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Resiliência, Excelência Técnica, Trabalho em Tribos
Os referenciais de Trabalho e Aprendizagem Global
3 – A Escola / Centro de Formação
Laboratorios de Aprendizagem, Remotos e Virtuais
Os Hiper-Espaços da Experiência
4 – Novos Modelos de Intervenção - SecBizDevOps
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5 – Os Atos de Engenharia Informática :
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Human time – time governed by our physical, biological and mental limitations as humans
Digital time – time governed by computing, networking and data transmission speeds
Future time – time governed by predictive analytics, algorithms and artificial intelligence
Human time – time governed
by our physical, biological and
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Digital time – time governed
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Excelência técnica – IA : da Literacia à Fluência
An AI Completed 360,000 Hours of Finance Work in Just Seconds
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As Tribos : P2P - P2M - M2M
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The Next Phase Of UX:
Designing Chatbot Personalities
When the conversation is the interface,
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crafting the right words.
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Be ready Learn to code
Be bold Learn to build software
Be in demand
Learn to solve business
problems
AI forward thinking
Feed forward – Fast Forward
Where it fits Programming ?
“Software is eating the world and MDD should be in the driving seat”
Is Programming Art ?
Learn to code with AI
Learn to build software
with AI
Learn to solve business
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Registo EngagementCognition
Technologies
software Industry : Changing Paradigm
From Registry to Engagement Paradigm through Cognition Technologies
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Em 2016, 20% das organizações nacionais vão iniciar pilotos com sistemas cognitivos;
Fonte IDC
Waterfall
Agile
(Scrum)
DevOps
Microservice
Modelos de Trabalho e Competências – Decaying to Microservices ?
Cognitivas
Afetivas
Cinestésicas
Internet
Social
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Big Data Analyics
3D Printing
Renewable Energy
Internet of Things
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Nanotechnology
Robotics
Blockchain
New Economic Paradigm
Future Scenarios
Innovation Accelerators
Technology Foundation
Smart Grid
Connected Car
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Artificial Narrow Intelligence
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Connected Healtcare
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Autonomous Vehicles
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Artificial General Intelligence
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Treino Teste Avaliação
Search Tree
1
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3
Silver and team taught the system to play the game using
what’s called a deep neural network (…)
Using a second technology called reinforcement learning,
they set up matches in which slightly different versions of
AlphaGo played each other. (…)
They fed moves from these AlphaGo-versus-AlphaGo matches
into another neural network. Basically, this neural
network trained the system to look
ahead to the potential results of each move. (…)
4
4
With this training, combined with a “tree search” that
examines the potential outcomes in a more traditional
and systematic way, it estimates the probability that a
given move will result in a win.
AlphaGo – Lee Sedol
Anatomia da Jogada 37
Jogada 37
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Engenharia, Inovação e
Desenvovimento Organizacional
ATOS
DE
ENGENHARIA INFORMÁTICA
1 — Análise de Domínio e Engenharia de Requisitos (ADER)
2 — Conceção e Construção de Soluções Informáticas (CCSI)
3 — Teste e Validação de Soluções Informáticas (TVSI)
4 — Planeamento e Exploração de Infraestruturas de Tecnologias de
Informação (PEITI)
5 — Gestão de Projetos de Sistemas de Informação (GPSI)
6 — Planeamento e Auditoria de Sistemas de Informação (PASI)
7 — Investigação, Ensino e Normalização
8 — Manutenção e Gestão de Ativos
O Futuro hoje …
Francisco Lavrador Pires
Engenharia, Inovação e
Desenvovimento Organizacional
ATOS DE ENGENHARIA INFORMÁTICA
1 — Análise de Domínio e Engenharia de Requisitos (ADER)
