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PARKINSOM
Março/2017
Boa Vista-RR
Acadêmicos: Franciss Mota
Gerson Oliveira
Prof° Paulo Thiago Silva
DEFINIÇÃO
DP: Doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica
e progressiva. Sendo causada por uma diminuição intensa da
produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância
química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células
nervosas).
ETIOLOGIA
A etiologia é tida como idiopática, mas estudos
acreditam que a DP pode ser decorrente de um conjunto
de fatores, sejam eles genéticos, toxinas ambientais,
estresse Oxidativo, anormalidades mitocondriais e/ou
alterações do envelhecimento.
Fator
genético
Fator tóxico-
ambiental
Fator tóxico-
metabólico
DP
CLASSIFICAÇÃO
a) PRIMÁRIA
Doença de Parkinsom.
b) PARKINSONISMO-PLUS
Paralisia supranuclear progressiva.
c) HEREDITÁRIO
Doença de Huntingtom.
Doença de wilsom.
d) SECUNDÁRIO
Infecção, drogas, toxinas, vascular, trauma e metabólico.
FISIOPATOLOGIA
 Por uma causa desconhecida, as células produtoras de
dopamina na substância negra se degeneram
progressivamente.
Disfunção mitocondrial (DP): diminuição da produção de ATP e aumento
de Oxigênio reativo que gera um stress Oxidativo.
Fisiopatologia
FISIOPATOLOGIA
EPIDEMIOLOGIA
Parkinsom é a segunda doença neurodegenerativa mais comum
depois de Alzhemer.
Aproximadamente 1,2 milhões de pessoas vivem com doença de
prakinsom em toda Europa.
Reino Unido: 90 mil.
Alemanha: 110 mil.
França: 120 mil.
Itália: 240 mil.
Espanha: 260 mil.
Brasil : 160 mil.
Obs: Segundo o estudo em 2030 esses números vão dobrar,
população esta envelhecendo mais.
INCIDÊNCIA
SEXO
RAÇA
Brancos > negros
IDADE
20-40 anos considera-se parkinsoniano juvenil ou precoce.
maior que os 50 anos DP.
=
SINAIS E SINTOMAS
Falta de equilibrio.
Bradcinesia.
Lentidão nos movimentos.
Tremores em repouso.
Alterações na
marcha(andar em bloco).
Apnéia do sono, sonolência
diurna, disfunção cognitiva.
SINAIS E SINTOMAS
(respiratório)
O padrão hipercifótico decorrente da
rigidez articular e alterações posturais,
influenciam na menor expansão pulmonar e
déficit restritivo na ventilação.
SINAIS E SINTOMAS
https://www.google.com.br/search?q=disfun%C3%A7%C3%A3o+mitocondrial+na+doen%C3%A7a+de+parkinson&biw=1366&bih
=626&source=lnms&tbm=isch&sa=X&s
ASPECTOS CLÍNICOS MOTORES
Tremor de Repouso
Em geral problema na via
motora direita.
Ocorre uma diminuição
ou ausência quando realiza
o movimento.
Estudos indicam que
(pés, mãos e madibula). De
á 4-5 Hz.
Bradcinesia
Hipocinesia
Acinesia
Hipertonia classica.
Sinal de cano de
chumbo.
Dificuldades para
pivotear.
Micrografia
Hipomimia
Fênomeno ON-OFF.
Discinesias.
Sinal da torre de pisa.
Roda denteada
ASPECTOS CLÍNICOS NÃO
MOTORES
Sudorese
Sialorréia
Hipotensão ortostática.
Disfagia.
Constipação intestinal.
Disfunção sexual e urinaria.
Demência.
Apatia e delírios .
Dermatite seborreica.
Perda da olfação.
Paralisia no olhar conjugado
para cima.
CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS.
Hoehn & Yahr
Estágio 1
Unilateral compremetimento em geral no MMSS superior seja D
ou E.
Estagio 1 e ½ ( um dimídio), tremor e rigidez de um só lado.
Estágio 2
Bilateral / equilíbrio preservado, ocorre diminuição do balanceio
dos MMSS durante a marcha, rigidez e reflexos posturais
preservados.
Estágio 2 e ½
Bilateral resposta ao equilíbrio, prejuízo da estabilidade
mínima(teste do empurrão).
CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS
Estágio 3
Bilateral estratégia de passos,
comprometimento bilateral e rigidez.
Estágio 4 (todos alterações dos estágios
anteriores+sialorréia).
Bilateral sob/supervisão, dificuldades para tarefa
motora(como levantar-se de uma cadeira),
não tem estrátegia de ajuste postual,
instabilidade.
CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS
Estágio 5
Bilateral/todas alterações dos estágios
anteriores+dependencia, sem auxilio paciente
fica na cama ou no CR.
DIAGNÓSTICO
• O Diagnóstico é baseado geralmente em
sintomas, na história médica e nos resultados
de um exame clínico(imagem) e por exclusão
de outras doenças.
Diagnóstico Diferencial
• Tremor de repouso
• Hipomimia
• Paralisia no olhar conjugado para cima
BRADICINESIA
HIPOCINESIA
ACINESIA
TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR
Clínico geral
PACIENTE E CUIDADOR
Neurologista e
Enfermeiro
Fisiatra/Fisioterapeuta
ou Geriatra
Enfermeiro especialista
em Doença de Parkinsom
Neurocirurgião
Geriatria
Farmacêutico
Cuidados no domicilio
e cuidados sociais
Fisioterapeuta
Fonoaudiólogo
Terapeuta
ocupacional
Nutricionista
Sexólogo
Assistente social
Psicólogo
Psiquiatra
Centro regional de excelência
em Doença de Parkinsom
TRATAMENTO CLÍNICO
a) Levodopa ou L-Dopa ainda é o medicamento mais importante para
amenizar os sintomas da doença. A levodopa se transforma em
dopamina no cérebro, e supre parcialmente a falta daquele
neurotransmissor.
b) Cirurgias
As cirurgias também podem ser bastante benéficas para determinados
pacientes. As cirurgias consistem em lesões no núcleo pálido interno
(Palidotomia) ou do tálamo ventro-lateral (Talamotomia), que estão
envolvidos no mecanismo da rigidez e tremor. Porém, a lentidão de
movimentos responde melhor aos medicamentos. Essas lesões
podem diminuir a rigidez e abolir o tremor
c) Estimulação profunda do cérebro (marcapasso cerebral)
Atualmente já disponível no Brasil, o marcapasso é muito benéfico,
especialmente para reduzir o tremor.
Tratamento Fisioterapêutico
As cinco áreas centrais da fisioterapia direcionadas a pessoas com DP são:
Capacidades físicas
Transferências
Atividades manuais
Equilíbrio
Marcha
Cognitivo
Considerações
Impedimento cognitivo
Ambiente
Medicação
Patologias associadas
Envelhecimento
Mudanças adaptativas
Necessidade de cuidadores
Distúrbios do movimento
Os principais objetivos da fisioterapia são
melhorar as limitações físicas, favorecer o
desempenho e capacidade de exercer força,
melhorar mobilidade, resistência, postura,
equilíbrio e marcha dos acometidos. Para os
indivíduos classificados nos estágios de
incapacidade leve a moderada, a reabilitação
engloba a promoção à saúde, ganho de força
geral, enquanto que as metas fisioterápicas aos
pacientes nos estágios de incapacidades graves
envolvem mobilidade, flexibilidade e resistência
para as atividades diárias, transferências, treino
de equilíbrio e marcha.
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
1) Treinamento da mobilidade articular e força muscular para
melhorar a capacidade física
1) Cinesioterapia para melhorar o equilíbrio
2) Aplicação de estratégias de movimentos cognitivo para
melhorar as transferências
3) Aplicação de estratégias de pistas para melhorar a marcha
4) Influência de exercícios
5) Fraqueza muscular
6) Fisioterapia Respiratória
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
TRATAMENTO ALTERNATIVOS
REFERÊNCIAS
Reabilitação neurologica- Darcy A. Umphred, cap. 27.
http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUB
D-8AFM2W/disserta__o_final.pdf/parkinson.
www.google/imagensfisio/reabilitaçãoaparkinson/.com.br
https://www.google.com.br/search?parkinso/tratamento/fisioterapia&biw
=1366&bih=626&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=0ahUKEwjiq9
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Parkinson

  • 1. PARKINSOM Março/2017 Boa Vista-RR Acadêmicos: Franciss Mota Gerson Oliveira Prof° Paulo Thiago Silva
  • 2. DEFINIÇÃO DP: Doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. Sendo causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas).
  • 3. ETIOLOGIA A etiologia é tida como idiopática, mas estudos acreditam que a DP pode ser decorrente de um conjunto de fatores, sejam eles genéticos, toxinas ambientais, estresse Oxidativo, anormalidades mitocondriais e/ou alterações do envelhecimento. Fator genético Fator tóxico- ambiental Fator tóxico- metabólico DP
  • 4. CLASSIFICAÇÃO a) PRIMÁRIA Doença de Parkinsom. b) PARKINSONISMO-PLUS Paralisia supranuclear progressiva. c) HEREDITÁRIO Doença de Huntingtom. Doença de wilsom. d) SECUNDÁRIO Infecção, drogas, toxinas, vascular, trauma e metabólico.
  • 5. FISIOPATOLOGIA  Por uma causa desconhecida, as células produtoras de dopamina na substância negra se degeneram progressivamente. Disfunção mitocondrial (DP): diminuição da produção de ATP e aumento de Oxigênio reativo que gera um stress Oxidativo.
  • 8. EPIDEMIOLOGIA Parkinsom é a segunda doença neurodegenerativa mais comum depois de Alzhemer. Aproximadamente 1,2 milhões de pessoas vivem com doença de prakinsom em toda Europa. Reino Unido: 90 mil. Alemanha: 110 mil. França: 120 mil. Itália: 240 mil. Espanha: 260 mil. Brasil : 160 mil. Obs: Segundo o estudo em 2030 esses números vão dobrar, população esta envelhecendo mais.
  • 9. INCIDÊNCIA SEXO RAÇA Brancos > negros IDADE 20-40 anos considera-se parkinsoniano juvenil ou precoce. maior que os 50 anos DP. =
  • 10. SINAIS E SINTOMAS Falta de equilibrio. Bradcinesia. Lentidão nos movimentos. Tremores em repouso. Alterações na marcha(andar em bloco). Apnéia do sono, sonolência diurna, disfunção cognitiva.
  • 11. SINAIS E SINTOMAS (respiratório) O padrão hipercifótico decorrente da rigidez articular e alterações posturais, influenciam na menor expansão pulmonar e déficit restritivo na ventilação.
  • 13. ASPECTOS CLÍNICOS MOTORES Tremor de Repouso Em geral problema na via motora direita. Ocorre uma diminuição ou ausência quando realiza o movimento. Estudos indicam que (pés, mãos e madibula). De á 4-5 Hz. Bradcinesia Hipocinesia Acinesia Hipertonia classica. Sinal de cano de chumbo. Dificuldades para pivotear. Micrografia Hipomimia Fênomeno ON-OFF. Discinesias. Sinal da torre de pisa. Roda denteada
  • 14. ASPECTOS CLÍNICOS NÃO MOTORES Sudorese Sialorréia Hipotensão ortostática. Disfagia. Constipação intestinal. Disfunção sexual e urinaria. Demência. Apatia e delírios . Dermatite seborreica. Perda da olfação. Paralisia no olhar conjugado para cima.
  • 15. CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS. Hoehn & Yahr Estágio 1 Unilateral compremetimento em geral no MMSS superior seja D ou E. Estagio 1 e ½ ( um dimídio), tremor e rigidez de um só lado. Estágio 2 Bilateral / equilíbrio preservado, ocorre diminuição do balanceio dos MMSS durante a marcha, rigidez e reflexos posturais preservados. Estágio 2 e ½ Bilateral resposta ao equilíbrio, prejuízo da estabilidade mínima(teste do empurrão).
  • 16. CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS Estágio 3 Bilateral estratégia de passos, comprometimento bilateral e rigidez. Estágio 4 (todos alterações dos estágios anteriores+sialorréia). Bilateral sob/supervisão, dificuldades para tarefa motora(como levantar-se de uma cadeira), não tem estrátegia de ajuste postual, instabilidade.
  • 17. CLASSIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS Estágio 5 Bilateral/todas alterações dos estágios anteriores+dependencia, sem auxilio paciente fica na cama ou no CR.
  • 18. DIAGNÓSTICO • O Diagnóstico é baseado geralmente em sintomas, na história médica e nos resultados de um exame clínico(imagem) e por exclusão de outras doenças.
  • 19. Diagnóstico Diferencial • Tremor de repouso • Hipomimia • Paralisia no olhar conjugado para cima BRADICINESIA HIPOCINESIA ACINESIA
  • 20. TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR Clínico geral PACIENTE E CUIDADOR Neurologista e Enfermeiro Fisiatra/Fisioterapeuta ou Geriatra Enfermeiro especialista em Doença de Parkinsom Neurocirurgião Geriatria Farmacêutico Cuidados no domicilio e cuidados sociais Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Terapeuta ocupacional Nutricionista Sexólogo Assistente social Psicólogo Psiquiatra Centro regional de excelência em Doença de Parkinsom
  • 21. TRATAMENTO CLÍNICO a) Levodopa ou L-Dopa ainda é o medicamento mais importante para amenizar os sintomas da doença. A levodopa se transforma em dopamina no cérebro, e supre parcialmente a falta daquele neurotransmissor. b) Cirurgias As cirurgias também podem ser bastante benéficas para determinados pacientes. As cirurgias consistem em lesões no núcleo pálido interno (Palidotomia) ou do tálamo ventro-lateral (Talamotomia), que estão envolvidos no mecanismo da rigidez e tremor. Porém, a lentidão de movimentos responde melhor aos medicamentos. Essas lesões podem diminuir a rigidez e abolir o tremor c) Estimulação profunda do cérebro (marcapasso cerebral) Atualmente já disponível no Brasil, o marcapasso é muito benéfico, especialmente para reduzir o tremor.
  • 22. Tratamento Fisioterapêutico As cinco áreas centrais da fisioterapia direcionadas a pessoas com DP são: Capacidades físicas Transferências Atividades manuais Equilíbrio Marcha Cognitivo Considerações Impedimento cognitivo Ambiente Medicação Patologias associadas Envelhecimento Mudanças adaptativas Necessidade de cuidadores Distúrbios do movimento
  • 23. Os principais objetivos da fisioterapia são melhorar as limitações físicas, favorecer o desempenho e capacidade de exercer força, melhorar mobilidade, resistência, postura, equilíbrio e marcha dos acometidos. Para os indivíduos classificados nos estágios de incapacidade leve a moderada, a reabilitação engloba a promoção à saúde, ganho de força geral, enquanto que as metas fisioterápicas aos pacientes nos estágios de incapacidades graves envolvem mobilidade, flexibilidade e resistência para as atividades diárias, transferências, treino de equilíbrio e marcha.
  • 24. TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO 1) Treinamento da mobilidade articular e força muscular para melhorar a capacidade física 1) Cinesioterapia para melhorar o equilíbrio 2) Aplicação de estratégias de movimentos cognitivo para melhorar as transferências 3) Aplicação de estratégias de pistas para melhorar a marcha 4) Influência de exercícios 5) Fraqueza muscular 6) Fisioterapia Respiratória
  • 28. REFERÊNCIAS Reabilitação neurologica- Darcy A. Umphred, cap. 27. http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUB D-8AFM2W/disserta__o_final.pdf/parkinson. www.google/imagensfisio/reabilitaçãoaparkinson/.com.br https://www.google.com.br/search?parkinso/tratamento/fisioterapia&biw =1366&bih=626&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=0ahUKEwjiq9 D80ZXSAhWCHJAKHRUkCHUQ_AUIBigB#tbm=isch&q=musico+te rapia
  • 29. OBRIGADO “seja a diferença que você quer no mundo”