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MONITORAMENTO DAS CRIANÇAS COMMONITORAMENTO DAS CRIANÇAS COM
SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUSSÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS
HISTÓRICO
O Estado da Bahia, teve seu primeiro caso suspeito e
registrado de microcefalia por infecção do zika vírus na
semana epidemiológica nº40 que compreende o
período de 04 a 10 de outubro de 2015.
AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O
ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS COM
SCZV E SUAS FAMÍLIAS
 Instalado o Centro de Operação Estratégica de Saúde (COES) com foco
nas arboviroses composta por diversos atores governamentais não
governamentais.
 Instituído o Protocolo Estadual de Acompanhamento de Gestantes com
Arboviroses - com orientações técnicas e diretrizes aos profissionais de saúde;
 Pactuação estadual na Comissão Intergestora Bipartite (CIB) da
estratégia rápida para acompanhamento das crianças com microcefalia;
AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O
ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS COM
SCZV E SUAS FAMÍLIAS
 Mutirão para realização exames de Triagem Auditiva Neonatal e
Potencial Evocado de Audição de Tronco Encefálico (PEATE) no Centro
Estadual de Prevenção e Reabilitação de Deficiência;
 Oferta de 0800 para acesso a exames para detecção dos agravos no
Hospital Universitário Edgard Santos - Ultrassom Transfontanela,
Tomografia de Crânio, Fundoscopia, Triagem Auditiva e Potencial
Evocado de Audição de Tronco Encefálico (PEATE), dentre outros;
HABILITAÇÃO DE NOVOS CER
 Articulação com o Ministério da Saúde para habilitação de Centros
Especializados em Reabilitação (CER) da Rede de Cuidado à Pessoa
com Deficiência no Estado.
 HABILITADOS: APAE Salvador, IBR, Pestalozzi Alagoinhas, APAe
Feira de Santana, APAE Jacobina, CER II em Camaçari – CEMPRE,
CEPROESTE – CER II em Barreiras.
QUALIFICAÇÃO DO CUIDADO À
CRIANÇAS COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS
 Realização de WEBpalestras através do Telessaúde para atenção
básica;
 Realização de oficinas nas Macrorregiões de Saúde envolvendo
profissionais dos Núcleos de Atenção á saúde da Família (NASF), Equipe
de Saúde da Família (ESF), profissionais das Unidades Básicas de Saúde
(UBS), CER e estabelecimentos únicos de saúde que realizam ações de
reabilitação. A ATSPD participou de algumas dessas oficinas fomentando
a importância da estimulação precoce realizada na atenção básica;
 Intensificação do apoio institucional aos municípios;
 Realização de capacitações como AIDI NEO, Método Canguru,
Estratégia Alimenta Amamenta, Reanimação Neonatal.
ARTICULAÇÕES PARA O
ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS
COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS
 Discussões com gestores da assistência social;
 Visita técnica de monitoramento in loco nos municípios com maior número de casos
confirmados na Planilha de Acompanhamento às crianças com Microcefalia: Salvador, Lauro
de Freitas, Camaçari, Simões Filho, Campo Formoso, Monte Santo, Feira de Santana,
Jequié, Itabuna, Alagoinhas, todos com mais de 4 casos confirmados para microcefalia em
outubro de 2016 (Base Boletim Epidemiológico n51).
 Estavam envolvidos nas visitas técnicas os técnicos estaduais da ATSC e ATSPD da DGC,
DAB e VIEP, além de técnicos dos NRS. A metodologia dos encontros baseava-se na análise
dos dados da Planilha de Integração e discussão da estruturação da rede de cuidado a saúde
da criança e família acometida pela SCZV.
ESTRATÉGIA DO MS
“Estratégia para o fortalecimento da atenção integral às crianças com
infecção associada às STORCH e ao vírus Zika e suas famílias”:
Ministério da Saúde, FIOCRUZ, por meio da EBBS (Estratégia Brasileirinhas e Brasileirinhos
Saudáveis).
•Abril de 2017 - Oficina com os gestores Estaduais: Secretarias de Saúde,
Desenvolvimento Social e Educação, preparatória para o trabalho a ser feito com
os municípios prioritários.
•Julho de 2017 - Oficina com representantes dos 10 municípios prioritários,
trabalhando a cartografia de cada um e a proposta de, construção do plano de
ação municipal para o acompanhamento das crianças com SCVZ. O MS está
trabalhando com a SESAB a proposta de imersão (EBBS) em um município.
