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INSTITUTO ESPÍRITA DE EDUCAÇÃO A PREGUIÇA  FRENTE A LEI DO TRABALHO Dez/2008  www.institutoespirita.org.br www.institutoespirita.blogspot.com
Sétimo pecado capital: O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo.  Algumas considerações sobre o termo preguiça Segundo o dicionário: sf (lat pigritia) Pouca disposição para o trabalho; aversão ao trabalho; inação. Demora ou lentidão em fazer qualquer coisa; indolência, moleza; morosidade, negligência.  Segundo o budismo: a preguiça é um dos principais obstáculos ao despertar da alma
“ A preguiça ou propensão para a inatividade para não trabalhar,  também conhecida como lentidão para executar qualquer tarefa, ainda caracterizada como negligência, moleza, tardança, é desvio de conduta, que merece maior consideração do que aquela que lhe tem sido oferecida”. Surge naturalmente, como efeito de algum cansaço ou mesmo necessidade de repouso. Quando ela passa a preocupar? Quando se  torna prolongado o período de refazimento das energias, apresenta-se como fenômeno anômalo de conduta. Bibliografia:  Conflitos Existenciais   psicografado por Divaldo Franco  ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis A PREGUIÇA O QUE É ? COMO SURGE ?
Tédio, desgosto Falta de ideal Alguma decepção que gerou ressentimento Bibliografia:  Conflitos Existenciais   psicografado por Divaldo Franco  ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis FATORES CAUSAIS DA PREGUIÇA Choque emocional não digerido conscientemente Vítima do egotismo ( Sentimento exagerado da  sua personalidade)  Ego exacerbado
Posição retraída e silenciosa Perda do entusiasmo pela vida Ausência de motivação para realizar qualquer ação A entrega à ociosidade torna débil o caráter Com a falta de atividade, a tendência é ficar inútil Pode expressar uma síndrome de depressão Baixa auto-estima e fuga psicológica são os fatores  predominantes nesse comportamento doentio Bibliografia:  Conflitos Existenciais   psicografado por Divaldo Franco  ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis SINTOMAS E TRANSTORNOS  Alguns sintomas da preguiça: Transtornos gerados pela preguiça:
O que fazer diante da preguiça? Exercício, movimentação: a fim de  preservar a própria estrutura física Exercitar a mente com pensamentos saudáveis Pensar é uma benção: auxilia a capacidade do raciocínio a fim de elaborar  projetos que mantenham o entusiasmo e a alegria de viver Terapia para a preguiça: Interrogar-se: por que estou sofrendo? Até quando suportarei esta situação? Despertar terapêutico: começa a surgir vergonha pelo estado em que se encontra, dando início ao labor de renovação íntima Surge, então o natural desejo para recuperação, passando a ver a preguiça como algo enfadonho e monótono COMO TRATAR A PREGUIÇA Bibliografia:  Conflitos Existenciais   psicografado por Divaldo Franco  ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis
Terapia para a preguiça: Mudança de comportamento Exercícios de despertamento, liberando energia armazenada O ego cedendo lugar à necessidade de convivência e de compreensão fraternal Leituras edificantes Prece: recurso inestimável  Psicoterapia baseada em labores Atividade é um lubrificante efizaz: estimula a conseguir a saúde integral COMO TRATAR A PREGUIÇA Bibliografia:  Conflitos Existenciais   psicografado por Divaldo Franco  ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis
"A preguiça tudo dificulta;  o trabalho facilita.“ (autor desconhecido) O  TRABALHO  COMO ANTÍDOTO DA PREGUIÇA
A palavra "trabalho" tem sua origem no vocábulo latino "TRIPALIU" - denominação de um instrumento de tortura formado por três (tri) paus (paliu). Desse modo, originalmente, "trabalhar" significa ser torturado no tripaliu.  Quem eram os torturados? Os escravos e os pobres que não podiam pagar os impostos. Assim, quem "trabalhava", naquele tempo, eram as pessoas destituídas de posses.  Tal sentido foi de uso comum na Antigüidade e, com esse significado, atravessou quase toda a Idade Média.  Só no século XIV começou a ter o sentido genérico que hoje lhe atribuímos, qual seja, o de "aplicação das forças e faculdades (talentos, habilidades) humanas para alcançar um determinado fim".  O TRABALHO SEGUNDO A HISTÓRIA
Comentário de Kardec sobre o trabalho:  Não basta dizer ao homem que ele deve trabalhar, é necessário também que o que vive do seu trabalho encontre ocupação, e isso nem sempre acontece. Quando a falta de trabalho se generaliza, toma as proporções de um flagelo, como a escassez. A ciência econômica procura o remédio no equilíbrio entre a produção e o consumo, mas esse equilíbrio, supondo-se que seja possível, sofrerá sempre intermitências e durante essas fases o trabalhador tem necessidade de viver. Há um elemento que não se ponderou bastante, e sem o qual a ciência econômica não passa de teoria: a educação. Não a educação intelectual, mas a moral, e nem ainda a educação moral pelos livros, mas a que consiste na arte de formar carater, aquela que cria os hábitos, porque educação é conjunto de hábitos adquiridos. O TRABALHO PERANTE A DOUTRINA ESPÍRITA
