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Plano Municipal de 
Saúde - Santa Rosa 
Bianca 
Luana 
Michele 
Vitória
Luana 
• Percentual de longevidade, mortalidade e 
fecundidade do município de santa Roa, nos anos 
de 1991,200 e 2010. 
• O quadro abaixo demonstra que houve redução 
da mortalidade infantil de 29%. Destaca-se os 
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das 
Nações Unidas, a mortalidade infantil para o Brasil 
deve estar abaixo de 17,9 óbitos por mil em 2015. 
Em 2010, as taxas de mortalidade infantil do Estado 
e do país eram de 12,4 e 16,7 por mil nascidos vivos, 
respectivamente, Santa Rosa ficou com índices 
menores.
Luana 
1991 2000 2010 
Esperança de vida 
ao nascer (em 
anos) 
69,7 75,3 77,3 
Mortalidade até 1 
ano de idade (por 
mil nascidos vivos) 
19,8 13,4 9,5 
Mortalidade até 5 
ano de idade (por 
mil nascidos vivos) 
23,2 15,6 11,2 
Taxa de 
fecundidade total 
(filhos por mulher) 
2,4 2,2 1,3 
Fonte: PNAD, IBGE,2013
Luana 
Evolução de renda, pobreza e desigualdade no município de 
Santa Rosa entre os anos de 1991 a 2010. 
1991 2000 2010 
Renda per capita 
(R$) 
429,93 608,84 863,61 
% extremamente 
pobres 
10,38 5,20 0,55 
% de pobres 31,71 15,48 3,98 
Índice de Gini 0,57 0,55 0,47
Luana 
• Aumento da renda em 100% 
• Redução da porcentagem de extremamente 
pobres 
• Coeficiente de Gini – desigualdade de distribuição 
de renda 
• Sistema de Saúde de Santa Rosa 
• Mobilização da comunidade e trabalhadores da 
saúde com fundamentos nos objetivos e diretrizes 
do SUS, as unidades de saúde foram reorganizadas 
ampliando os serviços, antes centrado na oferta de 
vacina.
Luana 
• FUMSSAR- formulação de políticas, planejamento, 
organização, execução, avaliação e controle de 
ações e serviços. 
• Em 2013 foi realizado uma seleção para (ACS) , os 
agentes de saúde que ainda não foram 
chamados, realizam um curós de formação básica, 
na área de promoção e prevenção.
Áreas Técnicas 
• No município de Santa Rosa, os trabalhadores de 
todas as categorias profissionais, imbuídos da 
tarefa de qualificação da assistência, elaboraram 
os Protocolos Técnico-assistenciais que são os 
instrumentos padrões de abordagem técnica e 
assistencial focada na atenção aos grupos 
prioritários do município
Áreas Técnicas 
• A elaboração dos protocolos contou com a ampla 
participação dos profissionais da FUMSSAR em que 
as diretrizes de cada grupo prioritário eram 
discutidas nos espaços de construção coletiva 
como reuniões de equipe, reuniões de categorias, 
de gestão aproximando as condutas e sendo 
instrumento para organização do sistema de 
saúde. 
• Após a constituição dos protocolos e 
institucionalização dos mesmos, as discussões 
destas temáticas se mantiveram incentivadas pelo 
apoio que os protocolos ofereciam aos processos 
de trabalho das equipes
Áreas Técnicas 
• Como forma de qualificar ainda mais os processos 
assistenciais, a gestão da FUMSSAR instituiu as Áreas 
Técnicas 
• Atualmente estão compostas doze Áreas Técnicas. 
Cada área técnica é coordenada por profissionais 
da FUMSSAR, que se reúnem mensamente para 
aprofundar a temática e promovem discussões e 
intervenções conjuntas entre as várias áreas 
técnicas de cuidado
Áreas Técnicas 
• As áreas técnicas da FUMSSAR vem desenvolvendo 
o trabalho a fim de discutir as políticas de saúde do 
município com o enfoque das temáticas da 
atenção integral
Áreas Técnicas 
• As áreas são: Saúde Bucal; Saúde Mental; Urgência 
e Emergência; Saúde da Mulher; Atenção 
Domiciliar; Saúde do Idoso; Assistência 
Farmacêutica; Saúde do Trabalhador; Saúde da 
Criança e do Adolescente; Alimentação e 
Nutrição; e Vigilância em Saúde
Áreas Técnicas: Como aparecem nos 
Eixos, Diretrizes, Metas e Indicadores? 
