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ORIGEM, ESTRUTURA E
COMPOSIÇÃO DA TERRA
         EA
TECTÔNICA DE PLACAS
BIG BANG




 PLANETESIMAIS


                 FORMAÇÃO DOS
                 PLANETAS
•   A teoria da Grande Explosão (Big Bang),
    considera que nosso Universo começou entre 13
    a 14 bilhões de anos atrás a partir de uma
    "explosão" cósmica.

•   Antes desse instante, toda a matéria e energia
    estavam concentradas num único ponto de
    densidade inconcebível.

•   Desde aquele instante, num processo que ainda
    continua, o Universo expandiu-se e diluiu-se para
    formar galáxias e estrelas.
•   Nosso sistema solar e os planetas que nele orbitam formou-se há
    cerca de 4,6 bilhões de anos, quando o Universo já tinha cerca de
    8 a 10 bilhões de anos de idade.
ATRAÇÃO GRAVITACIONAL É ela que mantém a Terra e os
 outros planetas do Sistema Solar e o próprio Sol, coesos.
Choques entre planetésimos: re-arranjo do material no espaço: formação
dos 9 (8) planetas do sistema solar em suas órbitas atuais. Curto período
                          de evolução (< 100 Ma)
TERRA FORMOU-SE POR CONDENSAÇÃO
   E AGREGAÇÃO DE PARTÍCULAS
EVOLUÇÃO DO PLANETA TERRA
 ASSOCIA-SE A DIFERENCIAÇÃO



TRANSFORMAÇÃO DE UMA MISTURA
   CAÓTICA DE MATERIAIS EM UM
     CORPO ESTRUTURADO EM
   CAMADAS CONCÊNTRICAS QUE
 DIFEREM ENTRE SI QUIMICAMENTE
          E FISICAMENTE
Mecanismos de aquecimento do corpo
   primitivo (primeiros 500 Ma da Terra)




Impacto de planetésimos: energia de
  movimento transforma-se em calor
Bombardeio de
 meteoritos em
  superfície de
corpo planetário
   em fusão.
OUTROS MECANISMOS DE
     TRANSFERÊNCIA DE CALOR


• Compressão gravitacional: redução de
  volume, causando aumento na
  temperatura interna

• Desintegração de elementos radioativos:
  (U,Th, K, Rb, etc.)
CENÁRIO: Terra Fundida; Energia
  Interna; Girando no Sistema Solar
         Consequência principal:

estruturação interna via reorganização de
 compostos químicos, norteado pela
 densidade dos compostos e pela
 temperatura e pressão de equilíbrio.
• Cerca de 30 a 65% da Terra fundiram-se, formando uma
  camada externa de centenas de quilômetros de
  espessura, denominada "oceano de lava" (rocha
  derretida).

• Da mesma forma, o interior aqueceu-se até um estado
  "leve" (menos denso), no qual seus componentes podiam
  mover-se de um lado para outro.

• O material pesado mergulhou para o interior para formar o
  núcleo e o material mais leve flutuou para a superfície e
  formou a crosta.
Material mais pesado afunda e segue para o
    interior da Terra; Material mais leve flutua

• A subida de material mais leve teria trazido
  o calor para a superfície dissipando-o

• A Terra vai resfriando e solidificando,
  transformando-se em um planeta zonado e
  diferenciado em 3 camadas
  principais:Núcleo, Crosta e o Manto
  separando as duas zonas
A diferenciação criou uma crosta leve, empobrecida de ferro
e rica em oxigênio, silício, alumínio, cálcio, potássio e
sódio.
Apenas quatro elementos constituem cerca de 90% da Terra:
ferro, oxigênio, silício e magnésio.
O oxigênio, o silício e o alumínio, sozinhos, formam mais de
80% da crosta.
NÚCLEO: Fe

