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Exploratório 9 
Sistema 
reprodutor 
Exploratório 9
Exploratório 9 
Reprodução 
Preservação da espécie 
Reprodução sexuada: união de um 
gâmeta masculino (espermatozoide) 
com um gâmeta feminino (ovócito) 
Fecundação 
Desenvolvimento do novo ser
• Caracteres sexuais primários – órgãos genitais 
• Caracteres sexuais secundários – o seu aparecimento e desenvolvimento são 
estimulados pelas hormonas sexuais: testosterona (no caso dos homens) e 
estrogénios e progesterona (no caso das mulheres) 
Exploratório 9 
Distinção entre géneros e 
preparação para a reprodução 
Seios 
desenvolvidos 
Ancas 
largas 
Pelos 
púbicos 
Pelo no rosto 
Maçã de Adão 
desenvolvida Ombros largos 
Pelo no peito 
Pelos púbicos 
Crescimento do 
pénis 
Maior massa 
muscular
Sistema reprodutor feminino 
2. Trompas de Falópio – 
local onde ocorre a 
fecundação (união do 
espermatozoide com o 
ovócito II). 
Exploratório 9 
Gónadas 
Ovários (1) 
Vias genitais 
Trompas de falópio (2) 
Útero (3) 
Vagina (4) 
Órgãos genitais externos 
Vulva (5) 
1. Ovários – produção dos 
gâmetas femininos 
(ovócitos) e de hormonas 
sexuais (estrogénios e 
progesterona). 
3. Útero – local onde 
ocorre a gestação. É 
constituído por tecido 
muscular e a sua 
parede interna, o 
endométrio, sofre 
transformações cíclicas. 
4. Vagina – órgão onde 
ocorre a deposição de 
esperma durante a relação 
sexual. Canal através do 
qual ocorre a expulsão do 
bebé durante o parto. 
5. Vulva – composta pelos 
grandes lábios, pequenos 
lábios, clitoris e orifício genital.
Sistema reprodutor masculino 
7. Pénis – constituído por 
tecido erétil que se preenche 
com sangue, originando uma 
ereção (aumento de volume e 
rigidez). A ereção é essencial 
para a inserção do pénis na 
vagina. 
Exploratório 9 
Gónadas 
Testículos (1) 
Vias genitais 
Epidídimos (2) 
Canais deferentes (3) 
Uretra (4) 
Órgãos genitais externos 
Pénis (7) 
Escroto (8) 
Glândulas anexas 
Vesículas seminais (5) 
Próstata (6) 
2. Epidídimos – canais 
enrolados onde são 
armazenados os 
espermatozoides até ocorrer 
uma ejaculação 
1. Testículos – produção dos gâmetas 
masculinos (espermatozoides) e da 
hormona sexual masculina 
(testosterona). 
8. Escroto – Bolsa onde se localizam os testículos, fora da cavidade 
abdominal. Desta forma, as células que originam os espermatozoides 
encontram-se a uma temperatura ligeiramente inferior à do corpo humano, 
o que permite o desenvolvimento ótimo destes gâmetas. 
5. Vesículas seminais – 
glândulas que produzem o 
líquido seminal. Este contém 
frutose, o nutriente que permite a 
produção de energia para a 
deslocação dos 
espermatozoides. 
6. Próstata – glândula que 
produz o líquido prostático, 
bastante fluido, que contribui 
para o deslocamento dos 
espermatozoides. 
4. Uretra – canal através do qual 
o esperma é expulso. Ao contrário 
do sistema reprodutor feminino, a 
uretra faz parte do sistema 
reprodutor do homem. 
3. Canais deferentes – canais que transportam os 
espermatozoides durante uma ejaculação. O líquido seminal e 
o líquido prostático são adicionados aos espermatozoides (na 
zona da bexiga), formando-se o esperma.
Exploratório 9 
Formação dos gâmetas 
• Nas células eucarióticas o material 
genético (ADN) encontra-se no núcleo e, 
em determinada fase do ciclo de vida da 
célula, o ADN encontra-se condensado – 
cromossoma. 
• A espécie humana 
caracteriza-se pela 
existência de 46 
cromossomas (23 pares) na 
grande maioria das suas 
células – células 
somáticas.
Exploratório 9 
• Após a fecundação, forma-se o ovo, cujo núcleo contém os 46 
cromossomas característicos da espécie humana. 
• Através de 
divisões 
celulares 
sucessivas 
(mitose) e 
posterior 
diferenciação, 
origina-se um 
novo ser, cujas 
células 
somáticas 
contêm 46 
cromossomas. 
