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Investigação em Segurança do Paciente/Doente - Curso
                      Introdutório
                                 Sessão 8
    Aprofundar o Conhecimento em Segurança do
                  Paciente/Doente
   Paulo Sousa, PhD
    Professor na ENSP-UNL
    Coordenador do Mestrado em
   Segurança do Doente

Sessão traduzida e adaptada da original em inglês, elaborada pelo Prof. Albert Wu
Proposta de sessão

 Esta última sessão será dividida em três partes essenciais:


    Príncipais tópicos das sessões anteriores (revisão);

    Desafios que se colocam aos diferentes países lusófonos
     (PALOP’s; Brasil e Portugal);


    Refletir um pouco sobre a formação, investigação e difusão
     da informação/conhecimento (sugestões onde podem encontrar
     outros recursos úteis para aprofundar os conhecimentos).



                                                                  2
Temas Comuns

   A Segurança do Doente é um problema que se coloca a todas as nações;

   A investigação desempenha um papel fundamental na melhoria da segurança
    dos pacientes/doentes:

      identificação e descrição de problemas/fragilidades;
      desenvolvimento e avaliação de soluções/ações que visam melhorar a
       segurança dos pacientes/doentes

   Os temas mais comuns incluem problemas relacionados com o Sistema e com
    fatores humanos;

   É importante obter mais informação sobre a frequência e tipologia de eventos
    adversos e de erros, por país e settings



                                                                                   3
Componentes




              4

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Perspetiva Geral da Investigação em Segurança
do Doente – 5 pontos-chave

  ■ A seleção do estudo dependerá do domínio;
  ■ Também dependerá dos recursos disponíveis;
  ■ Estudos qualitativos e quantitativos são ambos válidos;
  ■ É necessário realizar mais estudos de avaliação de impacte de
    medidas/soluções (efetividade, eficiência e disponibilidade)
  ■ É necessário definir o problema de acordo com uma situação
    específica e a obtenção de resultados deve permitir entrar em
    ação.




                                                                5
O que estamos tentando medir?


Erro: falha em executar um plano de ação como pretendido ou aplicação de um
   plano incorreto.
■ Erros Latentes: do sistema, como, por exemplo, design não adequado, recursos
  humanos insuficientes.
■ Erros Ativos: erros cometidos pelos profissionais/staff de saúde que prestam o
  cuidado, como, por exemplo, erro na prescrição/dosagem do medicamento.

Eventos Adversos: há dano no paciente/doente causados pelos cuidados
   de saúde.

Alvos/Metas para a segurança: erros de medicação, infecções associadas ao
cuidado, complicações cirúrgicas, quedas, erros de identificação do
paciente/doente, morte evitável.


                                                                                   6
Não há um instrumento de medida universal para
a segurança do paciente/doente



Familiarizar-se com os instrumentos de medida;
Verificar sua validade, aplicabilidade e aceitabilidade;
Compartilhar experiências sobre sua aplicação.




                                                           7
Métodos básicos de coleta/recolha de dados


1. Observação
2. Entrevistas e questionários
3. Revisão de documentos (fontes)
 ■   Prontuários/processos clínicos
 ■   Outras fontes (farmácia, laboratório)
 ■   Relatórios de necropsias e da comissão de óbitos




                                                        8

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Abordagens para medir erros e EA

Prospetiva
■ Observação direta do cuidado aos pacientes/doentes
■ Estudo de coorte
■ Vigilância


Retrospetiva
■   Revisão de prontuários/processos clínicos (em papel ou eletrônico)
■   Análise de reclamações (gabinete do utente)
■   Análise de reclamações de má prática (jurídico)
■   Reuniões de Morbidade e Mortalidade/ Necropsia
■   Sistemas de notificação de incidentes



                                                                         9
Utilidade relativa das abordagens para medir
erros e EA
   Erros Latentes                                           Erros Ativos      Eventos Adversos




 • Notificação de           • Revisão de
 incidentes                 prontuários/processos        Observação Direta   Vigilância
 • Reuniões de Morbidade    clínicos
 e Mortalidade              • Análise de dados
 • Análise de reclamações   administrativos
 de má prática              • Tecnologia da Informação
                                                              Thomas & Petersen, JGIM 2003
Observação Direta


Vantagens
Método adequado para identificar erros ativos;
Dados que de outra forma são indisponíveis;
Potencialmente precisa.



Desvantagens
Treinamento/treino dispendioso;
Sobrecarga de informação;
Efeito de Hawthorne;
Método inadequado para identificar erros latentes.



