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MESTRADO E DOUTORADO EM EDUCAÇÃO 
• DISCIPLINA: Educação, Cidadania e Políticas Públicas: 
desafios diante da diversidade, pobreza e direitos humanos 
Profa. Dra. Ranilce Guimarães-Iosif - ranilceguimaraes@yahoo.com.br 
Monitora Voluntária: Aline Veiga dos Santos – aveigadossantos@gmail.com (doutoranda) 
Alunos: Paulo Ferreira da Silva - pr.paulo.fbr@gmail.com 
Giorlando Santana - giorlandossantana@gmail.com
TEMA 
A globalização e a Regulação das Políticas 
Educacionais no Brasil: Dilemas 
de um Sistema de Formação Hegemônica 
e contra-revolucionário.
No Brasil não se tem uma agenda para combater a desigualdade 
étnico-racial, econômica, educacional e social , ou seja, um país de 
Desigualdades sem horizontes para mudança.
LIBERALISMO 
Na verdade há mais semelhanças do que diferenças. 
O liberalismo é uma doutrina econômica liberal surgida no século 
XVIII que se estendeu até 1929. Dentre seus teóricos se destaca 
Adam Smith (1723-1790), essa doutrina correspondia às 
espectativas do capitalimo industrial e seu princípios eram: 
 liberdade individual 
 direito à propriedade privada 
 respeito à livre iniciativa e à livre concorrência. 
Segundo o Professor Valter Duarte Ferreira Filho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
NEOLIBERALISMO 
O neoliberalimo (novo liberalismo) é do século XX, por volta de 1970 o 
modelo do Keynesiano começa a dar lugar as antigas ideias do 
liberalismo. O objetivo principal do Neoliberalismo era promover o 
aumento da circulação de mercadoria no mundo. Seus principais 
incentivadores foram Margaret Thatcher e Ronald Reagen. Seus 
princípio básicos são: 
 Estado mínimo, o Estado deve interferir o mínimo possível na 
economia, de preferência como regulador; 
 políticas de privatizações; 
 abertura econômica.
 Era Vargas 
Governo 
Provisório 
 Reforma 
Francisco 
Campos 
 "Era dos 
Decretos" 
 Criação do 
MEC, CNE 
Linha do Tempo das Políticas Educacionais no Brasil 
 Reforma 
Capanema 
 Criação 
das Leis 
Orgânicas 
do Ensino 
 1932 
Movimento das 
Pioneiras; 
 Educação 
assume caráter 
social 
 Ocorre a 
Estratificação dos 
sistemas de 
ensino; 
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4 
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Promulgada 
Constituição 
de 1946 
 Instituição 
das Leis Orgânicas 
do Ensino; 
 Movimento em 
defesa da 
Escola Publica 
 Governo 
Juscelino 
Kubitscheck 
 Reformas de 
Base da 
Educação; 
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 Paulo Freire e a 
Pedagogia da 
alfabetização; 
 Educação p/ 
formação do 
capital humano 
 Instituída a 1ª 
LDB; 
 Plenitude do 
Regime Militar 
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 Educação para 
formação do capital 
humano 
 Instituída a 1ª LDB e 
o Plano Decenal de 
Educação 
 Reforma do Ensino 
Superior 
Lei 5540/68 
 Criado o Sal. 
Educ.Lei 4420/64 
 Reforma do 
Ensino de 1º e 
2º graus. 