Formação dos gâmetas 
Ovócito II 
Duas células 
(46 cromossomas em cada uma) 
Oito células 
(46 cromossomas em cada uma) 
Ovo ou zigoto 
(46 cromossomas)
Exploratório 9 
Na fecundação ocorre a união do núcleo do espermatozoide 
Espermatozoides 
Formação dos gâmetas 
com o núcleo do ovócito II. 
??? ??? 
23 cromossomas 23 cromossomas 
Ovo 
Ovócito II 
Fecundação 
46 cromossomas 
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Formação dos gâmetas 
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espermatozoides uma morfologia e fisiologia que lhes permite atingir o gâmeta feminino. 
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Exploratório 9 
fim da vida. 
Espermatogénese
Exploratório 9 
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raparigas ocorre o desenvolvimento 
de folículos ováricos, as células 
que, a partir da puberdade, irão 
originar os gâmetas femininos. 
Depois do nascimento 
não há a formação de 
mais folículos. 
Oogénese
Exploratório 9 
Oogénese 
A partir da puberdade, a cada 28 dias (normalmente) um 
ovócito inicia o seu desenvolvimento. O processo de 
crescimento e maturação dura cerca de 14 dias e ocorre, 
alternadamente, em cada ovário. 
Durante as divisões que ocorrem, as células resultantes não 
repartem o material de forma equitativa. Formam-se células de 
tamanho reduzido (os corpos polares) que acabam por 
degenerar.
Exploratório 9 
Oogénese 
Após o desenvolvimento do folículo 
ocorre a ovulação – rutura do folículo 
maduro e libertação do ovócito II para 
a trompa de Falópio. 
A oogénese só termina se 
ocorrer a fecundação. É a 
entrada do 
espermatozoide que 
desencadeia o final do 
processo, formando-se, 
assim, o óvulo. 
Na oogénese, ao contrário da espermatogénese, não ocorre 
qualquer processo de diferenciação do gâmeta feminino.
Gâmetas femininos e 
gâmetas masculinos 
Os gâmetas femininos e masculinos apresentam diferenças ao nível morfológico e fisiológico. 
Exploratório 9 
Ovócito II 
• Em cada ciclo menstrual é, 
normalmente, produzido 
apenas um ovócito II. 
Espermatozoide 
• Por não conterem reservas 
nutritivas, os espermatozoides 
têm dimensão reduzida (0,07mm) 
quando comparados com os 
ovócitos, o que lhes confere 
melhor mobilidade. 
• O ovócito apresenta 
dimensão muito superior 
aos espermatozoides (0, 1 
a 0,2 mm), pois contém 
as reservas nutritivas 
necessárias aos primeiros 
dias do desenvolvimento 
embrionário. 
• Os espermatozoides são 
produzidos continuamente e em 
grande quantidade – podem ser 
libertados entre 50 e 500 
milhões numa ejaculação. 
Como muitos espermatozoides 
não sobrevivem no organismo 
feminino aumenta-se, assim, a 
probabilidade de fecundação. 
• São constituídos pela cabeça, 
peça intermédia e flagelo, 
resultantes da diferenciação que 
ocorre na espermatogénese. 
• Tem uma forma 
arredondada e não 
contém estruturas que lhe 
confiram mobilidade. 
Cabeça 
Peça intermédia 
Flagelo
Exploratório 9 
Ciclo sexual feminino 
ou ciclo menstrual 
Transformações cíclicas que ocorrem, 
sincronizadamente nos ovários 
(alternadamente) e no útero (mais 
especificamente no endométrio). 
Ciclo ovárico 
• Duração média: 28 dias. 
• Início: primeiro dia da menstruação. 
• Fim: dia anterior ao da menstruação seguinte. 
O que é a menstruação? 
No A menstruação caso de não consiste ocorrer fecundação, na libertação 
as 
células de células do endométrio e sangue através desagregam-da vagina, 
se e 
os resultantes capilares da sanguíneos desagregação que as 
do 
irrigavam endométrio. 
rompem. 
Fase 
menstrual 
Fase 
proliferativa 
Fase 
secretora 
Fluxo 
menstrual 
Ciclo uterino 14 dias 
14 dias 
14.º dia
O ciclo ovárico ocorre alternadamente em cada um dos ovários e tem uma duração de 28 
dias. 
As transformações que ocorrem: 
• são reguladas por hormonas hipofisárias; 
• permitem o desenvolvimento e maturação de um folículo e a libertação do ovócito II 
Exploratório 9 
para a trompa de Falópio; 
• contribuem para a produção 
de hormonas ováricas (estrogénios 
e progesterona) que regulam 
as transformações que ocorrem 
no endométrio. Estas hormonas 
regulam também a produção 
e libertação das hormonas 
hipofisárias, através de mecanismos 
de retroação. 
