SlideShare uma empresa Scribd logo
A ESCOLA
“Escola é… o lugar onde se faz amigos não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos… Escola é, sobretudo, gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente, o coordenador é gente, o
professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez
melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de
“ilha cercada de gente por todos os lados”. Nada de conviver com as pessoas e depois
descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também
criar laços de amizade,é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se “amarrar nela”!
Ora, é lógico… Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos,
educar-se, ser feliz”.
(Paulo Freire)
“Com um pé no chão e o outro nas estrelas o professor pode levar os seus alunos a
todos os lugares”. (José Ribamar Feitosa)
1 – UNIDADE ESCOLAR
1.1 Nome e Endereço
ESCOLA MUNICIPAL ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
Rua Noel Rosa, 1173 – Jardim Sílvia Maria - Mauá - São Paulo
CEP: 09380-412
Telefone: 4512-7617
Lei nº 5045, de 20 de maio de 2015. Dispõe sobre a criação da Unidade de Escola e
da sua denominação.
1.2 Equipe Gestora
NOME CARGO FUNÇÃO QUE EXERCE
Rosana Maciel Bilar
Passareli da Silva
Professor I Diretora
Gláucia Maria Pimenta Professor I Professora Coordenadora
Pedagógica
1.3 Modalidade de Ensino – Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental
Grupo 1 - A 15 Integral
Grupo 1 – B 15 Integral
Grupo 2 – A 20 Integral
Grupo 2 – B 20 Integral
Grupo 2 - C 20 Integral
Grupo 3 - A 20 Integral
Grupo 3 - B 21 Integral
Grupo 4 - A 24 Parcial
Grupo 4 - B 24 Parcial
TOTAL 179 alunos
1.4 Horários de Funcionamento
Pedagógico e Administrativo Horário de Funcionamento
Período Integral 07h00 às 17h30
Período Parcial 8h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00
Secretaria 08h00 às 12H00/ 13h00 às 16h00
INTRODUÇÃO
“A importância do projeto político-pedagógico está no fato de que ele passa a ser uma
direção, um rumo para as ações da escola. É uma ação intencional que deve ser definida
coletivamente, com consequente compromisso coletivo”, (Betini, 2005). Pensando na
função social da Educação e no valor formativo e simbólico que a instituição Escola
sempre representou para as sociedades e ainda, nos ideais dialéticos, construtivistas e
sócio-históricos que regem a Escola contemporânea, compreendendo a importância do
papel da educação no desenvolvimento dos seres humanos, baseada no
desenvolvimento integral das pessoas numa filosofia marxista, no enfoque construtivista e
na importância do contexto social e das relações estabelecidas, a fim de se efetivar a
formação do aprendiz na cidadania e para a cidadania, advém a necessidade de as
escolas construírem seus Projetos Político Pedagógicos. Apesar de se constituir enquanto
exigência normativa, o Projeto Político Pedagógico é antes de tudo um instrumento
ideológico, político, que visa sobretudo, a gestão dos resultados de aprendizagem,
através da projeção, da organização, e acompanhamento de todo o universo escolar. De
acordo com Betini:
“o projeto político-pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escola
pretende ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto
no que se refere às suas atividades pedagógicas, como às funções
administrativas. Portanto, o projeto político-pedagógico faz parte do planejamento
e da gestão escolar. A questão principal do planejamento é então, expressar a
capacidade de se transferir o planejado para a ação. Assim sendo, compete ao
projeto político-pedagógico a operacionalização do planejamento escolar, em um
movimento constante de reflexão ação reflexão.” (2005, p.38).
A articulação entre o projeto político pedagógico, o acompanhamento das ações, a
avaliação e utilização dos resultados, com a participação e envolvimento das pessoas, o
coletivo da escola, pode levá-la a ser eficiente e eficaz, daí a notória ênfase dada pelos
mecanismos legais à escola democrática. Conforme Veiga o PPP “É também um
instrumento que identifica a escola como uma instituição social, voltada para a educação,
portanto, com objetivos específicos para esse fim.” (p. 13, 2002). Ao construirmos nosso
Projeto Político Pedagógico levamos em conta a realidade que circunda a Escola e as
famílias de nossos alunos, pois, certamente, a realidade social dos alunos afeta a sua
vida escolar, e os dados levantados devem contribuir para orientar todo o organismo
escolar para os fins de tratar tais indícios com a devida relevância, transformando-os em
currículo, objeto de planejamento e potencial de aprendizagem.
Atende também ao Artigo 60 das normas regimentais das escolas municipais de Mauá:
“Artigo 60: O Projeto Político Pedagógico constitui-se no conjunto das decisões da
Unidade Escolar e sua respectiva operacionalização de acordo com os princípios e as
diretrizes da Secretaria de Educação, visando à organização da ação educativa”. (2012,
pág. 16).
AS BASES LEGAIS
- A LDB (Lei nº 9394/96), em seu art.12 & I, art. 13 & I e no art. 14 & I e II, estabelece
orientação legal de confiar à escola a responsabilidade de elaborar, executar e avaliar seu
projeto pedagógico. A legislação define normas de gestão democrática do ensino público
na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes
princípios estabelecidos pelo art.14: I. participação dos profissionais de educação na
elaboração do projeto pedagógico da escola; II. participação das comunidades escolar e
local em conselhos escolares equivalentes.
Art. 29 A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem com finalidade o
desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seus aspectos físico,
psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Art. 30 A educação infantil será oferecida em: I – creches ou entidades equivalentes, para
crianças de até três anos de idade; II – pré – escolas para crianças de quatro a seis anos
de idade.
Art. 31 Na educação infantil a avaliação far – se – á mediante acompanhamento e registro
de seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino
fundamental.
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil quando trata da Proposta
Pedagógica cita:
“A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve ter como
objetivo garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e
articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim
como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à
dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças”. (2010,
pág. 18).
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica em seu artigo 22, estabelece
que a Educação Infantil tem por objetivo o desenvolvimento integral da criança, em seus
aspectos físico, afetivo, psicológico, intelectual, social, complementando a ação da família
e da comunidade.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), no Capítulo IV, artigo 53, determina que a
criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua
pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho.
A INAUGURAÇÃO
A Prefeitura de Mauá inaugurou no dia 22 de agosto de 2015, a creche da região do
Jardim Sônia e Sílvia Maria. Intitulada Escola Municipal Professora Rosa Maria Martins
dos Santos, a unidade tem 900 m² de área construída em terreno de 4,3 mil m², localizado
na Rua Noel Rosa, 1.173. A creche abriu as portas para o início das aulas na segunda-
feira (24).
Na inauguração, o prefeito Donisete Braga e a secretária de educação Lairce Rodrigues
de Aguiar parabenizaram todos os envolvidos no projeto. “Agradeço de coração a todos
que se empenharam para que pudéssemos inaugurar hoje esse espaço tão importante. É
uma honra ter em nossa cidade uma unidade educacional com o nome de quem dedicou
sua vida profissional à educação, como a professora que empresta o nome à unidade”,
citou Donisete em alusão a educadora que era moradora da região e faleceu em um
acidente automobilístico.
Com investimento de R$ 1,6 milhão, a construção foi uma parceria entre o governo do
Estado, que entrou com R$ 1,2 milhão e o restante contrapartida da Prefeitura. A creche
reúne seis salas de aula, dois berçários, um fraldário, uma sala multiuso e um conjunto
administrativo que engloba diretoria, secretaria, copa, sala dos professores e
coordenação e banheiros. O prédio é adaptado a pessoas com deficiência, sendo ainda
dotado de placas de captação de energia solar instaladas no telhado para aquecimento
da água das torneiras e dos chuveiros.
Rosana Maciel é diretora da creche e moradora da região há 36 anos. Amiga pessoal e
profissional da professora Rosa, que empresta o nome à escola, não poupou elogios à
colega tão saudosa. “Tive o prazer de trabalhar com a Rosa, e só nos separamos quando
Figura 1: Vereador Manoel Lopes, Secretária de Educação Prof.ª Lairce
Rodrigues Aguiar, Diretora Rosana Maciel, Prefeito Donisete Braga, Filhas,
Lilian, Lais e Luana.
fui para outra escola. É uma alegria imensa para comunidade ter uma instituição de
ensino que leva o nome dela, pois representa tudo pelo qual ela batalhou por tanto
tempo”.
“Só em saber que os pais e mães da região poderão deixar seus filhos em um local
seguro e com pessoas capacitadas para cuidar deles é um alívio. Essa creche é uma
alegria a mais para todos nós”, comemora Paulo Francisco Rocino Maurício, ao lado da
esposa Ana Paula e do filho Bruno, de 2 anos e um mês.
Fonte: Portal Seduc: http://10.0.0.77/?p=8484#comments
HISTÓRIA DA PATRONESSE
Rosa Maria Martins dos Santos nasceu em casa, em uma pequena cidade de
Minas Gerais, no dia 23 de dezembro de 1964.
Teve uma infância difícil junto a seus oito irmãos. Sua mãe ficou doente e a família
veio para São Paulo a 959 km de distância em busca de uma vida melhor.
Então, no ano de 1977, Rosinha começou a morar no Parque São Rafael
acompanhada de sua família.
Para ajudar a renda familiar, começou a trabalhar em casa de familiares, como
diarista e babá. Porém, nunca deixou de estudar, tinha muita fé que um dia se tornaria
professora.
Chegando ao Ensino Médio, escolheu a carreira do Magistério, que sempre
admirou.
Conseguiu concluir e foi trabalhar em uma pequena escola da rede privada. Ficou
noiva, casou-se e foi morar no Jardim Sílvia Maria no ano de 1985. Ao final do mesmo
ano ingressou em um emprego como professora na prefeitura de Mauá, iniciou suas aulas
na educação infantil na EEPSG Professora Maria Josefina Kulmann Flaquer.
Desenvolveu seu trabalho com amor, carinho e dedicação, alfabetizando grande
parte da população dos Jardins Sônia e Sílvia Maria.
Uma mulher simples e humana, poucos foram aqueles que ao primeiro contato não
se encantaram ao conhecê-la. Transbordava de alegria quando se encontrava diante de
algum aluno e até mesmo ex-aluno.
Formou-se em Pedagogia, teve três filhas: uma formada em direito, uma estudante
de engenharia (2015) e a mais velha nos mesmos passos que a mãe, professora.
Rosinha como era conhecida tinha um grande papel em seu bairro, foi professora
por anos e tornou-se Professora Coordenadora Pedagógica.
Em sua função como coordenadora trouxe alguns benefícios para a creche
“Gasparzinho”, atual Zeny Machado Chiarotto, fazendo parcerias com as empresas do
bairro e das proximidades.
Era muito dedicada, sempre falava: “a gente veio ao mundo, para fazer a
diferença”.
E sua dedicação não parava por aí, aos finais de semana era ministra de liturgia na
paróquia Nossa Senhora de Lourdes, paróquia que a mesma teve o prazer de ser
catequista. Frequentava o “terço” todas as terças-feiras, levando a palavra de Deus para
as famílias necessitadas.
No ano de 2006, trouxe para o bairro o projeto “EDUCAFRO”, que tem como
intuito, transformar a vida dos menos favorecidos e ingressar os mesmos em uma
universidade através de uma bolsa de estudos, por meio de uma avaliação.
Ela como coordenadora, foi atrás e conseguiu professores voluntários de todas as
áreas para o cursinho pré-vestibular.
Fazia isso todos os sábados e como recompensa, viu muitos de seus alunos
ingressando em uma universidade.
Seu talento não parava e suas ocupações só aumentavam. Extremamente
dedicada, sempre pensava no outro em primeiro lugar e “arrumava tempo” para tudo.
No ano de 2009 ficou viúva, de um relacionamento de 24 anos de casada, com
muito amor e companheirismo.
Continuou se dedicando aos seus projetos e cuidando de suas três filhas. No ano
de 2010, um trágico acidente levou este anjo de volta ao céu.
Sem dúvida, a sua trajetória, suas ações, suas conquistas provam e enchem de
esperança todos no bairro em que viveu. Ela não passou despercebida nos Jardins Sônia
Maria e Sílvia Maria e por onde passem, qualquer um morre de saudades desse anjo
chamado Rosinha, que dedicou sua vida ao próximo. Ela, fez a diferença.
HISTÓRICO DO BAIRRO
Os registros oficiais mostram que o Jardim Sônia Maria fica no setor 23. Foi aprovado em
1.958. A Sílvia Maria ocupa o setor 24. Seu processo é de 1.960 e a aprovação saiu em
1.961. O loteador era Raul Ferreira de Barros que em homenagem as filhas chamavam os
lotes pelos nomes Sônia, Sílvia e Ana.
Figura 2: Prefeito Donisete Braga recebendo carteira simbólica, Secretária de Educação Prof.ª
Lairce, Deputado Estadual Átila Jacomussi, Vereador Manoel Lopes, PCP Gláucia Pimenta
Os mais antigos loteamentos de Mauá carecem de maior número de dados oficiais junto à
prefeitura. Contribui para esta falta demais informações. Quando Mauá tornou-se
autônoma, muitos documentos ficaram “retidos” em Santo André. Casos como o da Vila
Magini, sabe-se de que o processo é de 1939, no que sabemos é que o processo está
sumido. (texto de Severino Correia Dias, Professor de História)
Entre Mauá e Santo André, irmãs dão nomes a bairros
Sílvia Maria é o nome de uma das três filhas do engenheiro Raul Ferreira de Barros, que
loteou o Jardim Sônia Maria na segunda metade da década de 1950 e iniciou a venda de
lotes em 1959. Eram lotes populares e menores que o de outro loteamento de sua autoria,
o Jardim Ana Maria, este em Santo André, cujas vendas começaram em abril de 1957.
Ana Maria, outra filha do loteador, a exemplo de Sílvia Maria, do bairro do mesmo nome,
também em Mauá, com vendas a partir de 1961.
Os três bairros são fruto da explosão urbana e demográfica do Grande ABC dos anos
1950, conforme nos declarou Raul de Barros em 1984, no seu escritório no Centro de
Santo André. Ao abrir o Jardim Ana Maria, o loteador planejou fazer um loteamento fino,
semelhante aos bairros City de São Paulo, coisa rara em termos regionais à época.
“Tenho lotes para vender até hoje no Ana Maria”, dizia o engenheiro Raul de Barros,
acrescentando: “A região operária não comportava um loteamento daqueles, com lotes
tão grandes”. Daí porque, ao abrir o Sônia Maria, e depois o Sílvia Maria, o loteador
projetou lotes pequenos, mais populares.
Historicamente, Sônia Maria e os bairros vizinhos ocupam área da legendária Fazenda
Oratório, já registrada no século 19. Neste trecho existiu a experiência da Fazenda da
Juta, idealizada por Nestor de Barros, pai de Raul de Barros, e que funcionou em boa
parte da primeira metade do século passado.
Jardins Sônia Maria e Sílvia Maria cresceram ao redor do Polo Petroquímico e a
urbanização estendeu-se pelas décadas de 1960, 1970 e 1980, quando ainda eram várias
as ruas de terra batida. A partir da década de 1990, os bairros urbanizam-se. E depois
submete-se a um programa de mutirão subvencionado pela Prefeitura: moradores eram
pagos para manter as ruas do bairro limpas; guias e troncos de árvores pintados; entulho
retirado. (Ademir Medici)
Possui ruas com nomes de celebridades do mundo artístico: Noel Rosa, Carmem
Miranda, Vicente Celestino, Francisco Alves, Augusto Calheiro, Gerôncio Gregório, Carlos
Spera etc.
Quadra da Escola de Samba
Responsável por levar alegria para a comunidade do Jardim Sílvia Maria, vencendo por
três vezes seguidas o Carnaval de Mauá (em 2006, 2008 e 2010), a quadra da escola de
samba Unidos do Sílvia Maria.
Campo Distrital Rafael José da Silva
Localizada na Rua Oscarito, foi criada para oportunizar momentos de lazer para
comunidade, a praça é composta por duas quadras (cimento e terra), playground,
aparelhos de ginástica etc. Diariamente ocorrem atividades esportivas com
acompanhamento de professor de educação física (caminhada, futebol de salão, futebol
de campo e alongamento).
Praça Professora Adélia A. Moreira de Deus
Mais um espaço para lazer e esporte, contando com aparelhos para ginástica, mini play
ground, quadra de areia e quadra cimentada, bem como pista de skate.
Fundado há 35 anos, o Esporte Clube Jardim Sílvia Maria ainda é um dos grandes
orgulhos de quem vive no bairro. Ganhador de títulos como o vice-campeonato da liga
amadora de 1996.
Escola Estadual Professora Maria Josefina Kuhlman Flaquer.
Localizada na Rua Noel Rosa, atende alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
HISTÓRIA DA ESCOLA
Localizada na Rua Noel Rosa, 1173, Jardim Sílvia Maria, Mauá, a EM Rosa Maria Martins
dos Santos, decreto de criação Nº 5.045 de 20 de maio de 2015, foi inaugurada no dia 22
de agosto de 2015.
Foram designadas as Professoras Rosana Maciel Bilar Passareli da Silva (1ª diretora) e
Gláucia Maria dos Santos Pimenta (1ª Professora Coordenadora Pedagógica), como
gestoras desta Unidade Escolar.
Durante o ano letivo de 2016 o corpo docente está organizado da seguinte forma:
SALA GRUPO DOCENTES / ADIs
1 G1A Talize, Liliane, Cristiane e Adriana
2 G1B Priscila, Marta, Danielle e Joelma Santos
3 G2A Elaine, Claudete, Jéssica e Alexandra
4 G2B Marineide, Telma, Eliane e Camila
5 G2C Eliete, Daiane, Daniele T. e Adriana
6 G3A Jane, Josangela e Maria Gorete
7 G3B Helen, Marlene, Alessandra
8 G4A Regiane Patricia
9 G4B Sheila
Na secretaria temos dois escriturários:
HORÁRIO DE TRABALHO NOME
Das 7h às 12h e das 13h às 16h Maria
Das 8h30 às 11h e das 12h às 17h30 Diego
Contamos com o apoio operacional Aldeci Lino que trabalha das 6h30 às 12h e das 13h
às 16h30, garantindo a abertura da escola para os funcionários, a segurança no
atendimento aos portões, realizando pequenos reparos e informando a direção de reparos
e manutenções.
No setor da merenda temos as funcionárias Eliana, Luciana e Marlene. Na limpeza,
contamos com funcionários da DEMAX (empresa terceirizada), com Roberto, Sandra,
Pâmela, Cleonice e Andreia, sob a supervisão do Srº Hebert que faz visitas periódicas
para acompanhamento dos serviços prestados e também das necessidades.
A escola foi inaugurada no dia 22 de agosto e as aulas tiveram início no dia 24/08/2015.
Foram dias de muita ansiedade aos familiares, que puderam contar com o apoio e carinho
de toda equipe. Foi montado um grupo de whatsapp para os pais que quiseram participar
e várias notícias eram fornecidas a eles, além de fotos e vídeos. Esta ação ajudou a
diminuir a angustia de quem deixava seu filho pela primeira vez na escola. Este grupo
ainda é muito atuante, mas hoje dividimos muitas outras informações, como justificativas
de faltas, atividades desenvolvidas pelos grupos nas escolas, etc.
O período de funcionamento da Unidade escolar é das 7h às 17h30, atendendo crianças
de 0 a 4 anos. Atendemos atualmente 179 crianças.
O Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo ocorre as terças-feiras das 15h às 17h e das
18h às 20h e vários assuntos são abordados: acolhida e adaptação dos alunos, dados
das entrevistas, desenvolvimento cognitivo das crianças de 0 a 3 anos, planejamento,
avaliação, replanejamento, demandas diárias, dúvidas e anseios do corpo docente.
No dia 13 de outubro de 2015, houve a posse dos Primeiros Colegiados desta Unidade
Escolar: Conselho Escolar e Associação de Pais e Mestres, após um período de eleição
muito enriquecedora para a história da escola, com vários candidatos, carômetro,
divulgação no blog, no Facebook, caderno de recados e muito incentivo por parte da
comunidade escolar. Enfim no dia da posse o primeiro documento assinado pelo
Conselho escolar foi o horário administrativo da equipe gestora e o da APM foi o Estatuto
da de funcionamento da APM desta Unidade Escolar. Foi socializado através de e-mail, o
Regimento escolar, que logo após foi discutido em Reunião Pedagógica e o mesmo já foi
aprovado e deliberado pelo Conselho Escolar.
A escola possui um blog e um Facebook institucional, vários grupos de whatsapp nos que
é alimentado pela direção com todas as informações importantes da escola.
BLOG INSTITUCIONAL http://emrosinhamaria.blogspot.com/
FACEBOOK INSTITUCIONAL https://www.facebook.com/EM-Rosa-Maria-
Martins-Santos-106283269715388/?ref=hl
E-MAIL DA ESCOLA em.rosamaria.martins@gmail.com
WHATSAPP PAIS 92 participantes
WHATSAPP PROFESSORES/FUNCION. 43 participantes
WHATSAPP COLEGIADO APM E
CONSELHO ESCOLAR
19 participantes
WHATSAPP SECRETARIA DA ESCOLA 4 participantes
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Valorizar a educação como um instrumento de humanização e de interação social,
proporcionando uma educação de qualidade através de um trabalho de parceria entre
pais, alunos e profissionais da educação, num processo cooperativo de formação de
indivíduos plenos e aptos a construir a sua própria autonomia e cidadania, reconhecendo-
se, como ser único, mas também coletivo.
Objetivos Específicos
* Valorizar as múltiplas inteligências, dando oportunidades do educador desenvolver suas
potencialidades;
* Desenvolver conteúdos derivados do cotidiano do educando, utilizando situações que
apareçam em sala de aula, discutindo e informando através dos temas transversais;
* Desenvolver princípios de valores e ética, propiciando o respeito mútuo e a
solidariedade, dentro de um ambiente de interação;
* Resgatar a unidade do saber e do fazer através de uma prática interdisciplinar que
percorra um caminho oposto à fragmentação do conhecimento;
* Proporcionar condições favoráveis para a construção consciente de valores cívicos e
sociais;
* Oportunizar a liberdade de expressão, proporcionando a autonomia com
responsabilidade diante dos fatos cotidianos, com sabedoria e comprometimento;
* Tornar o educando consciente, participativo e condutor de ideias capazes de surtir um
efeito prático diante do desenvolvimento sustentável.
CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR – 2016
A escola Rosa Maria Martins dos Santos, situada na Rua Noel Rosa, 1173, Jardim
Sílvia Maria, Mauá, é composta por 181 alunos matriculados, sendo que 138 alunos foram
entrevistados e, dentre eles, 93 do sexo feminino e 49 do sexo masculino.
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
Matriculados x Entrevistados
Matriculados
Entrevistados
Segundo os dados coletados, 85 crianças são cuidadas por seus pais, 36 pelos
avós e outros. A média de composição familiar está distribuída entre 3, 4 ou mais de 4
pessoas.
Número de pessoas que compõem a família
2 pessoas
3 pessoas
4 pessoas
acima de 4 pessoas
De acordo com as informações fornecidas, 2 famílias são espíritas, 1 agnóstica, 66
católicas e 51 evangélicas.
Os pais dispõem dos seguintes graus de escolaridade: 0 sem escolaridade, 3
possuem o fundamental incompleto, 6 o fundamental completo, 2 o Ensino Médio
incompleto, 75 o Ensino Médio completo, 7 possuem o Superior incompleto e 16 o Ensino
Superior.
As mães dispõem dos seguintes graus de escolaridade: 2 possuem o fundamental
incompleto, 8 o fundamental completo, 2 o Ensino Médio incompleto, 75 o Ensino Médio
completo, 7 possuem Superior incompleto, 17 completaram o Ensino Superior e 3 conclui
a Pós-Graduação.
Com relação a renda familiar da comunidade, os ganhos se concentram na faixa
entre 1 e 2,2 salários-mínimos, sendo que 48 famílias possuem renda acima de
R$1.700,00.
A maioria dos alunos faz o percurso até a escola a pé, acompanhados pelos pais,
59 utilizam carros e apenas 14 alunos utilizam de transporte escolar.
A maior parte dos alunos nasceu no ABCDMR, 2 crianças nasceram no interior de
São Paulo e 14 na Grande São Paulo.
Quanto à formação cultural, pudemos constatar que 70 crianças têm acesso a
livros infantis, 48 utilizam computadores, 71 costumam passear em parques e áreas de
lazer públicas. A minoria frequenta teatro e cinemas, sendo 11 e 12, respectivamente.
Referente à saúde das crianças, 70% possui convênio médico. Com relação ao
convênio odontológico, somente 24 crianças possuem.
Dentre os alunos entrevistados, 48 crianças são alérgicas. Apenas 35 alunos
realizam tratamento de saúde e 23 tomam medicamento de uso constante.
Uso constante de medicamentos
Sim
Não
Percebe-se que os pais têm preocupação com a saúde preventiva e as vacinas
estão atualizadas. Foram realizados exames clínicos preventivos em 102 alunos.
Realizou exames clínicos nos últimos 6 meses?
Sim
Não
Com relação à moradia, a maioria tem casa própria (70 alunos) e sedo que o
restante reside em moradias alugadas (41) e cedidas (9), em casas de alvenaria com toda
infraestrutura usual. Os bairros onde moram têm postos de saúde, parquinhos públicos,
praças e bibliotecas. Destes lugares citados, as famílias frequentam posto de saúde,
parquinhos e o Clube Braskem. Nenhuma criança pratica esportes.
Residência familiar
Própria
Alugada
Cedida
Os dados foram obtidos através de entrevistas conduzidas junto aos pais.
RECURSOS EXISTENTES
RECURSOS FÍSICOS
A estrutura física é caracterizada por um terreno de topografia acidentada, com
intervenção de terraplanagem, sob o qual a escola foi construída.
A escola é composta por:
 8 salas de aula
 1 fraldário
 2 banheiros infantis com 2 chuveiros cada;
 2 banheiros administrativos adaptados para portadores de deficiência;
 2 banheiros para uso dos funcionários com chuveiros;
 1 DML (Depósito de materiais de limpeza);
 1 banheiro familiar adaptado;
 1 lavanderia,
 1 copa para uso dos funcionários;
 1 sala multiuso;
 1 cozinha
 1 lactário
 1 refeitório
 1 secretaria
 1 sala de direção
 1 sala de professores / coordenação pedagógica.
RECURSOS MATERIAIS
SALA 01
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Berços 5 Ótimo
Baby Ju 2 Ótimo
Armário colmeia 1 Ótimo
Armário 1 Ótimo
TV 50” 1 Ótimo
Cadeiras giratórias 2 Ótimo
Ventilador de parede 1 Ótimo
Mesa de professor 1 Ótimo
Cadeira de professor 1 Ótimo
Bebê conforto 5 Ótimo
colchonetes 11 Ótimo
Quadro branco 1 Ótimo
SALA 02
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
TV 50” 1 Ótimo
armário 2 Ótimo
colchonetes 15 Ótimo
Armário colmeia 2 Ótimo
Mesa 2 Ótimo
cadeirinhas 8 Ótimo
Mesa professor 1 Ótimo
Cadeira professor 1 Ótimo
Trocador 1 Ótimo
SALA 03
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
TV 50” 1 Ótimo
Mesa quadrada 2 Ótimo
colchonete 17 Ótimo
armário 2 Ótimo
Cadeira professor 1 Ótimo
Mesa professora 1 Ótimo
Quadro branco Ótimo
SALA 04
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
TV 50” 1 Ótimo
Armário colmeia 1 Ótimo
Armário 2 Ótimo
Armário pequeno 1 Ótimo
Mesa professor 1 Ótimo
Cadeira professor 1 Ótimo
Colchonetes 18 Ótimo
Sofá urso 1 Ótimo
SALA 05
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
TV 50” 1 Ótimo
Sofá urso 1 Ótimo
Mesa quadrada 1 Ótimo
colchonetes 19 Ótimo
armário 2 Ótimo
estante 1 Ótimo
Armário colmeia 1 Ótimo
Cadeira para professor 1 Ótimo
Mesa para professor 1 Ótimo
Quadro branco 1 Ótimo
SALA 06
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
TV 50” 1 Ótimo
Armários 2 Ótimo
Armário colmeia 1 Ótimo
Mesa professor 1 Ótimo
Cadeira professor 1 Ótimo
Mesa 1 Ótimo
Quadro branco 1 Ótimo
Cadeira alunos 3 Ótimo
Colchonetes 20 Ótimo
SALA 07
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Colmeia 1 Ótimo
Mesa para professor 1 Ótimo
Armário 2 Ótimo
Cadeira para professor 1 Ótimo
Cadeira alunos 2 Ótimo
Quadro branco 1 Ótimo
Colchonete 22 Ótimo
Mesa professor 1 Ótimo
Estante 1 Ótimo
SALA 08
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Mesas sextavada aluno 4 Ótimo
Cadeiras aluno 24 Ótimo
Sofá urso 1 Ótimo
Mesa professor 1 Ótimo
Cadeira professor 1 Ótimo
Armário 2 Ótimo
SALA MULTIUSO
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Armário colmeia 1 Ótimo
Sofá urso 4 Ótimo
Teatro para fantoches 1 Ótimo
Pia de madeira 1 Ótimo
Geladeira madeira 1 Ótimo
Fogão simples madeira 1 Ótimo
Estante pequena 1 Ótimo
Barraca quitanda 1 Ótimo
Micro-ondas madeira 1 Ótimo
Espumados Diversos Ótimo
Armário colmeia 1 Ótimo
Livros Diversos Ótimo
Brinquedos pedagógicos Diversos Ótimo
SALA DOS PROFESSORES
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Computadores 2 Ótimo
Mesa oval para reunião 1 Ótimo
Cadeiras almofadadas 10 Ótimo
Mesa para professor 1 Ótimo
Armário 2 portas 1 Ótimo
Armário pequeno 2 portas 1 Ótimo
Estante 8 gavetas 1 Ótimo
Expositor de livros 1 Ótimo
Quadro branco 1 Ótimo
Quadro decorativo 1 Ótimo
COZINHA
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Fogão industrial 6 bocas 1 Ótimo
Geladeira frost free 1 Ótimo
Freezer 1 Ótimo
Liquidificador industrial 1 Ótimo
multiprocessador 1 Ótimo
Filtro de água 1 Ótimo
Balança 1 Ótimo
Armário pequeno 2 portas 2 Ótimo
Mesa de inox 1 Ótimo
Escorredor de inox 2 Ótimo
Exaustor 1 Ótimo
Fruteira 1 Ótimo
Engradados 9 Ótimo
Lixeira com pedal 1 Ótimo
Porta papel toalha 1 Ótimo
Porta sabonete liquido 1 Ótimo
LACTÁRIO
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Fogão residencial 1 Ótimo
Geladeira 1 Ótimo
Filtro de água 1 Ótimo
Liquidificador industrial 1 Ótimo
Engradado 1 Ótimo
Multiprocessador 1 Ótimo
Fruteira 1 Ótimo
