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Parte 3.

    Avaliação da Resistência de União
      ao Cisalhamento por Extrusão


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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão




                                                                          n=2         n=2       n=2


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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão




                                                                               0.25 mm
                                                                      0.4 mm
                                                             0.6 mm




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão
 Cálculo da Àrea Lateral do Tronco de Cone




                                 Cálculo da Área de Adesão (em mm2)
                         -   R: raio do material obturador na porção coronal do slice
                         -   r: raio do material obturador na porção apical do slice
                         -   h: altura/espessura do material obturador

                                    Cálculo da Resistência de União
                         -   Resistência de União: Força de Deslocamento/SL




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão
 Análise Fractográfica




 Falha Adesiva             Falha Adesiva           Falha Adesiva            Falha Coesiva        Falha Coesiva
    Dentina               Mat. Obturador               Mista                   Dentina          Mat. Obturador




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão
 Análise da Interface dentina/material obturador: MEV
 Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação
 Grupo ProTaper (n=3)                                       Escore 0: ausência de tags          Escore 1: tags curtos e pouco numerosos
 Grupo WaveOne (n=3)
 Grupo Reciproc (n=3)
 Grupo SAF (n=3)

 Técnica Recomendada pelo Fabricante
 Grupo ProTaper (n=3)
 Grupo WaveOne (n=3)
 Grupo Reciproc (n=3)
 Grupo SAF (n=3)

 Grupo Controle (n=8)

 Total = 32 espécimes




 Foram avaliados 3 slices por espécime e, em cada um        Escore 2: tags numerosos e longos   Escore 3: tags numerosos, longos
 deles 4 pontos distintos. Total: 12 avaliações por raiz,   Sem ramificações laterais           Com ramificações laterais
 totalizando 384 avaliações.
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Análises
                                      Estatísticas
  -   Programa SPSS 17 (Lead Technologies, Chicago, IL, EUA)
  -   Teste de Kolmogorov-Smirnov
  -   Nível de significância: 5%



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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular

                                    Distribuição amostral paramétrica
                              Teste One-Way ANOVA post hoc teste de Tukey


 Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação

                                  Distribuição amostral não-paramétrica
                                          Teste de Kruskal-Wallis


                Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão

   1. Tensão máxima de deslocamento (entre grupos): Teste One-Way ANOVA post hoc teste de
      Tukey e Teste de Dunnett
   2. Tensão máxima de deslocamento (mesmo grupo): Teste t para amostras independentes
   3. Análise em MEV (entre grupos): Teste de Kruskal-Wallis
   4. Análise em MEV (entre terços no mesmo grupo): Teste de Friedman

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Resultados




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Distribuição amostral: Técnica de Amostragem Estratificada Proporcional




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Parte 1.

        Avaliação microtomográfica do
          preparo do canal radicular


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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular


   Grupo ProTaper                   Grupo WaveOne                Grupo Reciproc                      Grupo SAF
            (n=25)                        (n=25)                       (n=25)                           (n=25)
         19895 secções                 19644 secções                19855 secções                    19641 secções

Análise Bidimensional
           Grupos               Área            Perímetro       Circularidade       Diam. Maior         Diam. Menor
                                        a                   a                  a                 a
           SAF               22,3 ± 11,8        1,6 ± 5,3        12,1 ± 12,3         2,8 ± 4,8           15,3 ± 10,9a
Todo o
Canal




           WaveOne           62,8 ± 50,8b      20,4 ± 17,3b      37,3 ± 19,1b       15,8 ± 14,7b         45,9 ± 29,9b
           Reciproc          37,1 ± 16,1b       8,8 ± 7,2c       16,3 ± 19,1a        7,4 ± 7,1c          44,3 ± 35,7b
           ProTaper          60,6 ± 47,4b      13,6 ± 13,7b,c    37,3 ± 17,3b       12,9 ± 8,2b          35,9 ± 26,4b
                   P            .0001              .0001            .0001              .0001                .0001

Análise Tridimensional
                              Grupos           Volume           Surface Area           SMI
                              SAF            21.4 ± 10.9a        4.8 ± 4.9a         29.1 ± 36.7
                    Todo o
                    Canal




                              WaveOne        62.3 ± 51.1b       20.1 ± 18.9b,c      11.8 ± 12.1
                              Reciproc       31.7 ± 14.6c        7.8 ± 7.7c         19.9 ± 33.9
                              ProTaper       64.8 ± 54.6b       14.6 ± 13.9b        41.8 ± 59.4
                                      P         .0001              .0001               .067
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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




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Parte 2.

    Avaliação microtomográfica do
   percentual volumétrico de espaços
        vazios após a obturação

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação


                        Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação




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Parte 3.

