SlideShare uma empresa Scribd logo
Segurança do local tem que ser observado , para garantir sua
segurança e de sua equipe e demais presentes, de nenhuma
forma qualquer membro da equipe tem que ser expor a um risco
com chance de transformar em vitima.
A NECESSIDADE DO TREINAMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS E RCP:
A expressão “Primeiros Socorros” significa o atendimento imediato
prestado a uma pessoa vítima de um acidente ou de um mal súbito.
Quando aplicados com eficiência, os primeiros socorros significam a
diferença entre “vida e morte”, “recuperação rápida e hospitalização longa”
ou, “ invalidez temporária e invalidez permanente”.
Abaixo fornecemos noções básicas, simples e importantes para o
atendimento de primeiros socorros.
É bom lembrar que a vida do acidentado depende do modo e da rapidez com
que tais atendimentos são dados.
O local da ocorrência ?
A vítima - Está consciente?
As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma
informação?
Mecanismos da lesão. Há algum
objeto caído próximo da vítima, como
escada, andaime, bicicleta, etc.?
Deformidades e lesões. A vítima está
caída em posição estranha? Ela está
queimada? Há sinais de
esmagamento de algum membro?
Sinais. Há sangue nas vestes ou ao
redor da vítima? Ela vomitou? Ela
está tendo convulsões?
.
É a avaliação sucinta da respiração, circulação e nível de
consciência.
Deve ser completada em no máximo 30 segundos. Tem por
finalidade a rápida identificação de condições de risco de
morte, o início precoce do suporte básico de vida (SBV).
A avaliação primária deve ser cuidadosa e respeitar uma rotina, como podemos ver
abaixo:
1. A Vias Aéreas e manutenção da coluna cervical
2. B Ventilação
3. C Circulação /Hemorragias
4. D Avaliação neurológica
5. E Hipotermia
6 F Transporte
7
Observe que nos elos da correntre, segue uma seqüência lógica de atendimento padrão
e que não se deve quebrar de
maneira nehuma esta seqüência .
Checar se a respiração está presente e efetiva (ver, ouvir e sentir). Se a
respiração estiver ausente, iniciar respiração artificial (passo "B" resolvido
temporariamente). Estando presente a respiração, analisar sua qualidade:
lenta ou rápida, superficial ou profunda, de ritmo regular ou irregular,
silenciosa ou ruidosa.
Após o controle cervical e a identificação, pergunte à vítima o que aconteceu.
Uma pessoa só consegue falar se tiver ar nos pulmões e se ele passar pelas
cordas vocais.
O objetivo principal do passo "C" é estimar as condições do sistema
circulatório e controlar grandes hemorragias. Para tanto devem ser
avaliados: pulso; perfusão periférica; coloração, temperatura e umidade da
pele. Neste passo também devem ser controladas as hemorragias que
levem a risco de vida eminente.
Tomadas as medidas possíveis para garantir o “ABC”, importa conhecer o
estado neurológico da vítima (passo "D"), para melhor avaliar a gravidade e a
estabilidade do quadro.
A – Vítima acordada com resposta adequada ao ambiente.
V – Vítima adormecida. Os olhos se abrem mediante estímulo verbal.
D – Vítima com os olhos fechados que só se abrem mediante estímulo
doloroso. O estímulo doloroso deve ser aplicado sob a forma de
compressão intensa na borda do músculo trapézio, na região póstero-
lateral do pescoço.
I – Vítima não reage a qualquer estímulo. A alteração do nível de
consciência pode ocorrer pelos seguintes motivos:
Para além da nomenclatura A-V-D-I, deve avaliar a resposta
pupilar à luz, pois é um bom indicador da existência ou não
de sofrimento cerebral. Para isso, deve incidir uma luz
diretamente sobre cada uma das pupilas.
Miose
Midriase
Anisocoria
3. Abordagem Secundária
Finalmente, no passo "E", expor a vítima, à procura de lesões. Entretanto,
em nível pré-hospitalar, as roupas da vítima só serão removidas para
expor lesões sugeridas por suas queixas ou reveladas pelo exame
segmentar, respeitando seu pudor no ambiente público.
Abertura dos Olhos
Espontânea 04 pontos Olhos abertos espontaneamente, com movimentos
normais.
À Voz 03 pontos Olhos fechados que só se abrem mediante um estímulo
verbal (não necessariamente à ordem de "abra os olhos").
À Dor 02 pontos Olhos fechados que só se abrem mediante estímulo
doloroso.
Ausente 01 ponto Não abre os olhos
Melhor Resposta Verbal
Orientada 05 pontos Consegue descrever quem é, o que aconteceu etc.
Confusa 04 pontos Respondem às perguntas, mas não sabe descrever
quem é, onde está ou o que aconteceu.
Palavras Desconexas 03 pontos Diz palavras isoladas e desconexas, não
conseguindo formar frases completas.
Sons Ininteligíveis 02 pontos Não conseguem sequer articular palavras,
emitindo apenas murmúrios ou grunhidos.
Ausente 01 ponto Não emite qualquer som vocal.
Melhor Resposta Motora
Obedece a Comandos 06 pontos É capaz de executar movimentos mediante
solicitação verbal, do tipo "mova a mão", "levante a perna".
Movimento Apropriado à Dor 05 pontos Consegue localizar a região onde está
sendo estimulado dolorosamente e tenta remover a mão do examinador para
impedi-lo.
Retirada à Dor 04 pontos Localiza o estímulo doloroso e tenta escapar dele,
retraindo a região estimulada.
Flexão Anormal 03 pontos Ao ser estimulado, flexiona as extremidades
superiores (e estende as extremidades inferiores), assumindo a chamada "atitude
de decorticação."
Extensão Anormal 02 pontos Ao ser estimulado, estende as extremidades
superiores e inferiores, assumindo a chamada "atitude de descerebração".
