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Processos cognitivos (consciência,
inteligência) Sensação e Percepção.
Paulo Pedro P. R. Costa
costapppr@gmail.com
FAMEC
Processos
Psicológicos Básicos I
Processos
Psicológicos Básicos
• Os órgãos do sentidos
• Dor e prazer
• Percepção
• Consciência, inteligência
Leonardo da Vinci (1452 –1519)
Se uma fogueira surge perto do pé, as ínfimas
partículas lançadas que como se sabe se movem a
grande velocidade, tem o poder de por em movimento
parte da pele e do pé com que elas entram em contato
e assim puxar o delicado filamento ligado a essa área,
simultaneamente abrem o poro onde esse filamento
termina da mesma forma que se puxando a
extremidade de uma corda se provoca no mesmo
instante uma pancada num sino suspenso na outra
extremidade...
Descartes René. Princípios de Filosofia, 1644
René Descartes (1596 – 1650)
The Nervous System. Diagram of
the brain and vision
 Visão
 Audição
 Sensibilidade química
 Olfato
 Paladar
 Sistemas somatosensoriais
 Tato e cinestesia
 Sensação térmica
 Dor
 Sensações viscerais
 (Zonas erógenas)
O estudo da percepção e ilusões visuais
fazem parte do início da psicologia
W. Wundt (1832-1920)
Percepção órgãos dos sentidos
Uma ilustração da lei de Weber-Fechner. Em cada lado, o
quadrado inferior contém mais 10 pontos do que o
superior. No entanto, a percepção é diferente: no lado
esquerdo, a diferença entre o quadrado superior e o quadrado
inferior é claramente visível. No lado direito, os dois quadrados
parecem quase os mesmos.
Ernst Heinrich Weber (1795 -1878); Gustav Theodor
Fechner (1801-1887); Wilhelm Maximilian Wundt (1832 - 1920)
A lei de Weber-Fechner estabelece uma relação existente entre
a magnitude física de um estímulo e a intensidade do estímulo
que é percebida. Pode ser enunciada como: "a resposta a
qualquer estímulo é proporcional ao logaritmo da intensidade do
estímulo". É decorrente do fenómeno assim descrito, que as
medidas de percepção da intensidade sonora pelo ouvido
humano, e luminosa pelos órgãos de visão, são feitas por
grandezas logarítmicas. No caso do Decibel (dB) definido como
10 vezes o logaritmo decimal da intensidade sonora (wikipedia)
Órgãos dos Sentidos
O olho é um instrumento óptico para a projeção
de uma imagem do ambiente num mosaico de
receptores sensíveis à luz. O cristalino e a íris
são controlados pelas conexões reflexas, a fim
de fornecer a imagem mais exata condizente
com a iluminação adequada.
ProcessosPsicBasicos.ppt
x
Sentido
x
Receptor
Componente do analisador
Fisiológico Símbólico
Visão
Cones,
Bastonetes/
Retina
Nervo ótico
Córtex
Ocipital
Claro/Escuro
Cor (120 a 200
combinações)
Movimento
Profundidade
Uma pessoa com visão normal é
Sensível à luz no âmbito de 400 a
700 milimicrons (mμ) correspondendo
a 10-9 metros ou 1 nanômetro (nm).
Correspondendo portanto a faixa de
400 a 700 nm
A sensação de
preto é percebida
quando a luz é
inteiramente
absorvida pela
superfície de um
corpo
Cor absorvida Cor complementar
(refletida ou transmitida)
Violeta
Azul
Verde
Amarelo
Vermelho
Amarelo-verde
Amarelo
Púrpura
Azul
Azul-verde
Cor complementar
Quando duas ou mais
comprimentos de onda
chegam ao mesmo
tempo na retina produzem
uma só impressão
sensorial
Círculo cromático
Moses Haris (1730-1788)
Acima da camada de
células receptoras, há duas
camadas de neurônios de
relé, as células bipolares e a
camada de células
ganglionares. Os axônios
das células ganglíonares
formam o nervo óptico.
Há dois tipos principais de receptores: os
bastonetes e os cones. Os bastonetes estão
espalhados no centro do campo visual, sendo
porém mais sensíveis que os cones quando
inteiramente adaptados ao escuro. Os cones
ocupam a parte central das retinas da
maioria dos vertebrados diurnos. São menos
sensíveis que os bastonetes, proporcionando
porém urna visão das cores quando há luz
suficiente.
←Bastonete
Cones ↓
Ler a 33 cm
Mínimo = 1 vela
Ótimo = 30 velas
ProcessosPsicBasicos.ppt
I - olfatório/olfactivo - sensitivo: Olfato
II - óptico - sensitivo: Visão
III - motor ocular comum/oculomotor - motor: Motricidade dos músculos ciliar, esfíncter da pupila,
todos os músculos extrínsecos do bulbo do olho, exceto os listados para os nervos cranianos IV e VI
IV - patético/troclear – motor: Motricidade do músculo oblíquo superior do bulbo do olho
V - trigêmeo - sensitivo e motor: Controle dos movimentos da mastigação (ramo motor); Percepções
sensoriais da face, seios da face e dentes (ramo sensorial).
VI - motor ocular externo/abducente – motor: Motricidade do músculo reto lateral do bulbo do olho
VII - facial - sensitivo e motor: Controle dos músculos faciais – mímica facial e liberação de lágrimas e
saliva (ramo motor); Percepção gustativa nos dois terços anteriores da língua (ramo sensorial).
VIII - auditivo/vestibulococlear– sensitivo: Vestibular: orientação e movimento. Coclear; audição
IX - glossofaríngeo - sensitivo e motor: Percepção gustativa no terço posterior da língua, percepções
sensoriais da faringe, laringe e palato.
X - vago/pneumogástrico - sensitivo e motor: Percepções sensoriais da orelha, faringe, laringe, tórax
e vísceras. Inervação das vísceras torácicas e abdominais.
XI - espinhal/acessório – motor: Rotação da cabeça e elevação do ombro, inervação dos músculos
XII - grande hipoglosso – motor: Motricidade dos músculos da língua (exceto o músculo
palatoglosso)
Olha Ó Malvado
Olfativo Optico Motor-ocular
Para Tanto Mal Fazer
Patético Trigêmeo Facial
A Gente Vê
Acessório Glossofaríngeo Vago
Hipocritas
Hipoglosso
x
Sentido
x
Receptor
Componente do analisador
Fisiológico Simbólico
Audição
Tímpano
Ossículos
(Estribo; Martelo;
Bigorna)
Cóclea
Nervo
auditivo
Córtex
temporal
Frequência
• Forte (alto)
• Fraco (baixo)
Intensidade
• Agudo
• Grave
A faixa de frequências (medida em Hertz - Hz)
é de 15 a 24.000 ciclos por segundo. A
característica do som dá origem à altura, pode
ser expressa, quer em termos de amplitude de
movimento da membrana timpânica, quer em
termos da diferença de pressão das regiões
de ar comprimido ou rarefeito na onda de
som. (Milner; Alpern)
A forma da onda, ou da onda de pressão demarcada com
relação ao tempo, determina o timbre ou qualidade tonal
do som. Uma onda sinusoidal (pressão, uma função
sinusoidal de tempo) produz aquilo que denominamos tom
"puro"; outras formas de onda produzem notas mais
"coloridas", e sons agudos, nasais ou zumbidos. As
diferenças numa mesma nota tacada pelos diferentes
instrumentos de uma orquestra resultam das diversas
formas de ondas por eles produzidas, como acontece com
as diferenças entre os sons das vogais.