SALA DA DIREÇÃO
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Mesa executiva 1 Ótimo
Cadeira estofada 2 Boa
Computador 1 Ótimo
Telefone voip 1 Ótimo
Telefone 1 Sem linha
Armário com 2 portas 1 Ótimo
Armário com 3 prateleiras 1 Ótimo
Armário pequeno duas
portas
1 Ótimo
Ventilador de parede 1 Quebrado
Rádio portátil 1 Ótimo
Quadro decorativo 1 Ótimo
REFEITÓRIO
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Mesa para refeitório 5 Ótimo
Cadeiras para alunos 40 Ótimo
Cesto para lixo com tampa 3 Ótimo
Mesa sextavada 1 Ótimo
LAVANDERIA
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Máquina de lavar 16 kg 1 Ótimo
Secadora 10 kg 1 Ótimo
Armário colmeia 2 Ótimo
Carrinho de inox 1 Ótimo
Mesa quadrada 1 Ótimo
Cadeirinhas 4 Ótimo
CORREDOR INTERNO
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Longarina com 3 cadeiras 3 Ótimo
Longarina com 4 cadeiras 3 Ótimo
Vasos com plantas 13 Ótimo
Extintores 3 Ótimo
Roupeiro 12 portas 2 Ótimo
Roupeiro 18 portas 1 Ótimo
Cesto para lixo com tampa 1 Ótimo
COPA FUNCIONÁRIOS
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Mesa redonda 1 Ótimo
Cadeiras 4 Ótimo
Micro-ondas 1 Ótimo
Geladeira 1 Usada
SECRETARIA
Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação
Computador 2 Ótimo
Mesa redonda 1 Boa
Cadeiras 4 Ótimo
Mesa escritório 2 gavetas 2 Ótimo
Armário 2 portas pequeno 6 Sem linha
Arquivo pasta suspensa 2 Ótimo
Cadeira estofada azul 2 Ótimo
Impressora laser 1 Ótimo
ROTINAS DOS FUNCIONÁRIOS E/OU TURMAS DA UNIDADE
DIEGO PERALTA – Assistente administrativo
Mensalmente:
– Backup dos AF dos Funcionários;
– Impressão de folhas de chamada dos alunos.
Semanalmente:
– Enviar dos controles de estoque da cozinha aos responsáveis (seg. alimentar);
Diariamente:
– Pela manhã, solucionar, até 9h00~9h30, de problemas do dia anterior;
– Checagem da consistência do banco de dados offline com SIEM e PRODESP;
– Atualização dos dados de alunos no cadastro físico;
– Atendimento aos funcionários (banco de horas, agendamentos, etc.);
– Atendimento ao público;
– Checagem/trancamento de portas e janelas antes de fechar a escola.
MARIA REZENDE – Auxiliar de apoio operacional
– Acompanhar entrada das crianças;
– Atendimento aos pais na secretaria depois das 7h30 e também levar as crianças que
chegam atrasadas até a sala de aula;
– Fazer ligações para os pais das crianças que não estão bem;
– Os AF são feitos uma vez por mês, assim como a requisição de materiais (também
são feitas requisições extras, quando necessário);
– Observar os sistemas o tempo todo e entrar em contato com os pais quando as
crianças não comparecem à escola;
– Dar baixa em matrícula, fazer matrículas e colocar nos sistemas;
– Imprimir AF uma vez por mês, assim como as folhas de frequência dos alunos;
– Ajudar professores e funcionários quando solicitado, providenciar documentos além de
enviar malote às terças e quintas;
– Providenciar o agendamento de eventuais quando é preciso.
APARECIDA FERNANDES DE OLIVEIRA MELO – Professor I (afastada da sala de aula)
Durante o período de trabalho permaneço na secretaria da escola, ajudando os
funcionários.
As atividades realizadas são diferenciadas, pois não existe rotina, então auxilio no que é
necessário, como:
– Organizar os materiais;
– Atender aos pais no balcão;
– Organizar fichas dos alunos;
– Digitar documentos, ex.: lista de telefones das crianças;
– Chamar os funcionários ou dar recados;
– Acompanhar a saída de alunos quando necessário;
– Separar materiais para distribuir aos alunos;
– Fazer contato telefônico com os pais, quando necessário.
ALDECY LINO MADUREIRA – Auxiliar de apoio operacional
– 06h30 às 07h30: Abrir porta e portão para entrada dos alunos;
– 07h30 às 08h30: Entrada do G4A;
– 08h30 às 09h30: Verificação do pátio interno e externo;
– 09h30 às 10h30: Auxiliar nos serviços diários;
– 10h30 às 11h30: Manter portão fechado e auxiliar professoras do G3B;
– 12h00 às 13h00: Almoço;
– 13h00 às 14h00: Entrada do G4B;
– 14h00 às 15h30: Fechar o portão, observar área escolar, tocar cachorro, colocar
parafuso, consertar maçaneta, pregar prego, desentupir pia, trocar torneira, subir escada,
consertar porta, etc.
ROBERTO N. VIEIRA – Auxiliar de limpeza da Demax
– 06h00: Limpeza da entrada principal;
– 06h20: Limpeza do berçário;
– 06h40: Limpeza da sala 03;
– 07h00: Limpeza dos corredores, banheiros e secretaria;
– A partir das 08h00, limpeza do refeitório e durante o restante do dia atendimento de
solicitação para limpeza de salas quando há algum incidente com as crianças;
– 12h00: Almoço;
– 13h00: Retorno do almoço e rotina normal até as 16h00.
ANDREIA DIAS – Auxiliar de limpeza da Demax
Entrada às 07h30, limpar os banheiros dos meninos, das meninas e adultos e, depois de
limpos, varrer e passar pano no chão do pátio. Tirar o lixo e limpar as mesas. Saida às
17h30 e durante a tarde manter a mesma rotina da manhã.
SANDRA DA SILVA – Auxiliar de limpeza da Demax
– 06h00 – Entrada: Limpeza das salas de aula do G2 a G4;
– 07h00 – Reposição de toalhas no fraldário e banheiros;
– 07h30 – Lavanderia;
– 07h45 – Ajudar na limpeza do pátio, nos lanches e quando possível;
– 09h50 – Recolher o lixo do fraldário, limpeza, além de recolher as toalhas;
– 10h00 – Ajudar na limpeza do refeitório durante o almoço da criança quando está
tranquilo na lavanderia;
– 12h00 às 13h00 – Almoço;
– 13h00 – Lavanderia;
– 14h00 – Recolher e repor toalhas dos banheiros e fraldário;
– 14h30 – Lavanderia e refeitório;
– 15h00 – Lavanderia;
– 16h00 – Término do expediente.
PAMELA B. DE SOUZA – Auxiliar de limpeza da Demax
– 06h00 às 07h00 – Entrada às 06h00, limpeza a sala do G1B, logo em seguida o
fraldário, a sala da diretora e a sala da coordenadora;
– 08h00 – Começa o café da manhã das crianças. Limpeza das mesas e a varrer e isso
vai até as 09h15, quando o café termina;
-10h00 – Começa o almoço das crianças, então limpamos as mesas, varremos e
passamos pano no chão e isso é feito até as 11h30;
– 11h30 –Varrer e passar pano nas salas do G1A e G1B, até as 12h00;
– Das 12h00 às 13h00 horário de almoço;
– ÀS 13h15 descemos as cadeirinhas de cima das mesas;
– 14h00 – Café da tarde das crianças, quando voltamos a limpar as mesas e o chão, e
isso continua até as 15h15;
– Saio às 16h00.
CLEONICE DA SILVA – Auxiliar de limpeza da Demax
Entrada no serviço às 07h30, limpo os banheiros, a copa e o pátio da escola. Depois
limpeza das mesas e após o café e o almoço e depois auxiliar a equipe até as 17h30.
LUCIANA S. E ELIANA G. – Merendeiras
De segunda-feira a sexta-feira:
– Entrada às 07h00, prepar o café para os funcionários e, às 07h30, começamos a
preparar o lanche e o almoço para os alunos da creche e fase;
– O lanche começa às 08h00 e termina às 09h30. Durante este período, lavamos,
cortamos e preparamos verduras, legumes e frutas e a comida que será servida aos
alunos;
– O almoço começa a ser servido às 10h00 e acaba às 11h30. Das 11h30 às 12h30
lavamos a louça e limpamos a cozinha;
– Das 12h30 às 13h30 horário de almoço;
– Às 13h30 começamos a preparar o lanche da tarde, que começa às 14h00 e termina
às 15h30.
– Após as 15h30, lavamos a louça do lanche, limpamos a cozinha e levamos a
hidratação para as crianças;
– Saímos às 16h00.
– Todas as terças recebemos hortifrúti, carnes, etc., e fazemos o controle de carnes;
– Uma vez por mês recebemos os produtos estocáveis e de limpeza e fazemos os
controles de estoque de ambos.
MARLENE BALBINO – Lactarista
– 07h00: Preparar café da manhã;
– 08h00: Servir e higienizar dos utensílios da cozinha;
– Das 08h00 às 10h00: Preparar almoço;
– 10h00 – Servir almoço;
– Das 10h30 às 12h30: higienização dos utensílios de cozinha e preparação da
hidratação;
– Às 13h00: Hidratação;
– 13h30: Preparação de lanches e higienização dos utensílios;
– 15h00: Sopa – servir e higienizar os utensílios;
– 16h00: Servir uma fruta às crianças.
CONCEPÇÕES
Homem
Entendemos o sujeito tanto biológico como social, o homem, temos por objetivo
desenvolver em nosso aluno a consciência e o sentimento de pertencer ao mundo, de
modo que possa compreender a interdependência entre os fenômenos e seja capaz de
interagir de maneira crítica, criativa e consciente com seu meio natural e social.
Alguns desafios são fundamentais no que se refere à formação do sujeito, desenvolver
competências para contextualizar e integrar, para situar qualquer informação em seu
contexto, para colocar e tratar os problemas, ou seja, o grande desafio de formar sujeitos
que possam enfrentar realidades cada vez mais complexas. Assim, acreditamos na
possibilidade de formar um cidadão para exercer sua função social e contribuindo com as
manifestações e acontecimentos da vida cotidiana, que saiba mediar conflitos e propor
soluções criativas e adequadas a favor da coletividade, que tenha liberdade de
pensamento e atitudes autônomas para buscar informações nos diferentes contextos,
organizá-las e transformá-las em conhecimentos aplicáveis.
Para o educador Paulo Freire, o homem só começa a ser um sujeito social, quando
estabelece contato com outros homens, com o mundo e com o contexto de realidade que
os determina geográfica, histórica e culturalmente, é nessa perspectiva que a escola se
torna um dos espaços privilegiados para a formação do homem.
Mundo
Refletindo sobre a perspectiva de mundo de acordo com nossa escola, Freire argumenta
que o homem não se reduz aos limites do tempo e do espaço. Suas raízes não deve ser
um problema de desenvolvimento. Ele é sujeito por vocação o que lhe permite ultrapassar
os limites do tempo e se lançar num domínio que lhe é exclusivo: construir sua história e
sua cultura. Como um ser da práxis ele emerge da natureza para transformá-la. Pela sua
capacidade de discernimento ele é impulsionado a tomar consciência de sua
temporalidade e de sua transcendência. « Há uma pluralidade das relações do homem
com o mundo, na medida em que ele responde à ampla variedade de seus desafios. Em
que não se esgota num tipo padronizado de respostas. A sua pluralidade não é só em
face dos diferentes desafios que partem do seu contexto mais em face do mesmo desafio.
No jogo constante de suas respostas, altera-se no próprio ato de responder. Organiza-se.
Escolhe a melhor resposta. Testa-se. Age. » A forma como o indivíduo capta e interpreta a
sua realidade vai determinar sua relação com o mundo objetivo e sua pluralidade de
significações. É na cultura que ele vai encontrar os primeiros elementos para construção
de discernimentos, ou seja, a consciência de sua temporalidade e de sua historicidade.
Há nas primeiras formulações de Freire sobre o homem e o mundo uma ambiguidade
curiosa: ele busca em Marx a concepção de homem construtor da sua historicidade e da
sua temporalidade dado que se refere constantemente a um homem que capta dados
objetivos da sua realidade « entendemos que para o homem, o mundo é uma realidade
objetiva, independente dele, possível de ser conhecida » ao mesmo tempo mostra
também a influência das formulações filosóficas de pensadores cristãos como por
exemplo Mounier e Mauritain.
“A sua transcendência está também, para nós, na raiz de sua finitude. Na
consciência que tem desta finitude. Do ser inacabado que é e cuja plenitude se acha
na ligação com seu criador”.
Num primeiro momento esta concepção de homem e mundo é baseada numa visão
humanista que supervaloriza o papel central do homem na história. Este homem
construtor do processo histórico é no nosso ponto de vista colocado de forma genérica a
abstrata no sentido ontológico, porque ele não o situa nas relações de poder que fundam
a sociedade. Num segundo momento Freire vai situar este homem de uma forma menos
genérica porque vai se referir ao homem brasileiro e sua inserção nos processos de
transformações estruturais decorrentes do processo de industrialização. Freire enfatiza
em sua concepção de mundo o aspecto predominantemente objetivo em função do
momento histórico vivido por ele, pela especificidade da realidade brasileira daquele
momento, onde as classes populares marginalizadas dos benefícios da nova sociedade
industrial lutavam pelo direito de garantia de satisfação das suas necessidades básicas
(alimento, saúde, educação, habitação etc).
Sociedade
A sociedade contemporânea exige uma prática pedagógica que assegure a construção da
cidadania, fundada na criatividade, criticidade, nas responsabilidades advindas das
relações sociais, econômicas, políticas e culturais.
Essas reais exigências cognitivas e atitudinais requeridas nos permitem o
questionamento: o que tem a educação a refletir sobre as relações e transformações em
curso e a formação do homem, neste sentido nossa escola contempla de maneira
concreta a inserção de valores sociais para garantir uma sociedade com equidade.
A Escola, por sua importância política, merecem um papel de destaque numa proposta de
sociedade. Neste esforço de reorganização da vida social e política, velhas instituições e
antigos conceitos são redefinidos de acordo com essa lógica. Portanto, “o que está em
jogo não é apenas uma reestruturação das esferas econômicas, sociais e políticas, mas
uma reelaboração e redefinição das próprias formas de representação e significação
social” (SILVA, 1990, p. 56).
A começar pela compreensão de que a sua ação passa a ser uma intervenção singular
no processo de formação do homem na sociedade atual. Nesse paradigma, o professor já
não pode ser considerado como único detentor de um saber que simplesmente lhe basta
transmitir, mas deve ser um mediador do saber coletivo, com competência para situar-se
como agente do processo de mudança.
Assim, concebemos que a educação, a escola e o objeto de conhecimento constituem os
elementos essenciais para o processo de formação de homens e mulheres que
contribuirão para a organização da sociedade e reflexões com ações efetivas que possam
exercer sua função social
Professor
A concepção entre o professor e o aluno se faz em uma relação em que a liberdade do
aluno não é proibida de exercer-se. Essa opção não é, na verdade, pedagógica, mas
política, o que faz do Professor um político e um artista e não uma pessoa neutra.
Neste processo, alunos/professores/comunidade estão abertos a aprender. O professor
passa a ser um instrumento “pronto” para ser usado, lapidado, melhorado e, acima de
tudo, agindo como uma ponte, que pode ou não deixar um rio transponível. A excelência
de seu trabalho pelo ensino é que tornará concreta essa ponte de vidro, que deixa nosso
aluno caminhar por ela, dando-lhe oportunidade de ter uma visão do todo que está à sua
volta.
Educar é mais do que simplesmente passar o conhecimento; educar é um ato de amor.
O professor é um canal de comunicação através do qual vai fluir conhecimento. A postura
do Professor para tanto, é muito importante. De acordo com a LDB (1996), no artigo 61:
“Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela
estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:
I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na
educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;
II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com
habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação
educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;
III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou
superior em área pedagógica ou afim.
Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às
especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das
diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos:
I – a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos
fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho;
II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e
capacitação em serviço;
III – o aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de
ensino e em outras atividades
Quais valores poderemos passar a nossos alunos? Nas mãos do professor, muitas vezes,
encontra-se a decisão que um aluno pode tomar, que venha a modificar toda a sua vida.
O verdadeiro professor é aquele que desenvolve cuidadosamente os elementos positivos
que se encontram nos alunos, harmonizando-os com os negativos e construindo assim a
maravilha da individualidade cósmica do homem integrado.
Finalizando, nenhum Mestrado ou Doutorado fará a realidade de um trabalho árduo e
necessário. Não garantirá o processo de aprendizado do assunto em pauta, somente o
abandono da ilusão de ensinar e a visão de que somos um grande corpo, onde todos
precisam de todos, trará o compromisso. Este sim, tão prazeroso e vital, quanto um
amplexo de amigo para amigo, de pai para filho.
O trabalho com crianças exige que o professor tenha competência polivalente.
Ser polivalente significa que o professor desenvolva habilidades para trabalhar com
conteúdos diversificados, que abrangem desde cuidados básicos essenciais, até
conhecimento do conhecimento. Este caráter polivalente demanda, por sua vez, uma
formação bastante ampla do profissional que deve tornar-se, ele também, uma aprendiz,
refletindo constantemente sobre sua prática, a autoformação se faz necessário,
debatendo com seus pares, dialogando com as famílias e a comunidade e buscando
informações necessárias para o trabalho que desenvolve. São instrumentos essenciais
para reflexão sobre a prática direta com as crianças, a observação, o registro, o
planejamento e a avaliação.
Aluno
Respeitando o entendimento da educação enquanto instrumento da sociedade para
promoção do início da cidadania, fundamentada nos ideais de igualdade, liberdade,
solidariedade, democracia, justiça social e felicidade humana, no trabalho como fonte de
riqueza, dignidade e bem-estar universais, nossa escola estabelece os fins a serem
alcançados pela sua prática efetiva. Tais fins dizem respeito ao pleno desenvolvimento e
aperfeiçoamento do ser humano; à formação do cidadão capaz de compreender
criticamente a realidade social, à consciência de seus direitos e obrigações, ao
desenvolvimento dos valores éticos e ao aprendizado da participação; à preparação do
cidadão para a compreensão e o exercício do trabalho, mediante o acesso à cultura, ao
conhecimento científico, tecnológico e artístico e ao desporto; ao preparo do cidadão para
a efetiva participação política. Enquanto direito fundamental de todos,
indiscriminadamente, a educação é considerada no projeto em questão, como um dever
do Estado e da família, com a colaboração da sociedade. Nesse sentido, nossa escola
desenvolve um trabalho, em igualdade de condições de acesso e permanência pela oferta
de ensino público e gratuito em todos os níveis, além de outras prestações
suplementares, onde e quando necessárias. Ao mesmo tempo, o Estado deveria
Figura 3: Prof.ªs Joelma Senna, Danielle, Joelma Santos, Marlene, Rosana, Jéssica, Mariana e
Camila. Merendeira Luciana
promover e estimular, em colaboração com a família e a sociedade, a educação
extraescolar, por diversos processos educativos que fossem disponíveis. Dentre os
princípios sobre os quais a efetividade da educação deveria se assentar destacam-se a
igualdade de condições de acesso, permanência e continuidade no processo educativo,
sob a tutela e garantia do Estado e a vinculação entre a educação escolarizada, o
trabalho e as práticas sociais. No tocante à educação infantil buscar-se-ia, segundo o
projeto, proporcionar condições para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da
criança, no sentido de complementar as ações familiares, bem como promover a
ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando o interesse pelo processo
de transformação da natureza e pela convivência social e, o preparo para o exercício da
reflexão crítica e a participação na produção, sistematização e superação do saber. Vê-
se, pois que o processo escolar desde a educação infantil até a universitária visava,
segundo o projeto de lei em exame, o desenvolvimento do educando, enquanto cidadão,
assegurando-lhe uma formação que proporcionasse a participação na vida social de
modo efetivo, de acordo com suas possibilidades etárias. Assim, a ênfase que se
propugnou para o processo de escolarização do aluno foi a de um sujeito crítico,
participativo, reflexivo. Ou seja, o aluno considerado como um cidadão no exercício de um
direito seu.
Escola
Nossa escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento
Das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem
dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores nos
discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que
vivem. Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o
aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro e passe a ser,
além disso, encontro com o saber com descobertas de forma prazerosa e funcional,
conforme Libânio (2005, p.117):
“Devemos inferir, portanto, que a educação de qualidade é aquela mediante a qual
a escola promove, para todos, o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento
de capacidades cognitivas e afetivas indispensável atendimento de necessidades
individuais e sociais dos alunos.”
A escola deve oferecer situações que favoreçam o aprendizado, onde haja sede em
aprender e também razão, entendimento da importância desse aprendizado no futuro do
aluno. Se ele compreender que, muito mais importante do que possuir bens materiais, é
ter uma fonte de segurança que garanta seu espaço no mercado competitivo, ele buscará
conhecer e aprender sempre mais. Como eixo norteador, nossa escolha visa: Acolher de
forma favorável o aluno e sua família respeitando a peculiaridade, envolvendo o processo
de aprendizado, destacamos os eixos que nortearão o trabalho pedagógico: APRENDER
A APRENDER, APRENDER A SER, APRENDER A CONVIVER e APRENDER A FAZER
Educação
Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos
e sua função social a educação é o meio que permite ao homem formar-se e construir-se
num ser digno e consciente de suas ações, pois ele constrói a sua cidadania e interage
com o meio, com o outro, e, poderá ou não, transformar a sua vida e sociedade.
Em nossa comunidade escolar é o instrumento mediador entre o senso comum e o
conhecimento científico, mais atuante também no sentido de despertar a sensibilidade e a
criatividade a fim de construir um ser completo, crítico e pensante, possibilitando um
crescimento individual e coletivo.
Não podemos ter uma consciência ingênua de que a Educação está desprovida de um
caráter ideológico, pois encontra-se presente no meio educacional, referendando valores
da classe dirigente.
Durante o período colonizador prevaleceu a concepção educacional, dos jesuítas que
impunham as “verdades” do cristianismo.
Nas fases ditatoriais da história, como durante o governo de Getúlio Vargas, predominou
um culto a um nacionalismo exacerbado.
No momento em que se implantou o regime militar, com toda uma carga ideológica
voltada para a segurança nacional, a Educação voltou-se para o tecnicismo, estimulando
um conhecimento fragmentado e acrítico.
No momento, com a busca da qualidade total na Educação, temos que ter consciência do
caráter empresarial que aí se encontra presente.
Cabe aos educadores, neste momento, buscar novos caminhos para a Educação,
desmistificando e desvendando a ideologia presente para torná-la um instrumento real de
construção e transformação do indivíduo e da sociedade.
Para Paulo Freire a leitura da realidade passa pela análise da prática social: O
conhecimento associado ao necessário desenvolvimento da expressividade, com o qual
buscamos compreender a prática social.
Criança
Diante das necessidades atuais as crianças precisam crescer no exercício desta
capacidade de pensar, indagar-se e de indagar, de duvidar, de experimentar hipóteses de
ação, de programar e de não apenas seguir os programas a elas, mais do que propostos
e impostos. As crianças precisam ter assegurado o direito de aprender a decidir, o que se
faz decidindo, se as liberdades não se constituem entregues a si mesmas, mas na sua
ascensão ética de necessários limites, não se faz sem riscos a serem corridos por elas e
pela autoridade ou autoridades com que dialeticamente se relacionam (FREIRE, 1957,
P.58 e 59).
Partimos da concepção de que a criança é um ser curioso, criativo, construtor de
conhecimento e cultura, sujeito de direitos e deveres.
Embora tenha um pensamento qualitativamente diferente do adulto, a criança já tem
desde muito pequena, ideias e teorização sobre o mundo que procura compreender.
Acreditamos que suas ideias devem ser respeitadas com a mesma seriedade com que
são produzidas. Diferente do adulto, que vive preocupado com o passado e o futuro, a
criança vive intensamente o tempo presente.
A criança deve ser pensada como sujeito de direitos que deve ser respeitada e tratada
com carinho. Precisamos entender que a criança é um ser criativo, devemos favorecer
sua autonomia e independência, dando asas ao seu poder de imaginação e fantasia.
Cada criança tem um ritmo que deve ser respeitado. O professor deve ter sensibilidade
para entender que a partir das interações e relações sociais, a criança é produtora de
conhecimento, construindo significados a partir das suas relações com o mundo.
Devemos respeitar sua história, suas diferenças, favorecendo a construção da sua vida
social, de forma consciente e participativa.
“As crianças têm maneiras de ver, de pensar e de sentir que lhe são próprias”. Rousseau,
com isso, o eixo que norteia nosso trabalho pedagógico, visa formar uma criança/aluno
para compreender a função social em seu meio, vale lembrar que, esses ideais
acontecem mediante a relação interpessoal, com a intervenção mediadora do educador,
onde um completa o outro.
Cultura
Diante da diversidade cultural acerca de nossa comunidade, refletiremos sobre
concepção de cultura Vigotski, atribuímos grande importância ao domínio da cultura no
processo de desenvolvimento psicológico da criança. Por isso, voltou-se para o estudo
das relações entre cultura e desenvolvimento, trazendo, com isso, inúmeras contribuições
para o campo pedagógico. Ele nos afirmava, por exemplo, que, até então, os psicólogos
haviam estudado de maneira unilateral o processo do desenvolvimento cultural na
educação, uma vez que apenas procuravam averiguar quais capacidades naturais
condicionavam a possibilidade do desenvolvimento da criança, e em quais funções
naturais o pedagogo deveria se apoiar para introduzi-la na esfera da aprendizagem
cultural. Acreditamos que a maneira adequada de conceber a cultura,é nas relações
humanas.
Nesse sentido, esse autor, ao analisar as categorias “social” e “cultural” na obra de
Vigotski, aponta que o significado de ambas é permeado pelo conceito de história
revelando o referencial materialista histórico dialético. Essa matriz é que define o núcleo
central da obra vigotskiana expressa em sua concepção de natureza social do psiquismo,
visto que este último é fruto de relações sociais internalizadas por meio de mecanismos
semióticos e convertidos em funções psíquicas da pessoa. Tais categorias são
expressões das múltiplas formas que a socialidade pode tomar, uma vez que, a vida
social é um fenômeno que antecede a existência da cultura, dado que permite a
afirmação inclusive, de uma socialidade natural. Por ser anterior à cultura, a vida social
adquire historicamente novas formas de existência, ou seja, sob a ação do homem a
socialidade biológica adquire formas humanas. O universo social é condição e resultado
do aparecimento da cultura, por ser, em suma, uma produção humana e uma obra
coletiva (Sirgado, 2000). Sob a lógica do princípio evolutivo, a socialidade animal é
substrato da socialidade humana, assim como a natureza é substrato e a condição de
emergência da cultura. No entanto, a socialidade não é dada pela natureza, mas
concretizada pelo homem, à medida que este último cria suas condições de existência
material, expressas em produções culturais. Logo, para Vigotski, a cultura é um produto
da vida social e, ao mesmo tempo, da atividade social do homem. Permeado por essa
concepção histórica de cultura, o autor analisa o desenvolvimento cultural da conduta
humana, à luz da qual postula a “lei genética geral do desenvolvimento cultural”, que se
desdobra na grande importância conferida à internalização de signos. O autor, ao propor a
referida lei, segundo a qual: “[...] toda função entra em cena duas vezes, em dois planos,
primeiro no plano social e depois no psicológico, ao princípio entre os homens como
categoria interpsíquica e logo no interior da criança como categoria intrapsíquica”
(Vigotski, 1995:150) descortinou novos horizontes ao estudo da gênese social do referido
desenvolvimento.
Currículo
Como concepções de infância são construções históricas, em cada época predominam
certas ideias, de como se desenvolve e quais os comportamentos e conhecimentos ela
deve apresentar, o currículo, é questão pedagógica é tratada pensando que, se a
Educação Infantil é parte integrante da Educação Básica, como diz a Lei nº 9.394/96 em
seu artigo 22, cujas finalidades são desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação
comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir
no trabalho e em estudos posteriores, essas finalidades devem ser adequadamente
interpretadas em relação às crianças pequenas. Nessa interpretação, as formas como as
