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CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

             Informações Técnicas dos Cursos
QUEM SOMOS


O CFP – Centro de Formação Profissional é
uma instituição de ensino técnico fundada
com o objetivo de oferecer cursos para
qualificação de pessoal junto ao Sistema
Nacional de Qualificação e Certificação –
SNQC, além de cursos de aperfeiçoamento
profissional e cursos profissionalizantes.
Estando atento às necessidades do
mercado, o CFP procura fornecer aos seus
  alunos, todos as técnicas e conceitos
       inerentes às aulas teóricas e
práticas, através de metodologia baseada
 nas normas exigíveis e aplicáveis, tanto
para processos de qualificação, como para
       aperfeiçoamento profissional.
Nossos instrutores são profissionais
altamente gabaritados e qualificados pelo
 sistema SNQC, cujo know how adquirido
  em vários anos de trabalho na indústria
 mecânica, permitem-nos oferecer cursos
com alta qualidade de ensino, estimulando
  assim, o interesse e o aprendizado dos
               nossos alunos.
MISSÃO
      Fornecer treinamentos técnicos
modulares, ministrados através de técnicas
pedagógicas específicas, buscando ampliar
 o conhecimento educacional dos nossos
   clientes, e fortalecer a oferta de suas
 potencialidades profissionais no mercado
                 de trabalho.
VISÃO
Procurar atender as necessidades relativas
à qualificação da mão de obra no mercado
    em referência, a fim de que, nossos
           profissionais e nossos
   clientes, possam, através de técnicas
 inovadoras, serem estimulados a atingir
   suas metas pessoais e profissionais.
CALDEIREIRO – 300 HORAS
 Teoria
o Conhecer conceitos básicos de
  higiene, segurança, saúde, meio
  ambiente, normalização, segurança e
  equipamentos de proteção individuais(EPI);
o Processo de Fabricação;

o Matemática Básica;

o Instrumentos de medição;

o Traçados de desenho técnico;

o Prática de traçados de Caldeiraria;
CALDEIREIRO- 300 HORAS
Prática
 Traçados de
  cones, curvas, cilindros, cotovelos, cúpulas, quadra
  do para redondo, calça cônica, divisões da
  circunferência, soldagem com eletrodo
  revestido, oxiocetilênica (também com corte).
METROLOGIA – 48 HORAS
 Introdução      à Metrologia
   Medidas primitivas
   Necessidade do homem em criar Padrões
   Aplicação da Metrologia no Controle Dimensional
    de Processos e Produtos.
 Sistema      Internacional de Unidades
   Informações    gerais    sobre      as    unidades
    normatizadas pela ISO e ratificadas pela CGPM
   Unidades de Base
   Unidades derivadas
   Outras unidades fora do SI, aceitas sem restrição
    de prazo.
METROLOGIA – 48 HORAS
 Transformação         de Unidades
   Sistema Inglês
   Transformação de unidades entre SI e sistema inglês
   Conversão de unidades no sistema decimal
   Operações angulares
   Sistema sexagesimal, sexadecimal, sistema analítico e
    sistema centesimal
 Algarismos       Significativos
   Grau de confiança dos resultados aplicados às
    medições
   Regras de arredondamento conf. ABNT NBR 5891
   Operações aritméticas com algarismos significativos
METROLOGIA – 48 HORAS
   Confiabilidade Metrológica
   Principais erros de medição
   Fatores metrológicos que levam ao erro de medição
   Calibração e sua importância na metrologia
   Incertezas de medição
   Padrões e rastreabilidade
   Escolha adequada de instrumentos
   Instrumentos de Medição
   Abordagem sobre os principais instrumentos
   Trena
   Escalas ou réguas graduadas
   Paquímetros (inclui aulas práticas)
   Micrômetros (Inclui aulas práticas)
   Métodos de leitura
   Relógios comparadores e apalpadores
   Cálibre de altura
   Goniômetro
METROLOGIA – 48 HORAS