Monitoramento das crianças com síndrome congênita causada pelo Vírus Zika
CASOS NOTIFICADOS X PUERICULTURA
FONTE: DAPES/SAS/MS Agosto/2017
Municípios Notificados Puericultura % Puericultura
SALVADOR 704 187 27%
EUNÁPOLIS 58 42 72%
LAURO DE FREITAS 55 21 38%
FEIRA DE SANTANA 50 28 56%
ALAGOINHAS 49 45 92%
CAMAÇARI 34 11 32%
SANTO ANTÔNIO DE JESUS 29 11 38%
SIMÕES FILHO 29 5 17%
CANDEIAS 19 6 32%
SENHOR DO BONFIM 16 14 88%
Monitoramento das crianças com síndrome congênita causada pelo Vírus Zika
CASOS NOTIFICADOS X EST. NASF X SERV. REABILITAÇÃO
FONTE: DAPES/SAS/MS Agosto/2017
Municípios Notificados Confirmados Estimulação
NASF
% Estimulação
NASF
SALVADOR 704 233 110 47%
EUNÁPOLIS 58 3 2 67%
LAURO DE
FREITAS
55 13 9 69%
FEIRA DE
SANTANA
50 22 5 23%
ALAGOINHAS 49 2 0 0%
CAMAÇARI 34 19 9 47%
ST ANTONIO DE
JESUS
29 4 2 50%
SIMÕES FILHO 29 12 6 50%
CANDEIAS 19 4 4 100%
SENHOR DO
BONFIM
16 2 2 100%
Principais aprendizados
 Necessidade de integração ainda maior entre Vigilância/ Atenção Básica/
Serviços Especializados/ Assistência Social;
 Maior investimento em Educação Permanente;
 Articulação com a Rede de serviços especializados;
 Os municípios com menor Cobertura de Saúde da Família são os que tiveram
piores respostas (Pré Natal, Puericultura, Busca Ativa, acompanhamento
longitudinal);
 Os Municípios com Equipes de NASF foram os que tiveram melhor respostas na
Atenção Integral;
 Telessaúde como estratégia de Educação Permanente e Comunicação rápida.
 Necessidade de integração ainda maior entre Vigilância/ Atenção Básica/
Serviços Especializados/ Assistência Social;
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 Articulação com a Rede de serviços especializados;
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longitudinal);
 Os Municípios com Equipes de NASF foram os que tiveram melhor respostas na
Atenção Integral;
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Principais desafios para o cuidado
 Estruturação da Rede Regionalizada para pessoas com Deficiência;
 Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS);
 Corresponsabilização pelo Cuidado no território (dificuldade de acompanhamento
das crianças, pela ausência, desorganização do processo de trabalho ou
sobrecarga);
 Judicialização crescente de órteses, próteses, medicamentos e fórmulas
alimentares;
 Estruturar uma Rede articulada de Exames Especializados ordenada pela
Atenção Básica;
 Nova PNAB
 Integração da Vigilância e Atenção Básica nas ações de prevenção e
monitoramento.
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alimentares;
 Estruturar uma Rede articulada de Exames Especializados ordenada pela
Atenção Básica;
 Nova PNAB
 Integração da Vigilância e Atenção Básica nas ações de prevenção e
monitoramento.
O que não foi possível realizar?
 Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS);
Optou-se por investir em pesquisa.
 Estruturar uma Rede Articulada de Exames Especializados e ordenada pela
Atenção Básica;
É uma estruturação sistêmica e necessita de protagonismo da Gestão Estadual e
pactuação coletiva com Municípios para que se estabeleça um sistema
ascendente e responsável de regulação e cuidado.
 Estruturação do processo de cuidado integral.
R$ para Educação Permanente, R$ para custeio do Apoio Institucional à Gestão e
as Equipes, “AUSÊNCIA” DE UM POLÍTICA EDUCAÇÃO PERMANENTE E
CUSTEIO DAS ATIVIDADES MEIO.
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PANORAMA DAS AÇÕES DE MONITORAMENTO DAS CRIANÇAS COM SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS

  • 1. PANORAMA DAS AÇÕES DEPANORAMA DAS AÇÕES DE MONITORAMENTO DAS CRIANÇAS COMMONITORAMENTO DAS CRIANÇAS COM SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUSSÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS
  • 2. HISTÓRICO O Estado da Bahia, teve seu primeiro caso suspeito e registrado de microcefalia por infecção do zika vírus na semana epidemiológica nº40 que compreende o período de 04 a 10 de outubro de 2015.