crianças, nesse momento de suas vidas, vivenciam o mundo, constroem conhecimentos,
expressam-se, interagem e manifestam desejos e curiosidades de modo bastante
peculiares, devem servir de referência e de fonte de decisões em relação aos fins
educacionais, aos métodos de trabalho, à gestão das unidades e à relação com as
famílias. Por outro lado, as instituições de Educação Infantil, assim como todas as demais
instituições nacionais, devem assumir responsabilidades na construção de uma sociedade
livre, justa, solidária e que preserve o meio ambiente, como parte do projeto de sociedade
democrática desenhado na Constituição Federal de 1988 (artigo 3, inciso I). Elas devem
ainda trabalhar pela redução das desigualdades sociais e regionais e a promoção do bem
de todos (artigo 3 incisos II e IV da Constituição Federal). Contudo, esses compromissos
a serem perseguidos pelos sistemas de ensino e pelos professores também na Educação
Infantil enfrentam uma série de desafios, como a desigualdade de acesso às creches e
pré-escolas entre as crianças brancas e negras, ricas e pobres, moradoras do meio
urbano e rural, das regiões sul/sudeste e norte/nordeste. Também as condições desiguais
da qualidade da educação oferecida às crianças em creches e pré-escolas impedem que
os direitos constitucionais das crianças sejam garantidos a todas elas. Todos os esforços
então se voltam para uma ação coletiva de superação dessas desigualdades. Diante de
tantas indagações ,o currículo ,pode se ser planejado de acordo com as habilidades que
queremos desenvolver, anterior a qualquer situação, se faz necessário, aprender a ser
humano, diante desta habilidade desenvolvida as demais competências acontecerão de
forma plena.
Gestão democrática
Descentralizar a gestão, é formar e compartilhar parcerias, nossa escola, objetiva a
participação e transparência de todas as ações envolvidas em nossa U E, de acordo com
os documentos da Secretaria de educação de Mauá,é um dos eixos norteadores,
entretanto as Formações com Conselheiros Escolares contribui significativamente para a
participação efetiva. A Constituição Federal estabelece no artigo 206 os princípios sobre
os quais o ensino deve ser ministrado. Dentre eles, destaca-se a gestão democrática do
ensino público, na forma da lei. Cabe, no entanto, aos sistemas de ensino, definirem as
normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as
suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: a) participação dos profissionais
da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; b) participação das
comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes (LDB - Art. 14).
Como condição para o estabelecimento da gestão democrática é preciso que os sistemas
de ensino assegurem às unidades escolares públicas de educação básica que os
integram, progressivos graus de autonomia pedagógica, administrativa e financeira,
observadas as normas gerais de direito financeiro público” (LDB – Art.15).
Essa última faceta da democratização da educação indica a necessidade que o processo
educativo tem de ser um espaço para o exercício da democracia. E para que isso
aconteça ,que seja concebida uma nova forma de conceber a gestão da educação: a
gestão democrática. Como elementos constitutivos dessa forma de gestão podem ser
apontados: participação, autonomia, transparência e pluralidade (ARAÚJO, 2000). E
como instrumentos de sua ação, surgem as instâncias diretas e indiretas de deliberação,
tais como conselhos e similares, que propiciam espaços de participação e de criação da
identidade do sistema de ensino e da escola. Assim, a gestão democrática da educação
“trabalha com atores sociais e suas relações com o ambiente, como sujeitos da
construção da história humana, gerando participação, corresponsabilidade e
compromisso” (BORDIGNON; GRACINDO, 2001, p. 12).
Como outro elemento fundamental da gestão democrática, a transparência está
intrinsecamente ligada à ideia de escola como espaço público. Face ao predomínio da
lógica econômica em todos os setores sociais, em especial na educação, garantir a
visibilidade da escola frente a sociedade, torna-se uma questão ética. Quase como um
amálgama dos elementos constitutivos da gestão democrática, a transparência afirma a
dimensão política da escola. Sua existência pressupõe a construção de um espaço
público vigoroso e aberto às diversidades de opiniões e concepções de mundo,
contemplando a participação de todos que estão envolvidos com a escola (ARAÚJO,
2000 p.155). Na descrição dos elementos constitutivos da gestão democrática, fica
evidente um conceito transversal a todos eles: o de democratização da educação
(GRACINDO, 2003). E ele se torna o fio condutor e a base de reflexão/ação da gestão
democrática, isto é, participação, pluralismo, autonomia e transparência não se instauram
sem a cultura democrática. Agregado à postura de democratização da educação, outro
conceito permeia todas as reflexões desenvolvidas: a ideia de escola como espaço
público. Isto é, sem o sentido público, a escola não viabilizará participação, pluralismo,
autonomia e transparência.
CONSELHO DE CLASSE
A escola em seu dia a dia é um espaço de inúmeras e diversificadas práticas que estão
em permanente processo de construção e reconstrução. As práticas da gestão fazem
parte da vida da escola contribuindo para o desenvolvimento democrático e a
participação, por isso prioriza em sua organização interna encontros bimestrais para a
execução de seus Conselhos de Classe e as decisões tomadas são partilhadas com o
Conselho Escolar, os pais e com cada aluno respectivamente. Com isso, procura garantir
a participação direta de todos os professores que atuam na turma que será analisada,
além de buscar a organização de forma disciplinar, estabelecendo uma “rede de
relações”, isto é o professor participa de vários conselhos tendo a avaliação como foco
para promover a discussão do processo didático no âmbito de suas dimensões: ensinar,
aprender, pesquisar e avaliar. O Conselho de Classe é também um espaço
interdisciplinar, uma vez que aglutina professores de diversos componentes curriculares,
assumindo caráter deliberativo quando se refere ao processo didático. A avaliação
desenvolvida ao longo do conselho de classe expressa os objetivos da escola como um
todo e no interior da sala de aula como avaliação do processo didático. O conselho de
classe como instância coletiva de avaliação, como espaço da interdisciplinaridade e
também um excelente lugar para o exercício da participação mediado pelo diálogo que
visa ao envolvimento de todos no processo educativo da escola.
ASPECTOS A MELHORAR
FINANCEIROS
APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO
Compra de brinquedos diversos;
Ventiladores para salas;
Aparelho de DVD, DVDs diversos
Adquirir via C.I. pela Secretaria de
Educação / comprar
Direção Imediato
ASPECTOS A MELHORAR
PEGADÓGICO
APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO
Falta de livros e brinquedos
adequados a faixa etária dos alunos;
Cópias, materiais pedagógicos,
artísticos, máquina de plastificação,
furados, encadernador;
Impressora jato de tinta;
Livros de formação;
DVD teca;
Cd teca;
Prever um percentual das verbas
(governamentais e festas) para
aquisição desses materiais.
Prever um percentual das verbas
(governamentais e festas) para
aquisição desses materiais.
Prever um percentual das verbas
(governamentais e festas) para
aquisição desses materiais.
Prever um percentual das verbas
(governamentais e festas) para
aquisição desses materiais.
Organizar um local específico;
Equipe gestora, APM, Conselho
Escolar.
Equipe gestora, APM, Conselho
Escolar.
Equipe gestora, APM, Conselho
Escolar.
Equipe gestora, APM, Conselho
Escolar.
Médio prazo
Médio prazo
Curto prazo
Curto prazo
Almoxarifado com itens a
disposição do professor;
Impressora com tanque de tinta;
Espelho nas salas;
Máquina de xerox;
Aquisição;
Aquisição;
Aquisição;
Equipe gestora;
Direção
Direção
Direção
Curto prazo
Imediato
Imediato
Imediato
ASPECTOS A MELHORAR
INFRA ESTRUTURA
APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO
Parque / área de lazer;
Sala de descanso para os
funcionários;
Estoque para armazenar material de
limpeza;
Mais uma máquina de lavar roupas;
Varal interno e externo;
Portõezinhos nas portas de saída;
Infiltração / bolor / bolhas nas
Implantação
Adequação dos espaços
Adequação de espaços já existentes
Aquisição
Aquisição
Aquisição
Direção
Direção
Direção
Direção
Direção
Direção
Imediato
Assim que possível
Imediato
Imediato
Imediato
Imediato
paredes da sala 01;
Voltagem errada nas tomadas (sala 1
e multiuso)
Toldo para cozinha devido ao sol;
Concerto de todos os protões (solda
quebrada)
Reforma local
Consertar
Instalação
Consertar
Direção
Direção
Direção
Direção
Imediato
Imediato
Imediato
Imediato
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BETINI, Geraldo Antônio. A Construção do Projeto Político-Pedagógico da Escola.
EDUC@ação - Rev. Ped. - UNIPINHAL – Esp. Sto. do Pinhal – SP, v. 01, n. 03, jan./dez.
2005
VEIGA. Ilma Passos Alencastro. Projeto Político Pedagógico da Escola: Uma
Construção Coletiva. Texto extraído sob licença da autora e da editora do livro: VEIGA,
Ilma Passos Alencastro. (org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção
possível. 14a edição Papirus, 2002.
ANEXOS
AÇÕES REALIZADAS DURANTE O ANO PARA CADA SEGMENTO, BEM COMO OS RESPONSÁVEIS E PRAZOS.
OBJETIVOS AÇÕES RESPONSÁVEIS PRAZO AVALIAÇÃO
1º BIMESTRE
Planejar a acolhida dos
alunos e pais Planejamento
Rosana / Gláucia
-Professores
1 dia
03/02
Apresentar aos pais as
normas de funcionamento
da escola, funcionários e
professores
Reunião com pais
Rosana / Gláucia
Professores
2 dias
03 e 04/02
Divulgar os Projetos e
Ações Coletivas na Rede
Municipal de Educação
Planejamento
Rosana / Gláucia /
Profissionais da
Secretaria de Educação
2 dias
03 e 04/03
Participar das decisões e
encaminhamentos da
U.E.
Reunião de APM e
Conselho Escolar
Rosana 08/03
Espaço de organização
da 1,2,3 Era uma vez...,
discutindo as ações
coletivamente.
HTPC – 15h e 18h Equipe Escolar
2 horas
22 março
Espaço de formação aos Formação aos Conselhos Rosana 2 horas
membros do Conselho
Escolar e demais
interessados
Escolares
15/03
18h
Envolver Comunidade,
pais, alunos e
professores
1, 2, 3 Era uma vez...
Equipe Escolar e os
familiares
16/04
Espaço de formação aos
membros do Conselho
Escolar e demais
interessados
Formação aos Conselhos
Escolares
Rosana
2 horas
19/04
Relatar avanços,
dificuldades das crianças
dentro dos projetos
trabalhados por cada
grupo no 1º bimestre e
apontar
encaminhamentos e
socializar portfólios
Reunião de Conselho de
Classe
HTPC – 15h e 18h
Gláucia
2h por período
25/04: G 2 A, B e C
(12h);
26/04: G 3 A e B, G1
A e B (15h)
G4 A e B (18h)
Integrar pais e
professores
Apresentar os projetos,
relatórios bimestrais E
PORTFÓLIOS
Reunião de Pais e
eventos escolares
Professores e ADIs
02/05: G1A, G2A,
G3A, G4A;
03/05: G1B, G2B,
G2C, G3B:
04/05: G4B;
2° BIMESTRE
Participar das decisões e
encaminhamentos da U.E.
Reunião de APM e Conselho
Escolar
Rosana 10/05
Espaço de organização
da Família em ação
discutindo as ações
coletivamente.
HTPC – 15h e 18h
Equipe Escolar
2 horas
03 de maio
Envolver Comunidade,
pais, alunos e
professores
Família em ação
Equipe Escolar 21/05
Espaço de organização
da “ARRAIÁ DA
ROSINHA” discutindo as
ações coletivamente.
HTPC – 15h e 18h
Equipe Escolar
2 horas
31 maio
Espaço de formação aos
membros do Conselho
Escolar e demais
interessados
Formação aos Conselhos
Escolares
Rosana
2 horas
24/05
Espaço de formação aos
membros do Conselho
Escolar e demais
interessados
Formação aos Conselhos
Escolares
Rosana
2 horas
14/06
Envolver a comunidade,
pais aluno e funcionários
Resgatar Cultura,
valores, tradições das
regiões brasileiras
Vivenciar culturas e
tradições por meio de
atividades desenvolvidas
Arraiá da Rosinha
Equipe Escolar
8 horas
25/06
em sala de aula e
finalizando com
apresentação de danças
típicas
Relatar avanços,
dificuldades das crianças
dentro dos projetos
trabalhados por grupo no
2º bimestre e apontar
encaminhamentos e
socializar portfólios
Conselho de classe Gláucia
21/06 - G 2 A, B e C
(18h);
28/6: G3 A e B, G1 A
e B (15h);
G4 A e B (18h)
Integrar pais e
professores
Apresentar os projetos e
relatórios bimestrais e
portfólio
Reunião de Pais Professores e ADIs
29/06: G1A, G2A,
G3A, G4A;
30/06: G1B, G2B,
G2C, G3B;
01/07: G4B.
Descanso Recesso Secretaria Municipal de
Educação
04/07 a 15/07 Direito adquirido por lei
para professores e alunos
Avaliação das atividades
do 1º Semestre
Espaço de formação que
amplie o compromisso de
atender aos segmentos
de ensino propostos, mas
também atinja a formação
Avaliação Semestral e
replanejamento
Rosana / Gláucia 18/07
continuada de
professores, e
reorganização das
atividades planejadas
para o 2º Semestre
Espaço de organização da
No mundo encantado da
criança
HTPC Geral – 15h e
18h00
Equipe Escolar 23/08
3º BIMESTRE
Participar das decisões e
encaminhamentos da
U.E.
Reunião de APM e
Conselho de Escola Rosana 09/08
Relatar avanços,
dificuldades das crianças
dentro dos projetos
trabalhados por grupo no
3º bimestre e apontar
encaminhamentos e
socializar portfólios
Conselho de classe Gláucia
13/09: G2 A, B e C
(18h);
20/09: G 3 A e B, G1
A e B (15h);
G4 A e B (18h).
Envolver Comunidade,
pais, alunos e
professores
No mundo Encantado da
criança Equipe Escolar
24/09
Espaço de formação aos
membros do Conselho
Escolar e demais
interessados
Formação aos Conselhos
Escolares
Rosana
2 horas
27/09
Reunião Pedagógica
Secretaria de
Educação/Rosana/
Gláucia
30/09
Integrar pais e
professores
Apresentar os projetos e
relatórios bimestrais e
portfólio
Reunião de Pais Professores e ADIs
03/10: G1A, G2A,
G3A, G4A ;
04/10: G1B, G2B,
G2C, G3B;
05/10: G4B
4º BIMESTRE
Participar das decisões e
encaminhamentos da
U.E.
Reunião de APM e
Conselho de Escola
Rosana 06/12
Relatar avanços,
dificuldades das crianças
dentro dos projetos
trabalhados por grupo no
4º bimestre e apontar
encaminhamentos e
socializar portfólios.
Conselho de Classe Gláucia
22/11: G 2 A, B e C
(18h);
29/11: G 3 A e B, G1
A e B (15h),
G4 A e B(18h).
Integrar pais e
professores
Apresentar os projetos e
relatórios bimestrais e
portfólio
Reunião de Pais Professores e ADIs
01/12: G1A, G2A,
G3A, G4A;
02/12: G1B, G2B,
G2C, G3B;
05/12: G4B
Confraternização dos
alunos
Confraternização dos
alunos
Equipe Escolar 14/12
Avaliação do ano letivo Avaliação do ano letivo Equipe Escolar 19/12
CONSELHO ESCOLAR
TITULARES
Figura 7: Helen Figura 8: Ana Cláudia Figura 9: Cibele
Figura 5: Fábio Figura 4: Rogério Figura 6: Secretária - Gláucia
SUPLENTES
A participação dos professores e especialistas na elaboração do projeto pedagógico
promove uma dimensão democrática na escola e nessa perspectiva, as decisões não
centralizadas no Gestor cedem lugar a um processo de fortalecimento da função social e
dialética da escola por meio de um trabalho coletivo entre todos os segmentos
participantes e a comunidade escolar. Com o objetivo de destacar a descentralização da
gestão educacional e o fortalecimento da autonomia da escola e garantir a participação da
sociedade na gestão criou-se o Conselho Escolar constituído desde Novembro/ 2009 com
Figura 10: Marta
Figura 13: Michele Figura 14: Elaine Figura 15: Rosana
Figura 12: MarleneFigura 11: Denise
base na LDB 9394/96.
A autonomia na escola é o resultado da confluência de vários interesses, onde se
confrontam diferentes detentores de influência tanto interna quanto externa, sendo
portanto uma construção político-social, e sendo assim um meio de a escola concretizar
em melhores condições nossas intencionalidades. Tanto quanto o Conselho Escolar, o
Conselho de Classe é uma instância criada para garantir a representatividade, a
legitimidade e a continuidade das ações educativas.
O Conselho Escolar, colegiado de natureza consultiva, deliberativa, fiscalizadora e
mobilizadora, será constituído por representantes de todos os segmentos da comunidade
escolar.
Os representantes reunir-se-ão com seus pares, antes e após as reuniões, para garantir a
representatividade nas deliberações que deverão ser devidamente registradas.
É membro nato do Conselho de Escola, estando incluído nos 50% dos servidores, o
profissional do ensino responsável pela direção da escola.
O número de componentes do Conselho de Escola será em conformidade com o número
de alunos:
a) até 150 alunos – 6 membros efetivos (3 usuários e 3 servidores)
CONSELHO ESCOLAR
Efetivos
1 Presidente – Fábio César Pereira
2 Vice-Presidente – Rogério Luiz de Cerqueira
3 Secretária – Gláucia Maria Santos Pimenta
4 Helen Petrucci
5 Ana Cláudia Guilherme Rocha
6 Cibele Cristina Teles
CONSELHO ESCOLAR
Suplentes
1 Marta Regina Macedo
2 Denise Santana Vianna Silva
3 Marlene Ribeiro de Barros
4 Michele Hipolito de Souza
5 Elaine Almeida Miller
6 Rosana Maciel Bilar Passareli da Silva
E.M. PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
CURSO DE FORMAÇÃO PARA OS CONSELHEIROS ESCOLARES
2016
Fábio Cesar – Presidente do Conselho Escolar - Postagem no blog institucional - 23 de outubro de 2015
Só poderemos construir uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna a partir do instante que nos permitirmos ser
modelados pela Educação e por conseguinte modelar aqueles cuja é nossa responsabilidade educar
Pois é nesta perspectiva e também fatídica realidade de que a escola é uma extensão ao aprendizado humano, porém
não coadjuvante muito menos substitutiva a escola base chamada Família; pois somente através da junção destas
duas fontes de aprendizado que seremos capazes de formar pessoas mais humanas e capazes DE PROMOVER A
PAZ !!!
15/03
1º Encontro
Conselho Escolar na democratização da escola - Tem como objetivo principal
contribuir com a formação do conselheiro escolar, ampliando seus conhecimentos
com vistas a qualificar a sua atuação e contribuir com sua participação na gestão
administrativa, financeira e pedagógica da escola. Tratará da história e da
legislação dos Conselhos Escolares, que sustentam e viabilizam seus conceitos,
limites e possibilidades; da função do Conselho Escolar na gestão democrática da
escola; do Conselho Escolar como colegiado ativo e relevante nas práticas
educativas; e da organização dos conselhos em fóruns.
19/04
2º Encontro
Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania -
Abordaremos a legislação educacional que sustenta e viabiliza o funcionamento
dos conselhos escolares em seus objetivos, limites e possibilidades e as funções e
atribuições dos conselhos escolares.
24/05
3º Encontro
Conselho Escolar e a Aprendizagem na Escola - Tratará a educação como prática
social que visa ao desenvolvimento de cidadãos conscientes, autônomos e
emancipados. Desta forma, entende o Conselho Escolar como um instrumento de
gestão democrática e de acompanhamento responsável da prática educativa que
se desenvolve na escola visando sua função política pedagógica.
14/06
4º Encontro
Conselho Escolar e o Respeito e a Valorização do Saber e da Cultura do
Estudante e da Comunidade - Reflexão sobre a importância da presença do saber
e da cultura sobre a negação no processo didático-pedagógico da escola. O
caderno divide-se em três partes: a escola, o Conselho Escolar e o processo de
formação; a escola da inclusão: pedagogia da emancipação; e o encontro dos
saberes: pedagogia do respeito e da integração.
16/08
5º Encontro
Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico -
Abordaremos a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o
acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de
um ambiente propício às aprendizagens significativas e às praticas de convivência
democrática.
27/09
6º Encontro
Conselho Escolar e a Relação entre a Escola e o Desenvolvimento com
Igualdade Social . Neste encontro, vamos procurar junto aos conselhos escolares,
ampliar o debate em torno do princípio da igualdade e do desenvolvimento,
focalizando algumas questões cruciais para a educação no cotidiano das escolas.
O aprofundamento desse debate na escola é potencialmente rico por possibilitar a
todos os profissionais da educação, aos pais e aos estudantes ampliarem a
compreensão e as vinculações da escola com a sociedade e com os projetos
socioeducativos, bem como o (re)conhecimento dos mecanismos de exclusão e
discriminação de quaisquer ordens presentes na sociedade e na escola, para
melhor enfrentá-los e superá-los.
Denise Silva – Mãe do Conselho Escolar - Postagem no blog institucional - 23 de outubro de 2015
A partir do momento que a escola trabalhar junto com a sociedade serão formados novos cidadãos. O poder
transformador da escola pode transpassar os muros que a rodeiam, assim transformaremos cada núcleo familiar e
teremos assim pessoas que se importam uma com as outras. Se mudarmos o nosso jeito de agir e pensar como
coletivo, começaremos esta transformação.
A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES – APM
DIRETORIA EXECUTIVA
CONSELHO FISCAL
Figura 16: PRESIDENTE:
TALIZE
Figura 17: VICE-
PRESIDENTE: SILVIA
Figura 18: SECRETÁRIA:
MARIA
Figura 19: DIRETOR
FINANCEIRO: LINO
Figura 20: VICE-DIRETOR
FINANCEIRO: ANDREIA
Figura 21: DIRETOR DE
PATRIMÔNIO E DE
ATIVIDADES CULTURAIS:
ROSANA
A Associação de Pais e Mestres, instituição auxiliar da escola, prevista no Regimento
Figura 22: 1º CONSELHO
FISCAL: LUCIANA
Figura 23: 2º CONSELHO
FISCAL: FABIANA
Figura 24: 3º CONSELHO
FISCAL: ROSELI
Figura 27: 4º
SUPLENTE: ELIANA
Figura 25: 2º
SUPLENTE: KATTY
Figura 26: 3º
SUPLENTE: MÁRCIO
Figura 28: 1°
SUPLENTE: DÉBORA
Comum das Escolas Municipais de Mauá, terá como finalidade colaborar com a escola na
consecução de seus objetivos, no apropriamento do processo educacional, na assistência
ao escolar e na integração família-escola-comunidade. É uma entidade com objetivos
sociais e educativos, sem finalidade lucrativa e constituída por tempo indeterminado.
Sendo que os membros que a compõe, são substituídos a cada 2 anos por meio de
eleição direta.
Para atingir a finalidade e os objetivos referidos nos Artigos anteriores, a APM se propõe a
mobilizar os recursos humanos e materiais da escola e da comunidade para auxiliar a
Unidade Escolar, provendo condições que permitam a:
a) melhoria do ensino, desenvolvendo atividades de assistência ao escolar e atividades
culturais que envolvam toda a comunidade;
b) conservação e manutenção do prédio, dos equipamentos e das instalações.
Dos Órgãos Diretores
A Associação de Pais e Mestres será administrada pelos seguintes órgãos:
a) Assembleia Geral;
b) Diretoria Executiva;
c) Conselho Fiscal
Cabe à Assembleia Geral:
I - eleger, os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal;
II – apreciar e votar o balanço anual e os balancetes semestrais, com o parecer do
Conselho Fiscal;
III – reunir-se, ordinariamente, uma vez a cada semestre e, anualmente, através de
convocação com 05(cinco) dias de antecedência e apresentação de pauta;
IV – reunir-se, extraordinariamente, através de convocação feita pelo Presidente, por 2/3
(dois terços) dos membros da Diretoria Executiva ou por 1/5 (um quinto) dos associados,
com 03 (três) dias úteis de antecedência;
V – aprovar o Plano Anual de Trabalho;
VI – emitir parecer sobre celebração de convênios;
VII – realizar estudos e emitir parecer sobre questões do Estatuto;
VIII - dissolver a Associação;
IX - alterar o Estatuto;
X – destituir os membros componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal;
XI – substituir os membros componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, se
necessário.
A Diretoria Executiva da Associação de Pais e Mestres será constituída de 6 (seis)
membros:
I - Presidente
II – Vice-Presidente
III – Secretário
IV - Diretor Financeiro
V - Vice-Diretor Financeiro
VI - Diretor de Patrimônio e de Atividades Culturais.
Os membros da Diretoria Executiva serão eleitos em Assembleia Geral, obedecendo a
proporção estabelecida de 3 (três) membros do segmento usuário (pais e/ou alunos
maiores de 18 (dezoito) anos e 3 (três) servidores (profissionais do ensino e demais
funcionários da Unidade Escolar), sendo o responsável pela direção da escola, membro
nato deste segmento.
O Conselho Fiscal será constituído de 03(três) membros eleitos pela Assembleia Geral,
sendo no mínimo 02 (dois) deles do segmento usuários (pais e/ou alunos maiores de 18
(dezoito) anos).
Compete ao Conselho Fiscal:
I - verificar os balancetes bimestrais e semestrais e balanços anuais apresentados pela
Diretoria, emitindo parecer por escrito;
II - assessorar a Diretoria na elaboração do Plano Anual de Trabalho na parte referente à
aplicação de recursos;
III - examinar, a qualquer tempo, os livros e documentos da Diretoria Financeira;
IV - dar parecer, a pedido da Diretoria ou Assembleia Geral, sobre resolução que afetam
as finanças da Associação de Pais e Mestres.
CARGO NOME
Presidente TALIZE APARECIDA DE OLIVEIRA
Vice presidente SILVIA SANTOS DE OLIVEIRA PEREIRA
Secretário MARIA APARECIDA DA ROSA DE REZENDE
Diretor Financeiro ALDECY LINO MADUREIRA
Vice Diretor Financeiro ANDREA CONSTANTINO LONGO
Diretor de Patrimônio e
Atividades Culturais
ROSANA MACIEL BILAR PASSARELI DA SILVA
Conselho Fiscal (1º) LUCIANA APARECIDA SIOLIN SILVA
Conselho Fiscal (2º) FABIANA MARIA DOS SANTOS
Conselho Fiscal (3º) ROSELI CRISTINA OSÓRIA GAMA
1ºSuplente DÉBORA FERNANDES PEREIRA DO
NASCIMENTO SILVA
2ºSuplente KATTY MAESTRELO ROCHA
3ºSuplente MARCIO ALEXANDRE VITORINO DE JESUS
4ºSuplente ELIANA DE FREITAS GARCEZ
ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
CONSELHO DE CLASSE __º BIMESTRE DE 2016
GRUPO_________ SALA _________ PERÍODO _______________
PROFESSOR (AS): _______________________________________________________
NOMES DIFICULDADES ENCAMINHAMENTOS
AVANÇOS DO GRUPO CLASSE
EM PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
CONSELHO DE CLASSE 2016
1º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/04
25/04 (2ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 12 HORAS
26/04 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS
GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS
2ª BIMESTRE – TÉRMINO EM 01/07
21/06 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS
28/06 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS
GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS
3º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/09
13/09 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS
20/09 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS
GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS
4º BIMESTRE – TÉRMINO EM 16/12
22/11 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS
29/11 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS
GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS
EM PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
REUNIÃO DE PAIS 2016
1º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/04
02/05 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A
03/05 G1B, G2B, G3B, G2C 15H
04/05 G4B 13H
2ª BIMESTRE – TÉRMINO EM 01/07
29/06 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A
30/06 G1B, G2B, G3B, G2C 15H
01/07 G4B 13H
3º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/09
03/10 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A
04/10 G1B, G2B, G3B, G2C 15H
05/10 G4B 13H
4º BIMESTRE – TÉRMINO EM 16/12
01/12 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A
02/12 G1B, G2B, G3B, G2C 15H
05/12 G4B 13H
ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS
DATAS IMPORTANTES PARA O ANO LETIVO 2016
Atenção, guardem este comunicado com muito carinho. Ele contém as principais atividades relacionadas a
nossa Escola durante 2016.
MARÇO
03 e 04/03 - Planejamento
25/03 – Feriado
ABRIL
16/04 – Atividade Didático Pedagógica – 1,2,3 Era
uma vez...
21/04 – Feriado
22/04 – Ponto Facultativo
MAIO
02/05 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e
G4A
03/05 – Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B,
G2C
04/05 - Reunião de Pais Grupo 4B
21/05 – Atividade Didático Pedagógica – Família em
ação
26/05 – Feriado
27/05 - Ponto Facultativo
JUNHO
25/06 – Festa Cultural – Arraiá da Rosinha
29/06 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e
G4A
30/06 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B,
G2C
JULHO
01/07 - Reunião de Pais Grupo 4B
04 A 17/07 - RECESSO
18/07 – Avaliação do Primeiro Semestre e
Replanejamento
SETEMBRO
07/09 – Feriado
24/09 – Atividade Didático Pedagógica – No mundo
encantado da criança
30/09 – Reunião Pedagógica
OUTUBRO
03/10 - Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e
G4A
04/10 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B,
G2C
05/10 - Reunião de Pais Grupo 4B
12/10 – Feriado
28/10 – Ponto Facultativo
Eleição Municipal – 1º Turno 02/10 - 2º Turno
30/10
NOVEMBRO
02/11 - Feriado
14/11 – Ponto Facultativo
15/11 - Feriado
DEZEMBRO
01/12 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e
G4A
02/12 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B,
G2C
05/12 - Reunião de Pais Grupo 4B
07/12 – Atribuição de Aulas
08/12 - Feriado
09/12 – Ponto Facultativo
14/12 - Confraternização para encerramento com
os alunos
16/12 - último dia de aula
19/12 - Avaliação do ano letivo
P.P.P.- Projeto Político Pedagógico da EM Professora Rosa Maria Martins dos Santos - 2016