                                                     11
Donchin et al. (2003)



  Estudo prospectivo
  observacional em
  unidade de terapia
  intensiva que utilizou
  observação direta
  realizada pelos
  médicos seniores.




                           12

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Vigilância


Vantagens
Potencialmente exato e preciso para
   identificar EA;
Adequado para testar a efetividade
   das intervenções para reduzir EA;
Poderá tornar-se parte dos cuidados.

Desvantagens
Dispendioso;
Inadequado para detetar erros
   latentes.




                                       13
Hernandez et al. (2005)



  Estudo de coorte para
  estimar a incidência e os
  fatores de risco associados
  à infecção do sítio cirúrgico
  após cirurgia abdominal no
  Peru.




                                  14
Revisão de Prontuários/Processos Clínicos


Vantagens
Utiliza dados disponíveis;
Método muito utilizado.

Desvantagens
Julgamento de EA não confiável;
Dispendioso;
Registros/registos incompletos ou em
   falta;
“Viés retrospectivo” (Hindsight bias).




                                            15
Baker et al. (2004)



Revisão retrospectiva
  de
  prontuários/processo
  s clínicos
  hospitalares para
  identificar EA e EA
  evitáveis no Canadá.




                         16

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Inquéritos a Profissionais de Saúde


Vantagens
Adequado para identificar erros latentes;
Dados de outra forma indisponíveis;
“Sabedoria” coletiva;
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Desvantagens
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Vantagens
Adequado para identificar erros latentes;
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Desvantagens
“Viés retrospetivo” (Hindsight bias);
Viés do relato (Reporting bias);
Fonte de dados não-padronizada.




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                                                                          21
Sistema de Notificação e Aprendizagem

Vantagens
Adequado para detetar erros latentes;
Múltiplas perspetivas ao longo do tempo;
Procedimento padronizado.



Desvantagens
Viés do relato (Reporting bias);
“Viés retrospetivo” (Hindsight bias).
Viés de informação




                                           22
Em síntese – conhecer a realidade

 Os diversos métodos para medir e compreender os erros e
  eventos adversos apresentam vantagens e desvantagens
  (deve-se ponderar aquando da escolha)


 Abordagens recorrendo a múltiplos métodos podem
  melhorar o conhecimento/compreensão envolvendo, no
  entanto, custos superiores.




                                                        23
Local de Intervenção



   Doente/Paciente
   Profissional de saúde
   Local de Trabalho
   Sistema




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                          25
Intervenções para melhorar a Segurança

 Ainda existe muito para aprender sobre intervenções
  efetivas para a melhoria da segurança
   • Identificar intervenções efetivas requer estudos estruturados e orientados
     de forma correta




 Existem intervenções e procedimentos baseados na
  evidência que podem melhorar a segurança
   • Uma vez implementados, devem ser avaliados




                                                                                  26
Como é que sabemos que a prestação de
cuidados é segura?

 Medindo a frequência de dano (incidência, prevalência de EA);

 Avaliando em que medida os cuidados prestados são os
  apropriados;

 Verificando se existe mudança de práticas após “nova”
  aprendizagem/aquisição de conhecimentos;

 Analisando melhoria da cultura de segurança


                                                                  27
Abordagem Integrada para Transpor a Evidência
para a prática

 Realçar o Sistema (como organizamos o trabalho) em vez de destacar
  o cuidado individual aos doentes


 Envolver as equipas multidisciplinares para assumirem a propriedade
  de um projeto de melhoria (como seu projeto)


 Encorajar a adaptação local da intervenção


 Criar uma cultura de colaboração dentro de uma unidade (nivel micro -
  local) e de um sistema maior (macro-instituição de saúde).


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Melhoria Contínua                                      melhoria?

                                              Qual o Impacte real da sua
                                                      aplicação ?

“Plan, Do, Study, Act”
 em equipa…


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                                                                      29
Em síntese




             30
2ª parte - Desafios África (PALOP’s) – Patient safety in African
health services – Relatório do Diretor Regional (África) WHO 2008.



- IACS constituem um problema global (5%-10%); Países Africanos (Mali
18.9%Tanzania 14,8%), sendo a maioria associado a procedimentos cirúrgicos;

- Os injetáveis e as transfusões sanguíneas continuam a ser um enorme
problema (não são realizados testes para deteção do HIV e da Hepatite B e C a
todos os dadores);

- Infeções associadas a seringas ou agulhas reutilizadas é ainda uma realidade
com alguma visibilidade;

- Problemas com prescrição, dispensa e administração de medicamento, bem
como o consumo de medicamentos contrafeitos/falsificados (segurança do
doente e efetividade)




                                                                                31
Desafios África (PALOP’s)


 - Falta de estruturas nacionais e consequentemente de politicas para a
 área da Qualidade e da Segurança do Doente;


 - Fragilidades no sistema de prestação de cuidados de saúde
 (infraestruturas inadequadas; défice de equipamentos e materiais
 fundamentais para uma assistência adequada e segura; “problemas” de
 gestão do sistema, como um todo, e das organizações de saúde).