 Norma    VIM – Vocabulário
    Internacional dos Termos
    Fundamentais e Gerais de Metrologia
   Principais termos e definições aplicadas à
    Metrologia conforme Norma ISO e aprovados pelo
    INMETRO através da Portaria 029 de 1985.
METROLOGIA – 48 HORAS
 Laboratório      de Metrologia
   Características necessárias e fundamentais
    aplicadas aos laboratórios de metrologia conforme
    Norma ABNT - ISO – IEC 17025.
   Pessoal
   Acomodações e condições ambientais
   Métodos de ensaio
   Equipamentos
   Certificados de calibração.
 Caderno      de Exercícios
   Mais de 400 exercícios relativos aos tópicos
    abordados no curso.
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO
             TÉCNICO – 40 HORAS
 Introdução      ao Desenho Técnico
   O que é o desenho técnico
   Aplicações
   Tipos de desenhos técnicos
   Normas Brasileiras
   Formatos de folhas
 Os    Elementos Geométricos
   Figuras geométricas elementares
   Figuras geométricas planas
   Sólidos geométricos
   Sólidos de revolução
   Sólidos geométricos truncados
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO
          TÉCNICO – 40 HORAS
 Sistema de Projeção         Ortogonal
 A projeção ortográfica
 Diedros
 Planos de projeção
 Vistas no 1º e 3º diedros
 Vistas auxiliares

 Os Elementos de Construção
 Linhas do desenho
 Cotagem
 Sistemas especiais de cotagem
 Escalas

 Caderno de Exercícios
 Mais de 250 exercícios a respeito de todo o conteúdo
  programático do curso.
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO
            TÉCNICO – 40 HORAS
 Vistas      Seccionadas (Cortes)
   Corte total
   Hachuras
   Corte composto
   Cortes múltiplos
   Seção e encurtamento
   Omissão de corte
 Textura      Superficial
   (Erros microgeométricos)
   Noções de rugosidade
   Tipos e características de rugosidade
   Representação de rugosidades
   Indicações da rugosidade nos desenhos
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO
            TÉCNICO – 40 HORAS
 Tolerâncias        Geométricas
   (Erros macro geométricos)
   Indicação de tolerâncias geométricas
   Simbologia aplicada
   Tolerâncias de forma
   Tolerâncias de orientação
   Tolerâncias de posição
   Tolerâncias de batimento
 Tolerâncias e Ajustes
 Sistema de tolerância de trabalho
 Sistema ISO de tolerâncias e ajustes
 Desvios fundamentais
 Sistemas especiais de ajustes
 Exemplos de aplicação
NR-13 – 40 HORAS

 Legislação
   As Normas Regulamentadoras
   A lei 6514 da CLT referente às NRs
   A criação da NR-13
   Acidentes com vasos de pressão
 Caldeiras
   Estudo e observações relativas aos tópicos na
    Norma, considerando-se comentários e observações
    detalhadas tópico a tópico.
   Ilustrações e imagens inerentes aos tópicos
 Vasos     de Pressão
   Da mesma forma que a seção inicial relativa às
    Caldeiras, verifica-se nesta parte, comentários e
    observações de todos os tópicos da Norma.
ELETRICISTA PREDIAL – 120 HORAS
 Conteúdo   Programático:
 Corrente Elétrica;
 Resistência Elétrica – Lei de OHM;
 Potência e energia elétrica;
 Circuitos monofásicos e trifásicos;
 Fator de potência;
 Dimensionamento dos condutores pela queda de
  tensão admissível; Sistema de aterramento;
 Disjuntores;
 Caixas de derivação;
 Instalações aéreas;
 Dimensionamento das entradas coletivas;
 Roteiro para execução de projetos de instalação
  elétrica em prédio residencial;
ELETRICISTA PREDIAL – 120 HORAS


 Comandos Elétricos;
 Botoeiras, relês térmicos, temporizadores, desenho
  e interpretação de diagramas elétricos diversos;
 Manutenção preventiva/corretiva em quadros de
  distribuição e quadros terminais;
 Medidores de grandezas elétricas:
  amperímetro, ohmímetro, multímetro e outros.
OPERADOR DE CALDEIRA – 100 HORAS
 Conteúdo       Programático:
   Noções de Grandezas Físicas e Unidades:
   Pressão;
   Pressão atmosférica;
   Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta;
   Unidades de pressão;
   Calor e Temperatura:
   Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
   Modos de transferência de calor;
   Calor específico e calor sensível;
   Transferência de calor a temperatura constante;
   Vapor saturado e vapor superaquecido;
   Tabela de vapor saturado;
OPERADOR DE CALDEIRA – 100 HORAS
   Caldeiras – Condições Gerais:
   Tipos de caldeiras e suas utilizações;
   Partes de uma caldeira;
   Caldeiras flamotubulares;
   Caldeiras aquatubulares;
   Caldeiras elétricas;
   Caldeiras a combustíveis sólidos;
   Caldeiras a combustíveis líquidos;
   Caldeiras a gás;
   Queimadores;
   Instrumentos e dispositivos de controle de caldeira;
   Dispositivo de alimentação;
   Visor de nível e sistema de controle de nível;
   Indicadores de pressão;
   Dispositivos de segurança e auxiliares;
   Válvulas e tubulações;
SOLDADOR – 168 HORAS

 Conteúdo       Programático:
   Conhecimento tecnológico: Segurança e higiene no trabalho;
   Consumíveis;
   Eletrotécnica básica;
   Corte térmico;
   Fonte de corrente para soldagem;
   Conhecimento Prático:
   Abrir e manter o arco elétrico;
   Cordões paralelos;
   Junta de topo reto nas posições: 1G Plana 2G
    Horizontal, junta de ângulo em “T” nas posições: 2F plano
    horizontal, 3F vertical (ascendente e descendente), 4F sobre
    cabeça;
   Equipamentos para Soldagem;
SOLDADOR – 168 HORAS


 Técnicas de soldagem e regulagem de chama;
 Cordões paralelos com e sem adição de material;

 Soldagem de junta de topo nas posições:
  1G, 2G, 3G e 4G (chapa de 1 a 3mm), junta
  sobreposta nas posições: 3F 4F;
 Brasar chapa de aço carbono;

 Oxicorte.
INSPETOR DE QUALIDADE – 168 HORAS
 Conteúdo      Programático:
   Histórico e Evolução da Qualidade;
   Conceitos de Qualidade;
   Princípio Básico do Controle;
   Noções de Controle da Qualidade na Produção;
   Leitura de Tolerância no Produto e no Processo;
   Metrologia – Escolha de Meios de Controle para
    Atributos e Variáveis;
   Tipos de Inspeções: Processo, Final, Amostragem e
    Recebimento de Materiais;
   Quando usar Controle por Atributos e Variáveis;
   Como Definir os Pontos de Realização de Inspeção;
   Como definir Balanceamento das Inspeções: Número
    de Inspeção X Inspetores;
INSPETOR DE QUALIDADE – 168 HORAS

   Uso do Plano de Controle (Inspeção) nas Inspeções de
    Processo, Final e Recebimento de Materiais;
   Inspeção por Amostragem – Aplicação;
   Tratamento de Materiais Não Conformes;
   Como assegurar Rastreabilidade ao Processo ou
    Produto;
   Relatórios de Controle Dimensional e de Processo de
    Produtos na Inspeção de Processo e Inspeção Final;
   Relatórios de Controle Dimensional de Produtos na
    Inspeção de Recebimento de Materiais;
   Aplicação e uso do Certificado de Qualidade e, Desvio
    de Engenharia;
   Auditoria: De Sistema, Planejamento da
    Auditoria, Qualidades Desejáveis de um Auditor e
    Técnicas de Auditoria.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS
 Curso destinado às provas de qualificação na
  Petrobras através do Sistema Nacional de
  Qualificação e Certificação – SNQC
 NA-008 -Esta Norma estabelece a sistemática
  adotada pela Associação Brasileira de Ensaios Não
  Destrutivos e Inspeção – ABENDE, através do
  Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de
  Pessoal em Controle Dimensional, para a
  qualificação e certificação de inspetor de controle
  dimensional, nas modalidades
  mecânica, caldeiraria e tubulação, montagem de
  maquinas e topografia industrial, tendo como base
  a norma ABNT NBR 15523:2009.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS
• ACUIDADE VISUAL
 O candidato deve apresentar evidência documental
  de que possui visão satisfatória, de acordo com os
  seguintes requisitos:
 a) a acuidade para visão próxima deve permitir a
  leitura de no mínimo padrão Jaeger 1 ou Times
  Roman N4.5, ou letras equivalentes, a uma
  distância não menor do que 30 cm para um ou
  ambos, com ou sem lentes corretivas;
 b) a acuidade para visão longínqua, natural ou
  corrigida, deve ser igual ou superior a 20/40 da
  escala Snellen.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS
•   TREINAMENTO
   O candidato deve providenciar evidências aceitáveis pela
    ABENDE de conclusão de um curso de treinamento na
    modalidade para a qual busca a certificação.
   Os provedores de treinamento devem emitir prova
    documental da realização do treinamento, atendendo aos
    requisitos mínimos de conteúdo e duração estabelecidos no
    anexo B.

   EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E ESCOLARIDADE
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS

   EXAMES DE QUALIFICAÇÃO
•   Exame teórico
•   O exame teórico deve abranger questões tipo
    múltipla escolha que avaliem o conhecimento das
    atividades de controle dimensional. O candidato
    deve responder no mínimo 40 questões de múltipla
    escolha.
•   O candidato é considerado aprovado se obtiver
    aproveitamento mínimo de 70 %.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS
   EXAMES DE QUALIFICAÇÃO
• Exames Práticos
 O candidato deve estar aprovado no exame teórico
  da modalidade pleiteada para realizar exame
  prático.
 O exame prático deve avaliar o candidato na
  análise   de    situações    reais   de   controle
  dimensional, distribuídas por atividades conforme
  estabelecido no Anexo C.
 O candidato é considerado aprovado se obtiver
  aproveitamento mínimo de 80 %.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
       TUBULAÇÃO – 160 HORAS
 REALIZAÇÃO DOS EXAMES
• Todos os exames devem ser realizados em centros
  de         exames         de          qualificação
  estabelecidos,   aprovados     e     monitorados.
  Atualmente estão sendo realizados exames na
  ABENDI em São Paulo e no Setor de Qualificação
  da Petrobras-SEQUI em São José dos Campos.
 CERTIFICAÇÃO
• Se o candidato atender as especificações relativas
  aos resultados dos exames de qualificação, será
  considerado “Qualificado” e apto a exercer as
  atividades de Inspetor Dimensional Caldeiraria e
  Tubulação – CD-CL.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E

            TUBULAÇÃO – 160 HORAS
    EXAMES PRÁTICOS
•   Calibração de trena – 1,5 h
•   Medição de espessura por US – 1,0 h
•   Traçagem de gabarito de forma – 1,0 h
•   Inspeção por amostragem – 1,0 h
•   Tanque e vaso de pressão – 3,0 h
•   Nó tubular – 3,0 h
•   Tubulação (spool) – 3,0 h
         Todos as práticas dos exames exigidos são
    realizadas no curso, sendo que todos os alunos
    aprendem efetivamente as técnicas necessárias e
    é abordado com bastante ênfase, os “detalhes”
    importantes que levam à qualificação.
INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E
           TUBULAÇÃO – 160 HORAS

 Maiores informações para os candidatos
             São passadas aos alunos no primeiro
  dia de aula considerando-se os detalhes a respeito
  de documentos, envio da documentação e
  acompanhamento do processo.
INSPETOR DE SOLDAGEM N1 – 180 HORAS
 Conteúdo Programático:
 Sistema Nacional de Qualificação e Certificação –
  Terminologia de soldagem e descontinuidades;
 Simbologia de Soldagem e END;
 Consumíveis;
 Processos de Soldagem;
 Metalurgia da Soldagem;
 Controle de Deformações;
 Metais de Base;
 Ensaios Mecânicos;
 Ensaios Não Destrutivos;
 Instrumental e Técnicas de Medidas;
 Qualificações de Procedimentos e Soldadores;
 Documentos Técnicos;
 Proteção na Soldagem;
INSPETOR DE SOLDAGEM N1 – 180 HORAS



 Prática de Ensaio Visual e Dimensional;
 Prática de Análise de Tratamento Térmico;

 Prática de Medição de Dureza Portátil;

 Prática de Documentos Técnicos;

 Prática de Acompanhamento da Soldagem.
INSPETOR DE ULTRASSOM – 120 HORAS

 Conteúdo          Programático:
   Introdução aos ensaios não destrutivos;
   Processos de fabricação;
   Descontinuidade induzidas pelos processos de
    fabricação;
   Princípios básicos físicos;
   Comportamento das ondas sônicas;
   Geração da onda ultrassônica;
   Recepção da onda ultrassônica;
   Métodos e técnicas de Inspeção;
   O aparelho de Ultrassom;
   Aferição da aparelhagem;
   Calibração da escala horizontal do aparelho;
   Calibração e ajuste da sensibilidade;
INSPETOR DE ULTRASSOM – 120 HORAS

 Localização de descontinuidades;
 Identificação de descontinuidades;

 Técnicas de dimensionamento de
  descontinuidades;
 Inspeção de chapas;

 Inspeção de soldas;

 Medição de espessuras;

 Códigos, normas, especificações, Segurança etc.
CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
         (16) 3301-9292

AV. DUQUE DE CAXIAS, N° 277 – CENTRO - ARARAQUARA

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  • 1. CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL Informações Técnicas dos Cursos
  • 2. QUEM SOMOS O CFP – Centro de Formação Profissional é uma instituição de ensino técnico fundada com o objetivo de oferecer cursos para qualificação de pessoal junto ao Sistema Nacional de Qualificação e Certificação – SNQC, além de cursos de aperfeiçoamento profissional e cursos profissionalizantes.
  • 3. Estando atento às necessidades do mercado, o CFP procura fornecer aos seus alunos, todos as técnicas e conceitos inerentes às aulas teóricas e práticas, através de metodologia baseada nas normas exigíveis e aplicáveis, tanto para processos de qualificação, como para aperfeiçoamento profissional.
  • 4. Nossos instrutores são profissionais altamente gabaritados e qualificados pelo sistema SNQC, cujo know how adquirido em vários anos de trabalho na indústria mecânica, permitem-nos oferecer cursos com alta qualidade de ensino, estimulando assim, o interesse e o aprendizado dos nossos alunos.
  • 5. MISSÃO Fornecer treinamentos técnicos modulares, ministrados através de técnicas pedagógicas específicas, buscando ampliar o conhecimento educacional dos nossos clientes, e fortalecer a oferta de suas potencialidades profissionais no mercado de trabalho.
  • 6. VISÃO Procurar atender as necessidades relativas à qualificação da mão de obra no mercado em referência, a fim de que, nossos profissionais e nossos clientes, possam, através de técnicas inovadoras, serem estimulados a atingir suas metas pessoais e profissionais.
  • 7. CALDEIREIRO – 300 HORAS Teoria o Conhecer conceitos básicos de higiene, segurança, saúde, meio ambiente, normalização, segurança e equipamentos de proteção individuais(EPI); o Processo de Fabricação; o Matemática Básica; o Instrumentos de medição; o Traçados de desenho técnico; o Prática de traçados de Caldeiraria;
  • 8. CALDEIREIRO- 300 HORAS Prática  Traçados de cones, curvas, cilindros, cotovelos, cúpulas, quadra do para redondo, calça cônica, divisões da circunferência, soldagem com eletrodo revestido, oxiocetilênica (também com corte).
  • 9. METROLOGIA – 48 HORAS  Introdução à Metrologia  Medidas primitivas  Necessidade do homem em criar Padrões  Aplicação da Metrologia no Controle Dimensional de Processos e Produtos.  Sistema Internacional de Unidades  Informações gerais sobre as unidades normatizadas pela ISO e ratificadas pela CGPM  Unidades de Base  Unidades derivadas  Outras unidades fora do SI, aceitas sem restrição de prazo.
  • 10. METROLOGIA – 48 HORAS  Transformação de Unidades  Sistema Inglês  Transformação de unidades entre SI e sistema inglês  Conversão de unidades no sistema decimal  Operações angulares  Sistema sexagesimal, sexadecimal, sistema analítico e sistema centesimal  Algarismos Significativos  Grau de confiança dos resultados aplicados às medições  Regras de arredondamento conf. ABNT NBR 5891  Operações aritméticas com algarismos significativos
  • 11. METROLOGIA – 48 HORAS  Confiabilidade Metrológica  Principais erros de medição  Fatores metrológicos que levam ao erro de medição  Calibração e sua importância na metrologia  Incertezas de medição  Padrões e rastreabilidade  Escolha adequada de instrumentos  Instrumentos de Medição  Abordagem sobre os principais instrumentos  Trena  Escalas ou réguas graduadas  Paquímetros (inclui aulas práticas)  Micrômetros (Inclui aulas práticas)  Métodos de leitura  Relógios comparadores e apalpadores  Cálibre de altura  Goniômetro
  • 12. METROLOGIA – 48 HORAS  Norma VIM – Vocabulário Internacional dos Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia  Principais termos e definições aplicadas à Metrologia conforme Norma ISO e aprovados pelo INMETRO através da Portaria 029 de 1985.
  • 13. METROLOGIA – 48 HORAS  Laboratório de Metrologia  Características necessárias e fundamentais aplicadas aos laboratórios de metrologia conforme Norma ABNT - ISO – IEC 17025.  Pessoal  Acomodações e condições ambientais  Métodos de ensaio  Equipamentos  Certificados de calibração.  Caderno de Exercícios  Mais de 400 exercícios relativos aos tópicos abordados no curso.
  • 14. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO – 40 HORAS  Introdução ao Desenho Técnico  O que é o desenho técnico  Aplicações  Tipos de desenhos técnicos  Normas Brasileiras  Formatos de folhas  Os Elementos Geométricos  Figuras geométricas elementares  Figuras geométricas planas  Sólidos geométricos  Sólidos de revolução  Sólidos geométricos truncados
  • 15. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO – 40 HORAS  Sistema de Projeção Ortogonal  A projeção ortográfica  Diedros  Planos de projeção  Vistas no 1º e 3º diedros  Vistas auxiliares  Os Elementos de Construção  Linhas do desenho  Cotagem  Sistemas especiais de cotagem  Escalas  Caderno de Exercícios  Mais de 250 exercícios a respeito de todo o conteúdo programático do curso.
  • 16. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO – 40 HORAS  Vistas Seccionadas (Cortes)  Corte total  Hachuras  Corte composto  Cortes múltiplos  Seção e encurtamento  Omissão de corte  Textura Superficial  (Erros microgeométricos)  Noções de rugosidade  Tipos e características de rugosidade  Representação de rugosidades  Indicações da rugosidade nos desenhos
  • 17. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO – 40 HORAS  Tolerâncias Geométricas  (Erros macro geométricos)  Indicação de tolerâncias geométricas  Simbologia aplicada  Tolerâncias de forma  Tolerâncias de orientação  Tolerâncias de posição  Tolerâncias de batimento  Tolerâncias e Ajustes  Sistema de tolerância de trabalho  Sistema ISO de tolerâncias e ajustes  Desvios fundamentais  Sistemas especiais de ajustes  Exemplos de aplicação
  • 18. NR-13 – 40 HORAS  Legislação  As Normas Regulamentadoras  A lei 6514 da CLT referente às NRs  A criação da NR-13  Acidentes com vasos de pressão  Caldeiras  Estudo e observações relativas aos tópicos na Norma, considerando-se comentários e observações detalhadas tópico a tópico.  Ilustrações e imagens inerentes aos tópicos  Vasos de Pressão  Da mesma forma que a seção inicial relativa às Caldeiras, verifica-se nesta parte, comentários e observações de todos os tópicos da Norma.
  • 19. ELETRICISTA PREDIAL – 120 HORAS  Conteúdo Programático:  Corrente Elétrica;  Resistência Elétrica – Lei de OHM;  Potência e energia elétrica;  Circuitos monofásicos e trifásicos;  Fator de potência;  Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível; Sistema de aterramento;  Disjuntores;  Caixas de derivação;  Instalações aéreas;  Dimensionamento das entradas coletivas;  Roteiro para execução de projetos de instalação elétrica em prédio residencial;
  • 20. ELETRICISTA PREDIAL – 120 HORAS  Comandos Elétricos;  Botoeiras, relês térmicos, temporizadores, desenho e interpretação de diagramas elétricos diversos;  Manutenção preventiva/corretiva em quadros de distribuição e quadros terminais;  Medidores de grandezas elétricas: amperímetro, ohmímetro, multímetro e outros.
  • 21. OPERADOR DE CALDEIRA – 100 HORAS  Conteúdo Programático:  Noções de Grandezas Físicas e Unidades:  Pressão;  Pressão atmosférica;  Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta;  Unidades de pressão;  Calor e Temperatura:  Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;  Modos de transferência de calor;  Calor específico e calor sensível;  Transferência de calor a temperatura constante;  Vapor saturado e vapor superaquecido;  Tabela de vapor saturado;
  • 22. OPERADOR DE CALDEIRA – 100 HORAS  Caldeiras – Condições Gerais:  Tipos de caldeiras e suas utilizações;  Partes de uma caldeira;  Caldeiras flamotubulares;  Caldeiras aquatubulares;  Caldeiras elétricas;  Caldeiras a combustíveis sólidos;  Caldeiras a combustíveis líquidos;  Caldeiras a gás;  Queimadores;  Instrumentos e dispositivos de controle de caldeira;  Dispositivo de alimentação;  Visor de nível e sistema de controle de nível;  Indicadores de pressão;  Dispositivos de segurança e auxiliares;  Válvulas e tubulações;
  • 23. SOLDADOR – 168 HORAS  Conteúdo Programático:  Conhecimento tecnológico: Segurança e higiene no trabalho;  Consumíveis;  Eletrotécnica básica;  Corte térmico;  Fonte de corrente para soldagem;  Conhecimento Prático:  Abrir e manter o arco elétrico;  Cordões paralelos;  Junta de topo reto nas posições: 1G Plana 2G Horizontal, junta de ângulo em “T” nas posições: 2F plano horizontal, 3F vertical (ascendente e descendente), 4F sobre cabeça;  Equipamentos para Soldagem;
  • 24. SOLDADOR – 168 HORAS  Técnicas de soldagem e regulagem de chama;  Cordões paralelos com e sem adição de material;  Soldagem de junta de topo nas posições: 1G, 2G, 3G e 4G (chapa de 1 a 3mm), junta sobreposta nas posições: 3F 4F;  Brasar chapa de aço carbono;  Oxicorte.
  • 25. INSPETOR DE QUALIDADE – 168 HORAS  Conteúdo Programático:  Histórico e Evolução da Qualidade;  Conceitos de Qualidade;  Princípio Básico do Controle;  Noções de Controle da Qualidade na Produção;  Leitura de Tolerância no Produto e no Processo;  Metrologia – Escolha de Meios de Controle para Atributos e Variáveis;  Tipos de Inspeções: Processo, Final, Amostragem e Recebimento de Materiais;  Quando usar Controle por Atributos e Variáveis;  Como Definir os Pontos de Realização de Inspeção;  Como definir Balanceamento das Inspeções: Número de Inspeção X Inspetores;
  • 26. INSPETOR DE QUALIDADE – 168 HORAS  Uso do Plano de Controle (Inspeção) nas Inspeções de Processo, Final e Recebimento de Materiais;  Inspeção por Amostragem – Aplicação;  Tratamento de Materiais Não Conformes;  Como assegurar Rastreabilidade ao Processo ou Produto;  Relatórios de Controle Dimensional e de Processo de Produtos na Inspeção de Processo e Inspeção Final;  Relatórios de Controle Dimensional de Produtos na Inspeção de Recebimento de Materiais;  Aplicação e uso do Certificado de Qualidade e, Desvio de Engenharia;  Auditoria: De Sistema, Planejamento da Auditoria, Qualidades Desejáveis de um Auditor e Técnicas de Auditoria.
  • 27. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS  Curso destinado às provas de qualificação na Petrobras através do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação – SNQC  NA-008 -Esta Norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção – ABENDE, através do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em Controle Dimensional, para a qualificação e certificação de inspetor de controle dimensional, nas modalidades mecânica, caldeiraria e tubulação, montagem de maquinas e topografia industrial, tendo como base a norma ABNT NBR 15523:2009.
  • 28. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS • ACUIDADE VISUAL  O candidato deve apresentar evidência documental de que possui visão satisfatória, de acordo com os seguintes requisitos:  a) a acuidade para visão próxima deve permitir a leitura de no mínimo padrão Jaeger 1 ou Times Roman N4.5, ou letras equivalentes, a uma distância não menor do que 30 cm para um ou ambos, com ou sem lentes corretivas;  b) a acuidade para visão longínqua, natural ou corrigida, deve ser igual ou superior a 20/40 da escala Snellen.
  • 29. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS • TREINAMENTO  O candidato deve providenciar evidências aceitáveis pela ABENDE de conclusão de um curso de treinamento na modalidade para a qual busca a certificação.  Os provedores de treinamento devem emitir prova documental da realização do treinamento, atendendo aos requisitos mínimos de conteúdo e duração estabelecidos no anexo B.  EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E ESCOLARIDADE
  • 30. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS  EXAMES DE QUALIFICAÇÃO • Exame teórico • O exame teórico deve abranger questões tipo múltipla escolha que avaliem o conhecimento das atividades de controle dimensional. O candidato deve responder no mínimo 40 questões de múltipla escolha. • O candidato é considerado aprovado se obtiver aproveitamento mínimo de 70 %.
  • 31. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS  EXAMES DE QUALIFICAÇÃO • Exames Práticos  O candidato deve estar aprovado no exame teórico da modalidade pleiteada para realizar exame prático.  O exame prático deve avaliar o candidato na análise de situações reais de controle dimensional, distribuídas por atividades conforme estabelecido no Anexo C.  O candidato é considerado aprovado se obtiver aproveitamento mínimo de 80 %.
  • 32. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS  REALIZAÇÃO DOS EXAMES • Todos os exames devem ser realizados em centros de exames de qualificação estabelecidos, aprovados e monitorados. Atualmente estão sendo realizados exames na ABENDI em São Paulo e no Setor de Qualificação da Petrobras-SEQUI em São José dos Campos.  CERTIFICAÇÃO • Se o candidato atender as especificações relativas aos resultados dos exames de qualificação, será considerado “Qualificado” e apto a exercer as atividades de Inspetor Dimensional Caldeiraria e Tubulação – CD-CL.
  • 33. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E  TUBULAÇÃO – 160 HORAS EXAMES PRÁTICOS • Calibração de trena – 1,5 h • Medição de espessura por US – 1,0 h • Traçagem de gabarito de forma – 1,0 h • Inspeção por amostragem – 1,0 h • Tanque e vaso de pressão – 3,0 h • Nó tubular – 3,0 h • Tubulação (spool) – 3,0 h Todos as práticas dos exames exigidos são realizadas no curso, sendo que todos os alunos aprendem efetivamente as técnicas necessárias e é abordado com bastante ênfase, os “detalhes” importantes que levam à qualificação.
  • 34. INSPETOR DIMENSIONAL DE CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO – 160 HORAS  Maiores informações para os candidatos  São passadas aos alunos no primeiro dia de aula considerando-se os detalhes a respeito de documentos, envio da documentação e acompanhamento do processo.
  • 35. INSPETOR DE SOLDAGEM N1 – 180 HORAS  Conteúdo Programático:  Sistema Nacional de Qualificação e Certificação – Terminologia de soldagem e descontinuidades;  Simbologia de Soldagem e END;  Consumíveis;  Processos de Soldagem;  Metalurgia da Soldagem;  Controle de Deformações;  Metais de Base;  Ensaios Mecânicos;  Ensaios Não Destrutivos;  Instrumental e Técnicas de Medidas;  Qualificações de Procedimentos e Soldadores;  Documentos Técnicos;  Proteção na Soldagem;
  • 36. INSPETOR DE SOLDAGEM N1 – 180 HORAS  Prática de Ensaio Visual e Dimensional;  Prática de Análise de Tratamento Térmico;  Prática de Medição de Dureza Portátil;  Prática de Documentos Técnicos;  Prática de Acompanhamento da Soldagem.
  • 37. INSPETOR DE ULTRASSOM – 120 HORAS  Conteúdo Programático:  Introdução aos ensaios não destrutivos;  Processos de fabricação;  Descontinuidade induzidas pelos processos de fabricação;  Princípios básicos físicos;  Comportamento das ondas sônicas;  Geração da onda ultrassônica;  Recepção da onda ultrassônica;  Métodos e técnicas de Inspeção;  O aparelho de Ultrassom;  Aferição da aparelhagem;  Calibração da escala horizontal do aparelho;  Calibração e ajuste da sensibilidade;
  • 38. INSPETOR DE ULTRASSOM – 120 HORAS  Localização de descontinuidades;  Identificação de descontinuidades;  Técnicas de dimensionamento de descontinuidades;  Inspeção de chapas;  Inspeção de soldas;  Medição de espessuras;  Códigos, normas, especificações, Segurança etc.
  • 39. CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL (16) 3301-9292 AV. DUQUE DE CAXIAS, N° 277 – CENTRO - ARARAQUARA