ProcessosPsicBasicos.ppt
ProcessosPsicBasicos.ppt
Vias Auditivas
Os sinais neurais podem viajar do
gânglio espiral ao cortex auditivo
por meio de numerosas vias
atrvessando os núcleos do tronco
encefálico (Bear et al.2002)
x
Sentido
x
Receptor
Componente do analisador
Fisiológico Simbólico
Paladar
Língua
Papilas
gustativas
Nervo
Cortéx
temporal
Doce
Salgado
Amargo
Ácido
Olfato Receptores
nasais
(proteínas
receptoras)
Nervo
olfatório
Bulbo
olfativo
Aromatizado
Etéreo
Fragante
Resinoso
Queimado
Pútrido
Localização e estrutura das papilas gustativas na língua humana.
a | Representação esquemática de um broto gustativo e fibras nervosas intragérmicas. Por convenção,
quatro subtipos de células do botão gustativo estão presentes nas papilas gustativas. Dos quatro subtipos,
apenas as células gustativas do tipo III formam sinapses reconhecíveis com as fibras nervosas aferentes. b
| Localização de papilas gustativas. Circunvalar (parte posterior da língua), foliar (lados da língua) e
fungiforme (meio e frente da língua).
ProcessosPsicBasicos.ppt
VII Facial
IX Glossofaríngeo
X Vago
Nos vertebrados, os receptores
olfativos estão localizados tanto
nos cílios dos neurônios
olfatórios quanto nas
sinapses. O receptor olfativo de
inseto localiza-se nos órgãos
sensoriais químicos e outra
antena. Espera-se também que
o esperma, para expressar os
receptores de odor, esteja
envolvido na quimiotaxia, a fim
de encontrar o óvulo.
Em vez disso, os receptores olfactivos
mostram afinidade para o número de
moléculas de odor, o ligando de ligação
específica e vice-versa, uma molécula de
odor pode ligar-se a vários receptores
olfactivos em diferentes orientações. A
fragrância está associada ao receptor de
odor, sofre uma mudança conformacional, se
liga a ele, para ativar a proteína olfativa tipo
G do interior dos neurônios receptores
olfativos. Human olfactory system. 1: Olfactory bulb 2: Mitral cells 3:
Bone 4: Nasal epithelium 5: Glomerulus 6: Olfactory receptor
neurons
ProcessosPsicBasicos.ppt
x
Sentido
x
Receptor
Componente do analisador
Fisiológico Simbólico
Somestesia
- Tato
- Cinestesia
Dor
Prazer
Regulação
Autonômica
visceral
Corpúsculos
- Krause
- Ruffini
- Merkel
- Pacini
Terminações
nervosas livres
Nervo periféricos
- Fibras amielínicas
- Fibras mielinizadas
Sistema (tratos)
- Ântero-lateral
- Leminiscal
- Espino-talâmico
Tálamo
Córtex parietal
Homúnculo cortical
Calor / Frio
Dor
Peso
Pressão forte / suave
Cócega
- Purido ?
Dor
Prazer
Foi Johannes Müller quem, em 1842, quem introduziu o conceito de modalidades sensoriais, nos
levando a perguntar se os nervos que transmitem diferentes qualidades de toque exibem características
únicas. De fato, as sensações que emanam de um conjunto de receptores táteis, e neurônios sensoriais
que inervam nossa pele, podem ser qualitativamente diferentes. (Müller J. Elementos da fisiologia. Londres:
Taylor e Walton; 1842 in: Abraira & Ginty)
ProcessosPsicBasicos.ppt
Os estímulos táteis são aqueles que deformam a pele ou movem os fios de cabelo que ela contém
distinguindo-se dos cinestésicos ou profundos que deformam ou movimentam os tecidos subjacentes a
pele (conjuntivo, ósseo, muscular e ou dos tendões). Alpern et al analisa-os conjuntamente porque os
impulsos nervosos vindo de ambos os conjuntos de receptores seguem caminhos aproximadamente
iguais indo para lugares próximos no tálamo e córtex cerebral. Podem ser divididos em duas categorias
quanto a adpatação rápida ou lenta à condição de estimulação [ SAI/RAI - LTMR Slowly /Rapid
Adapting - Low Threshold MechanoReceptors LTMRs - mecanorreceptores de alto e baixo limiar
cutâneo) e se distribuem bas regiões de pele glarba, pilosa e/ou superficial e profunda
Inicialmente o tato era visto como um único sentido, atualmente considera-se que inclui três sentidos
distintos da pele: um que responde à pressão, outro a temperatura e um terceiro à dor. Qualquer
estímulo que seja intenso o suficiente para causar dano é um estímulo de dor. Existem dois tipos
distintos de dor, que são mediados por diferentes rotas neurais. A dor fásica é tipicamente breve,
aumenta e diminui de intensidade rapidamente. A dor tônica pode ter longa duração e é constante. A
ativação (através de analgésicos ou processos psicológicos) de uma região do mesencéfalo chamada
CPA – cinza periaquedutal barra a passagem de estímulos nociceptivos. (Hilgard)
Existem evidências de que
cada região cutânea (ou
área de pele) possui três
tipos básicos de receptores:
a terminação livre, a
terminação com a
extremidade expandida ou
dilatada (corpúsculo de
Merkel ou Ruffini) e
terminações encapsuladas
(corpúsculos de Meissener,
Krause, Vater-Pacini ou
Golgi-Mazzoni). Por outro
lado, deve-se notar que o
número e a distribuição
desses receptores variam
com a idade, com a região
do corpo e até mesmo a
profissão do sujeito (tipo
maior ou menor exposição
ao sol?). (Esbérard)
Para qualquer das modalidade de sensibilidade cutânea, o
grau extremo de sensibilidade confunde-se com dor: a
pressão excessiva, o frio intenso, ou o calor demasiado
são fontes de dor. A dor é o mecanismo de alarme do risco
do estímulo desmesurado causar lesão celular. (Esbérard)
frio
dor
pressão
calor
Junqueira, Histologia
ProcessosPsicBasicos.ppt
...nos últimos anos tem-se acentuado a tendência
de se considerar a dor como modalidade
sensorial distinta, o que leva à implicação da
existência de um receptor próprio para a dor – o
nociceptor.
...o mais provável parece ser esse receptor a
terminação nervosa livre, terminação aferente
praticamente encontrada em todos os tecidos do
organismo...
Ema apoio a concepção de dor como uma
modalidade sensorial própria, vários resultados
são apontados tais como o efeito de compostos
analgésicos que abolem a sensibilidade dolorosa
sem modificar as demais modalidades cutâneas
ou as diferenças características dos limiares para
dor tato-pressão quando avaliados por métodos
quantitativos.
Entretanto o fato fundamental parece ser o de que
dor é o resultado de lesão celular...
Esbérard, 1980 convergência da
aferência oriunda
do nociceptor nas
vísceras e na
pele.
Segundo, elas diferem quanto ao diâmetro de seus axônios.
A via do tato é rápida e usa fibras Aβ mielinizadas, grossas; a
via da dor é lenta e usa fibras A, levemente mielinizadas,
além de fibras C não-mielinizadas, geralmente finas. Terceiro,
elas diferem quanto às suas conexões na medula espinhal.
Ramificações dos axônios Aβ terminam no corno dorsal
profundo; os ramos das fibras A e C cursam pela zona de
Lissauer e terminam dentro da substância gelatinosa. Como
veremos a seguir, as duas vias também diferem
substancialmente quanto à forma como a informação é
transmitida ao encéfalo.
Primeiro, elas diferem quanto às terminações nervosas
na pele. A via do tato é caracterizada por estruturas
especializa das na pele; a via da dor tem apenas
terminações nervosas livres. (embora as vias tateis
possam iniciar ou associar-se à reação dolorosa).
DIFERENÇAS ENTRE VIAS DO TATO E DA DOR.
O labirinto vestibular inclui dois tipos de
estruturas com diferentes funções: os
órgãos otolíticos, que detectam a
força da gravidade e as inclinações da
cabeça, e os canais semicirculares,
que são sensíveis à rotação da cabeça.