                                                                          32

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Desafios África (PALOP’s)


 - Recursos humanos em número insuficiente e com poucas
 oportunidades de fazer formação ao longo da vida

 - Algumas lacunas no sistema de formação inicial e Pós-Graduada;


 - Resíduos hospitalares com tratamento inadequado colocando em risco
 a saúde dos profissionais de saúde; e da comunidade expondo-os a riscos
 de infeção, efeitos tóxicos e outro tipo de lesões.

 - Problemas com a informação (escassa e de qualidade duvidosa)




                                                                           33
Desafios África (PALOP’s)




- Os desafios são imensos e requerem uma mobilização alargada e
sustentada em diretrizes locais, regionais, nacionais e internacionais (OMS
tem papel fundamental).




                                                                              34
Desafios África (PALOP’s) – alguns destaques

- Profissionais de saúde (multiprofissional) do setor público e privado
muito motivados para as questões da Qualidade e da Segurança do
paciente/doente;

- Lideranças fortes e conscientes da importância da segurança dos
cuidados prestados (tornar as instalações mais seguras; medidas objetivas – prescrição
eletrónica e da checklist de cirurgia segura,etc…);

- Preocupações em apostar na formação dos profissionais de saúde e no
desenvolvimento de investigação (com vista a conhecer a realidade e a
desenvolver soluções efetivas);

 Perspetivar um futuro diferente, onde as questões da Q & SD serão mais valorizadas e,
  consequentemente, os cuidados de saúde mais seguros e com maior efetividade e
                             baseados na melhor evidência



                                                                                     35
Desafios Brasil

-    Elaboração de uma política nacional de qualidade e segurança do
     paciente e criação de uma instância (nacional) para gerenciar essa
     agenda política.


-    Estabelecimento de estratégias para o monitoramento/monitorização
     da qualidade e segurança do paciente/doente dos serviços da saúde do
     país;


-    Aperfeiçoamento dos bancos de dados administrativos (qualidade e
     quantidade de informação) existentes de modo a permitirem o cálculo de
     indicadores de qualidade e segurança do paciente;



                                                                              36

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indicadores
Desafios Brasil


 - Incorporação de conteúdos críticos sobre qualidade do cuidado
 e segurança do paciente/doente nos currículos dos cursos de
 graduação de profissionais de saúde;


 - Estímulo à criação de disciplinas voltadas para a investigação
 em qualidade e segurança do paciente/doente nos cursos de pós-
 graduação no país;


 - Fomento à produção de pesquisa em qualidade e segurança
 do paciente/doente.



                                                                    37
Brasil – O que existe – alguns destaques


 - Programas desenvolvidos por Secretarias de Saúde, como por
 exemplo, pela Secretaria Municipal de São Paulo.


 - Excelência das gerências de qualidade e segurança em alguns
 hospitais do país.


 - Portal Proqualis – voltado para disseminação de conhecimento,
 tecnologia e inovação em qualidade e segurança do paciente




                                                                   38
Desafios Portugal

-    Conhecer com maior profundidade a ocorrência e tipologia de
     eventos adverso em hospitais e nos Cuidados de Saúde
     Primários (conhecer para intervir)

-    Uniformizar sistemas de notificação de erros e de EA’s
     (comparações e Benchmarking)

-    Integração e articulação entre os diferentes sistemas de
     informação (otimizar recursos e não desmotivar Profissionais de
     Saúde)

-    Questões da Qualidade e da Segurança do paciente/doente
     serem vistas como investimento e não como despesa (demonstrar
     os potenciais ganhos - compromisso dos gestores e decisores políticos)



                                                                              39
Desafios Portugal

-   Apostar na investigação e                   no   reforço   parcerias
    Universidade/Unidades de Saúde


-   Introduzir na formação inicial (1ºciclo) e Pós-Graduada
    (Mestrados,   Doutoramento,   cursos   de    formação   Pós-graduada)
    conteúdos na área         da    Qualidade        e   Segurança    do
    Paciente/Doente