CROSTA:Concentra-        • MANTO: Materiais
 ção de elementos          deixados na zona
 leves, Si, Al, K, Ca,     intermediária, Si,
 Mg, Na, combinados        O, Mg, Fe
 com O
DIFERENCIAÇÃO OCORREU NOS
      ESTÁGIOS INICIAIS – 4,57 ba.
                   ANO DOS ANOS

•   4,6 Ga   JANEIRO
             – FEVEREIRO
             – MARÇO       ROCHAS MAIS ANTIGAS
             – ABRIL             SERES VIVOS NO MAR
             – MAIO
             – JUNHO
             – JULHO
             – AGOSTO
             – SETEMBRO
             – OUTUBRO
             – NOVEMBRO          PLANTAS E ANIMAIS TERRES.
             – DEZEMBRO          DINOS 26/12 E HUMANOIDE
                                 noite de 31/12
Questões para pensar

• 1. O que causou a diferenciação da Terra e qual foi o
  resultado?
• 2. Como a composição química da crosta da Terra difere
  daquela das zonas mais profundas? E daquela do
  núcleo?
• 3. Se um enorme impacto, como o que formou a Lua,
  ocorresse depois do estabelecimento da vida na Terra,
  quais seriam as conseqüências?
ESTRUTURA E
COMPOSIÇÃO DA
    TERRA
NÚCLEO

• Espessura de 3.300 Km;

• É constituído de Fe e Ni derretidos e sua temperatura
  varia de 2.200º C na parte superior até cerca de 5.000º
  C nas regiões mais profundas. Apesar da alta
  temperatura, a parte central do núcleo é formada de
  níquel e ferro em estado sólido – conseqüência da
  grande pressão do interior do planeta.
MANTO
• Espessura de 2.900 Km;

• Camada pastosa (material magmático) composta de
  silício, alumínio, ferro e magnésio, sendo estes os
  elementos químicos predominantes.

• O manto constitui 83% do volume e 65% da massa
  interna do nosso planeta.

• Sua temperatura pode variar de 870º C, junto à crosta,
  até 2.200º C, junto à parte externa do núcleo.

• É formado basicamente por uma tocha chamada
  peridotito
LITOSFERA OU CROSTA
• Espessura de 120 Km;

• A crosta não é uma camada única, sendo constituída de
  várias placas tectônicas, divididas em três seções:
  continentes, plataformas continentais (extensões das
  planícies costeiras que declinam suavemente abaixo do
  nível do mar) e os assoalhos oceânicos (nas
  profundidades abissais dos oceanos).

• Sua espessura varia de 5 a 10 km sob os oceanos e, de
  25 a 90 km, nos continentes.

• É formada por três grandes grupos de rochas:
  magmáticas ou ígneas, metamórficas e sedimentares..
Estrutura Interna da Terra: principais
     ferramentas de investigação


Densidade das rochas (composição química e
  pressão).

Evidências geológicas superficiais

Fluxo térmico (gradiente de calor vs. condutividade
  termal das rochas)
ONDAS SÍSMICAS

Utilizam-se vibrações ou ondas, que são
 enviadas para o interior da Terra que
 permitem analisar sua estrutura interna.
 Essas vibrações podem ser produzidas
 por fatores naturais ou serem induzidas.

A forma de propagação destas ondas
 informa as características dos materiais
 atravessados
SISMOLOGIA: estudo da propagação das
        ondas sísmicas no interior da Terra

  Os dois tipos principais de ondas sísmicas são
            Primária (P) e Secundária (S):

- Ondas P - movimentam as partículas do solo
  comprimindo-as e dilatando-as. O movimento das
  partículas é paralelo à direção de propagação da
  onda. O som é uma onda P.