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Plano de ação pedagógica 2009 anandreia
Plano de ação pedagógica 2009   anandreiaPlano de ação pedagógica 2009   anandreia
Plano de ação pedagógica 2009 anandreia
COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO VILHENA
 
Planejamento Educacional
Planejamento EducacionalPlanejamento Educacional
Planejamento Educacional
veracruzgabriela
 
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
LOCIMAR MASSALAI
 
Slide pronto
Slide prontoSlide pronto
Slide pronto
Bia Bernardino
 
Projeto politico pedagogico
Projeto politico pedagogicoProjeto politico pedagogico
Projeto politico pedagogico
Heles Souza
 
Pauta planejamento 2012 1º
Pauta planejamento 2012     1ºPauta planejamento 2012     1º
Pauta planejamento 2012 1º
Nethy Marques
 
Plano de aula
Plano de aulaPlano de aula
Plano de aula
Nathalia Ramos
 
Estagio regencia de sala
Estagio regencia de salaEstagio regencia de sala
Estagio regencia de sala
Alessandra Alves
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTILEDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTIL
Roshelly Milanez
 
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
Paulo Lima
 
Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.
Magda Marques
 
Relatório estágio
Relatório  estágioRelatório  estágio
Relatório estágio
Maria da C.A.Versiani
 
Slide Tempo Integral.pdf
Slide Tempo Integral.pdfSlide Tempo Integral.pdf
Slide Tempo Integral.pdf
FrancineGomes14
 
Plano de gestão feito
Plano de gestão feitoPlano de gestão feito
Plano de gestão feito
Antonio Carneiro
 
Projeto de oficina pedagógica para professores
Projeto de oficina pedagógica para professoresProjeto de oficina pedagógica para professores
Projeto de oficina pedagógica para professoresvanessaveloso05
 
Como atuar com o AEE
Como atuar com o AEEComo atuar com o AEE
Como atuar com o AEE
Natália Rodrigues
 
Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil
filicianunes
 
Pauta
PautaPauta
Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019
Lindomar Oliveira
 
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLATCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
JJOAOPAULO7
 

Mais procurados (20)

Plano de ação pedagógica 2009 anandreia
Plano de ação pedagógica 2009   anandreiaPlano de ação pedagógica 2009   anandreia
Plano de ação pedagógica 2009 anandreia
 
Planejamento Educacional
Planejamento EducacionalPlanejamento Educacional
Planejamento Educacional
 
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
Plano Anual de Ação da Orientação Escolar
 
Slide pronto
Slide prontoSlide pronto
Slide pronto
 
Projeto politico pedagogico
Projeto politico pedagogicoProjeto politico pedagogico
Projeto politico pedagogico
 
Pauta planejamento 2012 1º
Pauta planejamento 2012     1ºPauta planejamento 2012     1º
Pauta planejamento 2012 1º
 
Plano de aula
Plano de aulaPlano de aula
Plano de aula
 
Estagio regencia de sala
Estagio regencia de salaEstagio regencia de sala
Estagio regencia de sala
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTILEDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTIL
 
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
 
Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.
 