    Avaliação da Resistência de União
      ao Cisalhamento por Extrusão


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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

Resistência de união do material obturador




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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

  Análise do padrão de fratura

                 Adesiva (Dentina)          Adesiva (Obturação)           Mista          Coesiva (Dentina)         Coesiva (Obturação)

100                                           2,8                   1                      1,7
                                                     5,9                                                                              4,4
                       3,3                                  4,2    2,7                                           3,6    9,9
90      14,7                  14,8                                         17,3                   17,6
                                                     8,8
80      5,8
                                                                                  46,3            11,8                         44,7
                                     50,7
70
               70,6
60                                                                                                        76,5
                                                            85,3
50                     95,2                                        96,3                                          94,1
40
                                     30,2                                         35,8                                         40,1
30

20
               29,4
10                                                                                                        23,5
        79,5           1,5    85,2   19,1    97,2   85,3    10,5           82,7   17,9    98,3    70,6           2,3    90,1   15,2   95,6
 0
      CERVICAL                                      MÉDIO                                        APICAL
         A       B      C      D      E        F      A      B      C       D      E        F      A       B      C      D      E      F




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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

Avaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador
                                   Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação




   Terço Cervical




   Terço Médio




   Terço Apical




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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

Avaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador
                                         Técnica Recomendada Pelo Fabricante




   Terço Cervical




   Terço Médio




   Terço Apical




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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

Avaliação quantitativa em MEV da interface dentina/material obturador




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Discussão




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Parte 1.

        Avaliação microtomográfica do
          preparo do canal radicular


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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular

 Historicamente, a avaliação da efetividade do preparo biomecânico em dentes humanos tem sido
 realizada por meio de:




          Cortes Seriados                      Análise Radiográfica                               MEV                            Impressões com
        (Sistema de Muflas)                                                                                                         Silicone
                                   (THOMPSON, 2000; BAUMANN, 2004; CLAUDER; BAUMANN, 2004; PETERS, 2004; HÜLSMANN et al., 2005; NAIR; NAIR, 2007; PETERS; PAQUÉ, 2010)


 Limitações:
 - Necessidade de destruição do espécime;
 - Análise bidimensional
                  (HÜLSMANN et al., 2005; ALENCAR et al., 2008)

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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




          Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a
           avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo.
                                                                    (PETERS et al., 2000; PAQUÉ et al., 2009a; MORTMAN, 2011)


  Ajuste de parâmetros:
  Tipo e espessura de filtro; correção do campo de aquisição;
  posicionamento da amostra; ângulo de rotação; passo de
  rotação; quantidade de frames; tamanho de voxel isotrópico;
  Outros parâmetros de reconstrução, processamento e análise
  das imagens.                                    (STOCK, 2009)



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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




                                                                 X




                                                 (NAGY et al., 1997; HÜLSMANN et al., 2005; VERSIANI et al., 2008; BÜRKLEIN et al., 2012)


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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular

Composição dos grupos experimentais: técnica de amostragem estratificada proporcional,
garantindo a representatividade da amostra em cada grupo.




   Grupo ProTaper               Grupo WaveOne                  Grupo Reciproc               Grupo SAF
         (n=25)                        (n=25)                       (n=25)                     (n=25)

                                                                                                   (JIANG, 2010)


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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular

Seleção da amostra                                                                                                             Circularidade
                                                                                                                           0

                                                                                                                          0.1

                                                                                                                          0.2

                                                                                                                          0.3

                                                                                                                          0.4

                                                                                                                          0.5

                                                                                                                          0.6

                                                                                                                          0.7

                                                                                                                          0.8

                                                                                                                          0.9

                                                                                                                           1



                                                    (OZAWA et al., 2009; DE-DEUS et al., 2010; PAQUÉ et al., 2010a; SIQUEIRA et al., 2010; ALVES et al., 2011a;
                                                                            DE-DEUS et al., 2011b; HILALY EID; WANEES AMIN, 2011; VERSIANI et al., 2011a)

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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular                      -Operador
                                                                                       -1 instr. = 2 canais
Padronização do Experimento                                                            -Motores com controle de T, Vel, Cin.




                2 mL NaOCl 1%           Exploração Inicial           LA Axxess 35.06
                                                                                                04:00


           Preparo 1/3 Cervical         Determinação CT             Pré-Ampliação CT




                                    20 mL NaOCl
                                                                                                             (METZGER et al., 2010b)
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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular


     ProTaper F4                WaveOne 40.08                  Reciproc 40.06              SAF 1.5 mm




                                                        Escolha dos Instrumentos




                                                                                              (VERSIANI et al. 2011)

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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular

                   Grupos         Área            Perímetro          Circularidade   Diam. Maior               Diam. Menor
                   SAF         22,3 ± 11,8a       1,6 ± 5,3a          12,1 ± 12,3a     2,8 ± 4,8a               15,3 ± 10,9a
          Todo o
          Canal




                   WaveOne     62,8 ± 50,8b      20,4 ± 17,3b         37,3 ± 19,1b   15,8 ± 14,7b               45,9 ± 29,9b
                   Reciproc    37,1 ± 16,1b       8,8 ± 7,2c          16,3 ± 19,1a     7,4 ± 7,1c               44,3 ± 35,7b
                   ProTaper    60,6 ± 47,4b      13,6 ± 13,7b,c       37,3 ± 17,3b    12,9 ± 8,2b               35,9 ± 26,4b
                           P      .0001              .0001               .0001           .0001                     .0001

