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História A
Portugal no novo quadro internacional
Carlos Jorge Canto Vieira
Versão 1.0
Maio 2013
Pós 25 Abril
• Relações externas
– 3 vias:
• Comunidade Europeia;
• Países lusófonos;
• Comunidade ibero-americana.
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INTEGRAÇÃO NA CEE
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Integração Europeia
5
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Portugal no novo quadro internacional
• Integração Europeia
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• Espanha;
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– Implicações:
• Na económica;
• na sociedade;
• Na cultura;
• Na política.
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EVOLUÇÃO ECONÓMICA
8
Portugal no novo quadro internacional
• Antecedentes
– Período pós 25 de Abril;
– Grandes dificuldades:
• Ao nível político;
• Ao nível económico-financeiras:
– elevadas taxas de juro;
– forte inflação;
– desemprego;
– pouco desenvolvimento tecnológico;
– débil dinamismo empresarial;
– carências na rede de comunicações.
9
Portugal no novo quadro internacional
• De 1986 a 1992
– Grandes alterações
• apoios de ordem técnica;
• fluxo de capitais:
– fundos estruturais;
– fundos de coesão.
• Objetivo
– aproximar o país dos níveis de desenvolvimento dos outros países da
Comunidade.
10
Portugal no novo quadro internacional
• Programas de desenvolvimento
– PEDAP -> setor agrícola;
– PEDIP -> setor industrial;
– PODAEEF -> emprego e na formação profissional
– PRODAC -> criação de infraestruturas viárias
– PRODEF -> educação.
11
Portugal no novo quadro internacional
• Consequências:
– aumento das PME’s;
– crescimento significativo do PIB;
– moderniza-se a estrutura da economia, com o aumento do setor
terciário;
– programa de obras públicas;
– redução do défice da balança de transações correntes;
– diminuição da taxa de desemprego;
– aumento das remunerações;
– melhoria das regalias sociais, como pensões e subsídios de
desemprego;
– aumento do consumo privado.
12
Portugal no novo quadro internacional
• Teoria do Oásis
– Criada pelo Ministro das Finanças,
Braga de Macedo em 1992;
– Situação:
• Perante uma acumulação de sinais
negativos do desempenho da
economia portuguesa…que acabaria
mesmo por cair numa fase de
recessão em 1993 com uma quebra
do PIB de cerca de 1,2% em relação
ao ano anterior, defendia-se que tudo
estava a correr bem.
13
Portugal no novo quadro internacional
• De 1993 a 2000
– Mantêm-se o caminho na modernização;
– Aumento da classe média.
– Problemas
• Declínio da agricultura face à concorrência europeia;
• Diminuição da importância da siderurgia, da química, da construção
naval e a eletromecânica.
14
Portugal no novo quadro internacional
– Desenvolvimento
• setor terciário:
– proliferação das grandes superfícies comerciais;
– expansão da área das telecomunicações e do audiovisual;
– progressos da informatização.
15
Centro Comercial Colombo, Lisboa
Portugal no novo quadro internacional
16
Portugal no novo quadro internacional
• Exportação
– Setores tradicionais
• Têxteis
• Vestuário
• Calçado
• Madeira
• Cortiça
– Novos setores
• máquinas e material de transporte:
– ultrapassam os setores tradicionais.
17
Portugal no novo quadro internacional
– Trocas comerciais
• Aumento das trocas com:
– os países da União Europeia;
– a Espanha.
18
Portugal no novo quadro internacional
• Projetos de obras públicas
– Ponte Vasco da Gama;
– infraestruturas para a Expo'98;
– Aeroportos;
– Autoestradas;
– Estádios de futebol.
• Privatização
– Algumas empresas são privatizadas:
• Aumento de receitas adicionais.
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Portugal no novo quadro internacional
• Projetos adiados
25
Aeroporto de Alcochete Linha TGV
Portugal no novo quadro internacional
• Tratado de Maastricht
– Integração na União Económica e Monetária;
– Define-se
• cumprimento dos critérios de convergência:
– desinflação;
– estabilidade cambial;
– redução das taxas de juro
• Tratado de Amesterdão
– Reforço das medidas do tratado de Maastricht.
• Criação da moeda única - 1999
– 11 membros
26
27
Portugal no novo quadro internacional
• Industria
– beneficia do investimento de
multinacionais:
• AutoEuropa, em Palmela.
