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REGENCIAL
• Primeiro Reinado: Isolamento político (Autoritarismo de D. Pedro l)
• Desgaste: Confederação do Equador e Guerra da Cisplatina
• Abdicação prevista, mas não planejada.
• CARAMURUS / RESTAUDORES: Defendiam retorno de D. Pedro e
livre comércio. Composto por comerciantes e militares portugueses.
• JURUJUBAS / LIBERAIS EXALTADOS: industrialização,
descentralização do poder. Composto por jornalistas, funcionários
públicos e militares de baixa patente.
• CHIMANGOS / LIBERAIS MODERADOS: descentralização política,
voto censitário, monarquia constitucional e manutenção do status
agroexportador. Composto por proprietários rurais.
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
• 1° AVANÇO LIBERAL:
• 2° REGRESSO CONSERVADOR:
Regência Trina Provisória
Regência Trina Permanente
Regência Una Antonio Feijó
Regência Una Araújo Lima
• Existiu por cerca de três meses até que pudesse ser eleito o
governo permanente.
• Processo de descentralização e autonomia do legislativo.
• Anistiou os presos políticos e exilados e retornou com o ministério
de brasileiros.
• Destaque: ministro da justiça Padre Feijó (defendia um executivo
mais forte e independente.
• Articulou o enfraquecimento do exército.
• Criação da Guarda Nacional: atraiu as elites, concedeu títulos de
coronel e reprimiu as revoltas internas.
• 1832: Código do Processo Criminal: Aumentava o poder dos juízes
de paz.
• 1834: Ato Adicional: experiência republicana.
Suspendeu o poder moderador, determinou regências unas e criou as
Assembleias Legislativas Provinciais.
• Acusada de ser indecisa;
• Discussão pelo fim da escravidão, temor dos conservadores;
• Insatisfação das províncias mais distantes da capital;
• A capacidade de Feijó passou a ser questionada;
• Racha Liberal: Progressistas X Regressistas
• 1837: Renúncia.
• Apoiado pelos regressistas, acelerou a centralização política.
• reprimiu as revoltas.
• Implementou a Lei Interpretativa do Ato Adicional de 1840: revogou
os direitos liberais conquistados;
• Clima de Insegurança;
• Golpe da Maioridade.
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
REINADO
• O Golpe da Maioridade foi uma estratégia dos liberais utilizada no período imperial, para resolver a
grave crise política, herança do Período Regencial, e retirar os conservadores do poder;
• Escolheram entregar o controle político ao imperador – junto à necessidade de ordem social;
• Fundaram o Clube da Maioridade, liderado por Antônio Carlos de Andrade e Silva, irmão de José
Bonifácio;
• 23 de julho de 1840 – Pedro de Alcântara é declarado imperador do Brasil com 14 anos
• Na primeira década do Segundo Reinado D. Pedro teve de lidar com a herança deixada pelo
período anterior.
Pedro, 1837. Pintado Por
Félix Taunay.
A coroação de
Pedro em 18 de
julho de 1841
por François-
René Moreaux
em 1842, no
Museu Imperial.
• Foi apoiado pelo Partido Liberal (antes Partido Progressista)
• Primeiro ministério liberal – “Ministério dos Irmãos” Antonio
Francisco e Francisco de Paula Cavalcanti; Antonio Carlos e Martim
Francisco (irmãos Andradas)
• Partido Conservador possuía a maioria no Parlamento, tornando-se
oposição ao ministério liberal
• Partido Liberal (Luzias)
• Partido Conservador (Saquaremas)
• Principal diferença era o posicionamento em relação a autonomia
das províncias.
• Ambos defensores da agroexportação, escravidão e exclusão
política da maior parte da população.
“Nada se assemelha mais a um “saquarema” do que um “luzia” no poder.”
Holanda Cavalcanti
Membros de uma mesma elite
latifundiária, escravocrata e
monarquista
• Volta do Poder Moderador  perda do peso do debate
centralização vs descentralização
• D. Pedro II era um homem das letras  racional e aficionado por
arte e ciência
• Fazia longas viagens afim de conhecer o mundo
• Criou em 1861 a Caixa Econômica da Corte (atual Caixa
Econômica Federal)  para estimular a poupança entre os mais
pobres / gerar empréstimos com juros mais baixos
• Liberdade de imprensa
• Um suposto simpatizante do regime republicano e democrático
1- (Unitau) A partir do golpe da maioridade, em 1840, a vida partidária brasileira
resumiu-se a dois partidos: o antes partido progressista passou a chamar-se partido
liberal e o regressista passou a chamar-se partido conservador. Pode-se considerar
como característica desses partidos:
a) Os partidos do império sempre tiveram plataformas políticas bem definidas.
b) As divergências entre as várias classes da sociedade brasileira estavam
representadas nos programas partidários.
c) Do ponto de vista ideológico, não havia diferenças entre os liberais e conservadores,
pois eram "farinha do mesmo saco".
d) Os conservadores sempre estiveram no poder e os liberais sempre estiveram na
oposição.
e) Ambos tinham influência ideológica externa nos seus programas, apesar de proibido
por lei.