- Ondas S - movimentam as partículas do solo
  perpendicularmente à direção de propagação da
  onda
SISMOLOGIA
Quando ocorrem movimentações de
 pacotes de rochas no interior da
 Terra, ocorre a liberação de energia,
 que é propagada pelas ondas P e S e
 acontecem os SISMOS, que são
 registrados por SISMÓGRAFOS
HIPOCENTRO E EPICENTRO
SISMO É CARACTERIZADO POR
      INTENSIDADE E MAGNITUDE
INTENSIDADE: Força Destrutiva (valores absolutos)
Escala: Mercalli (1:não sentido pelo homem; 12
  destruição total)

MAGNITUDE: Quantidade de Energia Liberada
Escala Richter: Baseia-se na máxima amplitude das
  ondas.
ESCALA RICHTER
MAGNITUDE      ENERGIA               EFEITO /
               LIBERADA              EQUIVALENCIA
               (ergsx106)
-2 a 1         600 a 20 milhões      Até 3 Kg de TNT



2a5            600 milhões a 20      Até 100 ton. de TNT
               trilhões


6a9            600 trilhões a 20 x   Destruição Total
               1018                  Muda topografia

Maior que 9    600 x 1018            Toda a energia usada
                                     no Brasil por 18
                                     meses
Sismologia no Estudo do Interior da
                    Terra

A sismologia usa as ondas
sísmicas para estudar a
estrutura interna da Terra.


Ondas sísmicas são
vibrações que se propagam
por toda a Terra, originadas
de terremotos, explosões,
etc.
MAGNETISMO DA TERRA

         TERRA: UM ENORME IMÃ

Agulha de bussola se orienta para o norte

Gauss (1830) 95% do campo magnético
 origina-se no interior da Terra
Forma do Campo Magnético
         da Terra
Magnetosfera: o escudo magnético
            da Terra
  região ocupada pelo campo magnético
O efeito do Sol sobre o campo
        geomagnético
Erupções solares emitem partículas de alta
velocidade; atingem a Terra em minutos. Parte
 bloqueada pelo campo geomagnético. Polos
penetram até a atmosfera superior (alt.80 km)

Lado dia da Terra sofre perturbações, lado noite não.
            TEMPESTADES MAGNÉTICAS
QUAL A CAUSA DO MAGNETISMO DA TERRA?


Presença de minerais magnéticos na crosta não é suficiente
                     e não são móveis
     Parte do núcleo da Terra provavelmente é fluido
  Movimento de fluido metálico gera corrente elétrica que
                  induz campo magnético
   Combinação de resultados teóricos e experimentais:
Núcleo com raio de 3485 km, 1/6 do volume da Terra e 1/3 de
     sua massa, a densidade varia de 9 até 12 no centro.
              Composição do Núcleo Fe + Ni
                 NÚCLEO
         DINAMO AUTO-SUSTENTÁVEL
A Terra produz seu próprio campo magnético
A TERRA COMO UMA MÁQUINA
         TÉRMICA
 Calor gerado por:
 1. Radioatividade (U, Th, K
    isótopos)
 2. Solidificação do núcleo

 Calor perdido pela Terra por:
 1. Convecção do manto
CORRENTES DE CONVECÇÃO

                    Thermal Boundary Layer




                                                                   Convection Important
  Upwelling Plume




                                               Downwelling Plume
                      Thermal Boundary Layer
MODELO SIMPLISTA MOSTRANDO AS CORRENTES DE
    CONVECÇÃO E AS PLACAS TECTÔNICAS
MUITOS ASPECTOS SAO AINDA POUCO
                      COMPREENDIDOS

        CADEIA DE ILHAS VULCÂNICAS   CROSTA OCEÂNICA   CADEIA MESO-
                                                        OCEÂNICA



 TRINCHEIRA
                                                              ARCO DE ILHA




CROSTA CONTINENTAL
Tectônica de Placas

                               Zona de
          Arco de ilha
                               fratura                     trincheira
                  trincheira              MOR
                                              terremotos
                                                                  Crosta continental
                                         ocean crust           terremotos
fusão                          magma
                                                                        Manto
                                                 Manto
Sedimentos, crosta fria e
        manto
A LITOSFERA TEM 200 Km DE ESPESSURA NOS CONTINENTES