Lei 5692/71 
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Mundial de Jomtien 
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 Governo Collor e 
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papel do Estado 
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"Constituição 
Democrática" 
 Educação como 
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processo de 
produção 
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processo de 
produção ; 
 Criada a LDB 
Lei 9394/96
Linha do Tempo das Políticas Educacionais e a Globalização 
no Brasil 
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Coréia ; 
 Fim da 2ª 
Guerra Mundial 
 Inicio da Guerra 
Fria 
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OTAN; 
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 Criação da 
Cortina de Ferro 
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Soviética 
 Socialismo é posto 
em cheque 
1 
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0 
 Queda do Muro de 
Berlim 
 Colapso da URSS; 
 Surge uma nova 
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o mundo do 
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as Políticas 
Neoliberais 
1 
9 
9 
0 
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GLOBALIZAÇÃO 
"A globalização é, de certa foma, o ápice do processo de 
internacionalização do mundo capitalista.” (SANTOS, 2001; p. 23) 
"Conjunto de transformações na ordem política e econômica 
mundial visíveis desde o final do século XX. Trata-se de um fenômeno 
que criou pontos em comum na vertente econômica, social, cultural e 
política, e que consequentemente tornou o mundo 
interligado, uma Aldeia Global.” (www.significados.com.br/globalizacao)
POR OUTRO GLABALIZAÇÃO 
Milton Santos define o mundo versos globalizão da seguinte forma: 
a) O mundo como nos fazem crer: a globalização como fábula 
b) O mundo como é: a globalização como perversidade 
c) O mundo como pode ser: uma outra globalização
POR OUTRO GLABALIZAÇÃO 
MUNDO COMO NOS FAZEM CRER: A GLOBALIZAÇÃO COMO FÁBULA 
"A máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes da atualidade é 
feita de peças que alimentam mutuamente e põe os elementos essenciais à 
continuidade do sistema […] Fala-se, por exemplo, em aldeia global para crer 
que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. A partir 
desse mito e do encurtamento das distâncias […] também se difunfunde a noção 
de tempo e espaço contraídos. É como se o mundo se houvesse tornado, para 
todos, ao alcance da mão.” (SANTOS, 2001; p. 18-19)
POR OUTRO GLABALIZAÇÃO 
OMUNDO COMO É: A GLOBALIZAÇÃO COMO PERVERSIDADE 
“De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se 
impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente se 
torna crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade 
de vida. O salário médio tende a baixar. A fome e o desabrigo se generalizam 
em todos os continentes. […] a educação de qualidade é cada vez mais 
inacessível. […] a perversidade sistêmica que está na raiz dessa evolução 
negativa da humanidade tem relação com a adesão desenfreada aos 
comportamentos competitivos.” (SANTOS, 2001; p. 19-20)
O ESPAÇO DO CIDADÃO 
IDÉIA DE MODELO CÍVICO AUTÔNOMO 
“Mas um modelo cívico autônomo e não subordinado ao modelo econômico, 
como existe agora. Numa democracia verdadeira, é o modelo econômico que 
Se subordina ao modelo cívico. Devemos partir do cidadão para a economia 
E não da economia para o cidadão.” (SANTOS, 1987; p. 05)
O ESPAÇO DO CIDADÃO 
NEOLIBERALISMO E CIDADANIA ATROFIADA 
“O neoliberalismo, ao mesmo tempo que prega a abstenção estatal na área 
produtiva, atribui ao Estado capitalista uma grande cópia de poder sobre os 
indivíduos a titulo de restaurar a saúde econômica e, assim, preservar o 
futuro.” (SANTOS, 1987; p. 11)
PEDAGOGIA DO OPRIMIDO 
OPRIMIDOS COISIFICADOS 
“Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se decobrem e, assim 
Descobrindo-se, com eles sofrem, mas sobretudo, com eles lutam.” 
(FREIRE, 1987; p. 23) 
“Os oprimidos, como objetos, como quase “coisa”, não têm finalidades. 
As suas, são as finalidades que lhes prescreem os opressores” 
(FREIRE, 1987; p. 47) 
“É a práxis, que implica a ação e a reflexão dos homens sobre o mundo 
para transforma-lo.” (FREIRE, 1987; p. 67)
“HAVIA UM MOTOR 
ÚNICO QUE É, EXATAMENTE, A 
MENCIONADA MAIS-VALIA 
UNIVERSAL”. 
(SANTOS, 2001; p.29)
CONTRADIÇÕES 
SOCIEDADE DO CONSUMO 
“Numa sociedade tornada competitiva pelos valores que erigiu como dogmas, 
• Consumo é verdadeiro ópio, cujos templos modernos são os shopping- 
• Centers e os supercados, aliás construídos à feição das catedrais.” 