Ausência de Resposta 01 ponto Não apresenta qualquer resposta motora.
Extensão anormal – atitude de descerebração
Flexão anormal – atitude de decorticação
• É a ausência das funções vitais, movimentos
respiratórios e batimentos cardíacos. A
ocorrência isolada de uma delas só existe em
curto espaço de tempo; a parada de uma
acarreta a parada da outra.
• Sinais e sintomas
– Inconsciência;
– Ausência de movimentos respiratórios e
batimentos cardíacos.
• Freqüência respiratória por minuto
HOMEM 15 A 20 RESPIRAÇÕES
MULHER 18 A 20 RESPIRAÇÕES
CRIANÇA 20 A 25 RESPIRAÇÕES
LATENTE 30 A 40 RESPIRAÇÕES
• Freqüência cardíaca em batimentos por minuto
HOMEM 60 A 70 BATIMENTOS
MULHER 65 A 80 BATIMENTOS
CRIANÇA 120 A 125 BATIMENTOS
LATENTE 125 A 130 BATIMENTOS
• Como localizar o coração
• COMO LOCALIZAR DA MASSAGEM
• Reanimação cardiopulmonar
– 1 ou 2 Socorristas
•
PROCEDA 04 CICLOS E REPITA A ANÁLISE PRIMÁRIA
OBS: Para Pronto atendimento e também no caso de crianças e
afogamentos é utilizado respiração boca-boca
• REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR
•
OBS: EM PRIMEIROS SOCORROS PARA
SOCORRISTAS (LEIGOS) UTILIZAMOS
SOMENTE 30 MASSAGEM CARDIACA
Características:
São causados por diversos motivos, tais como:
 fraqueza;
 jejum prolongado;
 posição erecta imóvel.
Tratamento:
 desapertar as roupas da vítima e colocá-la em lugar arejado;
 falar com a vítima no sentido de respirar fundo, abaixando
forçadamente sua cabeça para a frente, colocando-a entre as pernas, em
nível mais baixo do que os joelhos;
 pode-se também, manter a vítima deitada de costas, procurando deixar
a cabeça em nível mais baixo do que o restante do corpo.
É a perda súbita da consciência, acompanhada de contrações musculares bruscas
e involuntárias.
Como causas de convulsões, podemos citar a febre muito alta, traumatismo na
cabeça, intoxicações, epilepsia e outras doenças.
Alguns animais, quando picam, inoculam a sua peçonha, produzindo sintomas
que variam com a espécie, quantidade de veneno injetado, condições de
nutrição, idade, peso e altura da vítima. São eles:
cobras venenosas;
escorpião;
aranha;
centopéia;
marimbondo;
abelha;
e outros.
Os soros comumente aplicados após a picada de cobra são os
seguintes:
Cobra desconhecida = soro anti-ofídico (polivalente);
Jararaca = soro anti-botrópico ou soro anti-ofídico (polivalente);
Cascavel = soro anti-crotálico ou soro anti-ofídico (polivalente);
Surucucu = soro anti-laquético ou soro anti-ofídico (polivalente);
Coral verdadeira = soro anti-elapídico ou soro anti-ofídico
(polivalente).
Amarrar, fazer torniquetes ou garrotes. Além de agravar o acidente, pode
descaracterizá-lo dificultando o diagnóstico médico
Não colocar no local da picada infusões, cataplasmas, café, fumo, folhas, esterco,
urina, cachaça ou querosene, que podem infeccionar ou danificar ainda mais os
tecidos afetados
Não perfurar, cortar ou queimar o local da picada. Além de não retirar o veneno,
prejudica a circulação local e favorece infecções.
Não dar bebidas alcoólicas, querosene, gasolina, urina, remédios ou qualquer outra
bebida ao acidentado. Além de não ter atividade contra o veneno, podem intoxicar
ainda mais o acidentado
A demora de tratamento adequado pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Portanto, não perca tempo com tratamentos caseiros. Eles geralmente atrapalham e
agravam o quadro clínico do acidentado com serpentes.
Escorpiões são encontrados geralmente nas pilhas de madeira,
cercas, tijolos, telhas e cupinzeiros. Sapatos e botas são ótimos
esconderijos.
No Brasil existem cerca de dez gêneros e acima de 50 espécies de
escorpiões, destacando-se a espécie venenosa Tytyus serrulatus .
Para essa espécie existe um soro anti-escorpionídico.
As espécies de cor amarela, comuns em Minas Gerais, são mais
venenosas do que as de cor marrom.
Acidentes com escorpiões são menos frequentes do que os com
cobras, pois eles são pouco agressivos e têm hábitos noturnos.
O seu veneno é potente, ataca o sistema nervoso (neuro-tóxico) e
pode matar nas primeiras 24 horas, principalmente se a vítima for
uma criança.
Sintomas: dores fortes, baixa rápida da temperatura do corpo, suor intenso,
aumento da pressão, enjôo e vômitos. Como agir, no caso de picadas:
1 - manter a vítima em repouso e calma;
2 - lavar o local da picada com água e sabão;
3 - não fazer torniquete no membro acidentado;
4 - aplicar compressas frias nas primeiras horas;
5 - aplicar respiração artificial, se a vítima não estiver respirando bem; e
6 - encaminhar a vítima ao Posto Médico ou Hospital.
Os tipos de aranha que apresentam maiores perigos são:
•aranha marrom (Loxosceles);
•armadeiras (Phoneutria) - acidentes muito frequentes (75%);
•tarântulas (Lycosa) - as mais venenosas.
Aranha marrom (Loxosceles); Armadeiras (Phoneutria)
acidentes muito frequentes (75%);
•tarântulas (Lycosa) - as mais venenosas.
