SlideShare uma empresa Scribd logo
http://www.forumclima.org.br/default.asp?id=162
Cenários do IPCC para as
Mudanças Climáticas
    A1 – dominância da globalização; crescimento econômico rápido;
   crescimento populacional pequeno;
    A2       - dominâncias de economia e cultura regional; crecimento
   populacional alto; menos preocupação com desenvolvimento econômico
   rápido;
    B1 – mudança rápida na estrutura econômica mundial; introdução de
   tecnologias limpas; ênfase em soluções gobais; sustentabilidade
   ambiental e social;
    B2 – ênfase nas soluções locais para a sustentabilidade econômica,
   social e ambiental.
Mudança Climática
Global
Pesquisas cientificas sinalizam os efeitos negativos das mudanças climáticas

globais nas cidades e agricultura;


                   O Brasil é o 4º. Maior emissor do planeta
                   O Brasil é o 4º. Maior emissor do planeta
                       relativo aos GEE por conta das
                        relativo aos GEE por conta das
                                   Queimadas
                                    Queimadas
                                     (Marenco –CPTEC/INPE –– IPCC(2006))
                                      (Marenco –CPTEC/INPE IPCC(2006))




Há necessidade de adoção de Políticqas e Programas tanto a nível global

como local para reduzir esses impactos;
Efeitos Negativos da Mudança
Climática
 Diminuição da disponibilidade de água em regiões carentes do insumo, em
 especial em terras áridas e semi-áridas em regiões sub-tropicais;

 Redução da produtividade agrícola:
        nos trópicos e sub-trópicos para acentuar o aquecimento; e
        nas latitudes médias para acentuar o aquecimento maior que alguns poucos graus;


 Mudanças na produtividade e composição de sistemas ecológicos, com florestas
 e recifes de corais sendo os mais vulneráveis;

 Aumento do risco de inundações, deslocamento/mudança de milhões de
 pessoas devido ao aumento do nível do mar e a eventos de chuvas fortes,
 especialmente em pequenos estados insulares e em deltas de rios de baixa
 altitude;
Efeitos Negativos da Mudança
Climática
 Os países em desenvolvimento são os mais vulneráveis a alterações do clima;

 Os cenários mostram maiores desigualdades na qualidade de saúde, devido ao
 diferente acesso aos alimentos, a água potável e outros recursos. Isto
 principalmente porquê os países em desenvolvimento estão mais próximos das
 margens de tolerância para mudanças da temperatura e de precipitação
 (ocorrerá mais secas e maiores áreas ameaçadas de inundações);

 Os países em desenvolvimento, -possuem maior dependência de setores que
 dependem de condições climáticas adequadas (como a agricultura, por
 exemplo); -possuem pouca infraestrutura de saúde e nutrição média mais pobre
 (expondo maior risco à vida humana); -possuem menor capacidade de
 adaptação tecnológica, institucional, educacional e financeira.
Mitigação
 As Florestas, agricultura e outros ecossistemas terrestres oferecem potencial
 global significativo de absorção de carbono (até 100 GtC cumulativos nos
 próximos 50 anos);

 Reduzindo imperfeições institucionais de mercados;

 Estratégias de preço e de taxação da energia;

 Remoção de subsídios que incentivam o aumento da emissão de GEEs;

 Internalização dos custos sociais e da degradação ambiental;

 Criação de cotas/comércio de emissões domesticamente e globalmente;
Mitigação
 Menores emissões exigirão padrões diferentes de desenvolvimento de
 recursos energéticos (tendência de “descarbonificação”, isto é, a
 utilização de combustíveis menos carbono-intensivos) e aumento da
 eficiência de uso-final;

 Aerogeradores, produção mais limpa, automóveis com motores híbridos,
 tecnologia de células a combustível, estocagem subterrânea de dióxido
 de carbono, entre outros;

 Metade do aumento estimado das emissões globais de hoje até 2020
 pode ser reduzido com benefícios diretos, enquanto que a outra metade
 incorrerá em custos menores do que US$ 100 por tonelada de carbono
 (tC).
Mitigação
 São muitas as possibilidades de mitigação: suprimento e demanda;

 O uso dos mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto entre
 os países do Anexo-B1 reduz os custos restrições de sorvedouros de
 carbono e do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL);

 Os custos de estabilização da concentração de CO2 crescem
 moderadamente dos patamares de 700 ppmv para 550 ppmv e
 bastante de 550 ppmv para 450 ppmv;

