SlideShare uma empresa Scribd logo
População e disponibilidade de alimentos:
revisitando um debate ultrapassado?
Ricardo de Sampaio Dagnino
Demógrafo e Geógrafo
Professor do Departamento Interdisciplinar | Campus Litoral Norte
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
ricardo.Dagnino@ufrgs.br
VI Simpósio da Ciência do Agronegócio
Faculdade de Agronomia
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
24 de outubro de 2019
1
Garrett Hardin
(1915-2003)
Professor da Universidade da Califórnia, Zoólogo e
Doutor em Microbiologia. Mundialmente conhecido
pela publicação de “A tragédia dos comuns” em 1968.
Compilou uma série de textos relevantes para a demografia na obra
“Population Evolution and Birth Control: a collage of controversial
readings”.
2
1964:
1ª edição em inglês
(Ed. W.H. Freeman)
1967:
1ª edição em português
Editora da Universidade de
São Paulo): População,
Evolução e Controle da
Natalidade.
https://www.amazon.com.br/Popula%C3%A7%C3%A3o-
Evolu%C3%A7%C3%A3o-Controle-Natalidade-
Garrett/dp/B06XWKCWFB
https://www.amazon.com/Population-evolution-control-
controversial-readings/dp/B000L5VJLI
https://medium.com/@umaer
farooq/advanced-approaches-
to-politics-1142e9bd77b2
Garrett Hardin
(1915-2003)
Escreveu na introdução (p. XXI):
Há mais de século e meio, pouco depois da
Revolução Francesa, Thomas Robert
Malthus publicou seu ensaio sobre
população, desencadeando uma
tempestade de controvérsias que se tem
mantido viva até hoje.
Que está errado? Por que não podemos
resolver "o problema da população"?
A resposta, naturalmente, é não existir
qualquer problema de população; temos
uma concepção errônea de nossas
dificuldades quando nelas falamos como
sendo "problema".
"Problema" sugere a palavra "questão"; e
quando pensamos em questões pensamos
em perguntas como esta: "Quanto é 2+2?"
Tais perguntas são fáceis de responder.
Mas o retículo de dificuldades que
rotulamos de "população" é algo mais.
Como é dito freqüentemente nas
pesquisas científicas, nosso primeiro
problema está em achar o problema.
Deixar de reconhecer isso tem
contribuído para a aparente imortalidade
do problema da população". Temos
procurado responder a questões, quando
devíamos estar procurando as questões.
3
https://www.amazon.com.br/P
opula%C3%A7%C3%A3o-
https://medium.com/@umaer
farooq/advanced-approaches-
to-politics-1142e9bd77b2
Garrett Hardin
(1915-2003)
No primeiro capítulo “População” (p. 1) diz:
“Malthus inicia o argumento”
Prova-se, todos os anos, que Malthus
está errado, e enterram-no para
reviver novamente antes de terminado
o ano.
Se ele está errado, por que não
podemos esquecê-lo?
Se ele está certo, por que é assunto
tão fértil para críticas ? 4
https://medium.com/@umaer
farooq/advanced-approaches-
to-politics-1142e9bd77b2
https://www.amazon.com.br/Popu
la%C3%A7%C3%A3o-
Evolu%C3%A7%C3%A3o-Controle-
Natalidade-
1 1
Thomas Malthus
1798
1900ral
1900ral
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1905ral
1905ral
1905ral
Ano
Malthus e o seu
pessimismo...
• Thomas Malthus (1766-1834)
A população, sem limitações,
aumenta em proporção geométrica.
Os meios de subsistência aumentam
em proporção aritmética.
Um pequeno conhecimento dos
números mostrará a imensidade do
primeiro poder em comparação com
o segundo.
Pela lei de nossa natureza, que torna
o alimento necessário à vida do
homem, os efeitos dessas forças
desiguais devem ser mantidos em pé
de igualdade.
5
https://en.wikipedia.org/wiki/File:Thomas_Malthus.jpg
Você está
aqui!!
Fonte: Hardin (1967)
1 1
Thomas Malthus
1798
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
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1903ral
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1904ral
1904ral
1904ral
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1904ral
1904ral
1904ral
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1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
Ano
...mas não foi o primeiro
pessimista!
• Tertuliano escreveu sobre “As bençãos das
catástrofes”:
6
Você está
aqui!!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tertullian.jpg
A maior testemunha é a vasta
população da terra para a qual somos
uma carga, e ela apenas pode suprir
nossas necessidades; enquanto crescem
nossas exigências, nossas queixas
contra as deficiências da natureza são
ouvidas por todos.
Os flagelos da peste, da fome, das
guerras, e os terremotos, passaram
a ser considerados bênçãos pelas
nações superpovoadas, pois servem
para podar o pródigo crescimento da
raça humana.
Nasce J.C.