1.1 — Caracterização de domínios e levantamento de requisitos informacionais
e informáticos
1.1.1 — Modelação de domínios aplicacionais de sistemas de informação
1.1.2 — Identificação e caracterização de contextos organizacionais
e requisitos de negócio
1.1.3 — Identificação e caracterização de requisitos funcionais de
sistemas de informação
1.1.4 — Identificação e caracterização de requisitos não -funcionais
de sistemas de informação
1.1.5 — Análise e validação de requisitos de sistemas de informação
1.2 — Especificação de requisitos de sistemas de informação
1.2.1 — Especificação de requisitos de informação na perspetiva
do negócio
1.2.2 — Especificação de requisitos de interoperabilidade entre sistemas
de informação
1.2.3 — Especificação de interações com pessoas em sistemas de
informação
1.2.4 — Especificação de (outros) requisitos não -funcionais de sistemas
de informação
1.3 — Conceção de sistemas de informação
1.3.1 — Definição e modelação de processos de aquisição, transformação
e armazenamento de informação
1.3.2 — Definição e modelação de arquiteturas de sistemas de informação
1.3.3 — Análise de custo e benefício de sistemas de informação
1.3.4 — Avaliações de risco e impacto organizacional de sistemas
de informação
1.4 — Especificação de requisitos de soluções informáticas
1.4.1 — Especificação de requisitos funcionais de soluções informá-
ticas na perspetiva do utilizador
1.4.2 — Especificação de requisitos de interoperabilidade entre soluções
informáticas
1.4.3 — Especificação de interfaces do utilizador em soluções informáticas
1.4.4 — Especificação de outros requisitos não -funcionais de soluções
informáticas (por exemplo, desempenho ou segurança)
2 — Conceção e Construção de Soluções Informáticas (CCSI)
2.1 — Análise e estimativa de esforço dos requisitos de soluções
informáticas
2.1.1 — Análise e validação de requisitos de soluções informáticas
(inclui, por exemplo, identificação, caracterização e avaliação de do
risco técnico associado aos requisitos)
2.1.2 — Estimativa de esforço associado aos requisitos de soluções
informáticas (inclui, por exemplo, esforço de implementação de requisitos,
de configuração de plataformas de suporte ao desenvolvimento e
de aprendizagem de ferramentas)
2.2 — Conceção de soluções informáticas
2.2.1 — Especificação e modelação de requisitos de soluções informáticas
na perspetiva do sistema
2.2.2 — Definição e modelação de arquiteturas de soluções informáticas
2.2.3 — Análise de custo e benefício de arquiteturas de soluções
informáticas
2.2.4 — Especificação e modelação de mecanismos e procedimentos
informáticos (inclui, por exemplo, conceção de módulos, componentes
e algoritmos)
2.2.5 — Dimensionamento e definição de regras de construção de
soluções informática
2.3 — Construção e manutenção de soluções informáticas
2.3.1 — Identificação e seleção de plataformas e ferramentas de
suporte à construção e manutenção de soluções informáticas
2.3.2 — Programação de soluções informáticas (inclui, por exemplo,
codificação de usando diversas linguagens e tecnologias de programação
nos vários níveis de intervenção)
2.3.3 — Identificação, caracterização e avaliação do risco de alterações
nas soluções informáticas (inclui, por exemplo, impactos no
cumprimento dos requisitos e nas características técnicas)
2.3.4 — Execução de alterações nas soluções informáticas (inclui, por
exemplo, manutenção corretiva, preventiva e evolutiva)
2.4 — Configuração, integração e entrega de soluções informáticas
2.4.1 — Configuração de soluções informáticas previamente construídas
(inclui, por exemplo, parametrização de pacotes aplicacionais)
2.4.2 — Integração de soluções informáticas (inclui, por exemplo,
interoperação de soluções informáticas previamente construídas)
2.4.3 — Entrega de soluções informáticas (inclui, por exemplo, documentação
de, treino de entidades de suporte e formação de utilizadores)
3 — Teste e Validação de Soluções Informáticas (TVSI)
3.1 — Planeamento de teste e validação de soluções informáticas
3.1.1 — Definição e documentação de âmbito e objetivos do teste e
validação de soluções informáticas
3.1.2 — Definição e documentação de planos de teste e validação de
soluções informáticas (inclui, por exemplo, níveis, critérios, plano de
atividades e alocação de recursos, métricas de monitorização e controlo)
3.2 — Análise e conceção de testes de soluções informáticas
3.2.1 — Análise e validação de documentação de suporte à definição