Relatório estágio
Relatório  estágioRelatório  estágio
Relatório estágio
 
Slide Tempo Integral.pdf
Slide Tempo Integral.pdfSlide Tempo Integral.pdf
Slide Tempo Integral.pdf
 
Plano de gestão feito
Plano de gestão feitoPlano de gestão feito
Plano de gestão feito
 
Projeto de oficina pedagógica para professores
Projeto de oficina pedagógica para professoresProjeto de oficina pedagógica para professores
Projeto de oficina pedagógica para professores
 
Como atuar com o AEE
Como atuar com o AEEComo atuar com o AEE
Como atuar com o AEE
 
Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil
 
Pauta
PautaPauta
Pauta
 
Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019
 
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLATCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
TCC - RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
 

Destaque

PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
Antônio Fernandes
 
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira CamargosProjeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Paula Tannus
 
Síntese e Estrutura de um ppp
Síntese  e  Estrutura de um pppSíntese  e  Estrutura de um ppp
Síntese e Estrutura de um ppp
Emilly Martins
 
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo BilacProjeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
bilac02
 
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICOPROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Cursos Profissionalizantes
 
Ppp slide
Ppp slidePpp slide
Ppp slide
lidiane Silva
 
Plano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógicaPlano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógica
Blog Amiga da Pedagogia By Nathália
 
Marco referencial trabalho em grupo
Marco referencial   trabalho em grupoMarco referencial   trabalho em grupo
Marco referencial trabalho em grupo
Coordenação Pedagógica, Entre Rios-BA
 
Projeto politico pedagogico 2010
Projeto politico pedagogico 2010Projeto politico pedagogico 2010
Projeto politico pedagogico 2010
Camila Clivati
 
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique AlfarthProjeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
Fernando Heringer
 
Atuacao gestor escolar
Atuacao gestor escolarAtuacao gestor escolar
Atuacao gestor escolar
Jucymar Marques
 
Projeto Político Pedagógico 2014
Projeto Político Pedagógico 2014Projeto Político Pedagógico 2014
Projeto Político Pedagógico 2014
emeblaurogomes
 
Projeto atualizado por manuela
Projeto atualizado por manuelaProjeto atualizado por manuela
Projeto atualizado por manuela
UyaraPortugal
 
PPP Lauro Gomes 2015
PPP Lauro Gomes 2015PPP Lauro Gomes 2015
PPP Lauro Gomes 2015
emeblaurogomes
 
Ppp blog 2012
Ppp blog 2012Ppp blog 2012
Ppp blog 2012
antoniomantuan
 
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola professora Dinare Feitosa
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola  professora Dinare Feitosa Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola  professora Dinare Feitosa
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola professora Dinare Feitosa
Adilson P Motta Motta
 
Competências e habilidades
Competências e habilidadesCompetências e habilidades
Competências e habilidades
Instituto SOS Professor
 
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
bio_fecli
 
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
emebgr
 
Ppp 2014
Ppp   2014Ppp   2014
Ppp 2014
rotarymossoro
 

Destaque (20)

PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
PPP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ESCOLA CORNÉLIA 2016-2018
 
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira CamargosProjeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Joaquim Teixeira Camargos
 
Síntese e Estrutura de um ppp
Síntese  e  Estrutura de um pppSíntese  e  Estrutura de um ppp
Síntese e Estrutura de um ppp
 
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo BilacProjeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
Projeto Político Pedagógico (PPP 2014)/EMEF Olavo Bilac
 
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICOPROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
 
Ppp slide
Ppp slidePpp slide
Ppp slide
 
Plano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógicaPlano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógica
 
Marco referencial trabalho em grupo
Marco referencial   trabalho em grupoMarco referencial   trabalho em grupo
Marco referencial trabalho em grupo
 
Projeto politico pedagogico 2010
Projeto politico pedagogico 2010Projeto politico pedagogico 2010
Projeto politico pedagogico 2010
 
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique AlfarthProjeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
Projeto Político Pedagógico - E.B.M. Henrique Alfarth
 
Atuacao gestor escolar
Atuacao gestor escolarAtuacao gestor escolar
Atuacao gestor escolar
 
Projeto Político Pedagógico 2014
Projeto Político Pedagógico 2014Projeto Político Pedagógico 2014
Projeto Político Pedagógico 2014
 
Projeto atualizado por manuela
Projeto atualizado por manuelaProjeto atualizado por manuela
Projeto atualizado por manuela
 
PPP Lauro Gomes 2015
PPP Lauro Gomes 2015PPP Lauro Gomes 2015
PPP Lauro Gomes 2015
 
Ppp blog 2012
Ppp blog 2012Ppp blog 2012
Ppp blog 2012
 
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola professora Dinare Feitosa
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola  professora Dinare Feitosa Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola  professora Dinare Feitosa
Projeto Político Pedagógico (PPP) Escola professora Dinare Feitosa
 
Competências e habilidades
Competências e habilidadesCompetências e habilidades
Competências e habilidades
 
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
Métodos e práticas do ensino de biologia para jovens especiais na escola de e...
 
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
Projeto Político Pedagógico da EMEB Graciliano Ramos 2012
 
Ppp 2014
Ppp   2014Ppp   2014
Ppp 2014
 

Semelhante a P.P.P.- Projeto Político Pedagógico da EM Professora Rosa Maria Martins dos Santos - 2016

Projeto político pedagógico
Projeto político pedagógicoProjeto político pedagógico
Projeto político pedagógico
mauriliojr
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICAPROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
Lidia Carvalho
 
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
Adilson P Motta Motta
 
Projeto politico maria barbosa
Projeto politico maria barbosaProjeto politico maria barbosa
Projeto politico maria barbosa
kauezinhoproducao
 
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
Instituto Consciência GO
 
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Educação Infantil
 
PPP2012
PPP2012PPP2012
PPP2012
escolaramona
 
psicologia geral
psicologia geralpsicologia geral
psicologia geral
Augusto Comte
 
PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
PPP 2014 - EC 29 de TaguatingaPPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
Ana Silva
 
Pppfinal18 3-14
Pppfinal18 3-14Pppfinal18 3-14
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015 PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
Marineide Pereira da Cunha
 
Projeto
ProjetoProjeto
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdfPTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
danielle50811770
 
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
nayanapaula3
 
Ppp heloisa leão de moura
Ppp heloisa leão de mouraPpp heloisa leão de moura
Ppp heloisa leão de moura
emheloisaleao
 
Plano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santoPlano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santo
Lucio Lira
 
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
Adilson P Motta Motta
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
Loureni Reis
 
Mec construindo a escola cidadã
Mec   construindo a escola cidadãMec   construindo a escola cidadã
Mec construindo a escola cidadã
Mario Lucio Silva
 
Histórico do CENL
Histórico do CENLHistórico do CENL
Histórico do CENL
ronaldodes.oliveira
 

Semelhante a P.P.P.- Projeto Político Pedagógico da EM Professora Rosa Maria Martins dos Santos - 2016 (20)

Projeto político pedagógico
Projeto político pedagógicoProjeto político pedagógico
Projeto político pedagógico
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICAPROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
PROJETO INTERDISCIPLINAR SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA
 
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
Projeto Político Pedagógico Escola Ney Braga 2014
 
Projeto politico maria barbosa
Projeto politico maria barbosaProjeto politico maria barbosa
Projeto politico maria barbosa
 
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
A Escola na Perspectiva da Educação Inclusiva construção do projeto pedagógic...
 
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
 
PPP2012
PPP2012PPP2012
PPP2012
 
psicologia geral
psicologia geralpsicologia geral
psicologia geral
 
PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
PPP 2014 - EC 29 de TaguatingaPPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga
 
Pppfinal18 3-14
Pppfinal18 3-14Pppfinal18 3-14
Pppfinal18 3-14
 
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015 PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
PPP - Plano Politico Pedagógico - 2015
 
Projeto
ProjetoProjeto
Projeto
 
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdfPTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
PTE_Apresentacao_final_para_ler_o_mundo.pdf
 
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
Atual ppp e.m.dinarte mariz 2014 (2)...
 
Ppp heloisa leão de moura
Ppp heloisa leão de mouraPpp heloisa leão de moura
Ppp heloisa leão de moura
 
Plano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santoPlano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santo
 
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
PPP - Escola Frei Antonio Sinibaldi, 2015
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
 
Mec construindo a escola cidadã
Mec   construindo a escola cidadãMec   construindo a escola cidadã
Mec construindo a escola cidadã
 
Histórico do CENL
Histórico do CENLHistórico do CENL
Histórico do CENL
 

Último

Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 

Último (20)

Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 

P.P.P.- Projeto Político Pedagógico da EM Professora Rosa Maria Martins dos Santos - 2016