A mais perigosa, a viúva-negra, é do gênero Latrodectus ,
Aranha-marrom
Nome Científico: Loxosceles
Nome em Ingês: Brown Spider ou Violin Spider
Identificação: É a menor aranha entre as mais perigosas (Corpo 7-12 mm). Por causa dos
hábitos noturnos e seu tamanho, passam desapercebidas pelo homem e podem então
proliferar-se extraordinariamente. O cefalotórax é baixo, isto é, não ultrapassa, em altura,
o abdômen, os olhos são seis.
Todas apresentam um colorido uniforme que varia do marron claro até o escuro,
podendo apresentar no cefalotórax um desenho amarelo em forma de estrela (L.
gaucho).
Uma fêmea pode produzir até 15 ootecas que contêm de 22 a 138 ovos. A duração de
vida é de 1536 dias para as fêmeas e 696 para os machos que acasalaram.
O ataque: Não são aranhas agressivas e a maioria dos acidentes (cerca de 80%) ocorrem
dentro de casa. Elas picam quando são comprimidas contra o corpo da vítima, dentro de
roupas , toalhas de banho e na cama.
Onde são encontradas: São aranhas domiciliares que se alojam, de preferência, nos
armários, roupas e sapatos velhos. Comprimidas ao corpo da vítima quando esta se vete
ou calça o sapato, desferem seu ataque. As picadas atingem, com mais freqüência, os
antebraços, braços e ombros, colo, nuca, rosto, tórax, ventre e, mais raramente, outras
partes do corpo.
3 dias 4 dias 5 dias
6 dias
9 dias
10 dias
• Ocorre devido à exposição prolongada dos raios
solares sobre o indivíduo.
• Sinais e sintomas
– Temperatura do corpo elevada;
– Pele quente, avermelhada e seca;
– Diferentes níveis de consciência;
– Falta de ar;
– Desidratação;
– Dor de cabeça, náuseas e tontura.
• Primeiros socorros
– Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
– Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo,
envolvendo-a com toalhas umedecidas;
– Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma
freqüente;
– Mantê-la deitada;
– Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
– Providenciar transporte adequado;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados
e não arejados (fundições, padarias, caldeiras etc.)
intenso trabalho muscular.
• Sinais e sintomas
– Temperatura do corpo elevada;
– Pele quente, avermelhada e seca;
– Diferentes níveis de consciência;
– Falta de ar;
– Desidratação;
– Dor de cabeça, náuseas e tontura;
– Insuficiência respiratória.
• Primeiros socorros
– Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
– Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo,
aplicando compressas de pano umedecido com água;
– Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado;
– Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares
bruscas e involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”. Causas
• variadas: epilepsia, febre alta, traumatismo craniano, etc.
• Sinais e sintomas
– Inconsciência;
– Queda abrupta da vitima;
– Salivação abundante e vômito;
– Contração brusca e involuntária dos músculos;
– Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes;
– Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas);
– Esquecimento.
• Primeiros socorros
– Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro;
– Proteger a cabeça e o corpo de modo que os
movimentos involuntários não causem lesões;
– Afastar objetos existentes ao redor da vitima;
– Lateralizar a cabeça em caso de vômitos;
– Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se
livremente;
– Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura
do corpo, envol-vendo-o com pano embebido por água;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• São lesões que acometem as estruturas
superficiais ou profundas do organismo com
grau de sangramento, laceração e contaminação
variável.
• Sinais e sintomas
– Dor e edema local;
– Sangramento;
– Laceração em graus variáveis;
– Contaminação se não adequadamente tratado.
• Primeiros socorros
– Priorizar o controle do sangramento;
– Lavar o ferimento com água;
– Proteger o ferimento com pano limpo, fixando-o sem
apertar;
– Não remover objetos empalados;
– Não colocar qualquer substância estranha sobre a lesão;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• É a perda de sangue devido ao rompimento
de um vaso sanguíneo (artérias, veias e
capilares).
• Toda hemorragia deve ser controlada
imediatamente.
• A hemorragia abundante e não controlada
pode causar a morte em 3 a 5 minutos.
• Como reconhecer o sangramento
Arterial
Venoso
Capilar
• Sinais e sintomas
–Sangramento visível;
–Nível de consciência variável
decorrente da perda sanguínea;
–Palidez de pele e mucosa.
• Primeiros socorros
–Comprimir o local com um pano limpo;
–Elevar o membro quando possível;
–Comprimir os pontos arteriais
–Prevenir o estado de choque;
–Aplicar torniquete (amputação,
esmagamento de membro);
–Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Sinais e sintomas
– Sangramento geralmente não visível;
– Nível de consciência variável dependente da
intensidade e local do sangramento.
• Primeiros socorros
– Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando
os sinais vitais e atuando adequadamente nas
intercorrências;
– Agilizar o encaminhamento para o atendimento
hospitalar.
• É a falência do sistema cardiocirculatório devido à
causas variadas, proporcionando uma inadequada
perfusão e oxigenação dos tecidos.
• Sinais e sintomas
– Inconsciência profunda;
– Pulso fraco e rápido;
– Aumento da freqüência respiratória;
– Perfusão capilar lenta ou nula;
– Tremores de frio.
• Primeiros socorros
– Colocar a vítima em local arejado, afastar curiosos e
afrouxar as roupas;
– Manter a vítima deitada com as pernas mais
elevadas;
– Manter a vítima aquecida;
– Lateralizar a cabeça em casos de vômitos;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Queimadura é uma lesão produzida no
tecido de revestimento do organismo, por
agentes térmicos, elétricos, produtos
químicos, irradiação ionizante e animais
peçonhentos.
• Sinais e sintomas
• 1º Grau
– Atinge somente a epiderme;
– Dor local e vermelhidão da área atingida.
• 2º Grau
– Atinge a epiderme e a derme;
– Apresenta dor local, vermelhidão e bolhas d’água.