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Saúde através da Atenção Primária em Saúde. 
• Objetivo 3 - Qualificar a atenção à saúde a partir 
das Áreas Técnicas
Áreas Técnicas: Como aparecem nos 
Eixos, Diretrizes, Metas e Indicadores?
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• Não aparece de forma clara “como fazer” as 
ações a partir das áreas técnicas. Assim como nos 
planos dos candidatos a governador desse ano, 
deveria existir uma atenção maior ao explicar 
como vai ser feito, pois facilitaria para a população 
entender e discutir nos concelhos de saúde, por 
exemplo, já que o plano é disponibilizado para 
todos. No momento do plano em que explica 
cada área, está mais contextualizando, o que não 
é ruim, mas o “como fazer” deve estar mais 
desenvolvido.
Vitória
Financiamento do sistema de saúde local 
EXECUÇÃO DA RECEITA E DESPESA 
PERÍODO DE 
EXECUÇÃO 
01/01/2013 a 1/12/2013 
SALDOS 
EM 
RECEITAS 
RECEITAS DESPESAS 
DESPE 
SAS 
SA 
LDOS EM 
01/01/2013 3ºQUADRIM ANO 
3ºQUADRIM 
ANO 31/12 
/2013 
1 - FONTE 
MUNICIPAL 
0040- ASPS 667.976,95 4.977.445,83 15.702.672,45 5.230.135,43 
15.261.771,03 1.108.878, 
37 
4001- Outras 
Receitas 433.300,58 293.588,12 934.511,26 441.170,87 
1.086.1 
55,69 
281.6 
56,15 
4002- Alienação de 
Bens 0,96 21,45 1.430,85 
???? 
- 
?????? 
? 
- 
1.431 
,81 
4003- SAMU - 
Microrregião 11.575,22 143.813,28 720.985,14 196.502,11 
695.055 
,68 
37.50 
4,68 
subtotal 
1.112.853,71 5.414.868,68 17.359.599,70 5.867.808,41 
17.042.982,40 1.429.471, 
01 
2 - FONTE 
ESTADUAL 
4050 - Farmácia 
Básica 11.324,48 42.210,83 247.484,70 147.404,49 
258.56 
9,59 
239,5 
9 
4051 - Diabetes 
Mellitus 31.165,39 9.348,46 41.238,33 15.712,50 
35.981, 
73 
36.42 
1,99
Financiamento do sistema de saúde 
local 
 No quadrimestre houve uma receita de 17,96% e no 
ano 17,28% 
 Segundo o Planejasus, o financiamento deve analisar 
as transferências entre as esferas de gestão; gasto 
público total; execução orçamentária e financeira; 
fundo de saúde e critérios e regulamentação do 
financiamento. 
 Existem lacunas na tabela, onde houve recurso e não 
houve gastos. Nos seguintes dados: 
* Fonte Municipal – Alienação de bens 
* Fonte Estadual – PACS, inc. Tuberculose, aquisição de 
ambulâncias e carros 
* Fonte Federal – Controle de endemias (Chagas), 
Educ. em Saúde, construção de UBS, academias de 
saúde.
Rede de atenção complementar 
Rede física de saúde pública e privada, prestadora de 
serviços ao SUS do município de Santa Rosa, 2013. 
Total Municipal Estadual 
Centro de Apoio à Saúde da Família 2 2 0 
Centro de Atenção Psicossocial 2 2 0 
Centro de Saúde/Unidade Básica 20 20 0 
Hospital Geral 2 2 0 
Policlínica 4 4 0 
Secretaria de Saúde 1 1 0 
Unidade de Vigilância em Saúde 1 1 0 
Total 31 31 0 
Fonte: CNES, 2013.