1- (Unitau) A partir do golpe da maioridade, em 1840, a vida partidária brasileira
resumiu-se a dois partidos: o antes partido progressista passou a chamar-se partido
liberal e o regressista passou a chamar-se partido conservador. Pode-se considerar
como característica desses partidos:
a) Os partidos do império sempre tiveram plataformas políticas bem definidas.
b) As divergências entre as várias classes da sociedade brasileira estavam
representadas nos programas partidários.
c) Do ponto de vista ideológico, não havia diferenças entre os liberais e conservadores,
pois eram "farinha do mesmo saco".
d) Os conservadores sempre estiveram no poder e os liberais sempre estiveram na
oposição.
e) Ambos tinham influência ideológica externa nos seus programas, apesar de proibido
por lei.
2- (Unesp) O resultado da discussão política e a aprovação da antecipação da
maioridade de D. Pedro II representou:
a) o pleno congraçamento de todas as forças políticas da época.
b) a vitória parlamentar do bloco partidário liberal.
c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da
Maioridade.
d) a anulação da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares.
e) a debandada do grupo político liderado por um proprietário rural republicano.
2- (Unesp) O resultado da discussão política e a aprovação da antecipação da
maioridade de D. Pedro II representou:
a) o pleno congraçamento de todas as forças políticas da época.
b) a vitória parlamentar do bloco partidário liberal.
c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da
Maioridade.
d) a anulação da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares.
e) a debandada do grupo político liderado por um proprietário rural republicano.
• D. Pedro II dissolveu o Parlamento  tentativa de diminuir a
influência dos conservadores (contrários ao ministério liberal)
• Controle do eleitorado e tentativa de garantia de maioria no
Parlamento pelos liberais  as eleições eram de voto aberto,
masculino, censitário e indireto
• “Eleições do Cacete”  estratégias violentas e corruptas de controle
• Os conservadores denunciam  Dissolve-se o “Ministério dos
Irmãos”  cria-se um ministério formado por conservadores
• Convocação de novas eleições (1842)
• Fim da eleição de dirigentes para a Guarda Nacional  O imperador
deveria nomear (evitando o fortalecimento das elites locais)
• Enfraquecimento dos juízes de paz  alteração do Código de
Processo Criminal
• Adoção de práticas violentas por parte dos conservadores 
mesmas práticas criticadas nas “Eleições do Cacete”
• Maioria conservadora no Parlamento
• Início das Revoltas Liberais de 1842
• As revoltas controlam cidades do interior da província de São Paulo
• Diogo Antônio de Feijó e Teófilo Otoni (MG) foram alguns dos líderes
• As tropas imperiais vencem as revoltas
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
A movimentação dos
rebeldes em maio de 1842,
na cidade de Sorocaba,
onde a revolta começou.
Óleo sobre tela de Ettore
Marangoni. Domínio público
Charge Bazar Eleitoral,
1867.
Ângelo Agostini fez
uma crítica à violência
e à compra de votos,
prática comum no
Brasil neste período –
não estando restrito
somente às Eleições
do Cacete de 1842.
1- (Pucpr) A causa da grande semelhança entre os programas dos Partidos Liberal e Conservador,
durante o Segundo Reinado (1840 -1889) tem origem no(na):
a) Claro desejo das duas facções de extinguir a vitaliciedade do Senado.
b) Despreparo intelectual dos componentes dos dois partidos, antes fidalgos rústicos do que
cavalheiros.
c) Fato de que seus componentes representavam a classe dominante na vida política e na
sociedade brasileira: a dos grandes proprietários rurais.
d) Ação do Poder Moderador, muito poderoso, ao qual procuravam agradar com as mesmas
estratégias.
e) Desejo de maior autonomia às Províncias, uma vez que levavam em conta as heterogeneidades
geográficas do Brasil.)
2- (Mackenzie) Sobre o parlamentarismo praticado durante quase todo o Segundo Reinado e a
atuação dos partidos Liberal e Conservador, podemos afirmar que:
a) ambos colaboraram para suprimir qualquer fraude nas eleições e faziam forte oposição ao
centralismo imperial.
b) as divergências entre ambos impediram períodos de conciliação, gerando acentuada
instabilidade no sistema parlamentar.
c) organizado de baixo para cima, o parlamentarismo brasileiro chocou-se com os partidos Liberal e
Conservador de composição elitista.
d) Liberal e Conservador, sem diferenças ideológicas significativas, alternavam-se no poder,
sustentando o parlamentarismo de fachada, manipulado pelo imperador.
e) os partidos tinham sólidas bases populares e o parlamentarismo seguia e praticava rigidamente
o modelo inglês.