– Problemas
• dependência de fatores
externos e conjunturais;
• dificuldades em competir nos
mercados internacionais;
• pouca aposta na Investigação e
no Desenvolvimento;
• pouco competitiva.
28
Portugal no novo quadro internacional
• Aposta em novos mercados
– América do Sul;
– Europa de Leste.
– Áreas
• das telecomunicações;
• de cimentos;
• de cortiça;
• de eletromecânica;
• banca;
• distribuidores alimentares.
29
Portugal no novo quadro internacional
• A partir de 2001
– Período de dificuldades externas:
• choques petrolíferos (desde 1999);
• recrudescimento do terrorismo;
• efeitos da quebra económica norte-americana e da recessão
mundial (agravam-se desde 2008);
• aumento do desemprego;
• deslocalização das empresas multinacionais e do encerramento de
outras;
• entrada de novos membros na CEE, principalmente a leste.
30
31
Portugal no novo quadro internacional
• Desemprego
32
Portugal no novo quadro internacional
• Período de dificuldades internas:
– estrutura deformada da pirâmide demográfica;
– dependência energética dos combustíveis fósseis;
– baixo nível de escolaridade;
– débil formação profissional;
– dificuldade em desburocratizar os serviços;
– défice orçamental crónico;
– nível excessivo de consumo público;
– baixo investimento em Investigação e Desenvolvimento;
– endividamento das famílias;
– problemas sociais;
– diminuição dos padrões de vida das populações.
33
TRANSFORMAÇÕES…
34
Portugal no novo quadro internacional
• Demografia
– Alterações:
• envelhecimento da população;
• assimetrias regionais de desenvolvimento;
• desertificação do interior;
• aumento da população nas periferias de Lisboa, Porto, Algarve e
Setúbal;
• os centros das grandes cidades perdem vitalidade;
• aumento das áreas suburbanas:
– desordem urbana;
– falta de qualidade das construções.
35
Portugal no novo quadro internacional
• País de Imigrantes
– Alteração de fluxos migratórios.
36
Portugal no novo quadro internacional
37
Fonte INE
Portugal no novo quadro internacional
38
Fonte INE
Portugal no novo quadro internacional
• País de Imigrantes
– 1º -> fim dos anos 70:
• países africanos de língua portuguesa;
• mão de obra desqualificada para a construção civil.
39
Distribuição por país de origem de africanos em
Portugal que vivem com HIV. Fonte: CVEDT -2007
Portugal no novo quadro internacional
• País de Imigrantes
– 2º - > fins dos anos 80:
• imigrantes brasileiros.
• restauração e comércio;
• facilidade em entrar na Europa devido isenção de visto de entrada.
40
Portugal no novo quadro internacional
• País de Imigrantes
– 3º -> Década de 90
• leste da Europa- > ucranianos, russos, romenos, moldavos…;
• qualificações superiores ao habitual.
41
Portugal no novo quadro internacional
• País de Imigrantes
– 4º -> Pós 2000
• comunidade chinesa;
• comércio a retalho e restauração.
42
Portugal no novo quadro internacional
• Sociedade e cultura
– Existe uma evolução;
– Redução das barreiras entre os grupos sociais;
– afirmação do papel da mulher:
• Melhores qualificações;
• Entrada no mercado de trabalho.
– Papel da Família
• as relações homem-mulher democratizam-se;
• filhos cada vez mais escolarizados;
• família tradicional:
– Recua devido:
» aumento das mães-solteiras;
» aumento dos divórcios;
» aumento das uniões de facto. 43
Portugal no novo quadro internacional
• Modificação na sociedade
– o nível de instrução de pais/filhos altera-se;
– mais de dois terços da população possuí casa própria;
– mais de um automóvel por família;
– aumento dos níveis de leitura (jornais, revistas e livros);
– idas ao cinema e outros espetáculos
– aumento do número de ginásios;
– proliferação:
• da TV por cabo;
• da Internet;
• do Telemóvel.
44
45
A CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA
46
Portugal no novo quadro internacional
• Democracia portuguesa
– Está ligada à Europa:
• Pedido de adesão à CEE em 1977;
– Percurso democrático sem grandes sobressaltos;
– Fortalecimento da sociedade democrática:
• contato com modelos e padrões de intervenção pública comuns
aos países europeus;
• convivência entre os políticos de vários países com tradições de
democracia;
• contacto com instituições homólogas;
• criação de teias e vínculos comuns.