 Internações Hospitalares por especialidade e local de 
atendimento, município de Santa Rosa (O quadro não 
indica o local) 
Período: 2008-2012 
Especialidade 2008 2 
009 
2 
010 
2 
011 
Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SU SIH/SUS) 
2012 Tot 
al 
Clínica cirúrgica 1629 
R$ 
1.488.311,01 
1 
712 
1 
568 
1 
560 
1745 
R$ 
2.492.399,64 
82 
14 
Obstetrícia 637 5 
73 
5 
92 
6 
21 
575 29 
98 
Clínica médica 2360 2 
509 
2 
614 
2 
599 
2390 12 
472 
Psiquiatria 113 
R$ 45.611,50 
3 
06 
3 
35 
1 
69 
165 
R$ 
128.619,64 
10 
88 
Pneumologia sanitária (tisiologia) - 4 2 - - 6 
Pediatria 1385 1 
273 
1 
293 
1 
125 
873 59 
49 
Total 6124 6 
377 
6 
404 
6 
074 
5748 30 
727
Rede de atenção complementar 
*Durante este período, houve um aumento 
significativo dos valores por internação entre as 
especialidades clínica cirúrgica e psiquiatria, sendo 
que entre as internações não houve uma divergência 
significativa. 
*Clínica cirúrgica teve um aumento de 116 
internações e um aumento de R$ 1.004.008,60 
Psiquiatria teve um aumento de 52 internações e um 
aumento de R$ 83.007,80
 Prestadores de serviço contratados pela FUMSSAR 
cadastrados no CNES que do município de Santa 
Rosa, 2013. (Quadro incompleto) 
Estabelecimento Quantidade Natureza Jurídica 
Hospitais Gerais 02 Filantrópicos 
Academias de Saúde 02 Pública 
Médicos 
Clínica de Fisioterapia 
FONTE: CNES, 2013. 
META: Avaliar semestralmente a produção física e 
financeira de 100% dos contratos da FUMSSAR com 
prestadores de serviços. 
INDICADOR: Proporção de contratos acompanhados
 Internações Hospitalares no município de Santa Rosa, 
2013 
(O quadro demonstra o valor das internações mas não diz 
o vai fazer com os dados) 
 Habilitações do Hospital ABOSCO a prestação de 
serviços ao município de Santa Rosa pelo SUS em 2013. 
(O quadro não mostra a quantidade de leitos) 
Descrição 
Competênci 
a 
Inicial 
Leitos 
SUS 
Data do Lançamento 
Sofrimento mental 04/2013 19/4/2013 
Unidade de assistência de alta complexidade em 08/2007 10/7/2007 
Laqueadura 03/2004 13/10/2013 
Vasectomia 03/2004 13/10/2013 
Córnea/esclera 03/2004 // 
banco de tecido ocular humano 03/2004 // 
uti i adulto 10/2008 29/10
 Habilitações do Hospital Vida e Saúde a prestação de 
serviços ao município de Santa Rosa pelo SUS. 
(Não informa os leitos SUS) 
Descrição 
Competência 
Inicial Data Portaria 
Meta: Aumentar a regulação de 100% dos serviços prestados 
pela rede complementar. 
Indicador: Cobertura de serviços regulados pela FUMSSAR. 
Leitos 
SUS 
Cuidados prolongados - enfermidades cardiovasculares 07/1999 13/11/2006 
Cuidados prolongados - enfermidades pneumológicas 07/1999 13/11/2006 
Cuidados prolongados - enfermidades neurológicas 07/1999 13/11/2006 
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Cuidados prolongados - enfermidades ontológicas 07/1999 13/11/2006 
Cuidados prolongados - enfermidades devido a causas externas 07/1999 13/11/2006 
Unidade de assistência de alta complexidade em nefrologia (serviço de nefrologia) 02/2006 09/02/2006 
Unidade de assistência de alta complexidade em neurologia/neurocirurgia*. 01/2008 10/11/2008 
UNACON com serviço de radioterapia 09/2006 11/03/2009 
UNACON com serviço de hematologia 04/2008 11/03/2009 
Laqueadura 04/1999 13/11/2006 0 
Vasectomia 04/1999 21/09/2007 0 
Unidade de assistência de alta complexidade em traumatoortopedia* 03/2010 15/03/2010 
UTI II Adulto 10/2007 17/10/2007 10 
UTI II Pediátrica 10/2007 17/10/2007 6
Educação permanente 
 A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) instituída 
em 2004 pelo Ministério da Saúde é caracterizada como estratégia do SUS 
para a formação e desenvolvimento de trabalhadores. Estabelece que as 
práticas educativas em saúde devem proporcionar a interlocução da 
educação e trabalho, partindo dos problemas cotidianos que os 
profissionais e os serviços enfrentam; transformando as práticas da saúde, 
com base na reflexão crítica a respeito do processo de trabalho dos 
profissionais e da própria organização do trabalho. 