  • 1.
  • 2. A ESCOLA “Escola é… o lugar onde se faz amigos não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos… Escola é, sobretudo, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade,é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se “amarrar nela”! Ora, é lógico… Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz”. (Paulo Freire)
  • 3. “Com um pé no chão e o outro nas estrelas o professor pode levar os seus alunos a todos os lugares”. (José Ribamar Feitosa) 1 – UNIDADE ESCOLAR 1.1 Nome e Endereço ESCOLA MUNICIPAL ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS Rua Noel Rosa, 1173 – Jardim Sílvia Maria - Mauá - São Paulo CEP: 09380-412 Telefone: 4512-7617 Lei nº 5045, de 20 de maio de 2015. Dispõe sobre a criação da Unidade de Escola e da sua denominação. 1.2 Equipe Gestora NOME CARGO FUNÇÃO QUE EXERCE Rosana Maciel Bilar Passareli da Silva Professor I Diretora Gláucia Maria Pimenta Professor I Professora Coordenadora Pedagógica 1.3 Modalidade de Ensino – Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental Grupo 1 - A 15 Integral Grupo 1 – B 15 Integral Grupo 2 – A 20 Integral Grupo 2 – B 20 Integral Grupo 2 - C 20 Integral Grupo 3 - A 20 Integral Grupo 3 - B 21 Integral Grupo 4 - A 24 Parcial Grupo 4 - B 24 Parcial TOTAL 179 alunos
  • 4. 1.4 Horários de Funcionamento Pedagógico e Administrativo Horário de Funcionamento Período Integral 07h00 às 17h30 Período Parcial 8h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00 Secretaria 08h00 às 12H00/ 13h00 às 16h00
  • 5. INTRODUÇÃO “A importância do projeto político-pedagógico está no fato de que ele passa a ser uma direção, um rumo para as ações da escola. É uma ação intencional que deve ser definida coletivamente, com consequente compromisso coletivo”, (Betini, 2005). Pensando na função social da Educação e no valor formativo e simbólico que a instituição Escola sempre representou para as sociedades e ainda, nos ideais dialéticos, construtivistas e sócio-históricos que regem a Escola contemporânea, compreendendo a importância do papel da educação no desenvolvimento dos seres humanos, baseada no desenvolvimento integral das pessoas numa filosofia marxista, no enfoque construtivista e na importância do contexto social e das relações estabelecidas, a fim de se efetivar a formação do aprendiz na cidadania e para a cidadania, advém a necessidade de as escolas construírem seus Projetos Político Pedagógicos. Apesar de se constituir enquanto exigência normativa, o Projeto Político Pedagógico é antes de tudo um instrumento ideológico, político, que visa sobretudo, a gestão dos resultados de aprendizagem, através da projeção, da organização, e acompanhamento de todo o universo escolar. De acordo com Betini: “o projeto político-pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escola pretende ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas, como às funções administrativas. Portanto, o projeto político-pedagógico faz parte do planejamento e da gestão escolar. A questão principal do planejamento é então, expressar a capacidade de se transferir o planejado para a ação. Assim sendo, compete ao projeto político-pedagógico a operacionalização do planejamento escolar, em um movimento constante de reflexão ação reflexão.” (2005, p.38). A articulação entre o projeto político pedagógico, o acompanhamento das ações, a avaliação e utilização dos resultados, com a participação e envolvimento das pessoas, o coletivo da escola, pode levá-la a ser eficiente e eficaz, daí a notória ênfase dada pelos mecanismos legais à escola democrática. Conforme Veiga o PPP “É também um instrumento que identifica a escola como uma instituição social, voltada para a educação, portanto, com objetivos específicos para esse fim.” (p. 13, 2002). Ao construirmos nosso Projeto Político Pedagógico levamos em conta a realidade que circunda a Escola e as famílias de nossos alunos, pois, certamente, a realidade social dos alunos afeta a sua vida escolar, e os dados levantados devem contribuir para orientar todo o organismo escolar para os fins de tratar tais indícios com a devida relevância, transformando-os em currículo, objeto de planejamento e potencial de aprendizagem. Atende também ao Artigo 60 das normas regimentais das escolas municipais de Mauá:
  • 6. “Artigo 60: O Projeto Político Pedagógico constitui-se no conjunto das decisões da Unidade Escolar e sua respectiva operacionalização de acordo com os princípios e as diretrizes da Secretaria de Educação, visando à organização da ação educativa”. (2012, pág. 16).
  • 7. AS BASES LEGAIS - A LDB (Lei nº 9394/96), em seu art.12 & I, art. 13 & I e no art. 14 & I e II, estabelece orientação legal de confiar à escola a responsabilidade de elaborar, executar e avaliar seu projeto pedagógico. A legislação define normas de gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios estabelecidos pelo art.14: I. participação dos profissionais de educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II. participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares equivalentes. Art. 29 A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem com finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Art. 30 A educação infantil será oferecida em: I – creches ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; II – pré – escolas para crianças de quatro a seis anos de idade. Art. 31 Na educação infantil a avaliação far – se – á mediante acompanhamento e registro de seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. Nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil quando trata da Proposta Pedagógica cita: “A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve ter como objetivo garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças”. (2010, pág. 18). As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica em seu artigo 22, estabelece que a Educação Infantil tem por objetivo o desenvolvimento integral da criança, em seus aspectos físico, afetivo, psicológico, intelectual, social, complementando a ação da família e da comunidade. O Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), no Capítulo IV, artigo 53, determina que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho.
  • 8. A INAUGURAÇÃO A Prefeitura de Mauá inaugurou no dia 22 de agosto de 2015, a creche da região do Jardim Sônia e Sílvia Maria. Intitulada Escola Municipal Professora Rosa Maria Martins dos Santos, a unidade tem 900 m² de área construída em terreno de 4,3 mil m², localizado na Rua Noel Rosa, 1.173. A creche abriu as portas para o início das aulas na segunda- feira (24). Na inauguração, o prefeito Donisete Braga e a secretária de educação Lairce Rodrigues de Aguiar parabenizaram todos os envolvidos no projeto. “Agradeço de coração a todos que se empenharam para que pudéssemos inaugurar hoje esse espaço tão importante. É uma honra ter em nossa cidade uma unidade educacional com o nome de quem dedicou sua vida profissional à educação, como a professora que empresta o nome à unidade”, citou Donisete em alusão a educadora que era moradora da região e faleceu em um acidente automobilístico. Com investimento de R$ 1,6 milhão, a construção foi uma parceria entre o governo do Estado, que entrou com R$ 1,2 milhão e o restante contrapartida da Prefeitura. A creche reúne seis salas de aula, dois berçários, um fraldário, uma sala multiuso e um conjunto administrativo que engloba diretoria, secretaria, copa, sala dos professores e coordenação e banheiros. O prédio é adaptado a pessoas com deficiência, sendo ainda dotado de placas de captação de energia solar instaladas no telhado para aquecimento da água das torneiras e dos chuveiros. Rosana Maciel é diretora da creche e moradora da região há 36 anos. Amiga pessoal e profissional da professora Rosa, que empresta o nome à escola, não poupou elogios à colega tão saudosa. “Tive o prazer de trabalhar com a Rosa, e só nos separamos quando Figura 1: Vereador Manoel Lopes, Secretária de Educação Prof.ª Lairce Rodrigues Aguiar, Diretora Rosana Maciel, Prefeito Donisete Braga, Filhas, Lilian, Lais e Luana.
  • 9. fui para outra escola. É uma alegria imensa para comunidade ter uma instituição de ensino que leva o nome dela, pois representa tudo pelo qual ela batalhou por tanto tempo”. “Só em saber que os pais e mães da região poderão deixar seus filhos em um local seguro e com pessoas capacitadas para cuidar deles é um alívio. Essa creche é uma alegria a mais para todos nós”, comemora Paulo Francisco Rocino Maurício, ao lado da esposa Ana Paula e do filho Bruno, de 2 anos e um mês. Fonte: Portal Seduc: http://10.0.0.77/?p=8484#comments
  • 10. HISTÓRIA DA PATRONESSE Rosa Maria Martins dos Santos nasceu em casa, em uma pequena cidade de Minas Gerais, no dia 23 de dezembro de 1964. Teve uma infância difícil junto a seus oito irmãos. Sua mãe ficou doente e a família veio para São Paulo a 959 km de distância em busca de uma vida melhor. Então, no ano de 1977, Rosinha começou a morar no Parque São Rafael acompanhada de sua família. Para ajudar a renda familiar, começou a trabalhar em casa de familiares, como diarista e babá. Porém, nunca deixou de estudar, tinha muita fé que um dia se tornaria professora. Chegando ao Ensino Médio, escolheu a carreira do Magistério, que sempre admirou. Conseguiu concluir e foi trabalhar em uma pequena escola da rede privada. Ficou noiva, casou-se e foi morar no Jardim Sílvia Maria no ano de 1985. Ao final do mesmo ano ingressou em um emprego como professora na prefeitura de Mauá, iniciou suas aulas na educação infantil na EEPSG Professora Maria Josefina Kulmann Flaquer. Desenvolveu seu trabalho com amor, carinho e dedicação, alfabetizando grande parte da população dos Jardins Sônia e Sílvia Maria.
  • 11. Uma mulher simples e humana, poucos foram aqueles que ao primeiro contato não se encantaram ao conhecê-la. Transbordava de alegria quando se encontrava diante de algum aluno e até mesmo ex-aluno. Formou-se em Pedagogia, teve três filhas: uma formada em direito, uma estudante de engenharia (2015) e a mais velha nos mesmos passos que a mãe, professora. Rosinha como era conhecida tinha um grande papel em seu bairro, foi professora por anos e tornou-se Professora Coordenadora Pedagógica. Em sua função como coordenadora trouxe alguns benefícios para a creche “Gasparzinho”, atual Zeny Machado Chiarotto, fazendo parcerias com as empresas do bairro e das proximidades. Era muito dedicada, sempre falava: “a gente veio ao mundo, para fazer a diferença”. E sua dedicação não parava por aí, aos finais de semana era ministra de liturgia na paróquia Nossa Senhora de Lourdes, paróquia que a mesma teve o prazer de ser catequista. Frequentava o “terço” todas as terças-feiras, levando a palavra de Deus para as famílias necessitadas. No ano de 2006, trouxe para o bairro o projeto “EDUCAFRO”, que tem como intuito, transformar a vida dos menos favorecidos e ingressar os mesmos em uma universidade através de uma bolsa de estudos, por meio de uma avaliação. Ela como coordenadora, foi atrás e conseguiu professores voluntários de todas as áreas para o cursinho pré-vestibular. Fazia isso todos os sábados e como recompensa, viu muitos de seus alunos ingressando em uma universidade. Seu talento não parava e suas ocupações só aumentavam. Extremamente dedicada, sempre pensava no outro em primeiro lugar e “arrumava tempo” para tudo. No ano de 2009 ficou viúva, de um relacionamento de 24 anos de casada, com muito amor e companheirismo. Continuou se dedicando aos seus projetos e cuidando de suas três filhas. No ano de 2010, um trágico acidente levou este anjo de volta ao céu. Sem dúvida, a sua trajetória, suas ações, suas conquistas provam e enchem de esperança todos no bairro em que viveu. Ela não passou despercebida nos Jardins Sônia Maria e Sílvia Maria e por onde passem, qualquer um morre de saudades desse anjo
  • 12. chamado Rosinha, que dedicou sua vida ao próximo. Ela, fez a diferença.
  • 13. HISTÓRICO DO BAIRRO Os registros oficiais mostram que o Jardim Sônia Maria fica no setor 23. Foi aprovado em 1.958. A Sílvia Maria ocupa o setor 24. Seu processo é de 1.960 e a aprovação saiu em 1.961. O loteador era Raul Ferreira de Barros que em homenagem as filhas chamavam os lotes pelos nomes Sônia, Sílvia e Ana. Figura 2: Prefeito Donisete Braga recebendo carteira simbólica, Secretária de Educação Prof.ª Lairce, Deputado Estadual Átila Jacomussi, Vereador Manoel Lopes, PCP Gláucia Pimenta
  • 14. Os mais antigos loteamentos de Mauá carecem de maior número de dados oficiais junto à prefeitura. Contribui para esta falta demais informações. Quando Mauá tornou-se autônoma, muitos documentos ficaram “retidos” em Santo André. Casos como o da Vila Magini, sabe-se de que o processo é de 1939, no que sabemos é que o processo está sumido. (texto de Severino Correia Dias, Professor de História) Entre Mauá e Santo André, irmãs dão nomes a bairros Sílvia Maria é o nome de uma das três filhas do engenheiro Raul Ferreira de Barros, que loteou o Jardim Sônia Maria na segunda metade da década de 1950 e iniciou a venda de lotes em 1959. Eram lotes populares e menores que o de outro loteamento de sua autoria, o Jardim Ana Maria, este em Santo André, cujas vendas começaram em abril de 1957. Ana Maria, outra filha do loteador, a exemplo de Sílvia Maria, do bairro do mesmo nome, também em Mauá, com vendas a partir de 1961. Os três bairros são fruto da explosão urbana e demográfica do Grande ABC dos anos 1950, conforme nos declarou Raul de Barros em 1984, no seu escritório no Centro de Santo André. Ao abrir o Jardim Ana Maria, o loteador planejou fazer um loteamento fino, semelhante aos bairros City de São Paulo, coisa rara em termos regionais à época. “Tenho lotes para vender até hoje no Ana Maria”, dizia o engenheiro Raul de Barros, acrescentando: “A região operária não comportava um loteamento daqueles, com lotes tão grandes”. Daí porque, ao abrir o Sônia Maria, e depois o Sílvia Maria, o loteador projetou lotes pequenos, mais populares. Historicamente, Sônia Maria e os bairros vizinhos ocupam área da legendária Fazenda Oratório, já registrada no século 19. Neste trecho existiu a experiência da Fazenda da Juta, idealizada por Nestor de Barros, pai de Raul de Barros, e que funcionou em boa parte da primeira metade do século passado. Jardins Sônia Maria e Sílvia Maria cresceram ao redor do Polo Petroquímico e a urbanização estendeu-se pelas décadas de 1960, 1970 e 1980, quando ainda eram várias as ruas de terra batida. A partir da década de 1990, os bairros urbanizam-se. E depois submete-se a um programa de mutirão subvencionado pela Prefeitura: moradores eram pagos para manter as ruas do bairro limpas; guias e troncos de árvores pintados; entulho retirado. (Ademir Medici) Possui ruas com nomes de celebridades do mundo artístico: Noel Rosa, Carmem Miranda, Vicente Celestino, Francisco Alves, Augusto Calheiro, Gerôncio Gregório, Carlos Spera etc.
  • 15. Quadra da Escola de Samba Responsável por levar alegria para a comunidade do Jardim Sílvia Maria, vencendo por três vezes seguidas o Carnaval de Mauá (em 2006, 2008 e 2010), a quadra da escola de samba Unidos do Sílvia Maria. Campo Distrital Rafael José da Silva Localizada na Rua Oscarito, foi criada para oportunizar momentos de lazer para comunidade, a praça é composta por duas quadras (cimento e terra), playground, aparelhos de ginástica etc. Diariamente ocorrem atividades esportivas com acompanhamento de professor de educação física (caminhada, futebol de salão, futebol de campo e alongamento). Praça Professora Adélia A. Moreira de Deus Mais um espaço para lazer e esporte, contando com aparelhos para ginástica, mini play ground, quadra de areia e quadra cimentada, bem como pista de skate. Fundado há 35 anos, o Esporte Clube Jardim Sílvia Maria ainda é um dos grandes orgulhos de quem vive no bairro. Ganhador de títulos como o vice-campeonato da liga amadora de 1996. Escola Estadual Professora Maria Josefina Kuhlman Flaquer. Localizada na Rua Noel Rosa, atende alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
  • 16. HISTÓRIA DA ESCOLA Localizada na Rua Noel Rosa, 1173, Jardim Sílvia Maria, Mauá, a EM Rosa Maria Martins dos Santos, decreto de criação Nº 5.045 de 20 de maio de 2015, foi inaugurada no dia 22 de agosto de 2015. Foram designadas as Professoras Rosana Maciel Bilar Passareli da Silva (1ª diretora) e Gláucia Maria dos Santos Pimenta (1ª Professora Coordenadora Pedagógica), como gestoras desta Unidade Escolar.
  • 17. Durante o ano letivo de 2016 o corpo docente está organizado da seguinte forma: SALA GRUPO DOCENTES / ADIs 1 G1A Talize, Liliane, Cristiane e Adriana 2 G1B Priscila, Marta, Danielle e Joelma Santos 3 G2A Elaine, Claudete, Jéssica e Alexandra 4 G2B Marineide, Telma, Eliane e Camila 5 G2C Eliete, Daiane, Daniele T. e Adriana 6 G3A Jane, Josangela e Maria Gorete 7 G3B Helen, Marlene, Alessandra 8 G4A Regiane Patricia 9 G4B Sheila Na secretaria temos dois escriturários: HORÁRIO DE TRABALHO NOME Das 7h às 12h e das 13h às 16h Maria Das 8h30 às 11h e das 12h às 17h30 Diego Contamos com o apoio operacional Aldeci Lino que trabalha das 6h30 às 12h e das 13h às 16h30, garantindo a abertura da escola para os funcionários, a segurança no atendimento aos portões, realizando pequenos reparos e informando a direção de reparos e manutenções. No setor da merenda temos as funcionárias Eliana, Luciana e Marlene. Na limpeza, contamos com funcionários da DEMAX (empresa terceirizada), com Roberto, Sandra, Pâmela, Cleonice e Andreia, sob a supervisão do Srº Hebert que faz visitas periódicas para acompanhamento dos serviços prestados e também das necessidades. A escola foi inaugurada no dia 22 de agosto e as aulas tiveram início no dia 24/08/2015. Foram dias de muita ansiedade aos familiares, que puderam contar com o apoio e carinho de toda equipe. Foi montado um grupo de whatsapp para os pais que quiseram participar e várias notícias eram fornecidas a eles, além de fotos e vídeos. Esta ação ajudou a diminuir a angustia de quem deixava seu filho pela primeira vez na escola. Este grupo ainda é muito atuante, mas hoje dividimos muitas outras informações, como justificativas
  • 18. de faltas, atividades desenvolvidas pelos grupos nas escolas, etc. O período de funcionamento da Unidade escolar é das 7h às 17h30, atendendo crianças de 0 a 4 anos. Atendemos atualmente 179 crianças. O Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo ocorre as terças-feiras das 15h às 17h e das 18h às 20h e vários assuntos são abordados: acolhida e adaptação dos alunos, dados das entrevistas, desenvolvimento cognitivo das crianças de 0 a 3 anos, planejamento, avaliação, replanejamento, demandas diárias, dúvidas e anseios do corpo docente. No dia 13 de outubro de 2015, houve a posse dos Primeiros Colegiados desta Unidade Escolar: Conselho Escolar e Associação de Pais e Mestres, após um período de eleição muito enriquecedora para a história da escola, com vários candidatos, carômetro, divulgação no blog, no Facebook, caderno de recados e muito incentivo por parte da comunidade escolar. Enfim no dia da posse o primeiro documento assinado pelo Conselho escolar foi o horário administrativo da equipe gestora e o da APM foi o Estatuto da de funcionamento da APM desta Unidade Escolar. Foi socializado através de e-mail, o Regimento escolar, que logo após foi discutido em Reunião Pedagógica e o mesmo já foi aprovado e deliberado pelo Conselho Escolar. A escola possui um blog e um Facebook institucional, vários grupos de whatsapp nos que é alimentado pela direção com todas as informações importantes da escola. BLOG INSTITUCIONAL http://emrosinhamaria.blogspot.com/ FACEBOOK INSTITUCIONAL https://www.facebook.com/EM-Rosa-Maria- Martins-Santos-106283269715388/?ref=hl E-MAIL DA ESCOLA em.rosamaria.martins@gmail.com WHATSAPP PAIS 92 participantes WHATSAPP PROFESSORES/FUNCION. 43 participantes WHATSAPP COLEGIADO APM E CONSELHO ESCOLAR 19 participantes WHATSAPP SECRETARIA DA ESCOLA 4 participantes
  • 19.
  • 20. OBJETIVOS Objetivo Geral Valorizar a educação como um instrumento de humanização e de interação social, proporcionando uma educação de qualidade através de um trabalho de parceria entre pais, alunos e profissionais da educação, num processo cooperativo de formação de indivíduos plenos e aptos a construir a sua própria autonomia e cidadania, reconhecendo- se, como ser único, mas também coletivo.
  • 21. Objetivos Específicos * Valorizar as múltiplas inteligências, dando oportunidades do educador desenvolver suas potencialidades; * Desenvolver conteúdos derivados do cotidiano do educando, utilizando situações que apareçam em sala de aula, discutindo e informando através dos temas transversais; * Desenvolver princípios de valores e ética, propiciando o respeito mútuo e a solidariedade, dentro de um ambiente de interação; * Resgatar a unidade do saber e do fazer através de uma prática interdisciplinar que percorra um caminho oposto à fragmentação do conhecimento; * Proporcionar condições favoráveis para a construção consciente de valores cívicos e sociais; * Oportunizar a liberdade de expressão, proporcionando a autonomia com responsabilidade diante dos fatos cotidianos, com sabedoria e comprometimento; * Tornar o educando consciente, participativo e condutor de ideias capazes de surtir um efeito prático diante do desenvolvimento sustentável.
  • 22. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR – 2016 A escola Rosa Maria Martins dos Santos, situada na Rua Noel Rosa, 1173, Jardim Sílvia Maria, Mauá, é composta por 181 alunos matriculados, sendo que 138 alunos foram entrevistados e, dentre eles, 93 do sexo feminino e 49 do sexo masculino. 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 Matriculados x Entrevistados Matriculados Entrevistados Segundo os dados coletados, 85 crianças são cuidadas por seus pais, 36 pelos avós e outros. A média de composição familiar está distribuída entre 3, 4 ou mais de 4 pessoas. Número de pessoas que compõem a família 2 pessoas 3 pessoas 4 pessoas acima de 4 pessoas De acordo com as informações fornecidas, 2 famílias são espíritas, 1 agnóstica, 66 católicas e 51 evangélicas. Os pais dispõem dos seguintes graus de escolaridade: 0 sem escolaridade, 3 possuem o fundamental incompleto, 6 o fundamental completo, 2 o Ensino Médio
  • 23. incompleto, 75 o Ensino Médio completo, 7 possuem o Superior incompleto e 16 o Ensino Superior. As mães dispõem dos seguintes graus de escolaridade: 2 possuem o fundamental incompleto, 8 o fundamental completo, 2 o Ensino Médio incompleto, 75 o Ensino Médio completo, 7 possuem Superior incompleto, 17 completaram o Ensino Superior e 3 conclui a Pós-Graduação. Com relação a renda familiar da comunidade, os ganhos se concentram na faixa entre 1 e 2,2 salários-mínimos, sendo que 48 famílias possuem renda acima de R$1.700,00. A maioria dos alunos faz o percurso até a escola a pé, acompanhados pelos pais, 59 utilizam carros e apenas 14 alunos utilizam de transporte escolar. A maior parte dos alunos nasceu no ABCDMR, 2 crianças nasceram no interior de São Paulo e 14 na Grande São Paulo. Quanto à formação cultural, pudemos constatar que 70 crianças têm acesso a livros infantis, 48 utilizam computadores, 71 costumam passear em parques e áreas de lazer públicas. A minoria frequenta teatro e cinemas, sendo 11 e 12, respectivamente. Referente à saúde das crianças, 70% possui convênio médico. Com relação ao convênio odontológico, somente 24 crianças possuem. Dentre os alunos entrevistados, 48 crianças são alérgicas. Apenas 35 alunos realizam tratamento de saúde e 23 tomam medicamento de uso constante. Uso constante de medicamentos Sim Não
  • 24. Percebe-se que os pais têm preocupação com a saúde preventiva e as vacinas estão atualizadas. Foram realizados exames clínicos preventivos em 102 alunos. Realizou exames clínicos nos últimos 6 meses? Sim Não Com relação à moradia, a maioria tem casa própria (70 alunos) e sedo que o restante reside em moradias alugadas (41) e cedidas (9), em casas de alvenaria com toda infraestrutura usual. Os bairros onde moram têm postos de saúde, parquinhos públicos, praças e bibliotecas. Destes lugares citados, as famílias frequentam posto de saúde, parquinhos e o Clube Braskem. Nenhuma criança pratica esportes. Residência familiar Própria Alugada Cedida Os dados foram obtidos através de entrevistas conduzidas junto aos pais.
  • 25. RECURSOS EXISTENTES RECURSOS FÍSICOS A estrutura física é caracterizada por um terreno de topografia acidentada, com intervenção de terraplanagem, sob o qual a escola foi construída. A escola é composta por:  8 salas de aula  1 fraldário  2 banheiros infantis com 2 chuveiros cada;  2 banheiros administrativos adaptados para portadores de deficiência;  2 banheiros para uso dos funcionários com chuveiros;  1 DML (Depósito de materiais de limpeza);  1 banheiro familiar adaptado;  1 lavanderia,  1 copa para uso dos funcionários;  1 sala multiuso;
  • 26.  1 cozinha  1 lactário  1 refeitório  1 secretaria  1 sala de direção  1 sala de professores / coordenação pedagógica. RECURSOS MATERIAIS SALA 01 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Berços 5 Ótimo Baby Ju 2 Ótimo Armário colmeia 1 Ótimo Armário 1 Ótimo TV 50” 1 Ótimo Cadeiras giratórias 2 Ótimo Ventilador de parede 1 Ótimo Mesa de professor 1 Ótimo Cadeira de professor 1 Ótimo Bebê conforto 5 Ótimo colchonetes 11 Ótimo Quadro branco 1 Ótimo SALA 02 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação TV 50” 1 Ótimo armário 2 Ótimo colchonetes 15 Ótimo Armário colmeia 2 Ótimo Mesa 2 Ótimo cadeirinhas 8 Ótimo Mesa professor 1 Ótimo Cadeira professor 1 Ótimo Trocador 1 Ótimo
  • 27. SALA 03 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação TV 50” 1 Ótimo Mesa quadrada 2 Ótimo colchonete 17 Ótimo armário 2 Ótimo Cadeira professor 1 Ótimo Mesa professora 1 Ótimo Quadro branco Ótimo SALA 04 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação TV 50” 1 Ótimo Armário colmeia 1 Ótimo Armário 2 Ótimo Armário pequeno 1 Ótimo Mesa professor 1 Ótimo Cadeira professor 1 Ótimo Colchonetes 18 Ótimo Sofá urso 1 Ótimo SALA 05 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação TV 50” 1 Ótimo Sofá urso 1 Ótimo Mesa quadrada 1 Ótimo colchonetes 19 Ótimo armário 2 Ótimo estante 1 Ótimo Armário colmeia 1 Ótimo Cadeira para professor 1 Ótimo Mesa para professor 1 Ótimo Quadro branco 1 Ótimo
  • 28. SALA 06 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação TV 50” 1 Ótimo Armários 2 Ótimo Armário colmeia 1 Ótimo Mesa professor 1 Ótimo Cadeira professor 1 Ótimo Mesa 1 Ótimo Quadro branco 1 Ótimo Cadeira alunos 3 Ótimo Colchonetes 20 Ótimo SALA 07 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Colmeia 1 Ótimo Mesa para professor 1 Ótimo Armário 2 Ótimo Cadeira para professor 1 Ótimo Cadeira alunos 2 Ótimo Quadro branco 1 Ótimo Colchonete 22 Ótimo Mesa professor 1 Ótimo Estante 1 Ótimo SALA 08 Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Mesas sextavada aluno 4 Ótimo Cadeiras aluno 24 Ótimo Sofá urso 1 Ótimo Mesa professor 1 Ótimo Cadeira professor 1 Ótimo Armário 2 Ótimo SALA MULTIUSO Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Armário colmeia 1 Ótimo Sofá urso 4 Ótimo
  • 29. Teatro para fantoches 1 Ótimo Pia de madeira 1 Ótimo Geladeira madeira 1 Ótimo Fogão simples madeira 1 Ótimo Estante pequena 1 Ótimo Barraca quitanda 1 Ótimo Micro-ondas madeira 1 Ótimo Espumados Diversos Ótimo Armário colmeia 1 Ótimo Livros Diversos Ótimo Brinquedos pedagógicos Diversos Ótimo SALA DOS PROFESSORES Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Computadores 2 Ótimo Mesa oval para reunião 1 Ótimo Cadeiras almofadadas 10 Ótimo Mesa para professor 1 Ótimo Armário 2 portas 1 Ótimo Armário pequeno 2 portas 1 Ótimo Estante 8 gavetas 1 Ótimo Expositor de livros 1 Ótimo Quadro branco 1 Ótimo Quadro decorativo 1 Ótimo COZINHA Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Fogão industrial 6 bocas 1 Ótimo Geladeira frost free 1 Ótimo Freezer 1 Ótimo Liquidificador industrial 1 Ótimo multiprocessador 1 Ótimo Filtro de água 1 Ótimo Balança 1 Ótimo Armário pequeno 2 portas 2 Ótimo Mesa de inox 1 Ótimo Escorredor de inox 2 Ótimo Exaustor 1 Ótimo Fruteira 1 Ótimo Engradados 9 Ótimo Lixeira com pedal 1 Ótimo Porta papel toalha 1 Ótimo Porta sabonete liquido 1 Ótimo