47
Portugal no novo quadro internacional
• Normal funcionamento das instituições democráticas
• Portugueses em lugares de destaque:
48
Freitas do Amaral
Presidente da Assembleia-
Geral das Nações Unidas
1995-1996
Durão Barroso
Presidente da comissão europeia
Desde 2004
António Guterres
Presidente do Alto-Comissariado da
ONU para os Refugiados
Desde 2005
AS RELAÇÕES COM OS PAÍSES
LUSOFONOS
49
Portugal no novo quadro internacional
• Lusofonia
– Problemas:
• Portugal virado para a Europa;
• ex-colónias com economias
precárias e dominadas pela
instabilidade política.
– Reaproximação:
50
Portugal no novo quadro internacional
• Relações com Angola
– Primeiro parceiro comercial dos
Palop;
– Absorve 60% das exportações
portuguesas;
– Protocolos
• 1982 - protocolo de cooperação
económica;
• 1996 - acordo de cooperação
financeira:
51
Portugal no novo quadro internacional
• Relações com Moçambique
– Situação problemática;
• Integra a Commonwealth desde
1995;
– 1996
• adere à Comunidade de Países de
Língua Portuguesa (CPLP).
52
Portugal no novo quadro internacional
• Relações com Cabo Verde
– importância geostratégica;
– país muito empenhados no
aprofundamento dos laços
linguísticos e culturais no
seio da CPLP.
53
Portugal no novo quadro internacional
• Relações com São Tomé e Príncipe
– Cooperação na tentativa de diminuir o isolamento
geográfico e a escassez de recursos.
54
Portugal no novo quadro internacional
• Relações com a Guiné-Bissau
– país inserido em zona francófona;
– problemas devido à instabilidade
política local;
– constantes criticas de atitudes
coloniais para com o país
africano.
55
AS RELAÇÕES COM O BRASIL
56
Portugal no novo quadro internacional
• Portugal e o Brasil
– Caso diferente;
– Anos 90:
• Incremento das relações económicas;
– Brasil contribui com produtos primários;
– Portugal contribui com investimentos na metalomecânica, no
têxtil, em energias alternativas, no turismo, nas telecomunicações.
57
Portugal no novo quadro internacional
• Intercâmbio cultural
– Fluxos migratórios em ambos os sentidos;
– Laços familiares;
– Telenovelas;
– Espetáculos;
– Exposições, congressos, colóquios….
58
59
Portugal no novo quadro internacional
• A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
– Fundada em 1996;
– Abrange mais de 200 milhões de pessoas.
60
Portugal no novo quadro internacional
• Desenvolvimento ao nível:
– da concertação político-diplomática em matéria de
relações internacionais;
– da cooperação económica, social, cultural, jurídica e
técnico-científica;
– acordo Ortográfico da Língua Portuguesa:
• tentativa de uniformização da língua.
61
62
ÁREA IBERO-AMERICANA
63
Lusofonia e Ibero-americano
• Mercosul
– Mercado Comum do Sul;
– “Imitação da CEE”.
64
Lusofonia e Ibero-americano
• Comunidade Ibero-Americana
– Portugal, a Espanha e os países da América Latina;
– Desenvolvimento de intercâmbios:
• nível científico-técnico;
• económico-empresarial;
• cultural;
• educativo.
65
Lusofonia e Ibero-americano
– Intercâmbio possibilita
• difusão da língua portuguesa;
• reforço da solidariedade de valores comuns;
• cooperação económica e cultural;
• combate ao terrorismo, ao crime organizado e à droga.