 Reuniões com todos os profissionais são estudados temas da saúde pública 
e da APS, enquanto em reuniões por categoria são abordados os temas 
específicos de cada área. Os estímulos às atividades científicas e 
apresentação de trabalhos em congressos motivam os profissionais e as 
pesquisas são acompanhadas pela Comissão Cientifica. A realização de 
estágios de alunos de graduação de diversas universidades da região e 
também de residentes do Grupo Hospitalar Conceição e da UFPEL serviram 
de estímulo para a implantação das residências e assim ingressar 
formalmente na formação de recursos humanos para o SUS
 Em 2010 a Fundação criou o Núcleo de Ensino e 
Pesquisa – NEP que tem como objetivo concentrar as 
atividades científicas, organizando, estimulando e 
acompanhando estas atividades no serviço. As 
Residências Médicas estão inclusas no núcleo, 
ingressando 11 profissionais todo ano, 4 profissionais 
residentes em medicina de família e comunidade. 
 Programas de Residência em Medicina de Família e 
Comunidade e Multiprofissional em Saúde da Família 
no município de Santa Rosa, ambas com as bolsas 
financiadas pelo Ministério da Saúde, frutos de um 
sistema de saúde bem organizado, fundamentado 
na Atenção Primária em Saúde e no vínculo dos 
profissionais com o sistema. (Residentes ativos em 
conselhos municipais, conferências e plenárias)
Educação permanente 
• “ As metas para a educação permanente estão de 
acordo com plano, porém os indicadores não 
estão quantificados de acordo com o caderno 
Planejasus, não há como fazer cobranças do que 
não está proposto. EX: Metas- Criar um centro de 
formação e qualificação de profissionais para o 
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OBRIGADO!

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Planejamento II plano municipal Santa Rosa

  • 1. Plano Municipal de Saúde - Santa Rosa Bianca Luana Michele Vitória
  • 2. Luana • Percentual de longevidade, mortalidade e fecundidade do município de santa Roa, nos anos de 1991,200 e 2010. • O quadro abaixo demonstra que houve redução da mortalidade infantil de 29%. Destaca-se os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, a mortalidade infantil para o Brasil deve estar abaixo de 17,9 óbitos por mil em 2015. Em 2010, as taxas de mortalidade infantil do Estado e do país eram de 12,4 e 16,7 por mil nascidos vivos, respectivamente, Santa Rosa ficou com índices menores.
  • 3. Luana 1991 2000 2010 Esperança de vida ao nascer (em anos) 69,7 75,3 77,3 Mortalidade até 1 ano de idade (por mil nascidos vivos) 19,8 13,4 9,5 Mortalidade até 5 ano de idade (por mil nascidos vivos) 23,2 15,6 11,2 Taxa de fecundidade total (filhos por mulher) 2,4 2,2 1,3 Fonte: PNAD, IBGE,2013
  • 4. Luana Evolução de renda, pobreza e desigualdade no município de Santa Rosa entre os anos de 1991 a 2010. 1991 2000 2010 Renda per capita (R$) 429,93 608,84 863,61 % extremamente pobres 10,38 5,20 0,55 % de pobres 31,71 15,48 3,98 Índice de Gini 0,57 0,55 0,47
  • 5. Luana • Aumento da renda em 100% • Redução da porcentagem de extremamente pobres • Coeficiente de Gini – desigualdade de distribuição de renda • Sistema de Saúde de Santa Rosa • Mobilização da comunidade e trabalhadores da saúde com fundamentos nos objetivos e diretrizes do SUS, as unidades de saúde foram reorganizadas ampliando os serviços, antes centrado na oferta de vacina.