  • 30. LACTÁRIO Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Fogão residencial 1 Ótimo Geladeira 1 Ótimo Filtro de água 1 Ótimo Liquidificador industrial 1 Ótimo Engradado 1 Ótimo Multiprocessador 1 Ótimo Fruteira 1 Ótimo SALA DA DIREÇÃO Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Mesa executiva 1 Ótimo Cadeira estofada 2 Boa Computador 1 Ótimo Telefone voip 1 Ótimo Telefone 1 Sem linha Armário com 2 portas 1 Ótimo Armário com 3 prateleiras 1 Ótimo Armário pequeno duas portas 1 Ótimo Ventilador de parede 1 Quebrado Rádio portátil 1 Ótimo Quadro decorativo 1 Ótimo REFEITÓRIO Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Mesa para refeitório 5 Ótimo Cadeiras para alunos 40 Ótimo Cesto para lixo com tampa 3 Ótimo Mesa sextavada 1 Ótimo LAVANDERIA Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Máquina de lavar 16 kg 1 Ótimo Secadora 10 kg 1 Ótimo
  • 31. Armário colmeia 2 Ótimo Carrinho de inox 1 Ótimo Mesa quadrada 1 Ótimo Cadeirinhas 4 Ótimo CORREDOR INTERNO Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Longarina com 3 cadeiras 3 Ótimo Longarina com 4 cadeiras 3 Ótimo Vasos com plantas 13 Ótimo Extintores 3 Ótimo Roupeiro 12 portas 2 Ótimo Roupeiro 18 portas 1 Ótimo Cesto para lixo com tampa 1 Ótimo COPA FUNCIONÁRIOS Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Mesa redonda 1 Ótimo Cadeiras 4 Ótimo Micro-ondas 1 Ótimo Geladeira 1 Usada SECRETARIA Materiais Existentes Quantidade Estado de Conservação Computador 2 Ótimo Mesa redonda 1 Boa Cadeiras 4 Ótimo Mesa escritório 2 gavetas 2 Ótimo Armário 2 portas pequeno 6 Sem linha Arquivo pasta suspensa 2 Ótimo Cadeira estofada azul 2 Ótimo Impressora laser 1 Ótimo
  • 32. ROTINAS DOS FUNCIONÁRIOS E/OU TURMAS DA UNIDADE DIEGO PERALTA – Assistente administrativo Mensalmente: – Backup dos AF dos Funcionários; – Impressão de folhas de chamada dos alunos. Semanalmente: – Enviar dos controles de estoque da cozinha aos responsáveis (seg. alimentar); Diariamente: – Pela manhã, solucionar, até 9h00~9h30, de problemas do dia anterior; – Checagem da consistência do banco de dados offline com SIEM e PRODESP; – Atualização dos dados de alunos no cadastro físico; – Atendimento aos funcionários (banco de horas, agendamentos, etc.); – Atendimento ao público; – Checagem/trancamento de portas e janelas antes de fechar a escola. MARIA REZENDE – Auxiliar de apoio operacional – Acompanhar entrada das crianças; – Atendimento aos pais na secretaria depois das 7h30 e também levar as crianças que chegam atrasadas até a sala de aula; – Fazer ligações para os pais das crianças que não estão bem; – Os AF são feitos uma vez por mês, assim como a requisição de materiais (também são feitas requisições extras, quando necessário); – Observar os sistemas o tempo todo e entrar em contato com os pais quando as crianças não comparecem à escola;
  • 33. – Dar baixa em matrícula, fazer matrículas e colocar nos sistemas; – Imprimir AF uma vez por mês, assim como as folhas de frequência dos alunos; – Ajudar professores e funcionários quando solicitado, providenciar documentos além de enviar malote às terças e quintas; – Providenciar o agendamento de eventuais quando é preciso. APARECIDA FERNANDES DE OLIVEIRA MELO – Professor I (afastada da sala de aula) Durante o período de trabalho permaneço na secretaria da escola, ajudando os funcionários. As atividades realizadas são diferenciadas, pois não existe rotina, então auxilio no que é necessário, como: – Organizar os materiais; – Atender aos pais no balcão; – Organizar fichas dos alunos; – Digitar documentos, ex.: lista de telefones das crianças; – Chamar os funcionários ou dar recados; – Acompanhar a saída de alunos quando necessário; – Separar materiais para distribuir aos alunos; – Fazer contato telefônico com os pais, quando necessário. ALDECY LINO MADUREIRA – Auxiliar de apoio operacional – 06h30 às 07h30: Abrir porta e portão para entrada dos alunos; – 07h30 às 08h30: Entrada do G4A; – 08h30 às 09h30: Verificação do pátio interno e externo; – 09h30 às 10h30: Auxiliar nos serviços diários;
  • 34. – 10h30 às 11h30: Manter portão fechado e auxiliar professoras do G3B; – 12h00 às 13h00: Almoço; – 13h00 às 14h00: Entrada do G4B; – 14h00 às 15h30: Fechar o portão, observar área escolar, tocar cachorro, colocar parafuso, consertar maçaneta, pregar prego, desentupir pia, trocar torneira, subir escada, consertar porta, etc. ROBERTO N. VIEIRA – Auxiliar de limpeza da Demax – 06h00: Limpeza da entrada principal; – 06h20: Limpeza do berçário; – 06h40: Limpeza da sala 03; – 07h00: Limpeza dos corredores, banheiros e secretaria; – A partir das 08h00, limpeza do refeitório e durante o restante do dia atendimento de solicitação para limpeza de salas quando há algum incidente com as crianças; – 12h00: Almoço; – 13h00: Retorno do almoço e rotina normal até as 16h00. ANDREIA DIAS – Auxiliar de limpeza da Demax Entrada às 07h30, limpar os banheiros dos meninos, das meninas e adultos e, depois de limpos, varrer e passar pano no chão do pátio. Tirar o lixo e limpar as mesas. Saida às 17h30 e durante a tarde manter a mesma rotina da manhã. SANDRA DA SILVA – Auxiliar de limpeza da Demax – 06h00 – Entrada: Limpeza das salas de aula do G2 a G4; – 07h00 – Reposição de toalhas no fraldário e banheiros; – 07h30 – Lavanderia; – 07h45 – Ajudar na limpeza do pátio, nos lanches e quando possível; – 09h50 – Recolher o lixo do fraldário, limpeza, além de recolher as toalhas;
  • 35. – 10h00 – Ajudar na limpeza do refeitório durante o almoço da criança quando está tranquilo na lavanderia; – 12h00 às 13h00 – Almoço; – 13h00 – Lavanderia; – 14h00 – Recolher e repor toalhas dos banheiros e fraldário; – 14h30 – Lavanderia e refeitório; – 15h00 – Lavanderia; – 16h00 – Término do expediente. PAMELA B. DE SOUZA – Auxiliar de limpeza da Demax – 06h00 às 07h00 – Entrada às 06h00, limpeza a sala do G1B, logo em seguida o fraldário, a sala da diretora e a sala da coordenadora; – 08h00 – Começa o café da manhã das crianças. Limpeza das mesas e a varrer e isso vai até as 09h15, quando o café termina; -10h00 – Começa o almoço das crianças, então limpamos as mesas, varremos e passamos pano no chão e isso é feito até as 11h30; – 11h30 –Varrer e passar pano nas salas do G1A e G1B, até as 12h00; – Das 12h00 às 13h00 horário de almoço; – ÀS 13h15 descemos as cadeirinhas de cima das mesas; – 14h00 – Café da tarde das crianças, quando voltamos a limpar as mesas e o chão, e isso continua até as 15h15; – Saio às 16h00. CLEONICE DA SILVA – Auxiliar de limpeza da Demax Entrada no serviço às 07h30, limpo os banheiros, a copa e o pátio da escola. Depois limpeza das mesas e após o café e o almoço e depois auxiliar a equipe até as 17h30. LUCIANA S. E ELIANA G. – Merendeiras De segunda-feira a sexta-feira:
  • 36. – Entrada às 07h00, prepar o café para os funcionários e, às 07h30, começamos a preparar o lanche e o almoço para os alunos da creche e fase; – O lanche começa às 08h00 e termina às 09h30. Durante este período, lavamos, cortamos e preparamos verduras, legumes e frutas e a comida que será servida aos alunos; – O almoço começa a ser servido às 10h00 e acaba às 11h30. Das 11h30 às 12h30 lavamos a louça e limpamos a cozinha; – Das 12h30 às 13h30 horário de almoço; – Às 13h30 começamos a preparar o lanche da tarde, que começa às 14h00 e termina às 15h30. – Após as 15h30, lavamos a louça do lanche, limpamos a cozinha e levamos a hidratação para as crianças; – Saímos às 16h00. – Todas as terças recebemos hortifrúti, carnes, etc., e fazemos o controle de carnes; – Uma vez por mês recebemos os produtos estocáveis e de limpeza e fazemos os controles de estoque de ambos. MARLENE BALBINO – Lactarista – 07h00: Preparar café da manhã; – 08h00: Servir e higienizar dos utensílios da cozinha; – Das 08h00 às 10h00: Preparar almoço; – 10h00 – Servir almoço; – Das 10h30 às 12h30: higienização dos utensílios de cozinha e preparação da hidratação; – Às 13h00: Hidratação; – 13h30: Preparação de lanches e higienização dos utensílios;
  • 37. – 15h00: Sopa – servir e higienizar os utensílios; – 16h00: Servir uma fruta às crianças.
  • 38. CONCEPÇÕES Homem Entendemos o sujeito tanto biológico como social, o homem, temos por objetivo desenvolver em nosso aluno a consciência e o sentimento de pertencer ao mundo, de modo que possa compreender a interdependência entre os fenômenos e seja capaz de interagir de maneira crítica, criativa e consciente com seu meio natural e social. Alguns desafios são fundamentais no que se refere à formação do sujeito, desenvolver competências para contextualizar e integrar, para situar qualquer informação em seu contexto, para colocar e tratar os problemas, ou seja, o grande desafio de formar sujeitos que possam enfrentar realidades cada vez mais complexas. Assim, acreditamos na possibilidade de formar um cidadão para exercer sua função social e contribuindo com as manifestações e acontecimentos da vida cotidiana, que saiba mediar conflitos e propor soluções criativas e adequadas a favor da coletividade, que tenha liberdade de pensamento e atitudes autônomas para buscar informações nos diferentes contextos, organizá-las e transformá-las em conhecimentos aplicáveis. Para o educador Paulo Freire, o homem só começa a ser um sujeito social, quando estabelece contato com outros homens, com o mundo e com o contexto de realidade que os determina geográfica, histórica e culturalmente, é nessa perspectiva que a escola se torna um dos espaços privilegiados para a formação do homem. Mundo Refletindo sobre a perspectiva de mundo de acordo com nossa escola, Freire argumenta que o homem não se reduz aos limites do tempo e do espaço. Suas raízes não deve ser um problema de desenvolvimento. Ele é sujeito por vocação o que lhe permite ultrapassar os limites do tempo e se lançar num domínio que lhe é exclusivo: construir sua história e sua cultura. Como um ser da práxis ele emerge da natureza para transformá-la. Pela sua capacidade de discernimento ele é impulsionado a tomar consciência de sua temporalidade e de sua transcendência. « Há uma pluralidade das relações do homem com o mundo, na medida em que ele responde à ampla variedade de seus desafios. Em que não se esgota num tipo padronizado de respostas. A sua pluralidade não é só em
  • 39. face dos diferentes desafios que partem do seu contexto mais em face do mesmo desafio. No jogo constante de suas respostas, altera-se no próprio ato de responder. Organiza-se. Escolhe a melhor resposta. Testa-se. Age. » A forma como o indivíduo capta e interpreta a sua realidade vai determinar sua relação com o mundo objetivo e sua pluralidade de significações. É na cultura que ele vai encontrar os primeiros elementos para construção de discernimentos, ou seja, a consciência de sua temporalidade e de sua historicidade. Há nas primeiras formulações de Freire sobre o homem e o mundo uma ambiguidade curiosa: ele busca em Marx a concepção de homem construtor da sua historicidade e da sua temporalidade dado que se refere constantemente a um homem que capta dados objetivos da sua realidade « entendemos que para o homem, o mundo é uma realidade objetiva, independente dele, possível de ser conhecida » ao mesmo tempo mostra também a influência das formulações filosóficas de pensadores cristãos como por exemplo Mounier e Mauritain. “A sua transcendência está também, para nós, na raiz de sua finitude. Na consciência que tem desta finitude. Do ser inacabado que é e cuja plenitude se acha na ligação com seu criador”. Num primeiro momento esta concepção de homem e mundo é baseada numa visão humanista que supervaloriza o papel central do homem na história. Este homem construtor do processo histórico é no nosso ponto de vista colocado de forma genérica a abstrata no sentido ontológico, porque ele não o situa nas relações de poder que fundam a sociedade. Num segundo momento Freire vai situar este homem de uma forma menos genérica porque vai se referir ao homem brasileiro e sua inserção nos processos de transformações estruturais decorrentes do processo de industrialização. Freire enfatiza em sua concepção de mundo o aspecto predominantemente objetivo em função do momento histórico vivido por ele, pela especificidade da realidade brasileira daquele momento, onde as classes populares marginalizadas dos benefícios da nova sociedade industrial lutavam pelo direito de garantia de satisfação das suas necessidades básicas (alimento, saúde, educação, habitação etc).
  • 40. Sociedade A sociedade contemporânea exige uma prática pedagógica que assegure a construção da cidadania, fundada na criatividade, criticidade, nas responsabilidades advindas das relações sociais, econômicas, políticas e culturais. Essas reais exigências cognitivas e atitudinais requeridas nos permitem o questionamento: o que tem a educação a refletir sobre as relações e transformações em curso e a formação do homem, neste sentido nossa escola contempla de maneira concreta a inserção de valores sociais para garantir uma sociedade com equidade. A Escola, por sua importância política, merecem um papel de destaque numa proposta de sociedade. Neste esforço de reorganização da vida social e política, velhas instituições e antigos conceitos são redefinidos de acordo com essa lógica. Portanto, “o que está em jogo não é apenas uma reestruturação das esferas econômicas, sociais e políticas, mas uma reelaboração e redefinição das próprias formas de representação e significação social” (SILVA, 1990, p. 56). A começar pela compreensão de que a sua ação passa a ser uma intervenção singular no processo de formação do homem na sociedade atual. Nesse paradigma, o professor já não pode ser considerado como único detentor de um saber que simplesmente lhe basta transmitir, mas deve ser um mediador do saber coletivo, com competência para situar-se como agente do processo de mudança. Assim, concebemos que a educação, a escola e o objeto de conhecimento constituem os elementos essenciais para o processo de formação de homens e mulheres que
  • 41. contribuirão para a organização da sociedade e reflexões com ações efetivas que possam exercer sua função social Professor A concepção entre o professor e o aluno se faz em uma relação em que a liberdade do aluno não é proibida de exercer-se. Essa opção não é, na verdade, pedagógica, mas política, o que faz do Professor um político e um artista e não uma pessoa neutra. Neste processo, alunos/professores/comunidade estão abertos a aprender. O professor passa a ser um instrumento “pronto” para ser usado, lapidado, melhorado e, acima de tudo, agindo como uma ponte, que pode ou não deixar um rio transponível. A excelência de seu trabalho pelo ensino é que tornará concreta essa ponte de vidro, que deixa nosso aluno caminhar por ela, dando-lhe oportunidade de ter uma visão do todo que está à sua volta. Educar é mais do que simplesmente passar o conhecimento; educar é um ato de amor. O professor é um canal de comunicação através do qual vai fluir conhecimento. A postura do Professor para tanto, é muito importante. De acordo com a LDB (1996), no artigo 61: “Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são: I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio; II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;
  • 42. III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim. Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos: I – a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho; II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço; III – o aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades Quais valores poderemos passar a nossos alunos? Nas mãos do professor, muitas vezes, encontra-se a decisão que um aluno pode tomar, que venha a modificar toda a sua vida. O verdadeiro professor é aquele que desenvolve cuidadosamente os elementos positivos que se encontram nos alunos, harmonizando-os com os negativos e construindo assim a maravilha da individualidade cósmica do homem integrado. Finalizando, nenhum Mestrado ou Doutorado fará a realidade de um trabalho árduo e necessário. Não garantirá o processo de aprendizado do assunto em pauta, somente o abandono da ilusão de ensinar e a visão de que somos um grande corpo, onde todos precisam de todos, trará o compromisso. Este sim, tão prazeroso e vital, quanto um amplexo de amigo para amigo, de pai para filho. O trabalho com crianças exige que o professor tenha competência polivalente. Ser polivalente significa que o professor desenvolva habilidades para trabalhar com conteúdos diversificados, que abrangem desde cuidados básicos essenciais, até conhecimento do conhecimento. Este caráter polivalente demanda, por sua vez, uma formação bastante ampla do profissional que deve tornar-se, ele também, uma aprendiz, refletindo constantemente sobre sua prática, a autoformação se faz necessário, debatendo com seus pares, dialogando com as famílias e a comunidade e buscando informações necessárias para o trabalho que desenvolve. São instrumentos essenciais para reflexão sobre a prática direta com as crianças, a observação, o registro, o planejamento e a avaliação.
  • 43. Aluno Respeitando o entendimento da educação enquanto instrumento da sociedade para promoção do início da cidadania, fundamentada nos ideais de igualdade, liberdade, solidariedade, democracia, justiça social e felicidade humana, no trabalho como fonte de riqueza, dignidade e bem-estar universais, nossa escola estabelece os fins a serem alcançados pela sua prática efetiva. Tais fins dizem respeito ao pleno desenvolvimento e aperfeiçoamento do ser humano; à formação do cidadão capaz de compreender criticamente a realidade social, à consciência de seus direitos e obrigações, ao desenvolvimento dos valores éticos e ao aprendizado da participação; à preparação do cidadão para a compreensão e o exercício do trabalho, mediante o acesso à cultura, ao conhecimento científico, tecnológico e artístico e ao desporto; ao preparo do cidadão para a efetiva participação política. Enquanto direito fundamental de todos, indiscriminadamente, a educação é considerada no projeto em questão, como um dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade. Nesse sentido, nossa escola desenvolve um trabalho, em igualdade de condições de acesso e permanência pela oferta de ensino público e gratuito em todos os níveis, além de outras prestações suplementares, onde e quando necessárias. Ao mesmo tempo, o Estado deveria Figura 3: Prof.ªs Joelma Senna, Danielle, Joelma Santos, Marlene, Rosana, Jéssica, Mariana e Camila. Merendeira Luciana
  • 44. promover e estimular, em colaboração com a família e a sociedade, a educação extraescolar, por diversos processos educativos que fossem disponíveis. Dentre os princípios sobre os quais a efetividade da educação deveria se assentar destacam-se a igualdade de condições de acesso, permanência e continuidade no processo educativo, sob a tutela e garantia do Estado e a vinculação entre a educação escolarizada, o trabalho e as práticas sociais. No tocante à educação infantil buscar-se-ia, segundo o projeto, proporcionar condições para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da criança, no sentido de complementar as ações familiares, bem como promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando o interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência social e, o preparo para o exercício da reflexão crítica e a participação na produção, sistematização e superação do saber. Vê- se, pois que o processo escolar desde a educação infantil até a universitária visava, segundo o projeto de lei em exame, o desenvolvimento do educando, enquanto cidadão, assegurando-lhe uma formação que proporcionasse a participação na vida social de modo efetivo, de acordo com suas possibilidades etárias. Assim, a ênfase que se propugnou para o processo de escolarização do aluno foi a de um sujeito crítico, participativo, reflexivo. Ou seja, o aluno considerado como um cidadão no exercício de um direito seu.
  • 45. Escola Nossa escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento Das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem. Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro e passe a ser, além disso, encontro com o saber com descobertas de forma prazerosa e funcional, conforme Libânio (2005, p.117): “Devemos inferir, portanto, que a educação de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove, para todos, o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades cognitivas e afetivas indispensável atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos.” A escola deve oferecer situações que favoreçam o aprendizado, onde haja sede em aprender e também razão, entendimento da importância desse aprendizado no futuro do aluno. Se ele compreender que, muito mais importante do que possuir bens materiais, é ter uma fonte de segurança que garanta seu espaço no mercado competitivo, ele buscará conhecer e aprender sempre mais. Como eixo norteador, nossa escolha visa: Acolher de forma favorável o aluno e sua família respeitando a peculiaridade, envolvendo o processo de aprendizado, destacamos os eixos que nortearão o trabalho pedagógico: APRENDER A APRENDER, APRENDER A SER, APRENDER A CONVIVER e APRENDER A FAZER
  • 46. Educação Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos e sua função social a educação é o meio que permite ao homem formar-se e construir-se num ser digno e consciente de suas ações, pois ele constrói a sua cidadania e interage com o meio, com o outro, e, poderá ou não, transformar a sua vida e sociedade. Em nossa comunidade escolar é o instrumento mediador entre o senso comum e o conhecimento científico, mais atuante também no sentido de despertar a sensibilidade e a criatividade a fim de construir um ser completo, crítico e pensante, possibilitando um crescimento individual e coletivo. Não podemos ter uma consciência ingênua de que a Educação está desprovida de um caráter ideológico, pois encontra-se presente no meio educacional, referendando valores da classe dirigente. Durante o período colonizador prevaleceu a concepção educacional, dos jesuítas que impunham as “verdades” do cristianismo. Nas fases ditatoriais da história, como durante o governo de Getúlio Vargas, predominou um culto a um nacionalismo exacerbado. No momento em que se implantou o regime militar, com toda uma carga ideológica voltada para a segurança nacional, a Educação voltou-se para o tecnicismo, estimulando um conhecimento fragmentado e acrítico. No momento, com a busca da qualidade total na Educação, temos que ter consciência do caráter empresarial que aí se encontra presente. Cabe aos educadores, neste momento, buscar novos caminhos para a Educação, desmistificando e desvendando a ideologia presente para torná-la um instrumento real de construção e transformação do indivíduo e da sociedade. Para Paulo Freire a leitura da realidade passa pela análise da prática social: O conhecimento associado ao necessário desenvolvimento da expressividade, com o qual buscamos compreender a prática social.
  • 47. Criança Diante das necessidades atuais as crianças precisam crescer no exercício desta capacidade de pensar, indagar-se e de indagar, de duvidar, de experimentar hipóteses de ação, de programar e de não apenas seguir os programas a elas, mais do que propostos e impostos. As crianças precisam ter assegurado o direito de aprender a decidir, o que se faz decidindo, se as liberdades não se constituem entregues a si mesmas, mas na sua ascensão ética de necessários limites, não se faz sem riscos a serem corridos por elas e pela autoridade ou autoridades com que dialeticamente se relacionam (FREIRE, 1957, P.58 e 59). Partimos da concepção de que a criança é um ser curioso, criativo, construtor de conhecimento e cultura, sujeito de direitos e deveres. Embora tenha um pensamento qualitativamente diferente do adulto, a criança já tem desde muito pequena, ideias e teorização sobre o mundo que procura compreender. Acreditamos que suas ideias devem ser respeitadas com a mesma seriedade com que são produzidas. Diferente do adulto, que vive preocupado com o passado e o futuro, a criança vive intensamente o tempo presente. A criança deve ser pensada como sujeito de direitos que deve ser respeitada e tratada com carinho. Precisamos entender que a criança é um ser criativo, devemos favorecer sua autonomia e independência, dando asas ao seu poder de imaginação e fantasia. Cada criança tem um ritmo que deve ser respeitado. O professor deve ter sensibilidade para entender que a partir das interações e relações sociais, a criança é produtora de conhecimento, construindo significados a partir das suas relações com o mundo. Devemos respeitar sua história, suas diferenças, favorecendo a construção da sua vida
  • 48. social, de forma consciente e participativa. “As crianças têm maneiras de ver, de pensar e de sentir que lhe são próprias”. Rousseau, com isso, o eixo que norteia nosso trabalho pedagógico, visa formar uma criança/aluno para compreender a função social em seu meio, vale lembrar que, esses ideais acontecem mediante a relação interpessoal, com a intervenção mediadora do educador, onde um completa o outro. Cultura Diante da diversidade cultural acerca de nossa comunidade, refletiremos sobre concepção de cultura Vigotski, atribuímos grande importância ao domínio da cultura no processo de desenvolvimento psicológico da criança. Por isso, voltou-se para o estudo das relações entre cultura e desenvolvimento, trazendo, com isso, inúmeras contribuições para o campo pedagógico. Ele nos afirmava, por exemplo, que, até então, os psicólogos haviam estudado de maneira unilateral o processo do desenvolvimento cultural na educação, uma vez que apenas procuravam averiguar quais capacidades naturais condicionavam a possibilidade do desenvolvimento da criança, e em quais funções naturais o pedagogo deveria se apoiar para introduzi-la na esfera da aprendizagem cultural. Acreditamos que a maneira adequada de conceber a cultura,é nas relações humanas. Nesse sentido, esse autor, ao analisar as categorias “social” e “cultural” na obra de Vigotski, aponta que o significado de ambas é permeado pelo conceito de história revelando o referencial materialista histórico dialético. Essa matriz é que define o núcleo central da obra vigotskiana expressa em sua concepção de natureza social do psiquismo, visto que este último é fruto de relações sociais internalizadas por meio de mecanismos semióticos e convertidos em funções psíquicas da pessoa. Tais categorias são expressões das múltiplas formas que a socialidade pode tomar, uma vez que, a vida social é um fenômeno que antecede a existência da cultura, dado que permite a afirmação inclusive, de uma socialidade natural. Por ser anterior à cultura, a vida social adquire historicamente novas formas de existência, ou seja, sob a ação do homem a socialidade biológica adquire formas humanas. O universo social é condição e resultado do aparecimento da cultura, por ser, em suma, uma produção humana e uma obra coletiva (Sirgado, 2000). Sob a lógica do princípio evolutivo, a socialidade animal é substrato da socialidade humana, assim como a natureza é substrato e a condição de
  • 49. emergência da cultura. No entanto, a socialidade não é dada pela natureza, mas concretizada pelo homem, à medida que este último cria suas condições de existência material, expressas em produções culturais. Logo, para Vigotski, a cultura é um produto da vida social e, ao mesmo tempo, da atividade social do homem. Permeado por essa concepção histórica de cultura, o autor analisa o desenvolvimento cultural da conduta humana, à luz da qual postula a “lei genética geral do desenvolvimento cultural”, que se desdobra na grande importância conferida à internalização de signos. O autor, ao propor a referida lei, segundo a qual: “[...] toda função entra em cena duas vezes, em dois planos, primeiro no plano social e depois no psicológico, ao princípio entre os homens como categoria interpsíquica e logo no interior da criança como categoria intrapsíquica” (Vigotski, 1995:150) descortinou novos horizontes ao estudo da gênese social do referido desenvolvimento. Currículo Como concepções de infância são construções históricas, em cada época predominam certas ideias, de como se desenvolve e quais os comportamentos e conhecimentos ela deve apresentar, o currículo, é questão pedagógica é tratada pensando que, se a Educação Infantil é parte integrante da Educação Básica, como diz a Lei nº 9.394/96 em seu artigo 22, cujas finalidades são desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores, essas finalidades devem ser adequadamente interpretadas em relação às crianças pequenas. Nessa interpretação, as formas como as crianças, nesse momento de suas vidas, vivenciam o mundo, constroem conhecimentos, expressam-se, interagem e manifestam desejos e curiosidades de modo bastante peculiares, devem servir de referência e de fonte de decisões em relação aos fins educacionais, aos métodos de trabalho, à gestão das unidades e à relação com as famílias. Por outro lado, as instituições de Educação Infantil, assim como todas as demais instituições nacionais, devem assumir responsabilidades na construção de uma sociedade livre, justa, solidária e que preserve o meio ambiente, como parte do projeto de sociedade democrática desenhado na Constituição Federal de 1988 (artigo 3, inciso I). Elas devem ainda trabalhar pela redução das desigualdades sociais e regionais e a promoção do bem de todos (artigo 3 incisos II e IV da Constituição Federal). Contudo, esses compromissos a serem perseguidos pelos sistemas de ensino e pelos professores também na Educação Infantil enfrentam uma série de desafios, como a desigualdade de acesso às creches e pré-escolas entre as crianças brancas e negras, ricas e pobres, moradoras do meio