66
OS PM’S
67
68
Mário Soares
23/07/1976-29/08/1978
Nobre da Costa
29/08/1978-22/11/1978
Mota Pinto
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04/12/1980-05/01/1981
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Portugal no novo quadro internacional

  • 1. História A Portugal no novo quadro internacional Carlos Jorge Canto Vieira Versão 1.0 Maio 2013
  • 2. Pós 25 Abril • Relações externas – 3 vias: • Comunidade Europeia; • Países lusófonos; • Comunidade ibero-americana. 2
  • 3. 3
  • 6. 6
  • 7. Portugal no novo quadro internacional • Integração Europeia – 1 de janeiro de 1986: • Espanha; • Portugal. – Implicações: • Na económica; • na sociedade; • Na cultura; • Na política. 7Assinatura do Tratado de adesão à CEE - 1977
  • 9. Portugal no novo quadro internacional • Antecedentes – Período pós 25 de Abril; – Grandes dificuldades: • Ao nível político; • Ao nível económico-financeiras: – elevadas taxas de juro; – forte inflação; – desemprego; – pouco desenvolvimento tecnológico; – débil dinamismo empresarial; – carências na rede de comunicações. 9
  • 10. Portugal no novo quadro internacional • De 1986 a 1992 – Grandes alterações • apoios de ordem técnica; • fluxo de capitais: – fundos estruturais; – fundos de coesão. • Objetivo – aproximar o país dos níveis de desenvolvimento dos outros países da Comunidade. 10
  • 11. Portugal no novo quadro internacional • Programas de desenvolvimento – PEDAP -> setor agrícola; – PEDIP -> setor industrial; – PODAEEF -> emprego e na formação profissional – PRODAC -> criação de infraestruturas viárias – PRODEF -> educação. 11
  • 12. Portugal no novo quadro internacional • Consequências: – aumento das PME’s; – crescimento significativo do PIB; – moderniza-se a estrutura da economia, com o aumento do setor terciário; – programa de obras públicas; – redução do défice da balança de transações correntes; – diminuição da taxa de desemprego; – aumento das remunerações; – melhoria das regalias sociais, como pensões e subsídios de desemprego; – aumento do consumo privado. 12
  • 13. Portugal no novo quadro internacional • Teoria do Oásis – Criada pelo Ministro das Finanças, Braga de Macedo em 1992; – Situação: • Perante uma acumulação de sinais negativos do desempenho da economia portuguesa…que acabaria mesmo por cair numa fase de recessão em 1993 com uma quebra do PIB de cerca de 1,2% em relação ao ano anterior, defendia-se que tudo estava a correr bem. 13
  • 14. Portugal no novo quadro internacional • De 1993 a 2000 – Mantêm-se o caminho na modernização; – Aumento da classe média. – Problemas • Declínio da agricultura face à concorrência europeia; • Diminuição da importância da siderurgia, da química, da construção naval e a eletromecânica. 14
  • 15. Portugal no novo quadro internacional – Desenvolvimento • setor terciário: – proliferação das grandes superfícies comerciais; – expansão da área das telecomunicações e do audiovisual; – progressos da informatização. 15 Centro Comercial Colombo, Lisboa
  • 16. Portugal no novo quadro internacional 16
  • 17. Portugal no novo quadro internacional • Exportação – Setores tradicionais • Têxteis • Vestuário • Calçado • Madeira • Cortiça – Novos setores • máquinas e material de transporte: – ultrapassam os setores tradicionais. 17
  • 18. Portugal no novo quadro internacional – Trocas comerciais • Aumento das trocas com: – os países da União Europeia; – a Espanha. 18
  • 19. Portugal no novo quadro internacional • Projetos de obras públicas – Ponte Vasco da Gama; – infraestruturas para a Expo'98; – Aeroportos; – Autoestradas; – Estádios de futebol. • Privatização – Algumas empresas são privatizadas: • Aumento de receitas adicionais. 19
  • 20. 20
  • 21. 21
  • 22. 22
  • 23. 23
  • 24. 24
  • 25. Portugal no novo quadro internacional • Projetos adiados 25 Aeroporto de Alcochete Linha TGV
  • 26. Portugal no novo quadro internacional • Tratado de Maastricht – Integração na União Económica e Monetária; – Define-se • cumprimento dos critérios de convergência: – desinflação; – estabilidade cambial; – redução das taxas de juro • Tratado de Amesterdão – Reforço das medidas do tratado de Maastricht. • Criação da moeda única - 1999 – 11 membros 26
  • 27. 27