  • 6. Luana • FUMSSAR- formulação de políticas, planejamento, organização, execução, avaliação e controle de ações e serviços. • Em 2013 foi realizado uma seleção para (ACS) , os agentes de saúde que ainda não foram chamados, realizam um curós de formação básica, na área de promoção e prevenção.
  • 7. Áreas Técnicas • No município de Santa Rosa, os trabalhadores de todas as categorias profissionais, imbuídos da tarefa de qualificação da assistência, elaboraram os Protocolos Técnico-assistenciais que são os instrumentos padrões de abordagem técnica e assistencial focada na atenção aos grupos prioritários do município
  • 8. Áreas Técnicas • A elaboração dos protocolos contou com a ampla participação dos profissionais da FUMSSAR em que as diretrizes de cada grupo prioritário eram discutidas nos espaços de construção coletiva como reuniões de equipe, reuniões de categorias, de gestão aproximando as condutas e sendo instrumento para organização do sistema de saúde. • Após a constituição dos protocolos e institucionalização dos mesmos, as discussões destas temáticas se mantiveram incentivadas pelo apoio que os protocolos ofereciam aos processos de trabalho das equipes
  • 9. Áreas Técnicas • Como forma de qualificar ainda mais os processos assistenciais, a gestão da FUMSSAR instituiu as Áreas Técnicas • Atualmente estão compostas doze Áreas Técnicas. Cada área técnica é coordenada por profissionais da FUMSSAR, que se reúnem mensamente para aprofundar a temática e promovem discussões e intervenções conjuntas entre as várias áreas técnicas de cuidado
  • 10. Áreas Técnicas • As áreas técnicas da FUMSSAR vem desenvolvendo o trabalho a fim de discutir as políticas de saúde do município com o enfoque das temáticas da atenção integral
  • 11. Áreas Técnicas • As áreas são: Saúde Bucal; Saúde Mental; Urgência e Emergência; Saúde da Mulher; Atenção Domiciliar; Saúde do Idoso; Assistência Farmacêutica; Saúde do Trabalhador; Saúde da Criança e do Adolescente; Alimentação e Nutrição; e Vigilância em Saúde
  • 12. Áreas Técnicas: Como aparecem nos Eixos, Diretrizes, Metas e Indicadores? • Eixo 1 - Integralidade da Atenção • Diretriz 1 - Fortalecimento da rede de Atenção à Saúde através da Atenção Primária em Saúde. • Objetivo 3 - Qualificar a atenção à saúde a partir das Áreas Técnicas
  • 13. Áreas Técnicas: Como aparecem nos Eixos, Diretrizes, Metas e Indicadores?
  • 14. Áreas Técnicas: Crítica • Não aparece de forma clara “como fazer” as ações a partir das áreas técnicas. Assim como nos planos dos candidatos a governador desse ano, deveria existir uma atenção maior ao explicar como vai ser feito, pois facilitaria para a população entender e discutir nos concelhos de saúde, por exemplo, já que o plano é disponibilizado para todos. No momento do plano em que explica cada área, está mais contextualizando, o que não é ruim, mas o “como fazer” deve estar mais desenvolvido.