Fonte: Hardin (1967)
1 1
Thomas Malthus
1798
1900ral
1900ral
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1905ral
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1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
1905ral
Ano
E antes de Tertuliano...
• Han Fei-Tzu - Dinastia Chou escreveu sobre
“População e prosperidade”:
7
Você está
aqui!!
Nos tempos antigos, o povo era pouco
numeroso, mais rico e sem luta.
O povo, no presente, pensa que cinco
filhos não é muito, e cada filho
também tem cinco filhos e antes da
morte do avô já existem 25
descendentes.
Portanto, o povo aumenta e a
riqueza diminui; trabalha muito e
recebe pouco. A vida de uma
nação depende de o povo ter
alimento suficiente, não do
número de pessoas.
Nasce J.C.
Fonte: Hardin (1967)
http://sociedadenarede.blogspot.com/2
014/11/se-maus-ministros-desfrutam-
de.html
Vejamos hoje, como está colocada a questão entre
população e alimentos:
• Ricardo Abramovay, em seu “Alimentos versus população: está ressurgindo o fantasma malthusiano?”
(Revista Ciência e Cultura, out/2010):
8
Malthusianismo tornou-se
expressão maldita desde os anos
1900 e hoje se associa não só a uma
postura política reacionária, mas a
grosseiros erros de previsão.
Malthus defendia os interesses dos
latifundiários britânicos de sua
época e elaborou uma lei científica
cujo resultado apocalíptico
mostrou-se felizmente errado.
https://publicdomainvectors.org/en/free-clipart/Landscape-with-distant-houses/79142.html
Fonte: Abramovay (2010)
https://publicdomainvectors.org/
O que nos mostram os estudos sobre as situações de fome:
9
A fome era e é provocada
muito mais pela
impossibilidade de acesso a
alimentos existentes do que
pela escassez absoluta na
oferta.
E na raiz dessa
impossibilidade estão não
apenas falta de dinheiro
para comprar comida, mas,
falta de democracia para
que políticas públicas
permitam que cheguem os
alimentos aos que não
podem produzi-los ou
adquiri-los no mercado.
Mesmo que a fome no mundo
atinja hoje a inadmissível
cifra de quase um bilhão de
pessoas, isso representa
menos de um sexto da
humanidade, contra nada
menos de um terço de
famintos no início dos anos
1970.
https://publicdomainvectors.org/en/free-clipart/Landscape-with-distant-houses/79142.html
Fonte: Abramovay (2010)
Estudos mostram um paradoxo que dominou toda a reflexão e,
de certa forma, as políticas públicas sobre o tema:
https://publicdomainvectors.org/
Pode-se concluir que Malthus errou e que as sociedades
atuais caminham na boa direção?
10
https://publicdomainvectors.org/en/free-clipart/Landscape-with-distant-houses/79142.html
a elevação da produção material e da
oferta de serviços encontra um claro limite
no esgotamento da capacidade de os
ecossistemas continuarem prestando os
serviços de que depende a sobrevivência
das sociedades humanas.
Fonte: Abramovay (2010)
Malthus errou menos do que se supunha e, sobretudo,
acertou em cheio num problema central que a ciência
econômica posterior a ele insiste em ignorar:
https://publicdomainvectors.org/
É o Fim do Mundo...
como o conhecemos (e eu me sinto bem)
R.E.M (1987)
“It's the end of the world as we know it and I feel fine”
Estamos vivendo um grande processo
de transição!!
11
Carbon Dioxide Emissions 2015
https://worldmapper.org/maps/carbon-emissions-2015
Population Year 2018
https://worldmapper.org/maps/population-year-2018
FACTFULNESS:
O hábito libertador de só ter opiniões
baseadas em fatos
O livro:
1ª edição em inglês: 2018
1ª edição em português: 2019
Autor:
Hans Rosling (1948-2017), médico e estatístico
sueco que desenvolveu o software Trendalyzer, que
em 2007 foi comprador pelo Google.
https://www.amazon.com.br/Factfulness-h%C3%A1bito-libertador-
opini%C3%B5es-baseadas/dp/8501116521 12
Informações como uma forma de terapia!
Coisas ruins que estão diminuindo
13
Rosling (2019)
Coisas boas que estão aumentando
14
Rosling (2019)
Um mundo em transição
15
Rosling (2019)
16
Transições
Demográfica
redução da
mortalidade seguida
da diminuição nos
nascimentos
Urbana
crescimento das
populações em
áreas urbanas em
relação às
populações rurais
Epidemiológica
declínio das mortes
causadas por
doenças
infectocontagiosas e
prevalência dos
óbitos por doenças
cardiovasculares,
neoplasias, causas
externas e doenças
crônico-
degenerativas.
Outras
transições no perfil
educacional, no
mercado de
trabalho, nas
relações de gênero
e nos arranjos
familiares.