Compreende três fases: 
• fase folicular; 
• ovulação; 
• fase luteínica (ou fase do corpo 
amarelo). 
Ciclo ovárico 
Formação e 
desenvolvimento do 
corpo amarelo 
Regressão 
do corpo 
amarelo 
Folículos não 
desenvolvidos 
Ovócito II 
Ovócito II 
Ovulação 
Folículo 
maduro 
OVULAÇÃO 
FASE 
FOLICULAR 
FASE 
LUTEÍNICA 
14 dias 
14 dias 
14.º dia
Ovulação 
•Ocorre normalmente ao 14.º dia do ciclo e corresponde à 
rutura do folículo maduro e libertação do ovócito II para a 
trompa de Falópio. 
•Coincide com o período fértil, período em que a mulher 
pode engravidar 
Fase folicular 
• Inicia-se com o 
desenvolvimento de alguns 
folículos. 
•Normalmente, apenas um 
dos folículos atinge a 
maturação (os restantes 
degeneram), resultando na 
produção de um ovócito II. 
• As células constituintes dos 
folículos produzem 
estrogénios, hormonas 
responsáveis pela 
multiplicação celular do 
endométrio e aumento do 
número de capilares 
sanguíneos naquele tecido. 
Exploratório 9 
Fase luteínica (ou 
do corpo amarelo) 
As células que 
restaram do folículo 
maduro originam o 
corpo amarelo. 
Depois de formado, o 
corpo amarelo 
desenvolve-se, 
acabando por regredir 
ao fim de 14 dias. O 
corpo amarelo produz 
estrogénios e 
progesterona. A 
progesterona, além 
de contribuir para o 
aumento do 
espessamento do 
endométrio, estimula 
o desenvolvimento de 
glândulas secretoras 
de substâncias 
nutritivas naquele 
tecido. 
Ciclo ovárico 
Formação e 
desenvolvimento do 
corpo amarelo 
Regressão 
do corpo 
amarelo 
Folículos não 
desenvolvidos 
Ovócito II 
Ovócito II 
Ovulação 
Folículo 
maduro 
OVULAÇÃO 
FASE 
FOLICULAR 
FASE 
LUTEÍNICA 
14 dias 
14 dias 
14.º dia
Ciclo uterino 
O ciclo uterino consiste em tranformações que ocorrem no endométrio, a parede interna 
do útero. 
As transformações que ocorrem são reguladas por hormonas ováricas – estrogénios e 
progesterona. 
Exploratório 9 
Compreende três fases: 
• fase menstrual ou menstruação; 
• fase proliferativa; 
• fase secretora.
Exploratório 9 
Se não ocorrer 
fecundação no ciclo 
anterior, dá-se a 
libertação de células 
e sangue através da 
vagina, resultantes da 
desagregação do 
endométrio. O fluxo 
menstrual dura, em 
média, entre 5 e 6 
dias. 
Ciclo uterino 
A produção de 
estrogénios durante 
a fase folicular 
estimula a 
multiplicação 
celular do 
endométrio, 
aumentando a sua 
espessura. Estimula, 
também, o aumento 
de capilares 
sanguíneos. 
A fase secretora ocorre em sincronia com a fase 
luteínica. A elevada quantidade de estrogénios e 
progesterona produzidos pelo corpo amarelo 
continuam a estimular o espessamento do 
endométrio, bem como a proliferação de 
capilares sanguíneos. A progesterona estimula 
ainda o desenvolvimento de glândulas 
secretoras, responsáveis pela produção de 
substâncias que asseguram a nutrição do 
embrião quando este se fixa ao endométrio, no 
caso de ter ocorrido fecundação.
Exploratório 9 
Regulação do ciclo 
menstrual 
A regulação do ciclo mentrual é efetuada através do 
sistema hormonal: 
• O hipotálamo regula a hipófise na produção de: 
- FSH (hormona folículo estimulante) 
- LH (hormona luteínica ) 
• As hormonas hipofisárias atuam no ovário: 
- FSH estimula o desenvolvimento dos folículos 
ováricos 
- LH promove a ovulação e o desenvolvimento do 
corpo amarelo 
• O folículo em desenvolvimento produz estrogénios. 
• O corpo amarelo produz estrogénios e 
progesterona. 
• O aumento de estrogénios e progesterona 
promovem o espessamento do endométrio. 
• A variação da concentração de estrogénios e 
progesterona regulam o complexo hipotálamo- 
-hipófise na produção de FSH e LH.
Exploratório 9 
Regulação do ciclo 
1. A hipófise produz FSH. 
menstrual 
2. A FSH promove o desenvolvimento folicular. 
3. O folículo em crescimento produz estrogénios. 
O aumento inicial de estrogénios: 
- inibe a produção de FSH e LH (retroação negativa); 
- promove o espessamento do endométrio. 