• 3º Grau
– Atinge a epiderme, derme e alcança os tecidos mais
profundos, podendo chegar até o ósso
• Primeiros socorros
– Isolar a vítima do agente agressor;
– Diminuir a temperatura local, banhando com água fria
(1ºGrau);
– Proteger a área afetada com plástico;
– Não perfurar bolhas, colocar gelo, aplicar
medicamentos, nem produtos caseiros;
– Retirar parte da roupa que esteja em volta da área
queimada;
– Retirar anéis e pulseiras, para não provocar
estrangulamento ao inchar.
– Encaminhar para atendimento hospitalar;
• O envenenamento ou intoxicação resulta da penetração de
substância tóxica/nociva no organismo através da pele,
aspiração e ingestão.
• Sinais e sintomas
– Dor e sensação de queimação nas vias de penetração e
sistemas correspondentes;
– Hálito com odor estranho;
– Sonolência, confusão mental, alucinações e delírios,
estado de coma;
– Lesões cutâneas;
– Náuseas e vômitos;
– Alterações da respiração e do pulso.
• Primeiros socorros
• PELE
– Retirar a roupa impregnada;
– Lavar a região atingida com água em abundância;
– Substâncias sólidas devem ser retiradas antes de lavar com água;
– Agasalhar a vítima;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• ASPIRAÇÃO
– Proporcionar a ventilação;
– Abrir as vias áreas respiratórias;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• INGESTÃO
– Identificar o tipo de veneno ingerido;
– Provocar vômito somente quando a vítima
apresentar-se consciente, oferecendo água;
– Não provocar vômitos nos casos de inconsciência,
ingestão de soda cáustica, ácidos ou produtos
derivados de petróleo;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• É o fenômeno da passagem da corrente elétrica
pelo corpo quando em contato com partes
energizadas.
• Sinais e sintomas
– Parada cardiorrespiratória;
– Queimaduras;
– Lesões traumáticas.
• Primeiros socorros
– Interromper imediatamente o contato da vítima com a
corrente elétrica, utilizando luvas isolantes de borracha
de acordo com a classe de tensão, com luvas de
cobertura ou bastão isolante;
– Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não
estiver usando botas com solado isolante;
– Realizar avaliação primária (grau de consciência,
respiração e pulsação);
– Aplicar as condutas preconizadas para parada
cardiorrespiratória, queimaduras e lesões traumáticas;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Fratura é o rompimento total ou parcial de
qualquer osso. Existem dois tipos de fratura:
–Fechadas: sem exposição óssea;
–Expostas: o osso está ou esteve exposto.
• IDENTIFICANDO UMA FRATURA
• Compare o membro supostamente fraturado
com o correspondente não comprometido.
Procure a presença de:
• Deformações;
• Inchaço;
• Espasmo da
musculatura;
• Feridas;
• Palidez.
Procure a presença de:
• Dor à manipulação;
• Creptação óssea;
• Enchimento capilar
lento;
• Diminuição da
sensibilidade;
• Redução da
temperatura.
• Primeiros socorros
Fraturas Fechadas
 Imobilizar com tala ou
material rígido
Fraturas Expostas
 Cobrir o ferimento com
pano limpo;
 Estancar o
sangramento;
 Prevenir contra o estado
de choque;
Não Movimente a parte fraturada;
Não de nada de comer ou beber à vítima;
Encaminhar para atendimento hospitalar.
 Toda vez que os ossos de uma articulação ou junta sairem de seu
lugar proceda como no caso de fraturas fechadas.
 Colocar o braço em uma tipóia quando houver luxação do ombro,
cotovelo ou punho;
 encaminhar para atendimento médico.
Entorses:
 Tratar como se houvesse fratura fechada;
 aplicar gelo e compressas frias;
 encaminhar para atendimento médico.
– A coluna vertebral é composta de 33 vértebras
sobrepostas, localizada do crânio ao cóccix, e no seu
interior há a medula espinhal, que realiza a condução dos
impulsos nervosos.
– As lesões da coluna vertebral mal conduzidas podem
produzir lesões graves e irreversíveis de medula, com
comprometimento neurológico definitivo (tetraplegia ou
paraplegia).
– Todo o cuidado deverá ser tomado com estas vitimas para
não surgirem lesões adicionais.
• Sinais e sintomas
– Dor local intensa;
– Diminuição da sensibilidade, formigamento ou
dormência em membros inferiores e/ou
superiores;
– Paralisia dos segmentos do corpo, que ocorrem
abaixo da lesão;
– Perda do controle esfincteriano (urina e/ou fezes
soltas).
• Nota: Todas as vitimas inconscientes deverão ser
consideradas e tratadas como portadoras de lesões
na coluna.
• Primeiros socorros
– Cuidado especial com a vítima inconsciente;
– Imobilizar o pescoço antes do transporte, utilizando o colar
cervical;
– Movimentar a vítima em bloco, impedindo particularmente
movimentos bruscos do pescoço e do tronco;
– Colocar em prancha de madeira;
– Encaminhar para atendimento hospitalar.
• Uma pessoa - De Apoio
• Passe o seu braço em torno da cintura da
vítima e o braço da vítima ao redor de seu
pescoço.
• Uma pessoa - Nas costas
• Dê as costas para a vítima, passe os braços
dela ao redor de seu pescoço, incline-a para
frente e levante-a.
• Uma pessoa - Cadeirinha
• Faça a cadeirinha conforme abaixo. Passe os
braços da vítima ao redor do seu pescoço e levante
a vítima.
• Duas pessoas - Segurando pelas extremidades
• Uma segura a vítima pelas axilas, enquanto a outra,
segura pelas pernas abertas. Ambas devem erguer a
vítima simultaneamente.
