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UNIDADE VIII
TECNOLOGIA DE CRIAÇÃO
DE SUINOS
Elaborado pelo Engº
Felisberto A.M. Muandissa
Breve considerações
• O Suíno é um mamífero da ordem: artiodáctilos,
família: suidae, género: Sus e espécie: Sus
domesticus.
• É descendente do javali selvagem Euroasiático.
A criação em moldes técnico-científicos
Introdução de técnicas de exploração modernas
melhoramento da alimentação (uso
de rações equilibradas)
submissão a cruzamentos e selecção
para a melhoria do potencial
genético,
adoptação de medidas de higio-
sanitárias, vacinações;
 prevenção de doenças
 Em Moçambique 20% do total das explorações
agrarias que existentes criam suínos;
 Importância:
Gera muitos postos de emprego directos e indirectos;
Contribui na alimentação da população e geração de
rendimentos aos produtores;
Contribui para o desenvolvimento das regiões na
produção de cereais e outros alimentos.
 Provinciais com maiores efectivos: Nampula (25%)
Zambézia e Inhambane 20 e 13 % respectivamente.
Perspectivas actuais de criação
de suínos em Moçambique
• Produção mundial de carne em 2001 foi de 83.608
mil toneladas;
• O crescimento anual de consumo de carnes no
mundo até 2015 deverá ser a volta de 2%.
• A carne suína é a mais consumida no mundo (44%)
em relação a bovina e a de frango (29% e 23%
respectivamente), parte desta procura deverá ser
atendida via expansão de produção de suínos.
Perspectivas actuais de criação
de suínos em Moçambique
 Em Moç, o aumento da produção de cereais e o
crescimento da população, acompanhado pelo
aumento da necessidade da satisfação das
necessidades em proteína animal, a redução da
pobreza e consequente aumento do poder
aquisitivo, aumento de nível de escolaridade e
consequentes alterações nos hábitos alimentares
abre espaço para que a produção suína cresce.
 Por outro lado, o facto dos suínos em nosso pais,
poderem ser criados economicamente e com
sucesso usando materiais de construção de baixo
custo, as condições de clima favoráveis, permite que
se criem suínos em alojamentos relativamente
Perspectivas actuais de criação
de suínos em Moçambique
 Os constrangimentos da produção suína em
moçambique relacionam com a incerteza ou
dificuldades de obtenção de rações baratas e
doenças como a peste suína africana (grande
obstáculo).
 Contudo, estes podem ser controlados/minimizadas,
utilizando novas tecnologias e praticas de maneio.
Assim a nível do mercado espera-se uma crescente
recuperação da economia do Pais, com consequente
aumento do poder de compra da população,
estimulando assim os produtotres e redução do
preco praticado por/kg.
Exterior do suíno
 Importância do estudo:
Permite identificar as diferentes raças e variedades
de suínos;
Avaliar o estado de saúde e a direcção produtiva
Cauda
Dorso Tronco
Pescoço
Orelhas
Cabeça
Extremidades/membros (patas)
Raças de suínos
 CLASSIFICAÇÃO DAS RAÇAS:
 QUANTO AO PERFIL FRONTO-NASAL:
Perfil Retilíneo (ex: Large Black)
Perfil Sub Côncavo (ex: Duroc e Hampshire)
Perfil Côncavo (ex: Large White e Landrace)
Perfil Ultra Côncavo (ex: Berkshire)
Raças de suínos
 QUANTO AO TAMANHO E ORIENTAÇÃO DAS ORELHAS:
 Tipo Asiático: orelhas curtas, pontiagudas e levantadas.
Origem: Continente Asiático. Ex: Large White, Berkshire
e Hampshire.
 Tipo Ibérico ou Mediterrâneo: orelhas medianas (aprox.
15 cm), dirigidas para frente. Ex: Duroc e Polland China.