                   Grupos        Volume          Surface Area             SMI
                                             a                 a
                   SAF         21.4 ± 10.9         4.8 ± 4.9          29.1 ± 36.7
          Todo o
          Canal




                                             b                 b,c
                   WaveOne     62.3 ± 51.1       20.1 ± 18.9          11.8 ± 12.1
                                             c                 c
                   Reciproc    31.7 ± 14.6        7.8 ± 7.7           19.9 ± 33.9
                   ProTaper    64.8 ± 54.6b      14.6 ± 13.9b         41.8 ± 59.4
                           P      .0001             .0001                .067




                                                      SAF: instrumento oco e compressível com
                                                      menor capacidade de corte que os outros
                                                      instrumentos testados.


                                                                                     (HOF et al., 2010; METZGER et al., 2010a; METZGER et al., 2010b).

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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




                         (METZGER et al., 2010c; SIQUEIRA et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011b; PAQUÉ; PETERS, 2011; PETERS; PAQUÉ, 2011;
                                                                         VERSIANI et al., 2011a; SOLOMONOV et al., 2012; YOLDAS et al., 2012)
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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular
                                                                                       Structure Model
                                                                                          Index (SMI)
                                                                                     0 (plano)




                                 A padronização do tempo de ação                  3 (cilíndro)

       04:00                            dos instrumentos

                                                     ↓

                                    Preparos com convexidade de                     4 (esfera)
                                        superfície similares.

                                                                            (HILDEBRAND; RÜEGSEGGER, 1997)


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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular




                  Condição anatômica inicial similar à
                  sua capacidade de ampliação.

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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular


                   Circularidade, diâmetro maior e área de superfície
                   Reciproc < ProTaper
                                          Menor dimensão do instrumento



                   Área, perímetro, diâmetro menor
                   Reciproc =ProTaper
                                         Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos
                                         Maior capacidade de corte: ângulo de corte levemente +



                   Área, perímetro, diâmetro menor e volume
                   WaveOne > ProTaper
                                          Dimensões similares
                                          Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos


                                                                             (DIEMER; CALAS, 2004; BÜRKLEIN et al., 2012)
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Parte 2.

    Avaliação microtomográfica do
   percentual volumétrico de espaços
        vazios após a obturação

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação

 Diferentes metodologias têm sido usadas na avaliação da qualidade da obturação do SCR
 em dentes humanos


                         diafanização                                                        microscopia




Teste de Infiltração                                Radiografia                                                                   Secções da raiz



                                        (GUTMANN et al., 1993; AYHAN et al., 1996; WU et al., 2000b; GENÇOGLU, 2003; GONDIM et al., 2003; DE-DEUS et al., 2006)

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




                                                                                            (GENÇOGLU et al., 2002; WU et al., 2002; JARRETT et al.,
                                                                                         2004; DE-DEUS et al., 2006; DE-DEUS et al., 2008a; DE-DEUS
                                                                                                                     et al., 2008b; SOUZA et al., 2009)




 Limitações:
 - Necessidade de destruição do espécime;                         (NIELSEN et al., 1995; HAMMAD et al., 2008, 2009;
 - Perda das informações contidas no resto do material.                ENDAL et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011)


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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




          Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a
           avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo.
                                                                (JUNG et al., 2005; HAMMAD et al., 2008, 2009; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al.,
                                                                                   2010; ENDAL et al., 2011; SOMMA et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011)


  Ajuste de parâmetros:
  - Redução na espessura do filtro;
  - Alteração do grau de rotação do espécime;
  - Alteração no valor máximo do histograma de contraste no
  modo logarítmico.
                                                (STOCK, 2009)

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação

    Limitações da micro-CT no estudo de materiais de obturação:
    Geração de artefatos de beam hardening - simula a presença de espaços vazios




         Presente estudo (cálculo do volume de espaços vazios no material obturador )
         Volume do canal preparado (2º exame microtomográfico) menos o volume do material obturador.
                                                 (HAMMAD et al., 2008, 2009; KOVACS et al., 2009;; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; NARANJO et
                                                                                                                                al., 2011 ;SOMMA et al., 2011;)

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




Resultado:
Presença de espaços vazios em todos os espécimes, independente da técnica de obturação.

A irregularidade anatômica do canal radicular dificulta a adaptação do material obturador
favorecendo o aparecimento de espaços vazios.