  • 28. Portugal no novo quadro internacional • Industria – beneficia do investimento de multinacionais: • AutoEuropa, em Palmela. – Problemas • dependência de fatores externos e conjunturais; • dificuldades em competir nos mercados internacionais; • pouca aposta na Investigação e no Desenvolvimento; • pouco competitiva. 28
  • 29. Portugal no novo quadro internacional • Aposta em novos mercados – América do Sul; – Europa de Leste. – Áreas • das telecomunicações; • de cimentos; • de cortiça; • de eletromecânica; • banca; • distribuidores alimentares. 29
  • 30. Portugal no novo quadro internacional • A partir de 2001 – Período de dificuldades externas: • choques petrolíferos (desde 1999); • recrudescimento do terrorismo; • efeitos da quebra económica norte-americana e da recessão mundial (agravam-se desde 2008); • aumento do desemprego; • deslocalização das empresas multinacionais e do encerramento de outras; • entrada de novos membros na CEE, principalmente a leste. 30
  • 31. 31
  • 32. Portugal no novo quadro internacional • Desemprego 32
  • 33. Portugal no novo quadro internacional • Período de dificuldades internas: – estrutura deformada da pirâmide demográfica; – dependência energética dos combustíveis fósseis; – baixo nível de escolaridade; – débil formação profissional; – dificuldade em desburocratizar os serviços; – défice orçamental crónico; – nível excessivo de consumo público; – baixo investimento em Investigação e Desenvolvimento; – endividamento das famílias; – problemas sociais; – diminuição dos padrões de vida das populações. 33
  • 35. Portugal no novo quadro internacional • Demografia – Alterações: • envelhecimento da população; • assimetrias regionais de desenvolvimento; • desertificação do interior; • aumento da população nas periferias de Lisboa, Porto, Algarve e Setúbal; • os centros das grandes cidades perdem vitalidade; • aumento das áreas suburbanas: – desordem urbana; – falta de qualidade das construções. 35
  • 36. Portugal no novo quadro internacional • País de Imigrantes – Alteração de fluxos migratórios. 36
  • 37. Portugal no novo quadro internacional 37 Fonte INE
  • 38. Portugal no novo quadro internacional 38 Fonte INE
  • 39. Portugal no novo quadro internacional • País de Imigrantes – 1º -> fim dos anos 70: • países africanos de língua portuguesa; • mão de obra desqualificada para a construção civil. 39 Distribuição por país de origem de africanos em Portugal que vivem com HIV. Fonte: CVEDT -2007
  • 40. Portugal no novo quadro internacional • País de Imigrantes – 2º - > fins dos anos 80: • imigrantes brasileiros. • restauração e comércio; • facilidade em entrar na Europa devido isenção de visto de entrada. 40
  • 41. Portugal no novo quadro internacional • País de Imigrantes – 3º -> Década de 90 • leste da Europa- > ucranianos, russos, romenos, moldavos…; • qualificações superiores ao habitual. 41
  • 42. Portugal no novo quadro internacional • País de Imigrantes – 4º -> Pós 2000 • comunidade chinesa; • comércio a retalho e restauração. 42
  • 43. Portugal no novo quadro internacional • Sociedade e cultura – Existe uma evolução; – Redução das barreiras entre os grupos sociais; – afirmação do papel da mulher: • Melhores qualificações; • Entrada no mercado de trabalho. – Papel da Família • as relações homem-mulher democratizam-se; • filhos cada vez mais escolarizados; • família tradicional: – Recua devido: » aumento das mães-solteiras; » aumento dos divórcios; » aumento das uniões de facto. 43
  • 44. Portugal no novo quadro internacional • Modificação na sociedade – o nível de instrução de pais/filhos altera-se; – mais de dois terços da população possuí casa própria; – mais de um automóvel por família; – aumento dos níveis de leitura (jornais, revistas e livros); – idas ao cinema e outros espetáculos – aumento do número de ginásios; – proliferação: • da TV por cabo; • da Internet; • do Telemóvel. 44
  • 45. 45
  • 46. A CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA 46
  • 47. Portugal no novo quadro internacional • Democracia portuguesa – Está ligada à Europa: • Pedido de adesão à CEE em 1977; – Percurso democrático sem grandes sobressaltos; – Fortalecimento da sociedade democrática: • contato com modelos e padrões de intervenção pública comuns aos países europeus; • convivência entre os políticos de vários países com tradições de democracia; • contacto com instituições homólogas; • criação de teias e vínculos comuns. 47