4. Imediatamente antes da ovulação a concentração de 
estrogénios é máxima, o que estimula a produção de LH e 
FSH (retroação positiva). 
5. Como consequência do pico de LH ocorre: 
- a ovulação; 
- a formação e o desenvolvimento do corpo amarelo. 
6. A produção de progesterona e estrogénios estimula o maior 
espessamento do endométrio. 
7. O aumento de concentração de estrogénios e progesterona 
inibe a produção de LH. O corpo amarelo começa a 
degenerar. 
8. A degeneração do corpo amarelo leva à diminuição da 
produção de estrogénios e progesterona. Assim: 
- o endométrio deixa de ser estimulado, o que tem como 
consequência a menstruação; 
- a hipófise é estimulada, por retroação negativa, a produzir 
FSH, reiniciando-se o ciclo.
Regulação do ciclo sexual masculino 
1. A hipófise produz FSH e LH e 
ambas atuam sobre os testículos. 
2. A FSH estimula a produção de 
espermatozoides, enquanto a LH 
estimula a produção de 
testosterona. 
3. A testosterona estimula a 
produção de espermatozoides e, 
atuando em vários tecidos-alvo, é 
responsável pelos caracteres 
sexuais primários e secundários. 
4. A concentração de testosterona 
no sangue atua sobre o complexo 
hipotálamo-hipófise através de 
mecanismos de retroação negativa. 
Exploratório 9 
1 
2 
3 
4
Exploratório 9 
E se ocorrer fecundação? 
1. Fecundação 
• O espermatozoide liberta enzimas que degradam as camadas protetoras do 
ovócito II. 
• Ocorre a fusão das membranas dos dois gâmetas. 
• O ovócito II dá origem ao óvulo. 
• Forma-se uma membrana que impede a entrada de outros 
espermatozoides. 
• Ocorre a fusão dos núcleos dos dois gâmetas. 
• Forma-se o ovo ou zigoto. 
1
Exploratório 9 
2 
3 
E se ocorrer fecundação? 
2. Início do desenvolvimento embrionário 
• O ovo sofre sucessivas divisões celulares, aumentando o número de 
células. 
• As sucessivas divisões ocorrem ao longo da trompa de Falópio, à custa das 
reservas nutritivas presentes no óvulo. 
• As contrações que ocorrem nas trompas contribuem para que o embrião se 
desloque até ao útero. 
2 
3. Nidação 
• Aproximadamente sete dias após a fecundação, o embrião implanta-se no 
endométrio, que deverá ter atingido o máximo de espessura. 
• Após a nidação, o embrião começa a nutrir-se através das secreções nutritivas 
produzidas durante a fase secretora. 
3
Anexos embrionários 
Placenta – após a nidação, e a partir de tecidos do embrião, forma-se a placenta. Neste órgão, apesar 
de não se encontrarem em contacto direto, os vasos sanguíneos do embrião estão associados aos 
vasos sanguíneos do endométrio materno. 
Apesar de o sangue materno e o sangue do embrião não se encontrarem em contacto direto e não se 
misturarem, é através da placenta que o embrião (e mais tarde o feto) obtém, por exemplo, o oxigénio 
e nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, bem como elimina as excreções. 
Através da placenta podem também 
passar para a corrente sanguínea do 
bebé agentes infecciosos (como vírus e 
bactérias), bem como substâncias 
prejudiciais ao seu desenvolvimento 
(medicamentos, álcool e componentes 
do tabaco). 
Exploratório 9 
Após a nidação, e durante cerca de 
30 dias, formam-se os anexos 
embrionários. 
Saco amniótico – o saco amniótico é 
uma bolsa que contém o líquido 
amniótico. 
Inicialmente, o líquido amniótico 
forma-se a partir de água proveniente 
do organismo materno. Na fase final 
da gravidez é constituído 
essencialmente por urina produzida 
pelo feto. 
Tem como principais funções: 
• proteger o embrião/feto de 
Cordão umbilical – estrutura 
exclusiva dos mamíferos, forma-se 
também a partir de células do 
embrião e encontra-se ligado à 
placenta. 
No cordão umbilical apenas circula 
sangue do bebé, que transporta os 
nutrientes e oxigénio provenientes do 
sangue materno, e excreções que o 
organismo materno elimina. 
choques mecânicos; 
• manter uma temperatura 
constante e favorável ao 
desenvolvimento do embrião/feto; 
• possibilitar o movimento do feto e, 
consequentemente, um bom 
desenvolvimento muscular e 
ósseo.