Tais estruturas auxiliam a coordenação
dos movimentos da cabeça, dos olho e
ajustes da postura corporal.
Cada célula ciliada dos órgãos
vestibulares estabelece uma sinapse
excitatória coma terminação de um
axônio sensorial do nervo vestibular, um
ramo do VIII nervo craniano (o nervo
vestibulococlear).
ProcessosPsicBasicos.ppt
ProcessosPsicBasicos.ppt
Com a chegada da puberdade introduzem-se as mudanças que levam a vida sexual infantil a sua
configuração normal definitiva. Até esse momento, a pulsão sexual era predominantemente auto-erótica;
agora, encontra o objeto sexual. ...para cuja consecução todas as pulsões parciais se conjugam,
enquanto as zonas erógenas subordinam-se ao primado da zona genital. Posto que o novo alvo sexual
atribui aos dois sexos funções muito diferentes, o desenvolvimento sexual de ambos passa agora a
divergir muito. in: FREUD, S. A SEXUALIDADE INFANTIL / Três ensaios sobre a sexualidade (1905)
...A primeira e mais vital das
atividades da criança — mamar no
seio materno (ou em seus
substitutos) — há de tê-la
familiarizado com esse prazer.
Diríamos que os lábios da criança
comportaram-se como uma zona
erógena, e a estimulação pelo fluxo
cálido de leite foi sem dúvida a
origem da sensação prazerosa. A
princípio, a satisfação da zona
erógena deve ter-se associado com
a necessidade de alimento. A
atividade sexual apóia-se
primeiramente numa das funções
que servem à preservação da vida,
e só depois torna-se independente
delas. .......
Zonas Erógenas
ProcessosPsicBasicos.ppt
os grandes teóricos da aprendizagem, tais como
Skinner e Hull, admitiam que a redução do impulso, isto
é, a redução da dor, era o único mecanismo impulsor
que regulava o comportamento. A hipótese da redução
ou evitação de tais impulsos desagradáveis
proporcionava reforços poderosos ou recompensas.
Pode-se demonstrar que certas áreas hipotalâmicas
têm fortes propriedades de aversão. Quando um animal
é eletricamente estimulado em determinado lugar de
dor.
Nos anos de 1950, James Olds demonstrou o poder
dos impulsos aferentes para o substrato
neurofisiológico do prazer. Verificou, especificamente,
que o estimulo elétrico de determinadas áreas no
sistema límbico do cérebro (septo e hipotálamo lateral)
muito próximas das áreas da "dor“, atua como um
motivador positivo compulsório para os animais.
(Kaplan)
circuito da recompensa
A inteligência prolonga a adaptação orgânica, o
progresso da razão consiste numa conscientização
da atividade organizadora inerente a própria vida.
Piaget, J.
O nascimento da inteligência
Função do Sistema Nervoso
Conter programas de ação
genéticamente determinados.
Analisar aferências sensoriais para
construir uma representação do
mundo exterior.
Registrar, agrupar, integrar,
acontecimentos significativos.
Simular acontecimentos exteriores.
Monod, J.
O acaso e a necessidade
Coordenação e integração da atividade das
células tecidos órgãos e aparelhos de
modo que trabalhem como uma unidade
em função do meio ambiente
Insecta
Hidra
Todo o citoplasma é excitável ou irritável
todas as respostas orgânicas resultam
dessa característica.
H. Esquerdo
H. Direito
Parte do sistema nervoso central contida na cavidade do
crânio, e que abrange o cérebro, o cerebelo, pedúnculos, a
protuberância anular e o bulbo raquiano.
Encéfalo
[ do gr. Enképhalos ]
O ego e o Id (1923)
Segunda topografia, 1933
...à base dos ensinamentos de Meynert, se desenvolveu a
teoria de que o aparelho fonador consiste em centros
corticais distintos, em cujas células se encontram as
apresentações da palavra, estando esses centros
separados por uma região cortical desprovida de função,
ligados por fibras brancas (fascíolos associativos). De
imediato, pode-se levantar a questão de saber se uma
hipótese dessa natureza, que abarca apresentações em
células nervosas, pode de algum modo ser correta e
permissível. Penso que não.
Sigmund Freud (1856 -1939)
Paralelismo psicofísico (apêndice B)
in O inconsciente (1915)
A tendência da medicina em
períodos anteriores era a de
localizar faculdades mentais
inteiras, conforme definidas pela
nomenclatura psicológica, em
certas regiões do cérebro. Em
contraste, portanto, não podia
deixar de parecer um grande
avanço o fato de Wernick ter
declarado que somente os
elementos psíquicos mais simples,
as diferentes apresentações
sensoriais, poderiam legitimamente
ser localizadas — localizadas na
terminação central do nervo
periférico que recebeu a impressão.
Contudo, não estaremos, em
princípio, cometendo o mesmo erro,
tentando localizar ou um conceito
complicado, ou toda uma atividade
mental, ou um elemento psíquico?
Conhecemos duas espécie de coisas sobre o que
chamamos nossa psique (ou vida mental): em
primeiro lugar, seu órgão corporal e cena de ação, o
cérebro (ou sistema nervoso), e, por outro lado,
nossos atos de consciência, que são dados imediatos
e não podem ser mais explicados por nenhum outro
tipo de descrição.
Tudo o que jaz entre eles é-nos desconhecido, e os
dados não incluem nenhuma relação direta entre
estes dois pontos terminais de nosso conhecimento.
Se existisse, no máximo permitir-nos-ia uma
localização exata dos processos da consciência e não
nos forneceria auxílio no sentido de compreendê-los.
Sigmund Freud (1856 -1939) O aparelho psíquico in: Esboço de
psicanálise (1940 [1938])
AREA DE WERNICKE
Pronunciando uma palavra escrita
CORTEX MOTOR
Pronunciando uma palavra ouvida
Geshwind N. 1979
Scentific American
Desenho
Karl Wernicke (1848 -1905)
Inteligência Consciência Funções Executivas
Teoria Fatorial
Teoria Genética
Teoria as Inteligências Múltiplas
Cs. Básica
Cs. Ampliada
Comportamento cognitivo
Planejamento motor
Linguagem
Atenção plena
Atenção concentrada
Vigília
Sono REM
Sono NREM 1, 2, 3, 4
Percepção (p/ Lent associar
funções sensoriais à memória e à
cognição) / Emoção
Memória Memória Memória
visual,
facial,
auditiva (inclui verbal e musical),
corporal ou cinestésica,...
declarativa ou consciente,
- episódica
- semântica
não-declarativa ou inconsciente,
(implícita)
Imediata, operacional ou de curto
prazo,
memória de longo prazo
anterógrada,
retrógrada
DAMÁSIO, Antônio. O mistério
da consciência: do corpo e das
emoções ao conhecimento de
si. São Paulo: Companhia das
Letras, 2015.
Para pensar bem e tomar
decisões corretas é preciso
manter a cabeça fria e afastar
todos os sentimentos e
emoções, na realidade se
verifica o contrário, a ausência
de emoção e sentimento pode
destruir a racionalidade.
António Damásio, O Erro de
Descartes. 2012
Paul D. MacLean (1913 – 2007)
The Triune Brain in Evolution: Role
in Paleocerebral Functions.
C= Complexo
A= Arquétipo
O aparelho psíquico jungiano ( De A
Stevens: On Jung, p 29. Routledge,
Londres, 1990. Usado com permissão)
ProcessosPsicBasicos.ppt
M
MEMÓRIA
P
ATENÇÃO
G
(RACIOCÍNIO)
Verbal - Social Simbólico - Abstrato Espacial - Concreto
W N Ss
V R Sm
W – Capacidade de manejar
agilmente significantes (fala)
V – Raciocínio verbal. Nível
semântico da atividade verbal
N – Raciocínio númerico
R – Lógica (dedução / indução)
Ss – Habilidade espacial
Sm – Habilidade mecânica
Fator G & Habilidades Multimodais
Thurstone, Thorndike, Mira y Lopez
Modificado de Seminério, Franco Lo Presti.