• Três pessoas
• Uma segura a cabeça e costas, a outra, a cintura e a parte
superior das coxas. A terceira segura a parte inferior das
coxas e pernas. Os movimentos das três pessoas devem ser
simultâneos, para impedir deslocamentos da cabeça, coluna,
coxas e pernas.
• Quatro pessoas
• Semelhante ao de três pessoas. A quarta
pessoa imobiliza a cabeça da vítima
impedindo qualquer tipo de deslocamento.

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Primeiros socorros e resgate espaço confinado

  • 1.
  • 2. Segurança do local tem que ser observado , para garantir sua segurança e de sua equipe e demais presentes, de nenhuma forma qualquer membro da equipe tem que ser expor a um risco com chance de transformar em vitima.
  • 3. A NECESSIDADE DO TREINAMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS E RCP: A expressão “Primeiros Socorros” significa o atendimento imediato prestado a uma pessoa vítima de um acidente ou de um mal súbito. Quando aplicados com eficiência, os primeiros socorros significam a diferença entre “vida e morte”, “recuperação rápida e hospitalização longa” ou, “ invalidez temporária e invalidez permanente”. Abaixo fornecemos noções básicas, simples e importantes para o atendimento de primeiros socorros. É bom lembrar que a vida do acidentado depende do modo e da rapidez com que tais atendimentos são dados.
  • 4. O local da ocorrência ? A vítima - Está consciente? As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma informação?
  • 5. Mecanismos da lesão. Há algum objeto caído próximo da vítima, como escada, andaime, bicicleta, etc.? Deformidades e lesões. A vítima está caída em posição estranha? Ela está queimada? Há sinais de esmagamento de algum membro? Sinais. Há sangue nas vestes ou ao redor da vítima? Ela vomitou? Ela está tendo convulsões? .
  • 6. É a avaliação sucinta da respiração, circulação e nível de consciência. Deve ser completada em no máximo 30 segundos. Tem por finalidade a rápida identificação de condições de risco de morte, o início precoce do suporte básico de vida (SBV).
  • 7. A avaliação primária deve ser cuidadosa e respeitar uma rotina, como podemos ver abaixo: 1. A Vias Aéreas e manutenção da coluna cervical 2. B Ventilação 3. C Circulação /Hemorragias 4. D Avaliação neurológica 5. E Hipotermia 6 F Transporte 7 Observe que nos elos da correntre, segue uma seqüência lógica de atendimento padrão e que não se deve quebrar de maneira nehuma esta seqüência .
  • 8. Checar se a respiração está presente e efetiva (ver, ouvir e sentir). Se a respiração estiver ausente, iniciar respiração artificial (passo "B" resolvido temporariamente). Estando presente a respiração, analisar sua qualidade: lenta ou rápida, superficial ou profunda, de ritmo regular ou irregular, silenciosa ou ruidosa. Após o controle cervical e a identificação, pergunte à vítima o que aconteceu. Uma pessoa só consegue falar se tiver ar nos pulmões e se ele passar pelas cordas vocais.
  • 9. O objetivo principal do passo "C" é estimar as condições do sistema circulatório e controlar grandes hemorragias. Para tanto devem ser avaliados: pulso; perfusão periférica; coloração, temperatura e umidade da pele. Neste passo também devem ser controladas as hemorragias que levem a risco de vida eminente.
  • 10. Tomadas as medidas possíveis para garantir o “ABC”, importa conhecer o estado neurológico da vítima (passo "D"), para melhor avaliar a gravidade e a estabilidade do quadro. A – Vítima acordada com resposta adequada ao ambiente. V – Vítima adormecida. Os olhos se abrem mediante estímulo verbal. D – Vítima com os olhos fechados que só se abrem mediante estímulo doloroso. O estímulo doloroso deve ser aplicado sob a forma de compressão intensa na borda do músculo trapézio, na região póstero- lateral do pescoço. I – Vítima não reage a qualquer estímulo. A alteração do nível de consciência pode ocorrer pelos seguintes motivos:
  • 11. Para além da nomenclatura A-V-D-I, deve avaliar a resposta pupilar à luz, pois é um bom indicador da existência ou não de sofrimento cerebral. Para isso, deve incidir uma luz diretamente sobre cada uma das pupilas. Miose Midriase Anisocoria
  • 12. 3. Abordagem Secundária Finalmente, no passo "E", expor a vítima, à procura de lesões. Entretanto, em nível pré-hospitalar, as roupas da vítima só serão removidas para expor lesões sugeridas por suas queixas ou reveladas pelo exame segmentar, respeitando seu pudor no ambiente público.
  • 13. Abertura dos Olhos Espontânea 04 pontos Olhos abertos espontaneamente, com movimentos normais. À Voz 03 pontos Olhos fechados que só se abrem mediante um estímulo verbal (não necessariamente à ordem de "abra os olhos"). À Dor 02 pontos Olhos fechados que só se abrem mediante estímulo doloroso. Ausente 01 ponto Não abre os olhos
  • 14. Melhor Resposta Verbal Orientada 05 pontos Consegue descrever quem é, o que aconteceu etc. Confusa 04 pontos Respondem às perguntas, mas não sabe descrever quem é, onde está ou o que aconteceu. Palavras Desconexas 03 pontos Diz palavras isoladas e desconexas, não conseguindo formar frases completas. Sons Ininteligíveis 02 pontos Não conseguem sequer articular palavras, emitindo apenas murmúrios ou grunhidos. Ausente 01 ponto Não emite qualquer som vocal.