• Criação de um Sistema de revezamento partidário (1847)  encerrar os
conflitos
• D. Pedro II passa a nomear o presidente do Conselho de Ministros 
atuação como primeiro-ministro deveria indicar os outros ministros
(formando o Gabinete do Governo)
• Conselho de Estado seria aprovado (ou não) pelo Parlamento O
imperador decidiria entre FECHAR O PARLAMENTO OU DEMITIR OS
MINISTROS
• O Poder Moderador centralizava as decisões políticas no imperador
• O revezamento durou 10 anos
• Liberais = Conservadores e vice-versa
Na verdade, a maior parte das grandes decisões da política nacional era tomada pelos
representantes do Executivo e do Legislativo, além dos conselheiros de Estado, ministros,
senadores e deputados. No topo da elite do Império estava o Conselho de Estado: o
“cérebro da monarquia”. Criado em 1823 e extinto pela reforma de 1834, o Novo Conselho
foi reinstaurado em 1841 e permaneceu em atividade até o fim do Império. Esse era o
“núcleo duro do Imperador”; o cargo era vitalício, podendo ser suspenso, pelo monarca, por
tempo indeterminado. Os ministros representavam o Poder Executivo, no entanto o
imperador era o primeiro titular e tinha total liberdade de escolha. A interferência e o poder
de veto do imperador, aliados à própria formação singular do ministério brasileiro, faziam
com que a vida política dos gabinetes fosse muito curta. Até 1861 foram onze os ministérios,
e 23 até o final do Império, em 1889.
SCHWARCZ, Lilia. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Cia. Das Letras, p. 281.
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
“O rei se diverte”, charge de Cândido Aragonez de Faria, publicada no jornal “O Mequetrefe”, 9/1/1878. https://ensinarhistoria.com.br/caricaturas-do-
segundo-reinado-critica-com-humor-e-ironia/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues.
• Criação do Ministério da Conciliação (1853-1858) união na
administração nacional
• A prática manteve-se até o início da década de 1870
• Período marcado pelo crescimento econômico proveniente da exportação
do café
• A partir da década de 1870 a conciliação foi deixada de lado efeitos da
Guerra do Paraguai; movimento abolicionista e o republicanismo
• Descontentamento dos liberais frente a manutenção das elites coloniais na
política imperial
• Pernambuco era um centro de produção açucareira
• Concentração fundiária nas mãos da oligarquia pernambucana/presença
portuguesa na província
• Liberais republicanos eram contra: a centralização do poder politico no Rio
de Janeiro; baixo investimento em Pernambuco; monopólio commercial
português e controle politico da oligarquia regional
• Influências vindas da Europa  a Primavera dos Povos (1848): uma série
de movimentos contra o absolutism e por melhores condições de trabalho
• 1845 é nomeado para a província o liberal Antônio Chichorro da Gama,
sendo exonerado 3 anos depois
Ânimos descontrolados contra o imperador (movimento armado em Olinda)
• Jornal Diário Novo publica o “Manifesto ao Mundo”  reivindicações dos
praieiros
• Omissão da questão escravista
• Prisão dos líderes após auxílio imperial às elites oligárquicas
• Em 1851 os líderes foram anistiados
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
• Inglaterra era a nação mais influente na política e economia brasileira
• Defesa britânica do fim da escravidão  ampliação do seu mercado
consumidor e resposta ao abolicionismo
• Pouca ação efetiva brasileira  gerou descontentamento do governo
inglês
• Estabilidade política e crescimento econômico  postura mais autônoma
diante da Inglaterra
• O navio britânico Príncipe de Gales encalha na província do Rio Grande
do Sul (1861)  a carga foi saqueada e a tripulação assassinada
• O diplomata inglês William Dougal Christie exige uma indenização de
3.200 libras esterlinas (1862)  recusa brasileira e início do conflito
• No meio das tensões: dois marinheiros ingleses foram presos no Rio de
Janeiro
• Mesmo com a soltura, Christie exigiu um pedido formal de desculpas do
governo brasileiro e a prisão dos brasileiros
• À beira da Guerra: navios da marinha inglesa bloquearam o porto do Rio
de Janeiro e capturaram 5 navios brasileiros
• Dom Pedro II solicita a mediação de Leopoldo I, rei da Bélgica
• Pagamento da indenização solicitada por Christie
• Leopoldo I deu parecer favorável ao Brasil e a Inglaterra se recusou a