(SANTOS, 1987; p. 34)
MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
POLÍTICAS EDUCACIONAIS 
“A mundialização leva os Governos a desviar a atenção das reformas fundadas 
na equidade [...] na maior parte dos países em desenvolvimento e em numerosos 
países desenvolvidos, as reformas educativas são, no novo ambiente econômico 
Mundializado, essencialmente fundads em imperativos financeiros e têm 
tendencia 
A reforçar a desigualdade diante dos serviços prestados pelo sistema 
educacional.” 
(UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 67)
MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
POLÍTICAS EDUCACIONAIS 
“Para apreciar esse papel, é necessário estabelecer a distinção entre os efeitos da 
mundialização, como tal, sobre a educação e os efeitos de uma ideologia 
estreitamente associada e procípia ao desenvolvimento da economia mundial, 
segunda certa orientação.” 
(UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 23)
MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
POLÍTICAS EDUCACIONAIS 
“Como o valor do conhecimento é o bem mais cobiçado na economia mundial, 
resta às nações optar pelo aumento de seu investimento na área da educação. 
Com efeito, é provável que, daqui até a próxima geração, a formação dos saberes 
será o novo espaço de formação da comunidade, enquanto a escola será o novo 
centro da comunidade.” 
(UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 115)
OCDE 
A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico 
foi criada em 30 de Setembro de 1961, sucedendo à Organização para a 
Cooperação Económica Europeia, criada em 16 de Abril de 1948. 
Também é chamada de "Grupo dos Ricos", porque os 31 países 
participantes produzem juntos mais da metade de 
toda a riqueza do mundo.
OBJETIVOS 
Tendo com base países de economia de livre mercado, procura fornecer 
uma plataforma para comparar políticas econômicas, solucionar problemas 
comuns e coordenar políticas domésticas e internacionais. 
PAÍSES MEMBROS 
• São membros da OCDE 33 países, e deverá ir para 34 após a Estónia entrar; 
• Possui 25 estados não-membros com o estatuto de observadores; 
• Cerca de 50 não-membros participam nos grupos de trabalho; 
• Desde de 16 de Maio de 2007, decidiu iniciar reforçar a cooperação; 
com o Brasil, China, Índia, Indonésia e a África do Sul.
MISSÃO - GOVERNANÇA COORPORATIVA 
Mais concretamente, a missão da OCDE é a de ajudar Governos 
e a sociedade a “aproveitarem" plenamente 
as vantagens da globalização, fazendo face aos desafios económicos, 
sociais e de governação que acompanham este fenómeno. 
Para isso, estrura-se em mais de 250 comissões e grupos de trabalhos 
Entre eles o de economia, comércio e educação.
REMODELAGEM SOCIAL 
“A modernização conservadora procurou (e conseguiu, em grande parte) 
redemolar radicalmente o senso comum da sociedade quanto à agenda educativa, 
sintetizada no trípico reformista que a OCDE – principal think tank mundial e 
agente privilegiado da globalização […] a desentralização, a diferenciação, do 
ensinos no seio da escola obrigatória .” 
(TEODORO, 2011; p. 140)
PROJEÇÕES 
A OCDE reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira em 2014 
para 1,8%, ante estimativa de 2,2% em novembro de 2013, segundo o 
relatório "Perspectivas Econômicas”, Para a OCDE, o Produto 
Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 2,2% em 2015, também abaixo 
da previsão feita há seis meses, de 2,5%. Essa projeção da organização 
é a mesma feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), 
por meio do relatório "World Economic Outlook” 
"A economia do país segue em trajetória de crescimento econômico 
moderado e alta inflação", diz a OCDE. A inflação no Brasil segue bastante 
acima do centro da meta do Banco Central (BC), que é de 4,5% "
O PISA 
O Pisa, sigla do Programme for International Student Assessment , que em 
português, foi traduzido como Programa Internacional de Avaliação de 
Alunos é um programa internacional de avaliação comparada, aplicado a 
estudantes da 7a série em diante, na faixa dos 15 anos, idade em que se 
pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos 
países. 