                                                                (EPLEY et al., 2006; GLUSKIN, 2007; DE-DEUS et al., 2008b; HAMMAD et al., 2008, 2009;
                                                      MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011a; ENDAL et al., 2011; NARANJO
                                                                         et al., 2011; SOMMA et al., 2011; WISEMAN et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011)

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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação




                                -     ↑ escoamento do material                          -   > volume de cimento =
                                      obturador pelo aquecimento                            aumentando a influência do
                                -     Inserção incremental = favorece                       fator de configuração cavitária
                                      o preenchimento das                                   → formação de fendas na
                                      irregularidades anatômicas do                         interface com a dentina.
                                      canal

                                     (SCHILDER et al., 1974b, 1974a; MARCIANO                       (BOUILLAGUET et al., 2003; MUNIZ;
                                    et al., 1993; DE DEUS et al., 2002; MARCIANO                                     MATHIAS, 2005)
                                                                        et al., 2010)




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação

                                                                                           Circularidade              SMI
                                                                                                0                     0

                                                                                               0.1

                                                                                               0.2

                                                                                               0.3

                                                                                               0.4
                                                                                                           2.4 -2.9
                                                                                               0.5

                                                                                               0.6                    3

                                                                                 0.6-0.8       0.7
                     Condições geométricas do canal após o preparo
                     biomecânico = Favoreceu a divergência das                                 0.8
                     paredes dentinárias internas = melhor adaptação
                     do material obturador, distribuição mais                                  0.9
                     homogênea do cimento e maior preenchimento do
                                                                                                1                     4
                     espaço pulpar.
                                                          (OZAWA et al., 2009)




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação
Procedimentos de preparo e obturação do SCR com sistemas únicos pode não contemplar a realidade (ProTaper,
WaveOne e Reciproc)



        Diâmetro Maior




        Diâmetro Menor



             0,40 mm                                                      Preparo final 35% maior
                                                                          que o diâmetro da ponta
                                                                          dos cones




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Parte 3.

    Avaliação da Resistência de União
      ao Cisalhamento por Extrusão


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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

 A adesividade foi avaliada pelo teste de cisalhamento por extrusão (push-out)
 usando a dentina intrarradicular como substrato.




                                           O material obturador toma o formato do conduto
                                           radicular e promove imbricação semelhante à que
                                           ocorre no interior do canal radicular obturado,
                                           simulando a condição clínica.




                                                                                        (SOUSA-NETO et al. ,2005)


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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

     (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; KAYA et al., 2008; TEIXEIRA et al., 2009; COSTA et al., 2010)


                                                                                                             (MANICARDI et al. 2011)




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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão




                                 Falha Adesiva na Dentina                                 Falha Adesiva Mista

 -     polimerização (presença de oxigênio, conversão de                        -   maior escoamento
       monômeros                                                                -   maior tempo de polimerização
 -     material sólido mistura com o cimento que se contrai                     -   maior coesão entre as moléculas
       ao resfriar, deslocando o cimento obturador                              -   maior volume utilizado
 -     Menor volume de cimento

 (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; FISHER et al., 2007; JAINAEN et al.,             (SOUSA-NETO et al., 2005; ALFREDO et al., 2008;
 2007; SLY et al., 2007; LEE et al., 2008; UREYEN KAYA et al., 2008; DE-DEUS                  VERSIANI et al., 2006; RESENDE et al., 2009;
 et al., 2009; COSTA et al., 2010; SHOKOUHINEJAD et al., 2010;                      HARAGUSHIKU et al., 2010; FLORES et al., 2011; BORGES
 STIEGEMEIER et al., 2010)                                                                                                      et al., 2012)

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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão

Interação Técnica de Preparo X Técnica de Obturação




            A manutenção das características originais da anatomia interna e a melhor
             limpeza do SCR resultou na melhor acomodação do material obturador.




                                                                          (METZGER et al., 2010a; PETERS et al., 2010; ADIGUZEL et al., 2011;
                                                                                                    KAYA et al., 2011; PARANJPE et al., 2012)

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Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão




                                                       Não há relato específico e conclusivo da
                                                       importância dos tags na qualidade da adesão.

                                                       Supõe-se que a adesão com a dentina
                                                       intertubular prevaleça sobre a qualidade e
                                                       quantidade dos tags formados.

                                                       O material teve mais influência nos resultados
                                                       do que a técnica de obturação.




                                                         (SCHWARTZ; FRANSMAN, 2005; SCHWARTZ, 2006; PERDIGÃO, 2007; MALYK et al., 2010)


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Considerações Finais




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Aspectos metodológicos importantes

                                                                 - Uso dos mesmos espécimes em
                                                                   uma sequência de experimentos
                                                                   possibilitado pelo uso de método
                                                                   não destrutivo (otimização da
                                                                   amostra, maior volume de
                                                                   informações, redução de
                                                                   questionamentos de caráter
                                                                   bioético);

                                                                 - distribuição dos espécimes em
                                                                   grupos experimentais pela técnica
                                                                   de amostragem estratificada
                                                                   proporcional, limitando o impacto
                                                                   da condição anatômica dos canais
                                                                   nos resultados do estudo



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O advento de procedimentos automatizados favoreceu o aspecto técnico do tratamento endodôntico
                                                Contudo, não alterou o componente biológico




Bergmans et al. 2002       Peters et al. 2003         Bergmans et al. 2003         Hϋbscher et al. 2005         Paqué et al. 2005   Gekelman et al. 2009




 Paqué et al. 2010     Peters & Paqué 2010           Yin et al. 2010         Lee et al. 2011              Peters & Paqué 2011         Paqué & Peters 2011


                              Resultado da complexidade anatômica do SCR
           Até o momento: nenhum sistema foi capaz de preparar ou selar complementamente o SCR

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O profissional está sempre à procura de métodos mais rápidos e fáceis para execução do
                                  tratamento endodôntico.

