atributos mensuráveis da experiência humana dessa organização, utilizando o levantamento bibliográfico para analisar e explicar os resultados da pesquisa, obtidos por meio de fontes primárias que foram as entrevistas realizadas e as observações in loco. Com uma ênfase descritiva descrevendo a organização, seu clima organizacional, os relacionamentos entre seus membros, como é a liderança dessa organização, a fim de entender como se forma essa relação, gerando um conhecimento para aplicação na prática do cotidiano da organização de acordo com seus interesses. 5.4 ANÁLISE DOS DADOS Com o intuito de organizar os dados de forma que eles possam fornecer ou no mínimo indicar as respostas para estudo em questão exposto, analisando e comparando os dados entre si e efetuando o seu processamento em categorias suficientes para incluir todas as respostas e não deixando que uma mesma resposta seja alocada em mais de uma categoria. Com os dados coletados, analisados e organizados através de entrevistas semiestruturadas e a sua apresentação em tabelas e gráficos torna mais fácil a sua compreensão e interpretação quantitativa enfatizando a representação numérica através de gráficos e amostras focando no raciocínio lógico dedutivo e os atributos mensuráveis da experiência humana dessa organização.
  • 19. 15 Utilizando o levantamento bibliográfico, após a sua leitura, organização e codificação para analisar e explicar qualitativamente os resultados da pesquisa, obtidos por meio de fontes primárias que foram as entrevistas realizadas e as observações in loco.
  • 20. 6 REFERÊNCIAS 16 BERGUE, Sandro Trescastro. Comportamento organizacional. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração/UFSC: Brasília: CAPES: UAB, 2010. BERGUE, Sandro Trescastro. Cultura e Mudança Organizacional. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração/UFSC: Brasília: CAPES:UAB, 2010. CARVALHO, Giselly Coutinho de. A Liderança como ferramenta para a melhoria do clima organizacional. 2009. 42f. Monografia (Pós Graduação Latu Sensu Projeto a Vez do Mestre) - Universidade Candido Mendes, Pós graduação “Latu Sensu” em Pedagogia Empresarial, Projeto a Vez do Mestre, 2009 . Disponível em: http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/n203012.pdf. Acesso em 10 maio 2014. CITADIN, Lucilaine Feltrin. Análise do clima organizacional em empresa do ramo químico da região da AMREC-SC. 2010. 129f. Monografia (pós-graduação especialização em gestão de recursos humanos) - Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC. 2010. disponível em: http://www.bib.unesc.net/biblioteca/sumario/00004e/00004e7e.pdf. Acesso em 10 maio 2014. MARCONDES, Cláudia. Liderança: um estudo sobre o desafio de motivar equipes para o sucesso. 2010. 76 f. Monografia (Pós-Graduação lato sensu em Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas) – Escola Superior Aberta do Brasil – ESAB, 2010. Disponível em: http://www.esab.edu.br/arquivos/monografias/Monografia%20-%20Claudia %20Marcondes.pdf. Acesso em 10 maio 2014. VIEIRA, Anderson Alex de Assis. O Impacto do Desenvolvimento de Liderança no Clima organizacional. 2011. 18F. Monografia (Graduação Departamento de Administração ) - Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, 2011. Disponível em: http://www.progep.org.br/PublicacoesPesquisas/PesquisaDocs/Artigos/2011/O %20Impacto%20do%20Desenvolvimento%20de%20Lideran%C3%A7as%20no %20Clima%20Organizacional.pdf. Acesso em: 10 maio 2014.
  • 22. APÊNDICE A: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Tabela 01: Atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na monografia. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Ano: 2014 meses 05 06 07 08 09 10 11 Escolha do tema a ser desenvolvido X X Elaboração do Projeto X X Atividade de orientação X X Entrega do Projeto X Análise e aprovação do projeto X Referencial Teórico X X Definição dos aspectos metodológicos X Levantamento de Análise dos dados X X Elaboração do relatório de pesquisa X X Entrega versão final da monografia X X Apresentação da monografia (banca) X Correção e entrega da monografia (versão final) X X 18
  • 23. APÊNDICE B: PLANILHA DE CUSTOS 19 Tabela 02: Planilha de custos das atividades a serem desenvolvidas no projeto de pesquisa e na monografia. MATERIAIS: Digitação R$ 120,00 Xerox R$ 30,00 Sulfite R$ 5,00 Livros R$ 130,00 Encadernação R$ 20,00 TOTAL R$ 305,00