Esse programa é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela 
Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 
havendo em cada país participante uma coordenação nacional. No Brasil, o 
Pisa é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas 
Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 
(http://www.pisa.oecd.org)
O PISA – AVALIAÇÃO 
As avaliações do Pisa acontecem a cada três anos e abrangem três áreas do 
conhecimento: Leitura, Matemática e Ciências, havendo, a cada edição do 
programa, maior ênfase em cada uma dessas áreas. Em 2000, o foco era na 
Leitura; em 2003, Matemática; e em 2006, Ciências. 
O Pisa 2009 inicia um novo ciclo do programa, com a ênfase novamente 
recaindo sobre o domínio de Leitura; em 2012 a ênfase será Matemática e 
em 2015, novamente Ciências. 
(http://www.pisa.oecd.org)
OBJETIVO 
O objetivo principal do Pisa é produzir indicadores que contribuam para a 
discussão da qualidade da educação ministrada nos países participantes, de 
modo a subsidiar políticas de melhoria da educação. A avaliação procura 
verificar até que ponto as escolas de cada país participante estão 
preparando seus jovens para exercerem o papel de cidadãos na sociedade 
contemporânea. 
(http://www.pisa.oecd.org)
OBJETIVO 
A definição de uma meta nacional para o Ideb em 6,0 significa dizer que o 
país deve atingir em 2021, considerando os anos iniciais do ensino 
fundamental, o nível de qualidade educacional, em termos de proficiência e 
rendimento (taxa de aprovação), da média dos países desenvolvidos (média 
dos países membros da OCDE) observada atualmente. Essa comparação 
internacional foi possível devido a uma técnica de compatibilização entre a 
distribuição das proficiências observadas no PISA e no Saeb. 
http://www.pisa.oecd.org
RESULTADOS 
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/ 
avaliacao/caminho-qualidade-425291.shtml
RESULTADOS 
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/ 
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ANÁLISE DO PISA 
“Desse modo, as questões do PISA trabalham numa perspectiva dos sentidos 
“cristalizados”, não possibilitando aos estudantes a produção de seus próprios textos e 
sentidos, inviabilizando que se constituam historicamente na relação com a leitura. 
Somado a essa constatação, assinalamos que as questões do PISA seguem também uma 
tendência de interdição da autoria, já que para que o sujeito seja autor é necessário que 
assuma a responsabilidade pelo seu dizer, ou seja, se coloque na origem do seu dizer .” 
FILHO, 2013
POLÍTICAS EDUCACIONAIS GLOBAIS 
“[…] Políticas essas ausentes num modo renovado de regulação, fundado na 
avaliação dos resultados e em sua permanente comparação dos resultados e em 
sua permantente comparação por meio de grandes inquéritos estatísticos 
internacionais (TIMSS, PISA, PIRLS).” 
(TEODORO, 2011; p. 140)
POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO 
“[…] o que verificamos é a possibilidade de produção de um novo discurso, 
de uma nova metanarrativa, um novo grande relato. Esse novo discurso 
ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, 
se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A 
universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos 
filósofos para resultar da experiência ordinária de cada homem..” 
(SANTOS, 2001; p. 20)
 CARNOY, Martin. Mundialização da educação: o que os planejadores devem saber. 
Brasília: UNESCO Brasil, IIPE, 2003 
 FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987 
 SANTOS, Milton. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987. 