             NOS OCEANOS TEM 40 – 60 Km




 EXISTEM 2 TIPOS DE CROSTA: CONTINENTAL E OCEÂNICA
TODAS AS PLACAS TECTÔNICAS POSSUEM

CROSTA CONTINENTAL E OCEÂNICA, SENDO QUE ALGUMAS,

     COMO A PLACA DO PACÍFICO, POSSUI DIMINUTA

PLACA CONTINENTAL, SENDO MAJORITARIAMENTE OCEÂNICA
PLACA CONTINENTAL: ESPESSURA MÉDIA DE 35 Km, PODENDO
           CHEGAR A 90 Km – COMPOSIÇÃO GRANÍTICA


    PLACA OCEÂNICA: ESPESSURA MÉDIA DE 7 A 8 Km
                 COMPOSIÇÃO BASÁLTICA
ISOSTASIA




    Isostasia, ou movimento isostático, é o termo utilizado em Geologia
para se referir ao estado de equilíbrio gravitacional, e as suas alterações, entre
                       a litosfera e a astenosfera da Terra.

Esse processo resulta da flutuação das placas tectônicas sobre o material mais
 denso da astenosfera, cujo equilíbrio depende das suas densidades relativas
                              e do peso da placa.

 Tal equilíbrio implica que um aumento do peso da placa (por espessamento
 ou por deposição de sedimentos, água ou gelo sobre a sua superfície) leva
    ao seu afundamento, ocorrendo, inversamente, uma subida (em geral
        chamada re-emergência ou rebound), quando o peso diminui.
ISOSTASIA
A EVOLUCAO DAS PLACAS TECTONICAS
  AO LONGO DO TEMPO GEOLOGICO ...
A DIFERENCA ENTRE A `DERIVA CONTINENTAL` E
         A `TECTONICA DE PLACAS`
TIPOS DE LIMITES ENTRE AS PLACAS
O LIMITE ENTRE AS PLACAS CONVERGENTES SÃO DE
                  DOIS TIPOS ...
PARALELAS




   PLACAS CONVERGENTES




     PLACAS DIVERGENTES
IDADE DO ASSOALHO OCEÂNICO
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O NASCIMENTO DE UM OCEANO ...
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Placas