 Tipo Céltico: orelhas grandes, para frente e
descendentes (aprox. 25 a 30 cm), cobrindo os olhos.
Exemplo: Landrace, Large Black e Wessex
Raças de suínos
 Raça Landim
 Raças importadas (melhoradas)
Large White,
 Berkshire;
 Hampshire.
Duroc;
Polland China;
Landrace,
 Large Black;
Wessex
Mais Exploradas em Moçambique
Encontra-se em pequenos
núcleos em algumas
províncias como Manica
Raças de suínos
Características das raça Large White
Origem: Inglaterra
Pelo: Branco, cerdas compridas
Pele: Rosada
Cabeça: Tamanho medio e concavilíneo
Orelhas: compridas, delegadas e erectas
Corpo: comprido, profundo e bem balenceado
Membros: altos, relativamente finos
Aptidão e qualidade: muito precoce, produz 10-12 leitões,
tem bom temperamento
Peso: aos 6-7meses, 100 a 120 kg e adultos 250-400kg
Raças de suínos
Características das raça Landrace
Origem: Dinamarca
Pelo: Branco e fino
Pele: Rosada, fino, solta e sem rugas
Cabeça: Comprida e sub-concavo
Orelhas: compridas, finas e inclinadas para frente
Corpo: comprido, e bom para produção de carne
Membros: fortes e bem aprumados
Aptidão e qualidade: carne magra, muito prolifico,
precoce produtivo e as fêmeas são boas mães
Peso: aos 6-7meses, 80 a 110 kg e adultos 250-300kg
Raças de suínos
Características das raça Duroc
Origem: EUA
Pelo: Cor vermelha cereja
Pele: moderadamente grossa e macia
Cabeça: tamanho medio, mas pequena em relação ao
pescoço, focinho medio
Orelhas: medias inclinadas para frente ligeiramente para
fora
Corpo: grande e simétrico
Aptidão e qualidade: produção de carne magra, pouco
prolifico (9 leitões em media), precoce e suporta calor
Peso: aos 6-7meses, 70 a 90 kg e adultos 225-3270kg
Sistemas de criação suínos
 Em geral, os sistemas de exploração de suínos de
acordo com o maneio adoptado são basicamente 4:
Extensivo ou em liberdade
Backard system
Semi-intensivo
Intensivo
Sistema extensivo
 Comum nas zonas rurais e sub urbanas;
 Uso de raças locais, rústicas que são tolerantes a
alimentação de baixa qualidade e muito resistentes
a doencas;
 Não tem controlo sanitário, nem alimentação e só
dependem de restos de culturas, tubérculos e
restos domésticos;
 Não tem abrigo vivem ao relento, e se existe e
precário;
Sistema Backard system
 Comum nas aldeias e bairros suburbanos
 As familias criam 3 a 4 animais no quintal (traseiro)
em pocilgas de madeira ou bambu, elevadas ou em
piso, ou presos por corda ou corrente à volta do
perimetro toraxico, numa arvore;
 Reprodução fraca, porque as fêmeas recebem
poucos cuidados sanitários e alimentares.