 SANTOS, Milton. Por uma Nova Globalização: do pensamento único à consciência 
universal. Rio de Janeiro: Record, 2001 
 FILHO, José Pedro Simas. Leituras do Pisa: sentidos sobre ciências e tecnologias em sala de aula de 
ciências . SANTA CATARINA: UFSC, 2013 
 TEODORO, António. A educação em tempos de globalização neoliberal: os novos 
modos de regulação das políticas educacionais. Brasília: Liber livro, 2011 
 http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/05/ocde-reduz-previsao-de-crescimento- 
do-brasil-em-2014-de-22-para-18.htm 
 http://www.sbec.org.br/evt2012/trab49.pdf 
 http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/avaliacao/caminho-qualidade- 
425291.shtml 
BIBLIOGRAFIA

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  • 1. MESTRADO E DOUTORADO EM EDUCAÇÃO • DISCIPLINA: Educação, Cidadania e Políticas Públicas: desafios diante da diversidade, pobreza e direitos humanos Profa. Dra. Ranilce Guimarães-Iosif - ranilceguimaraes@yahoo.com.br Monitora Voluntária: Aline Veiga dos Santos – aveigadossantos@gmail.com (doutoranda) Alunos: Paulo Ferreira da Silva - pr.paulo.fbr@gmail.com Giorlando Santana - giorlandossantana@gmail.com
  • 2. TEMA A globalização e a Regulação das Políticas Educacionais no Brasil: Dilemas de um Sistema de Formação Hegemônica e contra-revolucionário.
  • 3. No Brasil não se tem uma agenda para combater a desigualdade étnico-racial, econômica, educacional e social , ou seja, um país de Desigualdades sem horizontes para mudança.
  • 4. LIBERALISMO Na verdade há mais semelhanças do que diferenças. O liberalismo é uma doutrina econômica liberal surgida no século XVIII que se estendeu até 1929. Dentre seus teóricos se destaca Adam Smith (1723-1790), essa doutrina correspondia às espectativas do capitalimo industrial e seu princípios eram:  liberdade individual  direito à propriedade privada  respeito à livre iniciativa e à livre concorrência. Segundo o Professor Valter Duarte Ferreira Filho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • 5. NEOLIBERALISMO O neoliberalimo (novo liberalismo) é do século XX, por volta de 1970 o modelo do Keynesiano começa a dar lugar as antigas ideias do liberalismo. O objetivo principal do Neoliberalismo era promover o aumento da circulação de mercadoria no mundo. Seus principais incentivadores foram Margaret Thatcher e Ronald Reagen. Seus princípio básicos são:  Estado mínimo, o Estado deve interferir o mínimo possível na economia, de preferência como regulador;  políticas de privatizações;  abertura econômica.
  • 6.  Era Vargas Governo Provisório  Reforma Francisco Campos  "Era dos Decretos"  Criação do MEC, CNE Linha do Tempo das Políticas Educacionais no Brasil  Reforma Capanema  Criação das Leis Orgânicas do Ensino  1932 Movimento das Pioneiras;  Educação assume caráter social  Ocorre a Estratificação dos sistemas de ensino; 1 9 4 0 1 9 3 0 Promulgada Constituição de 1946  Instituição das Leis Orgânicas do Ensino;  Movimento em defesa da Escola Publica  Governo Juscelino Kubitscheck  Reformas de Base da Educação; 1 9 5 0  Paulo Freire e a Pedagogia da alfabetização;  Educação p/ formação do capital humano  Instituída a 1ª LDB;  Plenitude do Regime Militar 1 9 6 0  Educação para formação do capital humano  Instituída a 1ª LDB e o Plano Decenal de Educação  Reforma do Ensino Superior Lei 5540/68  Criado o Sal. Educ.Lei 4420/64  Reforma do Ensino de 1º e 2º graus. Lei 5692/71 1 9 7 0 1 9 8 0  Conferência Mundial de Jomtien e a UNESCO  Governo Collor e as Políticas Neoliberais  Alteração do papel do Estado 1 9 9 0  Consenso de Washington e a intervenção do FMI e do BM  Promulgada a "Constituição Democrática"  Educação como Política Social Mudanças no processo de produção  Globalização e a nova configuração do processo de produção ;  Criada a LDB Lei 9394/96