  • 1. ORIGEM, ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA TERRA EA TECTÔNICA DE PLACAS
  • 2. BIG BANG PLANETESIMAIS FORMAÇÃO DOS PLANETAS
  • 3. A teoria da Grande Explosão (Big Bang), considera que nosso Universo começou entre 13 a 14 bilhões de anos atrás a partir de uma "explosão" cósmica. • Antes desse instante, toda a matéria e energia estavam concentradas num único ponto de densidade inconcebível. • Desde aquele instante, num processo que ainda continua, o Universo expandiu-se e diluiu-se para formar galáxias e estrelas.
  • 4.
  • 5. Nosso sistema solar e os planetas que nele orbitam formou-se há cerca de 4,6 bilhões de anos, quando o Universo já tinha cerca de 8 a 10 bilhões de anos de idade.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10. ATRAÇÃO GRAVITACIONAL É ela que mantém a Terra e os outros planetas do Sistema Solar e o próprio Sol, coesos.
  • 11.
  • 12. Choques entre planetésimos: re-arranjo do material no espaço: formação dos 9 (8) planetas do sistema solar em suas órbitas atuais. Curto período de evolução (< 100 Ma)
  • 13.
  • 14. TERRA FORMOU-SE POR CONDENSAÇÃO E AGREGAÇÃO DE PARTÍCULAS
  • 15. EVOLUÇÃO DO PLANETA TERRA ASSOCIA-SE A DIFERENCIAÇÃO TRANSFORMAÇÃO DE UMA MISTURA CAÓTICA DE MATERIAIS EM UM CORPO ESTRUTURADO EM CAMADAS CONCÊNTRICAS QUE DIFEREM ENTRE SI QUIMICAMENTE E FISICAMENTE
  • 16. Mecanismos de aquecimento do corpo primitivo (primeiros 500 Ma da Terra) Impacto de planetésimos: energia de movimento transforma-se em calor
  • 17. Bombardeio de meteoritos em superfície de corpo planetário em fusão.
  • 18.
  • 19. OUTROS MECANISMOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR • Compressão gravitacional: redução de volume, causando aumento na temperatura interna • Desintegração de elementos radioativos: (U,Th, K, Rb, etc.)
  • 20. CENÁRIO: Terra Fundida; Energia Interna; Girando no Sistema Solar Consequência principal: estruturação interna via reorganização de compostos químicos, norteado pela densidade dos compostos e pela temperatura e pressão de equilíbrio.
  • 21. • Cerca de 30 a 65% da Terra fundiram-se, formando uma camada externa de centenas de quilômetros de espessura, denominada "oceano de lava" (rocha derretida). • Da mesma forma, o interior aqueceu-se até um estado "leve" (menos denso), no qual seus componentes podiam mover-se de um lado para outro. • O material pesado mergulhou para o interior para formar o núcleo e o material mais leve flutuou para a superfície e formou a crosta.
  • 22. Material mais pesado afunda e segue para o interior da Terra; Material mais leve flutua • A subida de material mais leve teria trazido o calor para a superfície dissipando-o • A Terra vai resfriando e solidificando, transformando-se em um planeta zonado e diferenciado em 3 camadas principais:Núcleo, Crosta e o Manto separando as duas zonas
  • 23.
  • 24.
  • 25. A diferenciação criou uma crosta leve, empobrecida de ferro e rica em oxigênio, silício, alumínio, cálcio, potássio e sódio. Apenas quatro elementos constituem cerca de 90% da Terra: ferro, oxigênio, silício e magnésio. O oxigênio, o silício e o alumínio, sozinhos, formam mais de 80% da crosta.
  • 26. NÚCLEO: Fe CROSTA:Concentra- • MANTO: Materiais ção de elementos deixados na zona leves, Si, Al, K, Ca, intermediária, Si, Mg, Na, combinados O, Mg, Fe com O
  • 27.
  • 28. DIFERENCIAÇÃO OCORREU NOS ESTÁGIOS INICIAIS – 4,57 ba. ANO DOS ANOS • 4,6 Ga JANEIRO – FEVEREIRO – MARÇO ROCHAS MAIS ANTIGAS – ABRIL SERES VIVOS NO MAR – MAIO – JUNHO – JULHO – AGOSTO – SETEMBRO – OUTUBRO – NOVEMBRO PLANTAS E ANIMAIS TERRES. – DEZEMBRO DINOS 26/12 E HUMANOIDE noite de 31/12