  • 15. Melhor Resposta Motora Obedece a Comandos 06 pontos É capaz de executar movimentos mediante solicitação verbal, do tipo "mova a mão", "levante a perna". Movimento Apropriado à Dor 05 pontos Consegue localizar a região onde está sendo estimulado dolorosamente e tenta remover a mão do examinador para impedi-lo. Retirada à Dor 04 pontos Localiza o estímulo doloroso e tenta escapar dele, retraindo a região estimulada. Flexão Anormal 03 pontos Ao ser estimulado, flexiona as extremidades superiores (e estende as extremidades inferiores), assumindo a chamada "atitude de decorticação." Extensão Anormal 02 pontos Ao ser estimulado, estende as extremidades superiores e inferiores, assumindo a chamada "atitude de descerebração". Ausência de Resposta 01 ponto Não apresenta qualquer resposta motora.
  • 16. Extensão anormal – atitude de descerebração Flexão anormal – atitude de decorticação
  • 17.
  • 18.
  • 19. • É a ausência das funções vitais, movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo; a parada de uma acarreta a parada da outra. • Sinais e sintomas – Inconsciência; – Ausência de movimentos respiratórios e batimentos cardíacos.
  • 20. • Freqüência respiratória por minuto HOMEM 15 A 20 RESPIRAÇÕES MULHER 18 A 20 RESPIRAÇÕES CRIANÇA 20 A 25 RESPIRAÇÕES LATENTE 30 A 40 RESPIRAÇÕES
  • 21. • Freqüência cardíaca em batimentos por minuto HOMEM 60 A 70 BATIMENTOS MULHER 65 A 80 BATIMENTOS CRIANÇA 120 A 125 BATIMENTOS LATENTE 125 A 130 BATIMENTOS
  • 22. • Como localizar o coração
  • 23. • COMO LOCALIZAR DA MASSAGEM
  • 24. • Reanimação cardiopulmonar – 1 ou 2 Socorristas • PROCEDA 04 CICLOS E REPITA A ANÁLISE PRIMÁRIA OBS: Para Pronto atendimento e também no caso de crianças e afogamentos é utilizado respiração boca-boca
  • 25. • REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR • OBS: EM PRIMEIROS SOCORROS PARA SOCORRISTAS (LEIGOS) UTILIZAMOS SOMENTE 30 MASSAGEM CARDIACA
  • 26.
  • 27. Características: São causados por diversos motivos, tais como:  fraqueza;  jejum prolongado;  posição erecta imóvel. Tratamento:  desapertar as roupas da vítima e colocá-la em lugar arejado;  falar com a vítima no sentido de respirar fundo, abaixando forçadamente sua cabeça para a frente, colocando-a entre as pernas, em nível mais baixo do que os joelhos;  pode-se também, manter a vítima deitada de costas, procurando deixar a cabeça em nível mais baixo do que o restante do corpo.
  • 28. É a perda súbita da consciência, acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias. Como causas de convulsões, podemos citar a febre muito alta, traumatismo na cabeça, intoxicações, epilepsia e outras doenças.
  • 29. Alguns animais, quando picam, inoculam a sua peçonha, produzindo sintomas que variam com a espécie, quantidade de veneno injetado, condições de nutrição, idade, peso e altura da vítima. São eles: cobras venenosas; escorpião; aranha; centopéia; marimbondo; abelha; e outros.
  • 30.
  • 31. Os soros comumente aplicados após a picada de cobra são os seguintes: Cobra desconhecida = soro anti-ofídico (polivalente); Jararaca = soro anti-botrópico ou soro anti-ofídico (polivalente); Cascavel = soro anti-crotálico ou soro anti-ofídico (polivalente); Surucucu = soro anti-laquético ou soro anti-ofídico (polivalente); Coral verdadeira = soro anti-elapídico ou soro anti-ofídico (polivalente).
  • 32. Amarrar, fazer torniquetes ou garrotes. Além de agravar o acidente, pode descaracterizá-lo dificultando o diagnóstico médico Não colocar no local da picada infusões, cataplasmas, café, fumo, folhas, esterco, urina, cachaça ou querosene, que podem infeccionar ou danificar ainda mais os tecidos afetados Não perfurar, cortar ou queimar o local da picada. Além de não retirar o veneno, prejudica a circulação local e favorece infecções. Não dar bebidas alcoólicas, querosene, gasolina, urina, remédios ou qualquer outra bebida ao acidentado. Além de não ter atividade contra o veneno, podem intoxicar ainda mais o acidentado A demora de tratamento adequado pode significar a diferença entre a vida e a morte. Portanto, não perca tempo com tratamentos caseiros. Eles geralmente atrapalham e agravam o quadro clínico do acidentado com serpentes.
  • 33. Escorpiões são encontrados geralmente nas pilhas de madeira, cercas, tijolos, telhas e cupinzeiros. Sapatos e botas são ótimos esconderijos. No Brasil existem cerca de dez gêneros e acima de 50 espécies de escorpiões, destacando-se a espécie venenosa Tytyus serrulatus . Para essa espécie existe um soro anti-escorpionídico. As espécies de cor amarela, comuns em Minas Gerais, são mais venenosas do que as de cor marrom. Acidentes com escorpiões são menos frequentes do que os com cobras, pois eles são pouco agressivos e têm hábitos noturnos. O seu veneno é potente, ataca o sistema nervoso (neuro-tóxico) e pode matar nas primeiras 24 horas, principalmente se a vítima for uma criança.
  • 34. Sintomas: dores fortes, baixa rápida da temperatura do corpo, suor intenso, aumento da pressão, enjôo e vômitos. Como agir, no caso de picadas: 1 - manter a vítima em repouso e calma; 2 - lavar o local da picada com água e sabão; 3 - não fazer torniquete no membro acidentado; 4 - aplicar compressas frias nas primeiras horas; 5 - aplicar respiração artificial, se a vítima não estiver respirando bem; e 6 - encaminhar a vítima ao Posto Médico ou Hospital.