de casos de teste de soluções informáticas
3.2.2 — Definição, priorização e documentação de casos e dados de
teste e validação de soluções informáticas
3.2.3 — Definição e documentação de ambientes de teste e validação
de soluções informáticas (inclui, por exemplo, configurações, plataformas
e ferramentas)
3.3 — Implementação e execução de testes de soluções informáticas
3.3.1 — Revisão e análise de código informático
3.3.2 — Definição e documentação de procedimentos de teste e validação
de soluções informáticas
3.3.3 — Execução de testes e registo de defeitos de soluções informáticas
4 — Planeamento e Exploração de Infraestruturas de Tecnologias de
Informação (PEITI)
4.1 — Analise e estimativa de esforço dos requisitos de infraestruturas
de computação, comunicação e serviços
4.1.1 — Análise e validação de requisitos de infraestruturas de computação,
comunicações e serviços (inclui, por exemplo, identificação,
caracterização e avaliação de do risco técnico associado aos requisitos)
4.1.2 — Estimativa de esforço associado aos requisitos de infraestruturas
de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo,
esforço de implementação de requisitos, de configuração de infraestruturas
existentes e de aprendizagem de ferramentas)
4.1.3 — Especificação e modelação de requisitos de infraestruturas de
computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, centros de
processamento de dados, plataformas, topologias de redes informáticas,
protocolos e zonas de segurança)
4.2 — Conceção de infraestruturas de computação, comunicações
e serviços
4.2.1 — Definição e modelação de arquiteturas de infraestruturas
de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, redes
informáticas, armazenamento e processamento)
4.2.2 — Dimensionamento e definição da capacidade de infraestruturas
de computação, comunicações e serviços
4.2.3 — Análise de custo e benefício de soluções de infraestruturas
de computação, comunicações e serviços
4.2.4 — Definição e documentação de planos de contingência e de
gestão de incidentes em infraestruturas de computação, comunicações
e serviços
4.3 — Configuração, integração e entrega de infraestruturas de computação,
comunicações e serviços
4.3.1 — Configuração de componentes de infraestruturas de computa-
ção, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, equipamentos ativos,
software infraestrutural e segurança lógica e software aplicacional)
4.3.2 — Integração de soluções de infraestruturas de computação,
comunicações e serviços
4.3.3 — Entrega de soluções de infraestruturas de computação, comunicações
e serviços (inclui, por exemplo, documentação, treino de
entidades de suporte e formação de utilizadores)
4.4 — Gestão e manutenção de infraestruturas de computação, comunicações
e serviços
4.4.1 — Monitorização e administração de infraestruturas de computação,
comunicações e serviços (inclui, por exemplo, centros de processamento
de dados, redes informáticas, equipamentos ativos, software
infraestrutural, software aplicacional e segurança lógica)
4.4.2 — Identificação, caracterização e avaliação do risco de alterações
nas infraestruturas de computação, comunicações e serviços
(inclui, por exemplo, impactos no cumprimento dos requisitos e nas
características técnicas)
4.4.3 — Execução de alterações nas infraestruturas de computação,
comunicações e serviços (inclui por exemplo, manutenção corretiva,
preventiva e evolutiva)
5 — Gestão de Projetos de Sistemas de Informação (GPSI)
5.1 — Conceção de planos de gestão de projetos de sistemas de
informação
5.1.1 — Revisão e aprovação de planos preliminares de projeto de
sistemas de informação
5.1.2 — Definição e documentação de planos de gestão de projetos
de sistemas de informação (inclui, por exemplo, âmbito, tempo, custos,
qualidade, recursos, comunicação, risco, alterações e aquisições)
5.2 — Gestão de recursos e stakeholders em projetos de sistemas
de informação
5.2.1 — Organização, controlo e gestão de recursos humanos, equipamentos
e materiais afetos a projetos de sistemas de informação
5.2.2 — Implementação de planos de gestão dos stakeholders em
projetos de sistemas de informação (inclui, por exemplo, plano de comunicação
de associado e gestão de expectativas ao longo do projeto)
5.3 — Gestão de risco em projetos de sistemas de informação
5.3.1 — Definição e documentação de planos de gestão de risco em
projetos de sistemas de informação
5.3.2 — Identificação, caracterização e avaliação de risco em projetos