  • 29. Questões para pensar • 1. O que causou a diferenciação da Terra e qual foi o resultado? • 2. Como a composição química da crosta da Terra difere daquela das zonas mais profundas? E daquela do núcleo? • 3. Se um enorme impacto, como o que formou a Lua, ocorresse depois do estabelecimento da vida na Terra, quais seriam as conseqüências?
  • 31. NÚCLEO • Espessura de 3.300 Km; • É constituído de Fe e Ni derretidos e sua temperatura varia de 2.200º C na parte superior até cerca de 5.000º C nas regiões mais profundas. Apesar da alta temperatura, a parte central do núcleo é formada de níquel e ferro em estado sólido – conseqüência da grande pressão do interior do planeta.
  • 32.
  • 33. MANTO • Espessura de 2.900 Km; • Camada pastosa (material magmático) composta de silício, alumínio, ferro e magnésio, sendo estes os elementos químicos predominantes. • O manto constitui 83% do volume e 65% da massa interna do nosso planeta. • Sua temperatura pode variar de 870º C, junto à crosta, até 2.200º C, junto à parte externa do núcleo. • É formado basicamente por uma tocha chamada peridotito
  • 34.
  • 35. LITOSFERA OU CROSTA • Espessura de 120 Km; • A crosta não é uma camada única, sendo constituída de várias placas tectônicas, divididas em três seções: continentes, plataformas continentais (extensões das planícies costeiras que declinam suavemente abaixo do nível do mar) e os assoalhos oceânicos (nas profundidades abissais dos oceanos). • Sua espessura varia de 5 a 10 km sob os oceanos e, de 25 a 90 km, nos continentes. • É formada por três grandes grupos de rochas: magmáticas ou ígneas, metamórficas e sedimentares..
  • 36.
  • 37. Estrutura Interna da Terra: principais ferramentas de investigação Densidade das rochas (composição química e pressão). Evidências geológicas superficiais Fluxo térmico (gradiente de calor vs. condutividade termal das rochas)
  • 38. ONDAS SÍSMICAS Utilizam-se vibrações ou ondas, que são enviadas para o interior da Terra que permitem analisar sua estrutura interna. Essas vibrações podem ser produzidas por fatores naturais ou serem induzidas. A forma de propagação destas ondas informa as características dos materiais atravessados
  • 39. SISMOLOGIA: estudo da propagação das ondas sísmicas no interior da Terra Os dois tipos principais de ondas sísmicas são Primária (P) e Secundária (S): - Ondas P - movimentam as partículas do solo comprimindo-as e dilatando-as. O movimento das partículas é paralelo à direção de propagação da onda. O som é uma onda P. - Ondas S - movimentam as partículas do solo perpendicularmente à direção de propagação da onda
  • 40.
  • 41. SISMOLOGIA Quando ocorrem movimentações de pacotes de rochas no interior da Terra, ocorre a liberação de energia, que é propagada pelas ondas P e S e acontecem os SISMOS, que são registrados por SISMÓGRAFOS
  • 42.
  • 44. SISMO É CARACTERIZADO POR INTENSIDADE E MAGNITUDE INTENSIDADE: Força Destrutiva (valores absolutos) Escala: Mercalli (1:não sentido pelo homem; 12 destruição total) MAGNITUDE: Quantidade de Energia Liberada Escala Richter: Baseia-se na máxima amplitude das ondas.
  • 45. ESCALA RICHTER MAGNITUDE ENERGIA EFEITO / LIBERADA EQUIVALENCIA (ergsx106) -2 a 1 600 a 20 milhões Até 3 Kg de TNT 2a5 600 milhões a 20 Até 100 ton. de TNT trilhões 6a9 600 trilhões a 20 x Destruição Total 1018 Muda topografia Maior que 9 600 x 1018 Toda a energia usada no Brasil por 18 meses
  • 46.
  • 47.
  • 48. Sismologia no Estudo do Interior da Terra A sismologia usa as ondas sísmicas para estudar a estrutura interna da Terra. Ondas sísmicas são vibrações que se propagam por toda a Terra, originadas de terremotos, explosões, etc.
  • 49.