  • 3. AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS  Instalado o Centro de Operação Estratégica de Saúde (COES) com foco nas arboviroses composta por diversos atores governamentais não governamentais.  Instituído o Protocolo Estadual de Acompanhamento de Gestantes com Arboviroses - com orientações técnicas e diretrizes aos profissionais de saúde;  Pactuação estadual na Comissão Intergestora Bipartite (CIB) da estratégia rápida para acompanhamento das crianças com microcefalia;
  • 4. AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS  Mutirão para realização exames de Triagem Auditiva Neonatal e Potencial Evocado de Audição de Tronco Encefálico (PEATE) no Centro Estadual de Prevenção e Reabilitação de Deficiência;  Oferta de 0800 para acesso a exames para detecção dos agravos no Hospital Universitário Edgard Santos - Ultrassom Transfontanela, Tomografia de Crânio, Fundoscopia, Triagem Auditiva e Potencial Evocado de Audição de Tronco Encefálico (PEATE), dentre outros;
  • 5. HABILITAÇÃO DE NOVOS CER  Articulação com o Ministério da Saúde para habilitação de Centros Especializados em Reabilitação (CER) da Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência no Estado.  HABILITADOS: APAE Salvador, IBR, Pestalozzi Alagoinhas, APAe Feira de Santana, APAE Jacobina, CER II em Camaçari – CEMPRE, CEPROESTE – CER II em Barreiras.
  • 6. QUALIFICAÇÃO DO CUIDADO À CRIANÇAS COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS  Realização de WEBpalestras através do Telessaúde para atenção básica;  Realização de oficinas nas Macrorregiões de Saúde envolvendo profissionais dos Núcleos de Atenção á saúde da Família (NASF), Equipe de Saúde da Família (ESF), profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS), CER e estabelecimentos únicos de saúde que realizam ações de reabilitação. A ATSPD participou de algumas dessas oficinas fomentando a importância da estimulação precoce realizada na atenção básica;  Intensificação do apoio institucional aos municípios;  Realização de capacitações como AIDI NEO, Método Canguru, Estratégia Alimenta Amamenta, Reanimação Neonatal.
  • 7. ARTICULAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS COM SCZV E SUAS FAMÍLIAS  Discussões com gestores da assistência social;  Visita técnica de monitoramento in loco nos municípios com maior número de casos confirmados na Planilha de Acompanhamento às crianças com Microcefalia: Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho, Campo Formoso, Monte Santo, Feira de Santana, Jequié, Itabuna, Alagoinhas, todos com mais de 4 casos confirmados para microcefalia em outubro de 2016 (Base Boletim Epidemiológico n51).  Estavam envolvidos nas visitas técnicas os técnicos estaduais da ATSC e ATSPD da DGC, DAB e VIEP, além de técnicos dos NRS. A metodologia dos encontros baseava-se na análise dos dados da Planilha de Integração e discussão da estruturação da rede de cuidado a saúde da criança e família acometida pela SCZV.
  • 8. ESTRATÉGIA DO MS “Estratégia para o fortalecimento da atenção integral às crianças com infecção associada às STORCH e ao vírus Zika e suas famílias”: Ministério da Saúde, FIOCRUZ, por meio da EBBS (Estratégia Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis). •Abril de 2017 - Oficina com os gestores Estaduais: Secretarias de Saúde, Desenvolvimento Social e Educação, preparatória para o trabalho a ser feito com os municípios prioritários. •Julho de 2017 - Oficina com representantes dos 10 municípios prioritários, trabalhando a cartografia de cada um e a proposta de, construção do plano de ação municipal para o acompanhamento das crianças com SCVZ. O MS está trabalhando com a SESAB a proposta de imersão (EBBS) em um município.