Desenvolvimento embrionário/fetal 
Ação de agentes causadores de malformações (medicamentos, infeções, radiações, etc.): 
Exploratório 9 
Período muito sensível 
Período menos sensível
Exploratório 9 
O parto é desencadeado por hormonas que 
estimulam a contração da parede uterina. 
Dilatação do cérvix 
• Relaxamento do cérvix e sua dilatação. 
• Fase mais prolongada, podendo durar entre 6 
Compreende a 12 horas três (por fases: 
vezes mais). 
• dilatação do cérvix (colo do útero); 
• expulsão do bebé; 
• explusão da placenta. 
Expulsão do bebé 
• As contrações uterinas aumentam em 
frequência e intensidade, ocorrendo a 
expulsão do bebé. 
• Dura, em média, entre 20 minutos e 1 hora. 
Expulsão da placenta 
• Num período de cerca de 15 minutos após o 
parto ocorre a expulsão da placenta. 
O parto 
Útero 
Cérvix 
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  • 1. Exploratório 9 Sistema reprodutor Exploratório 9
  • 2. Exploratório 9 Reprodução Preservação da espécie Reprodução sexuada: união de um gâmeta masculino (espermatozoide) com um gâmeta feminino (ovócito) Fecundação Desenvolvimento do novo ser
  • 3. • Caracteres sexuais primários – órgãos genitais • Caracteres sexuais secundários – o seu aparecimento e desenvolvimento são estimulados pelas hormonas sexuais: testosterona (no caso dos homens) e estrogénios e progesterona (no caso das mulheres) Exploratório 9 Distinção entre géneros e preparação para a reprodução Seios desenvolvidos Ancas largas Pelos púbicos Pelo no rosto Maçã de Adão desenvolvida Ombros largos Pelo no peito Pelos púbicos Crescimento do pénis Maior massa muscular
  • 4. Sistema reprodutor feminino 2. Trompas de Falópio – local onde ocorre a fecundação (união do espermatozoide com o ovócito II). Exploratório 9 Gónadas Ovários (1) Vias genitais Trompas de falópio (2) Útero (3) Vagina (4) Órgãos genitais externos Vulva (5) 1. Ovários – produção dos gâmetas femininos (ovócitos) e de hormonas sexuais (estrogénios e progesterona). 3. Útero – local onde ocorre a gestação. É constituído por tecido muscular e a sua parede interna, o endométrio, sofre transformações cíclicas. 4. Vagina – órgão onde ocorre a deposição de esperma durante a relação sexual. Canal através do qual ocorre a expulsão do bebé durante o parto. 5. Vulva – composta pelos grandes lábios, pequenos lábios, clitoris e orifício genital.
  • 5. Sistema reprodutor masculino 7. Pénis – constituído por tecido erétil que se preenche com sangue, originando uma ereção (aumento de volume e rigidez). A ereção é essencial para a inserção do pénis na vagina. Exploratório 9 Gónadas Testículos (1) Vias genitais Epidídimos (2) Canais deferentes (3) Uretra (4) Órgãos genitais externos Pénis (7) Escroto (8) Glândulas anexas Vesículas seminais (5) Próstata (6) 2. Epidídimos – canais enrolados onde são armazenados os espermatozoides até ocorrer uma ejaculação 1. Testículos – produção dos gâmetas masculinos (espermatozoides) e da hormona sexual masculina (testosterona). 8. Escroto – Bolsa onde se localizam os testículos, fora da cavidade abdominal. Desta forma, as células que originam os espermatozoides encontram-se a uma temperatura ligeiramente inferior à do corpo humano, o que permite o desenvolvimento ótimo destes gâmetas. 5. Vesículas seminais – glândulas que produzem o líquido seminal. Este contém frutose, o nutriente que permite a produção de energia para a deslocação dos espermatozoides. 6. Próstata – glândula que produz o líquido prostático, bastante fluido, que contribui para o deslocamento dos espermatozoides. 4. Uretra – canal através do qual o esperma é expulso. Ao contrário do sistema reprodutor feminino, a uretra faz parte do sistema reprodutor do homem. 3. Canais deferentes – canais que transportam os espermatozoides durante uma ejaculação. O líquido seminal e o líquido prostático são adicionados aos espermatozoides (na zona da bexiga), formando-se o esperma.
  • 6. Exploratório 9 Formação dos gâmetas • Nas células eucarióticas o material genético (ADN) encontra-se no núcleo e, em determinada fase do ciclo de vida da célula, o ADN encontra-se condensado – cromossoma. • A espécie humana caracteriza-se pela existência de 46 cromossomas (23 pares) na grande maioria das suas células – células somáticas.