 Alta mortalidade das crias e a alimentação é na
base restos de cozinha com suplementacao
ocasional de farelos de milho, semea de trigo, arroz
e outros
Sistema semi-intensivo
 Animais são abrigados em um espaço limitado e são
alvos de maior atenção no refere a sanidade e
alimentação,
 Produção é mais alta comparativamente a outros 2
sistemas,
 Vantagens:
Evita a destruição de culturas,
Reduz o risco de roubo de animais e disseminação de
doenças
Exige poucos recursos financeiros
 Desvantagem
Exige mais tempo, e esforços e mais conhecimentos
técnicos
Sistema intensivo
• propósito: produzir carne para o mercado
consumidor, de forma eficiente e rentável;
• Animais são criados em cativeiros, em construções
que mantém animais separados por fases ou sexo;
• Exige elevado investimento e controlo rigoroso das
normas de higiene e saúde na exploração;
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Producao de suinos

  • 1. UNIDADE VIII TECNOLOGIA DE CRIAÇÃO DE SUINOS Elaborado pelo Engº Felisberto A.M. Muandissa
  • 2. Breve considerações • O Suíno é um mamífero da ordem: artiodáctilos, família: suidae, género: Sus e espécie: Sus domesticus. • É descendente do javali selvagem Euroasiático. A criação em moldes técnico-científicos Introdução de técnicas de exploração modernas melhoramento da alimentação (uso de rações equilibradas) submissão a cruzamentos e selecção para a melhoria do potencial genético, adoptação de medidas de higio- sanitárias, vacinações;  prevenção de doenças
  • 3.  Em Moçambique 20% do total das explorações agrarias que existentes criam suínos;  Importância: Gera muitos postos de emprego directos e indirectos; Contribui na alimentação da população e geração de rendimentos aos produtores; Contribui para o desenvolvimento das regiões na produção de cereais e outros alimentos.  Provinciais com maiores efectivos: Nampula (25%) Zambézia e Inhambane 20 e 13 % respectivamente.
  • 4. Perspectivas actuais de criação de suínos em Moçambique • Produção mundial de carne em 2001 foi de 83.608 mil toneladas; • O crescimento anual de consumo de carnes no mundo até 2015 deverá ser a volta de 2%. • A carne suína é a mais consumida no mundo (44%) em relação a bovina e a de frango (29% e 23% respectivamente), parte desta procura deverá ser atendida via expansão de produção de suínos.
  • 5. Perspectivas actuais de criação de suínos em Moçambique  Em Moç, o aumento da produção de cereais e o crescimento da população, acompanhado pelo aumento da necessidade da satisfação das necessidades em proteína animal, a redução da pobreza e consequente aumento do poder aquisitivo, aumento de nível de escolaridade e consequentes alterações nos hábitos alimentares abre espaço para que a produção suína cresce.  Por outro lado, o facto dos suínos em nosso pais, poderem ser criados economicamente e com sucesso usando materiais de construção de baixo custo, as condições de clima favoráveis, permite que se criem suínos em alojamentos relativamente
  • 6. Perspectivas actuais de criação de suínos em Moçambique  Os constrangimentos da produção suína em moçambique relacionam com a incerteza ou dificuldades de obtenção de rações baratas e doenças como a peste suína africana (grande obstáculo).  Contudo, estes podem ser controlados/minimizadas, utilizando novas tecnologias e praticas de maneio. Assim a nível do mercado espera-se uma crescente recuperação da economia do Pais, com consequente aumento do poder de compra da população, estimulando assim os produtotres e redução do preco praticado por/kg.
  • 7. Exterior do suíno  Importância do estudo: Permite identificar as diferentes raças e variedades de suínos; Avaliar o estado de saúde e a direcção produtiva Cauda Dorso Tronco Pescoço Orelhas Cabeça Extremidades/membros (patas)
  • 8. Raças de suínos  CLASSIFICAÇÃO DAS RAÇAS:  QUANTO AO PERFIL FRONTO-NASAL: Perfil Retilíneo (ex: Large Black) Perfil Sub Côncavo (ex: Duroc e Hampshire) Perfil Côncavo (ex: Large White e Landrace) Perfil Ultra Côncavo (ex: Berkshire)