  • 16. Financiamento do sistema de saúde local EXECUÇÃO DA RECEITA E DESPESA PERÍODO DE EXECUÇÃO 01/01/2013 a 1/12/2013 SALDOS EM RECEITAS RECEITAS DESPESAS DESPE SAS SA LDOS EM 01/01/2013 3ºQUADRIM ANO 3ºQUADRIM ANO 31/12 /2013 1 - FONTE MUNICIPAL 0040- ASPS 667.976,95 4.977.445,83 15.702.672,45 5.230.135,43 15.261.771,03 1.108.878, 37 4001- Outras Receitas 433.300,58 293.588,12 934.511,26 441.170,87 1.086.1 55,69 281.6 56,15 4002- Alienação de Bens 0,96 21,45 1.430,85 ???? - ?????? ? - 1.431 ,81 4003- SAMU - Microrregião 11.575,22 143.813,28 720.985,14 196.502,11 695.055 ,68 37.50 4,68 subtotal 1.112.853,71 5.414.868,68 17.359.599,70 5.867.808,41 17.042.982,40 1.429.471, 01 2 - FONTE ESTADUAL 4050 - Farmácia Básica 11.324,48 42.210,83 247.484,70 147.404,49 258.56 9,59 239,5 9 4051 - Diabetes Mellitus 31.165,39 9.348,46 41.238,33 15.712,50 35.981, 73 36.42 1,99
  • 17. Financiamento do sistema de saúde local  No quadrimestre houve uma receita de 17,96% e no ano 17,28%  Segundo o Planejasus, o financiamento deve analisar as transferências entre as esferas de gestão; gasto público total; execução orçamentária e financeira; fundo de saúde e critérios e regulamentação do financiamento.  Existem lacunas na tabela, onde houve recurso e não houve gastos. Nos seguintes dados: * Fonte Municipal – Alienação de bens * Fonte Estadual – PACS, inc. Tuberculose, aquisição de ambulâncias e carros * Fonte Federal – Controle de endemias (Chagas), Educ. em Saúde, construção de UBS, academias de saúde.
  • 18. Rede de atenção complementar Rede física de saúde pública e privada, prestadora de serviços ao SUS do município de Santa Rosa, 2013. Total Municipal Estadual Centro de Apoio à Saúde da Família 2 2 0 Centro de Atenção Psicossocial 2 2 0 Centro de Saúde/Unidade Básica 20 20 0 Hospital Geral 2 2 0 Policlínica 4 4 0 Secretaria de Saúde 1 1 0 Unidade de Vigilância em Saúde 1 1 0 Total 31 31 0 Fonte: CNES, 2013.
  • 19.  Internações Hospitalares por especialidade e local de atendimento, município de Santa Rosa (O quadro não indica o local) Período: 2008-2012 Especialidade 2008 2 009 2 010 2 011 Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SU SIH/SUS) 2012 Tot al Clínica cirúrgica 1629 R$ 1.488.311,01 1 712 1 568 1 560 1745 R$ 2.492.399,64 82 14 Obstetrícia 637 5 73 5 92 6 21 575 29 98 Clínica médica 2360 2 509 2 614 2 599 2390 12 472 Psiquiatria 113 R$ 45.611,50 3 06 3 35 1 69 165 R$ 128.619,64 10 88 Pneumologia sanitária (tisiologia) - 4 2 - - 6 Pediatria 1385 1 273 1 293 1 125 873 59 49 Total 6124 6 377 6 404 6 074 5748 30 727
  • 20. Rede de atenção complementar *Durante este período, houve um aumento significativo dos valores por internação entre as especialidades clínica cirúrgica e psiquiatria, sendo que entre as internações não houve uma divergência significativa. *Clínica cirúrgica teve um aumento de 116 internações e um aumento de R$ 1.004.008,60 Psiquiatria teve um aumento de 52 internações e um aumento de R$ 83.007,80
  • 21.  Prestadores de serviço contratados pela FUMSSAR cadastrados no CNES que do município de Santa Rosa, 2013. (Quadro incompleto) Estabelecimento Quantidade Natureza Jurídica Hospitais Gerais 02 Filantrópicos Academias de Saúde 02 Pública Médicos Clínica de Fisioterapia FONTE: CNES, 2013. META: Avaliar semestralmente a produção física e financeira de 100% dos contratos da FUMSSAR com prestadores de serviços. INDICADOR: Proporção de contratos acompanhados
  • 22.  Internações Hospitalares no município de Santa Rosa, 2013 (O quadro demonstra o valor das internações mas não diz o vai fazer com os dados)  Habilitações do Hospital ABOSCO a prestação de serviços ao município de Santa Rosa pelo SUS em 2013. (O quadro não mostra a quantidade de leitos) Descrição Competênci a Inicial Leitos SUS Data do Lançamento Sofrimento mental 04/2013 19/4/2013 Unidade de assistência de alta complexidade em 08/2007 10/7/2007 Laqueadura 03/2004 13/10/2013 Vasectomia 03/2004 13/10/2013 Córnea/esclera 03/2004 // banco de tecido ocular humano 03/2004 // uti i adulto 10/2008 29/10