  • 7. Exploratório 9 • Após a fecundação, forma-se o ovo, cujo núcleo contém os 46 cromossomas característicos da espécie humana. • Através de divisões celulares sucessivas (mitose) e posterior diferenciação, origina-se um novo ser, cujas células somáticas contêm 46 cromossomas. Formação dos gâmetas Ovócito II Duas células (46 cromossomas em cada uma) Oito células (46 cromossomas em cada uma) Ovo ou zigoto (46 cromossomas)
  • 8. Exploratório 9 Na fecundação ocorre a união do núcleo do espermatozoide Espermatozoides Formação dos gâmetas com o núcleo do ovócito II. ??? ??? 23 cromossomas 23 cromossomas Ovo Ovócito II Fecundação 46 cromossomas Se o ovo (que contém 46 cromossomas) resulta da união dos gâmetas, então quantos cromossomas existem no núcleo das células sexuais?
  • 9. Formação dos gâmetas Os gâmetas (com 23 cromossomas) originam-se nas gónadas a partir de Exploratório 9 células somáticas (com 46 cromossomas) Redução do número de cromossomas (46 23) – meiose Espermatogénese – formação dos espermatozoides Oogénese – formação dos ovócitos II
  • 10. • Na fase final da espermatogénese ocorre uma diferenciação que confere aos espermatozoides uma morfologia e fisiologia que lhes permite atingir o gâmeta feminino. • Nos homens, a produção de espermatozoides ocorre a partir da puberdade e até ao Exploratório 9 fim da vida. Espermatogénese
  • 11. Exploratório 9 Durante a fase embrionária das raparigas ocorre o desenvolvimento de folículos ováricos, as células que, a partir da puberdade, irão originar os gâmetas femininos. Depois do nascimento não há a formação de mais folículos. Oogénese
  • 12. Exploratório 9 Oogénese A partir da puberdade, a cada 28 dias (normalmente) um ovócito inicia o seu desenvolvimento. O processo de crescimento e maturação dura cerca de 14 dias e ocorre, alternadamente, em cada ovário. Durante as divisões que ocorrem, as células resultantes não repartem o material de forma equitativa. Formam-se células de tamanho reduzido (os corpos polares) que acabam por degenerar.
  • 13. Exploratório 9 Oogénese Após o desenvolvimento do folículo ocorre a ovulação – rutura do folículo maduro e libertação do ovócito II para a trompa de Falópio. A oogénese só termina se ocorrer a fecundação. É a entrada do espermatozoide que desencadeia o final do processo, formando-se, assim, o óvulo. Na oogénese, ao contrário da espermatogénese, não ocorre qualquer processo de diferenciação do gâmeta feminino.
  • 14. Gâmetas femininos e gâmetas masculinos Os gâmetas femininos e masculinos apresentam diferenças ao nível morfológico e fisiológico. Exploratório 9 Ovócito II • Em cada ciclo menstrual é, normalmente, produzido apenas um ovócito II. Espermatozoide • Por não conterem reservas nutritivas, os espermatozoides têm dimensão reduzida (0,07mm) quando comparados com os ovócitos, o que lhes confere melhor mobilidade. • O ovócito apresenta dimensão muito superior aos espermatozoides (0, 1 a 0,2 mm), pois contém as reservas nutritivas necessárias aos primeiros dias do desenvolvimento embrionário. • Os espermatozoides são produzidos continuamente e em grande quantidade – podem ser libertados entre 50 e 500 milhões numa ejaculação. Como muitos espermatozoides não sobrevivem no organismo feminino aumenta-se, assim, a probabilidade de fecundação. • São constituídos pela cabeça, peça intermédia e flagelo, resultantes da diferenciação que ocorre na espermatogénese. • Tem uma forma arredondada e não contém estruturas que lhe confiram mobilidade. Cabeça Peça intermédia Flagelo
  • 15. Exploratório 9 Ciclo sexual feminino ou ciclo menstrual Transformações cíclicas que ocorrem, sincronizadamente nos ovários (alternadamente) e no útero (mais especificamente no endométrio). Ciclo ovárico • Duração média: 28 dias. • Início: primeiro dia da menstruação. • Fim: dia anterior ao da menstruação seguinte. O que é a menstruação? No A menstruação caso de não consiste ocorrer fecundação, na libertação as células de células do endométrio e sangue através desagregam-da vagina, se e os resultantes capilares da sanguíneos desagregação que as do irrigavam endométrio. rompem. Fase menstrual Fase proliferativa Fase secretora Fluxo menstrual Ciclo uterino 14 dias 14 dias 14.º dia
