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Teixeira de Freitas / BA
2013
ADIVALDO GONÇALVES DOS SANTOS
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EM CASCATA
OU CLASSICO
Teixeira de Freitas / BA
2013
MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EM CASCATA
Trabalho de Modelo de processo de software em cascata
ou clássico, apresentado à Universidade Norte do
Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a
obtenção de média bimestral na disciplina de Analise e
desenvolvimento de Sistemas.
Orientador: Prof.
Marco Ikuro Hisatomi
Polyanna P. Gomes
ADIVALDO GONÇALVES DOS SANTOS
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.....................................................................................................3
2 objetivo.................................................................................................................4
3 DESENVOLVIMENTO .........................................................................................5
3.1 ANALISE DE REQUISITOS .............................................................................5
3.2 PROJETO DO SISTEMA “SOFTWARE”..........................................................6
3.3 IMPLEMENTAÇÃO...........................................................................................6
3.4 TESTE..............................................................................................................6
3.5 MANUTENÇÃO ................................................................................................7
4 vantagens e desvantagens identificadas .............................................................8
4.1 vantagens do modelo .......................................................................................8
4.2 desvantagens do modelo..................................................................................8
4.3 EXEMPLO DESTE MODELO CASCATA.........................................................9
4.4 linguagem de programação atual e por que? ...................................................9
5 CONCLUSÃO ....................................................................................................10
REFERÊNCIAS.........................................................................................................11
3
1 INTRODUÇÃO
Este trabalho realizado sobre Modelos de processo de softwares, apesar de existir
mais de um modelo ou forma de desenvolver um software, vai destacar o modelo
conhecido como cascata ou “clássico”.
O objetivo aqui é demonstrar um conhecimento em relação a este modelo, bem
como suas primícias, suas etapas e como é seu ciclo de vida.
Vamos dentro deste ciclo de vida, mostra suas etapas e fazer uma breve explicação
do que se trata cada uma delas.
Vou procurar uma forma de expor em uma linguagem bem casual, para melhor
entendimento, e aproveitamento deste conteúdo.
4
2 OBJETIVO
O objetivo principal e levar um pouco de conhecimento do modelo de
processo de software em cascata, como é elaborado, suas qualidades e suas falhas.
Sabendo que no fim deste trabalho, o leitor possa entender melhor este modelo, e
assim fazer a escolha que melhor lhe convém.
Vamos atingir todos os ciclos de vida deste modelo, deixando todos
informados e com uma informação a mais, desta etapa.
5
3 DESENVOLVIMENTO
Modelo de processos de software em cascata ou “clássico”. Até
meados dos anos 80, era o único modelo de aceitação geral.
Este modelo é o primeiro modelo a ser conhecido ou utilizado no
processo de engenharia de software.
A versão original deste modelo foi melhorada e retocada ao longo do
tempo e continua fazendo parte na base de muitos ciclos de vidas utilizados hoje.
Comparados com outros modelos de desenvolvimento de software
este é o mais rígido e menos administrativo.
Basicamente é um modelo linear, em que cada etapa deve ser
completada antes de começar outra. Por exemplo, você tem que terminar a analise
dos requisitos antes de partir para iniciar o desenho do sistema.
Temos que observar, que os nomes de cada passo ou etapa podem
variar, mas normalmente este modelo o ciclo de vida começa com a sequência:
analise de requisito, desenho do sistema, codificação, implementação, teste, e por
fim, a manutenção. É claro tudo isto bem documentado desde os trabalhos iniciais
que é o levantamento ou analise de requisitos.
3.1 ANALISE DE REQUISITOS
Aqui é onde inicia tudo através dos levantamentos de requisitos ou ir
buscar as informações dos clientes ou mercado, ou seja, estabelecem-se os
requisitos do produto que se deseja desenvolver, o que consiste usualmente nos
serviços que se devem fornecer, limitações e objetivos do software.
Sendo isso estabelecido, os requisitos devem ser definidos de uma
maneira apropriada para que sejam úteis na etapa seguinte. Esta etapa inclui
também a documentação e o estudo da facilidade e da viabilidade do projeto com o
fim de determinar o processo de início de desenvolvimento do projeto do sistema;
pode ser vista como uma concepção de um produto de software e também como o
início do seu ciclo de vida.
6
3.2 PROJETO DO SISTEMA “SOFTWARE”
O projeto do sistema é um processo de vários passos que se
centraliza em quatro atributos diferentes do sistema: estrutura de dados, arquitetura
do software, detalhes procedais e caracterização das interfaces. O processo do
projeto representa os requisitos de uma forma que permita a codificação do produto
(é uma prévia etapa de codificação). Da mesma maneira que a análise dos
requisitos, o projeto é documentado e transforma-se em uma parte do software.