pedir desculpas
• Após o rompimento das relações, o Brasil as retoma em 1865
• Atuação intervencionista do Brasil  objetivo de garantir seus interesses
na região
• Década de 1850  política interna uruguaia: Partido Blanco e Partido
Colorado
• Blancos: Proprietários rurais autoritários, avessos à presença brasileira e
aliados do expansionismo portenho (Buenos Aires)
• Aliança com Juan Manuel de Rosas (Gov. Buenos Aires)
Manuel Oribe (1792-1857), líder dos
“Blancos”
Juan Manuel de Rosas (1793-1877)
governante da província de Buenos
Aires - Argentina
• Rosas desejava união com o Uruguai  controlando a bacia do rio da
Prata (utilizado pelo Rio Grande do Sul)
• Colorados: comerciantes uruguaios aliados ao governo brasileiro / aliados
ao opositor de Rosas, José Urquiza – governador de Entre Rios
• Conflitos gaúchos e uruguaios sobre os limites das propriedades
• Em prol dos interesses dos charqueadores gaúchos  D. Pedro II ordena
a invasão a Montevidéo e Buenos Aires  destitui Oribe e Rosas
• Ação imperialista brasileira
• 1864: novamente invasão brasileira  deposição de Atanásio Cruz Aguirre
(Blanco) e posse de Venâncio Flores
• Rompimento de relações entre Brasil e Paraguai
• Diferentes interpretações sobre o conflito
• Guerra como “legítima defesa brasileira”: Paraguai como vilão
• Na América espanhola, a guerra é chamada de “Guerra da Tríplice
Aliança” ou de “Guerra do Brasil”
• Em prol dos interesses dos charqueadores gaúchos  D. Pedro II ordena
a invasão a Montevidéo e Buenos Aires  destitui Oribe e Rosas
• Ação imperialista brasileira
• Estopim: apreensão do navio brasileiro “Marquês de Olinda”
• Represália paraguaia às ações brasileiras no Uruguai e Argentina
• Conflito violento e prolongado
• (1864-1865) Ofensivas militares paraguaias
• Invasões: Brasil (MT) e Argentina (Corrientes)
• Apoio tático e financeiro da Inglaterra
• Interesse comum: livre navegação na região do Prata
• (1865) Formação da Tríplice Aliança  Brasil + Uruguai + Argentina
• Brasil: exército despreparado e atrasado
• Recrutamento da Guarda Nacional
• Descontentamento das elites tradicionais
• Contingente reforçado por escravos
• (1866) Escravos, que pudessem servir ao exército brasileiro, poderiam ser
alforriados e vendidos ao Estado
• Vitória da Tríplice Aliança
• A Guerra traz duras consequências sociais e econômicas ao Paraguai
• Controladas, as províncias deixaram de ser um empecilho para a
construção da ordem interna
• Expansão da produção do café no sudeste do país ajudou na
recuperação econômica do país
• Partido Liberal (Luzias)
• Partido Conservador (Saquaremas)
• Principal diferença era o posicionamento em relação a autonomia
das províncias.
• Retorno das atribuições do Poder Moderador
• 1847 - Parlamentarismo Brasileiro / Parlamentarismo às avessas
• Alternância entre Liberais e Conservadores - Política de Conciliação
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
• 1830 - Café passa a ser o produto mais relevante para a
exportação brasileira.
• Principais compradores: Europa e EUA
• Vale do Paraíba - região pioneira
• Expansão para o Oeste Paulista - terra fértil, se tornou a principal
região produtora de café em meados da década de 1870.
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
• Cafeicultores do Vale do Paraíba - visão mais arcaica
• Cafeicultores do Oeste Paulista - visão mais moderna das relações
de produção, região recebeu um enorme contingente de imigrantes.
• Outros produtos exportados: açúcar, algodão e borracha.
• Não renovação dos tratados comerciais
• Tarifa Alves Branco (1844) - aumento nas tarifas de produtos
importados (30 e 60%)
• Conflito de interesses com a Inglaterra. Resposta: Bill Alberdeen
(1845)
• 1845 - intensificação do tráfico negreiro para o Brasil.
PERÍODO REGENCIAL E SEGUNDO REINADO.pptx
• 1850 - Lei Eusébio de Queirós - Aumento do comércio interno e
incentivo às imigrações
• Interesses Ingleses
• Medo do Haitianismo - Política de Branqueamento (roupagem
“científica’)
• Guerras e desemprego na Europa
• Mentalidade escravocrata enraizada - condições de trabalho
encontradas por imigrantes era degradantes
• Refluxo dos trabalhadores para as cidades e províncias ao sul -
Política de Subsídio do Governo
• Lei de Terras (1850) - manutenção da concentração de terras no
Brasil
• Lei de Terras preparou o ‘terreno’ para a abolição.