-   Desafios “internos” (crise económica e necessidade de contenção
    da despesa pública) “externas” - Diretiva da UE reforça a
    mobilidade de pessoas e bens (mobilidade de doentes no espaço
    da UE)



                                                                            40

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Aula apresentada por Denise Rocha, do Complexo Hospitalar de Clínicas UFPR/ EBSERH, durante webinar sobre 'Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente', realizado pelo Proqualis em 1 de dezembro de 2021.

seguranca do pacientewebinar proqualisqualidade do cuidado
Duarte et al 2015
Duarte et al 2015Duarte et al 2015
Duarte et al 2015

1) O documento descreve um estudo sobre erros humanos na assistência de enfermagem em unidades de terapia intensiva no Brasil. 2) Foram identificados erros como administração incorreta de medicamentos e falha em elevar grades de leitos, que podem colocar pacientes em risco. 3) As condições latentes que contribuem para erros incluem problemas de comunicação, falta de normas e escassez de recursos.

Elena bohomol
Elena bohomolElena bohomol
Elena bohomol

O documento discute o ensino sobre segurança do paciente nos cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Medicina da Universidade Federal de São Paulo. O estudo analisou os projetos pedagógicos dos cursos para identificar os conteúdos relacionados à segurança do paciente e compará-los com um guia de referência. Os achados indicam que os cursos abordam alguns, mas não todos os tópicos do guia de referência, como aprendizado com erros e sistemas complexos de saúde.

Desafios em comum
-   A necessidade de formação e investigação;

-   Criação/reforço   de   estruturas   regionais/nacionais   com
    diretrizes;

-   Conhecer a realidade (ver áreas mais vulneráveis ou frágeis)
    definir soluções para melhorar a SD e avaliar a
    implementação/impacte dessas soluções;

-   Tudo isto com Profissionais de Saúde com formação adequada,
    a trabalhar em instituições que reúnam boas condições e
    com uma cultura aberta e de aprendizagem com o erro,
    chefias/lideranças com compromisso e valorização da
    investigação e sua aplicação.


                                                                    41
3ª parte - Formação e Investigação em
Segurança do Doente

        i) Produzir/aumentar conhecimento


        ii) Disseminar informação

        iii) Apoio às tomadas de decisão


        iV) Promoção de práticas baseadas na evidência


        V) Monitorização e avaliação do impacte (efetividade) de
medidas que visam aumentar a segurança dos doentes




                                                                   42
Formação e Investigação em Segurança
 do Doente

                                                Mestrado Segurança do
                                                Doente ENSP-UNL e
                                                ESTeSL-IPL

                                                Formação Pós-Graduada a
                                                grupo Multiprofissional,
                                                promover a formação e a
                                                investigação, reforçar o
                                                networking.

                                                www.ensp.unl.pt
Curriculum Multiprofisional em
Segurança do Paciente/Doente
OMS estamos (Universidade do Algarve e a
ENSP-UNL) a implementar, projeto pioneiro, em
Portugal, com os alunos do curso de Medicina
da Ualgarve, que no próximo ano será alargado
a outras áreas de formação do país).




                                                                           43
Formação e Investigação em Segurança
do Doente




         Brasil                                     Portugal


A preparar um curso de formação Pós-Graduada, de ensino não
presencial, na área da Segurança do Paciente/Doente. Estrutura modular
e contará com professores, investigadores/pesquisadores de Portugal, Brasil
com eventual colaboração de professores de outros países da Europa,
Estados Unidos, Canadá, entre outros.




                                                                              44

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Referências

•   AHRQ Patient Safety Network http://www.psnet.ahrq.gov


•   American College of Surgeons National Surgical Quality Improvement Project
    https://acsnsqip.org/login/default.aspx


•   Joint Commission National Patient Safety Goals
    http://www.jointcommission.org/PatientSafety/NationalPatientSafetyGoals/


•   WHO Patient Safety www.who.int/patientsafety


•   Sousa, P; Uva, AS; Serranheira, F. Investigação e Inovação em Segurança do Doente. Revista
    Portuguesa de Saúde Pública, Volume Temático: 10 (2010) 89-95. http://www.ensp.unl.pt/dispositivos-
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FRAGATA, J. – Segurança dos Doentes – Uma
   Abordagem Prática. Lisboa: Lidel, 2011.