de sistemas de informação
5.3.3 — Monitorização e controlo do risco na gestão de projetos de
sistemas de informação
5.3.4 — Implementação de mecanismos de resposta a riscos na gestão
de projetos de sistemas de informação
5.4 — Monitorização, controlo e reporte na evolução de projetos de
sistemas de informação
5.4.1 — Verificação e controlo de âmbito, cronogramas, custos e
aquisições na gestão de projetos de sistemas de informação
5.4.2 — Reporte de estado dos entregáveis, medidas de desempenho
de execuções e previsões de execuções futuras na gestão de projetos de
sistemas de informação
5.4.3 — Implementação de planos de gestão da qualidade em projetos
de sistemas de informação (inclui, por exemplo, mecanismos de
controlo de qualidade)
5.4.4 — Implementação de planos de gestão da mudança em projetos
de sistemas de informação (inclui, por exemplo, processamento das
alterações, monitorização de e controlo)
5.5 — Encerramento de projetos de sistemas de informação
5.5.1 — Análise de sucesso e cumprimento dos objetivos de projetos
de sistemas de informação
5.5.2 — Análise post -mortem de projetos de sistemas de informação
e elaboração de documentação para definição de métricas e estimativas
6 — Planeamento e Auditoria de Sistemas de Informação (PASI)
6.1 — Conceção de estratégias de sistemas de informação
6.1.1 — Definição e documentação de arquiteturas de negócio
6.1.2 — Definição e documentação de estratégias aplicacionais de
sistemas de informação
6.1.3 — Definição e documentação de estratégias tecnológicas de
sistemas de informação
6.1.4 — Definição e documentação de planos de governação de sistemas
de informação (inclui, por exemplo, políticas de gestão de níveis
de serviços, qualidade, risco e segurança aquisição, desenvolvimento
e atualização de tecnológica gestão de projetos e de recursos humanos
e materiais)
6.2 — Implementação de planos de governação de sistemas de informação
6.2.1 — Implementação de planos de gestão e auditoria de níveis
de serviços, qualidade, risco e segurança em sistemas de informação
6.2.2 — Implementação de planos de gestão e auditoria de aquisição,
desenvolvimento e atualização tecnológica em sistemas de informação
6.2.3 — Implementação de planos de gestão e auditoria de gestão de
projetos e de recursos humanos e materiais em sistemas de informação
7 — Investigação, Ensino e Normalização
7.1 — Áreas de Engenharia Informática
7.1.1 — Atividades de ensino e I&D em áreas de Engenharia Informática
8 — Manutenção e Gestão de Ativos
8.1 — Manutenção e gestão de ativos
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Engenharia, Inovação e
Desenvovimento Organizacional
Internet
Social
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Cloud
Big Data Analyics
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Cognitive Systems
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Praticas no ensino profissional na area das ti

  • 1. Encontros: Práticas no Ensino Profissional na área das TI Coimbra, 11 de Março 2017 Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 2. Visão, e Futuríveis(s) para as Práticas de Ensino Profissional na área das Tecnologias, Sistemas, Processos e Pessoas que lidam com Dados e Informação. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 3. 1 - Onde estamos e para onde vamos? O Cone de Possibilidades Para onde vamos ? Tecnologias, Processos e Modelos Simbióticos Emergentes O Tempo Humano, O tempo Digital e o Tempo Futuro 2 – Das Profissões ao Mapa de Competências? Resiliência, Excelência Técnica, Trabalho em Tribos Os referenciais de Trabalho e Aprendizagem Global 3 – A Escola / Centro de Formação Laboratorios de Aprendizagem, Remotos e Virtuais Os Hiper-Espaços da Experiência 4 – Novos Modelos de Intervenção - SecBizDevOps Bootcamps, NanoDegrees, Academias, Hackathons Centros de Treino de Alto Rendimento 5 – Os Atos de Engenharia Informática : Referencial ou “Path Learning” ? A Segurança O Futuro hoje : Os Atos de Engenharia Informática Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 4. 1 – Onde estamos e para onde vamos? O Cone de Possibilidades Para onde vamos ? Tecnologias, Processos e Modelos Simbióticos Emergentes O Tempo Humano, O tempo Digital e o Tempo Futuro Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 5. This is the full range of events that could unfold. This is what we believe is possible but unlikely. This is what’s most likely to happen. This is what we want to happen.