• Reflexos na atualidade
• Fonte: reporterbrasil.org.br//2019/11/maior-concentracao-de-terras-
revelada-pelo-censo-agropecuario-incentiva-desmatamento-e-conflitos/
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  • 2. • Primeiro Reinado: Isolamento político (Autoritarismo de D. Pedro l) • Desgaste: Confederação do Equador e Guerra da Cisplatina • Abdicação prevista, mas não planejada.
  • 3. • CARAMURUS / RESTAUDORES: Defendiam retorno de D. Pedro e livre comércio. Composto por comerciantes e militares portugueses. • JURUJUBAS / LIBERAIS EXALTADOS: industrialização, descentralização do poder. Composto por jornalistas, funcionários públicos e militares de baixa patente. • CHIMANGOS / LIBERAIS MODERADOS: descentralização política, voto censitário, monarquia constitucional e manutenção do status agroexportador. Composto por proprietários rurais.
  • 5. • 1° AVANÇO LIBERAL: • 2° REGRESSO CONSERVADOR: Regência Trina Provisória Regência Trina Permanente Regência Una Antonio Feijó Regência Una Araújo Lima
  • 6. • Existiu por cerca de três meses até que pudesse ser eleito o governo permanente. • Processo de descentralização e autonomia do legislativo. • Anistiou os presos políticos e exilados e retornou com o ministério de brasileiros.
  • 7. • Destaque: ministro da justiça Padre Feijó (defendia um executivo mais forte e independente. • Articulou o enfraquecimento do exército. • Criação da Guarda Nacional: atraiu as elites, concedeu títulos de coronel e reprimiu as revoltas internas.
  • 8. • 1832: Código do Processo Criminal: Aumentava o poder dos juízes de paz. • 1834: Ato Adicional: experiência republicana. Suspendeu o poder moderador, determinou regências unas e criou as Assembleias Legislativas Provinciais.
  • 9. • Acusada de ser indecisa; • Discussão pelo fim da escravidão, temor dos conservadores; • Insatisfação das províncias mais distantes da capital; • A capacidade de Feijó passou a ser questionada; • Racha Liberal: Progressistas X Regressistas • 1837: Renúncia.
  • 10. • Apoiado pelos regressistas, acelerou a centralização política. • reprimiu as revoltas. • Implementou a Lei Interpretativa do Ato Adicional de 1840: revogou os direitos liberais conquistados; • Clima de Insegurança; • Golpe da Maioridade.
  • 13. • O Golpe da Maioridade foi uma estratégia dos liberais utilizada no período imperial, para resolver a grave crise política, herança do Período Regencial, e retirar os conservadores do poder; • Escolheram entregar o controle político ao imperador – junto à necessidade de ordem social; • Fundaram o Clube da Maioridade, liderado por Antônio Carlos de Andrade e Silva, irmão de José Bonifácio; • 23 de julho de 1840 – Pedro de Alcântara é declarado imperador do Brasil com 14 anos • Na primeira década do Segundo Reinado D. Pedro teve de lidar com a herança deixada pelo período anterior.
  • 14. Pedro, 1837. Pintado Por Félix Taunay.
  • 15. A coroação de Pedro em 18 de julho de 1841 por François- René Moreaux em 1842, no Museu Imperial.
  • 16. • Foi apoiado pelo Partido Liberal (antes Partido Progressista) • Primeiro ministério liberal – “Ministério dos Irmãos” Antonio Francisco e Francisco de Paula Cavalcanti; Antonio Carlos e Martim Francisco (irmãos Andradas) • Partido Conservador possuía a maioria no Parlamento, tornando-se oposição ao ministério liberal
  • 17. • Partido Liberal (Luzias) • Partido Conservador (Saquaremas) • Principal diferença era o posicionamento em relação a autonomia das províncias. • Ambos defensores da agroexportação, escravidão e exclusão política da maior parte da população. “Nada se assemelha mais a um “saquarema” do que um “luzia” no poder.” Holanda Cavalcanti Membros de uma mesma elite latifundiária, escravocrata e monarquista
  • 18. • Volta do Poder Moderador  perda do peso do debate centralização vs descentralização • D. Pedro II era um homem das letras  racional e aficionado por arte e ciência • Fazia longas viagens afim de conhecer o mundo • Criou em 1861 a Caixa Econômica da Corte (atual Caixa Econômica Federal)  para estimular a poupança entre os mais pobres / gerar empréstimos com juros mais baixos • Liberdade de imprensa • Um suposto simpatizante do regime republicano e democrático
  • 19. 1- (Unitau) A partir do golpe da maioridade, em 1840, a vida partidária brasileira resumiu-se a dois partidos: o antes partido progressista passou a chamar-se partido liberal e o regressista passou a chamar-se partido conservador. Pode-se considerar como característica desses partidos: a) Os partidos do império sempre tiveram plataformas políticas bem definidas. b) As divergências entre as várias classes da sociedade brasileira estavam representadas nos programas partidários. c) Do ponto de vista ideológico, não havia diferenças entre os liberais e conservadores, pois eram "farinha do mesmo saco". d) Os conservadores sempre estiveram no poder e os liberais sempre estiveram na oposição. e) Ambos tinham influência ideológica externa nos seus programas, apesar de proibido por lei.