 Suprimento:
    Substituição de combustível;
    Aumento da eficiência na geração de eletricidade (de 30% a ~ 60%);
    Intensificação do uso de energias renováveis (biomassa, solar, eólica, hidráulica,etc.;
    Sorvedouros de carbono;
    Energia nuclear.
Adaptação
 Programas regulatórios, incluindo políticas de padronização de eficiência
 energética nas cidades;

 Incentivo ao uso de novas tecnologias através da Educação Ambiental e
 principalmente práticas locais;

 Benefícios secundários, por exemplo, da melhoria da qualidade do ar na micro
 e macro-regional, principalmente:

    Nos Transportes públicos e privados;
    Nas construções residenciais, comerciais e industriais;
    Nos processos industriais;
    Na agricultura e Padrão de Ocupação Urbana;
    No manejo de florestas e áreas agriculturáveis.
    Na redução de emissão provenientes do residuos sólidos.
Formulação de Indicadores Ambientais
                                      PRESSÃO
                                       PRESSÃO                                 ESTADO                        IMPACTOS
                                                                                                              IMPACTOS
                                                                                ESTADO
     DINÂMICAS DE
      DINÂMICAS DE                                                                                  Ecossistemas
       PRESSÃO
        PRESSÃO              Consumo de água
                              Consumo de água                            Ar                          Ecossistemas
                                                                          Ar
-Demográfica                 Águas Residuais                                                        Qualidade de Vida ee
                                                                                                     Qualidade de Vida
 -Demográfica                 Águas Residuais                            Água
                                                                          Água
-Econômica                   Consumo de Energia                                                     Saúde População
                                                                                                     Saúde População
 -Econômica                   Consumo de Energia                         Solo
                                                                          Solo
-Uso eeOcupação
 -Uso Ocupação               Emissões Atmosféricas                                                  Economia Urbana
                                                                                                     Economia Urbana
                              Emissões Atmosféricas                      Biodiversidade
                                                                          Biodiversidade
do território
 do território               Residuos Sólidos                                                       Nível Político
                                                                                                     Nível Político
                              Residuos Sólidos                           Meio Ambiente
                                                                         Meio Ambiente
                             Uso eeOcupação do Solo                                                 Meio Ambiente
                                                                                                    Meio Ambiente
                              Uso Ocupação do Solo                       Construído
                                                                          Construído
                                                                                                    Construído
                                                                                                     Construído

                                                              Ação
                                                                                               Fonte:PNUMA – Metodologia GeoCidades
                                                          RESPOSTAS
                                                           RESPOSTAS
             • Controle ambiental (controle das emissões atmosféricas, emissões de fontes de ruído);
             • Intervenção Física (reabilitação de áreas degradadas, ampliação da cobertura vegetal);
             • Política adminstrativa (Agenda 21 local, Plano Dirtor);
             • Ecoômico-financeira (gestão de resíduos sólidos e transporte público);
INCORPORAÇÃO DE INDICADORES

 Órgão Ambiental
 Órgão Ambiental                             Produção da
                                             Produção da                            Análise e
                                                                                     Análise e
                                              Informação
                                               Informação                          Avaliação de
                                                                                   Avaliação de
Equipe Técnica Local                                                                  Dados
                                                                                      Dados
 Equipe Técnica Local
                                         Monitoramento eeFiscalização
                                          Monitoramento Fiscalização


                                         Compilação, Identificação ee
                                                                               Propostas e Difusão
                                                                                Propostas e Difusão
                                          Compilação, Identificação
                                             Seleção de Dados
                                              Seleção de Dados                       Relatórios
                                                                                     Relatórios


                 feedback


    Planejamento Estratégico
    Planejamento Estratégico
          Participativo
           Participativo                                          Incorporação das
                                                                   Incorporação das
             Comunidade
             Comunidade                                             Políticas Locais
                                                                    Políticas Locais
      Processo Continuo das Políticas
       Processo Continuo das Políticas                                  Fiscalização
               Resultantes                                               Fiscalização
                Resultantes
                                                                                Fonte: PNUMA
Diretrizes Locais
  Qualidade do ar
     eliminar as queimadas de cana;
     priorizar o transporte público;
     reduzir e controlar a emissão de poluentes utilizando inovação
   tecnológica no transporte público;