  • 6. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Organizacional
  • 7. FUTURE TIME … Computing in Future Time and Digital Transformation Let’s first identify these different time continuums: Human time – time governed by our physical, biological and mental limitations as humans Digital time – time governed by computing, networking and data transmission speeds Future time – time governed by predictive analytics, algorithms and artificial intelligence Human time – time governed by our physical, biological and mental limitations as humans Digital time – time governed by computing, networking and data transmission speeds Future time – time governed by predictive analytics, algorithms and artificial intelligence
  • 8. The promise and … the peril Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Organizacional Para onde vamos ?
  • 9. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 10. 2 – Das Profissões ao Mapa de Competências? Resiliência, Excelência Técnica, Trabalho em Tribos Os referenciais de Trabalho e Aprendizagem Global (Worklearning ) Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 11. Resiliência Culture Engineering in the Era of Real Time Francisco Lavrador Pires Software Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 12. Excelência técnica – IA : da Literacia à Fluência An AI Completed 360,000 Hours of Finance Work in Just Seconds
  • 13. CHATBOTS EXPLAINER Rule - based AI - based As Tribos : P2P - P2M - M2M Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 14. The Next Phase Of UX: Designing Chatbot Personalities When the conversation is the interface, experience design is all about crafting the right words. You may have heard that "conversational interfaces" are the new hotness in digital product design. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 15. Be ready Learn to code Be bold Learn to build software Be in demand Learn to solve business problems AI forward thinking Feed forward – Fast Forward Where it fits Programming ? “Software is eating the world and MDD should be in the driving seat” Is Programming Art ? Learn to code with AI Learn to build software with AI Learn to solve business problems with AI Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 16. Registo EngagementCognition Technologies software Industry : Changing Paradigm From Registry to Engagement Paradigm through Cognition Technologies Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional Em 2016, 20% das organizações nacionais vão iniciar pilotos com sistemas cognitivos; Fonte IDC
  • 17. Waterfall Agile (Scrum) DevOps Microservice Modelos de Trabalho e Competências – Decaying to Microservices ? Cognitivas Afetivas Cinestésicas
  • 18. Internet Social Mobile Cloud Big Data Analyics 3D Printing Renewable Energy Internet of Things Cognitive Systems Nanotechnology Robotics Blockchain New Economic Paradigm Future Scenarios Innovation Accelerators Technology Foundation Smart Grid Connected Car Smart Homes Artificial Narrow Intelligence Smart Cities Next Generation Education Connected Healtcare Sharing Economy Automation of Everything Autonomous Vehicles Healthy Life Extension Energy Internet Maker Economy Money 2.0 Circular Economy Artificial General Intelligence Logistics Internet Empower Economy Human 2.0 Decentraliation of Everything Human Machine Convergence Democracy 2.0 Artificial Super Intelligence Radical Life Extension Mapa de Competências … Future Scenarios New Economic Paradigm Innovation Accelerators Technology Foundation Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Organizacional
  • 19. 3 – A Escola / Centro de Formação Laboratorios de Aprendizagem, Remotos e Virtuais Os Hiper-Espaços da Experiência Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 20. Critical Skills Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 21. BYOD In Schools Addressing the most common parent concerns about BYOD in schools Os Hiper-espaços da Experiência Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 22. 4 – Novos Modelos de Intervenção - SecBizDevOps Bootcamps, NanoDegrees, Academias, Hackathons Centros de Treino de Alto Rendimento Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 23. Time ROI VaC  Value At Capability Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 24. Treino Teste Avaliação Search Tree 1 2 3 1 2 3 Silver and team taught the system to play the game using what’s called a deep neural network (…) Using a second technology called reinforcement learning, they set up matches in which slightly different versions of AlphaGo played each other. (…) They fed moves from these AlphaGo-versus-AlphaGo matches into another neural network. Basically, this neural network trained the system to look ahead to the potential results of each move. (…) 4 4 With this training, combined with a “tree search” that examines the potential outcomes in a more traditional and systematic way, it estimates the probability that a given move will result in a win. AlphaGo – Lee Sedol Anatomia da Jogada 37 Jogada 37 Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 25. SecBizDevOps Hackathons Bootcamps NanoDegrees Academias Novos Modelos de Intervenção Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 26. 