  • 50. MAGNETISMO DA TERRA TERRA: UM ENORME IMÃ Agulha de bussola se orienta para o norte Gauss (1830) 95% do campo magnético origina-se no interior da Terra
  • 51. Forma do Campo Magnético da Terra
  • 52. Magnetosfera: o escudo magnético da Terra região ocupada pelo campo magnético
  • 53. O efeito do Sol sobre o campo geomagnético
  • 54. Erupções solares emitem partículas de alta velocidade; atingem a Terra em minutos. Parte bloqueada pelo campo geomagnético. Polos penetram até a atmosfera superior (alt.80 km) Lado dia da Terra sofre perturbações, lado noite não. TEMPESTADES MAGNÉTICAS
  • 55. QUAL A CAUSA DO MAGNETISMO DA TERRA? Presença de minerais magnéticos na crosta não é suficiente e não são móveis Parte do núcleo da Terra provavelmente é fluido Movimento de fluido metálico gera corrente elétrica que induz campo magnético Combinação de resultados teóricos e experimentais: Núcleo com raio de 3485 km, 1/6 do volume da Terra e 1/3 de sua massa, a densidade varia de 9 até 12 no centro. Composição do Núcleo Fe + Ni NÚCLEO DINAMO AUTO-SUSTENTÁVEL
  • 56. A Terra produz seu próprio campo magnético
  • 57. A TERRA COMO UMA MÁQUINA TÉRMICA Calor gerado por: 1. Radioatividade (U, Th, K isótopos) 2. Solidificação do núcleo Calor perdido pela Terra por: 1. Convecção do manto
  • 58. CORRENTES DE CONVECÇÃO Thermal Boundary Layer Convection Important Upwelling Plume Downwelling Plume Thermal Boundary Layer
  • 59. MODELO SIMPLISTA MOSTRANDO AS CORRENTES DE CONVECÇÃO E AS PLACAS TECTÔNICAS
  • 60. MUITOS ASPECTOS SAO AINDA POUCO COMPREENDIDOS CADEIA DE ILHAS VULCÂNICAS CROSTA OCEÂNICA CADEIA MESO- OCEÂNICA TRINCHEIRA ARCO DE ILHA CROSTA CONTINENTAL
  • 61.
  • 62. Tectônica de Placas Zona de Arco de ilha fratura trincheira trincheira MOR terremotos Crosta continental ocean crust terremotos fusão magma Manto Manto Sedimentos, crosta fria e manto
  • 63. A LITOSFERA TEM 200 Km DE ESPESSURA NOS CONTINENTES NOS OCEANOS TEM 40 – 60 Km EXISTEM 2 TIPOS DE CROSTA: CONTINENTAL E OCEÂNICA
  • 64. TODAS AS PLACAS TECTÔNICAS POSSUEM CROSTA CONTINENTAL E OCEÂNICA, SENDO QUE ALGUMAS, COMO A PLACA DO PACÍFICO, POSSUI DIMINUTA PLACA CONTINENTAL, SENDO MAJORITARIAMENTE OCEÂNICA
  • 65. PLACA CONTINENTAL: ESPESSURA MÉDIA DE 35 Km, PODENDO CHEGAR A 90 Km – COMPOSIÇÃO GRANÍTICA PLACA OCEÂNICA: ESPESSURA MÉDIA DE 7 A 8 Km COMPOSIÇÃO BASÁLTICA
  • 66. ISOSTASIA Isostasia, ou movimento isostático, é o termo utilizado em Geologia para se referir ao estado de equilíbrio gravitacional, e as suas alterações, entre a litosfera e a astenosfera da Terra. Esse processo resulta da flutuação das placas tectônicas sobre o material mais denso da astenosfera, cujo equilíbrio depende das suas densidades relativas e do peso da placa. Tal equilíbrio implica que um aumento do peso da placa (por espessamento ou por deposição de sedimentos, água ou gelo sobre a sua superfície) leva ao seu afundamento, ocorrendo, inversamente, uma subida (em geral chamada re-emergência ou rebound), quando o peso diminui.
  • 68. A EVOLUCAO DAS PLACAS TECTONICAS AO LONGO DO TEMPO GEOLOGICO ...
  • 69. A DIFERENCA ENTRE A `DERIVA CONTINENTAL` E A `TECTONICA DE PLACAS`
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76. TIPOS DE LIMITES ENTRE AS PLACAS
  • 77.
  • 78.
  • 79.
  • 80. O LIMITE ENTRE AS PLACAS CONVERGENTES SÃO DE DOIS TIPOS ...
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
  • 85.
  • 86. PARALELAS PLACAS CONVERGENTES PLACAS DIVERGENTES
  • 87. IDADE DO ASSOALHO OCEÂNICO
  • 90.
  • 91.
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 95.
  • 96.
  • 97. O NASCIMENTO DE UM OCEANO ...
  • 98.
  • 99.
  • 100.
  • 101.
  • 102. E O FUTURO DA TERRA ...