  • 48. Portugal no novo quadro internacional • Normal funcionamento das instituições democráticas • Portugueses em lugares de destaque: 48 Freitas do Amaral Presidente da Assembleia- Geral das Nações Unidas 1995-1996 Durão Barroso Presidente da comissão europeia Desde 2004 António Guterres Presidente do Alto-Comissariado da ONU para os Refugiados Desde 2005
  • 49. AS RELAÇÕES COM OS PAÍSES LUSOFONOS 49
  • 50. Portugal no novo quadro internacional • Lusofonia – Problemas: • Portugal virado para a Europa; • ex-colónias com economias precárias e dominadas pela instabilidade política. – Reaproximação: 50
  • 51. Portugal no novo quadro internacional • Relações com Angola – Primeiro parceiro comercial dos Palop; – Absorve 60% das exportações portuguesas; – Protocolos • 1982 - protocolo de cooperação económica; • 1996 - acordo de cooperação financeira: 51
  • 52. Portugal no novo quadro internacional • Relações com Moçambique – Situação problemática; • Integra a Commonwealth desde 1995; – 1996 • adere à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). 52
  • 53. Portugal no novo quadro internacional • Relações com Cabo Verde – importância geostratégica; – país muito empenhados no aprofundamento dos laços linguísticos e culturais no seio da CPLP. 53
  • 54. Portugal no novo quadro internacional • Relações com São Tomé e Príncipe – Cooperação na tentativa de diminuir o isolamento geográfico e a escassez de recursos. 54
  • 55. Portugal no novo quadro internacional • Relações com a Guiné-Bissau – país inserido em zona francófona; – problemas devido à instabilidade política local; – constantes criticas de atitudes coloniais para com o país africano. 55
  • 56. AS RELAÇÕES COM O BRASIL 56
  • 57. Portugal no novo quadro internacional • Portugal e o Brasil – Caso diferente; – Anos 90: • Incremento das relações económicas; – Brasil contribui com produtos primários; – Portugal contribui com investimentos na metalomecânica, no têxtil, em energias alternativas, no turismo, nas telecomunicações. 57
  • 58. Portugal no novo quadro internacional • Intercâmbio cultural – Fluxos migratórios em ambos os sentidos; – Laços familiares; – Telenovelas; – Espetáculos; – Exposições, congressos, colóquios…. 58
  • 59. 59
  • 60. Portugal no novo quadro internacional • A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – Fundada em 1996; – Abrange mais de 200 milhões de pessoas. 60
  • 61. Portugal no novo quadro internacional • Desenvolvimento ao nível: – da concertação político-diplomática em matéria de relações internacionais; – da cooperação económica, social, cultural, jurídica e técnico-científica; – acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: • tentativa de uniformização da língua. 61
  • 62. 62
  • 64. Lusofonia e Ibero-americano • Mercosul – Mercado Comum do Sul; – “Imitação da CEE”. 64
  • 65. Lusofonia e Ibero-americano • Comunidade Ibero-Americana – Portugal, a Espanha e os países da América Latina; – Desenvolvimento de intercâmbios: • nível científico-técnico; • económico-empresarial; • cultural; • educativo. 65
  • 66. Lusofonia e Ibero-americano – Intercâmbio possibilita • difusão da língua portuguesa; • reforço da solidariedade de valores comuns; • cooperação económica e cultural; • combate ao terrorismo, ao crime organizado e à droga. 66
  • 68. 68 Mário Soares 23/07/1976-29/08/1978 Nobre da Costa 29/08/1978-22/11/1978 Mota Pinto 22/11/1979-02/08/1979 M. Lurdes Pintassilgo 02/08/1979-03/01/1980 Sá Carneiro 03/01/1980-04/12/1980 Freitas do Amaral 04/12/1980-05/01/1981 Pinto Balsemão 09/01/1981-09/06/1983 Mário Soares 09/06/1983-06/11/1985
  • 69. 69 José Sócrates 12/03/2005-21/05/2011 Passos Coelho 21/06/2011-atualidade Cavaco Silva 06/11/1985-28/10/1995 António Guterres 28/10/1995-06/04/2002 Durão Barroso 06/04/2002-17/07/2004 Santana Lopes 17/07/2004-12/03/2005
  • 71. 71 Cavaco Silva 09/03/2006-Atualidade Ramalho Eanes 14/07/1976 - 09/03/1986 Mário Soares 09/03/1986-09/03/1996 Jorge Sampaio 09/03/1996-09/03/2006 1976 2013