  • 9. Monitoramento das crianças com síndrome congênita causada pelo Vírus Zika CASOS NOTIFICADOS X PUERICULTURA FONTE: DAPES/SAS/MS Agosto/2017 Municípios Notificados Puericultura % Puericultura SALVADOR 704 187 27% EUNÁPOLIS 58 42 72% LAURO DE FREITAS 55 21 38% FEIRA DE SANTANA 50 28 56% ALAGOINHAS 49 45 92% CAMAÇARI 34 11 32% SANTO ANTÔNIO DE JESUS 29 11 38% SIMÕES FILHO 29 5 17% CANDEIAS 19 6 32% SENHOR DO BONFIM 16 14 88%
  • 10. Monitoramento das crianças com síndrome congênita causada pelo Vírus Zika CASOS NOTIFICADOS X EST. NASF X SERV. REABILITAÇÃO FONTE: DAPES/SAS/MS Agosto/2017 Municípios Notificados Confirmados Estimulação NASF % Estimulação NASF SALVADOR 704 233 110 47% EUNÁPOLIS 58 3 2 67% LAURO DE FREITAS 55 13 9 69% FEIRA DE SANTANA 50 22 5 23% ALAGOINHAS 49 2 0 0% CAMAÇARI 34 19 9 47% ST ANTONIO DE JESUS 29 4 2 50% SIMÕES FILHO 29 12 6 50% CANDEIAS 19 4 4 100% SENHOR DO BONFIM 16 2 2 100%
  • 11. Principais aprendizados  Necessidade de integração ainda maior entre Vigilância/ Atenção Básica/ Serviços Especializados/ Assistência Social;  Maior investimento em Educação Permanente;  Articulação com a Rede de serviços especializados;  Os municípios com menor Cobertura de Saúde da Família são os que tiveram piores respostas (Pré Natal, Puericultura, Busca Ativa, acompanhamento longitudinal);  Os Municípios com Equipes de NASF foram os que tiveram melhor respostas na Atenção Integral;  Telessaúde como estratégia de Educação Permanente e Comunicação rápida.  Necessidade de integração ainda maior entre Vigilância/ Atenção Básica/ Serviços Especializados/ Assistência Social;  Maior investimento em Educação Permanente;  Articulação com a Rede de serviços especializados;  Os municípios com menor Cobertura de Saúde da Família são os que tiveram piores respostas (Pré Natal, Puericultura, Busca Ativa, acompanhamento longitudinal);  Os Municípios com Equipes de NASF foram os que tiveram melhor respostas na Atenção Integral;  Telessaúde como estratégia de Educação Permanente e Comunicação rápida.
  • 12. Principais desafios para o cuidado  Estruturação da Rede Regionalizada para pessoas com Deficiência;  Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS);  Corresponsabilização pelo Cuidado no território (dificuldade de acompanhamento das crianças, pela ausência, desorganização do processo de trabalho ou sobrecarga);  Judicialização crescente de órteses, próteses, medicamentos e fórmulas alimentares;  Estruturar uma Rede articulada de Exames Especializados ordenada pela Atenção Básica;  Nova PNAB  Integração da Vigilância e Atenção Básica nas ações de prevenção e monitoramento.  Estruturação da Rede Regionalizada para pessoas com Deficiência;  Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS);  Corresponsabilização pelo Cuidado no território (dificuldade de acompanhamento das crianças, pela ausência, desorganização do processo de trabalho ou sobrecarga);  Judicialização crescente de órteses, próteses, medicamentos e fórmulas alimentares;  Estruturar uma Rede articulada de Exames Especializados ordenada pela Atenção Básica;  Nova PNAB  Integração da Vigilância e Atenção Básica nas ações de prevenção e monitoramento.
  • 13. O que não foi possível realizar?  Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS); Optou-se por investir em pesquisa.  Estruturar uma Rede Articulada de Exames Especializados e ordenada pela Atenção Básica; É uma estruturação sistêmica e necessita de protagonismo da Gestão Estadual e pactuação coletiva com Municípios para que se estabeleça um sistema ascendente e responsável de regulação e cuidado.  Estruturação do processo de cuidado integral. R$ para Educação Permanente, R$ para custeio do Apoio Institucional à Gestão e as Equipes, “AUSÊNCIA” DE UM POLÍTICA EDUCAÇÃO PERMANENTE E CUSTEIO DAS ATIVIDADES MEIO.  Financiamento da Educação Permanente (INVESTIMENTO NAS PESSOAS); Optou-se por investir em pesquisa.  Estruturar uma Rede Articulada de Exames Especializados e ordenada pela Atenção Básica; É uma estruturação sistêmica e necessita de protagonismo da Gestão Estadual e pactuação coletiva com Municípios para que se estabeleça um sistema ascendente e responsável de regulação e cuidado.  Estruturação do processo de cuidado integral. R$ para Educação Permanente, R$ para custeio do Apoio Institucional à Gestão e as Equipes, “AUSÊNCIA” DE UM POLÍTICA EDUCAÇÃO PERMANENTE E CUSTEIO DAS ATIVIDADES MEIO.