3.3 IMPLEMENTAÇÃO
É a fase em que são criados os programas ou a chamada
codificação. Se o projeto possui um nível de detalhe elevado, a etapa de codificação
pode implementar-se automaticamente. A princípio, sugere-se incluir um teste
unitário dos módulos nesta etapa; nesse caso, as unidades de código produzidas
são testadas individualmente antes de passar a etapa de integração e teste global.
É a hora de colocar todos os trabalhos e etapas em pratica ou em
funcionamento.
3.4 TESTE
Concluída a codificação, começa a fase de teste do sistema. A final
antes de colocar algo em uso é necessário fazer vários testes, quanto ao seu
funcionamento e aplicabilidade. O processo de teste centraliza-se em dois pontos
principais: as lógicas internas do software e as funcionalidades externas. Esta fase
decide se foram solucionados erros de “comportamento” do software e assegura que
as entradas definidas produzam resultados reais que coincidam com os requisitos
especificados.
7
3.5 MANUTENÇÃO
Necessidade desta etapa para correção de erros que não foram
previamente detectados, em melhorias funcionais e de preferência e outros tipos de
suporte. A etapa de manutenção à parte do ciclo de vida do produto de software e
não pertence estritamente ao seu desenvolvimento.
Observações: As etapas descritas são as principais, porém existem
sub-etapas dentro de cada etapa, as quais diferem muito de um projeto para outro.
Também é possível que certos projetos de software exijam a incorporação de uma
etapa extra ou a separação de uma etapa em outras etapas.
Com certeza, todas essas variações do modelo Cascata possuem o
mesmo conceito básico: a ideia de que uma etapa fornece saída que serão usadas
como entradas para a etapa seguinte. Portanto, o processo de desenvolvimento de
um produto de software de acordo com o modelo Cascata é simples de conhecer e
controlar.
Outras atividades que também são levadas em consideração em
cada uma das etapas de desenvolvimento do software: a documentação, a
verificação e a administração das etapas serem documentos. A verificação, por sua
vez, é necessária para que uma etapa forneça os dados corretos para a etapa
seguinte. Já a administração, efetua a gestão e o controle da etapa.
8
4 VANTAGENS E DESVANTAGENS IDENTIFICADAS
4.1 VANTAGENS DO MODELO
O processo de desenvolvimento torna estruturado. É ordenado numa
sequencial de fases. Cada fase cai em cascata na próxima e cada fase deve estar
terminada antes do início da seguinte; ∙ Todas as atividades identificadas nas fases
do modelo são fundamentais e estão na ordem certa;
Esta abordagem é atualmente a norma e provavelmente
permanecerá como tal nos próximos tempos.
4.2 DESVANTAGENS DO MODELO
Não fornece feedback entre as fases e não permite a atualização ou
redefinição das fases anteriores;
Não suporta modificações nos requisitos;
Não prevê a manutenção;
Não permite a reutilização;
É excessivamente sincronizado;
Se ocorrer um atraso todo o processo é afetado;
Faz aparecer o software muito tarde.
9
4.3 EXEMPLO DESTE MODELO CASCATA
4.4 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ATUAL E POR QUE?
Escolho a linguagem Csharp (C#). Simples minha escolha, pois no
patamar de conhecimento que eu tenho e também ao meio o qual estou inserido,
vejo a facilidade de encontrar programadores em maior quantidade para escolher um
bom profissional, para desenvolver nesta linguagem.
Com isso diminuo os custos já que não terei que ir fora buscar outro
profissional de outra linguagem diferente.
10
5 CONCLUSÃO
Este trabalho proporcionou um aprofundamento maior na matéria em
questão, acrescentando ideias e conhecimentos de outros profissionais da área.
Uma viagem curta porem cheias de descobertas, quanto aos
modelos de processos de softwares, que certamente irei refletir melhor a partir
deste.
Sempre é preciso melhorar e buscar novas alternativas para
desenvolver de nossas atividades. Os modelos e processos de software se adequa a
situação, não importando qual ela seja.
Com a escolha do modelo certo, podemos atingir nossos objetivos
mais rápidos.
11
REFERÊNCIAS
Perine, Luis Claudio . Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2013.
Ikuro, Marco Hisatomi . Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2013.
Berto, Vagner Luiz. Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2013.