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http://site.acsnsqip.org/




                     49
http://www.jointcommission.org/PatientSafety/NationalPatientSafetyGoals/


                                                                      50
http://www.ihi.org/offerings/ihiopenschool/Pages/default.aspx



                                                                51
http://www.who.int/patientsafety/research/en/




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       Itziar Larizgoitia   Maki Kajiwara




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Aprofundar o conhecimento em Segurança do Paciente/Doente

  • 1. Investigação em Segurança do Paciente/Doente - Curso Introdutório Sessão 8 Aprofundar o Conhecimento em Segurança do Paciente/Doente Paulo Sousa, PhD  Professor na ENSP-UNL  Coordenador do Mestrado em Segurança do Doente Sessão traduzida e adaptada da original em inglês, elaborada pelo Prof. Albert Wu
  • 2. Proposta de sessão  Esta última sessão será dividida em três partes essenciais:  Príncipais tópicos das sessões anteriores (revisão);  Desafios que se colocam aos diferentes países lusófonos (PALOP’s; Brasil e Portugal);  Refletir um pouco sobre a formação, investigação e difusão da informação/conhecimento (sugestões onde podem encontrar outros recursos úteis para aprofundar os conhecimentos). 2
  • 3. Temas Comuns  A Segurança do Doente é um problema que se coloca a todas as nações;  A investigação desempenha um papel fundamental na melhoria da segurança dos pacientes/doentes:  identificação e descrição de problemas/fragilidades;  desenvolvimento e avaliação de soluções/ações que visam melhorar a segurança dos pacientes/doentes  Os temas mais comuns incluem problemas relacionados com o Sistema e com fatores humanos;  É importante obter mais informação sobre a frequência e tipologia de eventos adversos e de erros, por país e settings 3
  • 5. Perspetiva Geral da Investigação em Segurança do Doente – 5 pontos-chave ■ A seleção do estudo dependerá do domínio; ■ Também dependerá dos recursos disponíveis; ■ Estudos qualitativos e quantitativos são ambos válidos; ■ É necessário realizar mais estudos de avaliação de impacte de medidas/soluções (efetividade, eficiência e disponibilidade) ■ É necessário definir o problema de acordo com uma situação específica e a obtenção de resultados deve permitir entrar em ação. 5
  • 6. O que estamos tentando medir? Erro: falha em executar um plano de ação como pretendido ou aplicação de um plano incorreto. ■ Erros Latentes: do sistema, como, por exemplo, design não adequado, recursos humanos insuficientes. ■ Erros Ativos: erros cometidos pelos profissionais/staff de saúde que prestam o cuidado, como, por exemplo, erro na prescrição/dosagem do medicamento. Eventos Adversos: há dano no paciente/doente causados pelos cuidados de saúde. Alvos/Metas para a segurança: erros de medicação, infecções associadas ao cuidado, complicações cirúrgicas, quedas, erros de identificação do paciente/doente, morte evitável. 6
  • 7. Não há um instrumento de medida universal para a segurança do paciente/doente Familiarizar-se com os instrumentos de medida; Verificar sua validade, aplicabilidade e aceitabilidade; Compartilhar experiências sobre sua aplicação. 7
  • 8. Métodos básicos de coleta/recolha de dados 1. Observação 2. Entrevistas e questionários 3. Revisão de documentos (fontes) ■ Prontuários/processos clínicos ■ Outras fontes (farmácia, laboratório) ■ Relatórios de necropsias e da comissão de óbitos 8
  • 9. Abordagens para medir erros e EA Prospetiva ■ Observação direta do cuidado aos pacientes/doentes ■ Estudo de coorte ■ Vigilância Retrospetiva ■ Revisão de prontuários/processos clínicos (em papel ou eletrônico) ■ Análise de reclamações (gabinete do utente) ■ Análise de reclamações de má prática (jurídico) ■ Reuniões de Morbidade e Mortalidade/ Necropsia ■ Sistemas de notificação de incidentes 9
  • 10. Utilidade relativa das abordagens para medir erros e EA Erros Latentes Erros Ativos Eventos Adversos • Notificação de • Revisão de incidentes prontuários/processos Observação Direta Vigilância • Reuniões de Morbidade clínicos e Mortalidade • Análise de dados • Análise de reclamações administrativos de má prática • Tecnologia da Informação Thomas & Petersen, JGIM 2003