  • 7. Linha do Tempo das Políticas Educacionais e a Globalização no Brasil  Guerra da Coréia ;  Fim da 2ª Guerra Mundial  Inicio da Guerra Fria  Formação da OTAN;  Assinatura do Pacto de Varsóvia ;  Lançado o Plano Marshall;  Criação da Cortina de Ferro 1 9 5 0  Revolução Cubana;  Construção do Muro de Berlim;  Guerra do Vietnã (64-73) 1 9 6 0  Perestroika e a Reestruturação Soviética  Socialismo é posto em cheque 1 9 8 0  Queda do Muro de Berlim  Colapso da URSS;  Surge uma nova ordem global;  Revolução no processo informacional;  Consolidação e Expansão dos Blocos Econômicos  Brasil e os Acordos de Livre Comércio 1 9 9 0  Educação para o mundo do trabalho  1 9 8 0  Conferência Mundial de Jomtien e a UNESCO  Governo Collor e as Políticas Neoliberais 1 9 9 0 1 9 4 0
  • 8. GLOBALIZAÇÃO "A globalização é, de certa foma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista.” (SANTOS, 2001; p. 23) "Conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial visíveis desde o final do século XX. Trata-se de um fenômeno que criou pontos em comum na vertente econômica, social, cultural e política, e que consequentemente tornou o mundo interligado, uma Aldeia Global.” (www.significados.com.br/globalizacao)
  • 9. POR OUTRO GLABALIZAÇÃO Milton Santos define o mundo versos globalizão da seguinte forma: a) O mundo como nos fazem crer: a globalização como fábula b) O mundo como é: a globalização como perversidade c) O mundo como pode ser: uma outra globalização
  • 10. POR OUTRO GLABALIZAÇÃO MUNDO COMO NOS FAZEM CRER: A GLOBALIZAÇÃO COMO FÁBULA "A máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes da atualidade é feita de peças que alimentam mutuamente e põe os elementos essenciais à continuidade do sistema […] Fala-se, por exemplo, em aldeia global para crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. A partir desse mito e do encurtamento das distâncias […] também se difunfunde a noção de tempo e espaço contraídos. É como se o mundo se houvesse tornado, para todos, ao alcance da mão.” (SANTOS, 2001; p. 18-19)
  • 11. POR OUTRO GLABALIZAÇÃO OMUNDO COMO É: A GLOBALIZAÇÃO COMO PERVERSIDADE “De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente se torna crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade de vida. O salário médio tende a baixar. A fome e o desabrigo se generalizam em todos os continentes. […] a educação de qualidade é cada vez mais inacessível. […] a perversidade sistêmica que está na raiz dessa evolução negativa da humanidade tem relação com a adesão desenfreada aos comportamentos competitivos.” (SANTOS, 2001; p. 19-20)
  • 12. O ESPAÇO DO CIDADÃO IDÉIA DE MODELO CÍVICO AUTÔNOMO “Mas um modelo cívico autônomo e não subordinado ao modelo econômico, como existe agora. Numa democracia verdadeira, é o modelo econômico que Se subordina ao modelo cívico. Devemos partir do cidadão para a economia E não da economia para o cidadão.” (SANTOS, 1987; p. 05)
  • 13. O ESPAÇO DO CIDADÃO NEOLIBERALISMO E CIDADANIA ATROFIADA “O neoliberalismo, ao mesmo tempo que prega a abstenção estatal na área produtiva, atribui ao Estado capitalista uma grande cópia de poder sobre os indivíduos a titulo de restaurar a saúde econômica e, assim, preservar o futuro.” (SANTOS, 1987; p. 11)