Transição Demográfica
Afeganistão
Uganda
Zambia
Gana
Guatemala
Iraque
Índia
Gabão
Malásia
Alemanha
Japão
Brasil
Taxa de
natalidade
Taxa de
mortalidade
Fonte: HAUB e GRIBBLE (2011, p. 3).
Adaptado por CARMO et al. (2015)
17
Transição Demográfica
Afeganistão
Uganda
Zambia
Gana
Guatemala
Iraque
Índia
Gabão
Malásia
Alemanha
Japão
Brasil
Taxa de
natalidade
Fonte: HAUB e GRIBBLE (2011, p. 3).
Adaptado por CARMO et al. (2015)
Crescimento
vegetativo
18
Transição Demográfica
Afeganistão
Uganda
Zambia
Gana
Guatemala
Iraque
Índia
Gabão
Malásia
Alemanha
Japão
Brasil
Crescimento
vegetativo
Fonte: HAUB e GRIBBLE (2011, p. 3).
Adaptado por CARMO et al. (2015)
19
Taxa de fecundidade
Transição Demográfica
Afeganistão
Uganda
Zambia
Gana
Guatemala
Iraque
Índia
Gabão
Malásia
Alemanha
Japão
Brasil
Crescimento
vegetativo
Fonte: HAUB e GRIBBLE (2011, p. 3).
Adaptado por CARMO et al. (2015)
20
Taxa de fecundidade
Contextualizando
• A revista The Economist de
outubro de 2009 estampa na
capa:
The Economist (2009)
“Fecundidade* caindo: Como
o problema populacional está
se resolvendo sozinho”.
(*) Fertility em inglês, significa Fecundidade em português.
Fonte: http://pt-ii.demopaedia.org/wiki/Fecundidade
21
Queda da Fecundidade
Isto é novidade?
NÃO!!!
The Economist (2009)
Há quase um século, desde o
trabalho de Thompson (1929),
cientistas sociais e demógrafos vem
avisando que a fecundidade tende
a cair (PATARRA, 1973).
Trata-se de um fenômeno
multifatorial que atinge os países
conhecido como Transição
Demográfica.
22
Transição Demográfica
Fonte: United
Nations
(2017b).
23
.00
5.00
10.00
15.00
20.00
25.00
30.00
35.00
40.00
1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral
Taxa
de
Natalidade
(por
mil
habitantes)
Ano
MUNDO
Taxa de Mortalidade
Taxa de Natalidade
Transição Demográfica
.00
5.00
10.00
15.00
20.00
25.00
30.00
35.00
40.00
45.00
50.00
1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral
Taxa
de
Natalidade
(por
mil
habitantes)
Ano
BRASIL
Taxa de Mortalidade
Taxa de Natalidade
Fonte:
United
Nations
(2017b).
24
Transição da Natalidade
.00
5.00
10.00
15.00
20.00
25.00
30.00
35.00
40.00
45.00
50.00
TAXA
DE
NATALIDADE
(POR
MIL
HABITANTES)
ANO
Taxa de Natalidade (por mil habitantes)
Mundo
Brasil
Fonte:
United
Nations
(2017b).
25
Transição da mortalidade
.00
5.00
10.00
15.00
20.00
25.00
TAXA
DE
MORTALIDADE
(POR
MIL
HABITANTES)
ANO
Taxa de Mortalidade (por mil habitantes)
Mundo
Brasil
Fonte:
United
Nations
(2017b).
26
Fonte: Roser;
Ortiz-Ospina
(2017)
27
Pirâmides etárias: Mundo
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
28
Pirâmides etárias: Mundo
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
29
Pirâmides etárias: Mundo
• A
-
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
30
Pirâmides etárias: Brasil
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
31
Pirâmides etárias: Brasil
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
32
Pirâmides etárias: Brasil
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
33
Pirâmides etárias - 1950
• A
-
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
Brasil
Mundo
34
Pirâmides etárias - 2050
United Nations - https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/
Brasil
Mundo
35
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
Fecundidade
intermediária (TFT de
2,1 a 5)
Fecundidade elevada
(TFT maior que 5)
Fecundidade baixa
(TFT abaixo de 2,1
filhos por mulher)
1980
Distribuição da população mundial por nível de
fecundidade nacional:
1980, 2000, 2010 e 2030 (projeção)
United Nations (2017a).
36
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
2030
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
2010
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
1900ral
2000
% % % %
População Mundial
ano 2300
• Fonte: Basten et al. (2013) apud Alves (2013).
A pesquisa de Basten et al (2013) apresentada por
Alves (2013) mostra que dependendo da hipótese de
fecundidade adotada na projeção a população
mundial em 2300 poderá ser de:
• 71 bilhões (na hipótese de TFT de 2,5 filhos por
mulher);
• 720 milhões de habitantes (na hipótese de TFT de
1,5 filho por mulher) ou;
• Zero e desaparecer (na hipótese de TFT de 0,75
filho por mulher).