  • 20. 1- (Unitau) A partir do golpe da maioridade, em 1840, a vida partidária brasileira resumiu-se a dois partidos: o antes partido progressista passou a chamar-se partido liberal e o regressista passou a chamar-se partido conservador. Pode-se considerar como característica desses partidos: a) Os partidos do império sempre tiveram plataformas políticas bem definidas. b) As divergências entre as várias classes da sociedade brasileira estavam representadas nos programas partidários. c) Do ponto de vista ideológico, não havia diferenças entre os liberais e conservadores, pois eram "farinha do mesmo saco". d) Os conservadores sempre estiveram no poder e os liberais sempre estiveram na oposição. e) Ambos tinham influência ideológica externa nos seus programas, apesar de proibido por lei.
  • 21. 2- (Unesp) O resultado da discussão política e a aprovação da antecipação da maioridade de D. Pedro II representou: a) o pleno congraçamento de todas as forças políticas da época. b) a vitória parlamentar do bloco partidário liberal. c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da Maioridade. d) a anulação da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares. e) a debandada do grupo político liderado por um proprietário rural republicano.
  • 22. 2- (Unesp) O resultado da discussão política e a aprovação da antecipação da maioridade de D. Pedro II representou: a) o pleno congraçamento de todas as forças políticas da época. b) a vitória parlamentar do bloco partidário liberal. c) a trama bem-sucedida do grupo conservador que fundara a Sociedade Promotora da Maioridade. d) a anulação da ordem escravista que prevalecia sobre os interesses particulares. e) a debandada do grupo político liderado por um proprietário rural republicano.
  • 23. • D. Pedro II dissolveu o Parlamento  tentativa de diminuir a influência dos conservadores (contrários ao ministério liberal) • Controle do eleitorado e tentativa de garantia de maioria no Parlamento pelos liberais  as eleições eram de voto aberto, masculino, censitário e indireto • “Eleições do Cacete”  estratégias violentas e corruptas de controle • Os conservadores denunciam  Dissolve-se o “Ministério dos Irmãos”  cria-se um ministério formado por conservadores
  • 24. • Convocação de novas eleições (1842) • Fim da eleição de dirigentes para a Guarda Nacional  O imperador deveria nomear (evitando o fortalecimento das elites locais) • Enfraquecimento dos juízes de paz  alteração do Código de Processo Criminal
  • 25. • Adoção de práticas violentas por parte dos conservadores  mesmas práticas criticadas nas “Eleições do Cacete” • Maioria conservadora no Parlamento • Início das Revoltas Liberais de 1842 • As revoltas controlam cidades do interior da província de São Paulo • Diogo Antônio de Feijó e Teófilo Otoni (MG) foram alguns dos líderes • As tropas imperiais vencem as revoltas
  • 27. A movimentação dos rebeldes em maio de 1842, na cidade de Sorocaba, onde a revolta começou. Óleo sobre tela de Ettore Marangoni. Domínio público
  • 28. Charge Bazar Eleitoral, 1867. Ângelo Agostini fez uma crítica à violência e à compra de votos, prática comum no Brasil neste período – não estando restrito somente às Eleições do Cacete de 1842.
  • 29. 1- (Pucpr) A causa da grande semelhança entre os programas dos Partidos Liberal e Conservador, durante o Segundo Reinado (1840 -1889) tem origem no(na): a) Claro desejo das duas facções de extinguir a vitaliciedade do Senado. b) Despreparo intelectual dos componentes dos dois partidos, antes fidalgos rústicos do que cavalheiros. c) Fato de que seus componentes representavam a classe dominante na vida política e na sociedade brasileira: a dos grandes proprietários rurais. d) Ação do Poder Moderador, muito poderoso, ao qual procuravam agradar com as mesmas estratégias. e) Desejo de maior autonomia às Províncias, uma vez que levavam em conta as heterogeneidades geográficas do Brasil.)
  • 30. 2- (Mackenzie) Sobre o parlamentarismo praticado durante quase todo o Segundo Reinado e a atuação dos partidos Liberal e Conservador, podemos afirmar que: a) ambos colaboraram para suprimir qualquer fraude nas eleições e faziam forte oposição ao centralismo imperial. b) as divergências entre ambos impediram períodos de conciliação, gerando acentuada instabilidade no sistema parlamentar. c) organizado de baixo para cima, o parlamentarismo brasileiro chocou-se com os partidos Liberal e Conservador de composição elitista. d) Liberal e Conservador, sem diferenças ideológicas significativas, alternavam-se no poder, sustentando o parlamentarismo de fachada, manipulado pelo imperador. e) os partidos tinham sólidas bases populares e o parlamentarismo seguia e praticava rigidamente o modelo inglês.