O Espiritismo não encara o trabalho como “uma condenação”. (contrário a visão Marxista) O trabalho é uma necessidade da evolução humana e da evolução terrena.  Não basta dar trabalho ao homem. É necessário dar-lhe também educação moral.  Trabalhar não é sofrer, mas progredir, desenvolver-se, conquistar a felicidade. (síntese a partir das considerações de Herculano Pires, no final da Lei do Trabalho - LE) O TRABALHO PERANTE A DOUTRINA ESPÍRITA
I – Necessidade do trabalho 674. A necessidade do trabalho é uma lei da Natureza? O trabalho é uma lei da Natureza, e por isso mesmo é uma necessidade. A civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque aumenta as suas necessidades e os seus prazeres. 675. Só devemos entender por trabalho as ocupações materiais? Não; o Espírito também trabalha, como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho. (proporciona o desenvolvimento das faculdades do espírito) 676.   Por que o trabalho é imposto ao homem?   É uma conseqüência da sua natureza corpórea. E uma expiação e ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a sua inteligência. Sem o trabalho o homem permaneceria na infância intelectual; eis porque ele deve a sua alimentação, a sua segurança e o seu bem-estar ao seu trabalho e à sua atividade. Ao que é de físico franzino. Deus concebeu a inteligência para o compensar; mas há sempre trabalho.   LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
678. Nos mundos mais aperfeiçoados, o homem é submetido à mesma necessidade de trabalho? A natureza do trabalho é relativa à natureza das necessidades; quanto menos necessidades materiais, menos material é o trabalho. Mas não julgueis, por isso, que o homem permanece inativo e inútil; a ociosidade seria um suplício, em vez de ser um benefício.  679. O homem que possui bens suficientes para assegurar sua subsistência está liberto da lei do trabalho? Do trabalho material, talvez, mas não da obrigação de se tornar útil na proporção de seus meios, de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que é também um trabalho. Se o homem a quem Deus concedeu bens suficientes para assegurar sua subsistência não está obrigado a comer o pão com o suor da fronte, a obrigação de ser útil a seus semelhantes é tanto maior para ele, quanto a parte que lhe coube por adiantamento lhe der maior lazer para fazer o bem. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III 683. Qual é o limite do trabalho? O limite das forças; não obstante, Deus dá liberdade ao homem.        Observação: tanto aquele que trabalha em excesso, como aqueles que se recusam a trabalhar, estão reagindo da mesma maneira – procurando afastar-se dos problemas naturais de qualquer ser humano, evitando pensar na realidade próxima e nas responsabilidades inerentes a uma vida normal  (Fonte: O trabalhador compulsivo, Oxford, 2001)     II – Limite do trabalho. Repouso
682. Sendo o repouso uma necessidade após o trabalho, não é uma lei da natureza? Sem dúvida o repouso serve para reparar as forças do corpo. E também necessário para deixar um pouco mais de liberdade à inteligência, que deve elevar-se acima da matéria. 685. O homem tem direito ao repouso na sua velhice? Sim, pois não está obrigado a nada, senão na proporção de suas forças. 685 - a) Mas o que fará o velho que precisa trabalhar para viver e não pode? O forte deve trabalhar para o fraco: na falta da família, a sociedade deve ampará-lo: é a lei da caridade. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
“ Em nenhuma ocasião, desprezar as ocupações de qualquer natureza, desde que nobres e úteis, conquanto humildes e anônimas. O trabalho recebe valor pela qualidade dos seus frutos”. (Conduta Espírita – n. 8) “ Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” – Jesus  (João, 5:7)

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Palestra Instituto Espírita de Educação - Preguiça Frente à Lei do Trabalho

  • 1. INSTITUTO ESPÍRITA DE EDUCAÇÃO A PREGUIÇA FRENTE A LEI DO TRABALHO Dez/2008 www.institutoespirita.org.br www.institutoespirita.blogspot.com
  • 2. Sétimo pecado capital: O papa Gregório Magno no século VI instituiu os sete pecados capitais, que são os princípios que ferem a Deus, a você e ao próximo. Algumas considerações sobre o termo preguiça Segundo o dicionário: sf (lat pigritia) Pouca disposição para o trabalho; aversão ao trabalho; inação. Demora ou lentidão em fazer qualquer coisa; indolência, moleza; morosidade, negligência. Segundo o budismo: a preguiça é um dos principais obstáculos ao despertar da alma
  • 3. “ A preguiça ou propensão para a inatividade para não trabalhar, também conhecida como lentidão para executar qualquer tarefa, ainda caracterizada como negligência, moleza, tardança, é desvio de conduta, que merece maior consideração do que aquela que lhe tem sido oferecida”. Surge naturalmente, como efeito de algum cansaço ou mesmo necessidade de repouso. Quando ela passa a preocupar? Quando se torna prolongado o período de refazimento das energias, apresenta-se como fenômeno anômalo de conduta. Bibliografia: Conflitos Existenciais psicografado por Divaldo Franco ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis A PREGUIÇA O QUE É ? COMO SURGE ?