Infraestrutura e sistêmica da cognição
humana: fatores ou liguagens. Arq. Bras.
Psic., RJ 32 (1): 536-544 jan/mar. 1980
ProcessosPsicBasicos.ppt
Potencial prejuízo com dano cerebral
A exemplo das capacidades lingüísticas no AVC
Existência de gênios, ou indivíduos eminentes
com habilidades especiais
Onde se pode observar tal capacidade isolada ou prejudicada
Um conjunto de operações identificável
A música, por exemplo consiste da sensibilidade de uma pessoa para melodia,
harmonia, ritmo, timbre e estrutura musical.
Uma história de desenvolvimento distintiva para cada indivíduo, junto com uma
natureza definível de desempenho especialista.
É possível identificar os passos para atingir tais perícias
Uma história evolutiva e plausibilidade evolutiva.
A exemplo das formas de inteligência espacial em mamíferos ou inteligência musical em pássaros.
Testabilidade
A exemplo dos testes psicológicos
Distições psicométricas
Susceptíveis de confirmação e re-testagem com múltiplos instrumentos
Suscetibilidade para ser codificada em um sistema de símbolos.
Códigos como idioma, aritmética, mapas e expressão lógica, entre outros.
Teoria das Inteligências Múltiplas
Howard Gardner
(Pennsylvania, 11 de
julho de 1943) Professor
de Cognição e Educação
na Universidade de
Harvard, professor
adjunto de neurologia na
Universidade de Boston.
Inteligência Consciência Funções Executivas
Córtex cerebral
1. Á. Wernicke / Broca
2.C.Frontal esquerdo
3.Temporo-parietal direito
4.Parieto-ocipital direito
5.Homúnculo Cortical
6. C.Frontal – S. Límbico
7. C.Frontal – S. Límbico
8.
9.
Córtex cerebral
Áreas de associação do cortex
Áreas de associação límbica
Sistema Reticular Ativador
Lobo Frontal
1. Ventro-medial
2. Dorso-lateral
3. Córtex – cingulado
ProcessosPsicBasicos.ppt
1. LINGÜÍSTICO
Um domínio e gosto especial ao idioma e palavras um desejo para os explorar.
2. LÓGICO-MATEMÁTICO
Capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações e discernindo as suas relações e princípios
subjacentes. Matemáticos, cientistas, os filósofos:
3. MUSICAL
Uma competência não só de compor e executar pedaços de ouvido, ritmo e timbre mas também
escutando e discernindo. Pode ser relacionada a outras inteligências, como lingüístico, de espaço ou
corporal-cinestésico.
4. ESPACIAL
Uma habilidade para perceber o mundo visual com precisão, transformar, modificar percepções e recriar
experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. Arquitetos, artistas, escultores, mapmakers,
navegantes, os jogadores de xadrez
5. CORPORAL-CINESTÉSICO
Controlar e orquestrar movimentos de corpo. Dançarinos, atletas, os atores.
6. e 7. INTELIGÊNCIAS PESSOAIS
Humores com precisão determinando, sentimentos e outros estados mentais em a si mesmo
(inteligência intrapessoal) e em outros (interpessoal) e usando a informação como um guia para
comportamento. Psiquiatras, políticos, líderes religiosos, os antropólogos
Inteligências Múltiplas
ProcessosPsicBasicos.ppt
1. Hemisfério esquerdo:
Interpretação, síntese e expressão da fala
e símbolos. Pensamento analítico, prático;
Lógica; Matemática; Raciocínio científico
2. Hemisfério direito:
Interpretação, síntese e expressão de
conceitos espaciais. Pensamento
holístico;Criatividade; Intuição; Arte
(Design), e Música
http://brainmind.com/BrainLecture2.html
1. Hemisfério esquerdo:
Interpretação, síntese e expressão da fala e símbolos.
Reduzida capacidade de falar, escrever, ler, compreender materialidade verbal,
dificuldade em iniciar a ação.
2. Hemisfério direito:
Interpretação, síntese e expressão de conceitos espaciais.
Prejudicado o reconhecimento de faces ou familiaridade com os objetos, dificuldades
acompanhar ritmos e musica, dificuldade de copiar desenhos, dificuldade com as tarefas
de construção e montagem de objetos, desorientação espacial, dificuldade de
discriminação de cor, percepção de profundidade prejudicada, falta de persistência e
capacidade previsão do resultado de ações (futuro), problemas com exploração visual de
varredura (scanning), reduzido a capacidade de percepção de tempo e tempo de reação.
3. Indeterminado:
Sintomas mostram nenhuma correlação com o local ou o grau da lesão:
Fadiga, espanto (perplexidade, insegurança) distração.
Problemas com a memória de longo prazo, (geralmente depois de apenas danos
generalizados no cortex).
Seqüelas psicológicas - negação, raiva, irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas
com a auto-estima.
Frank McDonald Townsville General Hospital, Queensland, Australia.
Evolução das técnicas
de visualização
ProcessosPsicBasicos.ppt
Coordenação da atividade física
Imaginação
Planejamento,
Emoção,
Julgamento
Antecipação
e Verbos
Memória de sons
Visão
Memória
visual
Processamento
Mutisensorial
de informação
Controle voluntário
de movimentos
Informação tactil
Dor
Pressão
Posição
Movimento
Temperatura
Nomeação
(substantivos)
http://hiddentalents.org/brain/113-left.html
2. Hemisfério direito:
Interpretação, síntese e expressão de conceitos espaciais.
Prejudicado o reconhecimento de faces ou familiaridade com os
objetos, dificuldades acompanhar ritmos e música, dificuldade de
copiar desenhos, dificuldade com as tarefas de construção e
montagem de objetos, desorientação espacial, dificuldade de
discriminação de cor, percepção de profundidade prejudicada, falta
de persistência e capacidade previsão do resultado de ações
(futuro), problemas com exploração visual de varredura (scanning),
reduzido a capacidade de percepção de tempo e tempo de reação.
http://hiddentalents.org/brain/113-right.html#body
Autores (principais referências):
ATKINSON, Rita L et al. Introdução à psicologia de Hilgard. RGS: Artemed, 2002
ALPERN, Mathew et al. Processos sensoriais. SP: Herder; EdUSP, 1971
BEAR, F. Mark et al. Neurociências, desvendando o sistema nervoso, 2002
ESBÉRARD, Charles A. Neurofisiologia. RJ: Campus, 1980
GARDNER, Howard. Estruturas da mente: A teoria das inteligências múltiplas. SP, ARTEMED, 1994
JUNQUEIRA & CARNEIRO. Histologia Básica,1971
KAPLAN, Helen Singer. A Nova Terapia do Sexo: tratamento dinâmico das disfunções sexuais. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1977.
LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo, Atheneu, 2004.
LURIA, A. R. Fundamentos de neuropsicologia. SP, EDUSP, RJ, Livros Tecn. Cient., 1981
MILNER, Peter M. Psicologia fisiológica. SP: Cultrix, 1978
MUELLER, Conrad G. Psicologia sensorial. RJ: Zahar, 1977
MONOD, Jacques. O Acaso e necessidade, 1972
ABRAIRA, Victoria E.; GINTY, David D. The Sensory Neurons of Touch. Neuron.