  • 14. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO OPRIMIDOS COISIFICADOS “Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se decobrem e, assim Descobrindo-se, com eles sofrem, mas sobretudo, com eles lutam.” (FREIRE, 1987; p. 23) “Os oprimidos, como objetos, como quase “coisa”, não têm finalidades. As suas, são as finalidades que lhes prescreem os opressores” (FREIRE, 1987; p. 47) “É a práxis, que implica a ação e a reflexão dos homens sobre o mundo para transforma-lo.” (FREIRE, 1987; p. 67)
  • 15. “HAVIA UM MOTOR ÚNICO QUE É, EXATAMENTE, A MENCIONADA MAIS-VALIA UNIVERSAL”. (SANTOS, 2001; p.29)
  • 16. CONTRADIÇÕES SOCIEDADE DO CONSUMO “Numa sociedade tornada competitiva pelos valores que erigiu como dogmas, • Consumo é verdadeiro ópio, cujos templos modernos são os shopping- • Centers e os supercados, aliás construídos à feição das catedrais.” (SANTOS, 1987; p. 34)
  • 17. MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO POLÍTICAS EDUCACIONAIS “A mundialização leva os Governos a desviar a atenção das reformas fundadas na equidade [...] na maior parte dos países em desenvolvimento e em numerosos países desenvolvidos, as reformas educativas são, no novo ambiente econômico Mundializado, essencialmente fundads em imperativos financeiros e têm tendencia A reforçar a desigualdade diante dos serviços prestados pelo sistema educacional.” (UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 67)
  • 18. MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO POLÍTICAS EDUCACIONAIS “Para apreciar esse papel, é necessário estabelecer a distinção entre os efeitos da mundialização, como tal, sobre a educação e os efeitos de uma ideologia estreitamente associada e procípia ao desenvolvimento da economia mundial, segunda certa orientação.” (UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 23)
  • 19. MUNDIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO POLÍTICAS EDUCACIONAIS “Como o valor do conhecimento é o bem mais cobiçado na economia mundial, resta às nações optar pelo aumento de seu investimento na área da educação. Com efeito, é provável que, daqui até a próxima geração, a formação dos saberes será o novo espaço de formação da comunidade, enquanto a escola será o novo centro da comunidade.” (UNESCO Brasil, IIPE: Brasília, 2003 p. 115)
  • 20. OCDE A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico foi criada em 30 de Setembro de 1961, sucedendo à Organização para a Cooperação Económica Europeia, criada em 16 de Abril de 1948. Também é chamada de "Grupo dos Ricos", porque os 31 países participantes produzem juntos mais da metade de toda a riqueza do mundo.
  • 21. OBJETIVOS Tendo com base países de economia de livre mercado, procura fornecer uma plataforma para comparar políticas econômicas, solucionar problemas comuns e coordenar políticas domésticas e internacionais. PAÍSES MEMBROS • São membros da OCDE 33 países, e deverá ir para 34 após a Estónia entrar; • Possui 25 estados não-membros com o estatuto de observadores; • Cerca de 50 não-membros participam nos grupos de trabalho; • Desde de 16 de Maio de 2007, decidiu iniciar reforçar a cooperação; com o Brasil, China, Índia, Indonésia e a África do Sul.
  • 22. MISSÃO - GOVERNANÇA COORPORATIVA Mais concretamente, a missão da OCDE é a de ajudar Governos e a sociedade a “aproveitarem" plenamente as vantagens da globalização, fazendo face aos desafios económicos, sociais e de governação que acompanham este fenómeno. Para isso, estrura-se em mais de 250 comissões e grupos de trabalhos Entre eles o de economia, comércio e educação.
  • 23. REMODELAGEM SOCIAL “A modernização conservadora procurou (e conseguiu, em grande parte) redemolar radicalmente o senso comum da sociedade quanto à agenda educativa, sintetizada no trípico reformista que a OCDE – principal think tank mundial e agente privilegiado da globalização […] a desentralização, a diferenciação, do ensinos no seio da escola obrigatória .” (TEODORO, 2011; p. 140)
  • 24. PROJEÇÕES A OCDE reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira em 2014 para 1,8%, ante estimativa de 2,2% em novembro de 2013, segundo o relatório "Perspectivas Econômicas”, Para a OCDE, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 2,2% em 2015, também abaixo da previsão feita há seis meses, de 2,5%. Essa projeção da organização é a mesma feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), por meio do relatório "World Economic Outlook” "A economia do país segue em trajetória de crescimento econômico moderado e alta inflação", diz a OCDE. A inflação no Brasil segue bastante acima do centro da meta do Banco Central (BC), que é de 4,5% "
  • 25. O PISA O Pisa, sigla do Programme for International Student Assessment , que em português, foi traduzido como Programa Internacional de Avaliação de Alunos é um programa internacional de avaliação comparada, aplicado a estudantes da 7a série em diante, na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países. Esse programa é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), havendo em cada país participante uma coordenação nacional. No Brasil, o Pisa é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). (http://www.pisa.oecd.org)
  • 26. O PISA – AVALIAÇÃO As avaliações do Pisa acontecem a cada três anos e abrangem três áreas do conhecimento: Leitura, Matemática e Ciências, havendo, a cada edição do programa, maior ênfase em cada uma dessas áreas. Em 2000, o foco era na Leitura; em 2003, Matemática; e em 2006, Ciências. O Pisa 2009 inicia um novo ciclo do programa, com a ênfase novamente recaindo sobre o domínio de Leitura; em 2012 a ênfase será Matemática e em 2015, novamente Ciências. (http://www.pisa.oecd.org)
  • 27. OBJETIVO O objetivo principal do Pisa é produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação ministrada nos países participantes, de modo a subsidiar políticas de melhoria da educação. A avaliação procura verificar até que ponto as escolas de cada país participante estão preparando seus jovens para exercerem o papel de cidadãos na sociedade contemporânea. (http://www.pisa.oecd.org)
  • 28. OBJETIVO A definição de uma meta nacional para o Ideb em 6,0 significa dizer que o país deve atingir em 2021, considerando os anos iniciais do ensino fundamental, o nível de qualidade educacional, em termos de proficiência e rendimento (taxa de aprovação), da média dos países desenvolvidos (média dos países membros da OCDE) observada atualmente. Essa comparação internacional foi possível devido a uma técnica de compatibilização entre a distribuição das proficiências observadas no PISA e no Saeb. http://www.pisa.oecd.org
  • 31. ANÁLISE DO PISA “Desse modo, as questões do PISA trabalham numa perspectiva dos sentidos “cristalizados”, não possibilitando aos estudantes a produção de seus próprios textos e sentidos, inviabilizando que se constituam historicamente na relação com a leitura. Somado a essa constatação, assinalamos que as questões do PISA seguem também uma tendência de interdição da autoria, já que para que o sujeito seja autor é necessário que assuma a responsabilidade pelo seu dizer, ou seja, se coloque na origem do seu dizer .” FILHO, 2013
  • 32. POLÍTICAS EDUCACIONAIS GLOBAIS “[…] Políticas essas ausentes num modo renovado de regulação, fundado na avaliação dos resultados e em sua permanente comparação dos resultados e em sua permantente comparação por meio de grandes inquéritos estatísticos internacionais (TIMSS, PISA, PIRLS).” (TEODORO, 2011; p. 140)
  • 33. POR UMA OUTRA GLOBALIZAÇÃO “[…] o que verificamos é a possibilidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um novo grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada homem..” (SANTOS, 2001; p. 20)
  • 34.  CARNOY, Martin. Mundialização da educação: o que os planejadores devem saber. Brasília: UNESCO Brasil, IIPE, 2003  FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987  SANTOS, Milton. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987.  SANTOS, Milton. Por uma Nova Globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2001  FILHO, José Pedro Simas. Leituras do Pisa: sentidos sobre ciências e tecnologias em sala de aula de ciências . SANTA CATARINA: UFSC, 2013  TEODORO, António. A educação em tempos de globalização neoliberal: os novos modos de regulação das políticas educacionais. Brasília: Liber livro, 2011  http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/05/ocde-reduz-previsao-de-crescimento- do-brasil-em-2014-de-22-para-18.htm  http://www.sbec.org.br/evt2012/trab49.pdf  http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/avaliacao/caminho-qualidade- 425291.shtml BIBLIOGRAFIA