  • 9. Raças de suínos  QUANTO AO TAMANHO E ORIENTAÇÃO DAS ORELHAS:  Tipo Asiático: orelhas curtas, pontiagudas e levantadas. Origem: Continente Asiático. Ex: Large White, Berkshire e Hampshire.  Tipo Ibérico ou Mediterrâneo: orelhas medianas (aprox. 15 cm), dirigidas para frente. Ex: Duroc e Polland China.  Tipo Céltico: orelhas grandes, para frente e descendentes (aprox. 25 a 30 cm), cobrindo os olhos. Exemplo: Landrace, Large Black e Wessex
  • 10. Raças de suínos  Raça Landim  Raças importadas (melhoradas) Large White,  Berkshire;  Hampshire. Duroc; Polland China; Landrace,  Large Black; Wessex Mais Exploradas em Moçambique Encontra-se em pequenos núcleos em algumas províncias como Manica
  • 11. Raças de suínos Características das raça Large White Origem: Inglaterra Pelo: Branco, cerdas compridas Pele: Rosada Cabeça: Tamanho medio e concavilíneo Orelhas: compridas, delegadas e erectas Corpo: comprido, profundo e bem balenceado Membros: altos, relativamente finos Aptidão e qualidade: muito precoce, produz 10-12 leitões, tem bom temperamento Peso: aos 6-7meses, 100 a 120 kg e adultos 250-400kg
  • 12. Raças de suínos Características das raça Landrace Origem: Dinamarca Pelo: Branco e fino Pele: Rosada, fino, solta e sem rugas Cabeça: Comprida e sub-concavo Orelhas: compridas, finas e inclinadas para frente Corpo: comprido, e bom para produção de carne Membros: fortes e bem aprumados Aptidão e qualidade: carne magra, muito prolifico, precoce produtivo e as fêmeas são boas mães Peso: aos 6-7meses, 80 a 110 kg e adultos 250-300kg
  • 13. Raças de suínos Características das raça Duroc Origem: EUA Pelo: Cor vermelha cereja Pele: moderadamente grossa e macia Cabeça: tamanho medio, mas pequena em relação ao pescoço, focinho medio Orelhas: medias inclinadas para frente ligeiramente para fora Corpo: grande e simétrico Aptidão e qualidade: produção de carne magra, pouco prolifico (9 leitões em media), precoce e suporta calor Peso: aos 6-7meses, 70 a 90 kg e adultos 225-3270kg
  • 14. Sistemas de criação suínos  Em geral, os sistemas de exploração de suínos de acordo com o maneio adoptado são basicamente 4: Extensivo ou em liberdade Backard system Semi-intensivo Intensivo
  • 15. Sistema extensivo  Comum nas zonas rurais e sub urbanas;  Uso de raças locais, rústicas que são tolerantes a alimentação de baixa qualidade e muito resistentes a doencas;  Não tem controlo sanitário, nem alimentação e só dependem de restos de culturas, tubérculos e restos domésticos;  Não tem abrigo vivem ao relento, e se existe e precário;
  • 16. Sistema Backard system  Comum nas aldeias e bairros suburbanos  As familias criam 3 a 4 animais no quintal (traseiro) em pocilgas de madeira ou bambu, elevadas ou em piso, ou presos por corda ou corrente à volta do perimetro toraxico, numa arvore;  Reprodução fraca, porque as fêmeas recebem poucos cuidados sanitários e alimentares.  Alta mortalidade das crias e a alimentação é na base restos de cozinha com suplementacao ocasional de farelos de milho, semea de trigo, arroz e outros
  • 17. Sistema semi-intensivo  Animais são abrigados em um espaço limitado e são alvos de maior atenção no refere a sanidade e alimentação,  Produção é mais alta comparativamente a outros 2 sistemas,  Vantagens: Evita a destruição de culturas, Reduz o risco de roubo de animais e disseminação de doenças Exige poucos recursos financeiros  Desvantagem Exige mais tempo, e esforços e mais conhecimentos técnicos
  • 18. Sistema intensivo • propósito: produzir carne para o mercado consumidor, de forma eficiente e rentável; • Animais são criados em cativeiros, em construções que mantém animais separados por fases ou sexo; • Exige elevado investimento e controlo rigoroso das normas de higiene e saúde na exploração; • Uso de raças melhoradas, rações balanceadas, que permitem um crescimento rápido e venda cedo ao mercado; • E necessário um know-how
  • 19. FIM!