  • 11. Observação Direta Vantagens Método adequado para identificar erros ativos; Dados que de outra forma são indisponíveis; Potencialmente precisa. Desvantagens Treinamento/treino dispendioso; Sobrecarga de informação; Efeito de Hawthorne; Método inadequado para identificar erros latentes. 11
  • 12. Donchin et al. (2003) Estudo prospectivo observacional em unidade de terapia intensiva que utilizou observação direta realizada pelos médicos seniores. 12
  • 13. Vigilância Vantagens Potencialmente exato e preciso para identificar EA; Adequado para testar a efetividade das intervenções para reduzir EA; Poderá tornar-se parte dos cuidados. Desvantagens Dispendioso; Inadequado para detetar erros latentes. 13
  • 14. Hernandez et al. (2005) Estudo de coorte para estimar a incidência e os fatores de risco associados à infecção do sítio cirúrgico após cirurgia abdominal no Peru. 14
  • 15. Revisão de Prontuários/Processos Clínicos Vantagens Utiliza dados disponíveis; Método muito utilizado. Desvantagens Julgamento de EA não confiável; Dispendioso; Registros/registos incompletos ou em falta; “Viés retrospectivo” (Hindsight bias). 15
  • 16. Baker et al. (2004) Revisão retrospectiva de prontuários/processo s clínicos hospitalares para identificar EA e EA evitáveis no Canadá. 16
  • 17. Estudos Brasileiro e Português Estudos utilizando a mesma metodologia foram desenvolvidos no Brasil e em Portugal. Mendes W, Martins M, Rozenfeld S, Travassos C. The assessment of adverse events in Brazilian hospitals. International Journal for Quality in Health Care 2009 :1-6. Sousa P, Uva AS, Serranheira F, Leite E, Nunes C. Segurança do doente: eventos adversos em hospitais portugueses: estudo piloto de incidência, impacte e evitabilidade. Editora Escola Nacional de Saúde Pública: Lisboa. ISBN 978-989-97342-0-3. Ano 2011. 17
  • 18. Inquéritos a Profissionais de Saúde Vantagens Adequado para identificar erros latentes; Dados de outra forma indisponíveis; “Sabedoria” coletiva; Possibilidade de ser mais abrangente. Desvantagens “Viés retrospectivo” (Hindsight bias ) (mau resultado = mau cuidado); Depende de uma elevada taxa de resposta. 18
  • 19. Wu AW, Folkman S, McPhee SJ, Lo B. Do house officers learn from their mistakes? JAMA, 1991, 265:2089-2094. Link para o Resumo (HTML) 19
  • 20. Análise de reclamações de má prática Vantagens Adequado para identificar erros latentes; Múltiplas perspetivas (pacientes/doentes, prestadores, advogados). Desvantagens “Viés retrospetivo” (Hindsight bias); Viés do relato (Reporting bias); Fonte de dados não-padronizada. 20
  • 21. Gandhi TK, Kachalia A, Thomas EJ, et al. Missed and delayed diagnoses in the ambulatory setting: a study of closed malpractice claims. Ann Intern Med. 2006;145:488-496. Link para o Resumo (HTML) Linkpara o texto Completo (PDF) 21
  • 22. Sistema de Notificação e Aprendizagem Vantagens Adequado para detetar erros latentes; Múltiplas perspetivas ao longo do tempo; Procedimento padronizado. Desvantagens Viés do relato (Reporting bias); “Viés retrospetivo” (Hindsight bias). Viés de informação 22
  • 23. Em síntese – conhecer a realidade  Os diversos métodos para medir e compreender os erros e eventos adversos apresentam vantagens e desvantagens (deve-se ponderar aquando da escolha)  Abordagens recorrendo a múltiplos métodos podem melhorar o conhecimento/compreensão envolvendo, no entanto, custos superiores. 23
  • 24. Local de Intervenção  Doente/Paciente  Profissional de saúde  Local de Trabalho  Sistema 24
  • 26. Intervenções para melhorar a Segurança  Ainda existe muito para aprender sobre intervenções efetivas para a melhoria da segurança • Identificar intervenções efetivas requer estudos estruturados e orientados de forma correta  Existem intervenções e procedimentos baseados na evidência que podem melhorar a segurança • Uma vez implementados, devem ser avaliados 26
  • 27. Como é que sabemos que a prestação de cuidados é segura?  Medindo a frequência de dano (incidência, prevalência de EA);  Avaliando em que medida os cuidados prestados são os apropriados;  Verificando se existe mudança de práticas após “nova” aprendizagem/aquisição de conhecimentos;  Analisando melhoria da cultura de segurança 27