  Novo padrão de ocupação do solo
    priorizar em novos projetos de loteamentos áreas verdes distribuidas
   homogeneamente;
    reduzir o uso de condicionamento de ar artificial nas edificações;
    incentivar o uso de técnicas para climatização natural em projetos de
   edificações públicas, industrias, comerciais e residenciais;
    promover campanhas para o uso de materiais que apresentam
   melhor desempenho térmico nas construções;
Diretrizes Locais
  Uso e Ocupação do solo
     Operações Urbanas Consorciadas
         reutilizar prédios abandonados para desenvolvimento de
       atividades sócios-educativas-ambiental;
         reestruturar área urbana com finalidade de criação de novas
       áreas de lazer e entretenimento com predominância de vegetação;

        Dentre outras...
Diretrizes Locais
  Identificar e monitorar o potencial de espaços vegetados públicos por
 macro e micro-regiões urbanas e rurais;

   Arborização Urbana
      utilizar espécies nativas em APPs, praças e passeio público;
      arborizar e ampliar a taxa de permeabilidade em área de passeio
    público e áreas privativas;

      Dentre outros...
Diretrizes Locais
  Macro-zonemamento rural
    identificar áreas naturais com potencial para preservação;
    buscar desenvolvimento econômico com responsabilidade;


 Educação ambiental;
    mobilizar a participação comunitária nas discussões sobre a
  qualidade ambiental em escolas e Instituições públicas;
    criar progrogramas de educação ambiental em associações de
  bairro;
   ampliar a grade curricular voltadas aos problemas ambientais da
  cidade tanto no ensino superior como secundário;
Considerações Finais
 Existe opções de mitigação e adaptação que dependem de implantação
 e ação política a curto prazo;

 Incorporar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas
 públicas;

 Promover melhor compreensão da dinâmica das cidades e seus
 ambientes através da formulação de indicadores;

 Publicar avaliações que contenham informação sobre o estado do meio
 ambiente através dos indicadores emergentes;

 O uso da GeoTecnologia para Integração de dados;

 Tornar viável soluções de gestão municipal;
Considerações Finais

   “...as Mudanças do Uso da Terra e Fragmentação do Habitat estão devastando o

 nosso planeta e operam em escalas: Local e Regional”.



  “...os GEEs não discriminam as fronteiras nacionais ou bioma regionais...”.



   “por isso os políticos devem entender que as Mudanças Climáticas Globais tem

 importância local em qualquer lugar do planeta”.



                                                    Fonte: Principles of Conservation Biology

                                                    Groom, Martha J. et al (Edição:2006)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por MineraçãoRecuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Leandro A. Machado de Moura
 
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
EXPONOR
 
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Mayara Leão
 
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadasA engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
Luis Quinta-Nova
 
A importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanosA importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanos
Adriana Heloisa
 
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
Vicente Figna
 
Parque eólico prad
Parque eólico   pradParque eólico   prad
Parque eólico prad
Danilo
 
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
Maria José Brollo
 
Manual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadasManual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadas
Diogo Brodt
 
Apresentação- Impactos da Mineração do Carvão
Apresentação- Impactos da Mineração do CarvãoApresentação- Impactos da Mineração do Carvão
Apresentação- Impactos da Mineração do Carvão
Ivan Cardoso Martineli
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
Gisele Fernandes
 
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
cbsaf
 
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas  aterro sanitárioRecuperação de áreas degradadas  aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Marlos Nogueira
 
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
Kelvin Oliveira
 
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
CEP
 
Pl mudanças climáticas camara-030214
Pl mudanças climáticas camara-030214Pl mudanças climáticas camara-030214
Pl mudanças climáticas camara-030214
Jornal do Commercio
 
Retrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solosRetrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solos
Thayris Cruz
 
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
Jones Godinho
 
02 bens naturais comuns
02 bens naturais comuns02 bens naturais comuns
02 bens naturais comuns
GestaoPublicaSustentavel
 
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEALEstudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Joana e Patricia
 

Mais procurados (20)

Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por MineraçãoRecuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
 
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
Conferência «Os níveis de acção e sustentabilidade» . Societat Orgànica de Ba...
 
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
 
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadasA engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
A engenharia natural na reabilitação ambiental de áreas degradadas
 
A importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanosA importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanos
 
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
Vicente figna prod-conhec_etapa-mar-2010
 
Parque eólico prad
Parque eólico   pradParque eólico   prad
Parque eólico prad
 
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatu...
 
Manual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadasManual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadas
 
Apresentação- Impactos da Mineração do Carvão
Apresentação- Impactos da Mineração do CarvãoApresentação- Impactos da Mineração do Carvão
Apresentação- Impactos da Mineração do Carvão
 
gestão ambiental
gestão ambientalgestão ambiental
gestão ambiental
 
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
Dia 4 - Simposio 2 - SAFs como estratégia para adaptação a mudanças climática...
 