  • 31. • Criação de um Sistema de revezamento partidário (1847)  encerrar os conflitos • D. Pedro II passa a nomear o presidente do Conselho de Ministros  atuação como primeiro-ministro deveria indicar os outros ministros (formando o Gabinete do Governo) • Conselho de Estado seria aprovado (ou não) pelo Parlamento O imperador decidiria entre FECHAR O PARLAMENTO OU DEMITIR OS MINISTROS • O Poder Moderador centralizava as decisões políticas no imperador • O revezamento durou 10 anos • Liberais = Conservadores e vice-versa
  • 32. Na verdade, a maior parte das grandes decisões da política nacional era tomada pelos representantes do Executivo e do Legislativo, além dos conselheiros de Estado, ministros, senadores e deputados. No topo da elite do Império estava o Conselho de Estado: o “cérebro da monarquia”. Criado em 1823 e extinto pela reforma de 1834, o Novo Conselho foi reinstaurado em 1841 e permaneceu em atividade até o fim do Império. Esse era o “núcleo duro do Imperador”; o cargo era vitalício, podendo ser suspenso, pelo monarca, por tempo indeterminado. Os ministros representavam o Poder Executivo, no entanto o imperador era o primeiro titular e tinha total liberdade de escolha. A interferência e o poder de veto do imperador, aliados à própria formação singular do ministério brasileiro, faziam com que a vida política dos gabinetes fosse muito curta. Até 1861 foram onze os ministérios, e 23 até o final do Império, em 1889. SCHWARCZ, Lilia. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Cia. Das Letras, p. 281.
  • 34. “O rei se diverte”, charge de Cândido Aragonez de Faria, publicada no jornal “O Mequetrefe”, 9/1/1878. https://ensinarhistoria.com.br/caricaturas-do- segundo-reinado-critica-com-humor-e-ironia/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues.
  • 35. • Criação do Ministério da Conciliação (1853-1858) união na administração nacional • A prática manteve-se até o início da década de 1870 • Período marcado pelo crescimento econômico proveniente da exportação do café • A partir da década de 1870 a conciliação foi deixada de lado efeitos da Guerra do Paraguai; movimento abolicionista e o republicanismo
  • 36. • Descontentamento dos liberais frente a manutenção das elites coloniais na política imperial • Pernambuco era um centro de produção açucareira • Concentração fundiária nas mãos da oligarquia pernambucana/presença portuguesa na província • Liberais republicanos eram contra: a centralização do poder politico no Rio de Janeiro; baixo investimento em Pernambuco; monopólio commercial português e controle politico da oligarquia regional • Influências vindas da Europa  a Primavera dos Povos (1848): uma série de movimentos contra o absolutism e por melhores condições de trabalho
  • 37. • 1845 é nomeado para a província o liberal Antônio Chichorro da Gama, sendo exonerado 3 anos depois Ânimos descontrolados contra o imperador (movimento armado em Olinda) • Jornal Diário Novo publica o “Manifesto ao Mundo”  reivindicações dos praieiros • Omissão da questão escravista • Prisão dos líderes após auxílio imperial às elites oligárquicas • Em 1851 os líderes foram anistiados
  • 39. • Inglaterra era a nação mais influente na política e economia brasileira • Defesa britânica do fim da escravidão  ampliação do seu mercado consumidor e resposta ao abolicionismo • Pouca ação efetiva brasileira  gerou descontentamento do governo inglês • Estabilidade política e crescimento econômico  postura mais autônoma diante da Inglaterra • O navio britânico Príncipe de Gales encalha na província do Rio Grande do Sul (1861)  a carga foi saqueada e a tripulação assassinada • O diplomata inglês William Dougal Christie exige uma indenização de 3.200 libras esterlinas (1862)  recusa brasileira e início do conflito
  • 40. • No meio das tensões: dois marinheiros ingleses foram presos no Rio de Janeiro • Mesmo com a soltura, Christie exigiu um pedido formal de desculpas do governo brasileiro e a prisão dos brasileiros • À beira da Guerra: navios da marinha inglesa bloquearam o porto do Rio de Janeiro e capturaram 5 navios brasileiros • Dom Pedro II solicita a mediação de Leopoldo I, rei da Bélgica • Pagamento da indenização solicitada por Christie • Leopoldo I deu parecer favorável ao Brasil e a Inglaterra se recusou a pedir desculpas • Após o rompimento das relações, o Brasil as retoma em 1865
