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Patologia Geral
Prof: Cleanto Santos Vieira
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
“Louis Pasteur em seu laboratório” –
A.Edelfeld - 1885
Patologia Geral
• Os estudos patológicos cotam hoje
com uma grande variedade de
técnicas e recursos.
• Além dos recursos de análise macro
e microscópica utilizados há
bastante tempo, surgiram novos e
diversificados instrumentos de
estudo que provocaram uma
verdadeira revolução na patologia.
• Neste capítulo tentaremos elucidar
algumas técnicas convencionais e
as mais recentes de maior impacto.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Philips – Ressonância nuclear magnética
Patologia Geral
• Estudo morfológico: É o estudo
macro e microcóspico das doenças
que é a forma tradicional de
análise em Patologia, tanto para
investigação como para
diagnóstico.
• Amostras são analisadas por
exames citológicos ou
anatomopatológicos de biópsias,
peças cirúrgicas e necropsias.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
“A lição de anatomia do Dr. Joan Deyman” – Rembrandt -
1656
Patologia Geral
• Exames citológicos: O material de análise
deve ser obtido por meio de:
• 1) raspagem da pele ou mucosas, com
espátulas ou escovas;
• 2) secreções;
• 3) líquidos (serosas, urina, líquido
amniótico, etc...);
• 4) Punções aspirativas.
• O resultado do exame citológico é fornecido
em termos do diagnóstico morfológico das
doenças e complementado com outros
dados de interesse clínico.
• Ex: achados de microorganismos, ou casos
positivos para câncer etc....
• Deve-se ressaltar que casos inconclusivos
não são raros.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Técnica de esfregaço na língua, a escova deve ser
girada de um lado para o outro
Patologia Geral
• Exames anatomopatológicos: As biópsias
podem ser feitas para diagnóstico e/ou
tratamento.
• São ablativas ou excisionais quando se faz a
extirpação ou exérese de toda a lesão
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Biópsia ablativa ou excisional
Patologia Geral
• A Biópsia é incisional quando se retira
apenas parte da lesão para a realização
de exame diagnóstico.
• O ideal nesse caso é que o patologista
faça uma incisão transpassando por
toda a profundidade da lesão, obtendo
uma visão geral sobre o tecido
analisado.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Biópsia incisional
Patologia Geral
• Análise morfológica: é a dissecação, o exame
macroscópico das amostras e a retirada de
fragmentos representativos para estudos
histopatológicos.
• Ao lado técnica de clivagem para separação de
peças para exame.
• Os fragmentos passam por desidratação
gradativa em álcoois, etc..., cortados em
micrótomos, parafinizados e corados.
• A coloração universal é hematoxilina-eosina
(HE), mas frequentemente se utilizam outros
tipos de colorações especiais ou histoquímicas.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Patologia Geral
• Necropsia: ou autópsia significa o
exame post mortem sistema dos
órgãos ou de parte deles para
determinar a causa do óbito e
conhecer as lesões e doenças
existentes no indivíduo.
• É realizada geralmente em grandes
centros médicos (principalmente em
faculdades de medicina), procurando
não só determinar a causa, mas
também relacionar os achados
morfológicos com os clínicos.
• É um valioso método de ensino-
aprendizagem.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
“A autópsia” – Enrique Simonet - 1890
Patologia Geral
• Imuno-Histoquímica: utiliza anticorpos como reagentes
específicos para detecção de antígenos presentes em
células ou tecidos.
• O produto da reação imuno-histoquímica deve ser
sempre interpretado em conjunto com achados
morfológicos, para aumentar a fidedignidade do
diagnóstico.
• Ao lado exame imuno-histoquímico que foi compatível
com linfadenopatia tipo Doença de Castleman forma
hialino-vascular.
• A Doença de Castleman é uma rara doença
linfoproliferativa que pode envolver alguns linfonodos
locais ou ser sistêmica
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Patologia Geral
• Imunofluorescência: pode ser direta ou indireta.
• Na direta, o anticorpo primário é ligado a um composto fluorescente
(isotiocianato de fluoresceína), que emite luz verde brilhante quando
estimulado por luz ultravioleta.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Imunofluorescência direta - Rabdovírus
Patologia Geral
• Na imunofluorescência indireta, um
anticorpo primário se liga ao antígeno de
interesse.
• A substância fluorescente é conjugada a
um anticorpo secundário, que reconhece
a porção Fc (cristalizável, onde ocorre a
ligação com receptores celulares na
ativação do sistema complemento) do
anticorpo primário e com forma reação
específica.
• Depois de processadas as lâminas vão
para um microscópio de fluorescência
equipado com lâmpada ultravioleta e os
mais modernos com câmera fotográfica
para se fazer a documentação do
achado.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Patologia Geral
• Cultura Celular: A técnica de cultura
celular foi introduzida no início do
séc. XX com notável avanço nas
últimas décadas.
• A cultura celular consiste em
manutenção e multiplicação in vitro
(placas de Petri) de células vivas.
Capítulo 2: Métodos de
estudos em patologia
Alexander Fleming – o descobridor do antibiótico -
1929
Patologia Geral
•REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• CONTRAN, RS.; KUMAR, V.; ROBBINS, SL. – "Patologia Estrutural e Funcional" –
7ª ed. Philadelphia, W.B. Saunders, 2005.
• RUBIN, E. PATOLOGIA – Bases clínico-patológicas da medicina. 4ª Edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
• BRASILEIRO FILHO G. BOGLIOLO. Patologia Geral. 2a edição. Editora
Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, RJ, 1998.
Capítulo 2: Métodos de
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Patologia geral - metodos de estudo em patologia - capitulo 2

  • 1. Patologia Geral Prof: Cleanto Santos Vieira Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia “Louis Pasteur em seu laboratório” – A.Edelfeld - 1885
  • 2. Patologia Geral • Os estudos patológicos cotam hoje com uma grande variedade de técnicas e recursos. • Além dos recursos de análise macro e microscópica utilizados há bastante tempo, surgiram novos e diversificados instrumentos de estudo que provocaram uma verdadeira revolução na patologia. • Neste capítulo tentaremos elucidar algumas técnicas convencionais e as mais recentes de maior impacto. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Philips – Ressonância nuclear magnética
  • 3. Patologia Geral • Estudo morfológico: É o estudo macro e microcóspico das doenças que é a forma tradicional de análise em Patologia, tanto para investigação como para diagnóstico. • Amostras são analisadas por exames citológicos ou anatomopatológicos de biópsias, peças cirúrgicas e necropsias. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia “A lição de anatomia do Dr. Joan Deyman” – Rembrandt - 1656
  • 4. Patologia Geral • Exames citológicos: O material de análise deve ser obtido por meio de: • 1) raspagem da pele ou mucosas, com espátulas ou escovas; • 2) secreções; • 3) líquidos (serosas, urina, líquido amniótico, etc...); • 4) Punções aspirativas. • O resultado do exame citológico é fornecido em termos do diagnóstico morfológico das doenças e complementado com outros dados de interesse clínico. • Ex: achados de microorganismos, ou casos positivos para câncer etc.... • Deve-se ressaltar que casos inconclusivos não são raros. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Técnica de esfregaço na língua, a escova deve ser girada de um lado para o outro
  • 5. Patologia Geral • Exames anatomopatológicos: As biópsias podem ser feitas para diagnóstico e/ou tratamento. • São ablativas ou excisionais quando se faz a extirpação ou exérese de toda a lesão Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Biópsia ablativa ou excisional
  • 6. Patologia Geral • A Biópsia é incisional quando se retira apenas parte da lesão para a realização de exame diagnóstico. • O ideal nesse caso é que o patologista faça uma incisão transpassando por toda a profundidade da lesão, obtendo uma visão geral sobre o tecido analisado. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Biópsia incisional
  • 7. Patologia Geral • Análise morfológica: é a dissecação, o exame macroscópico das amostras e a retirada de fragmentos representativos para estudos histopatológicos. • Ao lado técnica de clivagem para separação de peças para exame. • Os fragmentos passam por desidratação gradativa em álcoois, etc..., cortados em micrótomos, parafinizados e corados. • A coloração universal é hematoxilina-eosina (HE), mas frequentemente se utilizam outros tipos de colorações especiais ou histoquímicas. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia
  • 8. Patologia Geral • Necropsia: ou autópsia significa o exame post mortem sistema dos órgãos ou de parte deles para determinar a causa do óbito e conhecer as lesões e doenças existentes no indivíduo. • É realizada geralmente em grandes centros médicos (principalmente em faculdades de medicina), procurando não só determinar a causa, mas também relacionar os achados morfológicos com os clínicos. • É um valioso método de ensino- aprendizagem. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia “A autópsia” – Enrique Simonet - 1890
  • 9. Patologia Geral • Imuno-Histoquímica: utiliza anticorpos como reagentes específicos para detecção de antígenos presentes em células ou tecidos. • O produto da reação imuno-histoquímica deve ser sempre interpretado em conjunto com achados morfológicos, para aumentar a fidedignidade do diagnóstico. • Ao lado exame imuno-histoquímico que foi compatível com linfadenopatia tipo Doença de Castleman forma hialino-vascular. • A Doença de Castleman é uma rara doença linfoproliferativa que pode envolver alguns linfonodos locais ou ser sistêmica Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia
  • 10. Patologia Geral • Imunofluorescência: pode ser direta ou indireta. • Na direta, o anticorpo primário é ligado a um composto fluorescente (isotiocianato de fluoresceína), que emite luz verde brilhante quando estimulado por luz ultravioleta. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Imunofluorescência direta - Rabdovírus
  • 11. Patologia Geral • Na imunofluorescência indireta, um anticorpo primário se liga ao antígeno de interesse. • A substância fluorescente é conjugada a um anticorpo secundário, que reconhece a porção Fc (cristalizável, onde ocorre a ligação com receptores celulares na ativação do sistema complemento) do anticorpo primário e com forma reação específica. • Depois de processadas as lâminas vão para um microscópio de fluorescência equipado com lâmpada ultravioleta e os mais modernos com câmera fotográfica para se fazer a documentação do achado. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia
  • 12. Patologia Geral • Cultura Celular: A técnica de cultura celular foi introduzida no início do séc. XX com notável avanço nas últimas décadas. • A cultura celular consiste em manutenção e multiplicação in vitro (placas de Petri) de células vivas. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia Alexander Fleming – o descobridor do antibiótico - 1929
  • 13. Patologia Geral •REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • CONTRAN, RS.; KUMAR, V.; ROBBINS, SL. – "Patologia Estrutural e Funcional" – 7ª ed. Philadelphia, W.B. Saunders, 2005. • RUBIN, E. PATOLOGIA – Bases clínico-patológicas da medicina. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. • BRASILEIRO FILHO G. BOGLIOLO. Patologia Geral. 2a edição. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, RJ, 1998. Capítulo 2: Métodos de estudos em patologia