  • 16. O ciclo ovárico ocorre alternadamente em cada um dos ovários e tem uma duração de 28 dias. As transformações que ocorrem: • são reguladas por hormonas hipofisárias; • permitem o desenvolvimento e maturação de um folículo e a libertação do ovócito II Exploratório 9 para a trompa de Falópio; • contribuem para a produção de hormonas ováricas (estrogénios e progesterona) que regulam as transformações que ocorrem no endométrio. Estas hormonas regulam também a produção e libertação das hormonas hipofisárias, através de mecanismos de retroação. Compreende três fases: • fase folicular; • ovulação; • fase luteínica (ou fase do corpo amarelo). Ciclo ovárico Formação e desenvolvimento do corpo amarelo Regressão do corpo amarelo Folículos não desenvolvidos Ovócito II Ovócito II Ovulação Folículo maduro OVULAÇÃO FASE FOLICULAR FASE LUTEÍNICA 14 dias 14 dias 14.º dia
  • 17. Ovulação •Ocorre normalmente ao 14.º dia do ciclo e corresponde à rutura do folículo maduro e libertação do ovócito II para a trompa de Falópio. •Coincide com o período fértil, período em que a mulher pode engravidar Fase folicular • Inicia-se com o desenvolvimento de alguns folículos. •Normalmente, apenas um dos folículos atinge a maturação (os restantes degeneram), resultando na produção de um ovócito II. • As células constituintes dos folículos produzem estrogénios, hormonas responsáveis pela multiplicação celular do endométrio e aumento do número de capilares sanguíneos naquele tecido. Exploratório 9 Fase luteínica (ou do corpo amarelo) As células que restaram do folículo maduro originam o corpo amarelo. Depois de formado, o corpo amarelo desenvolve-se, acabando por regredir ao fim de 14 dias. O corpo amarelo produz estrogénios e progesterona. A progesterona, além de contribuir para o aumento do espessamento do endométrio, estimula o desenvolvimento de glândulas secretoras de substâncias nutritivas naquele tecido. Ciclo ovárico Formação e desenvolvimento do corpo amarelo Regressão do corpo amarelo Folículos não desenvolvidos Ovócito II Ovócito II Ovulação Folículo maduro OVULAÇÃO FASE FOLICULAR FASE LUTEÍNICA 14 dias 14 dias 14.º dia
  • 18. Ciclo uterino O ciclo uterino consiste em tranformações que ocorrem no endométrio, a parede interna do útero. As transformações que ocorrem são reguladas por hormonas ováricas – estrogénios e progesterona. Exploratório 9 Compreende três fases: • fase menstrual ou menstruação; • fase proliferativa; • fase secretora.
  • 19. Exploratório 9 Se não ocorrer fecundação no ciclo anterior, dá-se a libertação de células e sangue através da vagina, resultantes da desagregação do endométrio. O fluxo menstrual dura, em média, entre 5 e 6 dias. Ciclo uterino A produção de estrogénios durante a fase folicular estimula a multiplicação celular do endométrio, aumentando a sua espessura. Estimula, também, o aumento de capilares sanguíneos. A fase secretora ocorre em sincronia com a fase luteínica. A elevada quantidade de estrogénios e progesterona produzidos pelo corpo amarelo continuam a estimular o espessamento do endométrio, bem como a proliferação de capilares sanguíneos. A progesterona estimula ainda o desenvolvimento de glândulas secretoras, responsáveis pela produção de substâncias que asseguram a nutrição do embrião quando este se fixa ao endométrio, no caso de ter ocorrido fecundação.
  • 20. Exploratório 9 Regulação do ciclo menstrual A regulação do ciclo mentrual é efetuada através do sistema hormonal: • O hipotálamo regula a hipófise na produção de: - FSH (hormona folículo estimulante) - LH (hormona luteínica ) • As hormonas hipofisárias atuam no ovário: - FSH estimula o desenvolvimento dos folículos ováricos - LH promove a ovulação e o desenvolvimento do corpo amarelo • O folículo em desenvolvimento produz estrogénios. • O corpo amarelo produz estrogénios e progesterona. • O aumento de estrogénios e progesterona promovem o espessamento do endométrio. • A variação da concentração de estrogénios e progesterona regulam o complexo hipotálamo- -hipófise na produção de FSH e LH.
  • 21. Exploratório 9 Regulação do ciclo 1. A hipófise produz FSH. menstrual 2. A FSH promove o desenvolvimento folicular. 3. O folículo em crescimento produz estrogénios. O aumento inicial de estrogénios: - inibe a produção de FSH e LH (retroação negativa); - promove o espessamento do endométrio. 4. Imediatamente antes da ovulação a concentração de estrogénios é máxima, o que estimula a produção de LH e FSH (retroação positiva). 5. Como consequência do pico de LH ocorre: - a ovulação; - a formação e o desenvolvimento do corpo amarelo. 6. A produção de progesterona e estrogénios estimula o maior espessamento do endométrio. 7. O aumento de concentração de estrogénios e progesterona inibe a produção de LH. O corpo amarelo começa a degenerar. 8. A degeneração do corpo amarelo leva à diminuição da produção de estrogénios e progesterona. Assim: - o endométrio deixa de ser estimulado, o que tem como consequência a menstruação; - a hipófise é estimulada, por retroação negativa, a produzir FSH, reiniciando-se o ciclo.