2013;79(4):10.1016/j.neuron.2013.07.051. https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(13)00710-1
Winkelmann RK. The erogenous zones: their nerve supply and significance. Mayo Clin Proc 1959;34(2):39-47.
http://www.cirp.org/library/anatomy/winkelmann/
Referências iconográficas:
A.D.A.M Images
http://adameducation.com/adam_images.aspx
BrainBriefings
http://www.sfn.org/index.aspx?pagename=brainBriefings_TreatingTaySachs
Digital Anatomist - Washigton University
http://www9.biostr.washington.edu/cgi-bin/DA/imageform
Ed Friedlander, M.D., Pathologist - NERVOUS SYSTEM DISEASE
http://www.pathguy.com/lectures/cns-all.htm
Medscape - http://www.medscape.com/
Scientific American Magazine
Wikimedia Commons - Wikipedia - http://en.wikipedia.org/
https://www.nature.com/articles/nrendo.2015.7
https://www.thoughtco.com/olfactory-system-4066176
http://membranereceptors.com/olfactory-receptor/
The Jungian psychic apparatus. A, archetype; C, complex. (From Stevens A. On Jung. London:
Routledge; 1990, with permission.
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  • 1. Processos cognitivos (consciência, inteligência) Sensação e Percepção. Paulo Pedro P. R. Costa costapppr@gmail.com FAMEC Processos Psicológicos Básicos I
  • 2. Processos Psicológicos Básicos • Os órgãos do sentidos • Dor e prazer • Percepção • Consciência, inteligência Leonardo da Vinci (1452 –1519)
  • 3. Se uma fogueira surge perto do pé, as ínfimas partículas lançadas que como se sabe se movem a grande velocidade, tem o poder de por em movimento parte da pele e do pé com que elas entram em contato e assim puxar o delicado filamento ligado a essa área, simultaneamente abrem o poro onde esse filamento termina da mesma forma que se puxando a extremidade de uma corda se provoca no mesmo instante uma pancada num sino suspenso na outra extremidade... Descartes René. Princípios de Filosofia, 1644 René Descartes (1596 – 1650) The Nervous System. Diagram of the brain and vision
  • 4.  Visão  Audição  Sensibilidade química  Olfato  Paladar  Sistemas somatosensoriais  Tato e cinestesia  Sensação térmica  Dor  Sensações viscerais  (Zonas erógenas) O estudo da percepção e ilusões visuais fazem parte do início da psicologia W. Wundt (1832-1920) Percepção órgãos dos sentidos
  • 5. Uma ilustração da lei de Weber-Fechner. Em cada lado, o quadrado inferior contém mais 10 pontos do que o superior. No entanto, a percepção é diferente: no lado esquerdo, a diferença entre o quadrado superior e o quadrado inferior é claramente visível. No lado direito, os dois quadrados parecem quase os mesmos. Ernst Heinrich Weber (1795 -1878); Gustav Theodor Fechner (1801-1887); Wilhelm Maximilian Wundt (1832 - 1920) A lei de Weber-Fechner estabelece uma relação existente entre a magnitude física de um estímulo e a intensidade do estímulo que é percebida. Pode ser enunciada como: "a resposta a qualquer estímulo é proporcional ao logaritmo da intensidade do estímulo". É decorrente do fenómeno assim descrito, que as medidas de percepção da intensidade sonora pelo ouvido humano, e luminosa pelos órgãos de visão, são feitas por grandezas logarítmicas. No caso do Decibel (dB) definido como 10 vezes o logaritmo decimal da intensidade sonora (wikipedia)
  • 6. Órgãos dos Sentidos O olho é um instrumento óptico para a projeção de uma imagem do ambiente num mosaico de receptores sensíveis à luz. O cristalino e a íris são controlados pelas conexões reflexas, a fim de fornecer a imagem mais exata condizente com a iluminação adequada.
  • 8. x Sentido x Receptor Componente do analisador Fisiológico Símbólico Visão Cones, Bastonetes/ Retina Nervo ótico Córtex Ocipital Claro/Escuro Cor (120 a 200 combinações) Movimento Profundidade Uma pessoa com visão normal é Sensível à luz no âmbito de 400 a 700 milimicrons (mμ) correspondendo a 10-9 metros ou 1 nanômetro (nm). Correspondendo portanto a faixa de 400 a 700 nm
  • 9. A sensação de preto é percebida quando a luz é inteiramente absorvida pela superfície de um corpo Cor absorvida Cor complementar (refletida ou transmitida) Violeta Azul Verde Amarelo Vermelho Amarelo-verde Amarelo Púrpura Azul Azul-verde Cor complementar Quando duas ou mais comprimentos de onda chegam ao mesmo tempo na retina produzem uma só impressão sensorial Círculo cromático Moses Haris (1730-1788)
  • 10. Acima da camada de células receptoras, há duas camadas de neurônios de relé, as células bipolares e a camada de células ganglionares. Os axônios das células ganglíonares formam o nervo óptico. Há dois tipos principais de receptores: os bastonetes e os cones. Os bastonetes estão espalhados no centro do campo visual, sendo porém mais sensíveis que os cones quando inteiramente adaptados ao escuro. Os cones ocupam a parte central das retinas da maioria dos vertebrados diurnos. São menos sensíveis que os bastonetes, proporcionando porém urna visão das cores quando há luz suficiente.
  • 12. Ler a 33 cm Mínimo = 1 vela Ótimo = 30 velas
  • 14. I - olfatório/olfactivo - sensitivo: Olfato II - óptico - sensitivo: Visão III - motor ocular comum/oculomotor - motor: Motricidade dos músculos ciliar, esfíncter da pupila, todos os músculos extrínsecos do bulbo do olho, exceto os listados para os nervos cranianos IV e VI IV - patético/troclear – motor: Motricidade do músculo oblíquo superior do bulbo do olho V - trigêmeo - sensitivo e motor: Controle dos movimentos da mastigação (ramo motor); Percepções sensoriais da face, seios da face e dentes (ramo sensorial). VI - motor ocular externo/abducente – motor: Motricidade do músculo reto lateral do bulbo do olho VII - facial - sensitivo e motor: Controle dos músculos faciais – mímica facial e liberação de lágrimas e saliva (ramo motor); Percepção gustativa nos dois terços anteriores da língua (ramo sensorial). VIII - auditivo/vestibulococlear– sensitivo: Vestibular: orientação e movimento. Coclear; audição IX - glossofaríngeo - sensitivo e motor: Percepção gustativa no terço posterior da língua, percepções sensoriais da faringe, laringe e palato. X - vago/pneumogástrico - sensitivo e motor: Percepções sensoriais da orelha, faringe, laringe, tórax e vísceras. Inervação das vísceras torácicas e abdominais. XI - espinhal/acessório – motor: Rotação da cabeça e elevação do ombro, inervação dos músculos XII - grande hipoglosso – motor: Motricidade dos músculos da língua (exceto o músculo palatoglosso)
  • 15. Olha Ó Malvado Olfativo Optico Motor-ocular Para Tanto Mal Fazer Patético Trigêmeo Facial A Gente Vê Acessório Glossofaríngeo Vago Hipocritas Hipoglosso
  • 16. x Sentido x Receptor Componente do analisador Fisiológico Simbólico Audição Tímpano Ossículos (Estribo; Martelo; Bigorna) Cóclea Nervo auditivo Córtex temporal Frequência • Forte (alto) • Fraco (baixo) Intensidade • Agudo • Grave A faixa de frequências (medida em Hertz - Hz) é de 15 a 24.000 ciclos por segundo. A característica do som dá origem à altura, pode ser expressa, quer em termos de amplitude de movimento da membrana timpânica, quer em termos da diferença de pressão das regiões de ar comprimido ou rarefeito na onda de som. (Milner; Alpern)
  • 17. A forma da onda, ou da onda de pressão demarcada com relação ao tempo, determina o timbre ou qualidade tonal do som. Uma onda sinusoidal (pressão, uma função sinusoidal de tempo) produz aquilo que denominamos tom "puro"; outras formas de onda produzem notas mais "coloridas", e sons agudos, nasais ou zumbidos. As diferenças numa mesma nota tacada pelos diferentes instrumentos de uma orquestra resultam das diversas formas de ondas por eles produzidas, como acontece com as diferenças entre os sons das vogais.