  • 35. Os tipos de aranha que apresentam maiores perigos são: •aranha marrom (Loxosceles); •armadeiras (Phoneutria) - acidentes muito frequentes (75%); •tarântulas (Lycosa) - as mais venenosas. Aranha marrom (Loxosceles); Armadeiras (Phoneutria) acidentes muito frequentes (75%);
  • 36. •tarântulas (Lycosa) - as mais venenosas. A mais perigosa, a viúva-negra, é do gênero Latrodectus ,
  • 37. Aranha-marrom Nome Científico: Loxosceles Nome em Ingês: Brown Spider ou Violin Spider Identificação: É a menor aranha entre as mais perigosas (Corpo 7-12 mm). Por causa dos hábitos noturnos e seu tamanho, passam desapercebidas pelo homem e podem então proliferar-se extraordinariamente. O cefalotórax é baixo, isto é, não ultrapassa, em altura, o abdômen, os olhos são seis. Todas apresentam um colorido uniforme que varia do marron claro até o escuro, podendo apresentar no cefalotórax um desenho amarelo em forma de estrela (L. gaucho). Uma fêmea pode produzir até 15 ootecas que contêm de 22 a 138 ovos. A duração de vida é de 1536 dias para as fêmeas e 696 para os machos que acasalaram. O ataque: Não são aranhas agressivas e a maioria dos acidentes (cerca de 80%) ocorrem dentro de casa. Elas picam quando são comprimidas contra o corpo da vítima, dentro de roupas , toalhas de banho e na cama. Onde são encontradas: São aranhas domiciliares que se alojam, de preferência, nos armários, roupas e sapatos velhos. Comprimidas ao corpo da vítima quando esta se vete ou calça o sapato, desferem seu ataque. As picadas atingem, com mais freqüência, os antebraços, braços e ombros, colo, nuca, rosto, tórax, ventre e, mais raramente, outras partes do corpo.
  • 38. 3 dias 4 dias 5 dias 6 dias
  • 41. • Ocorre devido à exposição prolongada dos raios solares sobre o indivíduo. • Sinais e sintomas – Temperatura do corpo elevada; – Pele quente, avermelhada e seca; – Diferentes níveis de consciência; – Falta de ar; – Desidratação; – Dor de cabeça, náuseas e tontura.
  • 42. • Primeiros socorros – Remover a vítima para lugar fresco e arejado; – Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, envolvendo-a com toalhas umedecidas; – Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma freqüente; – Mantê-la deitada; – Avaliar nível de consciência, pulso e respiração; – Providenciar transporte adequado; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 43. • Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (fundições, padarias, caldeiras etc.) intenso trabalho muscular. • Sinais e sintomas – Temperatura do corpo elevada; – Pele quente, avermelhada e seca; – Diferentes níveis de consciência; – Falta de ar; – Desidratação; – Dor de cabeça, náuseas e tontura; – Insuficiência respiratória.
  • 44. • Primeiros socorros – Remover a vítima para lugar fresco e arejado; – Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, aplicando compressas de pano umedecido com água; – Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado; – Avaliar nível de consciência, pulso e respiração; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 45. • Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”. Causas • variadas: epilepsia, febre alta, traumatismo craniano, etc. • Sinais e sintomas – Inconsciência; – Queda abrupta da vitima; – Salivação abundante e vômito; – Contração brusca e involuntária dos músculos; – Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes; – Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas); – Esquecimento.
  • 46. • Primeiros socorros – Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro; – Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários não causem lesões; – Afastar objetos existentes ao redor da vitima; – Lateralizar a cabeça em caso de vômitos; – Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente; – Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envol-vendo-o com pano embebido por água; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 47. • São lesões que acometem as estruturas superficiais ou profundas do organismo com grau de sangramento, laceração e contaminação variável. • Sinais e sintomas – Dor e edema local; – Sangramento; – Laceração em graus variáveis; – Contaminação se não adequadamente tratado.
  • 48. • Primeiros socorros – Priorizar o controle do sangramento; – Lavar o ferimento com água; – Proteger o ferimento com pano limpo, fixando-o sem apertar; – Não remover objetos empalados; – Não colocar qualquer substância estranha sobre a lesão; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 49. • É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo (artérias, veias e capilares). • Toda hemorragia deve ser controlada imediatamente. • A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos.
  • 50. • Como reconhecer o sangramento Arterial Venoso Capilar
  • 51. • Sinais e sintomas –Sangramento visível; –Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea; –Palidez de pele e mucosa.
  • 52. • Primeiros socorros –Comprimir o local com um pano limpo; –Elevar o membro quando possível; –Comprimir os pontos arteriais –Prevenir o estado de choque; –Aplicar torniquete (amputação, esmagamento de membro); –Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 53. • Sinais e sintomas – Sangramento geralmente não visível; – Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento. • Primeiros socorros – Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências; – Agilizar o encaminhamento para o atendimento hospitalar.
  • 54.
  • 55. • É a falência do sistema cardiocirculatório devido à causas variadas, proporcionando uma inadequada perfusão e oxigenação dos tecidos. • Sinais e sintomas – Inconsciência profunda; – Pulso fraco e rápido; – Aumento da freqüência respiratória; – Perfusão capilar lenta ou nula; – Tremores de frio.
  • 56. • Primeiros socorros – Colocar a vítima em local arejado, afastar curiosos e afrouxar as roupas; – Manter a vítima deitada com as pernas mais elevadas; – Manter a vítima aquecida; – Lateralizar a cabeça em casos de vômitos; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 57. • Queimadura é uma lesão produzida no tecido de revestimento do organismo, por agentes térmicos, elétricos, produtos químicos, irradiação ionizante e animais peçonhentos.