Os fabricantes, por sua vez, têm relacionado esta maior facilidade com o lançamento de novos
                                           produtos.

Assim, devemos ter discernimento na adoção de técnicas que tenham embasamento suportado
 por evidências científicas, ignorando ideias embasadas apenas na velocidade ou simplicidade.

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No presente estudo:
              Sistemas de instrumentos únicos = Sistema de instrumentos múltiplos
                          Simplificação da parte mecânica do processo




 Isto, expõe a necessidade de novas pesquisas, in vitro e in vivo, pois o uso desses materiais e
        técnicas já são realidade na prática clínica e suas implicações podem influenciar o
                              prognóstico do tratamento endodôntico.
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Conclusões




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Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do
                        canal radicular




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Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual
        volumétrico de espaços vazios após a obturação




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao
                      Cisalhamento por Extrusão




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao
                      Cisalhamento por Extrusão




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao
                      Cisalhamento por Extrusão




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Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao
                      Cisalhamento por Extrusão




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Tese de Doutorado 2012

                                                            Candidato: Marco A. Versiani
                                                        Orientador: Manoel D. Sousa Neto




   A VA L I A Ç ÃO D O P R E PA R O B I O M E C Â N I C O E D A O BT U R A Ç ÃO D E
  C A N A I S R A D I C U L A R E S O VA I S P R O M O V I D O S P E LO S S I S T E M A S D E
            I N S T R U M E N T O Ú N I C O W AV E O N E , R E C I P R O C E S A F