  • 28. Abordagem Integrada para Transpor a Evidência para a prática  Realçar o Sistema (como organizamos o trabalho) em vez de destacar o cuidado individual aos doentes  Envolver as equipas multidisciplinares para assumirem a propriedade de um projeto de melhoria (como seu projeto)  Encorajar a adaptação local da intervenção  Criar uma cultura de colaboração dentro de uma unidade (nivel micro - local) e de um sistema maior (macro-instituição de saúde). 28
  • 29. •O que está mal ? Modelo para a Que mudanças poderão ser feitas que resultem numa Melhoria Contínua melhoria? Qual o Impacte real da sua aplicação ? “Plan, Do, Study, Act” em equipa… Institute for Healthcare Improvement (IHI) 29
  • 31. 2ª parte - Desafios África (PALOP’s) – Patient safety in African health services – Relatório do Diretor Regional (África) WHO 2008. - IACS constituem um problema global (5%-10%); Países Africanos (Mali 18.9%Tanzania 14,8%), sendo a maioria associado a procedimentos cirúrgicos; - Os injetáveis e as transfusões sanguíneas continuam a ser um enorme problema (não são realizados testes para deteção do HIV e da Hepatite B e C a todos os dadores); - Infeções associadas a seringas ou agulhas reutilizadas é ainda uma realidade com alguma visibilidade; - Problemas com prescrição, dispensa e administração de medicamento, bem como o consumo de medicamentos contrafeitos/falsificados (segurança do doente e efetividade) 31
  • 32. Desafios África (PALOP’s) - Falta de estruturas nacionais e consequentemente de politicas para a área da Qualidade e da Segurança do Doente; - Fragilidades no sistema de prestação de cuidados de saúde (infraestruturas inadequadas; défice de equipamentos e materiais fundamentais para uma assistência adequada e segura; “problemas” de gestão do sistema, como um todo, e das organizações de saúde). 32
  • 33. Desafios África (PALOP’s) - Recursos humanos em número insuficiente e com poucas oportunidades de fazer formação ao longo da vida - Algumas lacunas no sistema de formação inicial e Pós-Graduada; - Resíduos hospitalares com tratamento inadequado colocando em risco a saúde dos profissionais de saúde; e da comunidade expondo-os a riscos de infeção, efeitos tóxicos e outro tipo de lesões. - Problemas com a informação (escassa e de qualidade duvidosa) 33
  • 34. Desafios África (PALOP’s) - Os desafios são imensos e requerem uma mobilização alargada e sustentada em diretrizes locais, regionais, nacionais e internacionais (OMS tem papel fundamental). 34
  • 35. Desafios África (PALOP’s) – alguns destaques - Profissionais de saúde (multiprofissional) do setor público e privado muito motivados para as questões da Qualidade e da Segurança do paciente/doente; - Lideranças fortes e conscientes da importância da segurança dos cuidados prestados (tornar as instalações mais seguras; medidas objetivas – prescrição eletrónica e da checklist de cirurgia segura,etc…); - Preocupações em apostar na formação dos profissionais de saúde e no desenvolvimento de investigação (com vista a conhecer a realidade e a desenvolver soluções efetivas); Perspetivar um futuro diferente, onde as questões da Q & SD serão mais valorizadas e, consequentemente, os cuidados de saúde mais seguros e com maior efetividade e baseados na melhor evidência 35
  • 36. Desafios Brasil - Elaboração de uma política nacional de qualidade e segurança do paciente e criação de uma instância (nacional) para gerenciar essa agenda política. - Estabelecimento de estratégias para o monitoramento/monitorização da qualidade e segurança do paciente/doente dos serviços da saúde do país; - Aperfeiçoamento dos bancos de dados administrativos (qualidade e quantidade de informação) existentes de modo a permitirem o cálculo de indicadores de qualidade e segurança do paciente; 36
  • 37. Desafios Brasil - Incorporação de conteúdos críticos sobre qualidade do cuidado e segurança do paciente/doente nos currículos dos cursos de graduação de profissionais de saúde; - Estímulo à criação de disciplinas voltadas para a investigação em qualidade e segurança do paciente/doente nos cursos de pós- graduação no país; - Fomento à produção de pesquisa em qualidade e segurança do paciente/doente. 37
  • 38. Brasil – O que existe – alguns destaques - Programas desenvolvidos por Secretarias de Saúde, como por exemplo, pela Secretaria Municipal de São Paulo. - Excelência das gerências de qualidade e segurança em alguns hospitais do país. - Portal Proqualis – voltado para disseminação de conhecimento, tecnologia e inovação em qualidade e segurança do paciente 38