  • 22. Regulação do ciclo sexual masculino 1. A hipófise produz FSH e LH e ambas atuam sobre os testículos. 2. A FSH estimula a produção de espermatozoides, enquanto a LH estimula a produção de testosterona. 3. A testosterona estimula a produção de espermatozoides e, atuando em vários tecidos-alvo, é responsável pelos caracteres sexuais primários e secundários. 4. A concentração de testosterona no sangue atua sobre o complexo hipotálamo-hipófise através de mecanismos de retroação negativa. Exploratório 9 1 2 3 4
  • 23. Exploratório 9 E se ocorrer fecundação? 1. Fecundação • O espermatozoide liberta enzimas que degradam as camadas protetoras do ovócito II. • Ocorre a fusão das membranas dos dois gâmetas. • O ovócito II dá origem ao óvulo. • Forma-se uma membrana que impede a entrada de outros espermatozoides. • Ocorre a fusão dos núcleos dos dois gâmetas. • Forma-se o ovo ou zigoto. 1
  • 24. Exploratório 9 2 3 E se ocorrer fecundação? 2. Início do desenvolvimento embrionário • O ovo sofre sucessivas divisões celulares, aumentando o número de células. • As sucessivas divisões ocorrem ao longo da trompa de Falópio, à custa das reservas nutritivas presentes no óvulo. • As contrações que ocorrem nas trompas contribuem para que o embrião se desloque até ao útero. 2 3. Nidação • Aproximadamente sete dias após a fecundação, o embrião implanta-se no endométrio, que deverá ter atingido o máximo de espessura. • Após a nidação, o embrião começa a nutrir-se através das secreções nutritivas produzidas durante a fase secretora. 3
  • 25. Anexos embrionários Placenta – após a nidação, e a partir de tecidos do embrião, forma-se a placenta. Neste órgão, apesar de não se encontrarem em contacto direto, os vasos sanguíneos do embrião estão associados aos vasos sanguíneos do endométrio materno. Apesar de o sangue materno e o sangue do embrião não se encontrarem em contacto direto e não se misturarem, é através da placenta que o embrião (e mais tarde o feto) obtém, por exemplo, o oxigénio e nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, bem como elimina as excreções. Através da placenta podem também passar para a corrente sanguínea do bebé agentes infecciosos (como vírus e bactérias), bem como substâncias prejudiciais ao seu desenvolvimento (medicamentos, álcool e componentes do tabaco). Exploratório 9 Após a nidação, e durante cerca de 30 dias, formam-se os anexos embrionários. Saco amniótico – o saco amniótico é uma bolsa que contém o líquido amniótico. Inicialmente, o líquido amniótico forma-se a partir de água proveniente do organismo materno. Na fase final da gravidez é constituído essencialmente por urina produzida pelo feto. Tem como principais funções: • proteger o embrião/feto de Cordão umbilical – estrutura exclusiva dos mamíferos, forma-se também a partir de células do embrião e encontra-se ligado à placenta. No cordão umbilical apenas circula sangue do bebé, que transporta os nutrientes e oxigénio provenientes do sangue materno, e excreções que o organismo materno elimina. choques mecânicos; • manter uma temperatura constante e favorável ao desenvolvimento do embrião/feto; • possibilitar o movimento do feto e, consequentemente, um bom desenvolvimento muscular e ósseo.
  • 26. Desenvolvimento embrionário/fetal Ação de agentes causadores de malformações (medicamentos, infeções, radiações, etc.): Exploratório 9 Período muito sensível Período menos sensível
  • 27. Exploratório 9 O parto é desencadeado por hormonas que estimulam a contração da parede uterina. Dilatação do cérvix • Relaxamento do cérvix e sua dilatação. • Fase mais prolongada, podendo durar entre 6 Compreende a 12 horas três (por fases: vezes mais). • dilatação do cérvix (colo do útero); • expulsão do bebé; • explusão da placenta. Expulsão do bebé • As contrações uterinas aumentam em frequência e intensidade, ocorrendo a expulsão do bebé. • Dura, em média, entre 20 minutos e 1 hora. Expulsão da placenta • Num período de cerca de 15 minutos após o parto ocorre a expulsão da placenta. O parto Útero Cérvix (colo do útero) Placenta Cordão umbilical Placenta (separação do útero) Cordão umbilical