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  • 1. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 2. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão n=2 n=2 n=2 Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 3. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão 0.25 mm 0.4 mm 0.6 mm Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 4. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Cálculo da Àrea Lateral do Tronco de Cone Cálculo da Área de Adesão (em mm2) - R: raio do material obturador na porção coronal do slice - r: raio do material obturador na porção apical do slice - h: altura/espessura do material obturador Cálculo da Resistência de União - Resistência de União: Força de Deslocamento/SL Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 5. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Análise Fractográfica Falha Adesiva Falha Adesiva Falha Adesiva Falha Coesiva Falha Coesiva Dentina Mat. Obturador Mista Dentina Mat. Obturador Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 6. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Análise da Interface dentina/material obturador: MEV Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação Grupo ProTaper (n=3) Escore 0: ausência de tags Escore 1: tags curtos e pouco numerosos Grupo WaveOne (n=3) Grupo Reciproc (n=3) Grupo SAF (n=3) Técnica Recomendada pelo Fabricante Grupo ProTaper (n=3) Grupo WaveOne (n=3) Grupo Reciproc (n=3) Grupo SAF (n=3) Grupo Controle (n=8) Total = 32 espécimes Foram avaliados 3 slices por espécime e, em cada um Escore 2: tags numerosos e longos Escore 3: tags numerosos, longos deles 4 pontos distintos. Total: 12 avaliações por raiz, Sem ramificações laterais Com ramificações laterais totalizando 384 avaliações. Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 7. Análises Estatísticas - Programa SPSS 17 (Lead Technologies, Chicago, IL, EUA) - Teste de Kolmogorov-Smirnov - Nível de significância: 5% Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 8. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Distribuição amostral paramétrica Teste One-Way ANOVA post hoc teste de Tukey Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Distribuição amostral não-paramétrica Teste de Kruskal-Wallis Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão 1. Tensão máxima de deslocamento (entre grupos): Teste One-Way ANOVA post hoc teste de Tukey e Teste de Dunnett 2. Tensão máxima de deslocamento (mesmo grupo): Teste t para amostras independentes 3. Análise em MEV (entre grupos): Teste de Kruskal-Wallis 4. Análise em MEV (entre terços no mesmo grupo): Teste de Friedman Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 9. Resultados Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 10. Distribuição amostral: Técnica de Amostragem Estratificada Proporcional Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 11. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 12. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Grupo ProTaper Grupo WaveOne Grupo Reciproc Grupo SAF (n=25) (n=25) (n=25) (n=25) 19895 secções 19644 secções 19855 secções 19641 secções Análise Bidimensional Grupos Área Perímetro Circularidade Diam. Maior Diam. Menor a a a a SAF 22,3 ± 11,8 1,6 ± 5,3 12,1 ± 12,3 2,8 ± 4,8 15,3 ± 10,9a Todo o Canal WaveOne 62,8 ± 50,8b 20,4 ± 17,3b 37,3 ± 19,1b 15,8 ± 14,7b 45,9 ± 29,9b Reciproc 37,1 ± 16,1b 8,8 ± 7,2c 16,3 ± 19,1a 7,4 ± 7,1c 44,3 ± 35,7b ProTaper 60,6 ± 47,4b 13,6 ± 13,7b,c 37,3 ± 17,3b 12,9 ± 8,2b 35,9 ± 26,4b P .0001 .0001 .0001 .0001 .0001 Análise Tridimensional Grupos Volume Surface Area SMI SAF 21.4 ± 10.9a 4.8 ± 4.9a 29.1 ± 36.7 Todo o Canal WaveOne 62.3 ± 51.1b 20.1 ± 18.9b,c 11.8 ± 12.1 Reciproc 31.7 ± 14.6c 7.8 ± 7.7c 19.9 ± 33.9 ProTaper 64.8 ± 54.6b 14.6 ± 13.9b 41.8 ± 59.4 P .0001 .0001 .067 Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 13. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 14. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 15. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 16. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 17. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 18. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 19. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 20. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 21. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Resistência de união do material obturador Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 22. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Análise do padrão de fratura Adesiva (Dentina) Adesiva (Obturação) Mista Coesiva (Dentina) Coesiva (Obturação) 100 2,8 1 1,7 5,9 4,4 3,3 4,2 2,7 3,6 9,9 90 14,7 14,8 17,3 17,6 8,8 80 5,8 46,3 11,8 44,7 50,7 70 70,6 60 76,5 85,3 50 95,2 96,3 94,1 40 30,2 35,8 40,1 30 20 29,4 10 23,5 79,5 1,5 85,2 19,1 97,2 85,3 10,5 82,7 17,9 98,3 70,6 2,3 90,1 15,2 95,6 0 CERVICAL MÉDIO APICAL A B C D E F A B C D E F A B C D E F Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 23. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Avaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação Terço Cervical Terço Médio Terço Apical Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 24. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Avaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador Técnica Recomendada Pelo Fabricante Terço Cervical Terço Médio Terço Apical Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 25. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Avaliação quantitativa em MEV da interface dentina/material obturador Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 26. Discussão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 27. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 28. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Historicamente, a avaliação da efetividade do preparo biomecânico em dentes humanos tem sido realizada por meio de: Cortes Seriados Análise Radiográfica MEV Impressões com (Sistema de Muflas) Silicone (THOMPSON, 2000; BAUMANN, 2004; CLAUDER; BAUMANN, 2004; PETERS, 2004; HÜLSMANN et al., 2005; NAIR; NAIR, 2007; PETERS; PAQUÉ, 2010) Limitações: - Necessidade de destruição do espécime; - Análise bidimensional (HÜLSMANN et al., 2005; ALENCAR et al., 2008) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 29. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo. (PETERS et al., 2000; PAQUÉ et al., 2009a; MORTMAN, 2011) Ajuste de parâmetros: Tipo e espessura de filtro; correção do campo de aquisição; posicionamento da amostra; ângulo de rotação; passo de rotação; quantidade de frames; tamanho de voxel isotrópico; Outros parâmetros de reconstrução, processamento e análise das imagens. (STOCK, 2009) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 30. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular X (NAGY et al., 1997; HÜLSMANN et al., 2005; VERSIANI et al., 2008; BÜRKLEIN et al., 2012) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 31. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 32. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Composição dos grupos experimentais: técnica de amostragem estratificada proporcional, garantindo a representatividade da amostra em cada grupo. Grupo ProTaper Grupo WaveOne Grupo Reciproc Grupo SAF (n=25) (n=25) (n=25) (n=25) (JIANG, 2010) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 33. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Seleção da amostra Circularidade 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 (OZAWA et al., 2009; DE-DEUS et al., 2010; PAQUÉ et al., 2010a; SIQUEIRA et al., 2010; ALVES et al., 2011a; DE-DEUS et al., 2011b; HILALY EID; WANEES AMIN, 2011; VERSIANI et al., 2011a) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 34. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular -Operador -1 instr. = 2 canais Padronização do Experimento -Motores com controle de T, Vel, Cin. 2 mL NaOCl 1% Exploração Inicial LA Axxess 35.06 04:00 Preparo 1/3 Cervical Determinação CT Pré-Ampliação CT 20 mL NaOCl (METZGER et al., 2010b) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 35. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular ProTaper F4 WaveOne 40.08 Reciproc 40.06 SAF 1.5 mm Escolha dos Instrumentos (VERSIANI et al. 2011) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 36. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Grupos Área Perímetro Circularidade Diam. Maior Diam. Menor SAF 22,3 ± 11,8a 1,6 ± 5,3a 12,1 ± 12,3a 2,8 ± 4,8a 15,3 ± 10,9a Todo o Canal WaveOne 62,8 ± 50,8b 20,4 ± 17,3b 37,3 ± 19,1b 15,8 ± 14,7b 45,9 ± 29,9b Reciproc 37,1 ± 16,1b 8,8 ± 7,2c 16,3 ± 19,1a 7,4 ± 7,1c 44,3 ± 35,7b ProTaper 60,6 ± 47,4b 13,6 ± 13,7b,c 37,3 ± 17,3b 12,9 ± 8,2b 35,9 ± 26,4b P .0001 .0001 .0001 .0001 .0001 Grupos Volume Surface Area SMI a a SAF 21.4 ± 10.9 4.8 ± 4.9 29.1 ± 36.7 Todo o Canal b b,c WaveOne 62.3 ± 51.1 20.1 ± 18.9 11.8 ± 12.1 c c Reciproc 31.7 ± 14.6 7.8 ± 7.7 19.9 ± 33.9 ProTaper 64.8 ± 54.6b 14.6 ± 13.9b 41.8 ± 59.4 P .0001 .0001 .067 SAF: instrumento oco e compressível com menor capacidade de corte que os outros instrumentos testados. (HOF et al., 2010; METZGER et al., 2010a; METZGER et al., 2010b). Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 37. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular (METZGER et al., 2010c; SIQUEIRA et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011b; PAQUÉ; PETERS, 2011; PETERS; PAQUÉ, 2011; VERSIANI et al., 2011a; SOLOMONOV et al., 2012; YOLDAS et al., 2012) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 38. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Structure Model Index (SMI) 0 (plano) A padronização do tempo de ação 3 (cilíndro) 04:00 dos instrumentos ↓ Preparos com convexidade de 4 (esfera) superfície similares. (HILDEBRAND; RÜEGSEGGER, 1997) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 39. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Condição anatômica inicial similar à sua capacidade de ampliação. Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 40. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Circularidade, diâmetro maior e área de superfície Reciproc < ProTaper Menor dimensão do instrumento Área, perímetro, diâmetro menor Reciproc =ProTaper Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos Maior capacidade de corte: ângulo de corte levemente + Área, perímetro, diâmetro menor e volume WaveOne > ProTaper Dimensões similares Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos (DIEMER; CALAS, 2004; BÜRKLEIN et al., 2012) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 41. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 42. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Diferentes metodologias têm sido usadas na avaliação da qualidade da obturação do SCR em dentes humanos diafanização microscopia Teste de Infiltração Radiografia Secções da raiz (GUTMANN et al., 1993; AYHAN et al., 1996; WU et al., 2000b; GENÇOGLU, 2003; GONDIM et al., 2003; DE-DEUS et al., 2006) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 43. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação (GENÇOGLU et al., 2002; WU et al., 2002; JARRETT et al., 2004; DE-DEUS et al., 2006; DE-DEUS et al., 2008a; DE-DEUS et al., 2008b; SOUZA et al., 2009) Limitações: - Necessidade de destruição do espécime; (NIELSEN et al., 1995; HAMMAD et al., 2008, 2009; - Perda das informações contidas no resto do material. ENDAL et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 44. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo. (JUNG et al., 2005; HAMMAD et al., 2008, 2009; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; ENDAL et al., 2011; SOMMA et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011) Ajuste de parâmetros: - Redução na espessura do filtro; - Alteração do grau de rotação do espécime; - Alteração no valor máximo do histograma de contraste no modo logarítmico. (STOCK, 2009) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 45. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Limitações da micro-CT no estudo de materiais de obturação: Geração de artefatos de beam hardening - simula a presença de espaços vazios Presente estudo (cálculo do volume de espaços vazios no material obturador ) Volume do canal preparado (2º exame microtomográfico) menos o volume do material obturador. (HAMMAD et al., 2008, 2009; KOVACS et al., 2009;; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; NARANJO et al., 2011 ;SOMMA et al., 2011;) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 46. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Resultado: Presença de espaços vazios em todos os espécimes, independente da técnica de obturação. A irregularidade anatômica do canal radicular dificulta a adaptação do material obturador favorecendo o aparecimento de espaços vazios. (EPLEY et al., 2006; GLUSKIN, 2007; DE-DEUS et al., 2008b; HAMMAD et al., 2008, 2009; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011a; ENDAL et al., 2011; NARANJO et al., 2011; SOMMA et al., 2011; WISEMAN et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 47. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação - ↑ escoamento do material - > volume de cimento = obturador pelo aquecimento aumentando a influência do - Inserção incremental = favorece fator de configuração cavitária o preenchimento das → formação de fendas na irregularidades anatômicas do interface com a dentina. canal (SCHILDER et al., 1974b, 1974a; MARCIANO (BOUILLAGUET et al., 2003; MUNIZ; et al., 1993; DE DEUS et al., 2002; MARCIANO MATHIAS, 2005) et al., 2010) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 48. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Circularidade SMI 0 0 0.1 0.2 0.3 0.4 2.4 -2.9 0.5 0.6 3 0.6-0.8 0.7 Condições geométricas do canal após o preparo biomecânico = Favoreceu a divergência das 0.8 paredes dentinárias internas = melhor adaptação do material obturador, distribuição mais 0.9 homogênea do cimento e maior preenchimento do 1 4 espaço pulpar. (OZAWA et al., 2009) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 49. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Procedimentos de preparo e obturação do SCR com sistemas únicos pode não contemplar a realidade (ProTaper, WaveOne e Reciproc) Diâmetro Maior Diâmetro Menor 0,40 mm Preparo final 35% maior que o diâmetro da ponta dos cones Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 50. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 51. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão A adesividade foi avaliada pelo teste de cisalhamento por extrusão (push-out) usando a dentina intrarradicular como substrato. O material obturador toma o formato do conduto radicular e promove imbricação semelhante à que ocorre no interior do canal radicular obturado, simulando a condição clínica. (SOUSA-NETO et al. ,2005) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 52. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; KAYA et al., 2008; TEIXEIRA et al., 2009; COSTA et al., 2010) (MANICARDI et al. 2011) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 53. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Falha Adesiva na Dentina Falha Adesiva Mista - polimerização (presença de oxigênio, conversão de - maior escoamento monômeros - maior tempo de polimerização - material sólido mistura com o cimento que se contrai - maior coesão entre as moléculas ao resfriar, deslocando o cimento obturador - maior volume utilizado - Menor volume de cimento (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; FISHER et al., 2007; JAINAEN et al., (SOUSA-NETO et al., 2005; ALFREDO et al., 2008; 2007; SLY et al., 2007; LEE et al., 2008; UREYEN KAYA et al., 2008; DE-DEUS VERSIANI et al., 2006; RESENDE et al., 2009; et al., 2009; COSTA et al., 2010; SHOKOUHINEJAD et al., 2010; HARAGUSHIKU et al., 2010; FLORES et al., 2011; BORGES STIEGEMEIER et al., 2010) et al., 2012) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 54. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Interação Técnica de Preparo X Técnica de Obturação A manutenção das características originais da anatomia interna e a melhor limpeza do SCR resultou na melhor acomodação do material obturador. (METZGER et al., 2010a; PETERS et al., 2010; ADIGUZEL et al., 2011; KAYA et al., 2011; PARANJPE et al., 2012) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 55. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Não há relato específico e conclusivo da importância dos tags na qualidade da adesão. Supõe-se que a adesão com a dentina intertubular prevaleça sobre a qualidade e quantidade dos tags formados. O material teve mais influência nos resultados do que a técnica de obturação. (SCHWARTZ; FRANSMAN, 2005; SCHWARTZ, 2006; PERDIGÃO, 2007; MALYK et al., 2010) Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 56. Considerações Finais Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 57. Aspectos metodológicos importantes - Uso dos mesmos espécimes em uma sequência de experimentos possibilitado pelo uso de método não destrutivo (otimização da amostra, maior volume de informações, redução de questionamentos de caráter bioético); - distribuição dos espécimes em grupos experimentais pela técnica de amostragem estratificada proporcional, limitando o impacto da condição anatômica dos canais nos resultados do estudo Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 58. O advento de procedimentos automatizados favoreceu o aspecto técnico do tratamento endodôntico Contudo, não alterou o componente biológico Bergmans et al. 2002 Peters et al. 2003 Bergmans et al. 2003 Hϋbscher et al. 2005 Paqué et al. 2005 Gekelman et al. 2009 Paqué et al. 2010 Peters & Paqué 2010 Yin et al. 2010 Lee et al. 2011 Peters & Paqué 2011 Paqué & Peters 2011 Resultado da complexidade anatômica do SCR Até o momento: nenhum sistema foi capaz de preparar ou selar complementamente o SCR Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 59. O profissional está sempre à procura de métodos mais rápidos e fáceis para execução do tratamento endodôntico. Os fabricantes, por sua vez, têm relacionado esta maior facilidade com o lançamento de novos produtos. Assim, devemos ter discernimento na adoção de técnicas que tenham embasamento suportado por evidências científicas, ignorando ideias embasadas apenas na velocidade ou simplicidade. Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 60. No presente estudo: Sistemas de instrumentos únicos = Sistema de instrumentos múltiplos Simplificação da parte mecânica do processo Isto, expõe a necessidade de novas pesquisas, in vitro e in vivo, pois o uso desses materiais e técnicas já são realidade na prática clínica e suas implicações podem influenciar o prognóstico do tratamento endodôntico. Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 61. Conclusões Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 62. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 63. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 64. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 65. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 66. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 67. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  • 68. Tese de Doutorado 2012 Candidato: Marco A. Versiani Orientador: Manoel D. Sousa Neto A VA L I A Ç ÃO D O P R E PA R O B I O M E C Â N I C O E D A O BT U R A Ç ÃO D E C A N A I S R A D I C U L A R E S O VA I S P R O M O V I D O S P E LO S S I S T E M A S D E I N S T R U M E N T O Ú N I C O W AV E O N E , R E C I P R O C E S A F Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo