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Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
PROJECTO CURRICULAR DE GRUPO
2017/2018
Gradil, 2017
PCG 2017 - Sala Amarela, JI do Gradil
Índice
Índice 3
Plano Curricular de Grupo (PCG) da Sala Amarela do Jardim de Infância do Gradil 4
1. Diagnóstico 4
1.1 Caracterização do Grupo 4
1.2 Caracterização do Ambiente Educativo 4
2. Fundamentação das opções didáticas e pedagógicas 6
2.1 Metodologias e modelos de desenvolvimento curricular 6
2.2 Plano Estratégico 8
3. Procedimentos de Avaliação 10
3.1 Avaliação das aprendizagens 10
3.2 Avaliação do Plano de Turma 12
Anexos 13
Plano Curricular de Grupo (PCG) da Sala Amarela do Jardim de Infância do Gradil
O PCG pressupõe a organização escrita das dinâmicas e ideias que sustentam e consubstanciam as práticas
pedagógicas e educativas. Esta organização baseia-se num levantamento profundo das necessidades, numa análise
reflexiva dos recursos disponíveis e na ponderação sobre as estratégias e atividades que o possam operacionalizar.
As páginas que a seguir se apresentam pretendem facilitar a compreensão das opções e estratégias educativas
que promoverão e proporcionarão a obtenção dos objetivos que também se enunciam. Servem para expor, potenciar a
reflexão alargada (a Pais, Famílias, à Comunidade, etc.) sobre as opções educativas e metodológicas e proporcionar,
desse modo, a participação ativa de todos na construção de um modelo educativo inclusivo e integrado que sirva a
escola, as famílias, os alunos, a comunidade e o seu desenvolvimento continuado.
A divulgação é também um dos seus objetivos e, nesse sentido, este documento está também vocacionado para
uma fácil e alargada disseminação onde, por exemplo, a internet poderá assumir um carácter fundamental.
Dividido em quatro grandes áreas: Diagnóstico, Fundamentação das opções Didáticas e Pedagógicas,
Procedimentos de Avaliação e Anexos, ambiciona, através de um texto que se pretende claro e clarificador de
conceitos, uniformizar linguagens e contextos, de forma a permitir uma consciência coletiva interventiva e promotora
de Qualidade no desempenho educativo.
1. Diagnóstico
1.1 Caracterização do Grupo
Com base nos dados disponíveis (em anexo) e correlacionando-os com a informação pontual e oficiosa
disponibilizada por encarregados de educação e famílias, é de crer que a coesão do grupo potenciará o
desenvolvimento de estratégias de aprendizagem funcional e de pesquisa, que aumentarão os espaços de
desenvolvimento social e humano.
O grupo é constituído por 19 crianças alegres (14 meninas e 5 meninos), bem-dispostas, interessadas, que gostam
de colaborar nas atividades e têm iniciativa para propor outras atividades. Têm boa relação com os adultos e têm um
bom sentido de colaboração e partilha. São, de forma geral, conversadores e desinibidos, embora algumas crianças
revelem ainda alguma incomodidade na partilha em grande grupo. O facto de o grupo ser heterogéneo em termos
etários, com maior prevalência de crianças com 3 e 4 anos, (média etária de 3,27 anos) pressupõe a necessidade de
atenção do adulto educador quer ao nível do apoio direto à realização das atividades de caráter social e de apoio
cognitivo quer mesmo de aprendizagem funcional.
Considerando o desenvolvimento do grupo, nos aspetos que versem uma aceitação formal de regras e
comportamentos de convívio social, de partilha e de valores de comunidade, será necessário desenvolver tarefas
específicas de promoção e contextualização atitudinal, coerentes com o nível de desenvolvimento etário dos alunos.
A origem cultural e social do grupo, bem como o historial de participação das famílias na vida escolar será tida em
conta e poderá aumentar consideravelmente a realização dos objetivos estratégicos do Projeto Curricular de Grupo e
especificamente aqueles que se cruzam com o Plano Anual de Atividades do estabelecimento, que foi definido
previamente e sem a participação do docente agora responsável pelo grupo. Nesse sentido, a dinamização das
atividades, a partir de dinâmicas específicas da Sala Amarela, tentará, por essa via, tornar mais lato o espaço de
influência dos alunos e do docente na “vida da escola”.
Não existem, na turma, situações que requeiram especial atenção em termos de necessidades educativas
especiais.
1.2 Caracterização do Ambiente Educativo
O Jardim de Infância do Gradil, é um estabelecimento oficial da Rede Pública que pertence ao agrupamento de
escolas Professor Armando Lucena, Mafra e que serve essencialmente as crianças da Freguesia do Gradil, mas também
de outras localidades em redor.
O edifício dispõe de três salas, duas de atividades, com casa-de-banho integradas no mesmo espaço, e uma sala
polivalente. Possui também refeitório e cozinha, dois gabinetes: um para educadores, outro para assistentes
operacionais. O espaço exterior, ao redor do edifício, dispõe de um brinquedo de exterior e um pequeno espaço verde.
A salas do jardim-de-infância são espaços agradáveis com cerca de 50 m2, que dispõe de iluminação natural, em
virtude da existência de amplas janelas‐porta de acesso ao espaço exterior, numa das paredes.
O mobiliário existente não é adequado às idades e estaturas das crianças, mas como o espaço de atividades é
“desenhado”, em cada ano, de forma a acolher o grupo específico, nas suas particularidades, optar-se-á, durante o ano
letivo, por “exteriorizar” algumas das atividades e áreas específicas, potenciando, dessa forma, a consciência do espaço
global e os fundamentos da articulação e da continuidade educativa. O princípio do “espaço amplo” e
tecnologicamente assistido é considerado, para efeitos de aproveitamento físico das condições naturais (luz,
aquecimento, etc.) de acordo com das condições de enquadramento arquitectónico da escola.
As áreas de “Leitura” e de “atividade física – educação física” foram deslocadas para outros espaços da escola,
tendo sido adequada uma sala do edifício para Biblioteca e a sala polivalente também sofreu adequações, no início do
ano letivo, para uma melhor rentabilização. As atividades de promoção da atividade física e o desenvolvimento
psicomotor serão, maioritariamente, desenvolvidos neste último espaço.
As salas do Jardim de Infância funcionam entre as 9.00h às 12.00h e das 13.30h às 15.30h, sendo o restante
horário, compreendido entre as 7.30h e as 9.00h, as 12h e as 13.30h assegurado pelas Atividades de Animação e de
Apoio à Família (AAAF) - Refeições, dos serviços da Câmara Municipal de Mafra. O estabelecimento não dispõe de
serviço de prolongamento de horário da tarde.
Em cada sala existe um educador de infância (neste momento, em termos de vínculo, existem dois educadores de
Quadro de Agrupamento) com o apoio complementar de três assistentes operacionais.
O serviço de AAAF assegura todo o espaço complementar de apoio socioeducativo, composto por prolongamento
de horário da manhã e serviço de refeições.
Como se trata de um estabelecimento da Rede Pública de Educação Pré-escolar, o Educador de Infância
responsável por cada sala possui autonomia pedagógica, sendo, contudo, tutelado pelo Estado (Ministério da
Educação), através da legislação em vigor, nomeadamente, das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar
(http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf).
Existe um trabalho de parceria entre os educadores de infância e os assistentes operacionais, nomeadamente
através da organização de um Projeto de Atividades de Animação e Apoio às Famílias (definido em sede de
Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena), no qual consta o
modelo de planificação conjunta de atividades e da responsabilidade, análise e avaliação de atividades e estratégias e
reflexão conjunta das práticas, bem como o modelo de supervisão pedagógica da oferta complementar. A coordenação
de atividades é feita em reuniões mensais.
Calendário Escolar
Início da atividade letiva
Final da atividade
letiva
1º Período 13 de setembro 2017 15 de dezembro 2017
2º Período 3 de janeiro 2018 23 de março 2018
3º Período 9 de abril 2018 22 de junho 2018
Interrupções Letivas
Natal De 18 de dezembro de 2017 a 2 de janeiro de 2018
Carnaval De 12 a 14 de fevereiro de 2018
Páscoa De 26 de março de 2018 a 6 de abril de 2018
Período de avaliação
1º Período De 3 a 5 de janeiro de 2018
2º Período De 9 a 11 de abril de 2018
Final do ano A definir
Reuniões*
*Reuniões pré‐marcadas:
1ª terça-feira de cada mês – Reunião de Departamento (2 horas)
Terça-feira – Atendimento aos Encarregados de Educação (2 horas)
Ultima segunda-feira de cada mês – Reunião de Estabelecimento (2 horas)
4ª terça-feira de cada mês – Reunião Educadores estabelecimento com Assistentes Operacionais (2 horas)
2. Fundamentação das opções didáticas e pedagógicas
2.1 Metodologias e modelos de desenvolvimento curricular
A elaboração de qualquer projeto pressupõe um processo que tem como referências um ponto de partida
(situação que se pretende modificar), um ponto de chegada (uma ideia do que se pretende modificar) e a previsão do
processo de “construção” (o “como” fazer).
A realização de um projeto exige, na escola como na vida pessoal ou social, que este se precise através da
elaboração de planos que estabelecem quem faz o quê, quando e quais os recursos necessários. O plano de um projeto
deverá prever a quem são os intervenientes, como se organizam, as estratégias de ação a desenvolver, os recursos
necessários, bem como as atividades que permitam concretizar o projeto.
Dado que o projeto se centra no desenvolvimento de um processo, existem três características que o distinguem
de um plano, a ver:
Flexibilidade – o projeto vai‐se concretizando através de uma evolução que pode não ser inteiramente prevista. A
sua flexibilidade permite a sua adaptação e adequação constante;
Contexto específico de desenvolvimento – o sentido de um projeto decorre do contexto específico em que se
desenvolve. O projeto tem uma dimensão temporal que articula passado, presente e futuro, num processo
evolutivo que se vai construindo;
Empenhamento do grupo – porque corresponde a um desejo, intenção ou interesse, o projeto é alvo de uma carga
emotiva (empenhamento e compromisso do grupo) que o distingue da mera realização do plano.
Se tomarmos o Currículo, em sentido lato, como aquilo que se considera que a Escola deve fazer aprender aos
seus alunos, porque essa aprendizagem lhes será necessária como pessoas e cidadãos, defrontamo‐nos com a primeira
das questões fundadoras do currículo e que é a seguinte: O que se julga que deve ser aprendido, e por isso, ensinado?
Este o quê? Inicial não constitui, contudo, o primeiro momento na ordem lógica do processo. De facto, ao
decidir‐se o quê? assumem‐se, de forma explícita ou implícita, opções de fundo quanto à justificação e finalização dessa
escolha – as metas e objetivos: o para quê?
A problemática da diversidade cultural e social dos alunos nas sociedades atuais e, especificamente, das
comunidades locais, constitui o ponto crítico deste debate curricular e o eixo central da mudança que estamos a viver
nas relações entre a Escola e a sociedade, exatamente porque o currículo constitui a matéria substantiva da ação da
Escola e é a sua justificação institucional.
Ou seja, existe Escola porque e enquanto se reconhece necessário garantir a passagem sistemática de um
currículo – entendido como o corpo das aprendizagens socialmente reconhecidas como necessárias, sejam elas de
natureza científica, pragmática, humanista, cívica, interpessoal ou outra.
Desta consciência da centralidade do currículo advém a ideia de currículo como sinónimo de “conjunto articulado
de normativos programáticos”, na qual reside também o entendimento – questionável – de que a escola é (era) o meio
de acesso aos saberes que, tendencialmente, os programas cobriam.
Embora a nível do discurso educativo se fale constantemente dos novos papéis da escola e do docente, a verdade
é que esta conceção de currículo/programa continua bem instalada e muito pouco mudada nas práticas e
mentalidades.
Pensar a escola em termos curriculares implica repensar essa lógica e procurar novas respostas, na sociedade
atual, às questões definidoras do Currículo, ou do Plano de Turma: O que se quer fazer aprender na escola? A quem? E
para quê?
As sociedades atuais requerem cada vez mais a melhoria do nível de educação dos seus cidadãos por um conjunto
de razões: porque a competição económica o exige mas também porque a qualidade e melhoria da vida social passa
cada vez mais pelo domínio de competências, incluindo competências para aprender, colaborar e conviver, pelo nível
cultural geral dos indivíduos e pela sua capacidade de se integrarem numa sociedade construída sobre múltiplas
diversidades.
Considerando que a Educação Pré-Escolar é um processo, não é necessário definir, rigorosamente, o que as
crianças devem aprender. A progressão e a diferenciação das aprendizagens supõem que todas e cada uma das crianças
tenham ocasião de progredir a partir do nível em que se encontra, de acordo com a sua história pessoal, competências
inatas, disponibilidade e projeto pessoal.
A Educação Pré-Escolar situa-se na continuidade de um processo que se iniciou com a família e/ou numa
instituição educativa, logo, com diferentes percursos, características, origens, as crianças (e famílias) apresentam
informação pertinente que deve ser gerida no sentido de promover, para o futuro, um bom plano relacional (com a
família e com a criança) mas também com a comunidade.
O objetivo de orientar a prática pedagógica para processos educativos mais centrados na aprendizagem dos
alunos e nos seus interesses, permitindo uma articulação entre diferentes áreas e domínios do saber permite, do ponto
de vista didático, a utilização de um modelo de Abordagem de Projeto como “um estudo em profundidade de um
determinado tópico que as crianças levam a cabo” (Katz, 1997, p.3).
A abordagem de projeto e com “projetos” favorece o aprofundamento e a compreensão do conhecimento do
mundo em que a criança vive e das suas próprias experiências, pois, ao centrar‐se nos objetivos intelectuais faz com
que o conhecimento se torne mais significativo, podendo ser realizado com qualquer tema desde que parta dos
interesses das crianças.
Nesse sentido, também o docente passa a ser um incentivador da interação entre as crianças e o mundo que as
cerca, enfatizando a participação ativa delas.
Este tipo de abordagem não é, necessariamente, a totalidade do projeto curricular, mas pode ser parte dele,
podendo contudo assumir uma posição privilegiada de modo a estimular as capacidades emergentes das crianças e
ajudá‐las no seu desenvolvimento.
Na abordagem de projeto por haver interesse e motivação da criança há, também, um maior envolvimento. A
criança pode escolher entre uma variedade de atividades que o docente oferece, que deseja realizar, e de acordo com
suas possibilidades de enfrentar desafios. Nesse sentido, é importante que o professor e os alunos compreendam que a
escola é vida e que as experiências escolares devem ser naturais e compartilhadas, de modo que todas as crianças delas
possam participar e contribuir ativamente.
Na maior parte das vezes, a origem das experiências é inesperada, pois depende de um acontecimento ocorrido
num determinado espaço e tempo, no entanto, o seu prolongar obriga a um planeamento, nomeadamente que
organize as atividades que as crianças podem realizar, a aplicação das suas capacidades, a disponibilidade de recursos,
o interesse do professor e o momento do ano letivo que o projeto apareceu.
É importante notar que nem todas as crianças desenvolvem os mesmos tópicos com o mesmo grau de interesse,
mas pode ser muito importante a maneira como o educador apresenta a temática/projeto atraindo a atenção delas,
relacionando a novidade com algo já conhecido.
Esta não é a única forma de desenvolver os projetos de aula, mas certamente será uma dos mais promissoras
porque atrai o interesse das crianças de modo a envolvê‐las em atividades desafiantes e motivadoras.
É nesse sentido que o PCG da Sala Amarela do Jardim‐de‐infância do Gradil pretende disponibilizar um conjunto
de pressupostos facilitadores do processo educativo com base numa perspetiva de Abordagem de Projeto e é nesta
perspetiva que toda a opção estratégica do educador será construída.
A transição de crianças entre diversos ciclos provoca também alterações a hábitos que deve ser prevenida através
de um espaço de trabalho colaborativo, entre docentes da Escola, que, no caso em apreço, se posiciona como
fundamental.
Sendo o grupo da Sala Amarela constituído, na sua globalidade por alunos oriundos do meio envolvente da escola,
e sendo, maioritariamente em termos etários, de crianças com 3 e 4 anos, a atividade educativa a desenvolver
pressupõe uma atenção específica ao “local”, bem como às características específicas da comunidade, no que concerne
a estruturas cognitivas, exigências escolares e desenvolvimento técnico e formal.
O espaço do meio envolvente (Comunidade), que se caracteriza, também, por ser um espaço constante de
colaboração e partilha, potenciará a criação de efetivas redes de parceria que objetivem um desenvolvimento
sustentado do espaço de implantação da Escola na Comunidade local, de onde se destacam as necessidade de intensa
colaboração a vários níveis, designadamente com instituições e empresas de zona, bem como na disponibilização de
serviços e produtos por parte de algumas delas, para atividades escolares e letivas, como no caso de cedência gratuita
de transportes ou a baixo preço ou na cedência de materiais e equipamentos para atividades curriculares e
extraescolares.
Pelo atrás exposto, considerar‐se‐ão prioritárias as vertentes de educação cívica e social, com base na organização
de um ambiente educativo potenciador de uma adequação cultural e etnológica dos alunos, na qual, paralelamente
seja possível atingir uma adequada proficiência na utilização de novos instrumentos educativos, bem como na
utilização de novas linguagens e códigos, que potenciem uma verdadeira integração socioeducativa de todos os alunos.
2.2 Plano Estratégico
O desenvolvimento de temas para trabalho no jardim-de-infância relacionados com a “Educação para a
Cidadania”, tal como definido no Projeto Educativo do Agrupamento (PEA) abrangem um vasto campo de conteúdos e
conhecimentos que não podem ser desenvolvidos sob a forma de “lições” cuja sucessão e continuidade são
estritamente programadas à partida pelo Educador. O trabalho sobre cidadania e desenvolvimento pessoal e social
(onde se incluem os vários vetores) obriga a recorrer a métodos pedagógicos por objetivos que tornem operatórias as
estratégias educativas.
O trabalho do educador deve orientar as atividades para a realização de objetivos educativos que possam atribuir
significado a essas atividades. No fundo, trata‐se de promover a aquisição de comportamentos e atitudes pessoais,
sociais, ambientais e ecológicas através de metodologias em que a aprendizagem efetiva parta do conhecimento
emergente que advém da experimentação e da organização intelectual, por fases, características das crianças em idade
pré-escolar.
Tendo em conta o título do projeto do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, “Da Terra ao Mar E
rumo ao Futuro”, e ao qual a Sala Amarela está obrigada, as dinâmicas de valorização deste tema surgirão como
consequência e desenvolvimento natural do trabalho desenvolvido, fortalecendo e realinhando a ligação do Plano
Anual de Atividades (PAA) com o Projeto Educativo do Agrupamento (PE), através da organização de atividades
integradas e integradoras que potenciem e contribuam para a compreensão da importância dos processos de respeito
pelo ambiente e pelo planeta Terra.
A assunção de competências e comportamentos de valorização da partilha e do respeito pelo outro, pelo contexto
e pelo “local”; pelas interações sociais e humanas de respeito pela diversidade e pela definição de comportamentos são
os principais objetivos a desenvolver ao longo do ano letivo. Pelo exposto, o PCG orientará a sua ação para a
dinamização de atividades congruentes com a especificidade quer do nível etário dos alunos quer da estrutura da sala,
respeitando as dinâmicas da escola e a sua matriz.
Estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que vive, aprendendo a
respeitá‐lo; Despertar na criança a importância do Outro, das relações e das interdependências sociais e culturais;
Promover novas aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência de que pertencemos a uma
comunidade com igualdades e diferenças e com direitos e deveres serão os principais parâmetros orientadores para
explorar e promover novas aprendizagens, encontrando‐se a expressão de interrogação e de tomada de consciência, de
compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação, como necessárias para uma cabal
compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e às suas regras.
É fundamental que as atividades, lógicas e reflexões presentes neste PCG contribuam para a consolidação de
competências indispensáveis à vida pessoal e social, quer pela sua eficácia, como por exemplo, competências
orientadas para a resolução de problemas ou para a tomada de decisões fundamentadas, quer pelo enriquecimento
pessoal, quer pela capacidade/competência de entender e fruir bens como a música ou a arte.
Independentemente das áreas transversais sobre as quais se fundamente a prática letiva, bem como as rotinas
diárias, far‐se‐á uma integração de conteúdos e temáticas específicas, das quais se apresentam, de seguida, as
principais, e que terão respetiva delimitação na planificação semanal de atividades:
‐ No âmbito do desenvolvimento motor e educação física, a execução de atividades motoras organizadas e de
educação e promoção física, devidamente calendarizadas e rotinadas, permitem que a criança adquira,
progressivamente um conhecimento mais adequado e composto de utilização do seu corpo e também o
reconhecimento de fronteiras físicas, sociais e culturais. A tomada de consciência do corpo enquanto veículo
de comunicação é também um dos objetivos das atividades de educação e formação motora, servindo estas
ainda para a compreensão e aceitação de regras e alargamento da linguagem. A expressão motora é um meio
de descoberta de si e dos outros e das interações e inter-relações sociais. Ao possibilitar a interação com
diferentes conteúdos relativos ao ser e estar sociais, bem como aos comportamentos e atitudes pessoais e
coletivos, a criança toma consciência de si e dos outros e do seu papel no contexto em que vive.
Neste campo em particular, aproveitar-se-á a experiência de dinâmicas expressivas (dança, exploração do
corpo, expressão dramática, etc.) desenvolvidas em parceria, bem como se fará um enfoque específico nos
hábitos de higiene e segurança alimentar, com especial atenção a projetos como o da escovagem dos dentes,
de fruta escolar ou de práticas de sono.
‐ A parceria didática e pedagógica desenvolvida com as Bibliotecas Escolares permitirá a promoção de um
conjunto de atividades e estratégias diversas na qual se fomenta a estruturação de conteúdos específicos
sobre as funções da escrita, sobre o livro e a leitura, sobre a função informativa da escrita e sobre as
necessidades literácitas, que serão exploradas através de estratégias de leitura partilhada.
Manter-se-ão e valorizar-se-ão dinâmicas de visita de “contadores de histórias” e será dado especial ênfase à
colaboração alargada com outras salas de jardim de infância e estabelecimentos, numa lógica de articulação
horizontal.
‐ O domínio das expressões, nomeadamente das expressões plástica e dramática, potencia o desenvolvimento
de espaços de interação e de comunicação que servem para promover o domínio da linguagem e das suas
formas.
Neste particular, a atividade “Adequação ao Meio Aquático - Piscina”, que está, atualmente, a ser preparada
pela Associação de Pais, numa lógica de promover, além de um espaço de adequação ao meio aquático, todo
um conjunto de competências e habilidades específicas no contexto desenvolvimental das crianças entre os 3
e os seis anos, que, a par das demais atividades de experimentação físico-motora, potencia a dinamização de
experiências inovadores, pedagogicamente evoluídas e de total interesse técnico-pedagógico, que determinam
uma oferta complementar única e exclusiva, será uma atividade de grande importância.
‐ O espaço multimédia, como estratégia de diversificação de formas de compreensão do real, permite a
aprendizagem das diversas formas e funções, de forma motivadora e atual, logo, permitindo uma
sensibilização específica ao código informático, cuja envolvência social é cada vez mais notória. Com a
utilização de instrumentos "tecnológicos" que servem, fundamentalmente para brincar, desenvolvem‐se
competências linguísticas, motoras e de expressão, mas também se abre caminho a um conjunto de atividades
e estratégias de desenvolvimento cognitivo e matemático. Através da exploração do caráter lúdico e do jogo
simbólico, com recurso a "meios informáticos", aliada à exploração de conteúdos identitários, de
independência e autonomia, as atividades de caráter “tecnológico” mas não diretamente instrumental servem
os propósitos de potenciar a área de Formação Pessoal e Social nos seus múltiplos aspetos. Por outro lado, o
processo de construção/acompanhamento e execução de uma página de internet, onde se destaca o espaço
de relação/cooperação interdisciplinar e com outros parceiros educativos é também um espaço de trabalho
cooperativo à distância, nomeadamente através da colaboração/partilha com outros alunos, com outras
escolas, com outros profissionais e com as famílias. A partir da troca de correspondência eletrónica, motivar-
se-ão estratégias de reflexão científica, de experimentação e análise, ligadas a conteúdos ambientais, de
raciocínio lógico‐matemático e de aquisição da linguagem.
Quer no espaço pedagógico, quer no espaço de comunicação (formal e informal) far‐se‐á, ao longo do
desenvolvimento do ano letivo, um enfoque específico na utilização destes canais, potenciando quer as
competências formais e académicas, quer as competências relacionais e de pertença social das crianças e
adultos envolvidos, nomeadamente através da dinamização dos espaços na web http://jigradil.blogspot.com
e https://www.facebook.com/salamarelajigradil/, que serão espaços de comunicação primordiais e que
funcionarão como portfólio digital do grupo.
- A construção de “redes” de apoio, reflexão e ação, designadamente redes sociais e interpessoais, que
decorrem quer do “uso” de instrumentos tecnológicos, quer das relações pessoais, sustentarão parte da
atividade de integração de conteúdos, sendo, por isso, fontes prioritárias de gestão do conhecimento do
grupo. A participação em projetos específicos (E-Twinning, Fóruns de reflexão, utilização das redes sociais,
desenvolvimento de parcerias institucionais e participação em projetos nacionais – Projecto Ciência na Escola
2918, PNL, Educação para a Saúde, etc.) consubstanciará, também, a modelação de estruturas de apoio
pedagógico, didático e educativo para o desenvolvimento do ato educativo.
Por último, uma nota para a utilização constante e coerente de instrumentos e canais de comunicação
baseados em novos e renovados meios de comunicação, com especial destaque para a utilização da internet e
de redes virtuais de parceria e aprendizagem.
3. Procedimentos de Avaliação
3.1 Avaliação das aprendizagens
A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que implica procedimentos adequados à
especificidade da atividade educativa no jardim-de-infância, tendo em conta a eficácia das respostas educativas.
Permitindo uma recolha sistemática de informações, a avaliação implica uma tomada de consciência da ação, sendo
esta baseada num processo contínuo de análise que sustenta a adequação do processo educativo às necessidades de
cada criança e do grupo, tendo em conta a sua evolução.
Como se refere nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, “a construção e desenvolvimento do
currículo e a sua adaptação ao grupo de crianças que, em cada ano, frequenta o jardim de infância inicia-se através da
recolha de informação sobre o contexto social e familiar da criança, bem como sobre o processo educativo
anteriormente realizado, no jardim de infância, se já o frequentou, ou sobre as experiências de aprendizagem que as
crianças vivenciaram no contexto familiar e/ou na creche. Para além da informação sobre o percurso anterior, o/a
educador/a observa também cada criança e as suas interações no grupo, para perceber se se sente bem e está
integrada e para conhecer os seus saberes e interesses (observando o que a criança faz, como interage, ouvindo o que
diz, recolhendo diversos trabalhos que realiza, etc.)” (p. 17).
É, por conseguinte, a partir deste conjunto de informações, ou seja, desta primeira avaliação ou caracterização
inicial, que as intenções educativas terão de ser explicitadas, bem como planeada a sua intervenção, através da
elaboração do PCG em articulação com o projeto educativo do estabelecimento educativo/agrupamento de escolas.
A avaliação da organização do ambiente educativo permite refletir sobre as suas potencialidades educativas, a
partir do que se observa: da exploração e utilização dos espaços e materiais; das interações e relações entre crianças e
entre crianças e adultos; da distribuição e utilização do tempo. É a partir dessa observação, e da escuta das opiniões e
sugestões das crianças e de outros elementos da equipa pedagógica, que a organização do ambiente educativo vai
sendo melhorada e ajustada.
Nesse sentido, a avaliação visa:
- Uma perspetiva de centrada no desenvolvimento do processo e nos progressos da aprendizagem de cada
criança que não se enquadra em abordagens de avaliação normativa, em que essa aprendizagem é situada face
a normas ou padrões previamente estabelecidos.
- A definição de objetivos desejáveis ou esperáveis será, eventualmente, utilizada como uma referência para
situar e descrever o que a criança aprendeu e a evolução dessa aprendizagem, ou, ainda, para alertar o/a
educador/a da necessidade de reformular a sua intervenção, de modo a incentivar os progressos de todas e cada
uma das crianças.
- A utilização de abordagens descritivas ou narrativas, que documentam a evolução desse progresso e
- A participação da criança participar no planeamento e avaliação da sua aprendizagem, rever o processo e
tomar consciência dos seus progressos.
O termo avaliação aqui refere‐se ao leque de informação recolhida e sintetizada pelo educador, ao longo da sua
prática pedagógica, com o objetivo de sustentar e adequar as suas escolhas pedagógicas, curriculares e educativas.
De acordo com a legislação em vigor, a avaliação na Educação Pré-Escolar assenta nos seguintes princípios:
• Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo
definidos nas OCEPE;
• Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados;
• Caráter marcadamente formativo da avaliação;
O desenvolvimento de um processo participado de planeamento e avaliação implica uma partilha de informação e
um processo de reflexão entre os diferentes intervenientes. Cabe ao educador criar um clima de comunicação em que
crianças, outros profissionais e pais/ famílias são escutados e as suas opiniões e ideias consideradas e debatidas.
A participação das crianças no planeamento e avaliação implica que o educador seja um ouvinte atento, que toma
em consideração as suas propostas e sugestões, questionando-as para perceber melhor as suas ideias e para que
tomem consciência dos seus progressos.
Pelo exposto, caberá ao educador e às famílias participarem ativamente na construção de um saber formativo, o
qual é definido pela capacidade de avaliar e de devolver à prática o produto dessa mesma avaliação, construindo,
paralelamente, novas estratégias e desígnios de desenvolvimento educativo.
A informação sobre os alunos e o desenvolvimento dos seus processos de aprendizagem será recolhida através de
um conjunto de processos informais, observações, partilha e trocas verbais, mas também através de processos mais
formalizados de recolha de informação, como sejam as várias fichas de caracterização e diagnóstico elaboradas pelo
educador ou em uso no agrupamento.
Nos processos de avaliação, a perspetiva dos encarregados de educação e das famílias, que, de forma constante e
participada, através de reuniões gerais (3), em espaços informais devidamente planeados ou mesmo através da
Internet, acompanham a evolução ou continuidade dos alunos, e participam nos processos de planeamento de
atividades e na sua avaliação, será de extrema importância.
A comunicação das intenções do educador e do seu projeto curricular de grupo aos pais/famílias é uma ocasião
para os envolver no processo de planeamento e para recolher as suas sugestões. A partilha desse plano permite, ainda,
encontrar um conjunto de possibilidades de os pais/famílias e outros elementos da comunidade participarem no
processo educativo do jardim de infância.
Será importante, ao longo do ano letivo, desenvolver momentos específicos de divulgação das atividades do
jardim-de-infância, nomeadamente exposições, mostras, divulgação específica de produtos produzidos, etc.
Neste campo, propõem‐se, além dos espaços informais de atendimento aos pais e encarregados de educação, a
ter lugar às terças-feiras entre as 15.30h e as 17.00h, ou em datas e horário a combinar, três reuniões coletivas, para
avaliação das atividades curriculares e letivas (no final de cada período letivo), e uma para apresentação e reflexão
sobre o Plano de Turma.
Serão realizados registos de ação/avaliação e relatórios individuais de observação no primeiro e último período
letivo, cujo conhecimento/divulgação junto das famílias e encarregados de educação respeitará as definições do
Departamento de Educação Pré-Escolar e do Ministério da Educação.
Também a utilização de meios informáticos (internet, gestão informática, etc.) potenciará a divulgação dos dados
passíveis de avaliar.
Do processo avaliativo produzir‐se‐ão relatórios trimestrais de acompanhamento e um relatório final de Avaliação
do Plano de Turma.
3.2 Avaliação do Plano de Turma
A avaliação do documento far-se-á através da produção de relatórios trimestrais no qual se torne evidente a
adequação e a adaptação das respostas organizadas e definidas no documento e a sua correlação com a obtenção dos
resultados esperados e das metas a atingir no âmbito dos objetivos de concretização dos currículos (DL 139/2012).
Estes relatórios foram definidos e serão executados de acordo com os documentos aprovados em Departamento de
Educação Pré-Escolar.
Anexos
Anexo 1 – Matriz de Observação (definidos em DEPE)
Anexo 2 - Relatório de Observação (definidos em DEPE)
Anexo 3 - Planificação Anual 2017
Anexo 5 - Relatórios Síntese PCG
Anexo 5 - Instrumentos de apoio (lista de alunos, caracterização 1.1.1; 1.1.2; 1.1.4 e 1.2.1.) – Não
disponível na versão pública)
1
Departamento de Educação Pré-Escolar
Agrupamento Professor Armando de Lucena
Malveira
Proposta
MATRIZES DE OBSERVAÇÃO
Aprendizagens a promover na Educação Pré-Escolar
Na reunião de Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando
Lucena de dezassete de novembro de dois mil e dezasseis, foi aprovada a Matriz/Guião de Observação das
Aprendizagens a desenvolver pelos alunos/crianças que frequentam a Educação Pré-Escolar do
Agrupamento.
A Matriz/Guião que agora se apresenta constitui-se como um instrumento de observação para uso exclusivo
do(a) Educador(a) de Infância, e que servirá como base para a elaboração do(s) Relatório(s) de Observação a
ser(em) produzido(s) como síntese dos progressos de aprendizagem da criança.
O(s) Relatório(s) incluirá(ão) ainda indicações sobre o processo de aprendizagem, da responsabilidade do(a)
Educador(a), no(s) qual(is) será(ão) feita(s) reflexão(ões) sobre a especificidade contextual de cada criança.
Esta Matriz/Guião não apresenta, conscientemente, divisão de tipo etário ou formal (em termos de tempos e
estádios de aprendizagem), pois decorre da interpretação que o processo de aprendizagem e
desenvolvimento da criança é heterogéneo e holístico, sendo importante, por isso, não reduzir nem balizar as
aprendizagens a experimentar.
Serve ainda esta Matriz/Guião como instrumento de uso interno do Agrupamento, sobre o qual poderão ser
apresentados os objetivos gerais de desenvolvimento curricular e educativo da Educação Pré-Escolar.
FPS
Construção de identidade e auto-estima
Independência e autonomia
Consciência de si como aprendente
Convivência democrática e cidadania
CM
Introdução à metodologia científica
Abordagem às Ciências
Conhecimento do mundo social
Conhecimento do mundo físico e natural
Mundo Tecnológico e utilização das Tecnologias
EC
Domínio da Educação Física
Domínio da Educação Artística
Artes Visuais
Jogo dramático/Teatro
Música
Dança
Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita
Comunicação Oral
Consciência Linguística
Abordagem à Escrita - Funcionalidade da linguagem escrita e
sua utilização em contexto
Abordagem à Escrita - Identificação de convenções da escrita
Abordagem à Escrita - Prazer e motivação para ler e escrever
Domínio da Matemática
Números e operações
Organização e tratamento de dados
Geometria
Medida
Interesse e curiosidade pela matemática
O NO Observadas quando… Aprendizagens a desenvolver..
Construção de identidade e auto-estima
2
Identifica as suas características individuais e reconhece
semelhanças e diferenças com os outros.
Conhecer e aceitar as suas características pessoais e a
sua identidade social e cultural, situando-as em relação
às de outros.
Reconhecer e valorizar laços de pertença social e cultural
Verbaliza as necessidades relacionadas com as suas necessidades
básicas. 
Expressa e reconhece as suas (e as dos outros) emoções e
sentimentos. 
Manifesta os seus gostos e preferências. 
Mantém e justifica as suas opiniões, aceitando também as dos
outros. 
Demonstra prazer nas suas produções e progressos.
Revela confiança em experimentar atividades novas, propor ideias e
falar em grupo. 
Aceita algumas frustrações e insucessos, procurando formas de as
ultrapassar e de melhorar.
Representa papéis e situações da sua cultura familiar em momentos
de jogo dramático. 
Reconhece a sua pertença a diferentes grupos sociais.
Identifica e valoriza traços da sua cultura familiar, mas também os
de outras culturas, compreendendo o que têm de comum e de
diferente e que as culturas vão evoluindo.
Independência e autonomia
Realiza de forma cada vez mais independente as tarefas
indispensáveis à vida do dia-a-dia.
Saber cuidar de si e responsabilizar-se pela sua segurança
e bem-estar.
Ir adquirindo a capacidade de fazer escolhas, tomar
decisões e assumir responsabilidades, tendo em conta o
bem-estar dos outros.
Conhece os materiais disponíveis, a sua localização e apropria-se
progressivamente da sua utilização, servindo-se deles com cuidado
e arrumando-os quando já não precisa.  
Conhece os diferentes momentos da rotina diária, a sua sucessão, o
que faz em cada um deles e para quê.
Escolhe as atividades que pretende realizar e vai adquirindo
progressivamente maior autonomia na seleção dos recursos
disponíveis para as levar a cabo, sem perturbar o grupo.
Encarrega-se das tarefas que se comprometeu realizar, executando-
as de forma cada vez mais autónoma.
Adquire um maior controlo do seu corpo, força, agilidade, equilíbrio
e coordenação muscular que lhe permitem realizar
progressivamente movimentos mais complexos e precisos. 
Conhece e compreende a importância de normas e hábitos de vida
saudável e de higiene pessoal e vai procurando pô-los em prática. 
Tem consciência dos riscos físicos que pode correr e adota normas
de segurança em casa, no jardim-de-infância e na rua. 
Preocupa-se com o bem-estar e segurança das outras crianças,
alertando o adulto quando se apercebe que alguma corre perigo. 
Consciência de si como aprendente
Manifesta curiosidade pelo mundo que a rodeia, formulando
questões sobre o que observa. 
Ser capaz de ensaiar diferentes estratégias para resolver
as dificuldades e problemas que se lhe colocam.
Ser capaz de participar nas decisões sobre o seu processo
de aprendizagem.
Cooperar com outros no processo de aprendizagem
Revela interesse e gosto por aprender, usando no quotidiano as
novas aprendizagens que vai realizando.
Expressa as suas opiniões, preferências e apreciações críticas,
indicando alguns critérios ou razões que as justificam. 
Contribui para o funcionamento e aprendizagem do grupo, fazendo
propostas, colaborando na procura de soluções, partilhando ideias,
perspetivas e saberes e reconhecendo o contributo dos outros.  
Participa na planificação de atividades e de projetos individuais e
coletivos cada vez mais complexos, explicitando o que pretende
fazer, tendo em conta as escolhas dos outros e contribuindo para a
elaboração de planos comuns.   
Colabora em atividades de pequeno e grande grupo, cooperando no
desenrolar do processo e/ou na elaboração do produto final.  
É progressivamente capaz e de explicitar e de partilhar o que
descobriu e aprendeu. 
Avalia, apreciando criticamente, os seus comportamentos, ações e
trabalhos, bem como os dos colegas, dando e pedindo sugestões
para melhorar.
Expressa as suas ideias, para criar e recriar atividades, materiais e
situações do quotidiano e para encontrar novas soluções para
problemas que se colocam (na vida do grupo, na aprendizagem),
3
com recurso a diferentes tipos de linguagem (oral, escrita,
matemática e diferentes linguagens artísticas).
Convivência democrática e cidadania
Espera pela sua vez na realização de jogos e na intervenção nos
diálogos, dando oportunidades aos outros para intervirem. 
Desenvolver o respeito pelo outro e pelas suas opiniões,
numa atitude de partilha e de responsabilidade social
Respeitar a diversidade e solidarizar-se com os outros.
Desenvolver uma atitude crítica e interventiva
relativamente ao que se passa no mundo que a rodeia.
Conhecer e valorizar manifestações do património
natural e cultural, reconhecendo a necessidade da sua
preservação
Contribui para a elaboração das regras de vida em grupo, reconhece
a sua razão e necessidade e procura cumpri-las.
É progressivamente capaz de resolver situações de conflito de forma
autónoma, através do diálogo. 
Perante opiniões e perspetivas diferentes da sua, escuta, questiona
e argumenta, procurando chegar a resoluções ou conclusões
negociadas. 
Demonstra comportamentos de apoio e entreajuda, por iniciativa
própria ou quando solicitado.
Reconhece a diversidade de características e hábitos de outras
pessoas e grupos, manifestando respeito por crianças e adultos,
independentemente de diferenças físicas, de capacidades, de
género, de etnia, de cultura, de religião ou outras.  
Reconhece que as diferenças contribuem para o enriquecimento da
vida em sociedade, identificando esses contributos em situações do
quotidiano.  
Aceita que meninos e meninas, homens e mulheres podem fazer as
mesmas coisas em casa e fora de casa. 
Identifica no seu contexto social algumas formas de injustiça ou
discriminação, propondo ou reconhecendo formas de as resolver ou
minorar.
Conhece manifestações do património artístico e cultural,
manifestando interesse e preocupando-se com a sua preservação. 

Desenvolve um sentido estético perante manifestações artísticas de
diferentes tempos e culturas.   
Reconhece a importância do património natural, identifica algumas
das ameaças à sua conservação e adota práticas “amigas” do
ambiente.
Utiliza diferentes recursos tecnológicos, enquanto meios de
conhecimento, de expressão e comunicação e conhece os cuidados
a ter. 
Introdução à metodologia científica
Demostra interesse pelo que a rodeia, colocando questões que
evidenciam o seu desejo de saber mais.
Apropriar-se do processo de desenvolvimento da
metodologia científica nas suas diferentes etapas:
questionar, colocar hipóteses, prever como encontrar
respostas, experimentar e recolher informação, organizar
e analisar a informação para chegar a conclusões e
comunicá-las.
Encontra explicações provisórias para dar resposta às questões
colocadas.
Participa com interesse no planeamento e implementação da
metodologia que caracteriza o processo de descoberta da
investigação científica.
Participa na organização e apresentação da informação, de modo a
partilhar com outros os conhecimentos, resultados e conclusões a
que chegou.
Demonstra envolvimento no processo de descoberta e exploração e
revela satisfação com os novos conhecimentos
Abordagem às Ciências
Conhecimento do mundo social
Sabe o seu nome completo e idade, onde vive, a sua nacionalidade e
é capaz de se descrever, indicando algumas das suas características
individuais.
Tomar consciência da sua identidade e pertença a
diferentes grupos do meio social próximo (ex. família,
jardim de infância, amigos, vizinhança).
Reconhecer unidades básicas do tempo diário, semanal e
anual, compreendendo a influência que têm na sua vida.
Conhecer elementos centrais da sua comunidade,
realçando aspetos físicos, sociais e culturais e
identificando algumas semelhanças e diferenças com
outras comunidades.
Utiliza termos como dia, noite, manhã, tarde, semana, mês, nas suas
narrativas e diálogos.
Identifica os membros da família próxima e fala sobre os graus de
parentesco.
Identifica diferentes elementos da comunidade educativa,
percebendo os seus papéis específicos.
Refere e identifica a atividade associada a algumas profissões com
que contacta no dia-a-dia.
Associa rotinas a determinados momentos ou alturas do dia.
4
Nomeia e descreve aspetos físicos característicos da sua
comunidade tais como ruas, pontes, transportes, edifícios.
Estabelecer relações entre o presente e o passado da sua
família e comunidade, associando-as a objetos, situações
de vida e práticas culturais.
Conhecer e respeitar a diversidade cultural.
Identifica algumas manifestações do património cultural do seu
meio e de outros meios como, por exemplo, tradições, arquitetura,
festividades.
Revela interesse em saber as semelhanças e diferenças entre o que
acontece no seu tempo e nos tempos de vida dos pais e avós.
Compreende e aceita a diversidade de hábitos caraterísticos de
diferentes realidades culturais.
Conhecimento do mundo físico e natural
Reconhece e identifica partes do corpo e alguns órgãos, incluindo
órgãos dos sentidos, e compreende as suas funções.
Compreender e identificar as características distintivas
dos seres vivos e reconhecer diferenças e semelhanças
entre animais e plantas.
Compreender e identificar diferenças e semelhanças
entre diversos materiais (metais, plásticos, papéis,
madeira, etc.), relacionando as suas propriedades com os
objetos feitos a partir deles.
Descrever e procurar explicações para fenómenos e
transformações que observa no meio físico e natural.
Demonstrar cuidados com o seu corpo e com a sua
segurança.
Manifestar comportamentos de preocupação com a
conservação da natureza e respeito pelo ambiente.
Usa e justifica algumas razões de práticas promotoras da saúde e
segurança.
Se reconhece como ser vivo com características e necessidades
semelhantes às dos outros seres vivos.
Conhece diferentes animais, diferenciando-os pelas suas
características e modos de vida.
Mostra curiosidade e procura uma explicação para fenómenos
atmosféricos que observa.
Antecipa e expressa as suas ideias sobre o que pensa que vai
acontecer numa situação que observa ou experiencia e procura
explicações sobre os resultados.
Antecipa e expressa as suas ideias sobre o que acontece, quando
determinadas forças atuam sobre os seres vivos e os objetos em
situações que observa ou experiencia.
Partilha as suas ideias sobre como se processam algumas
transformações naturais.
Demonstra, no quotidiano, preocupações com o meio ambiente.
Desfruta e aprecia os espaços verdes e o contacto com a natureza.
Mundo Tecnológico e utilização das Tecnologias
Fala sobre recursos tecnológicos existentes no seu meio, revelando
algum conhecimento sobre a sua utilidade.
Reconhecer os recursos tecnológicos do seu ambiente e
explicar as suas funções e vantagens.
Utilizar diferentes suportes tecnológicos nas atividades
do seu quotidiano, com cuidado e segurança.
Desenvolver uma atitude crítica perante as tecnologias
que conhece e utiliza.
Usa vários recursos tecnológicos para recolher informação,
comunicar, produzir diferentes tipos de trabalhos e organizar
informação que recolheu.
Conhece e respeita algumas normas de segurança na utilização da
internet.
Respeita as regras de segurança quer na utilização de recursos
tecnológicos quer perante outros recursos.
Imagina e cria, a duas ou três dimensões, ‘máquinas’, robots ou
instrumentos com uma finalidade específica.
Domínio da Educação Física
Demonstra gosto pelas atividades físicas, procurando progredir a
partir do que já é capaz de fazer.
Cooperar em situações de jogo, seguindo orientações ou
regras.
Dominar movimentos que implicam deslocamentos e
equilíbrios
Controlar movimentos de perícia e manipulação
Aceita e cumpre as regras dos jogos, quer acordadas no grupo, quer
propostas pelo/a educador/a ou pré-definidas pelo jogo escolhido e
coopera com os colegas na sua realização.
Compreende que no jogo há resultados, aceitando a situação de
ganhar ou perder.
É capaz de compreender e esquematizar as regras dos jogos.
Apropria-se da diversidade de possibilidades motoras, criando ou
imaginando outras, propondo-as ao grupo.
Domínio da Educação Artística
Artes Visuais
Tem prazer em explorar e utilizar, nas suas produções, modalidades
diversificadas de expressão visual, recorrendo a diferentes
elementos da linguagem plástica.
Desenvolver capacidades expressivas e criativas através
de explorações e produções plásticas
Reconhecer e mobilizar elementos da comunicação
visual tanto na produção e apreciação das suas
produções como em imagens que observa.
Apreciar diferentes manifestações de artes visuais a
partir da observação de várias modalidades expressivas,
Representa e recria plasticamente vivências individuais, temas,
histórias, pessoas, animais, etc., utilizando diferentes materiais e
diversos meios de expressão.
Introduz, nas suas produções plásticas, elementos visuais de modo
espontâneo ou sugerido, para representar temáticas, ilustrar
histórias, etc.
5
Dialoga sobre as diferentes imagens e/ou objetos em diferentes
contextos.
expressando a sua opinião e leitura crítica.
Emite opiniões sobre os seus trabalhos, os das outras crianças e
sobre diferentes manifestações de artes visuais com que contacta,
indicando algumas razões dessa apreciação.
Jogo dramático/Teatro
Se envolve em situações de jogo simbólico e jogo dramático cada
vez mais complexas.
Utilizar e recriar o espaço e os objetos, atribuindo-lhes
significados múltiplos em atividades de faz-de-conta,
situações imaginárias e de recriação de experiências do
quotidiano, individualmente e com outros.
Inventar e experimentar personagens e situações de
dramatização, por iniciativa própria e/ou a partir de
diferentes situações e propostas, diversificando as
formas de concretização.
Apreciar diferentes manifestações de arte dramática, a
partir da observação de várias modalidades teatrais, ao
vivo ou em suporte digital, verbalizando a sua opinião e
leitura crítica.
Expõe, discute ideias e propõe soluções para desafios criativos, em
jogos dramáticos e dramatizações.
Recria e inventa histórias e diálogos e prevê a sua concretização
escolhendo espaços, adereços e explorando recursos diversificados.
Se interessa pelo teatro e comenta os espetáculos a que assiste,
utilizando progressivamente conceitos e vocabulário de teatro,
nomeando diferentes funções convencionais do processo de criação
teatral.
Música
Inventa ambientes sonoros a partir de rimas, canções, e sequências
de movimento, selecionando e organizando fontes sonoras
diversificadas. Identificar e descrever os sons que ouve quanto às suas
características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e
formais.
Interpretar com intencionalidade expressiva-musical:
cantos rítmicos (com ou sem palavras), jogos prosódicos
(trava-línguas, provérbios, lengalengas, adivinhas, etc.) e
canções (de diferentes tonalidades, modos, métricas,
formas, géneros e estilos).
Valorizar a música como fator de identidade social e
cultural.
Identifica auditivamente sons vocais e corporais, sons do meio
ambiente próximo (isolados e simultâneos), sons da natureza e sons
instrumentais.
Canta canções com controlo progressivo da melodia, da estrutura
rítmica (pulsação e acentuação) e da respiração.
Distingue auditivamente um repertório diversificado de canções
conhecidas e de música gravada de diferentes géneros, estilos e
culturas.
Comenta a música que ouve ou que interpreta manifestando as suas
opiniões e utilizando vocabulário adequado.
Utiliza grafismos não convencionais para identificar e registar
sequências de intensidade, movimentos sonoros e sequências de
sons curtos e longos.
Dança
Tem prazer em expressar-se de forma rítmica através do corpo.
Desenvolver o sentido rítmico e de relação do corpo com
o espaço e com os outros.
Expressar, através da dança, sentimentos e emoções em
diferentes situações.
Refletir sobre os movimentos rítmicos e as coreografias
que experimenta e/ou observa.
Realiza movimentos locomotores e não locomotores básicos, de
forma coordenada, utilizando o corpo no espaço, no tempo e com
diferentes dinâmicas.
Cria e recria movimentos a partir de temáticas e personagens.
Interpreta pequenas sequências de movimento dançado, de forma
coordenada e apropriada à temática.
Aprecia peças de dança do património artístico, observadas através
de meios audiovisuais ou em espetáculos ao vivo, expressando a sua
opinião sobre o processo de criação e da apresentação coreográfica,
utilizando vocabulário específico.
Comenta os movimentos dançados que realiza e/ou observa, dando
a sua opinião sobre os processos de execução e explicitando a sua
interpretação.
Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita
Comunicação Oral
Faz perguntas sobre novas palavras e usa novo vocabulário.
Compreender mensagens orais em situações diversas de
comunicação
Usar a linguagem oral em contexto, conseguindo
comunicar eficazmente de modo adequado à situação
(produção e funcionalidade).
Ouve os outros e responde adequadamente, apresentando as suas
ideias e saberes, tanto em situações de comunicação individual
como em grupo.
Elabora frases completas aumentando gradualmente a sua
complexidade.
Canta, reproduzindo de forma cada vez mais correta as letras das
canções.
Relata acontecimentos, mostrando progressão não só na clareza do
discurso como no respeito pela sequência dos acontecimentos.
Constrói frases com uma estrutura cada vez mais complexa
6
(coordenadas, explicativas, condicionais, negativas, subordinadas).
Usa naturalmente a linguagem com diferentes propósitos e funções.
Consciência Linguística
Identifica o número de sílabas de uma palavra. Tomar consciência gradual sobre diferentes segmentos
orais que constituem as palavras (Consciência
Fonológica).
Identificar diferentes palavras numa frase (Consciência
da Palavra).
Identificar se uma frase está correta ou incorreta e
eventualmente corrigi-la
Descobre e refere palavras que acabam ou começam da mesma
forma.
Isola ou conta palavras de uma frase.
Suprime ou substitui alguma(s) palavra(s) numa frase, atribuindo-lhe
um novo sentido ou formulando novas frases.
Identifica uma frase cuja estrutura gramatical não está correta.
Abordagem à Escrita - Funcionalidade da linguagem escrita e sua utilização em contexto
Refere razões e expressa vontade para querer aprender a ler e a
escrever.
Identificar funções no uso da leitura e da escrita.
Usar a leitura e a escrita com diferentes funcionalidades
nas atividades, rotinas e interações com outros.
Identifica funções específicas para o uso que faz ou poderá vir a
fazer da escrita ou da leitura.
Associa diferentes funções a suportes de escrita variados presentes
nos seus contextos, usando-os com essas funcionalidades.
Utiliza e/ou sugere a utilização da linguagem escrita no seu dia-a-
dia, em tarefas diversas, com funções variadas, quer solicitando o
apoio de um adulto quer de modo autónomo, mesmo sem saber ler
e escrever.
Pede aos adultos que lhe leiam ou escrevam numa situação
concreta, para responder a uma necessidade.
Escreve, convencionalmente ou não, palavras, pseudopalavras ou
pequenas frases, nas suas brincadeiras, explorações e/ou interações
com os outros.
Usa o livro adequadamente e distingue diferentes tipos de livros
consoante as suas funcionalidades
Abordagem à Escrita - Identificação de convenções da escrita
Diferencia escrita de desenho e, quando quer escrever, usa
garatujas, formas tipo letra e/ou letras na sua escrita.
Reconhecer letras e aperceber-se da sua organização em
palavras.
Aperceber-se do sentido direcional da escrita.
Estabelecer relações entre a escrita e a mensagem oral.
Identifica letras, conseguindo reproduzi-las de modo cada vez mais
aproximado nas suas tentativas de escrita e sabe o nome de
algumas delas.
Abordagem à Escrita - Prazer e motivação para ler e escrever
Escolhe realizar atividades de leitura e/ou escrita, manifestando
concentração, prazer e satisfação no desenrolar das mesmas.
Compreender que a leitura e a escrita são atividades que
proporcionam prazer e satisfação.
Estabelecer razões pessoais para se envolver com a
leitura e a escrita, associadas ao seu valor e importância
Sentir-se competente e capaz de usar a leitura e a
escrita, mesmo que em formas muito iniciais e não
convencionais.
Ouve atentamente histórias, rimas, poesias e outros textos,
mostrando prazer e satisfação.
Reflete e partilha ideias sobre o valor e a importância da linguagem
escrita e indica razões pessoais para a sua utilização.
Revela satisfação pelas aprendizagens e conquistas que vai fazendo
na compreensão e utilização da linguagem escrita.
Mostra entusiasmo em partilhar com a família as leituras que vai
fazendo no jardim de infância.
Usa a leitura e a escrita, mesmo que de modo não convencional, em
situações cada vez mais complexas, mostrando vontade de aprender
e de responder a novos desafios.
Domínio da Matemática
Números e operações
Usa correspondência termo a termo para resolver problemas de
comparação de conjuntos e para contar objetos de um conjunto.
Identificar quantidades através de diferentes formas de
representação (contagens, desenhos, símbolos, escrita
de números, estimativa, etc.).
Resolver problemas do quotidiano que envolvam
pequenas quantidades, com recurso à adição e
subtração.
Identifica, numa contagem, que a quantidade total corresponde à
última palavra número (termo) que disse.
Usa os termos “mais do que” e “menos do que” na comparação de
quantidades.
Usa o nome dos números e, posteriormente, numerais escritos, para
representar quantidades.
Organiza conjuntos de um certo número de objetos e consegue
contar de forma crescente e decrescente.
Começa a relacionar a adição com o combinar de dois grupos de
objetos e a subtração com o retirar uma dada quantidade de
7
objetos de um grupo de objetos.
Organização e tratamento de dados
Coloca questões e participa na recolha de dados acerca de si
própria, de situações do seu quotidiano e meio ambiente. Recolher informação pertinente para dar resposta a
questões colocadas, recorrendo a metodologias
adequadas (listagens, desenhos, etc.).
Utilizar gráficos e tabelas simples para organizar a
informação recolhida e interpretá-los de modo a dar
resposta às questões colocadas.
Participa na organização da informação recolhida recorrendo a
tabelas, pictogramas simples, etc.
Procura interpretar os dados apresentados em tabelas, pictogramas,
diagramas de Venn, gráficos de barras, identificando a categoria
modal, como correspondendo à maior frequência.
Compreende que o tratamento apresentado é uma forma de
descrever uma realidade.
Geometria
Numa roda com outras crianças, identifica posições relativas. Localizar objetos num ambiente familiar, utilizando
conceitos de orientação.
Identificar pontos de reconhecimento de locais e usar
mapas simples.
Tomar o ponto de vista de outros, sendo capaz de dizer o
que pode e não pode ser visto de uma determinada
posição.
Reconhecer e operar com formas geométricas e figuras,
descobrindo e referindo propriedades e identificando
padrões, simetrias e projeções.
Consegue seguir um percurso que lhe é descrito oralmente por
outra criança ou pelo/a educador/a.
Representa e descreve percursos familiares, através de desenhos e
recorrendo a representações de marcos importantes.
Ao jogar às escondidas, sabe escolher os lugares onde se deve
esconder para não ser vista.
Reconhece formas geométricas (bi e tridimensionais) presentes no
seu quotidiano.
Imagina e descreve como se vê um objeto a partir de uma certa
posição.
Amplia, reduz, roda, vê ao espelho formas e figuras e analisa as
transformações resultantes nas posições, formas, tamanhos, etc.
Medida
Compara a altura, largura, comprimento de construções que fez,
indicando algumas características de medida “maior que”,” mais
pequeno que”, “mais estreito que”, “igual a”, etc.
Compreender que os objetos têm atributos mensuráveis
que permitem compará-los e ordená-los.
Escolher e usar unidades de medida para responder a
necessidades e questões do quotidiano.
Nas suas atividades e brincadeiras explora diversas formas
alternativas para medir.
Compara o peso de objetos familiares utilizando primeiro as mãos
para sentir qual o mais pesado e depois uma balança de pratos para
comprovar o que antecipou.
Interesse e curiosidade pela matemática
Se envolve, por iniciativa própria, em situações onde utiliza
conhecimentos e estratégias da matemática, evidenciando
satisfação e prazer.
Mostrar interesse e curiosidade pela matemática,
compreendendo a sua importância e utilidade.
Sentir-se competente para lidar com noções
matemáticas e resolver problemas.
Aplica noções matemáticas já exploradas a outras situações ou faz
perguntas sobre elas.
Procura encontrar estratégias próprias para resolver uma situação
ou problema matemático.
Expressa as suas razões para interpretar uma dada situação ou para
seguir uma determinada estratégia.
Não desiste de resolver um problema e, quando não consegue,
procura uma nova abordagem.
Compreende que os objetos têm atributos mensuráveis que
permitem compará-los e ordená-los.
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO
PRÉ-ESCOLAR
ANO LETIVO
/
DATA
/ /
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR ARMANDO LUCENA
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
ESTABELECIMENTO
NOME: DATA DE NASCIMENTO:
Data / / Data / /
Tomei conhecimento
Educador(a):
Docente de Apoio: (Assinatura do Encarregado de Educação)
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
Planificação Anual*
De acordo com os critérios e indicadores definidos no âmbito do Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena,
apresenta-se a planificação base (Anual), de onde “partem” os objetivos do educador, as competências e habilidades a desenvolver nas crianças e as estratégias que
permitirão operacionalizar os precedentes:
Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual
Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares
É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras:
Área da Formação Pessoal e
Social
Construa uma autonomia coletiva que passe pela organização
social participada em que as regras, elaboradas e negociadas
entre todos, são compreendidas pelo grupo, que se
compromete a aceitá‐las.
Desenvolva conceitos formais de vida em comunidade
(bem/mal, certo/errado, etc.).
Fomente o desenvolvimento de relações construtivas.
Identifique atitudes de tolerância, compreensão e respeito
pela diferença.
Promova o sentido de pertença social e cultural respeitando e
valorizando outras culturas.
Se relacione positivamente com os outros: compreendendo a
multiculturalidade, a Empatia e o Respeito pelo outro, sendo
tolerante, responsável e justo.
Organize e potencie a criação de regras e a sua interiorização.
Seja independente relativamente aos hábitos de higiene
pessoal e estados emocionais.
Participe nas atividades, de forma responsável e colaborativa.
Coopere nas atividades correntes e constantes da sala de aula
e na resolução de conflitos.
Manifeste respeito por outras culturas, tradições e opções.
Manifeste satisfação pelas suas realizações.
Reconheça e utilize os recursos nas diversas atividades
Ter a capacidade de (re)conhecer e identificar o
seu contexto de vida e de relação pessoal e
social.
Desenvolver atividades de organização espacial e
temporal, de integração e reflexão escolar e
comunitária.
Conhecer e praticar as regras diárias de higiene
pessoal, designadamente na sua relação com o
espaço social e cultural que habita, respeitando
as necessidades globais, nomeadamente através
de uma cultura de sustentabilidade.
Desenvolver a Inteligência Emocional de forma
adequada ao contexto relacional, sabendo
exprimir facial e corporalmente emoções.
Saber utilizar os saberes do Grupo (culturais,
sociais, científicos e tecnológicos) para
compreender a realidade e encontrar estratégias
para a resolução de situações e problemas do
quotidiano;
Saber que o bem-estar humano depende de
hábitos individuais de alimentação equilibrada,
de higiene, de atividade física e de regras de
segurança e de prevenção.
Compreender as razões de existência de
- Atividades de estimulação das crianças para limpar e
arrumar o material usado durante o tempo de trabalho
(ex.: lavar as mesas e os pincéis de pintura);
- A distribuição de tarefas e responsabilização das crianças
pela sua execução;
- A valorização de atitudes de cumprimento das tarefas e a
partilha de objetos e ideias;
- O estímulo às crianças para brincarem juntas,
incentivando‐as a resolverem os seus problemas e conflitos
sem recurso a atitudes violentas ou discriminatórias;
- Dinamizar a escuta do outro e a tolerância (ouvir o nome
que as crianças dão aos seus sentimentos, expor as suas
preocupações) através de momentos diários de rotina
pedagógica;
- Reuniões com as crianças para organizar o trabalho e
fazer também a sua avaliação (respeitar a sua vez de falar,
ouvir os outros, partilhar) de forma constante e rotineira;
- Conversas, leituras e histórias, visualização de imagens e
reflexões sobre conteúdos e temas importantes (educação
para igualdade entre os sexos, para a integração da
diferença entre culturas, etnias, educação ambiental,
ecologia e biologia, etc.);
- Atividades com base no diagnóstico de necessidades da
turma, dando a vez e a voz aos elementos que advém da
Construção da identidade e da
autoestima;
Independência e autonomia;
Consciência de si como
aprendente;
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
propostas.
Seja capaz de expressar opiniões sobre características do meio,
sugerindo ações concretas e viáveis que contribuam para
melhorar e tornar mais atrativo o ambiente onde os alunos
vivem e ter consciência dos diferentes comportamentos e
atitudes;
Participe na discussão sobre a importância de procurar
soluções;
Reconheça a importância de não desperdiçar bens essenciais.
Reconheça que os desequilíbrios podem levar ao esgotamento
dos recursos.
Tenha consciência de si e do outro e reconheça laços de
pertença social e cultural.
Assuma responsabilidades.
Tenha iniciativa e tome decisões.
Interaja com os outros.
Revela confiança nas suas capacidades.
Negoceie e aceite as decisões do grupo.
Se confronte com situações que a levem a refletir o como e o
porquê.
Saiba escutar e esperar pela sua vez.
Adote comportamentos reveladores de emergência de valores
(respeito pelo outro, aceite e ajuda os outros).
diferenças e a sua relação com o comportamento
humano.
Promover espaços de observação e
contextualização científica, nomeadamente
organizando registos, sintetizando informação e
elaborando conceitos a partir da realidade
observada.
Elaborar espaços de divulgação sobre as
reflexões e as aquisições específicas,
relacionadas com a realidade individual e
coletiva do grupo.
Identificar aspetos do ambiente natural e social,
relacionados com vivências e com as suas rotinas
diárias.
Elaborar mapas mentais de resposta a diferentes
situações de perigo (incêndio, sismo, inundação,
etc.).
Identificar situações de risco para a sua
segurança e facilitar a adoção de
comportamentos de prevenção e/ou de resposta
a situações de emergência.
Ter a capacidade de caracterização das estações
do ano, associando‐as a eventos específicos
(gastronómicos, culturais, etc.).
Estar apto para reconhecer as operações que são
necessárias à resolução de problemas simples.
Demonstrar atitudes de defesa do meio
ambiente através de rotinas diárias de separação
de resíduos e outras dinâmicas ecológicas.
observação e da participação prévia dos alunos;
- Estratégias adequadas para que cada criança compreenda
que o esgotamento de recursos pode provocar
desequilíbrios no ambiente;
- Ensinar as crianças a pôr o lixo em recipientes próprios,
incentivando‐as a separar e a reaproveitar alguns materiais;
- atividades de compreensão e gestão do processo de
reciclagem e a sua importância;
- Atribuir e assumir responsabilidades em tarefas
individuais e de grupo e ser capaz de terminar tarefas;
- Criar áreas para as ciências experimentais na sala de
atividades;
- Organizar atividades/projetos que permitam “Conhecer o
Mundo”;
- Conversar ou contar histórias que transmitam regras e
valores;
- Promover momentos de Educação para o Consumo,
nomeadamente através da deslocação a diversos locais
comerciais;
- Refletir, com recurso a diversos atores (comerciantes,
famílias, etc.) o papel da comunidade local;
- Promover momentos de saída da escola, com as devidas
precauções, de modo a estimular e despertar o interesse
para a descoberta do ambiente e do contexto envolvente;
- Promover momentos de educação rodoviária,
nomeadamente através da aprendizagem dos códigos
específicos (sinalização, cuidados, etc.);
- Organizar atividades que levem a criança fazer
aprendizagens específicas do assunto de descoberta.
- Encarar os vários tempos da Rotina Diária como
oportunidades para as crianças planificarem atividades e
fazerem previsões;
- Diferenciar os conceitos agora/logo; fazer contagens,
distribuir material; efetuar medições, (como p. ex. registar
o crescimento das plantas que semearam).
Convivência democrática e
cidadania
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual
Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares
É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras:
Área de
Expressão/Comunicação
Desenvolva as suas capacidades de Expressão e Comunicação
através de diferentes meios de comunicação e modelos de
linguagem.
Seja capaz de utilizar diferentes meios audiovisuais.
Utilize o computador para realizar experiências de escrita,
pesquisa de informação, trabalho de pares que implique
decisão conjunta, compreenda alguma linguagem icónica e
visual do software.
Comunique oralmente em diferentes contextos e identifique
diferentes códigos simbólicos.
Use vocabulário rico e diversificado.
Revele desejo em comunicar.
Saiba comunicar e criar situações de comunicação.
Perceba a funcionalidade da escrita.
Usar e desenvolver estratégias de reflexão e
promoção literácita.
Desenvolver atividades de integração curricular.
Promover atividades e estratégias de
comunicação e reflexão comunicacional.
Utilizar novos canais de comunicação e de
inovação informacional.
Saber usar adequadamente linguagens
específicas para cada área do conhecimento.
Usar corretamente a Língua Portuguesa para
comunicar e para estruturar pensamento
próprio, mas reconhecer a existência de outras
formas de comunicação e outras línguas.
Ser capaz de se exprimir de forma clara e audível
com adequação ao contexto e ao objetivo
comunicativo, utilizando vários processos e
materiais.
Desenvolver atividades que permitam à criança
expressar-se em estratégias comunicacionais, e
em diversos formatos (internet, jornal, etc.).
- A criação de situações de iniciativa das crianças ou do(a)
educador (a), que possibilitem e desenvolvam a linguagem
oral, o pensamento lógico‐matemático, e as expressões
(plástica, musical, dramática, e motora) a propósito de
problemas, questões ou temas em estudo, de forma a
aumentar a sua capacidade de comunicação com os outros
e com o mundo que as rodeia;
- O uso de vocabulário rico e diversificado e a comunicação
oral em diferentes contextos;
- A identificação de diferentes códigos simbólicos e o
reconhecimento de símbolos convencionais;
- O recurso a diferentes registos para obter informação e
prazer com a leitura;
- A compreensão, valorização e reprodução da escrita como
meio de registo, de transmissão;
- O reconhecimento e utilização de tecnologias novas e
inovadoras, assim como o uso de instrumentos tecnológicos
adequados à sua idade;
- Conhecer estratégias básicas para a pesquisa e extração de
informação, com base na utilização de instrumentos
tecnologicamente pertinentes;
- A familiarização com o vocabulário e as estruturas
gramaticais de variedades do Português e conhecimento de
chaves linguísticas e não linguísticas para a identificação de
objetivos comunicativos através de narrações e outras
atividades literácitas.
- Descobrir o livro e outros tipos de estruturas de escrita na
sala e na Biblioteca.
- Utilizar vários formatos de escrita e representação gráfica
em novos canais de expressão e comunicação (blogue,
mensagens curtas, etc.).
Domínio de Linguagem Oral e
Escrita
Desenvolva a sua motricidade global, a acuidade auditiva, o Desenvolver atividades de valorização do Corpo - Utilizar, criativamente, os processos e os produtos de Educação Física
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
sentido rítmico, a capacidade de cantar, dançar, tocar.
Controle e coordene os movimentos do seu corpo.
Realize produções gráficas e utilize a expressão plástica como
expressão que possibilita construir e (re) construir.
Seja capaz de se concentrar.
Desenvolva competências de Criatividade, Representação,
Comunicação e Sentido Estético.
Humano e da Atividade Física, com recurso aos
meios disponíveis na escola e na comunidade.
Dominar competências motoras que permitam a
utilização consciente de instrumentos
específicos da comunicação e da expressão
motora.
Representar percursos através de desenhos.
expressão;
- Desenvolver competências de expressão e comunicação,
através da ação lúdica e autónoma;
- Pintar, desenhar, escrever, tocar, ouvir, utilizar o espaço, e
interagir com o espaço, de forma a maximizar a
compreensão e o desenvolvimento cognitivo específico da
idade;
- Valorizar a expressão musical como linguagem universal
de comunicação.
- Articular a linguagem com o movimento físico, através de
canções ou jogos com ação motora, dramatizações e
representações plásticas e gráficas.
- Elaborar registos escritos e grafo‐visuais como cartazes,
cartas, folhetos e outros, como síntese da compreensão dos
fenómenos.
- Utilizar esquemas institucionais e comunicativos próprios
(Correios, Internet, etc.) como fundamento de relações de
comunicação à distância.
- Utilizar meios audiovisuais específicos para promover o
espírito crítico e a capacidade analítica para o
entendimento do real.
- Imitar e recriar experiências do quotidiano usando a
imaginação, com recurso às áreas, instrumentos e materiais
da sala.
- Reconhecer sinais gráficos e outros códigos (Segurança
rodoviária e outros) em situações contextualizadas;
- Produzir e explorar sons e ritmos, através da sua
contextualização pedagógica;
- Identificar características de sons, através de exercícios
diversificados;
- Interiorizar fragmentos de sons e ser capaz de os
reproduzir em jogos musicais através de espaços de audição
ativa;
- Utilizar vários recursos para se exprimir e aprender a
desinibir-se através de ações expressivas e dramáticas.
Ouvir, contar e dramatizar histórias e outros
registos escritos e orais.
Cantar canções.
Tocar instrumentos
Educação Artística
Saber expressar‐se graficamente com alguma
destreza.
Associar diferentes cores, tamanhos, texturas e
espessuras.
Explorar técnicas plásticas/materiais para a
representação de ideias e conceitos, sabendo
utilizar materiais de reaproveitamento e de
reciclagem.
Saber utilizar materiais e equipamentos
específicos e de forma adequada à sua função.
Participar em atividades de jogo simbólico.
Saber explorar a relação entre corpo, espaço e
tempo.
Desenvolver a Inteligência Emocional de forma
adequada ao contexto relacional, sabendo
exprimir facial e corporalmente emoções.
Manipule os objetos no espaço e explore as suas propriedades.
Tenha capacidade de organizar, ordenar, classificar, seriar e
resolver problemas lógico-matemáticos.
Tenha noções de Espaço/Tempo e topológicas.
Reconhecer e identificar elementos espácio-
temporais que se referem a acontecimentos e
factos atuais, sabendo correlacioná‐los com
acontecimentos passados.
- Reconhecer diferentes atributos e propriedades dos
materiais: Cor, espessura, textura, tamanho através de
estratégias integradas;
- Reconhecer semelhanças e diferenças, distinguindo o que
Domínio da Matemática
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
Reconhecer e utilizar, no quotidiano, unidades
de referência temporal (dias, semanas, meses,
etc.).
Identificar espaços e respetivas funções.
Identificar algarismos e compreender as relações
lógico‐matemáticas entre objetos.
Associar diferentes cores, tamanhos, texturas e
espessuras.
pertence a cada conjunto, com base em propostas
individuais;
- Apropriar-se da noção de número com base em atividades
diárias;
- Formar sequências que têm lógicas subjacentes, com
recurso a jogos, atividades lúdicas e outras estratégias.
- Manipular os objetos no espaço e explorar as suas
propriedades;
- Ordenar medidas de capacidade em atividades lúdicas e
em contexto;
- Desenvolver noções matemáticas através da vivência de
situações de descoberta, vivência do espaço e do tempo, da
brincadeira espontânea ou da conversa em grupo;
- Confrontar-se com situações que levem a refletir o como e
o porquê;
- Saber recolher e organizar dados matemáticos e lógicos
com base em experiências diárias;
- Utilizar a numeração e as operações de maneira flexível
para alargar o campo de experiências da criança através da
organização de áreas pedagógicas com materiais específicos
de cada um dos domínios disciplinares, valorizando a
reciclagem e o reaproveitamento.
Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual
Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares
É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras:
Área do Conhecimento do
Mundo
Explore o espaço, reconhecendo e representando diferentes
formas que, progressivamente aprenderá a diferenciar e a
nomear.
Perspetive o futuro de modo a que assuma uma relação
interveniente no meio em que se insere;
Aprenda a aprender, organizando os seus saberes numa
perspetiva de aprendizagem ao longo da vida;
Se sinta como elemento de pertença a um grupo.
Valorize e exerça o respeito por nós, pelos outros, e pelo
Compreender os valores fundamentais que
sustentam as relações humanas e sociais.
Reconhecer várias tipologias de relacionamento
(familiares, sociais, etc.) e os comportamentos
adequados à sua manutenção.
Compreender a dinâmica escolar enquanto
espaço formativo.
Saber escolher metodologias de trabalho e de
aprendizagem para alcançar os objetivos
- Estimular e desenvolver a curiosidade da criança,
confrontando‐a com situações de descoberta e de
exploração do espaço que a rodeia;
- Promover espaços de Promoção da Saúde em atividades
rotineiras;
- Fomentar na criança uma atitude científica experimental,
nas suas atividades diárias;
- Aproveitar os momentos concedidos pela ação diária de
relacionamento pessoal tendo sempre em conta os
Introdução à Metodologia
Científica;
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
planeta em que vivemos. visados.
Posicionar‐se, de forma consciente na dinâmica
grupal de forma a aumentar o conhecimento e a
consciência social.
Ter consciência do poder da atitude humana
(numa perspetiva cultural, social e geográfica).
Reconhecer “outras” respostas aos problemas
evidenciados.
Promover a valorização do património natural
da comunidade através da valorização dos
recursos.
Descobrir e valorizar a importância de cada um
para a preservação dos recursos e do património
local.
Identificar elementos sociais, culturais e
comunitários com influência no
desenvolvimento de comportamentos sociais.
A capacidade de utilizar processos de
organização social e cultural com vista à defesa
do património local (social, humano e físico).
Saber utilizar recursos naturais e humanos como
fonte de promoção económica e social.
Reconhecer as particularidades ecológicas e
culturais.
Caracterizar as mudanças climatéricas normais
(estações), utilizando diversos indicadores
resultantes da observação direta e indireta do
que nos rodeia para a compreensão das
dinâmicas locais (agricultura, etc.).
Observar e realizar atividades experimentais
simples sobre os aspetos naturais e humanos do
meio, bem como reconhecer a existência de
semelhanças e diferenças entre os Seres Vivos e
a sua interação com o meio.
pressupostos das relações humanas;
- Fomentar a adequação de comportamentos saudáveis
através de esquemas lúdicos e didáticos;
- Reconhecer e identificar elementos espácio-temporais que
se referem a acontecimentos, a factos, a marcas da história
pessoal e familiar e da história local e nacional;
- Reconhecer e utilizar elementos que permitem situar‐se no
lugar onde vive;
- Conhecer, comparar e localizar as dimensões e limites de
diferentes de espaços;
- Reconhecer e valorizar expressões do património histórico
e cultural;
- Criar atividades relacionadas com os processos de
aprender;
- Desenvolver competências de investigação e sensibilização
científica;
- Promover atitudes de respeito e preservação do meio
ambiente;
- Desenvolver competências de Autossegurança e Gestão do
Perigo, através de projetos em parceria;
- Colaborar em atividades investigativas e registar a
informação trabalhada;
- Participar em atividades de iniciação ao processo de
investigação e descoberta.
- Compreender a utilidade e recorrer a diferentes tipos de
materiais e utensílios;
- Realizar visitas na localidade e outros momentos de
reconhecimento do espaço proximal e do contexto social da
escola, das relações e inter-relações humanas e sociais e do
valor dos recursos no âmbito da economia social e local.
- Promover espaços de economia local (supermercados,
restaurantes, loja dos animais, etc.) como espaços de
valorização socioeducativa, cultural e financeira.
- Visitar estruturas produtivas locais,
- Dinamizar atividades de sensibilização económica e
financeira, com base nas tradições locais.
- Organizar o “Dia da Família”, como espaço de participação
das famílias e da comunidade e dinâmicas de “História
Social” como projeto de investigação etnológica.
Abordagem às Ciências;
Mundo Tecnológico e Utilização
das Tecnologias.
Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
-Organizar sessões de sensibilização/esclarecimento sobre
dinâmicas locais.
-Promover momentos de articulação interciclos que
prevejam a reflexão sobre hábitos e tradições;
- Participar em projetos internacionais de aproximação
educativa, cultural e pedagógica.
*De acordo com o Plano Anual de Atividades da Escola, far-se-á, ao longo do ano letivo, um enfoque específico em atividades que tornem operativas as competências a desenvolver. Nesse sentido, apresenta-se uma
discriminação por período letivo.
1º Período letivo
Ao nível do trabalho pedagógico, dever‐se‐á envolver, entre outras, as questões ligadas à preservação dos recursos humanos, culturais e designadamente dos recursos ambientais, como elementos de uma
comunidade de partilha.
É fundamental desenvolver um conjunto de dinâmicas curriculares que possibilitem o reconhecimento das características das populações locais, das tradições (narrativas orais, por exemplo), do desenvolvimento de
competências específicas de pertença ao grupo, dos contextos sociais em que as crianças crescem e se desenvolvem e dos contributos que cada uma delas poderá dar de forma a compreender e aceitar as condições
de vida que atualmente se colocam aos indivíduos.
2º Período letivo
Refletir os novos desafios que se colocam ao homem e às comunidades, nomeadamente no que concerne ao aproveitamento dos recursos e à necessidade de se criarem alternativas sustentáveis.
Compreender o comportamento e a atitude humana e social como responsável pela gestão e organização das comunidades e dos contextos ambientais.
Definir a Escola como espaço de formação de Consciência Cívica e mediadora de comportamentos e atitudes humanas face aos outros.
3º Período letivo
Posicionar o ser humano como motor de desenvolvimento de sustentabilidade e aproveitamento de recursos físicos, sociais e ambientais.
Garantir a aquisição de atitudes e comportamentos sistematizados e assimilados de sustentabilidade social, cultural e ecológica.
Desenvolver comportamentos adequados de respeito por si e pelo outro, numa perspetiva de organização social.
Relatório Síntese de Avaliação Trimestral
Estabelecimento Ano letivo /
Sala Educador(a):
Período Letivo Data do relatório
Avaliação sumária
Aqui deve classificar, de 1 (menor adequação) para 5 (maior adequação), o Plano de Turma.
1 2 3 4 5
Planeamento das atividades
Execução das atividades
Avaliação das atividades
1 Cumprimento das atividades do PAA
Aqui deve discriminar os obstáculos e os fatores positivos para o desenvolvimento das atividades e estratégias
previamente definidas, bem como a sua avaliação como elemento de preparação das próximas atividades (600
carateres)
2 Articulação Educativa, Estratégias e Metodologias
Aqui deve referir as incidências relativas à organização documental e de recursos - humanos e materiais - e a forma
como influenciou o desenvolvimento das atividades inscritas no Plano de Turma. Deve ainda caracterizar o sucesso
obtido nas aprendizagens das crianças e a adequação das estratégias e metodologias ao grupo (600 caracteres).
3 Alterações a introduzir no Plano de Turma em resultado da avaliação feita
Aqui deve discriminar a forma como adequou e modificou o trabalho planificado ao grau de desenvolvimento e às
necessidades do grupo e das crianças e que alterações introduzirá no Plano de Turma em resultado dos
procedimentos de Avaliação (600 carateres)
4 Desempenho Global Docente
Aqui deve classificar, de 1 (menor adequação) para 5 (maior adequação),o seu desempenho relativamente a:
1 2 3 4 5
4.1. Coerência das escolhas pedagógicas
4.2. Planeamento e adequação das propostas educativas
4.3. Coordenação e Colaboração (com parceiros, de articulação, etc.)
O(a) Educador(a)
em ____/____/_____

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PCG 2017 - Sala Amarela, JI do Gradil

  • 1. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena PROJECTO CURRICULAR DE GRUPO 2017/2018 Gradil, 2017
  • 3. Índice Índice 3 Plano Curricular de Grupo (PCG) da Sala Amarela do Jardim de Infância do Gradil 4 1. Diagnóstico 4 1.1 Caracterização do Grupo 4 1.2 Caracterização do Ambiente Educativo 4 2. Fundamentação das opções didáticas e pedagógicas 6 2.1 Metodologias e modelos de desenvolvimento curricular 6 2.2 Plano Estratégico 8 3. Procedimentos de Avaliação 10 3.1 Avaliação das aprendizagens 10 3.2 Avaliação do Plano de Turma 12 Anexos 13
  • 4. Plano Curricular de Grupo (PCG) da Sala Amarela do Jardim de Infância do Gradil O PCG pressupõe a organização escrita das dinâmicas e ideias que sustentam e consubstanciam as práticas pedagógicas e educativas. Esta organização baseia-se num levantamento profundo das necessidades, numa análise reflexiva dos recursos disponíveis e na ponderação sobre as estratégias e atividades que o possam operacionalizar. As páginas que a seguir se apresentam pretendem facilitar a compreensão das opções e estratégias educativas que promoverão e proporcionarão a obtenção dos objetivos que também se enunciam. Servem para expor, potenciar a reflexão alargada (a Pais, Famílias, à Comunidade, etc.) sobre as opções educativas e metodológicas e proporcionar, desse modo, a participação ativa de todos na construção de um modelo educativo inclusivo e integrado que sirva a escola, as famílias, os alunos, a comunidade e o seu desenvolvimento continuado. A divulgação é também um dos seus objetivos e, nesse sentido, este documento está também vocacionado para uma fácil e alargada disseminação onde, por exemplo, a internet poderá assumir um carácter fundamental. Dividido em quatro grandes áreas: Diagnóstico, Fundamentação das opções Didáticas e Pedagógicas, Procedimentos de Avaliação e Anexos, ambiciona, através de um texto que se pretende claro e clarificador de conceitos, uniformizar linguagens e contextos, de forma a permitir uma consciência coletiva interventiva e promotora de Qualidade no desempenho educativo. 1. Diagnóstico 1.1 Caracterização do Grupo Com base nos dados disponíveis (em anexo) e correlacionando-os com a informação pontual e oficiosa disponibilizada por encarregados de educação e famílias, é de crer que a coesão do grupo potenciará o desenvolvimento de estratégias de aprendizagem funcional e de pesquisa, que aumentarão os espaços de desenvolvimento social e humano. O grupo é constituído por 19 crianças alegres (14 meninas e 5 meninos), bem-dispostas, interessadas, que gostam de colaborar nas atividades e têm iniciativa para propor outras atividades. Têm boa relação com os adultos e têm um bom sentido de colaboração e partilha. São, de forma geral, conversadores e desinibidos, embora algumas crianças revelem ainda alguma incomodidade na partilha em grande grupo. O facto de o grupo ser heterogéneo em termos etários, com maior prevalência de crianças com 3 e 4 anos, (média etária de 3,27 anos) pressupõe a necessidade de atenção do adulto educador quer ao nível do apoio direto à realização das atividades de caráter social e de apoio cognitivo quer mesmo de aprendizagem funcional. Considerando o desenvolvimento do grupo, nos aspetos que versem uma aceitação formal de regras e comportamentos de convívio social, de partilha e de valores de comunidade, será necessário desenvolver tarefas específicas de promoção e contextualização atitudinal, coerentes com o nível de desenvolvimento etário dos alunos. A origem cultural e social do grupo, bem como o historial de participação das famílias na vida escolar será tida em conta e poderá aumentar consideravelmente a realização dos objetivos estratégicos do Projeto Curricular de Grupo e especificamente aqueles que se cruzam com o Plano Anual de Atividades do estabelecimento, que foi definido previamente e sem a participação do docente agora responsável pelo grupo. Nesse sentido, a dinamização das atividades, a partir de dinâmicas específicas da Sala Amarela, tentará, por essa via, tornar mais lato o espaço de influência dos alunos e do docente na “vida da escola”. Não existem, na turma, situações que requeiram especial atenção em termos de necessidades educativas especiais. 1.2 Caracterização do Ambiente Educativo O Jardim de Infância do Gradil, é um estabelecimento oficial da Rede Pública que pertence ao agrupamento de escolas Professor Armando Lucena, Mafra e que serve essencialmente as crianças da Freguesia do Gradil, mas também de outras localidades em redor.
  • 5. O edifício dispõe de três salas, duas de atividades, com casa-de-banho integradas no mesmo espaço, e uma sala polivalente. Possui também refeitório e cozinha, dois gabinetes: um para educadores, outro para assistentes operacionais. O espaço exterior, ao redor do edifício, dispõe de um brinquedo de exterior e um pequeno espaço verde. A salas do jardim-de-infância são espaços agradáveis com cerca de 50 m2, que dispõe de iluminação natural, em virtude da existência de amplas janelas‐porta de acesso ao espaço exterior, numa das paredes. O mobiliário existente não é adequado às idades e estaturas das crianças, mas como o espaço de atividades é “desenhado”, em cada ano, de forma a acolher o grupo específico, nas suas particularidades, optar-se-á, durante o ano letivo, por “exteriorizar” algumas das atividades e áreas específicas, potenciando, dessa forma, a consciência do espaço global e os fundamentos da articulação e da continuidade educativa. O princípio do “espaço amplo” e tecnologicamente assistido é considerado, para efeitos de aproveitamento físico das condições naturais (luz, aquecimento, etc.) de acordo com das condições de enquadramento arquitectónico da escola. As áreas de “Leitura” e de “atividade física – educação física” foram deslocadas para outros espaços da escola, tendo sido adequada uma sala do edifício para Biblioteca e a sala polivalente também sofreu adequações, no início do ano letivo, para uma melhor rentabilização. As atividades de promoção da atividade física e o desenvolvimento psicomotor serão, maioritariamente, desenvolvidos neste último espaço. As salas do Jardim de Infância funcionam entre as 9.00h às 12.00h e das 13.30h às 15.30h, sendo o restante horário, compreendido entre as 7.30h e as 9.00h, as 12h e as 13.30h assegurado pelas Atividades de Animação e de Apoio à Família (AAAF) - Refeições, dos serviços da Câmara Municipal de Mafra. O estabelecimento não dispõe de serviço de prolongamento de horário da tarde. Em cada sala existe um educador de infância (neste momento, em termos de vínculo, existem dois educadores de Quadro de Agrupamento) com o apoio complementar de três assistentes operacionais. O serviço de AAAF assegura todo o espaço complementar de apoio socioeducativo, composto por prolongamento de horário da manhã e serviço de refeições. Como se trata de um estabelecimento da Rede Pública de Educação Pré-escolar, o Educador de Infância responsável por cada sala possui autonomia pedagógica, sendo, contudo, tutelado pelo Estado (Ministério da Educação), através da legislação em vigor, nomeadamente, das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf). Existe um trabalho de parceria entre os educadores de infância e os assistentes operacionais, nomeadamente através da organização de um Projeto de Atividades de Animação e Apoio às Famílias (definido em sede de Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena), no qual consta o modelo de planificação conjunta de atividades e da responsabilidade, análise e avaliação de atividades e estratégias e reflexão conjunta das práticas, bem como o modelo de supervisão pedagógica da oferta complementar. A coordenação de atividades é feita em reuniões mensais. Calendário Escolar Início da atividade letiva Final da atividade letiva 1º Período 13 de setembro 2017 15 de dezembro 2017 2º Período 3 de janeiro 2018 23 de março 2018 3º Período 9 de abril 2018 22 de junho 2018 Interrupções Letivas Natal De 18 de dezembro de 2017 a 2 de janeiro de 2018 Carnaval De 12 a 14 de fevereiro de 2018 Páscoa De 26 de março de 2018 a 6 de abril de 2018 Período de avaliação 1º Período De 3 a 5 de janeiro de 2018 2º Período De 9 a 11 de abril de 2018 Final do ano A definir
  • 6. Reuniões* *Reuniões pré‐marcadas: 1ª terça-feira de cada mês – Reunião de Departamento (2 horas) Terça-feira – Atendimento aos Encarregados de Educação (2 horas) Ultima segunda-feira de cada mês – Reunião de Estabelecimento (2 horas) 4ª terça-feira de cada mês – Reunião Educadores estabelecimento com Assistentes Operacionais (2 horas) 2. Fundamentação das opções didáticas e pedagógicas 2.1 Metodologias e modelos de desenvolvimento curricular A elaboração de qualquer projeto pressupõe um processo que tem como referências um ponto de partida (situação que se pretende modificar), um ponto de chegada (uma ideia do que se pretende modificar) e a previsão do processo de “construção” (o “como” fazer). A realização de um projeto exige, na escola como na vida pessoal ou social, que este se precise através da elaboração de planos que estabelecem quem faz o quê, quando e quais os recursos necessários. O plano de um projeto deverá prever a quem são os intervenientes, como se organizam, as estratégias de ação a desenvolver, os recursos necessários, bem como as atividades que permitam concretizar o projeto. Dado que o projeto se centra no desenvolvimento de um processo, existem três características que o distinguem de um plano, a ver: Flexibilidade – o projeto vai‐se concretizando através de uma evolução que pode não ser inteiramente prevista. A sua flexibilidade permite a sua adaptação e adequação constante; Contexto específico de desenvolvimento – o sentido de um projeto decorre do contexto específico em que se desenvolve. O projeto tem uma dimensão temporal que articula passado, presente e futuro, num processo evolutivo que se vai construindo; Empenhamento do grupo – porque corresponde a um desejo, intenção ou interesse, o projeto é alvo de uma carga emotiva (empenhamento e compromisso do grupo) que o distingue da mera realização do plano. Se tomarmos o Currículo, em sentido lato, como aquilo que se considera que a Escola deve fazer aprender aos seus alunos, porque essa aprendizagem lhes será necessária como pessoas e cidadãos, defrontamo‐nos com a primeira das questões fundadoras do currículo e que é a seguinte: O que se julga que deve ser aprendido, e por isso, ensinado? Este o quê? Inicial não constitui, contudo, o primeiro momento na ordem lógica do processo. De facto, ao decidir‐se o quê? assumem‐se, de forma explícita ou implícita, opções de fundo quanto à justificação e finalização dessa escolha – as metas e objetivos: o para quê? A problemática da diversidade cultural e social dos alunos nas sociedades atuais e, especificamente, das comunidades locais, constitui o ponto crítico deste debate curricular e o eixo central da mudança que estamos a viver nas relações entre a Escola e a sociedade, exatamente porque o currículo constitui a matéria substantiva da ação da Escola e é a sua justificação institucional. Ou seja, existe Escola porque e enquanto se reconhece necessário garantir a passagem sistemática de um currículo – entendido como o corpo das aprendizagens socialmente reconhecidas como necessárias, sejam elas de natureza científica, pragmática, humanista, cívica, interpessoal ou outra. Desta consciência da centralidade do currículo advém a ideia de currículo como sinónimo de “conjunto articulado de normativos programáticos”, na qual reside também o entendimento – questionável – de que a escola é (era) o meio de acesso aos saberes que, tendencialmente, os programas cobriam. Embora a nível do discurso educativo se fale constantemente dos novos papéis da escola e do docente, a verdade é que esta conceção de currículo/programa continua bem instalada e muito pouco mudada nas práticas e mentalidades.
  • 7. Pensar a escola em termos curriculares implica repensar essa lógica e procurar novas respostas, na sociedade atual, às questões definidoras do Currículo, ou do Plano de Turma: O que se quer fazer aprender na escola? A quem? E para quê? As sociedades atuais requerem cada vez mais a melhoria do nível de educação dos seus cidadãos por um conjunto de razões: porque a competição económica o exige mas também porque a qualidade e melhoria da vida social passa cada vez mais pelo domínio de competências, incluindo competências para aprender, colaborar e conviver, pelo nível cultural geral dos indivíduos e pela sua capacidade de se integrarem numa sociedade construída sobre múltiplas diversidades. Considerando que a Educação Pré-Escolar é um processo, não é necessário definir, rigorosamente, o que as crianças devem aprender. A progressão e a diferenciação das aprendizagens supõem que todas e cada uma das crianças tenham ocasião de progredir a partir do nível em que se encontra, de acordo com a sua história pessoal, competências inatas, disponibilidade e projeto pessoal. A Educação Pré-Escolar situa-se na continuidade de um processo que se iniciou com a família e/ou numa instituição educativa, logo, com diferentes percursos, características, origens, as crianças (e famílias) apresentam informação pertinente que deve ser gerida no sentido de promover, para o futuro, um bom plano relacional (com a família e com a criança) mas também com a comunidade. O objetivo de orientar a prática pedagógica para processos educativos mais centrados na aprendizagem dos alunos e nos seus interesses, permitindo uma articulação entre diferentes áreas e domínios do saber permite, do ponto de vista didático, a utilização de um modelo de Abordagem de Projeto como “um estudo em profundidade de um determinado tópico que as crianças levam a cabo” (Katz, 1997, p.3). A abordagem de projeto e com “projetos” favorece o aprofundamento e a compreensão do conhecimento do mundo em que a criança vive e das suas próprias experiências, pois, ao centrar‐se nos objetivos intelectuais faz com que o conhecimento se torne mais significativo, podendo ser realizado com qualquer tema desde que parta dos interesses das crianças. Nesse sentido, também o docente passa a ser um incentivador da interação entre as crianças e o mundo que as cerca, enfatizando a participação ativa delas. Este tipo de abordagem não é, necessariamente, a totalidade do projeto curricular, mas pode ser parte dele, podendo contudo assumir uma posição privilegiada de modo a estimular as capacidades emergentes das crianças e ajudá‐las no seu desenvolvimento. Na abordagem de projeto por haver interesse e motivação da criança há, também, um maior envolvimento. A criança pode escolher entre uma variedade de atividades que o docente oferece, que deseja realizar, e de acordo com suas possibilidades de enfrentar desafios. Nesse sentido, é importante que o professor e os alunos compreendam que a escola é vida e que as experiências escolares devem ser naturais e compartilhadas, de modo que todas as crianças delas possam participar e contribuir ativamente. Na maior parte das vezes, a origem das experiências é inesperada, pois depende de um acontecimento ocorrido num determinado espaço e tempo, no entanto, o seu prolongar obriga a um planeamento, nomeadamente que organize as atividades que as crianças podem realizar, a aplicação das suas capacidades, a disponibilidade de recursos, o interesse do professor e o momento do ano letivo que o projeto apareceu. É importante notar que nem todas as crianças desenvolvem os mesmos tópicos com o mesmo grau de interesse, mas pode ser muito importante a maneira como o educador apresenta a temática/projeto atraindo a atenção delas, relacionando a novidade com algo já conhecido. Esta não é a única forma de desenvolver os projetos de aula, mas certamente será uma dos mais promissoras porque atrai o interesse das crianças de modo a envolvê‐las em atividades desafiantes e motivadoras.