  • 39. Desafios Portugal - Conhecer com maior profundidade a ocorrência e tipologia de eventos adverso em hospitais e nos Cuidados de Saúde Primários (conhecer para intervir) - Uniformizar sistemas de notificação de erros e de EA’s (comparações e Benchmarking) - Integração e articulação entre os diferentes sistemas de informação (otimizar recursos e não desmotivar Profissionais de Saúde) - Questões da Qualidade e da Segurança do paciente/doente serem vistas como investimento e não como despesa (demonstrar os potenciais ganhos - compromisso dos gestores e decisores políticos) 39
  • 40. Desafios Portugal - Apostar na investigação e no reforço parcerias Universidade/Unidades de Saúde - Introduzir na formação inicial (1ºciclo) e Pós-Graduada (Mestrados, Doutoramento, cursos de formação Pós-graduada) conteúdos na área da Qualidade e Segurança do Paciente/Doente - Desafios “internos” (crise económica e necessidade de contenção da despesa pública) “externas” - Diretiva da UE reforça a mobilidade de pessoas e bens (mobilidade de doentes no espaço da UE) 40
  • 41. Desafios em comum - A necessidade de formação e investigação; - Criação/reforço de estruturas regionais/nacionais com diretrizes; - Conhecer a realidade (ver áreas mais vulneráveis ou frágeis) definir soluções para melhorar a SD e avaliar a implementação/impacte dessas soluções; - Tudo isto com Profissionais de Saúde com formação adequada, a trabalhar em instituições que reúnam boas condições e com uma cultura aberta e de aprendizagem com o erro, chefias/lideranças com compromisso e valorização da investigação e sua aplicação. 41
  • 42. 3ª parte - Formação e Investigação em Segurança do Doente i) Produzir/aumentar conhecimento ii) Disseminar informação iii) Apoio às tomadas de decisão iV) Promoção de práticas baseadas na evidência V) Monitorização e avaliação do impacte (efetividade) de medidas que visam aumentar a segurança dos doentes 42
  • 43. Formação e Investigação em Segurança do Doente Mestrado Segurança do Doente ENSP-UNL e ESTeSL-IPL Formação Pós-Graduada a grupo Multiprofissional, promover a formação e a investigação, reforçar o networking. www.ensp.unl.pt Curriculum Multiprofisional em Segurança do Paciente/Doente OMS estamos (Universidade do Algarve e a ENSP-UNL) a implementar, projeto pioneiro, em Portugal, com os alunos do curso de Medicina da Ualgarve, que no próximo ano será alargado a outras áreas de formação do país). 43
  • 44. Formação e Investigação em Segurança do Doente Brasil Portugal A preparar um curso de formação Pós-Graduada, de ensino não presencial, na área da Segurança do Paciente/Doente. Estrutura modular e contará com professores, investigadores/pesquisadores de Portugal, Brasil com eventual colaboração de professores de outros países da Europa, Estados Unidos, Canadá, entre outros. 44
  • 45. Referências • AHRQ Patient Safety Network http://www.psnet.ahrq.gov • American College of Surgeons National Surgical Quality Improvement Project https://acsnsqip.org/login/default.aspx • Joint Commission National Patient Safety Goals http://www.jointcommission.org/PatientSafety/NationalPatientSafetyGoals/ • WHO Patient Safety www.who.int/patientsafety • Sousa, P; Uva, AS; Serranheira, F. Investigação e Inovação em Segurança do Doente. Revista Portuguesa de Saúde Pública, Volume Temático: 10 (2010) 89-95. http://www.ensp.unl.pt/dispositivos- de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2010/pdf/volume-tematico-seguranca-do-doente/10- Investigacao%20e%20inovacao%20em%20seguranca%20do%20doente.pdf 45
  • 46. Designing Clinical Research Hulley S et al. Lippincott Williams & Wilkins 3rd Edition 46
  • 47. Segurança dos Doentes FRAGATA, J. – Segurança dos Doentes – Uma Abordagem Prática. Lisboa: Lidel, 2011. 47
  • 56. Equipe/equipa da Organização Mundial de Saúde - Programa de Segurança do paciente Itziar Larizgoitia Maki Kajiwara George Banica Carmen Audera-Lopez 56
  • 57. Equipe/equipa da Organização Mundial de Saúde - e-PORTUGUÊSe Cristiana Rodrigues Regina Ungerer Carvalho Rudolfo Marcia Ito Soares 57
  • 58. Equipe/equipa de Portugal e do Brasil Claudia Travassos; José Fragata; Maria João Lage; Mônica Martins; Paulo Sousa e Walter Mendes. Vanessa Victor Grabois - BR Bárbara Caldas - BR Rodrigues - PT 58
  • 59. “Cantando espalharei a toda a parte Se a tanto me ajudar o engenho e arte” Luis Vaz de Camões (canto I proposição) 59