5 – Os Atos de Engenharia Informática : Referencial ou “Path Learning” ? A Segurança Os Atos : O Futuro hoje … Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 28. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 29. Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 30. ATOS DE ENGENHARIA INFORMÁTICA 1 — Análise de Domínio e Engenharia de Requisitos (ADER) 2 — Conceção e Construção de Soluções Informáticas (CCSI) 3 — Teste e Validação de Soluções Informáticas (TVSI) 4 — Planeamento e Exploração de Infraestruturas de Tecnologias de Informação (PEITI) 5 — Gestão de Projetos de Sistemas de Informação (GPSI) 6 — Planeamento e Auditoria de Sistemas de Informação (PASI) 7 — Investigação, Ensino e Normalização 8 — Manutenção e Gestão de Ativos O Futuro hoje … Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 31. ATOS DE ENGENHARIA INFORMÁTICA 1 — Análise de Domínio e Engenharia de Requisitos (ADER) 1.1 — Caracterização de domínios e levantamento de requisitos informacionais e informáticos 1.1.1 — Modelação de domínios aplicacionais de sistemas de informação 1.1.2 — Identificação e caracterização de contextos organizacionais e requisitos de negócio 1.1.3 — Identificação e caracterização de requisitos funcionais de sistemas de informação 1.1.4 — Identificação e caracterização de requisitos não -funcionais de sistemas de informação 1.1.5 — Análise e validação de requisitos de sistemas de informação 1.2 — Especificação de requisitos de sistemas de informação 1.2.1 — Especificação de requisitos de informação na perspetiva do negócio 1.2.2 — Especificação de requisitos de interoperabilidade entre sistemas de informação 1.2.3 — Especificação de interações com pessoas em sistemas de informação 1.2.4 — Especificação de (outros) requisitos não -funcionais de sistemas de informação 1.3 — Conceção de sistemas de informação 1.3.1 — Definição e modelação de processos de aquisição, transformação e armazenamento de informação 1.3.2 — Definição e modelação de arquiteturas de sistemas de informação 1.3.3 — Análise de custo e benefício de sistemas de informação 1.3.4 — Avaliações de risco e impacto organizacional de sistemas de informação 1.4 — Especificação de requisitos de soluções informáticas 1.4.1 — Especificação de requisitos funcionais de soluções informá- ticas na perspetiva do utilizador 1.4.2 — Especificação de requisitos de interoperabilidade entre soluções informáticas 1.4.3 — Especificação de interfaces do utilizador em soluções informáticas 1.4.4 — Especificação de outros requisitos não -funcionais de soluções informáticas (por exemplo, desempenho ou segurança) 2 — Conceção e Construção de Soluções Informáticas (CCSI) 2.1 — Análise e estimativa de esforço dos requisitos de soluções informáticas 2.1.1 — Análise e validação de requisitos de soluções informáticas (inclui, por exemplo, identificação, caracterização e avaliação de do risco técnico associado aos requisitos) 2.1.2 — Estimativa de esforço associado aos requisitos de soluções informáticas (inclui, por exemplo, esforço de implementação de requisitos, de configuração de plataformas de suporte ao desenvolvimento e de aprendizagem de ferramentas) 2.2 — Conceção de soluções informáticas 2.2.1 — Especificação e modelação de requisitos de soluções informáticas na perspetiva do sistema 2.2.2 — Definição e modelação de arquiteturas de soluções informáticas 2.2.3 — Análise de custo e benefício de arquiteturas de soluções informáticas 2.2.4 — Especificação e modelação de mecanismos e procedimentos informáticos (inclui, por exemplo, conceção de módulos, componentes e algoritmos) 2.2.5 — Dimensionamento e definição de regras de construção de soluções informática 2.3 — Construção e manutenção de soluções informáticas 2.3.1 — Identificação e seleção de plataformas e ferramentas de suporte à construção e manutenção de soluções informáticas 2.3.2 — Programação de soluções informáticas (inclui, por exemplo, codificação de usando diversas linguagens e tecnologias de programação nos vários níveis de intervenção) 2.3.3 — Identificação, caracterização e avaliação do risco de alterações nas soluções informáticas (inclui, por exemplo, impactos no cumprimento dos requisitos e nas características técnicas) 2.3.4 — Execução de alterações nas soluções informáticas (inclui, por exemplo, manutenção corretiva, preventiva e evolutiva) 2.4 — Configuração, integração e entrega de soluções informáticas 2.4.1 — Configuração de soluções informáticas previamente construídas (inclui, por exemplo, parametrização de pacotes aplicacionais) 2.4.2 — Integração de soluções informáticas (inclui, por exemplo, interoperação de soluções informáticas previamente construídas)