  • 4. Tédio, desgosto Falta de ideal Alguma decepção que gerou ressentimento Bibliografia: Conflitos Existenciais psicografado por Divaldo Franco ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis FATORES CAUSAIS DA PREGUIÇA Choque emocional não digerido conscientemente Vítima do egotismo ( Sentimento exagerado da sua personalidade) Ego exacerbado
  • 5. Posição retraída e silenciosa Perda do entusiasmo pela vida Ausência de motivação para realizar qualquer ação A entrega à ociosidade torna débil o caráter Com a falta de atividade, a tendência é ficar inútil Pode expressar uma síndrome de depressão Baixa auto-estima e fuga psicológica são os fatores predominantes nesse comportamento doentio Bibliografia: Conflitos Existenciais psicografado por Divaldo Franco ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis SINTOMAS E TRANSTORNOS Alguns sintomas da preguiça: Transtornos gerados pela preguiça:
  • 6. O que fazer diante da preguiça? Exercício, movimentação: a fim de preservar a própria estrutura física Exercitar a mente com pensamentos saudáveis Pensar é uma benção: auxilia a capacidade do raciocínio a fim de elaborar projetos que mantenham o entusiasmo e a alegria de viver Terapia para a preguiça: Interrogar-se: por que estou sofrendo? Até quando suportarei esta situação? Despertar terapêutico: começa a surgir vergonha pelo estado em que se encontra, dando início ao labor de renovação íntima Surge, então o natural desejo para recuperação, passando a ver a preguiça como algo enfadonho e monótono COMO TRATAR A PREGUIÇA Bibliografia: Conflitos Existenciais psicografado por Divaldo Franco ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis
  • 7. Terapia para a preguiça: Mudança de comportamento Exercícios de despertamento, liberando energia armazenada O ego cedendo lugar à necessidade de convivência e de compreensão fraternal Leituras edificantes Prece: recurso inestimável Psicoterapia baseada em labores Atividade é um lubrificante efizaz: estimula a conseguir a saúde integral COMO TRATAR A PREGUIÇA Bibliografia: Conflitos Existenciais psicografado por Divaldo Franco ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis
  • 8. "A preguiça tudo dificulta; o trabalho facilita.“ (autor desconhecido) O TRABALHO COMO ANTÍDOTO DA PREGUIÇA
  • 9. A palavra "trabalho" tem sua origem no vocábulo latino "TRIPALIU" - denominação de um instrumento de tortura formado por três (tri) paus (paliu). Desse modo, originalmente, "trabalhar" significa ser torturado no tripaliu. Quem eram os torturados? Os escravos e os pobres que não podiam pagar os impostos. Assim, quem "trabalhava", naquele tempo, eram as pessoas destituídas de posses. Tal sentido foi de uso comum na Antigüidade e, com esse significado, atravessou quase toda a Idade Média. Só no século XIV começou a ter o sentido genérico que hoje lhe atribuímos, qual seja, o de "aplicação das forças e faculdades (talentos, habilidades) humanas para alcançar um determinado fim". O TRABALHO SEGUNDO A HISTÓRIA
  • 10. Comentário de Kardec sobre o trabalho: Não basta dizer ao homem que ele deve trabalhar, é necessário também que o que vive do seu trabalho encontre ocupação, e isso nem sempre acontece. Quando a falta de trabalho se generaliza, toma as proporções de um flagelo, como a escassez. A ciência econômica procura o remédio no equilíbrio entre a produção e o consumo, mas esse equilíbrio, supondo-se que seja possível, sofrerá sempre intermitências e durante essas fases o trabalhador tem necessidade de viver. Há um elemento que não se ponderou bastante, e sem o qual a ciência econômica não passa de teoria: a educação. Não a educação intelectual, mas a moral, e nem ainda a educação moral pelos livros, mas a que consiste na arte de formar carater, aquela que cria os hábitos, porque educação é conjunto de hábitos adquiridos. O TRABALHO PERANTE A DOUTRINA ESPÍRITA