  • 8. É nesse sentido que o PCG da Sala Amarela do Jardim‐de‐infância do Gradil pretende disponibilizar um conjunto de pressupostos facilitadores do processo educativo com base numa perspetiva de Abordagem de Projeto e é nesta perspetiva que toda a opção estratégica do educador será construída. A transição de crianças entre diversos ciclos provoca também alterações a hábitos que deve ser prevenida através de um espaço de trabalho colaborativo, entre docentes da Escola, que, no caso em apreço, se posiciona como fundamental. Sendo o grupo da Sala Amarela constituído, na sua globalidade por alunos oriundos do meio envolvente da escola, e sendo, maioritariamente em termos etários, de crianças com 3 e 4 anos, a atividade educativa a desenvolver pressupõe uma atenção específica ao “local”, bem como às características específicas da comunidade, no que concerne a estruturas cognitivas, exigências escolares e desenvolvimento técnico e formal. O espaço do meio envolvente (Comunidade), que se caracteriza, também, por ser um espaço constante de colaboração e partilha, potenciará a criação de efetivas redes de parceria que objetivem um desenvolvimento sustentado do espaço de implantação da Escola na Comunidade local, de onde se destacam as necessidade de intensa colaboração a vários níveis, designadamente com instituições e empresas de zona, bem como na disponibilização de serviços e produtos por parte de algumas delas, para atividades escolares e letivas, como no caso de cedência gratuita de transportes ou a baixo preço ou na cedência de materiais e equipamentos para atividades curriculares e extraescolares. Pelo atrás exposto, considerar‐se‐ão prioritárias as vertentes de educação cívica e social, com base na organização de um ambiente educativo potenciador de uma adequação cultural e etnológica dos alunos, na qual, paralelamente seja possível atingir uma adequada proficiência na utilização de novos instrumentos educativos, bem como na utilização de novas linguagens e códigos, que potenciem uma verdadeira integração socioeducativa de todos os alunos. 2.2 Plano Estratégico O desenvolvimento de temas para trabalho no jardim-de-infância relacionados com a “Educação para a Cidadania”, tal como definido no Projeto Educativo do Agrupamento (PEA) abrangem um vasto campo de conteúdos e conhecimentos que não podem ser desenvolvidos sob a forma de “lições” cuja sucessão e continuidade são estritamente programadas à partida pelo Educador. O trabalho sobre cidadania e desenvolvimento pessoal e social (onde se incluem os vários vetores) obriga a recorrer a métodos pedagógicos por objetivos que tornem operatórias as estratégias educativas. O trabalho do educador deve orientar as atividades para a realização de objetivos educativos que possam atribuir significado a essas atividades. No fundo, trata‐se de promover a aquisição de comportamentos e atitudes pessoais, sociais, ambientais e ecológicas através de metodologias em que a aprendizagem efetiva parta do conhecimento emergente que advém da experimentação e da organização intelectual, por fases, características das crianças em idade pré-escolar. Tendo em conta o título do projeto do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, “Da Terra ao Mar E rumo ao Futuro”, e ao qual a Sala Amarela está obrigada, as dinâmicas de valorização deste tema surgirão como consequência e desenvolvimento natural do trabalho desenvolvido, fortalecendo e realinhando a ligação do Plano Anual de Atividades (PAA) com o Projeto Educativo do Agrupamento (PE), através da organização de atividades integradas e integradoras que potenciem e contribuam para a compreensão da importância dos processos de respeito pelo ambiente e pelo planeta Terra. A assunção de competências e comportamentos de valorização da partilha e do respeito pelo outro, pelo contexto e pelo “local”; pelas interações sociais e humanas de respeito pela diversidade e pela definição de comportamentos são os principais objetivos a desenvolver ao longo do ano letivo. Pelo exposto, o PCG orientará a sua ação para a dinamização de atividades congruentes com a especificidade quer do nível etário dos alunos quer da estrutura da sala, respeitando as dinâmicas da escola e a sua matriz. Estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que vive, aprendendo a respeitá‐lo; Despertar na criança a importância do Outro, das relações e das interdependências sociais e culturais;
  • 9. Promover novas aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência de que pertencemos a uma comunidade com igualdades e diferenças e com direitos e deveres serão os principais parâmetros orientadores para explorar e promover novas aprendizagens, encontrando‐se a expressão de interrogação e de tomada de consciência, de compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação, como necessárias para uma cabal compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e às suas regras. É fundamental que as atividades, lógicas e reflexões presentes neste PCG contribuam para a consolidação de competências indispensáveis à vida pessoal e social, quer pela sua eficácia, como por exemplo, competências orientadas para a resolução de problemas ou para a tomada de decisões fundamentadas, quer pelo enriquecimento pessoal, quer pela capacidade/competência de entender e fruir bens como a música ou a arte. Independentemente das áreas transversais sobre as quais se fundamente a prática letiva, bem como as rotinas diárias, far‐se‐á uma integração de conteúdos e temáticas específicas, das quais se apresentam, de seguida, as principais, e que terão respetiva delimitação na planificação semanal de atividades: ‐ No âmbito do desenvolvimento motor e educação física, a execução de atividades motoras organizadas e de educação e promoção física, devidamente calendarizadas e rotinadas, permitem que a criança adquira, progressivamente um conhecimento mais adequado e composto de utilização do seu corpo e também o reconhecimento de fronteiras físicas, sociais e culturais. A tomada de consciência do corpo enquanto veículo de comunicação é também um dos objetivos das atividades de educação e formação motora, servindo estas ainda para a compreensão e aceitação de regras e alargamento da linguagem. A expressão motora é um meio de descoberta de si e dos outros e das interações e inter-relações sociais. Ao possibilitar a interação com diferentes conteúdos relativos ao ser e estar sociais, bem como aos comportamentos e atitudes pessoais e coletivos, a criança toma consciência de si e dos outros e do seu papel no contexto em que vive. Neste campo em particular, aproveitar-se-á a experiência de dinâmicas expressivas (dança, exploração do corpo, expressão dramática, etc.) desenvolvidas em parceria, bem como se fará um enfoque específico nos hábitos de higiene e segurança alimentar, com especial atenção a projetos como o da escovagem dos dentes, de fruta escolar ou de práticas de sono. ‐ A parceria didática e pedagógica desenvolvida com as Bibliotecas Escolares permitirá a promoção de um conjunto de atividades e estratégias diversas na qual se fomenta a estruturação de conteúdos específicos sobre as funções da escrita, sobre o livro e a leitura, sobre a função informativa da escrita e sobre as necessidades literácitas, que serão exploradas através de estratégias de leitura partilhada. Manter-se-ão e valorizar-se-ão dinâmicas de visita de “contadores de histórias” e será dado especial ênfase à colaboração alargada com outras salas de jardim de infância e estabelecimentos, numa lógica de articulação horizontal. ‐ O domínio das expressões, nomeadamente das expressões plástica e dramática, potencia o desenvolvimento de espaços de interação e de comunicação que servem para promover o domínio da linguagem e das suas formas. Neste particular, a atividade “Adequação ao Meio Aquático - Piscina”, que está, atualmente, a ser preparada pela Associação de Pais, numa lógica de promover, além de um espaço de adequação ao meio aquático, todo um conjunto de competências e habilidades específicas no contexto desenvolvimental das crianças entre os 3 e os seis anos, que, a par das demais atividades de experimentação físico-motora, potencia a dinamização de experiências inovadores, pedagogicamente evoluídas e de total interesse técnico-pedagógico, que determinam uma oferta complementar única e exclusiva, será uma atividade de grande importância. ‐ O espaço multimédia, como estratégia de diversificação de formas de compreensão do real, permite a aprendizagem das diversas formas e funções, de forma motivadora e atual, logo, permitindo uma sensibilização específica ao código informático, cuja envolvência social é cada vez mais notória. Com a utilização de instrumentos "tecnológicos" que servem, fundamentalmente para brincar, desenvolvem‐se competências linguísticas, motoras e de expressão, mas também se abre caminho a um conjunto de atividades e estratégias de desenvolvimento cognitivo e matemático. Através da exploração do caráter lúdico e do jogo simbólico, com recurso a "meios informáticos", aliada à exploração de conteúdos identitários, de independência e autonomia, as atividades de caráter “tecnológico” mas não diretamente instrumental servem os propósitos de potenciar a área de Formação Pessoal e Social nos seus múltiplos aspetos. Por outro lado, o processo de construção/acompanhamento e execução de uma página de internet, onde se destaca o espaço
  • 10. de relação/cooperação interdisciplinar e com outros parceiros educativos é também um espaço de trabalho cooperativo à distância, nomeadamente através da colaboração/partilha com outros alunos, com outras escolas, com outros profissionais e com as famílias. A partir da troca de correspondência eletrónica, motivar- se-ão estratégias de reflexão científica, de experimentação e análise, ligadas a conteúdos ambientais, de raciocínio lógico‐matemático e de aquisição da linguagem. Quer no espaço pedagógico, quer no espaço de comunicação (formal e informal) far‐se‐á, ao longo do desenvolvimento do ano letivo, um enfoque específico na utilização destes canais, potenciando quer as competências formais e académicas, quer as competências relacionais e de pertença social das crianças e adultos envolvidos, nomeadamente através da dinamização dos espaços na web http://jigradil.blogspot.com e https://www.facebook.com/salamarelajigradil/, que serão espaços de comunicação primordiais e que funcionarão como portfólio digital do grupo. - A construção de “redes” de apoio, reflexão e ação, designadamente redes sociais e interpessoais, que decorrem quer do “uso” de instrumentos tecnológicos, quer das relações pessoais, sustentarão parte da atividade de integração de conteúdos, sendo, por isso, fontes prioritárias de gestão do conhecimento do grupo. A participação em projetos específicos (E-Twinning, Fóruns de reflexão, utilização das redes sociais, desenvolvimento de parcerias institucionais e participação em projetos nacionais – Projecto Ciência na Escola 2918, PNL, Educação para a Saúde, etc.) consubstanciará, também, a modelação de estruturas de apoio pedagógico, didático e educativo para o desenvolvimento do ato educativo. Por último, uma nota para a utilização constante e coerente de instrumentos e canais de comunicação baseados em novos e renovados meios de comunicação, com especial destaque para a utilização da internet e de redes virtuais de parceria e aprendizagem. 3. Procedimentos de Avaliação 3.1 Avaliação das aprendizagens A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que implica procedimentos adequados à especificidade da atividade educativa no jardim-de-infância, tendo em conta a eficácia das respostas educativas. Permitindo uma recolha sistemática de informações, a avaliação implica uma tomada de consciência da ação, sendo esta baseada num processo contínuo de análise que sustenta a adequação do processo educativo às necessidades de cada criança e do grupo, tendo em conta a sua evolução. Como se refere nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, “a construção e desenvolvimento do currículo e a sua adaptação ao grupo de crianças que, em cada ano, frequenta o jardim de infância inicia-se através da recolha de informação sobre o contexto social e familiar da criança, bem como sobre o processo educativo anteriormente realizado, no jardim de infância, se já o frequentou, ou sobre as experiências de aprendizagem que as crianças vivenciaram no contexto familiar e/ou na creche. Para além da informação sobre o percurso anterior, o/a educador/a observa também cada criança e as suas interações no grupo, para perceber se se sente bem e está integrada e para conhecer os seus saberes e interesses (observando o que a criança faz, como interage, ouvindo o que diz, recolhendo diversos trabalhos que realiza, etc.)” (p. 17). É, por conseguinte, a partir deste conjunto de informações, ou seja, desta primeira avaliação ou caracterização inicial, que as intenções educativas terão de ser explicitadas, bem como planeada a sua intervenção, através da elaboração do PCG em articulação com o projeto educativo do estabelecimento educativo/agrupamento de escolas. A avaliação da organização do ambiente educativo permite refletir sobre as suas potencialidades educativas, a partir do que se observa: da exploração e utilização dos espaços e materiais; das interações e relações entre crianças e entre crianças e adultos; da distribuição e utilização do tempo. É a partir dessa observação, e da escuta das opiniões e sugestões das crianças e de outros elementos da equipa pedagógica, que a organização do ambiente educativo vai sendo melhorada e ajustada. Nesse sentido, a avaliação visa: - Uma perspetiva de centrada no desenvolvimento do processo e nos progressos da aprendizagem de cada criança que não se enquadra em abordagens de avaliação normativa, em que essa aprendizagem é situada face a normas ou padrões previamente estabelecidos.
  • 11. - A definição de objetivos desejáveis ou esperáveis será, eventualmente, utilizada como uma referência para situar e descrever o que a criança aprendeu e a evolução dessa aprendizagem, ou, ainda, para alertar o/a educador/a da necessidade de reformular a sua intervenção, de modo a incentivar os progressos de todas e cada uma das crianças. - A utilização de abordagens descritivas ou narrativas, que documentam a evolução desse progresso e - A participação da criança participar no planeamento e avaliação da sua aprendizagem, rever o processo e tomar consciência dos seus progressos. O termo avaliação aqui refere‐se ao leque de informação recolhida e sintetizada pelo educador, ao longo da sua prática pedagógica, com o objetivo de sustentar e adequar as suas escolhas pedagógicas, curriculares e educativas. De acordo com a legislação em vigor, a avaliação na Educação Pré-Escolar assenta nos seguintes princípios: • Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidos nas OCEPE; • Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados; • Caráter marcadamente formativo da avaliação; O desenvolvimento de um processo participado de planeamento e avaliação implica uma partilha de informação e um processo de reflexão entre os diferentes intervenientes. Cabe ao educador criar um clima de comunicação em que crianças, outros profissionais e pais/ famílias são escutados e as suas opiniões e ideias consideradas e debatidas. A participação das crianças no planeamento e avaliação implica que o educador seja um ouvinte atento, que toma em consideração as suas propostas e sugestões, questionando-as para perceber melhor as suas ideias e para que tomem consciência dos seus progressos. Pelo exposto, caberá ao educador e às famílias participarem ativamente na construção de um saber formativo, o qual é definido pela capacidade de avaliar e de devolver à prática o produto dessa mesma avaliação, construindo, paralelamente, novas estratégias e desígnios de desenvolvimento educativo. A informação sobre os alunos e o desenvolvimento dos seus processos de aprendizagem será recolhida através de um conjunto de processos informais, observações, partilha e trocas verbais, mas também através de processos mais formalizados de recolha de informação, como sejam as várias fichas de caracterização e diagnóstico elaboradas pelo educador ou em uso no agrupamento. Nos processos de avaliação, a perspetiva dos encarregados de educação e das famílias, que, de forma constante e participada, através de reuniões gerais (3), em espaços informais devidamente planeados ou mesmo através da Internet, acompanham a evolução ou continuidade dos alunos, e participam nos processos de planeamento de atividades e na sua avaliação, será de extrema importância. A comunicação das intenções do educador e do seu projeto curricular de grupo aos pais/famílias é uma ocasião para os envolver no processo de planeamento e para recolher as suas sugestões. A partilha desse plano permite, ainda, encontrar um conjunto de possibilidades de os pais/famílias e outros elementos da comunidade participarem no processo educativo do jardim de infância. Será importante, ao longo do ano letivo, desenvolver momentos específicos de divulgação das atividades do jardim-de-infância, nomeadamente exposições, mostras, divulgação específica de produtos produzidos, etc. Neste campo, propõem‐se, além dos espaços informais de atendimento aos pais e encarregados de educação, a ter lugar às terças-feiras entre as 15.30h e as 17.00h, ou em datas e horário a combinar, três reuniões coletivas, para avaliação das atividades curriculares e letivas (no final de cada período letivo), e uma para apresentação e reflexão sobre o Plano de Turma. Serão realizados registos de ação/avaliação e relatórios individuais de observação no primeiro e último período letivo, cujo conhecimento/divulgação junto das famílias e encarregados de educação respeitará as definições do Departamento de Educação Pré-Escolar e do Ministério da Educação.
  • 12. Também a utilização de meios informáticos (internet, gestão informática, etc.) potenciará a divulgação dos dados passíveis de avaliar. Do processo avaliativo produzir‐se‐ão relatórios trimestrais de acompanhamento e um relatório final de Avaliação do Plano de Turma. 3.2 Avaliação do Plano de Turma A avaliação do documento far-se-á através da produção de relatórios trimestrais no qual se torne evidente a adequação e a adaptação das respostas organizadas e definidas no documento e a sua correlação com a obtenção dos resultados esperados e das metas a atingir no âmbito dos objetivos de concretização dos currículos (DL 139/2012). Estes relatórios foram definidos e serão executados de acordo com os documentos aprovados em Departamento de Educação Pré-Escolar.
  • 13. Anexos Anexo 1 – Matriz de Observação (definidos em DEPE) Anexo 2 - Relatório de Observação (definidos em DEPE) Anexo 3 - Planificação Anual 2017 Anexo 5 - Relatórios Síntese PCG Anexo 5 - Instrumentos de apoio (lista de alunos, caracterização 1.1.1; 1.1.2; 1.1.4 e 1.2.1.) – Não disponível na versão pública)
  • 14. 1 Departamento de Educação Pré-Escolar Agrupamento Professor Armando de Lucena Malveira Proposta MATRIZES DE OBSERVAÇÃO Aprendizagens a promover na Educação Pré-Escolar Na reunião de Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena de dezassete de novembro de dois mil e dezasseis, foi aprovada a Matriz/Guião de Observação das Aprendizagens a desenvolver pelos alunos/crianças que frequentam a Educação Pré-Escolar do Agrupamento. A Matriz/Guião que agora se apresenta constitui-se como um instrumento de observação para uso exclusivo do(a) Educador(a) de Infância, e que servirá como base para a elaboração do(s) Relatório(s) de Observação a ser(em) produzido(s) como síntese dos progressos de aprendizagem da criança. O(s) Relatório(s) incluirá(ão) ainda indicações sobre o processo de aprendizagem, da responsabilidade do(a) Educador(a), no(s) qual(is) será(ão) feita(s) reflexão(ões) sobre a especificidade contextual de cada criança. Esta Matriz/Guião não apresenta, conscientemente, divisão de tipo etário ou formal (em termos de tempos e estádios de aprendizagem), pois decorre da interpretação que o processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança é heterogéneo e holístico, sendo importante, por isso, não reduzir nem balizar as aprendizagens a experimentar. Serve ainda esta Matriz/Guião como instrumento de uso interno do Agrupamento, sobre o qual poderão ser apresentados os objetivos gerais de desenvolvimento curricular e educativo da Educação Pré-Escolar. FPS Construção de identidade e auto-estima Independência e autonomia Consciência de si como aprendente Convivência democrática e cidadania CM Introdução à metodologia científica Abordagem às Ciências Conhecimento do mundo social Conhecimento do mundo físico e natural Mundo Tecnológico e utilização das Tecnologias EC Domínio da Educação Física Domínio da Educação Artística Artes Visuais Jogo dramático/Teatro Música Dança Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Comunicação Oral Consciência Linguística Abordagem à Escrita - Funcionalidade da linguagem escrita e sua utilização em contexto Abordagem à Escrita - Identificação de convenções da escrita Abordagem à Escrita - Prazer e motivação para ler e escrever Domínio da Matemática Números e operações Organização e tratamento de dados Geometria Medida Interesse e curiosidade pela matemática O NO Observadas quando… Aprendizagens a desenvolver.. Construção de identidade e auto-estima
  • 15. 2 Identifica as suas características individuais e reconhece semelhanças e diferenças com os outros. Conhecer e aceitar as suas características pessoais e a sua identidade social e cultural, situando-as em relação às de outros. Reconhecer e valorizar laços de pertença social e cultural Verbaliza as necessidades relacionadas com as suas necessidades básicas.  Expressa e reconhece as suas (e as dos outros) emoções e sentimentos.  Manifesta os seus gostos e preferências.  Mantém e justifica as suas opiniões, aceitando também as dos outros.  Demonstra prazer nas suas produções e progressos. Revela confiança em experimentar atividades novas, propor ideias e falar em grupo.  Aceita algumas frustrações e insucessos, procurando formas de as ultrapassar e de melhorar. Representa papéis e situações da sua cultura familiar em momentos de jogo dramático.  Reconhece a sua pertença a diferentes grupos sociais. Identifica e valoriza traços da sua cultura familiar, mas também os de outras culturas, compreendendo o que têm de comum e de diferente e que as culturas vão evoluindo. Independência e autonomia Realiza de forma cada vez mais independente as tarefas indispensáveis à vida do dia-a-dia. Saber cuidar de si e responsabilizar-se pela sua segurança e bem-estar. Ir adquirindo a capacidade de fazer escolhas, tomar decisões e assumir responsabilidades, tendo em conta o bem-estar dos outros. Conhece os materiais disponíveis, a sua localização e apropria-se progressivamente da sua utilização, servindo-se deles com cuidado e arrumando-os quando já não precisa.   Conhece os diferentes momentos da rotina diária, a sua sucessão, o que faz em cada um deles e para quê. Escolhe as atividades que pretende realizar e vai adquirindo progressivamente maior autonomia na seleção dos recursos disponíveis para as levar a cabo, sem perturbar o grupo. Encarrega-se das tarefas que se comprometeu realizar, executando- as de forma cada vez mais autónoma. Adquire um maior controlo do seu corpo, força, agilidade, equilíbrio e coordenação muscular que lhe permitem realizar progressivamente movimentos mais complexos e precisos.  Conhece e compreende a importância de normas e hábitos de vida saudável e de higiene pessoal e vai procurando pô-los em prática.  Tem consciência dos riscos físicos que pode correr e adota normas de segurança em casa, no jardim-de-infância e na rua.  Preocupa-se com o bem-estar e segurança das outras crianças, alertando o adulto quando se apercebe que alguma corre perigo.  Consciência de si como aprendente Manifesta curiosidade pelo mundo que a rodeia, formulando questões sobre o que observa.  Ser capaz de ensaiar diferentes estratégias para resolver as dificuldades e problemas que se lhe colocam. Ser capaz de participar nas decisões sobre o seu processo de aprendizagem. Cooperar com outros no processo de aprendizagem Revela interesse e gosto por aprender, usando no quotidiano as novas aprendizagens que vai realizando. Expressa as suas opiniões, preferências e apreciações críticas, indicando alguns critérios ou razões que as justificam.  Contribui para o funcionamento e aprendizagem do grupo, fazendo propostas, colaborando na procura de soluções, partilhando ideias, perspetivas e saberes e reconhecendo o contributo dos outros.   Participa na planificação de atividades e de projetos individuais e coletivos cada vez mais complexos, explicitando o que pretende fazer, tendo em conta as escolhas dos outros e contribuindo para a elaboração de planos comuns.    Colabora em atividades de pequeno e grande grupo, cooperando no desenrolar do processo e/ou na elaboração do produto final.   É progressivamente capaz e de explicitar e de partilhar o que descobriu e aprendeu.  Avalia, apreciando criticamente, os seus comportamentos, ações e trabalhos, bem como os dos colegas, dando e pedindo sugestões para melhorar. Expressa as suas ideias, para criar e recriar atividades, materiais e situações do quotidiano e para encontrar novas soluções para problemas que se colocam (na vida do grupo, na aprendizagem),
  • 16. 3 com recurso a diferentes tipos de linguagem (oral, escrita, matemática e diferentes linguagens artísticas). Convivência democrática e cidadania Espera pela sua vez na realização de jogos e na intervenção nos diálogos, dando oportunidades aos outros para intervirem.  Desenvolver o respeito pelo outro e pelas suas opiniões, numa atitude de partilha e de responsabilidade social Respeitar a diversidade e solidarizar-se com os outros. Desenvolver uma atitude crítica e interventiva relativamente ao que se passa no mundo que a rodeia. Conhecer e valorizar manifestações do património natural e cultural, reconhecendo a necessidade da sua preservação Contribui para a elaboração das regras de vida em grupo, reconhece a sua razão e necessidade e procura cumpri-las. É progressivamente capaz de resolver situações de conflito de forma autónoma, através do diálogo.  Perante opiniões e perspetivas diferentes da sua, escuta, questiona e argumenta, procurando chegar a resoluções ou conclusões negociadas.  Demonstra comportamentos de apoio e entreajuda, por iniciativa própria ou quando solicitado. Reconhece a diversidade de características e hábitos de outras pessoas e grupos, manifestando respeito por crianças e adultos, independentemente de diferenças físicas, de capacidades, de género, de etnia, de cultura, de religião ou outras.   Reconhece que as diferenças contribuem para o enriquecimento da vida em sociedade, identificando esses contributos em situações do quotidiano.   Aceita que meninos e meninas, homens e mulheres podem fazer as mesmas coisas em casa e fora de casa.  Identifica no seu contexto social algumas formas de injustiça ou discriminação, propondo ou reconhecendo formas de as resolver ou minorar. Conhece manifestações do património artístico e cultural, manifestando interesse e preocupando-se com a sua preservação.   Desenvolve um sentido estético perante manifestações artísticas de diferentes tempos e culturas.    Reconhece a importância do património natural, identifica algumas das ameaças à sua conservação e adota práticas “amigas” do ambiente. Utiliza diferentes recursos tecnológicos, enquanto meios de conhecimento, de expressão e comunicação e conhece os cuidados a ter.  Introdução à metodologia científica Demostra interesse pelo que a rodeia, colocando questões que evidenciam o seu desejo de saber mais. Apropriar-se do processo de desenvolvimento da metodologia científica nas suas diferentes etapas: questionar, colocar hipóteses, prever como encontrar respostas, experimentar e recolher informação, organizar e analisar a informação para chegar a conclusões e comunicá-las. Encontra explicações provisórias para dar resposta às questões colocadas. Participa com interesse no planeamento e implementação da metodologia que caracteriza o processo de descoberta da investigação científica. Participa na organização e apresentação da informação, de modo a partilhar com outros os conhecimentos, resultados e conclusões a que chegou. Demonstra envolvimento no processo de descoberta e exploração e revela satisfação com os novos conhecimentos Abordagem às Ciências Conhecimento do mundo social Sabe o seu nome completo e idade, onde vive, a sua nacionalidade e é capaz de se descrever, indicando algumas das suas características individuais. Tomar consciência da sua identidade e pertença a diferentes grupos do meio social próximo (ex. família, jardim de infância, amigos, vizinhança). Reconhecer unidades básicas do tempo diário, semanal e anual, compreendendo a influência que têm na sua vida. Conhecer elementos centrais da sua comunidade, realçando aspetos físicos, sociais e culturais e identificando algumas semelhanças e diferenças com outras comunidades. Utiliza termos como dia, noite, manhã, tarde, semana, mês, nas suas narrativas e diálogos. Identifica os membros da família próxima e fala sobre os graus de parentesco. Identifica diferentes elementos da comunidade educativa, percebendo os seus papéis específicos. Refere e identifica a atividade associada a algumas profissões com que contacta no dia-a-dia. Associa rotinas a determinados momentos ou alturas do dia.