  • 32. 2.4.3 — Entrega de soluções informáticas (inclui, por exemplo, documentação de, treino de entidades de suporte e formação de utilizadores) 3 — Teste e Validação de Soluções Informáticas (TVSI) 3.1 — Planeamento de teste e validação de soluções informáticas 3.1.1 — Definição e documentação de âmbito e objetivos do teste e validação de soluções informáticas 3.1.2 — Definição e documentação de planos de teste e validação de soluções informáticas (inclui, por exemplo, níveis, critérios, plano de atividades e alocação de recursos, métricas de monitorização e controlo) 3.2 — Análise e conceção de testes de soluções informáticas 3.2.1 — Análise e validação de documentação de suporte à definição de casos de teste de soluções informáticas 3.2.2 — Definição, priorização e documentação de casos e dados de teste e validação de soluções informáticas 3.2.3 — Definição e documentação de ambientes de teste e validação de soluções informáticas (inclui, por exemplo, configurações, plataformas e ferramentas) 3.3 — Implementação e execução de testes de soluções informáticas 3.3.1 — Revisão e análise de código informático 3.3.2 — Definição e documentação de procedimentos de teste e validação de soluções informáticas 3.3.3 — Execução de testes e registo de defeitos de soluções informáticas 4 — Planeamento e Exploração de Infraestruturas de Tecnologias de Informação (PEITI) 4.1 — Analise e estimativa de esforço dos requisitos de infraestruturas de computação, comunicação e serviços 4.1.1 — Análise e validação de requisitos de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, identificação, caracterização e avaliação de do risco técnico associado aos requisitos) 4.1.2 — Estimativa de esforço associado aos requisitos de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, esforço de implementação de requisitos, de configuração de infraestruturas existentes e de aprendizagem de ferramentas) 4.1.3 — Especificação e modelação de requisitos de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, centros de processamento de dados, plataformas, topologias de redes informáticas, protocolos e zonas de segurança) 4.2 — Conceção de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.2.1 — Definição e modelação de arquiteturas de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, redes informáticas, armazenamento e processamento) 4.2.2 — Dimensionamento e definição da capacidade de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.2.3 — Análise de custo e benefício de soluções de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.2.4 — Definição e documentação de planos de contingência e de gestão de incidentes em infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.3 — Configuração, integração e entrega de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.3.1 — Configuração de componentes de infraestruturas de computa- ção, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, equipamentos ativos, software infraestrutural e segurança lógica e software aplicacional) 4.3.2 — Integração de soluções de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.3.3 — Entrega de soluções de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, documentação, treino de entidades de suporte e formação de utilizadores) 4.4 — Gestão e manutenção de infraestruturas de computação, comunicações e serviços 4.4.1 — Monitorização e administração de infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, centros de processamento de dados, redes informáticas, equipamentos ativos, software infraestrutural, software aplicacional e segurança lógica) 4.4.2 — Identificação, caracterização e avaliação do risco de alterações nas infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui, por exemplo, impactos no cumprimento dos requisitos e nas características técnicas) 4.4.3 — Execução de alterações nas infraestruturas de computação, comunicações e serviços (inclui por exemplo, manutenção corretiva, preventiva e evolutiva) 5 — Gestão de Projetos de Sistemas de Informação (GPSI) 5.1 — Conceção de planos de gestão de projetos de sistemas de informação 5.1.1 — Revisão e aprovação de planos preliminares de projeto de sistemas de informação 5.1.2 — Definição e documentação de planos de gestão de projetos de sistemas de informação (inclui, por exemplo, âmbito, tempo, custos, qualidade, recursos, comunicação, risco, alterações e aquisições)