  • 20. Vias Auditivas Os sinais neurais podem viajar do gânglio espiral ao cortex auditivo por meio de numerosas vias atrvessando os núcleos do tronco encefálico (Bear et al.2002)
  • 21. x Sentido x Receptor Componente do analisador Fisiológico Simbólico Paladar Língua Papilas gustativas Nervo Cortéx temporal Doce Salgado Amargo Ácido Olfato Receptores nasais (proteínas receptoras) Nervo olfatório Bulbo olfativo Aromatizado Etéreo Fragante Resinoso Queimado Pútrido
  • 22. Localização e estrutura das papilas gustativas na língua humana. a | Representação esquemática de um broto gustativo e fibras nervosas intragérmicas. Por convenção, quatro subtipos de células do botão gustativo estão presentes nas papilas gustativas. Dos quatro subtipos, apenas as células gustativas do tipo III formam sinapses reconhecíveis com as fibras nervosas aferentes. b | Localização de papilas gustativas. Circunvalar (parte posterior da língua), foliar (lados da língua) e fungiforme (meio e frente da língua).
  • 25. Nos vertebrados, os receptores olfativos estão localizados tanto nos cílios dos neurônios olfatórios quanto nas sinapses. O receptor olfativo de inseto localiza-se nos órgãos sensoriais químicos e outra antena. Espera-se também que o esperma, para expressar os receptores de odor, esteja envolvido na quimiotaxia, a fim de encontrar o óvulo.
  • 26. Em vez disso, os receptores olfactivos mostram afinidade para o número de moléculas de odor, o ligando de ligação específica e vice-versa, uma molécula de odor pode ligar-se a vários receptores olfactivos em diferentes orientações. A fragrância está associada ao receptor de odor, sofre uma mudança conformacional, se liga a ele, para ativar a proteína olfativa tipo G do interior dos neurônios receptores olfativos. Human olfactory system. 1: Olfactory bulb 2: Mitral cells 3: Bone 4: Nasal epithelium 5: Glomerulus 6: Olfactory receptor neurons
  • 28. x Sentido x Receptor Componente do analisador Fisiológico Simbólico Somestesia - Tato - Cinestesia Dor Prazer Regulação Autonômica visceral Corpúsculos - Krause - Ruffini - Merkel - Pacini Terminações nervosas livres Nervo periféricos - Fibras amielínicas - Fibras mielinizadas Sistema (tratos) - Ântero-lateral - Leminiscal - Espino-talâmico Tálamo Córtex parietal Homúnculo cortical Calor / Frio Dor Peso Pressão forte / suave Cócega - Purido ? Dor Prazer Foi Johannes Müller quem, em 1842, quem introduziu o conceito de modalidades sensoriais, nos levando a perguntar se os nervos que transmitem diferentes qualidades de toque exibem características únicas. De fato, as sensações que emanam de um conjunto de receptores táteis, e neurônios sensoriais que inervam nossa pele, podem ser qualitativamente diferentes. (Müller J. Elementos da fisiologia. Londres: Taylor e Walton; 1842 in: Abraira & Ginty)
  • 30. Os estímulos táteis são aqueles que deformam a pele ou movem os fios de cabelo que ela contém distinguindo-se dos cinestésicos ou profundos que deformam ou movimentam os tecidos subjacentes a pele (conjuntivo, ósseo, muscular e ou dos tendões). Alpern et al analisa-os conjuntamente porque os impulsos nervosos vindo de ambos os conjuntos de receptores seguem caminhos aproximadamente iguais indo para lugares próximos no tálamo e córtex cerebral. Podem ser divididos em duas categorias quanto a adpatação rápida ou lenta à condição de estimulação [ SAI/RAI - LTMR Slowly /Rapid Adapting - Low Threshold MechanoReceptors LTMRs - mecanorreceptores de alto e baixo limiar cutâneo) e se distribuem bas regiões de pele glarba, pilosa e/ou superficial e profunda
  • 31. Inicialmente o tato era visto como um único sentido, atualmente considera-se que inclui três sentidos distintos da pele: um que responde à pressão, outro a temperatura e um terceiro à dor. Qualquer estímulo que seja intenso o suficiente para causar dano é um estímulo de dor. Existem dois tipos distintos de dor, que são mediados por diferentes rotas neurais. A dor fásica é tipicamente breve, aumenta e diminui de intensidade rapidamente. A dor tônica pode ter longa duração e é constante. A ativação (através de analgésicos ou processos psicológicos) de uma região do mesencéfalo chamada CPA – cinza periaquedutal barra a passagem de estímulos nociceptivos. (Hilgard)
  • 32. Existem evidências de que cada região cutânea (ou área de pele) possui três tipos básicos de receptores: a terminação livre, a terminação com a extremidade expandida ou dilatada (corpúsculo de Merkel ou Ruffini) e terminações encapsuladas (corpúsculos de Meissener, Krause, Vater-Pacini ou Golgi-Mazzoni). Por outro lado, deve-se notar que o número e a distribuição desses receptores variam com a idade, com a região do corpo e até mesmo a profissão do sujeito (tipo maior ou menor exposição ao sol?). (Esbérard) Para qualquer das modalidade de sensibilidade cutânea, o grau extremo de sensibilidade confunde-se com dor: a pressão excessiva, o frio intenso, ou o calor demasiado são fontes de dor. A dor é o mecanismo de alarme do risco do estímulo desmesurado causar lesão celular. (Esbérard)
  • 36. ...nos últimos anos tem-se acentuado a tendência de se considerar a dor como modalidade sensorial distinta, o que leva à implicação da existência de um receptor próprio para a dor – o nociceptor. ...o mais provável parece ser esse receptor a terminação nervosa livre, terminação aferente praticamente encontrada em todos os tecidos do organismo... Ema apoio a concepção de dor como uma modalidade sensorial própria, vários resultados são apontados tais como o efeito de compostos analgésicos que abolem a sensibilidade dolorosa sem modificar as demais modalidades cutâneas ou as diferenças características dos limiares para dor tato-pressão quando avaliados por métodos quantitativos. Entretanto o fato fundamental parece ser o de que dor é o resultado de lesão celular... Esbérard, 1980 convergência da aferência oriunda do nociceptor nas vísceras e na pele.
  • 37. Segundo, elas diferem quanto ao diâmetro de seus axônios. A via do tato é rápida e usa fibras Aβ mielinizadas, grossas; a via da dor é lenta e usa fibras A, levemente mielinizadas, além de fibras C não-mielinizadas, geralmente finas. Terceiro, elas diferem quanto às suas conexões na medula espinhal. Ramificações dos axônios Aβ terminam no corno dorsal profundo; os ramos das fibras A e C cursam pela zona de Lissauer e terminam dentro da substância gelatinosa. Como veremos a seguir, as duas vias também diferem substancialmente quanto à forma como a informação é transmitida ao encéfalo. Primeiro, elas diferem quanto às terminações nervosas na pele. A via do tato é caracterizada por estruturas especializa das na pele; a via da dor tem apenas terminações nervosas livres. (embora as vias tateis possam iniciar ou associar-se à reação dolorosa). DIFERENÇAS ENTRE VIAS DO TATO E DA DOR.