  • 17. 4 Nomeia e descreve aspetos físicos característicos da sua comunidade tais como ruas, pontes, transportes, edifícios. Estabelecer relações entre o presente e o passado da sua família e comunidade, associando-as a objetos, situações de vida e práticas culturais. Conhecer e respeitar a diversidade cultural. Identifica algumas manifestações do património cultural do seu meio e de outros meios como, por exemplo, tradições, arquitetura, festividades. Revela interesse em saber as semelhanças e diferenças entre o que acontece no seu tempo e nos tempos de vida dos pais e avós. Compreende e aceita a diversidade de hábitos caraterísticos de diferentes realidades culturais. Conhecimento do mundo físico e natural Reconhece e identifica partes do corpo e alguns órgãos, incluindo órgãos dos sentidos, e compreende as suas funções. Compreender e identificar as características distintivas dos seres vivos e reconhecer diferenças e semelhanças entre animais e plantas. Compreender e identificar diferenças e semelhanças entre diversos materiais (metais, plásticos, papéis, madeira, etc.), relacionando as suas propriedades com os objetos feitos a partir deles. Descrever e procurar explicações para fenómenos e transformações que observa no meio físico e natural. Demonstrar cuidados com o seu corpo e com a sua segurança. Manifestar comportamentos de preocupação com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente. Usa e justifica algumas razões de práticas promotoras da saúde e segurança. Se reconhece como ser vivo com características e necessidades semelhantes às dos outros seres vivos. Conhece diferentes animais, diferenciando-os pelas suas características e modos de vida. Mostra curiosidade e procura uma explicação para fenómenos atmosféricos que observa. Antecipa e expressa as suas ideias sobre o que pensa que vai acontecer numa situação que observa ou experiencia e procura explicações sobre os resultados. Antecipa e expressa as suas ideias sobre o que acontece, quando determinadas forças atuam sobre os seres vivos e os objetos em situações que observa ou experiencia. Partilha as suas ideias sobre como se processam algumas transformações naturais. Demonstra, no quotidiano, preocupações com o meio ambiente. Desfruta e aprecia os espaços verdes e o contacto com a natureza. Mundo Tecnológico e utilização das Tecnologias Fala sobre recursos tecnológicos existentes no seu meio, revelando algum conhecimento sobre a sua utilidade. Reconhecer os recursos tecnológicos do seu ambiente e explicar as suas funções e vantagens. Utilizar diferentes suportes tecnológicos nas atividades do seu quotidiano, com cuidado e segurança. Desenvolver uma atitude crítica perante as tecnologias que conhece e utiliza. Usa vários recursos tecnológicos para recolher informação, comunicar, produzir diferentes tipos de trabalhos e organizar informação que recolheu. Conhece e respeita algumas normas de segurança na utilização da internet. Respeita as regras de segurança quer na utilização de recursos tecnológicos quer perante outros recursos. Imagina e cria, a duas ou três dimensões, ‘máquinas’, robots ou instrumentos com uma finalidade específica. Domínio da Educação Física Demonstra gosto pelas atividades físicas, procurando progredir a partir do que já é capaz de fazer. Cooperar em situações de jogo, seguindo orientações ou regras. Dominar movimentos que implicam deslocamentos e equilíbrios Controlar movimentos de perícia e manipulação Aceita e cumpre as regras dos jogos, quer acordadas no grupo, quer propostas pelo/a educador/a ou pré-definidas pelo jogo escolhido e coopera com os colegas na sua realização. Compreende que no jogo há resultados, aceitando a situação de ganhar ou perder. É capaz de compreender e esquematizar as regras dos jogos. Apropria-se da diversidade de possibilidades motoras, criando ou imaginando outras, propondo-as ao grupo. Domínio da Educação Artística Artes Visuais Tem prazer em explorar e utilizar, nas suas produções, modalidades diversificadas de expressão visual, recorrendo a diferentes elementos da linguagem plástica. Desenvolver capacidades expressivas e criativas através de explorações e produções plásticas Reconhecer e mobilizar elementos da comunicação visual tanto na produção e apreciação das suas produções como em imagens que observa. Apreciar diferentes manifestações de artes visuais a partir da observação de várias modalidades expressivas, Representa e recria plasticamente vivências individuais, temas, histórias, pessoas, animais, etc., utilizando diferentes materiais e diversos meios de expressão. Introduz, nas suas produções plásticas, elementos visuais de modo espontâneo ou sugerido, para representar temáticas, ilustrar histórias, etc.
  • 18. 5 Dialoga sobre as diferentes imagens e/ou objetos em diferentes contextos. expressando a sua opinião e leitura crítica. Emite opiniões sobre os seus trabalhos, os das outras crianças e sobre diferentes manifestações de artes visuais com que contacta, indicando algumas razões dessa apreciação. Jogo dramático/Teatro Se envolve em situações de jogo simbólico e jogo dramático cada vez mais complexas. Utilizar e recriar o espaço e os objetos, atribuindo-lhes significados múltiplos em atividades de faz-de-conta, situações imaginárias e de recriação de experiências do quotidiano, individualmente e com outros. Inventar e experimentar personagens e situações de dramatização, por iniciativa própria e/ou a partir de diferentes situações e propostas, diversificando as formas de concretização. Apreciar diferentes manifestações de arte dramática, a partir da observação de várias modalidades teatrais, ao vivo ou em suporte digital, verbalizando a sua opinião e leitura crítica. Expõe, discute ideias e propõe soluções para desafios criativos, em jogos dramáticos e dramatizações. Recria e inventa histórias e diálogos e prevê a sua concretização escolhendo espaços, adereços e explorando recursos diversificados. Se interessa pelo teatro e comenta os espetáculos a que assiste, utilizando progressivamente conceitos e vocabulário de teatro, nomeando diferentes funções convencionais do processo de criação teatral. Música Inventa ambientes sonoros a partir de rimas, canções, e sequências de movimento, selecionando e organizando fontes sonoras diversificadas. Identificar e descrever os sons que ouve quanto às suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais. Interpretar com intencionalidade expressiva-musical: cantos rítmicos (com ou sem palavras), jogos prosódicos (trava-línguas, provérbios, lengalengas, adivinhas, etc.) e canções (de diferentes tonalidades, modos, métricas, formas, géneros e estilos). Valorizar a música como fator de identidade social e cultural. Identifica auditivamente sons vocais e corporais, sons do meio ambiente próximo (isolados e simultâneos), sons da natureza e sons instrumentais. Canta canções com controlo progressivo da melodia, da estrutura rítmica (pulsação e acentuação) e da respiração. Distingue auditivamente um repertório diversificado de canções conhecidas e de música gravada de diferentes géneros, estilos e culturas. Comenta a música que ouve ou que interpreta manifestando as suas opiniões e utilizando vocabulário adequado. Utiliza grafismos não convencionais para identificar e registar sequências de intensidade, movimentos sonoros e sequências de sons curtos e longos. Dança Tem prazer em expressar-se de forma rítmica através do corpo. Desenvolver o sentido rítmico e de relação do corpo com o espaço e com os outros. Expressar, através da dança, sentimentos e emoções em diferentes situações. Refletir sobre os movimentos rítmicos e as coreografias que experimenta e/ou observa. Realiza movimentos locomotores e não locomotores básicos, de forma coordenada, utilizando o corpo no espaço, no tempo e com diferentes dinâmicas. Cria e recria movimentos a partir de temáticas e personagens. Interpreta pequenas sequências de movimento dançado, de forma coordenada e apropriada à temática. Aprecia peças de dança do património artístico, observadas através de meios audiovisuais ou em espetáculos ao vivo, expressando a sua opinião sobre o processo de criação e da apresentação coreográfica, utilizando vocabulário específico. Comenta os movimentos dançados que realiza e/ou observa, dando a sua opinião sobre os processos de execução e explicitando a sua interpretação. Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Comunicação Oral Faz perguntas sobre novas palavras e usa novo vocabulário. Compreender mensagens orais em situações diversas de comunicação Usar a linguagem oral em contexto, conseguindo comunicar eficazmente de modo adequado à situação (produção e funcionalidade). Ouve os outros e responde adequadamente, apresentando as suas ideias e saberes, tanto em situações de comunicação individual como em grupo. Elabora frases completas aumentando gradualmente a sua complexidade. Canta, reproduzindo de forma cada vez mais correta as letras das canções. Relata acontecimentos, mostrando progressão não só na clareza do discurso como no respeito pela sequência dos acontecimentos. Constrói frases com uma estrutura cada vez mais complexa
  • 19. 6 (coordenadas, explicativas, condicionais, negativas, subordinadas). Usa naturalmente a linguagem com diferentes propósitos e funções. Consciência Linguística Identifica o número de sílabas de uma palavra. Tomar consciência gradual sobre diferentes segmentos orais que constituem as palavras (Consciência Fonológica). Identificar diferentes palavras numa frase (Consciência da Palavra). Identificar se uma frase está correta ou incorreta e eventualmente corrigi-la Descobre e refere palavras que acabam ou começam da mesma forma. Isola ou conta palavras de uma frase. Suprime ou substitui alguma(s) palavra(s) numa frase, atribuindo-lhe um novo sentido ou formulando novas frases. Identifica uma frase cuja estrutura gramatical não está correta. Abordagem à Escrita - Funcionalidade da linguagem escrita e sua utilização em contexto Refere razões e expressa vontade para querer aprender a ler e a escrever. Identificar funções no uso da leitura e da escrita. Usar a leitura e a escrita com diferentes funcionalidades nas atividades, rotinas e interações com outros. Identifica funções específicas para o uso que faz ou poderá vir a fazer da escrita ou da leitura. Associa diferentes funções a suportes de escrita variados presentes nos seus contextos, usando-os com essas funcionalidades. Utiliza e/ou sugere a utilização da linguagem escrita no seu dia-a- dia, em tarefas diversas, com funções variadas, quer solicitando o apoio de um adulto quer de modo autónomo, mesmo sem saber ler e escrever. Pede aos adultos que lhe leiam ou escrevam numa situação concreta, para responder a uma necessidade. Escreve, convencionalmente ou não, palavras, pseudopalavras ou pequenas frases, nas suas brincadeiras, explorações e/ou interações com os outros. Usa o livro adequadamente e distingue diferentes tipos de livros consoante as suas funcionalidades Abordagem à Escrita - Identificação de convenções da escrita Diferencia escrita de desenho e, quando quer escrever, usa garatujas, formas tipo letra e/ou letras na sua escrita. Reconhecer letras e aperceber-se da sua organização em palavras. Aperceber-se do sentido direcional da escrita. Estabelecer relações entre a escrita e a mensagem oral. Identifica letras, conseguindo reproduzi-las de modo cada vez mais aproximado nas suas tentativas de escrita e sabe o nome de algumas delas. Abordagem à Escrita - Prazer e motivação para ler e escrever Escolhe realizar atividades de leitura e/ou escrita, manifestando concentração, prazer e satisfação no desenrolar das mesmas. Compreender que a leitura e a escrita são atividades que proporcionam prazer e satisfação. Estabelecer razões pessoais para se envolver com a leitura e a escrita, associadas ao seu valor e importância Sentir-se competente e capaz de usar a leitura e a escrita, mesmo que em formas muito iniciais e não convencionais. Ouve atentamente histórias, rimas, poesias e outros textos, mostrando prazer e satisfação. Reflete e partilha ideias sobre o valor e a importância da linguagem escrita e indica razões pessoais para a sua utilização. Revela satisfação pelas aprendizagens e conquistas que vai fazendo na compreensão e utilização da linguagem escrita. Mostra entusiasmo em partilhar com a família as leituras que vai fazendo no jardim de infância. Usa a leitura e a escrita, mesmo que de modo não convencional, em situações cada vez mais complexas, mostrando vontade de aprender e de responder a novos desafios. Domínio da Matemática Números e operações Usa correspondência termo a termo para resolver problemas de comparação de conjuntos e para contar objetos de um conjunto. Identificar quantidades através de diferentes formas de representação (contagens, desenhos, símbolos, escrita de números, estimativa, etc.). Resolver problemas do quotidiano que envolvam pequenas quantidades, com recurso à adição e subtração. Identifica, numa contagem, que a quantidade total corresponde à última palavra número (termo) que disse. Usa os termos “mais do que” e “menos do que” na comparação de quantidades. Usa o nome dos números e, posteriormente, numerais escritos, para representar quantidades. Organiza conjuntos de um certo número de objetos e consegue contar de forma crescente e decrescente. Começa a relacionar a adição com o combinar de dois grupos de objetos e a subtração com o retirar uma dada quantidade de
  • 20. 7 objetos de um grupo de objetos. Organização e tratamento de dados Coloca questões e participa na recolha de dados acerca de si própria, de situações do seu quotidiano e meio ambiente. Recolher informação pertinente para dar resposta a questões colocadas, recorrendo a metodologias adequadas (listagens, desenhos, etc.). Utilizar gráficos e tabelas simples para organizar a informação recolhida e interpretá-los de modo a dar resposta às questões colocadas. Participa na organização da informação recolhida recorrendo a tabelas, pictogramas simples, etc. Procura interpretar os dados apresentados em tabelas, pictogramas, diagramas de Venn, gráficos de barras, identificando a categoria modal, como correspondendo à maior frequência. Compreende que o tratamento apresentado é uma forma de descrever uma realidade. Geometria Numa roda com outras crianças, identifica posições relativas. Localizar objetos num ambiente familiar, utilizando conceitos de orientação. Identificar pontos de reconhecimento de locais e usar mapas simples. Tomar o ponto de vista de outros, sendo capaz de dizer o que pode e não pode ser visto de uma determinada posição. Reconhecer e operar com formas geométricas e figuras, descobrindo e referindo propriedades e identificando padrões, simetrias e projeções. Consegue seguir um percurso que lhe é descrito oralmente por outra criança ou pelo/a educador/a. Representa e descreve percursos familiares, através de desenhos e recorrendo a representações de marcos importantes. Ao jogar às escondidas, sabe escolher os lugares onde se deve esconder para não ser vista. Reconhece formas geométricas (bi e tridimensionais) presentes no seu quotidiano. Imagina e descreve como se vê um objeto a partir de uma certa posição. Amplia, reduz, roda, vê ao espelho formas e figuras e analisa as transformações resultantes nas posições, formas, tamanhos, etc. Medida Compara a altura, largura, comprimento de construções que fez, indicando algumas características de medida “maior que”,” mais pequeno que”, “mais estreito que”, “igual a”, etc. Compreender que os objetos têm atributos mensuráveis que permitem compará-los e ordená-los. Escolher e usar unidades de medida para responder a necessidades e questões do quotidiano. Nas suas atividades e brincadeiras explora diversas formas alternativas para medir. Compara o peso de objetos familiares utilizando primeiro as mãos para sentir qual o mais pesado e depois uma balança de pratos para comprovar o que antecipou. Interesse e curiosidade pela matemática Se envolve, por iniciativa própria, em situações onde utiliza conhecimentos e estratégias da matemática, evidenciando satisfação e prazer. Mostrar interesse e curiosidade pela matemática, compreendendo a sua importância e utilidade. Sentir-se competente para lidar com noções matemáticas e resolver problemas. Aplica noções matemáticas já exploradas a outras situações ou faz perguntas sobre elas. Procura encontrar estratégias próprias para resolver uma situação ou problema matemático. Expressa as suas razões para interpretar uma dada situação ou para seguir uma determinada estratégia. Não desiste de resolver um problema e, quando não consegue, procura uma nova abordagem. Compreende que os objetos têm atributos mensuráveis que permitem compará-los e ordená-los.