Pesquisas eletrônicas
http://modelocascata.blogspot.com.br/
http://www.slideshare.net/espig/a-evoluo-dos-processos-de-desenvolvimento-de-
software
http://info.abril.com.br/noticias/ti/veja-as-20-linguagens-de-programacao-mais-
populares-17022012-26.shl
https://www16.unopar.br/unopar/ava/aluno/formwebaula.action?gecronofer.gcofCd=3
57783&geoferturm.goftCd=7325959&gediscofer.gofdCd=2219391#1

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  • 1. Teixeira de Freitas / BA 2013 ADIVALDO GONÇALVES DOS SANTOS SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EM CASCATA OU CLASSICO
  • 2. Teixeira de Freitas / BA 2013 MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EM CASCATA Trabalho de Modelo de processo de software em cascata ou clássico, apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina de Analise e desenvolvimento de Sistemas. Orientador: Prof. Marco Ikuro Hisatomi Polyanna P. Gomes ADIVALDO GONÇALVES DOS SANTOS
  • 3. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.....................................................................................................3 2 objetivo.................................................................................................................4 3 DESENVOLVIMENTO .........................................................................................5 3.1 ANALISE DE REQUISITOS .............................................................................5 3.2 PROJETO DO SISTEMA “SOFTWARE”..........................................................6 3.3 IMPLEMENTAÇÃO...........................................................................................6 3.4 TESTE..............................................................................................................6 3.5 MANUTENÇÃO ................................................................................................7 4 vantagens e desvantagens identificadas .............................................................8 4.1 vantagens do modelo .......................................................................................8 4.2 desvantagens do modelo..................................................................................8 4.3 EXEMPLO DESTE MODELO CASCATA.........................................................9 4.4 linguagem de programação atual e por que? ...................................................9 5 CONCLUSÃO ....................................................................................................10 REFERÊNCIAS.........................................................................................................11
  • 4. 3 1 INTRODUÇÃO Este trabalho realizado sobre Modelos de processo de softwares, apesar de existir mais de um modelo ou forma de desenvolver um software, vai destacar o modelo conhecido como cascata ou “clássico”. O objetivo aqui é demonstrar um conhecimento em relação a este modelo, bem como suas primícias, suas etapas e como é seu ciclo de vida. Vamos dentro deste ciclo de vida, mostra suas etapas e fazer uma breve explicação do que se trata cada uma delas. Vou procurar uma forma de expor em uma linguagem bem casual, para melhor entendimento, e aproveitamento deste conteúdo.
  • 5. 4 2 OBJETIVO O objetivo principal e levar um pouco de conhecimento do modelo de processo de software em cascata, como é elaborado, suas qualidades e suas falhas. Sabendo que no fim deste trabalho, o leitor possa entender melhor este modelo, e assim fazer a escolha que melhor lhe convém. Vamos atingir todos os ciclos de vida deste modelo, deixando todos informados e com uma informação a mais, desta etapa.
  • 6. 5 3 DESENVOLVIMENTO Modelo de processos de software em cascata ou “clássico”. Até meados dos anos 80, era o único modelo de aceitação geral. Este modelo é o primeiro modelo a ser conhecido ou utilizado no processo de engenharia de software. A versão original deste modelo foi melhorada e retocada ao longo do tempo e continua fazendo parte na base de muitos ciclos de vidas utilizados hoje. Comparados com outros modelos de desenvolvimento de software este é o mais rígido e menos administrativo. Basicamente é um modelo linear, em que cada etapa deve ser completada antes de começar outra. Por exemplo, você tem que terminar a analise dos requisitos antes de partir para iniciar o desenho do sistema. Temos que observar, que os nomes de cada passo ou etapa podem variar, mas normalmente este modelo o ciclo de vida começa com a sequência: analise de requisito, desenho do sistema, codificação, implementação, teste, e por fim, a manutenção. É claro tudo isto bem documentado desde os trabalhos iniciais que é o levantamento ou analise de requisitos. 3.1 ANALISE DE REQUISITOS Aqui é onde inicia tudo através dos levantamentos de requisitos ou ir buscar as informações dos clientes ou mercado, ou seja, estabelecem-se os requisitos do produto que se deseja desenvolver, o que consiste usualmente nos serviços que se devem fornecer, limitações e objetivos do software. Sendo isso estabelecido, os requisitos devem ser definidos de uma maneira apropriada para que sejam úteis na etapa seguinte. Esta etapa inclui também a documentação e o estudo da facilidade e da viabilidade do projeto com o fim de determinar o processo de início de desenvolvimento do projeto do sistema; pode ser vista como uma concepção de um produto de software e também como o início do seu ciclo de vida.