  • 38. O labirinto vestibular inclui dois tipos de estruturas com diferentes funções: os órgãos otolíticos, que detectam a força da gravidade e as inclinações da cabeça, e os canais semicirculares, que são sensíveis à rotação da cabeça. Tais estruturas auxiliam a coordenação dos movimentos da cabeça, dos olho e ajustes da postura corporal. Cada célula ciliada dos órgãos vestibulares estabelece uma sinapse excitatória coma terminação de um axônio sensorial do nervo vestibular, um ramo do VIII nervo craniano (o nervo vestibulococlear).
  • 41. Com a chegada da puberdade introduzem-se as mudanças que levam a vida sexual infantil a sua configuração normal definitiva. Até esse momento, a pulsão sexual era predominantemente auto-erótica; agora, encontra o objeto sexual. ...para cuja consecução todas as pulsões parciais se conjugam, enquanto as zonas erógenas subordinam-se ao primado da zona genital. Posto que o novo alvo sexual atribui aos dois sexos funções muito diferentes, o desenvolvimento sexual de ambos passa agora a divergir muito. in: FREUD, S. A SEXUALIDADE INFANTIL / Três ensaios sobre a sexualidade (1905) ...A primeira e mais vital das atividades da criança — mamar no seio materno (ou em seus substitutos) — há de tê-la familiarizado com esse prazer. Diríamos que os lábios da criança comportaram-se como uma zona erógena, e a estimulação pelo fluxo cálido de leite foi sem dúvida a origem da sensação prazerosa. A princípio, a satisfação da zona erógena deve ter-se associado com a necessidade de alimento. A atividade sexual apóia-se primeiramente numa das funções que servem à preservação da vida, e só depois torna-se independente delas. ....... Zonas Erógenas
  • 43. os grandes teóricos da aprendizagem, tais como Skinner e Hull, admitiam que a redução do impulso, isto é, a redução da dor, era o único mecanismo impulsor que regulava o comportamento. A hipótese da redução ou evitação de tais impulsos desagradáveis proporcionava reforços poderosos ou recompensas. Pode-se demonstrar que certas áreas hipotalâmicas têm fortes propriedades de aversão. Quando um animal é eletricamente estimulado em determinado lugar de dor. Nos anos de 1950, James Olds demonstrou o poder dos impulsos aferentes para o substrato neurofisiológico do prazer. Verificou, especificamente, que o estimulo elétrico de determinadas áreas no sistema límbico do cérebro (septo e hipotálamo lateral) muito próximas das áreas da "dor“, atua como um motivador positivo compulsório para os animais. (Kaplan) circuito da recompensa
  • 44. A inteligência prolonga a adaptação orgânica, o progresso da razão consiste numa conscientização da atividade organizadora inerente a própria vida. Piaget, J. O nascimento da inteligência Função do Sistema Nervoso Conter programas de ação genéticamente determinados. Analisar aferências sensoriais para construir uma representação do mundo exterior. Registrar, agrupar, integrar, acontecimentos significativos. Simular acontecimentos exteriores. Monod, J. O acaso e a necessidade
  • 45. Coordenação e integração da atividade das células tecidos órgãos e aparelhos de modo que trabalhem como uma unidade em função do meio ambiente Insecta Hidra Todo o citoplasma é excitável ou irritável todas as respostas orgânicas resultam dessa característica.
  • 46. H. Esquerdo H. Direito Parte do sistema nervoso central contida na cavidade do crânio, e que abrange o cérebro, o cerebelo, pedúnculos, a protuberância anular e o bulbo raquiano. Encéfalo [ do gr. Enképhalos ]
  • 47. O ego e o Id (1923) Segunda topografia, 1933 ...à base dos ensinamentos de Meynert, se desenvolveu a teoria de que o aparelho fonador consiste em centros corticais distintos, em cujas células se encontram as apresentações da palavra, estando esses centros separados por uma região cortical desprovida de função, ligados por fibras brancas (fascíolos associativos). De imediato, pode-se levantar a questão de saber se uma hipótese dessa natureza, que abarca apresentações em células nervosas, pode de algum modo ser correta e permissível. Penso que não. Sigmund Freud (1856 -1939) Paralelismo psicofísico (apêndice B) in O inconsciente (1915) A tendência da medicina em períodos anteriores era a de localizar faculdades mentais inteiras, conforme definidas pela nomenclatura psicológica, em certas regiões do cérebro. Em contraste, portanto, não podia deixar de parecer um grande avanço o fato de Wernick ter declarado que somente os elementos psíquicos mais simples, as diferentes apresentações sensoriais, poderiam legitimamente ser localizadas — localizadas na terminação central do nervo periférico que recebeu a impressão. Contudo, não estaremos, em princípio, cometendo o mesmo erro, tentando localizar ou um conceito complicado, ou toda uma atividade mental, ou um elemento psíquico?
  • 48. Conhecemos duas espécie de coisas sobre o que chamamos nossa psique (ou vida mental): em primeiro lugar, seu órgão corporal e cena de ação, o cérebro (ou sistema nervoso), e, por outro lado, nossos atos de consciência, que são dados imediatos e não podem ser mais explicados por nenhum outro tipo de descrição. Tudo o que jaz entre eles é-nos desconhecido, e os dados não incluem nenhuma relação direta entre estes dois pontos terminais de nosso conhecimento. Se existisse, no máximo permitir-nos-ia uma localização exata dos processos da consciência e não nos forneceria auxílio no sentido de compreendê-los. Sigmund Freud (1856 -1939) O aparelho psíquico in: Esboço de psicanálise (1940 [1938]) AREA DE WERNICKE Pronunciando uma palavra escrita CORTEX MOTOR Pronunciando uma palavra ouvida Geshwind N. 1979 Scentific American Desenho Karl Wernicke (1848 -1905)
  • 49. Inteligência Consciência Funções Executivas Teoria Fatorial Teoria Genética Teoria as Inteligências Múltiplas Cs. Básica Cs. Ampliada Comportamento cognitivo Planejamento motor Linguagem Atenção plena Atenção concentrada Vigília Sono REM Sono NREM 1, 2, 3, 4 Percepção (p/ Lent associar funções sensoriais à memória e à cognição) / Emoção Memória Memória Memória visual, facial, auditiva (inclui verbal e musical), corporal ou cinestésica,... declarativa ou consciente, - episódica - semântica não-declarativa ou inconsciente, (implícita) Imediata, operacional ou de curto prazo, memória de longo prazo anterógrada, retrógrada
  • 50. DAMÁSIO, Antônio. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Para pensar bem e tomar decisões corretas é preciso manter a cabeça fria e afastar todos os sentimentos e emoções, na realidade se verifica o contrário, a ausência de emoção e sentimento pode destruir a racionalidade. António Damásio, O Erro de Descartes. 2012
  • 51. Paul D. MacLean (1913 – 2007) The Triune Brain in Evolution: Role in Paleocerebral Functions. C= Complexo A= Arquétipo O aparelho psíquico jungiano ( De A Stevens: On Jung, p 29. Routledge, Londres, 1990. Usado com permissão)
  • 53. M MEMÓRIA P ATENÇÃO G (RACIOCÍNIO) Verbal - Social Simbólico - Abstrato Espacial - Concreto W N Ss V R Sm W – Capacidade de manejar agilmente significantes (fala) V – Raciocínio verbal. Nível semântico da atividade verbal N – Raciocínio númerico R – Lógica (dedução / indução) Ss – Habilidade espacial Sm – Habilidade mecânica Fator G & Habilidades Multimodais Thurstone, Thorndike, Mira y Lopez Modificado de Seminério, Franco Lo Presti. Infraestrutura e sistêmica da cognição humana: fatores ou liguagens. Arq. Bras. Psic., RJ 32 (1): 536-544 jan/mar. 1980
  • 55. Potencial prejuízo com dano cerebral A exemplo das capacidades lingüísticas no AVC Existência de gênios, ou indivíduos eminentes com habilidades especiais Onde se pode observar tal capacidade isolada ou prejudicada Um conjunto de operações identificável A música, por exemplo consiste da sensibilidade de uma pessoa para melodia, harmonia, ritmo, timbre e estrutura musical. Uma história de desenvolvimento distintiva para cada indivíduo, junto com uma natureza definível de desempenho especialista. É possível identificar os passos para atingir tais perícias Uma história evolutiva e plausibilidade evolutiva. A exemplo das formas de inteligência espacial em mamíferos ou inteligência musical em pássaros. Testabilidade A exemplo dos testes psicológicos Distições psicométricas Susceptíveis de confirmação e re-testagem com múltiplos instrumentos Suscetibilidade para ser codificada em um sistema de símbolos. Códigos como idioma, aritmética, mapas e expressão lógica, entre outros. Teoria das Inteligências Múltiplas Howard Gardner (Pennsylvania, 11 de julho de 1943) Professor de Cognição e Educação na Universidade de Harvard, professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston.