  • 58. • Sinais e sintomas • 1º Grau – Atinge somente a epiderme; – Dor local e vermelhidão da área atingida. • 2º Grau – Atinge a epiderme e a derme; – Apresenta dor local, vermelhidão e bolhas d’água. • 3º Grau – Atinge a epiderme, derme e alcança os tecidos mais profundos, podendo chegar até o ósso
  • 59. • Primeiros socorros – Isolar a vítima do agente agressor; – Diminuir a temperatura local, banhando com água fria (1ºGrau); – Proteger a área afetada com plástico; – Não perfurar bolhas, colocar gelo, aplicar medicamentos, nem produtos caseiros; – Retirar parte da roupa que esteja em volta da área queimada; – Retirar anéis e pulseiras, para não provocar estrangulamento ao inchar. – Encaminhar para atendimento hospitalar;
  • 60. • O envenenamento ou intoxicação resulta da penetração de substância tóxica/nociva no organismo através da pele, aspiração e ingestão. • Sinais e sintomas – Dor e sensação de queimação nas vias de penetração e sistemas correspondentes; – Hálito com odor estranho; – Sonolência, confusão mental, alucinações e delírios, estado de coma; – Lesões cutâneas; – Náuseas e vômitos; – Alterações da respiração e do pulso.
  • 61. • Primeiros socorros • PELE – Retirar a roupa impregnada; – Lavar a região atingida com água em abundância; – Substâncias sólidas devem ser retiradas antes de lavar com água; – Agasalhar a vítima; – Encaminhar para atendimento hospitalar. • ASPIRAÇÃO – Proporcionar a ventilação; – Abrir as vias áreas respiratórias; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 62. • INGESTÃO – Identificar o tipo de veneno ingerido; – Provocar vômito somente quando a vítima apresentar-se consciente, oferecendo água; – Não provocar vômitos nos casos de inconsciência, ingestão de soda cáustica, ácidos ou produtos derivados de petróleo; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 63. • É o fenômeno da passagem da corrente elétrica pelo corpo quando em contato com partes energizadas. • Sinais e sintomas – Parada cardiorrespiratória; – Queimaduras; – Lesões traumáticas.
  • 64. • Primeiros socorros – Interromper imediatamente o contato da vítima com a corrente elétrica, utilizando luvas isolantes de borracha de acordo com a classe de tensão, com luvas de cobertura ou bastão isolante; – Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não estiver usando botas com solado isolante; – Realizar avaliação primária (grau de consciência, respiração e pulsação); – Aplicar as condutas preconizadas para parada cardiorrespiratória, queimaduras e lesões traumáticas; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 65. • Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso. Existem dois tipos de fratura: –Fechadas: sem exposição óssea; –Expostas: o osso está ou esteve exposto.
  • 66. • IDENTIFICANDO UMA FRATURA • Compare o membro supostamente fraturado com o correspondente não comprometido. Procure a presença de: • Deformações; • Inchaço; • Espasmo da musculatura; • Feridas; • Palidez. Procure a presença de: • Dor à manipulação; • Creptação óssea; • Enchimento capilar lento; • Diminuição da sensibilidade; • Redução da temperatura.
  • 67. • Primeiros socorros Fraturas Fechadas  Imobilizar com tala ou material rígido Fraturas Expostas  Cobrir o ferimento com pano limpo;  Estancar o sangramento;  Prevenir contra o estado de choque; Não Movimente a parte fraturada; Não de nada de comer ou beber à vítima; Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 68.  Toda vez que os ossos de uma articulação ou junta sairem de seu lugar proceda como no caso de fraturas fechadas.  Colocar o braço em uma tipóia quando houver luxação do ombro, cotovelo ou punho;  encaminhar para atendimento médico. Entorses:  Tratar como se houvesse fratura fechada;  aplicar gelo e compressas frias;  encaminhar para atendimento médico.
  • 69. – A coluna vertebral é composta de 33 vértebras sobrepostas, localizada do crânio ao cóccix, e no seu interior há a medula espinhal, que realiza a condução dos impulsos nervosos. – As lesões da coluna vertebral mal conduzidas podem produzir lesões graves e irreversíveis de medula, com comprometimento neurológico definitivo (tetraplegia ou paraplegia). – Todo o cuidado deverá ser tomado com estas vitimas para não surgirem lesões adicionais.
  • 70.
  • 71. • Sinais e sintomas – Dor local intensa; – Diminuição da sensibilidade, formigamento ou dormência em membros inferiores e/ou superiores; – Paralisia dos segmentos do corpo, que ocorrem abaixo da lesão; – Perda do controle esfincteriano (urina e/ou fezes soltas). • Nota: Todas as vitimas inconscientes deverão ser consideradas e tratadas como portadoras de lesões na coluna.
  • 72.
  • 73. • Primeiros socorros – Cuidado especial com a vítima inconsciente; – Imobilizar o pescoço antes do transporte, utilizando o colar cervical; – Movimentar a vítima em bloco, impedindo particularmente movimentos bruscos do pescoço e do tronco; – Colocar em prancha de madeira; – Encaminhar para atendimento hospitalar.
  • 74. • Uma pessoa - De Apoio • Passe o seu braço em torno da cintura da vítima e o braço da vítima ao redor de seu pescoço.
  • 75. • Uma pessoa - Nas costas • Dê as costas para a vítima, passe os braços dela ao redor de seu pescoço, incline-a para frente e levante-a.
  • 76. • Uma pessoa - Cadeirinha • Faça a cadeirinha conforme abaixo. Passe os braços da vítima ao redor do seu pescoço e levante a vítima.
  • 77. • Duas pessoas - Segurando pelas extremidades • Uma segura a vítima pelas axilas, enquanto a outra, segura pelas pernas abertas. Ambas devem erguer a vítima simultaneamente.
  • 78. • Três pessoas • Uma segura a cabeça e costas, a outra, a cintura e a parte superior das coxas. A terceira segura a parte inferior das coxas e pernas. Os movimentos das três pessoas devem ser simultâneos, para impedir deslocamentos da cabeça, coluna, coxas e pernas.
  • 79. • Quatro pessoas • Semelhante ao de três pessoas. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.