  • 50. urbano e rural, das regiões sul/sudeste e norte/nordeste. Também as condições desiguais da qualidade da educação oferecida às crianças em creches e pré-escolas impedem que os direitos constitucionais das crianças sejam garantidos a todas elas. Todos os esforços então se voltam para uma ação coletiva de superação dessas desigualdades. Diante de tantas indagações ,o currículo ,pode se ser planejado de acordo com as habilidades que queremos desenvolver, anterior a qualquer situação, se faz necessário, aprender a ser humano, diante desta habilidade desenvolvida as demais competências acontecerão de forma plena. Gestão democrática Descentralizar a gestão, é formar e compartilhar parcerias, nossa escola, objetiva a participação e transparência de todas as ações envolvidas em nossa U E, de acordo com os documentos da Secretaria de educação de Mauá,é um dos eixos norteadores, entretanto as Formações com Conselheiros Escolares contribui significativamente para a participação efetiva. A Constituição Federal estabelece no artigo 206 os princípios sobre os quais o ensino deve ser ministrado. Dentre eles, destaca-se a gestão democrática do ensino público, na forma da lei. Cabe, no entanto, aos sistemas de ensino, definirem as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: a) participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; b) participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes (LDB - Art. 14). Como condição para o estabelecimento da gestão democrática é preciso que os sistemas de ensino assegurem às unidades escolares públicas de educação básica que os integram, progressivos graus de autonomia pedagógica, administrativa e financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público” (LDB – Art.15). Essa última faceta da democratização da educação indica a necessidade que o processo educativo tem de ser um espaço para o exercício da democracia. E para que isso aconteça ,que seja concebida uma nova forma de conceber a gestão da educação: a gestão democrática. Como elementos constitutivos dessa forma de gestão podem ser apontados: participação, autonomia, transparência e pluralidade (ARAÚJO, 2000). E como instrumentos de sua ação, surgem as instâncias diretas e indiretas de deliberação, tais como conselhos e similares, que propiciam espaços de participação e de criação da identidade do sistema de ensino e da escola. Assim, a gestão democrática da educação
  • 51. “trabalha com atores sociais e suas relações com o ambiente, como sujeitos da construção da história humana, gerando participação, corresponsabilidade e compromisso” (BORDIGNON; GRACINDO, 2001, p. 12). Como outro elemento fundamental da gestão democrática, a transparência está intrinsecamente ligada à ideia de escola como espaço público. Face ao predomínio da lógica econômica em todos os setores sociais, em especial na educação, garantir a visibilidade da escola frente a sociedade, torna-se uma questão ética. Quase como um amálgama dos elementos constitutivos da gestão democrática, a transparência afirma a dimensão política da escola. Sua existência pressupõe a construção de um espaço público vigoroso e aberto às diversidades de opiniões e concepções de mundo, contemplando a participação de todos que estão envolvidos com a escola (ARAÚJO, 2000 p.155). Na descrição dos elementos constitutivos da gestão democrática, fica evidente um conceito transversal a todos eles: o de democratização da educação (GRACINDO, 2003). E ele se torna o fio condutor e a base de reflexão/ação da gestão democrática, isto é, participação, pluralismo, autonomia e transparência não se instauram sem a cultura democrática. Agregado à postura de democratização da educação, outro conceito permeia todas as reflexões desenvolvidas: a ideia de escola como espaço público. Isto é, sem o sentido público, a escola não viabilizará participação, pluralismo, autonomia e transparência.
  • 52. CONSELHO DE CLASSE A escola em seu dia a dia é um espaço de inúmeras e diversificadas práticas que estão em permanente processo de construção e reconstrução. As práticas da gestão fazem parte da vida da escola contribuindo para o desenvolvimento democrático e a participação, por isso prioriza em sua organização interna encontros bimestrais para a execução de seus Conselhos de Classe e as decisões tomadas são partilhadas com o Conselho Escolar, os pais e com cada aluno respectivamente. Com isso, procura garantir a participação direta de todos os professores que atuam na turma que será analisada, além de buscar a organização de forma disciplinar, estabelecendo uma “rede de relações”, isto é o professor participa de vários conselhos tendo a avaliação como foco para promover a discussão do processo didático no âmbito de suas dimensões: ensinar, aprender, pesquisar e avaliar. O Conselho de Classe é também um espaço interdisciplinar, uma vez que aglutina professores de diversos componentes curriculares, assumindo caráter deliberativo quando se refere ao processo didático. A avaliação desenvolvida ao longo do conselho de classe expressa os objetivos da escola como um todo e no interior da sala de aula como avaliação do processo didático. O conselho de classe como instância coletiva de avaliação, como espaço da interdisciplinaridade e também um excelente lugar para o exercício da participação mediado pelo diálogo que visa ao envolvimento de todos no processo educativo da escola.
  • 53. ASPECTOS A MELHORAR FINANCEIROS APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO Compra de brinquedos diversos; Ventiladores para salas; Aparelho de DVD, DVDs diversos Adquirir via C.I. pela Secretaria de Educação / comprar Direção Imediato
  • 54. ASPECTOS A MELHORAR PEGADÓGICO APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO Falta de livros e brinquedos adequados a faixa etária dos alunos; Cópias, materiais pedagógicos, artísticos, máquina de plastificação, furados, encadernador; Impressora jato de tinta; Livros de formação; DVD teca; Cd teca; Prever um percentual das verbas (governamentais e festas) para aquisição desses materiais. Prever um percentual das verbas (governamentais e festas) para aquisição desses materiais. Prever um percentual das verbas (governamentais e festas) para aquisição desses materiais. Prever um percentual das verbas (governamentais e festas) para aquisição desses materiais. Organizar um local específico; Equipe gestora, APM, Conselho Escolar. Equipe gestora, APM, Conselho Escolar. Equipe gestora, APM, Conselho Escolar. Equipe gestora, APM, Conselho Escolar. Médio prazo Médio prazo Curto prazo Curto prazo
  • 55. Almoxarifado com itens a disposição do professor; Impressora com tanque de tinta; Espelho nas salas; Máquina de xerox; Aquisição; Aquisição; Aquisição; Equipe gestora; Direção Direção Direção Curto prazo Imediato Imediato Imediato
  • 56. ASPECTOS A MELHORAR INFRA ESTRUTURA APONTAMENTO META RESPONSÁVEL PRAZO Parque / área de lazer; Sala de descanso para os funcionários; Estoque para armazenar material de limpeza; Mais uma máquina de lavar roupas; Varal interno e externo; Portõezinhos nas portas de saída; Infiltração / bolor / bolhas nas Implantação Adequação dos espaços Adequação de espaços já existentes Aquisição Aquisição Aquisição Direção Direção Direção Direção Direção Direção Imediato Assim que possível Imediato Imediato Imediato Imediato
  • 57. paredes da sala 01; Voltagem errada nas tomadas (sala 1 e multiuso) Toldo para cozinha devido ao sol; Concerto de todos os protões (solda quebrada) Reforma local Consertar Instalação Consertar Direção Direção Direção Direção Imediato Imediato Imediato Imediato
  • 58. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BETINI, Geraldo Antônio. A Construção do Projeto Político-Pedagógico da Escola. EDUC@ação - Rev. Ped. - UNIPINHAL – Esp. Sto. do Pinhal – SP, v. 01, n. 03, jan./dez. 2005 VEIGA. Ilma Passos Alencastro. Projeto Político Pedagógico da Escola: Uma Construção Coletiva. Texto extraído sob licença da autora e da editora do livro: VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 14a edição Papirus, 2002.
  • 60. AÇÕES REALIZADAS DURANTE O ANO PARA CADA SEGMENTO, BEM COMO OS RESPONSÁVEIS E PRAZOS. OBJETIVOS AÇÕES RESPONSÁVEIS PRAZO AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE Planejar a acolhida dos alunos e pais Planejamento Rosana / Gláucia -Professores 1 dia 03/02 Apresentar aos pais as normas de funcionamento da escola, funcionários e professores Reunião com pais Rosana / Gláucia Professores 2 dias 03 e 04/02 Divulgar os Projetos e Ações Coletivas na Rede Municipal de Educação Planejamento Rosana / Gláucia / Profissionais da Secretaria de Educação 2 dias 03 e 04/03 Participar das decisões e encaminhamentos da U.E. Reunião de APM e Conselho Escolar Rosana 08/03 Espaço de organização da 1,2,3 Era uma vez..., discutindo as ações coletivamente. HTPC – 15h e 18h Equipe Escolar 2 horas 22 março Espaço de formação aos Formação aos Conselhos Rosana 2 horas
  • 61. membros do Conselho Escolar e demais interessados Escolares 15/03 18h Envolver Comunidade, pais, alunos e professores 1, 2, 3 Era uma vez... Equipe Escolar e os familiares 16/04 Espaço de formação aos membros do Conselho Escolar e demais interessados Formação aos Conselhos Escolares Rosana 2 horas 19/04 Relatar avanços, dificuldades das crianças dentro dos projetos trabalhados por cada grupo no 1º bimestre e apontar encaminhamentos e socializar portfólios Reunião de Conselho de Classe HTPC – 15h e 18h Gláucia 2h por período 25/04: G 2 A, B e C (12h); 26/04: G 3 A e B, G1 A e B (15h) G4 A e B (18h) Integrar pais e professores Apresentar os projetos, relatórios bimestrais E PORTFÓLIOS Reunião de Pais e eventos escolares Professores e ADIs 02/05: G1A, G2A, G3A, G4A; 03/05: G1B, G2B, G2C, G3B: 04/05: G4B; 2° BIMESTRE Participar das decisões e encaminhamentos da U.E. Reunião de APM e Conselho Escolar Rosana 10/05
  • 62. Espaço de organização da Família em ação discutindo as ações coletivamente. HTPC – 15h e 18h Equipe Escolar 2 horas 03 de maio Envolver Comunidade, pais, alunos e professores Família em ação Equipe Escolar 21/05 Espaço de organização da “ARRAIÁ DA ROSINHA” discutindo as ações coletivamente. HTPC – 15h e 18h Equipe Escolar 2 horas 31 maio Espaço de formação aos membros do Conselho Escolar e demais interessados Formação aos Conselhos Escolares Rosana 2 horas 24/05 Espaço de formação aos membros do Conselho Escolar e demais interessados Formação aos Conselhos Escolares Rosana 2 horas 14/06 Envolver a comunidade, pais aluno e funcionários Resgatar Cultura, valores, tradições das regiões brasileiras Vivenciar culturas e tradições por meio de atividades desenvolvidas Arraiá da Rosinha Equipe Escolar 8 horas 25/06
  • 63. em sala de aula e finalizando com apresentação de danças típicas Relatar avanços, dificuldades das crianças dentro dos projetos trabalhados por grupo no 2º bimestre e apontar encaminhamentos e socializar portfólios Conselho de classe Gláucia 21/06 - G 2 A, B e C (18h); 28/6: G3 A e B, G1 A e B (15h); G4 A e B (18h) Integrar pais e professores Apresentar os projetos e relatórios bimestrais e portfólio Reunião de Pais Professores e ADIs 29/06: G1A, G2A, G3A, G4A; 30/06: G1B, G2B, G2C, G3B; 01/07: G4B. Descanso Recesso Secretaria Municipal de Educação 04/07 a 15/07 Direito adquirido por lei para professores e alunos Avaliação das atividades do 1º Semestre Espaço de formação que amplie o compromisso de atender aos segmentos de ensino propostos, mas também atinja a formação Avaliação Semestral e replanejamento Rosana / Gláucia 18/07
  • 64. continuada de professores, e reorganização das atividades planejadas para o 2º Semestre Espaço de organização da No mundo encantado da criança HTPC Geral – 15h e 18h00 Equipe Escolar 23/08 3º BIMESTRE Participar das decisões e encaminhamentos da U.E. Reunião de APM e Conselho de Escola Rosana 09/08 Relatar avanços, dificuldades das crianças dentro dos projetos trabalhados por grupo no 3º bimestre e apontar encaminhamentos e socializar portfólios Conselho de classe Gláucia 13/09: G2 A, B e C (18h); 20/09: G 3 A e B, G1 A e B (15h); G4 A e B (18h). Envolver Comunidade, pais, alunos e professores No mundo Encantado da criança Equipe Escolar 24/09 Espaço de formação aos membros do Conselho Escolar e demais interessados Formação aos Conselhos Escolares Rosana 2 horas 27/09
  • 65. Reunião Pedagógica Secretaria de Educação/Rosana/ Gláucia 30/09 Integrar pais e professores Apresentar os projetos e relatórios bimestrais e portfólio Reunião de Pais Professores e ADIs 03/10: G1A, G2A, G3A, G4A ; 04/10: G1B, G2B, G2C, G3B; 05/10: G4B 4º BIMESTRE Participar das decisões e encaminhamentos da U.E. Reunião de APM e Conselho de Escola Rosana 06/12 Relatar avanços, dificuldades das crianças dentro dos projetos trabalhados por grupo no 4º bimestre e apontar encaminhamentos e socializar portfólios. Conselho de Classe Gláucia 22/11: G 2 A, B e C (18h); 29/11: G 3 A e B, G1 A e B (15h), G4 A e B(18h). Integrar pais e professores Apresentar os projetos e relatórios bimestrais e portfólio Reunião de Pais Professores e ADIs 01/12: G1A, G2A, G3A, G4A; 02/12: G1B, G2B, G2C, G3B; 05/12: G4B
  • 66. Confraternização dos alunos Confraternização dos alunos Equipe Escolar 14/12 Avaliação do ano letivo Avaliação do ano letivo Equipe Escolar 19/12
  • 67.
  • 68.
  • 69. CONSELHO ESCOLAR TITULARES Figura 7: Helen Figura 8: Ana Cláudia Figura 9: Cibele Figura 5: Fábio Figura 4: Rogério Figura 6: Secretária - Gláucia
  • 70. SUPLENTES A participação dos professores e especialistas na elaboração do projeto pedagógico promove uma dimensão democrática na escola e nessa perspectiva, as decisões não centralizadas no Gestor cedem lugar a um processo de fortalecimento da função social e dialética da escola por meio de um trabalho coletivo entre todos os segmentos participantes e a comunidade escolar. Com o objetivo de destacar a descentralização da gestão educacional e o fortalecimento da autonomia da escola e garantir a participação da sociedade na gestão criou-se o Conselho Escolar constituído desde Novembro/ 2009 com Figura 10: Marta Figura 13: Michele Figura 14: Elaine Figura 15: Rosana Figura 12: MarleneFigura 11: Denise
  • 71. base na LDB 9394/96. A autonomia na escola é o resultado da confluência de vários interesses, onde se confrontam diferentes detentores de influência tanto interna quanto externa, sendo portanto uma construção político-social, e sendo assim um meio de a escola concretizar em melhores condições nossas intencionalidades. Tanto quanto o Conselho Escolar, o Conselho de Classe é uma instância criada para garantir a representatividade, a legitimidade e a continuidade das ações educativas. O Conselho Escolar, colegiado de natureza consultiva, deliberativa, fiscalizadora e mobilizadora, será constituído por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar. Os representantes reunir-se-ão com seus pares, antes e após as reuniões, para garantir a representatividade nas deliberações que deverão ser devidamente registradas. É membro nato do Conselho de Escola, estando incluído nos 50% dos servidores, o profissional do ensino responsável pela direção da escola. O número de componentes do Conselho de Escola será em conformidade com o número de alunos: a) até 150 alunos – 6 membros efetivos (3 usuários e 3 servidores) CONSELHO ESCOLAR Efetivos 1 Presidente – Fábio César Pereira 2 Vice-Presidente – Rogério Luiz de Cerqueira 3 Secretária – Gláucia Maria Santos Pimenta 4 Helen Petrucci 5 Ana Cláudia Guilherme Rocha 6 Cibele Cristina Teles CONSELHO ESCOLAR Suplentes 1 Marta Regina Macedo 2 Denise Santana Vianna Silva
  • 72. 3 Marlene Ribeiro de Barros 4 Michele Hipolito de Souza 5 Elaine Almeida Miller 6 Rosana Maciel Bilar Passareli da Silva
  • 73. E.M. PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS CURSO DE FORMAÇÃO PARA OS CONSELHEIROS ESCOLARES 2016 Fábio Cesar – Presidente do Conselho Escolar - Postagem no blog institucional - 23 de outubro de 2015 Só poderemos construir uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna a partir do instante que nos permitirmos ser modelados pela Educação e por conseguinte modelar aqueles cuja é nossa responsabilidade educar Pois é nesta perspectiva e também fatídica realidade de que a escola é uma extensão ao aprendizado humano, porém não coadjuvante muito menos substitutiva a escola base chamada Família; pois somente através da junção destas duas fontes de aprendizado que seremos capazes de formar pessoas mais humanas e capazes DE PROMOVER A PAZ !!! 15/03 1º Encontro Conselho Escolar na democratização da escola - Tem como objetivo principal contribuir com a formação do conselheiro escolar, ampliando seus conhecimentos com vistas a qualificar a sua atuação e contribuir com sua participação na gestão administrativa, financeira e pedagógica da escola. Tratará da história e da legislação dos Conselhos Escolares, que sustentam e viabilizam seus conceitos, limites e possibilidades; da função do Conselho Escolar na gestão democrática da escola; do Conselho Escolar como colegiado ativo e relevante nas práticas educativas; e da organização dos conselhos em fóruns. 19/04 2º Encontro Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania - Abordaremos a legislação educacional que sustenta e viabiliza o funcionamento dos conselhos escolares em seus objetivos, limites e possibilidades e as funções e atribuições dos conselhos escolares. 24/05 3º Encontro Conselho Escolar e a Aprendizagem na Escola - Tratará a educação como prática social que visa ao desenvolvimento de cidadãos conscientes, autônomos e emancipados. Desta forma, entende o Conselho Escolar como um instrumento de gestão democrática e de acompanhamento responsável da prática educativa que se desenvolve na escola visando sua função política pedagógica. 14/06 4º Encontro Conselho Escolar e o Respeito e a Valorização do Saber e da Cultura do Estudante e da Comunidade - Reflexão sobre a importância da presença do saber e da cultura sobre a negação no processo didático-pedagógico da escola. O caderno divide-se em três partes: a escola, o Conselho Escolar e o processo de formação; a escola da inclusão: pedagogia da emancipação; e o encontro dos saberes: pedagogia do respeito e da integração. 16/08 5º Encontro Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico - Abordaremos a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de um ambiente propício às aprendizagens significativas e às praticas de convivência democrática.
  • 74. 27/09 6º Encontro Conselho Escolar e a Relação entre a Escola e o Desenvolvimento com Igualdade Social . Neste encontro, vamos procurar junto aos conselhos escolares, ampliar o debate em torno do princípio da igualdade e do desenvolvimento, focalizando algumas questões cruciais para a educação no cotidiano das escolas. O aprofundamento desse debate na escola é potencialmente rico por possibilitar a todos os profissionais da educação, aos pais e aos estudantes ampliarem a compreensão e as vinculações da escola com a sociedade e com os projetos socioeducativos, bem como o (re)conhecimento dos mecanismos de exclusão e discriminação de quaisquer ordens presentes na sociedade e na escola, para melhor enfrentá-los e superá-los. Denise Silva – Mãe do Conselho Escolar - Postagem no blog institucional - 23 de outubro de 2015 A partir do momento que a escola trabalhar junto com a sociedade serão formados novos cidadãos. O poder transformador da escola pode transpassar os muros que a rodeiam, assim transformaremos cada núcleo familiar e teremos assim pessoas que se importam uma com as outras. Se mudarmos o nosso jeito de agir e pensar como coletivo, começaremos esta transformação.
  • 75. A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES – APM DIRETORIA EXECUTIVA CONSELHO FISCAL Figura 16: PRESIDENTE: TALIZE Figura 17: VICE- PRESIDENTE: SILVIA Figura 18: SECRETÁRIA: MARIA Figura 19: DIRETOR FINANCEIRO: LINO Figura 20: VICE-DIRETOR FINANCEIRO: ANDREIA Figura 21: DIRETOR DE PATRIMÔNIO E DE ATIVIDADES CULTURAIS: ROSANA
  • 76. A Associação de Pais e Mestres, instituição auxiliar da escola, prevista no Regimento Figura 22: 1º CONSELHO FISCAL: LUCIANA Figura 23: 2º CONSELHO FISCAL: FABIANA Figura 24: 3º CONSELHO FISCAL: ROSELI Figura 27: 4º SUPLENTE: ELIANA Figura 25: 2º SUPLENTE: KATTY Figura 26: 3º SUPLENTE: MÁRCIO Figura 28: 1° SUPLENTE: DÉBORA
  • 77. Comum das Escolas Municipais de Mauá, terá como finalidade colaborar com a escola na consecução de seus objetivos, no apropriamento do processo educacional, na assistência ao escolar e na integração família-escola-comunidade. É uma entidade com objetivos sociais e educativos, sem finalidade lucrativa e constituída por tempo indeterminado. Sendo que os membros que a compõe, são substituídos a cada 2 anos por meio de eleição direta. Para atingir a finalidade e os objetivos referidos nos Artigos anteriores, a APM se propõe a mobilizar os recursos humanos e materiais da escola e da comunidade para auxiliar a Unidade Escolar, provendo condições que permitam a: a) melhoria do ensino, desenvolvendo atividades de assistência ao escolar e atividades culturais que envolvam toda a comunidade; b) conservação e manutenção do prédio, dos equipamentos e das instalações. Dos Órgãos Diretores A Associação de Pais e Mestres será administrada pelos seguintes órgãos: a) Assembleia Geral; b) Diretoria Executiva; c) Conselho Fiscal Cabe à Assembleia Geral: I - eleger, os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal; II – apreciar e votar o balanço anual e os balancetes semestrais, com o parecer do Conselho Fiscal; III – reunir-se, ordinariamente, uma vez a cada semestre e, anualmente, através de convocação com 05(cinco) dias de antecedência e apresentação de pauta; IV – reunir-se, extraordinariamente, através de convocação feita pelo Presidente, por 2/3 (dois terços) dos membros da Diretoria Executiva ou por 1/5 (um quinto) dos associados, com 03 (três) dias úteis de antecedência;
  • 78. V – aprovar o Plano Anual de Trabalho; VI – emitir parecer sobre celebração de convênios; VII – realizar estudos e emitir parecer sobre questões do Estatuto; VIII - dissolver a Associação; IX - alterar o Estatuto; X – destituir os membros componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal; XI – substituir os membros componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, se necessário. A Diretoria Executiva da Associação de Pais e Mestres será constituída de 6 (seis) membros: I - Presidente II – Vice-Presidente III – Secretário IV - Diretor Financeiro V - Vice-Diretor Financeiro VI - Diretor de Patrimônio e de Atividades Culturais. Os membros da Diretoria Executiva serão eleitos em Assembleia Geral, obedecendo a proporção estabelecida de 3 (três) membros do segmento usuário (pais e/ou alunos maiores de 18 (dezoito) anos e 3 (três) servidores (profissionais do ensino e demais funcionários da Unidade Escolar), sendo o responsável pela direção da escola, membro nato deste segmento. O Conselho Fiscal será constituído de 03(três) membros eleitos pela Assembleia Geral, sendo no mínimo 02 (dois) deles do segmento usuários (pais e/ou alunos maiores de 18 (dezoito) anos). Compete ao Conselho Fiscal:
  • 79. I - verificar os balancetes bimestrais e semestrais e balanços anuais apresentados pela Diretoria, emitindo parecer por escrito; II - assessorar a Diretoria na elaboração do Plano Anual de Trabalho na parte referente à aplicação de recursos; III - examinar, a qualquer tempo, os livros e documentos da Diretoria Financeira; IV - dar parecer, a pedido da Diretoria ou Assembleia Geral, sobre resolução que afetam as finanças da Associação de Pais e Mestres. CARGO NOME Presidente TALIZE APARECIDA DE OLIVEIRA Vice presidente SILVIA SANTOS DE OLIVEIRA PEREIRA Secretário MARIA APARECIDA DA ROSA DE REZENDE Diretor Financeiro ALDECY LINO MADUREIRA Vice Diretor Financeiro ANDREA CONSTANTINO LONGO Diretor de Patrimônio e Atividades Culturais ROSANA MACIEL BILAR PASSARELI DA SILVA Conselho Fiscal (1º) LUCIANA APARECIDA SIOLIN SILVA Conselho Fiscal (2º) FABIANA MARIA DOS SANTOS Conselho Fiscal (3º) ROSELI CRISTINA OSÓRIA GAMA 1ºSuplente DÉBORA FERNANDES PEREIRA DO NASCIMENTO SILVA 2ºSuplente KATTY MAESTRELO ROCHA 3ºSuplente MARCIO ALEXANDRE VITORINO DE JESUS 4ºSuplente ELIANA DE FREITAS GARCEZ
  • 80. ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS CONSELHO DE CLASSE __º BIMESTRE DE 2016 GRUPO_________ SALA _________ PERÍODO _______________ PROFESSOR (AS): _______________________________________________________ NOMES DIFICULDADES ENCAMINHAMENTOS AVANÇOS DO GRUPO CLASSE
  • 81.
  • 82. EM PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS CONSELHO DE CLASSE 2016 1º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/04 25/04 (2ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 12 HORAS 26/04 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS 2ª BIMESTRE – TÉRMINO EM 01/07 21/06 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS 28/06 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS 3º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/09 13/09 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS 20/09 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS 4º BIMESTRE – TÉRMINO EM 16/12 22/11 (3ª FEIRA) GRUPOS 2 A, B e C 18 HORAS 29/11 (3ª FEIRA) GRUPOS 3 A e B / GRUPOS 1 A e B HTPC 15 HORAS GRUPOS 4 A e B HTPC 18 HORAS
  • 83. EM PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS REUNIÃO DE PAIS 2016 1º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/04 02/05 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A 03/05 G1B, G2B, G3B, G2C 15H 04/05 G4B 13H 2ª BIMESTRE – TÉRMINO EM 01/07 29/06 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A 30/06 G1B, G2B, G3B, G2C 15H 01/07 G4B 13H 3º BIMESTRE – TÉRMINO EM 29/09 03/10 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A 04/10 G1B, G2B, G3B, G2C 15H 05/10 G4B 13H 4º BIMESTRE – TÉRMINO EM 16/12 01/12 G1A, G2A, G3A, G4A 15H E 8H PARA G4A 02/12 G1B, G2B, G3B, G2C 15H 05/12 G4B 13H
  • 84. ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA ROSA MARIA MARTINS DOS SANTOS DATAS IMPORTANTES PARA O ANO LETIVO 2016 Atenção, guardem este comunicado com muito carinho. Ele contém as principais atividades relacionadas a nossa Escola durante 2016. MARÇO 03 e 04/03 - Planejamento 25/03 – Feriado ABRIL 16/04 – Atividade Didático Pedagógica – 1,2,3 Era uma vez... 21/04 – Feriado 22/04 – Ponto Facultativo MAIO 02/05 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e G4A 03/05 – Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B, G2C 04/05 - Reunião de Pais Grupo 4B 21/05 – Atividade Didático Pedagógica – Família em ação 26/05 – Feriado 27/05 - Ponto Facultativo JUNHO 25/06 – Festa Cultural – Arraiá da Rosinha 29/06 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e G4A 30/06 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B, G2C JULHO 01/07 - Reunião de Pais Grupo 4B 04 A 17/07 - RECESSO 18/07 – Avaliação do Primeiro Semestre e Replanejamento SETEMBRO 07/09 – Feriado 24/09 – Atividade Didático Pedagógica – No mundo encantado da criança 30/09 – Reunião Pedagógica OUTUBRO 03/10 - Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e G4A 04/10 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B, G2C 05/10 - Reunião de Pais Grupo 4B 12/10 – Feriado 28/10 – Ponto Facultativo Eleição Municipal – 1º Turno 02/10 - 2º Turno 30/10 NOVEMBRO 02/11 - Feriado 14/11 – Ponto Facultativo 15/11 - Feriado DEZEMBRO 01/12 – Reunião de Pais Grupos: G1A, G2A, G3A e G4A 02/12 - Reunião de Pais Grupos: G1B, G2B, G3B, G2C 05/12 - Reunião de Pais Grupo 4B 07/12 – Atribuição de Aulas 08/12 - Feriado 09/12 – Ponto Facultativo 14/12 - Confraternização para encerramento com os alunos 16/12 - último dia de aula 19/12 - Avaliação do ano letivo