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas  aterro sanitárioRecuperação de áreas degradadas  aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
 
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
Poloambientalnazonaleste 091013174118-phpapp02
 
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
Avaliação de uma área degradada e medidas de recuperação com base em diagnost...
 
Pl mudanças climáticas camara-030214
Pl mudanças climáticas camara-030214Pl mudanças climáticas camara-030214
Pl mudanças climáticas camara-030214
 
Retrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solosRetrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solos
 
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
Políticas ambientais no Brasil e a questão energética.
 
02 bens naturais comuns
02 bens naturais comuns02 bens naturais comuns
02 bens naturais comuns
 
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEALEstudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
 

Destaque

Conferência produção limpa mônica k freitas
Conferência produção limpa mônica k freitasConferência produção limpa mônica k freitas
Conferência produção limpa mônica k freitas
UNAERP
 
Fenômenos atmosféricos
Fenômenos atmosféricosFenômenos atmosféricos
Fenômenos atmosféricos
flaviocosac
 
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugalConceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
EdenCidade
 
Climatologia: fenômenos climáticos
Climatologia: fenômenos climáticosClimatologia: fenômenos climáticos
Climatologia: fenômenos climáticos
Ivanilson Lima
 
Slides de geografia (fenômenos climáticos)
Slides de geografia (fenômenos climáticos)Slides de geografia (fenômenos climáticos)
Slides de geografia (fenômenos climáticos)
google
 
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidricaSeminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
Fluxus Design Ecológico
 
Inversão Térmica e Ilhas de Calor
Inversão Térmica e Ilhas de CalorInversão Térmica e Ilhas de Calor
Inversão Térmica e Ilhas de Calor
StephanyChaiben
 
Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor
Gisele Da Fonseca
 
ILHAS DE CALOR
ILHAS DE CALORILHAS DE CALOR
ILHAS DE CALOR
BSZNAYDER
 
Ilhas de calor (modelo de apresentação)
Ilhas de calor (modelo de apresentação)Ilhas de calor (modelo de apresentação)
Ilhas de calor (modelo de apresentação)
P@ULO Henrique
 
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
Myrthes Marcele F. Santos
 
Estratégias bioclimáticas
Estratégias bioclimáticasEstratégias bioclimáticas
Estratégias bioclimáticas
Grazielle Clarino
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xx
Ana Barreiros
 

Destaque (13)

Conferência produção limpa mônica k freitas
Conferência produção limpa mônica k freitasConferência produção limpa mônica k freitas
Conferência produção limpa mônica k freitas
 
Fenômenos atmosféricos
Fenômenos atmosféricosFenômenos atmosféricos
Fenômenos atmosféricos
 
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugalConceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
Conceitos bioclimáticos para os edificios em portugal
 
Climatologia: fenômenos climáticos
Climatologia: fenômenos climáticosClimatologia: fenômenos climáticos
Climatologia: fenômenos climáticos
 
Slides de geografia (fenômenos climáticos)
Slides de geografia (fenômenos climáticos)Slides de geografia (fenômenos climáticos)
Slides de geografia (fenômenos climáticos)
 
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidricaSeminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
Seminario Nacional - Arquitetura Paisagistica em tempos de crise hidrica
 
Inversão Térmica e Ilhas de Calor
Inversão Térmica e Ilhas de CalorInversão Térmica e Ilhas de Calor
Inversão Térmica e Ilhas de Calor
 
Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor
 
ILHAS DE CALOR
ILHAS DE CALORILHAS DE CALOR
ILHAS DE CALOR
 
Ilhas de calor (modelo de apresentação)
Ilhas de calor (modelo de apresentação)Ilhas de calor (modelo de apresentação)
Ilhas de calor (modelo de apresentação)
 
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
Slides Arquitetura Bioclimatica - Curso Conservação de Energia UERJ / SEBRAE/...
 
Estratégias bioclimáticas
Estratégias bioclimáticasEstratégias bioclimáticas
Estratégias bioclimáticas
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xx
 

Semelhante a Mudanças climáticas e as Politicas nos Municipios Brasileiros

PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
Environmental Leadership and Training Initiative (ELTI), Yale University
 
Expansão urbana e o Meio Ambiente
Expansão urbana e  o  Meio Ambiente Expansão urbana e  o  Meio Ambiente
Expansão urbana e o Meio Ambiente
Chico Macena
 
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
PET Ecologia
 
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOSPalestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
proftstsergioetm
 
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
CIDAADS
 
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTelesO Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
zeopas
 