  • 41. • Atuação intervencionista do Brasil  objetivo de garantir seus interesses na região • Década de 1850  política interna uruguaia: Partido Blanco e Partido Colorado • Blancos: Proprietários rurais autoritários, avessos à presença brasileira e aliados do expansionismo portenho (Buenos Aires) • Aliança com Juan Manuel de Rosas (Gov. Buenos Aires)
  • 42. Manuel Oribe (1792-1857), líder dos “Blancos” Juan Manuel de Rosas (1793-1877) governante da província de Buenos Aires - Argentina
  • 43. • Rosas desejava união com o Uruguai  controlando a bacia do rio da Prata (utilizado pelo Rio Grande do Sul) • Colorados: comerciantes uruguaios aliados ao governo brasileiro / aliados ao opositor de Rosas, José Urquiza – governador de Entre Rios • Conflitos gaúchos e uruguaios sobre os limites das propriedades • Em prol dos interesses dos charqueadores gaúchos  D. Pedro II ordena a invasão a Montevidéo e Buenos Aires  destitui Oribe e Rosas • Ação imperialista brasileira • 1864: novamente invasão brasileira  deposição de Atanásio Cruz Aguirre (Blanco) e posse de Venâncio Flores • Rompimento de relações entre Brasil e Paraguai
  • 44. • Diferentes interpretações sobre o conflito • Guerra como “legítima defesa brasileira”: Paraguai como vilão • Na América espanhola, a guerra é chamada de “Guerra da Tríplice Aliança” ou de “Guerra do Brasil” • Em prol dos interesses dos charqueadores gaúchos  D. Pedro II ordena a invasão a Montevidéo e Buenos Aires  destitui Oribe e Rosas • Ação imperialista brasileira
  • 45. • Estopim: apreensão do navio brasileiro “Marquês de Olinda” • Represália paraguaia às ações brasileiras no Uruguai e Argentina • Conflito violento e prolongado • (1864-1865) Ofensivas militares paraguaias • Invasões: Brasil (MT) e Argentina (Corrientes) • Apoio tático e financeiro da Inglaterra • Interesse comum: livre navegação na região do Prata • (1865) Formação da Tríplice Aliança  Brasil + Uruguai + Argentina • Brasil: exército despreparado e atrasado
  • 46. • Recrutamento da Guarda Nacional • Descontentamento das elites tradicionais • Contingente reforçado por escravos • (1866) Escravos, que pudessem servir ao exército brasileiro, poderiam ser alforriados e vendidos ao Estado • Vitória da Tríplice Aliança • A Guerra traz duras consequências sociais e econômicas ao Paraguai
  • 47. • Controladas, as províncias deixaram de ser um empecilho para a construção da ordem interna • Expansão da produção do café no sudeste do país ajudou na recuperação econômica do país
  • 48. • Partido Liberal (Luzias) • Partido Conservador (Saquaremas) • Principal diferença era o posicionamento em relação a autonomia das províncias.
  • 49. • Retorno das atribuições do Poder Moderador • 1847 - Parlamentarismo Brasileiro / Parlamentarismo às avessas • Alternância entre Liberais e Conservadores - Política de Conciliação
  • 51. • 1830 - Café passa a ser o produto mais relevante para a exportação brasileira. • Principais compradores: Europa e EUA • Vale do Paraíba - região pioneira • Expansão para o Oeste Paulista - terra fértil, se tornou a principal região produtora de café em meados da década de 1870.
  • 53. • Cafeicultores do Vale do Paraíba - visão mais arcaica • Cafeicultores do Oeste Paulista - visão mais moderna das relações de produção, região recebeu um enorme contingente de imigrantes. • Outros produtos exportados: açúcar, algodão e borracha.
  • 54. • Não renovação dos tratados comerciais • Tarifa Alves Branco (1844) - aumento nas tarifas de produtos importados (30 e 60%) • Conflito de interesses com a Inglaterra. Resposta: Bill Alberdeen (1845) • 1845 - intensificação do tráfico negreiro para o Brasil.
  • 56. • 1850 - Lei Eusébio de Queirós - Aumento do comércio interno e incentivo às imigrações • Interesses Ingleses • Medo do Haitianismo - Política de Branqueamento (roupagem “científica’) • Guerras e desemprego na Europa
  • 57. • Mentalidade escravocrata enraizada - condições de trabalho encontradas por imigrantes era degradantes • Refluxo dos trabalhadores para as cidades e províncias ao sul - Política de Subsídio do Governo • Lei de Terras (1850) - manutenção da concentração de terras no Brasil
  • 58. • Lei de Terras preparou o ‘terreno’ para a abolição. • Reflexos na atualidade • Fonte: reporterbrasil.org.br//2019/11/maior-concentracao-de-terras- revelada-pelo-censo-agropecuario-incentiva-desmatamento-e-conflitos/