  • 21. RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ANO LETIVO / DATA / / AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR ARMANDO LUCENA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ESTABELECIMENTO NOME: DATA DE NASCIMENTO: Data / / Data / / Tomei conhecimento Educador(a): Docente de Apoio: (Assinatura do Encarregado de Educação)
  • 22. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Planificação Anual* De acordo com os critérios e indicadores definidos no âmbito do Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena, apresenta-se a planificação base (Anual), de onde “partem” os objetivos do educador, as competências e habilidades a desenvolver nas crianças e as estratégias que permitirão operacionalizar os precedentes: Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras: Área da Formação Pessoal e Social Construa uma autonomia coletiva que passe pela organização social participada em que as regras, elaboradas e negociadas entre todos, são compreendidas pelo grupo, que se compromete a aceitá‐las. Desenvolva conceitos formais de vida em comunidade (bem/mal, certo/errado, etc.). Fomente o desenvolvimento de relações construtivas. Identifique atitudes de tolerância, compreensão e respeito pela diferença. Promova o sentido de pertença social e cultural respeitando e valorizando outras culturas. Se relacione positivamente com os outros: compreendendo a multiculturalidade, a Empatia e o Respeito pelo outro, sendo tolerante, responsável e justo. Organize e potencie a criação de regras e a sua interiorização. Seja independente relativamente aos hábitos de higiene pessoal e estados emocionais. Participe nas atividades, de forma responsável e colaborativa. Coopere nas atividades correntes e constantes da sala de aula e na resolução de conflitos. Manifeste respeito por outras culturas, tradições e opções. Manifeste satisfação pelas suas realizações. Reconheça e utilize os recursos nas diversas atividades Ter a capacidade de (re)conhecer e identificar o seu contexto de vida e de relação pessoal e social. Desenvolver atividades de organização espacial e temporal, de integração e reflexão escolar e comunitária. Conhecer e praticar as regras diárias de higiene pessoal, designadamente na sua relação com o espaço social e cultural que habita, respeitando as necessidades globais, nomeadamente através de uma cultura de sustentabilidade. Desenvolver a Inteligência Emocional de forma adequada ao contexto relacional, sabendo exprimir facial e corporalmente emoções. Saber utilizar os saberes do Grupo (culturais, sociais, científicos e tecnológicos) para compreender a realidade e encontrar estratégias para a resolução de situações e problemas do quotidiano; Saber que o bem-estar humano depende de hábitos individuais de alimentação equilibrada, de higiene, de atividade física e de regras de segurança e de prevenção. Compreender as razões de existência de - Atividades de estimulação das crianças para limpar e arrumar o material usado durante o tempo de trabalho (ex.: lavar as mesas e os pincéis de pintura); - A distribuição de tarefas e responsabilização das crianças pela sua execução; - A valorização de atitudes de cumprimento das tarefas e a partilha de objetos e ideias; - O estímulo às crianças para brincarem juntas, incentivando‐as a resolverem os seus problemas e conflitos sem recurso a atitudes violentas ou discriminatórias; - Dinamizar a escuta do outro e a tolerância (ouvir o nome que as crianças dão aos seus sentimentos, expor as suas preocupações) através de momentos diários de rotina pedagógica; - Reuniões com as crianças para organizar o trabalho e fazer também a sua avaliação (respeitar a sua vez de falar, ouvir os outros, partilhar) de forma constante e rotineira; - Conversas, leituras e histórias, visualização de imagens e reflexões sobre conteúdos e temas importantes (educação para igualdade entre os sexos, para a integração da diferença entre culturas, etnias, educação ambiental, ecologia e biologia, etc.); - Atividades com base no diagnóstico de necessidades da turma, dando a vez e a voz aos elementos que advém da Construção da identidade e da autoestima; Independência e autonomia; Consciência de si como aprendente;
  • 23. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena propostas. Seja capaz de expressar opiniões sobre características do meio, sugerindo ações concretas e viáveis que contribuam para melhorar e tornar mais atrativo o ambiente onde os alunos vivem e ter consciência dos diferentes comportamentos e atitudes; Participe na discussão sobre a importância de procurar soluções; Reconheça a importância de não desperdiçar bens essenciais. Reconheça que os desequilíbrios podem levar ao esgotamento dos recursos. Tenha consciência de si e do outro e reconheça laços de pertença social e cultural. Assuma responsabilidades. Tenha iniciativa e tome decisões. Interaja com os outros. Revela confiança nas suas capacidades. Negoceie e aceite as decisões do grupo. Se confronte com situações que a levem a refletir o como e o porquê. Saiba escutar e esperar pela sua vez. Adote comportamentos reveladores de emergência de valores (respeito pelo outro, aceite e ajuda os outros). diferenças e a sua relação com o comportamento humano. Promover espaços de observação e contextualização científica, nomeadamente organizando registos, sintetizando informação e elaborando conceitos a partir da realidade observada. Elaborar espaços de divulgação sobre as reflexões e as aquisições específicas, relacionadas com a realidade individual e coletiva do grupo. Identificar aspetos do ambiente natural e social, relacionados com vivências e com as suas rotinas diárias. Elaborar mapas mentais de resposta a diferentes situações de perigo (incêndio, sismo, inundação, etc.). Identificar situações de risco para a sua segurança e facilitar a adoção de comportamentos de prevenção e/ou de resposta a situações de emergência. Ter a capacidade de caracterização das estações do ano, associando‐as a eventos específicos (gastronómicos, culturais, etc.). Estar apto para reconhecer as operações que são necessárias à resolução de problemas simples. Demonstrar atitudes de defesa do meio ambiente através de rotinas diárias de separação de resíduos e outras dinâmicas ecológicas. observação e da participação prévia dos alunos; - Estratégias adequadas para que cada criança compreenda que o esgotamento de recursos pode provocar desequilíbrios no ambiente; - Ensinar as crianças a pôr o lixo em recipientes próprios, incentivando‐as a separar e a reaproveitar alguns materiais; - atividades de compreensão e gestão do processo de reciclagem e a sua importância; - Atribuir e assumir responsabilidades em tarefas individuais e de grupo e ser capaz de terminar tarefas; - Criar áreas para as ciências experimentais na sala de atividades; - Organizar atividades/projetos que permitam “Conhecer o Mundo”; - Conversar ou contar histórias que transmitam regras e valores; - Promover momentos de Educação para o Consumo, nomeadamente através da deslocação a diversos locais comerciais; - Refletir, com recurso a diversos atores (comerciantes, famílias, etc.) o papel da comunidade local; - Promover momentos de saída da escola, com as devidas precauções, de modo a estimular e despertar o interesse para a descoberta do ambiente e do contexto envolvente; - Promover momentos de educação rodoviária, nomeadamente através da aprendizagem dos códigos específicos (sinalização, cuidados, etc.); - Organizar atividades que levem a criança fazer aprendizagens específicas do assunto de descoberta. - Encarar os vários tempos da Rotina Diária como oportunidades para as crianças planificarem atividades e fazerem previsões; - Diferenciar os conceitos agora/logo; fazer contagens, distribuir material; efetuar medições, (como p. ex. registar o crescimento das plantas que semearam). Convivência democrática e cidadania
  • 24. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras: Área de Expressão/Comunicação Desenvolva as suas capacidades de Expressão e Comunicação através de diferentes meios de comunicação e modelos de linguagem. Seja capaz de utilizar diferentes meios audiovisuais. Utilize o computador para realizar experiências de escrita, pesquisa de informação, trabalho de pares que implique decisão conjunta, compreenda alguma linguagem icónica e visual do software. Comunique oralmente em diferentes contextos e identifique diferentes códigos simbólicos. Use vocabulário rico e diversificado. Revele desejo em comunicar. Saiba comunicar e criar situações de comunicação. Perceba a funcionalidade da escrita. Usar e desenvolver estratégias de reflexão e promoção literácita. Desenvolver atividades de integração curricular. Promover atividades e estratégias de comunicação e reflexão comunicacional. Utilizar novos canais de comunicação e de inovação informacional. Saber usar adequadamente linguagens específicas para cada área do conhecimento. Usar corretamente a Língua Portuguesa para comunicar e para estruturar pensamento próprio, mas reconhecer a existência de outras formas de comunicação e outras línguas. Ser capaz de se exprimir de forma clara e audível com adequação ao contexto e ao objetivo comunicativo, utilizando vários processos e materiais. Desenvolver atividades que permitam à criança expressar-se em estratégias comunicacionais, e em diversos formatos (internet, jornal, etc.). - A criação de situações de iniciativa das crianças ou do(a) educador (a), que possibilitem e desenvolvam a linguagem oral, o pensamento lógico‐matemático, e as expressões (plástica, musical, dramática, e motora) a propósito de problemas, questões ou temas em estudo, de forma a aumentar a sua capacidade de comunicação com os outros e com o mundo que as rodeia; - O uso de vocabulário rico e diversificado e a comunicação oral em diferentes contextos; - A identificação de diferentes códigos simbólicos e o reconhecimento de símbolos convencionais; - O recurso a diferentes registos para obter informação e prazer com a leitura; - A compreensão, valorização e reprodução da escrita como meio de registo, de transmissão; - O reconhecimento e utilização de tecnologias novas e inovadoras, assim como o uso de instrumentos tecnológicos adequados à sua idade; - Conhecer estratégias básicas para a pesquisa e extração de informação, com base na utilização de instrumentos tecnologicamente pertinentes; - A familiarização com o vocabulário e as estruturas gramaticais de variedades do Português e conhecimento de chaves linguísticas e não linguísticas para a identificação de objetivos comunicativos através de narrações e outras atividades literácitas. - Descobrir o livro e outros tipos de estruturas de escrita na sala e na Biblioteca. - Utilizar vários formatos de escrita e representação gráfica em novos canais de expressão e comunicação (blogue, mensagens curtas, etc.). Domínio de Linguagem Oral e Escrita Desenvolva a sua motricidade global, a acuidade auditiva, o Desenvolver atividades de valorização do Corpo - Utilizar, criativamente, os processos e os produtos de Educação Física
  • 25. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena sentido rítmico, a capacidade de cantar, dançar, tocar. Controle e coordene os movimentos do seu corpo. Realize produções gráficas e utilize a expressão plástica como expressão que possibilita construir e (re) construir. Seja capaz de se concentrar. Desenvolva competências de Criatividade, Representação, Comunicação e Sentido Estético. Humano e da Atividade Física, com recurso aos meios disponíveis na escola e na comunidade. Dominar competências motoras que permitam a utilização consciente de instrumentos específicos da comunicação e da expressão motora. Representar percursos através de desenhos. expressão; - Desenvolver competências de expressão e comunicação, através da ação lúdica e autónoma; - Pintar, desenhar, escrever, tocar, ouvir, utilizar o espaço, e interagir com o espaço, de forma a maximizar a compreensão e o desenvolvimento cognitivo específico da idade; - Valorizar a expressão musical como linguagem universal de comunicação. - Articular a linguagem com o movimento físico, através de canções ou jogos com ação motora, dramatizações e representações plásticas e gráficas. - Elaborar registos escritos e grafo‐visuais como cartazes, cartas, folhetos e outros, como síntese da compreensão dos fenómenos. - Utilizar esquemas institucionais e comunicativos próprios (Correios, Internet, etc.) como fundamento de relações de comunicação à distância. - Utilizar meios audiovisuais específicos para promover o espírito crítico e a capacidade analítica para o entendimento do real. - Imitar e recriar experiências do quotidiano usando a imaginação, com recurso às áreas, instrumentos e materiais da sala. - Reconhecer sinais gráficos e outros códigos (Segurança rodoviária e outros) em situações contextualizadas; - Produzir e explorar sons e ritmos, através da sua contextualização pedagógica; - Identificar características de sons, através de exercícios diversificados; - Interiorizar fragmentos de sons e ser capaz de os reproduzir em jogos musicais através de espaços de audição ativa; - Utilizar vários recursos para se exprimir e aprender a desinibir-se através de ações expressivas e dramáticas. Ouvir, contar e dramatizar histórias e outros registos escritos e orais. Cantar canções. Tocar instrumentos Educação Artística Saber expressar‐se graficamente com alguma destreza. Associar diferentes cores, tamanhos, texturas e espessuras. Explorar técnicas plásticas/materiais para a representação de ideias e conceitos, sabendo utilizar materiais de reaproveitamento e de reciclagem. Saber utilizar materiais e equipamentos específicos e de forma adequada à sua função. Participar em atividades de jogo simbólico. Saber explorar a relação entre corpo, espaço e tempo. Desenvolver a Inteligência Emocional de forma adequada ao contexto relacional, sabendo exprimir facial e corporalmente emoções. Manipule os objetos no espaço e explore as suas propriedades. Tenha capacidade de organizar, ordenar, classificar, seriar e resolver problemas lógico-matemáticos. Tenha noções de Espaço/Tempo e topológicas. Reconhecer e identificar elementos espácio- temporais que se referem a acontecimentos e factos atuais, sabendo correlacioná‐los com acontecimentos passados. - Reconhecer diferentes atributos e propriedades dos materiais: Cor, espessura, textura, tamanho através de estratégias integradas; - Reconhecer semelhanças e diferenças, distinguindo o que Domínio da Matemática
  • 26. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Reconhecer e utilizar, no quotidiano, unidades de referência temporal (dias, semanas, meses, etc.). Identificar espaços e respetivas funções. Identificar algarismos e compreender as relações lógico‐matemáticas entre objetos. Associar diferentes cores, tamanhos, texturas e espessuras. pertence a cada conjunto, com base em propostas individuais; - Apropriar-se da noção de número com base em atividades diárias; - Formar sequências que têm lógicas subjacentes, com recurso a jogos, atividades lúdicas e outras estratégias. - Manipular os objetos no espaço e explorar as suas propriedades; - Ordenar medidas de capacidade em atividades lúdicas e em contexto; - Desenvolver noções matemáticas através da vivência de situações de descoberta, vivência do espaço e do tempo, da brincadeira espontânea ou da conversa em grupo; - Confrontar-se com situações que levem a refletir o como e o porquê; - Saber recolher e organizar dados matemáticos e lógicos com base em experiências diárias; - Utilizar a numeração e as operações de maneira flexível para alargar o campo de experiências da criança através da organização de áreas pedagógicas com materiais específicos de cada um dos domínios disciplinares, valorizando a reciclagem e o reaproveitamento. Ano Letivo: 2017/2018 Jardim de Infância do Gradil Sala Amarela Plano Anual Aprendizagens a promover Estratégias Conteúdos Curriculares É importante que cada criança: Para isso, deve: Nesse sentido propõem‐se, entre outras: Área do Conhecimento do Mundo Explore o espaço, reconhecendo e representando diferentes formas que, progressivamente aprenderá a diferenciar e a nomear. Perspetive o futuro de modo a que assuma uma relação interveniente no meio em que se insere; Aprenda a aprender, organizando os seus saberes numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida; Se sinta como elemento de pertença a um grupo. Valorize e exerça o respeito por nós, pelos outros, e pelo Compreender os valores fundamentais que sustentam as relações humanas e sociais. Reconhecer várias tipologias de relacionamento (familiares, sociais, etc.) e os comportamentos adequados à sua manutenção. Compreender a dinâmica escolar enquanto espaço formativo. Saber escolher metodologias de trabalho e de aprendizagem para alcançar os objetivos - Estimular e desenvolver a curiosidade da criança, confrontando‐a com situações de descoberta e de exploração do espaço que a rodeia; - Promover espaços de Promoção da Saúde em atividades rotineiras; - Fomentar na criança uma atitude científica experimental, nas suas atividades diárias; - Aproveitar os momentos concedidos pela ação diária de relacionamento pessoal tendo sempre em conta os Introdução à Metodologia Científica;
  • 27. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena planeta em que vivemos. visados. Posicionar‐se, de forma consciente na dinâmica grupal de forma a aumentar o conhecimento e a consciência social. Ter consciência do poder da atitude humana (numa perspetiva cultural, social e geográfica). Reconhecer “outras” respostas aos problemas evidenciados. Promover a valorização do património natural da comunidade através da valorização dos recursos. Descobrir e valorizar a importância de cada um para a preservação dos recursos e do património local. Identificar elementos sociais, culturais e comunitários com influência no desenvolvimento de comportamentos sociais. A capacidade de utilizar processos de organização social e cultural com vista à defesa do património local (social, humano e físico). Saber utilizar recursos naturais e humanos como fonte de promoção económica e social. Reconhecer as particularidades ecológicas e culturais. Caracterizar as mudanças climatéricas normais (estações), utilizando diversos indicadores resultantes da observação direta e indireta do que nos rodeia para a compreensão das dinâmicas locais (agricultura, etc.). Observar e realizar atividades experimentais simples sobre os aspetos naturais e humanos do meio, bem como reconhecer a existência de semelhanças e diferenças entre os Seres Vivos e a sua interação com o meio. pressupostos das relações humanas; - Fomentar a adequação de comportamentos saudáveis através de esquemas lúdicos e didáticos; - Reconhecer e identificar elementos espácio-temporais que se referem a acontecimentos, a factos, a marcas da história pessoal e familiar e da história local e nacional; - Reconhecer e utilizar elementos que permitem situar‐se no lugar onde vive; - Conhecer, comparar e localizar as dimensões e limites de diferentes de espaços; - Reconhecer e valorizar expressões do património histórico e cultural; - Criar atividades relacionadas com os processos de aprender; - Desenvolver competências de investigação e sensibilização científica; - Promover atitudes de respeito e preservação do meio ambiente; - Desenvolver competências de Autossegurança e Gestão do Perigo, através de projetos em parceria; - Colaborar em atividades investigativas e registar a informação trabalhada; - Participar em atividades de iniciação ao processo de investigação e descoberta. - Compreender a utilidade e recorrer a diferentes tipos de materiais e utensílios; - Realizar visitas na localidade e outros momentos de reconhecimento do espaço proximal e do contexto social da escola, das relações e inter-relações humanas e sociais e do valor dos recursos no âmbito da economia social e local. - Promover espaços de economia local (supermercados, restaurantes, loja dos animais, etc.) como espaços de valorização socioeducativa, cultural e financeira. - Visitar estruturas produtivas locais, - Dinamizar atividades de sensibilização económica e financeira, com base nas tradições locais. - Organizar o “Dia da Família”, como espaço de participação das famílias e da comunidade e dinâmicas de “História Social” como projeto de investigação etnológica. Abordagem às Ciências; Mundo Tecnológico e Utilização das Tecnologias.
  • 28. Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena -Organizar sessões de sensibilização/esclarecimento sobre dinâmicas locais. -Promover momentos de articulação interciclos que prevejam a reflexão sobre hábitos e tradições; - Participar em projetos internacionais de aproximação educativa, cultural e pedagógica. *De acordo com o Plano Anual de Atividades da Escola, far-se-á, ao longo do ano letivo, um enfoque específico em atividades que tornem operativas as competências a desenvolver. Nesse sentido, apresenta-se uma discriminação por período letivo. 1º Período letivo Ao nível do trabalho pedagógico, dever‐se‐á envolver, entre outras, as questões ligadas à preservação dos recursos humanos, culturais e designadamente dos recursos ambientais, como elementos de uma comunidade de partilha. É fundamental desenvolver um conjunto de dinâmicas curriculares que possibilitem o reconhecimento das características das populações locais, das tradições (narrativas orais, por exemplo), do desenvolvimento de competências específicas de pertença ao grupo, dos contextos sociais em que as crianças crescem e se desenvolvem e dos contributos que cada uma delas poderá dar de forma a compreender e aceitar as condições de vida que atualmente se colocam aos indivíduos. 2º Período letivo Refletir os novos desafios que se colocam ao homem e às comunidades, nomeadamente no que concerne ao aproveitamento dos recursos e à necessidade de se criarem alternativas sustentáveis. Compreender o comportamento e a atitude humana e social como responsável pela gestão e organização das comunidades e dos contextos ambientais. Definir a Escola como espaço de formação de Consciência Cívica e mediadora de comportamentos e atitudes humanas face aos outros. 3º Período letivo Posicionar o ser humano como motor de desenvolvimento de sustentabilidade e aproveitamento de recursos físicos, sociais e ambientais. Garantir a aquisição de atitudes e comportamentos sistematizados e assimilados de sustentabilidade social, cultural e ecológica. Desenvolver comportamentos adequados de respeito por si e pelo outro, numa perspetiva de organização social.
  • 29. Relatório Síntese de Avaliação Trimestral Estabelecimento Ano letivo / Sala Educador(a): Período Letivo Data do relatório Avaliação sumária Aqui deve classificar, de 1 (menor adequação) para 5 (maior adequação), o Plano de Turma. 1 2 3 4 5 Planeamento das atividades Execução das atividades Avaliação das atividades 1 Cumprimento das atividades do PAA Aqui deve discriminar os obstáculos e os fatores positivos para o desenvolvimento das atividades e estratégias previamente definidas, bem como a sua avaliação como elemento de preparação das próximas atividades (600 carateres) 2 Articulação Educativa, Estratégias e Metodologias Aqui deve referir as incidências relativas à organização documental e de recursos - humanos e materiais - e a forma como influenciou o desenvolvimento das atividades inscritas no Plano de Turma. Deve ainda caracterizar o sucesso obtido nas aprendizagens das crianças e a adequação das estratégias e metodologias ao grupo (600 caracteres). 3 Alterações a introduzir no Plano de Turma em resultado da avaliação feita Aqui deve discriminar a forma como adequou e modificou o trabalho planificado ao grau de desenvolvimento e às necessidades do grupo e das crianças e que alterações introduzirá no Plano de Turma em resultado dos procedimentos de Avaliação (600 carateres) 4 Desempenho Global Docente Aqui deve classificar, de 1 (menor adequação) para 5 (maior adequação),o seu desempenho relativamente a: 1 2 3 4 5 4.1. Coerência das escolhas pedagógicas 4.2. Planeamento e adequação das propostas educativas 4.3. Coordenação e Colaboração (com parceiros, de articulação, etc.) O(a) Educador(a) em ____/____/_____