Pequenas variações nas taxas de fecundidade
provocam grandes alterações no volume da
população no longo prazo, quer se denomine o
fenômeno da explosão ou implosão demográfica ou
qualquer outro nome.
37
População
Brasileira
em 2055
Fonte:
Alves
(2017). 38
Leituras interessantes:
Hogan et al (2010). Guzman et al (2009).
Matos (2014). 39
Visualização de dados
Gapminder
Fundação criada por Hans
Rosling (1948-2017), médico
e estatístico sueco que
desenvolveu o software
Trendalyzer, que em 2007 foi
comprador pelo Google.
https://www.gapminder.org/answ
ers/how-did-the-world-
population-change/
40
Visualização de dados
Our World Data
Projeto baseado na University of
Oxford dentro do “Oxford Martin
Programme on Global Development”
and the “Leverhulme Center for
Demographic Science” at Nuffield
College.
https://ourworldindata.org/world-
population-growth
41
Visualização de dados
Population Pyramid
Projeto criado pelo programador
Martin De Wulf em 2011 hospedado
em:
https://www.populationpyramid.net
https://www.populationpyramid.net/pt/mundo/20
10
https://www.populationpyramid.net/pt
/brasil/2010/
42
Referências
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está ressurgindo o fantasma malthusiano?. Cienc.
Cult., São Paulo , v. 62, n. 4, p. 38-42, Oct. 2010 .
• Alves, J. As novas projeções da ONU sobre a
população brasileira e mundial. Ecodebate, 28 de
junho de 2017. http://www.ufjf.br/ladem/2017/06/28/as-
novas-projecoes-da-onu-sobre-a-populacao-brasileira-e-mundial-
artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
• Alves, J. E. D. Projeções para a população mundial
2000-2300: o futuro está aberto. Ecodebate,
4/10/2013.
https://www.ecodebate.com.br/2013/10/04/projecoes-para-a-
populacao-mundial-2000-2300-o-futuro-esta-aberto-artigo-de-
jose-eustaquio-diniz-alves/
• Basten, Stuart; Lutz, Wolfgang; Scherbov, Sergei.
Very long range global population scenarios to
2300 and the implications of sustained low fertility.
Demographic Research, V. 28, Art 39, 2013, p.
1145-1166. http://www.demographic-
research.org/volumes/vol28/39/
• CARMO, R.; CARDOSO, A.; DAGNINO, R.; BASTOS,
A.; SAIFI, S.; CAPARROZ, M.; CRAICE, C. Transição
demográfica na Região Metropolitana Ampliada de
Belém. In: CARDOSO, A.; LIMA, J. (Ed.) Belém:
Transformações na ordem urbana. Observatório
das Metrópoles, INCT/CNPq, CAPES, FAPERJ, 2015.
http://bit.ly/Belem_ObsMetropoles
• HAUB, C.; GRIBBLE, J. The World at 7 Billion.
Population Bulletin 66, no. 2. Population Reference
Bureau, 2011. Disponível em:
<http://goo.gl/wfZOTj>.
• Guzman, J.; Martine, G.; McGranahan, G.;
Schensul, D.; Tacoli, C. Population Dynamics and
Climate Change. United Nations Population Fund
(UNFPA) and International Institute for
Environment and Development (IIED), 2009.
• Hogan, D. J.; Ojima, R.; Marandola Junior, E.
População e ambiente: desafios à sustentabilidade.
São Paulo: Blucher, 2010. (Série sustentabilidade; v.
1 / José Goldemberg, coordenador)
• Matos, R. (org.) População, Recursos Materiais e
Geopolítica. Jundiaí, Paco Editorial: 2014.
• PATARRA, N. L. Transición Demográfica: ¿Resumen
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Economia (El Colegio de Mexico), vol. 7, n. 1, p. 86-
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• Roser, Max; Ortiz-Ospina, Esteban. World
Population Growth. Published online at
OurWorldInData.org, 2019. (First published in
2013; updated April, 2017.)
https://ourworldindata.org/world-population-
growth
• The Economist. Go forth and multiply a lot less.
Lower fertility is changing the world for the better.
The Economist, Oct 29th 2009.
https://www.economist.com/briefing/2009/10/29/go-forth-and-
multiply-a-lot-less
• Thompson, W. S. Population. American Journal of
Sociology, 34, 1929, pp. 959-975.
• United Nations, Department of Economic and
Social Affairs, Population Division (2017a).
Population Facts No. 2017/3, October 2017: The
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https://population.un.org/wpp/Publications/Files/PopFacts_2017
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• United Nations, Department of Economic and
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