  • 56. Inteligência Consciência Funções Executivas Córtex cerebral 1. Á. Wernicke / Broca 2.C.Frontal esquerdo 3.Temporo-parietal direito 4.Parieto-ocipital direito 5.Homúnculo Cortical 6. C.Frontal – S. Límbico 7. C.Frontal – S. Límbico 8. 9. Córtex cerebral Áreas de associação do cortex Áreas de associação límbica Sistema Reticular Ativador Lobo Frontal 1. Ventro-medial 2. Dorso-lateral 3. Córtex – cingulado
  • 58. 1. LINGÜÍSTICO Um domínio e gosto especial ao idioma e palavras um desejo para os explorar. 2. LÓGICO-MATEMÁTICO Capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações e discernindo as suas relações e princípios subjacentes. Matemáticos, cientistas, os filósofos: 3. MUSICAL Uma competência não só de compor e executar pedaços de ouvido, ritmo e timbre mas também escutando e discernindo. Pode ser relacionada a outras inteligências, como lingüístico, de espaço ou corporal-cinestésico. 4. ESPACIAL Uma habilidade para perceber o mundo visual com precisão, transformar, modificar percepções e recriar experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. Arquitetos, artistas, escultores, mapmakers, navegantes, os jogadores de xadrez 5. CORPORAL-CINESTÉSICO Controlar e orquestrar movimentos de corpo. Dançarinos, atletas, os atores. 6. e 7. INTELIGÊNCIAS PESSOAIS Humores com precisão determinando, sentimentos e outros estados mentais em a si mesmo (inteligência intrapessoal) e em outros (interpessoal) e usando a informação como um guia para comportamento. Psiquiatras, políticos, líderes religiosos, os antropólogos Inteligências Múltiplas
  • 60. 1. Hemisfério esquerdo: Interpretação, síntese e expressão da fala e símbolos. Pensamento analítico, prático; Lógica; Matemática; Raciocínio científico 2. Hemisfério direito: Interpretação, síntese e expressão de conceitos espaciais. Pensamento holístico;Criatividade; Intuição; Arte (Design), e Música http://brainmind.com/BrainLecture2.html
  • 61. 1. Hemisfério esquerdo: Interpretação, síntese e expressão da fala e símbolos. Reduzida capacidade de falar, escrever, ler, compreender materialidade verbal, dificuldade em iniciar a ação. 2. Hemisfério direito: Interpretação, síntese e expressão de conceitos espaciais. Prejudicado o reconhecimento de faces ou familiaridade com os objetos, dificuldades acompanhar ritmos e musica, dificuldade de copiar desenhos, dificuldade com as tarefas de construção e montagem de objetos, desorientação espacial, dificuldade de discriminação de cor, percepção de profundidade prejudicada, falta de persistência e capacidade previsão do resultado de ações (futuro), problemas com exploração visual de varredura (scanning), reduzido a capacidade de percepção de tempo e tempo de reação. 3. Indeterminado: Sintomas mostram nenhuma correlação com o local ou o grau da lesão: Fadiga, espanto (perplexidade, insegurança) distração. Problemas com a memória de longo prazo, (geralmente depois de apenas danos generalizados no cortex). Seqüelas psicológicas - negação, raiva, irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas com a auto-estima. Frank McDonald Townsville General Hospital, Queensland, Australia.
  • 62. Evolução das técnicas de visualização
  • 64. Coordenação da atividade física Imaginação Planejamento, Emoção, Julgamento Antecipação e Verbos Memória de sons Visão Memória visual Processamento Mutisensorial de informação Controle voluntário de movimentos Informação tactil Dor Pressão Posição Movimento Temperatura Nomeação (substantivos)
  • 66. 2. Hemisfério direito: Interpretação, síntese e expressão de conceitos espaciais. Prejudicado o reconhecimento de faces ou familiaridade com os objetos, dificuldades acompanhar ritmos e música, dificuldade de copiar desenhos, dificuldade com as tarefas de construção e montagem de objetos, desorientação espacial, dificuldade de discriminação de cor, percepção de profundidade prejudicada, falta de persistência e capacidade previsão do resultado de ações (futuro), problemas com exploração visual de varredura (scanning), reduzido a capacidade de percepção de tempo e tempo de reação.
  • 68. Autores (principais referências): ATKINSON, Rita L et al. Introdução à psicologia de Hilgard. RGS: Artemed, 2002 ALPERN, Mathew et al. Processos sensoriais. SP: Herder; EdUSP, 1971 BEAR, F. Mark et al. Neurociências, desvendando o sistema nervoso, 2002 ESBÉRARD, Charles A. Neurofisiologia. RJ: Campus, 1980 GARDNER, Howard. Estruturas da mente: A teoria das inteligências múltiplas. SP, ARTEMED, 1994 JUNQUEIRA & CARNEIRO. Histologia Básica,1971 KAPLAN, Helen Singer. A Nova Terapia do Sexo: tratamento dinâmico das disfunções sexuais. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1977. LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São Paulo, Atheneu, 2004. LURIA, A. R. Fundamentos de neuropsicologia. SP, EDUSP, RJ, Livros Tecn. Cient., 1981 MILNER, Peter M. Psicologia fisiológica. SP: Cultrix, 1978 MUELLER, Conrad G. Psicologia sensorial. RJ: Zahar, 1977 MONOD, Jacques. O Acaso e necessidade, 1972 ABRAIRA, Victoria E.; GINTY, David D. The Sensory Neurons of Touch. Neuron. 2013;79(4):10.1016/j.neuron.2013.07.051. https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(13)00710-1 Winkelmann RK. The erogenous zones: their nerve supply and significance. Mayo Clin Proc 1959;34(2):39-47. http://www.cirp.org/library/anatomy/winkelmann/
  • 69. Referências iconográficas: A.D.A.M Images http://adameducation.com/adam_images.aspx BrainBriefings http://www.sfn.org/index.aspx?pagename=brainBriefings_TreatingTaySachs Digital Anatomist - Washigton University http://www9.biostr.washington.edu/cgi-bin/DA/imageform Ed Friedlander, M.D., Pathologist - NERVOUS SYSTEM DISEASE http://www.pathguy.com/lectures/cns-all.htm Medscape - http://www.medscape.com/ Scientific American Magazine Wikimedia Commons - Wikipedia - http://en.wikipedia.org/ https://www.nature.com/articles/nrendo.2015.7 https://www.thoughtco.com/olfactory-system-4066176 http://membranereceptors.com/olfactory-receptor/ The Jungian psychic apparatus. A, archetype; C, complex. (From Stevens A. On Jung. London: Routledge; 1990, with permission. Além de imagens de autoria não identificada de procedência em várias fontes repetidas obtidas através do Google Images Trabalho educativo sem fins comercias. Caso algum autor sentir-se prejudicado por utilização de imagens sem referência. Favor comunicar-se comigo: costapppr@gmail.com