  • 33. 5.2 — Gestão de recursos e stakeholders em projetos de sistemas de informação 5.2.1 — Organização, controlo e gestão de recursos humanos, equipamentos e materiais afetos a projetos de sistemas de informação 5.2.2 — Implementação de planos de gestão dos stakeholders em projetos de sistemas de informação (inclui, por exemplo, plano de comunicação de associado e gestão de expectativas ao longo do projeto) 5.3 — Gestão de risco em projetos de sistemas de informação 5.3.1 — Definição e documentação de planos de gestão de risco em projetos de sistemas de informação 5.3.2 — Identificação, caracterização e avaliação de risco em projetos de sistemas de informação 5.3.3 — Monitorização e controlo do risco na gestão de projetos de sistemas de informação 5.3.4 — Implementação de mecanismos de resposta a riscos na gestão de projetos de sistemas de informação 5.4 — Monitorização, controlo e reporte na evolução de projetos de sistemas de informação 5.4.1 — Verificação e controlo de âmbito, cronogramas, custos e aquisições na gestão de projetos de sistemas de informação 5.4.2 — Reporte de estado dos entregáveis, medidas de desempenho de execuções e previsões de execuções futuras na gestão de projetos de sistemas de informação 5.4.3 — Implementação de planos de gestão da qualidade em projetos de sistemas de informação (inclui, por exemplo, mecanismos de controlo de qualidade) 5.4.4 — Implementação de planos de gestão da mudança em projetos de sistemas de informação (inclui, por exemplo, processamento das alterações, monitorização de e controlo) 5.5 — Encerramento de projetos de sistemas de informação 5.5.1 — Análise de sucesso e cumprimento dos objetivos de projetos de sistemas de informação 5.5.2 — Análise post -mortem de projetos de sistemas de informação e elaboração de documentação para definição de métricas e estimativas 6 — Planeamento e Auditoria de Sistemas de Informação (PASI) 6.1 — Conceção de estratégias de sistemas de informação 6.1.1 — Definição e documentação de arquiteturas de negócio 6.1.2 — Definição e documentação de estratégias aplicacionais de sistemas de informação 6.1.3 — Definição e documentação de estratégias tecnológicas de sistemas de informação 6.1.4 — Definição e documentação de planos de governação de sistemas de informação (inclui, por exemplo, políticas de gestão de níveis de serviços, qualidade, risco e segurança aquisição, desenvolvimento e atualização de tecnológica gestão de projetos e de recursos humanos e materiais) 6.2 — Implementação de planos de governação de sistemas de informação 6.2.1 — Implementação de planos de gestão e auditoria de níveis de serviços, qualidade, risco e segurança em sistemas de informação 6.2.2 — Implementação de planos de gestão e auditoria de aquisição, desenvolvimento e atualização tecnológica em sistemas de informação 6.2.3 — Implementação de planos de gestão e auditoria de gestão de projetos e de recursos humanos e materiais em sistemas de informação 7 — Investigação, Ensino e Normalização 7.1 — Áreas de Engenharia Informática 7.1.1 — Atividades de ensino e I&D em áreas de Engenharia Informática 8 — Manutenção e Gestão de Ativos 8.1 — Manutenção e gestão de ativos Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 34. Internet Social Mobile Cloud Big Data Analyics 3D Printing Renewable Energy Internet of Things Cognitive Systems Nanotechnology Robotics Blockchain New Economic Paradigm Future Scenarios Innovation Accelerators Technology Foundation Smart Grid Connected Car Smart Homes Artificial Narrow Intelligence Smart Cities Next Generation Education Connected Healtcare Sharing Economy Automation of Everything Autonomous Vehicles Healthy Life Extension Energy Internet Maker Economy Money 2.0 Circular Economy Artificial General Intelligence Logistics Internet Empower Economy Human 2.0 Decentraliation of Everything Human Machine Convergence Democracy 2.0 Artificial Super Intelligence Radical Life Extension Do Mapa de Competências para um Grafo de Novas Consciências … Future Scenarios New Economic Paradigm Innovation Accelerators Technology Foundation Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Organizacional
  • 35. Questões ??? Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 36. Obrigado Email : flpires@gmail.com Skype : franciscopires3 Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional
  • 37. Encontros: Práticas no Ensino Profissional na área das TI Coimbra, 11 de Março 2017 Francisco Lavrador Pires Engenharia, Inovação e Desenvovimento Organizacional

Notas do Editor

  1. http://blog.neolms.com/addressing-the-most-common-parent-concerns-about-byod-in-schools/
  2. SecBizDevOps Bootcamps, NanoDegrees, Academias, Hackathons Centros de Treino de Alto Rendimento
  3. ATOS DE ENGENHARIA INFORMÁTICA : http://www.ordemengenheiros.pt/fotos/editor2/noticias/atosdeengenharia_regpublnodr420_201522julho.pdf