  • 7. 6 3.2 PROJETO DO SISTEMA “SOFTWARE” O projeto do sistema é um processo de vários passos que se centraliza em quatro atributos diferentes do sistema: estrutura de dados, arquitetura do software, detalhes procedais e caracterização das interfaces. O processo do projeto representa os requisitos de uma forma que permita a codificação do produto (é uma prévia etapa de codificação). Da mesma maneira que a análise dos requisitos, o projeto é documentado e transforma-se em uma parte do software. 3.3 IMPLEMENTAÇÃO É a fase em que são criados os programas ou a chamada codificação. Se o projeto possui um nível de detalhe elevado, a etapa de codificação pode implementar-se automaticamente. A princípio, sugere-se incluir um teste unitário dos módulos nesta etapa; nesse caso, as unidades de código produzidas são testadas individualmente antes de passar a etapa de integração e teste global. É a hora de colocar todos os trabalhos e etapas em pratica ou em funcionamento. 3.4 TESTE Concluída a codificação, começa a fase de teste do sistema. A final antes de colocar algo em uso é necessário fazer vários testes, quanto ao seu funcionamento e aplicabilidade. O processo de teste centraliza-se em dois pontos principais: as lógicas internas do software e as funcionalidades externas. Esta fase decide se foram solucionados erros de “comportamento” do software e assegura que as entradas definidas produzam resultados reais que coincidam com os requisitos especificados.
  • 8. 7 3.5 MANUTENÇÃO Necessidade desta etapa para correção de erros que não foram previamente detectados, em melhorias funcionais e de preferência e outros tipos de suporte. A etapa de manutenção à parte do ciclo de vida do produto de software e não pertence estritamente ao seu desenvolvimento. Observações: As etapas descritas são as principais, porém existem sub-etapas dentro de cada etapa, as quais diferem muito de um projeto para outro. Também é possível que certos projetos de software exijam a incorporação de uma etapa extra ou a separação de uma etapa em outras etapas. Com certeza, todas essas variações do modelo Cascata possuem o mesmo conceito básico: a ideia de que uma etapa fornece saída que serão usadas como entradas para a etapa seguinte. Portanto, o processo de desenvolvimento de um produto de software de acordo com o modelo Cascata é simples de conhecer e controlar. Outras atividades que também são levadas em consideração em cada uma das etapas de desenvolvimento do software: a documentação, a verificação e a administração das etapas serem documentos. A verificação, por sua vez, é necessária para que uma etapa forneça os dados corretos para a etapa seguinte. Já a administração, efetua a gestão e o controle da etapa.
  • 9. 8 4 VANTAGENS E DESVANTAGENS IDENTIFICADAS 4.1 VANTAGENS DO MODELO O processo de desenvolvimento torna estruturado. É ordenado numa sequencial de fases. Cada fase cai em cascata na próxima e cada fase deve estar terminada antes do início da seguinte; ∙ Todas as atividades identificadas nas fases do modelo são fundamentais e estão na ordem certa; Esta abordagem é atualmente a norma e provavelmente permanecerá como tal nos próximos tempos. 4.2 DESVANTAGENS DO MODELO Não fornece feedback entre as fases e não permite a atualização ou redefinição das fases anteriores; Não suporta modificações nos requisitos; Não prevê a manutenção; Não permite a reutilização; É excessivamente sincronizado; Se ocorrer um atraso todo o processo é afetado; Faz aparecer o software muito tarde.
  • 10. 9 4.3 EXEMPLO DESTE MODELO CASCATA 4.4 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ATUAL E POR QUE? Escolho a linguagem Csharp (C#). Simples minha escolha, pois no patamar de conhecimento que eu tenho e também ao meio o qual estou inserido, vejo a facilidade de encontrar programadores em maior quantidade para escolher um bom profissional, para desenvolver nesta linguagem. Com isso diminuo os custos já que não terei que ir fora buscar outro profissional de outra linguagem diferente.
  • 11. 10 5 CONCLUSÃO Este trabalho proporcionou um aprofundamento maior na matéria em questão, acrescentando ideias e conhecimentos de outros profissionais da área. Uma viagem curta porem cheias de descobertas, quanto aos modelos de processos de softwares, que certamente irei refletir melhor a partir deste. Sempre é preciso melhorar e buscar novas alternativas para desenvolver de nossas atividades. Os modelos e processos de software se adequa a situação, não importando qual ela seja. Com a escolha do modelo certo, podemos atingir nossos objetivos mais rápidos.
  • 12. 11 REFERÊNCIAS Perine, Luis Claudio . Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. Ikuro, Marco Hisatomi . Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. Berto, Vagner Luiz. Engenharia de Software. Edição. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. Pesquisas eletrônicas http://modelocascata.blogspot.com.br/ http://www.slideshare.net/espig/a-evoluo-dos-processos-de-desenvolvimento-de- software http://info.abril.com.br/noticias/ti/veja-as-20-linguagens-de-programacao-mais- populares-17022012-26.shl https://www16.unopar.br/unopar/ava/aluno/formwebaula.action?gecronofer.gcofCd=3 57783&geoferturm.goftCd=7325959&gediscofer.gofdCd=2219391#1