  • 23.  Habilitações do Hospital Vida e Saúde a prestação de serviços ao município de Santa Rosa pelo SUS. (Não informa os leitos SUS) Descrição Competência Inicial Data Portaria Meta: Aumentar a regulação de 100% dos serviços prestados pela rede complementar. Indicador: Cobertura de serviços regulados pela FUMSSAR. Leitos SUS Cuidados prolongados - enfermidades cardiovasculares 07/1999 13/11/2006 Cuidados prolongados - enfermidades pneumológicas 07/1999 13/11/2006 Cuidados prolongados - enfermidades neurológicas 07/1999 13/11/2006 Cuidados prolongados - enfermidades osteomuscular e do tecido conjuntivo 07/1999 13/11/2006 Cuidados prolongados - enfermidades ontológicas 07/1999 13/11/2006 Cuidados prolongados - enfermidades devido a causas externas 07/1999 13/11/2006 Unidade de assistência de alta complexidade em nefrologia (serviço de nefrologia) 02/2006 09/02/2006 Unidade de assistência de alta complexidade em neurologia/neurocirurgia*. 01/2008 10/11/2008 UNACON com serviço de radioterapia 09/2006 11/03/2009 UNACON com serviço de hematologia 04/2008 11/03/2009 Laqueadura 04/1999 13/11/2006 0 Vasectomia 04/1999 21/09/2007 0 Unidade de assistência de alta complexidade em traumatoortopedia* 03/2010 15/03/2010 UTI II Adulto 10/2007 17/10/2007 10 UTI II Pediátrica 10/2007 17/10/2007 6
  • 24. Educação permanente  A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) instituída em 2004 pelo Ministério da Saúde é caracterizada como estratégia do SUS para a formação e desenvolvimento de trabalhadores. Estabelece que as práticas educativas em saúde devem proporcionar a interlocução da educação e trabalho, partindo dos problemas cotidianos que os profissionais e os serviços enfrentam; transformando as práticas da saúde, com base na reflexão crítica a respeito do processo de trabalho dos profissionais e da própria organização do trabalho.  Reuniões com todos os profissionais são estudados temas da saúde pública e da APS, enquanto em reuniões por categoria são abordados os temas específicos de cada área. Os estímulos às atividades científicas e apresentação de trabalhos em congressos motivam os profissionais e as pesquisas são acompanhadas pela Comissão Cientifica. A realização de estágios de alunos de graduação de diversas universidades da região e também de residentes do Grupo Hospitalar Conceição e da UFPEL serviram de estímulo para a implantação das residências e assim ingressar formalmente na formação de recursos humanos para o SUS
  • 25.  Em 2010 a Fundação criou o Núcleo de Ensino e Pesquisa – NEP que tem como objetivo concentrar as atividades científicas, organizando, estimulando e acompanhando estas atividades no serviço. As Residências Médicas estão inclusas no núcleo, ingressando 11 profissionais todo ano, 4 profissionais residentes em medicina de família e comunidade.  Programas de Residência em Medicina de Família e Comunidade e Multiprofissional em Saúde da Família no município de Santa Rosa, ambas com as bolsas financiadas pelo Ministério da Saúde, frutos de um sistema de saúde bem organizado, fundamentado na Atenção Primária em Saúde e no vínculo dos profissionais com o sistema. (Residentes ativos em conselhos municipais, conferências e plenárias)
  • 26. Educação permanente • “ As metas para a educação permanente estão de acordo com plano, porém os indicadores não estão quantificados de acordo com o caderno Planejasus, não há como fazer cobranças do que não está proposto. EX: Metas- Criar um centro de formação e qualificação de profissionais para o SUS. Indicador- Criação.”