  • 11. O Espiritismo não encara o trabalho como “uma condenação”. (contrário a visão Marxista) O trabalho é uma necessidade da evolução humana e da evolução terrena. Não basta dar trabalho ao homem. É necessário dar-lhe também educação moral. Trabalhar não é sofrer, mas progredir, desenvolver-se, conquistar a felicidade. (síntese a partir das considerações de Herculano Pires, no final da Lei do Trabalho - LE) O TRABALHO PERANTE A DOUTRINA ESPÍRITA
  • 12. I – Necessidade do trabalho 674. A necessidade do trabalho é uma lei da Natureza? O trabalho é uma lei da Natureza, e por isso mesmo é uma necessidade. A civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque aumenta as suas necessidades e os seus prazeres. 675. Só devemos entender por trabalho as ocupações materiais? Não; o Espírito também trabalha, como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho. (proporciona o desenvolvimento das faculdades do espírito) 676. Por que o trabalho é imposto ao homem? É uma conseqüência da sua natureza corpórea. E uma expiação e ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a sua inteligência. Sem o trabalho o homem permaneceria na infância intelectual; eis porque ele deve a sua alimentação, a sua segurança e o seu bem-estar ao seu trabalho e à sua atividade. Ao que é de físico franzino. Deus concebeu a inteligência para o compensar; mas há sempre trabalho. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
  • 13. 678. Nos mundos mais aperfeiçoados, o homem é submetido à mesma necessidade de trabalho? A natureza do trabalho é relativa à natureza das necessidades; quanto menos necessidades materiais, menos material é o trabalho. Mas não julgueis, por isso, que o homem permanece inativo e inútil; a ociosidade seria um suplício, em vez de ser um benefício. 679. O homem que possui bens suficientes para assegurar sua subsistência está liberto da lei do trabalho? Do trabalho material, talvez, mas não da obrigação de se tornar útil na proporção de seus meios, de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que é também um trabalho. Se o homem a quem Deus concedeu bens suficientes para assegurar sua subsistência não está obrigado a comer o pão com o suor da fronte, a obrigação de ser útil a seus semelhantes é tanto maior para ele, quanto a parte que lhe coube por adiantamento lhe der maior lazer para fazer o bem. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
  • 14. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III 683. Qual é o limite do trabalho? O limite das forças; não obstante, Deus dá liberdade ao homem.       Observação: tanto aquele que trabalha em excesso, como aqueles que se recusam a trabalhar, estão reagindo da mesma maneira – procurando afastar-se dos problemas naturais de qualquer ser humano, evitando pensar na realidade próxima e nas responsabilidades inerentes a uma vida normal (Fonte: O trabalhador compulsivo, Oxford, 2001)    II – Limite do trabalho. Repouso
  • 15. 682. Sendo o repouso uma necessidade após o trabalho, não é uma lei da natureza? Sem dúvida o repouso serve para reparar as forças do corpo. E também necessário para deixar um pouco mais de liberdade à inteligência, que deve elevar-se acima da matéria. 685. O homem tem direito ao repouso na sua velhice? Sim, pois não está obrigado a nada, senão na proporção de suas forças. 685 - a) Mas o que fará o velho que precisa trabalhar para viver e não pode? O forte deve trabalhar para o fraco: na falta da família, a sociedade deve ampará-lo: é a lei da caridade. LEI DO TRABALHO Livro dos Espíritos cap III
  • 16. “ Em nenhuma ocasião, desprezar as ocupações de qualquer natureza, desde que nobres e úteis, conquanto humildes e anônimas. O trabalho recebe valor pela qualidade dos seus frutos”. (Conduta Espírita – n. 8) “ Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” – Jesus (João, 5:7)