Aula 04
Aula 04Aula 04
Aula 04
rafaelcef3
 
Questões ambientais e desenvolvimento sustentável
Questões ambientais e desenvolvimento sustentávelQuestões ambientais e desenvolvimento sustentável
Questões ambientais e desenvolvimento sustentável
José Nascimento
 
O RODOANEL e a RBCV
O RODOANEL e  a RBCVO RODOANEL e  a RBCV
O RODOANEL e a RBCV
Adriano Diogo
 
Recursos 10ºAno
Recursos  10ºAnoRecursos  10ºAno
Recursos 10ºAno
Tânia Reis
 
Apresentação 12ºA e C
Apresentação 12ºA e CApresentação 12ºA e C
Apresentação 12ºA e C
zeopas
 
Palestra de Fernando João Rodrigues de Barros
Palestra de Fernando João Rodrigues de BarrosPalestra de Fernando João Rodrigues de Barros
Palestra de Fernando João Rodrigues de Barros
ADEMI-BA
 
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
SAE - Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
 
Desequilíbrios ambientais
Desequilíbrios ambientaisDesequilíbrios ambientais
Desequilíbrios ambientais
URCA
 
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdfAula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
Limnos Ufsc
 
Aula10
Aula10Aula10
Psa mma clemente resumido
Psa mma clemente resumidoPsa mma clemente resumido
Psa mma clemente resumido
vfalcao
 
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Instituto Besc
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
marade
 
Desenvolvimento Sustentavel Bndes
Desenvolvimento Sustentavel BndesDesenvolvimento Sustentavel Bndes
Desenvolvimento Sustentavel Bndes
TEIAS TEIA DE EXECUTIVOS
 

Semelhante a Mudanças climáticas e as Politicas nos Municipios Brasileiros (20)

PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
PES COURSE - RECIFE (Payment for ecosystem services / FERNANDO VEIGA)
 
Expansão urbana e o Meio Ambiente
Expansão urbana e  o  Meio Ambiente Expansão urbana e  o  Meio Ambiente
Expansão urbana e o Meio Ambiente
 
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
Apresentação Aurélio Padovezi (TNC)
 
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOSPalestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
Palestra Meio Ambiente - SIPAT CPOVOS
 
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
Painel III – Ciência Viva: Empregos Verdes Rumo À Sustentabilidade: Myriam Lo...
 
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTelesO Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
O Desenv, e a Utiliz. dos Recursos by Joel e MTeles
 
Aula 04
Aula 04Aula 04
Aula 04
 
Questões ambientais e desenvolvimento sustentável
Questões ambientais e desenvolvimento sustentávelQuestões ambientais e desenvolvimento sustentável
Questões ambientais e desenvolvimento sustentável
 
O RODOANEL e a RBCV
O RODOANEL e  a RBCVO RODOANEL e  a RBCV
O RODOANEL e a RBCV
 
Recursos 10ºAno
Recursos  10ºAnoRecursos  10ºAno
Recursos 10ºAno
 
Apresentação 12ºA e C
Apresentação 12ºA e CApresentação 12ºA e C
Apresentação 12ºA e C
 
Palestra de Fernando João Rodrigues de Barros
Palestra de Fernando João Rodrigues de BarrosPalestra de Fernando João Rodrigues de Barros
Palestra de Fernando João Rodrigues de Barros
 
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
Lançamento NIT - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Bras...
 
Desequilíbrios ambientais
Desequilíbrios ambientaisDesequilíbrios ambientais
Desequilíbrios ambientais
 
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdfAula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
Aula10 - http://ecologia.ib.usp.br/bie212/files/aula10.pdf
 
Aula10
Aula10Aula10
Aula10
 
Psa mma clemente resumido
Psa mma clemente resumidoPsa mma clemente resumido
Psa mma clemente resumido
 
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
Uso de Efluente de Sistemas de Tratamento de Esgoto na Agricultura, por Adolp...
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Desenvolvimento Sustentavel Bndes
Desenvolvimento Sustentavel BndesDesenvolvimento Sustentavel Bndes
Desenvolvimento Sustentavel Bndes
 

Mais de UNAERP

Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
UNAERP
 
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
UNAERP
 
material de aula projeto de prática iv
 material de aula projeto de prática iv material de aula projeto de prática iv
material de aula projeto de prática iv
UNAERP
 
Aula análise de projeto
Aula   análise de projetoAula   análise de projeto
Aula análise de projeto
UNAERP
 
Aula 3 metodos prescritivos
Aula 3   metodos prescritivosAula 3   metodos prescritivos
Aula 3 metodos prescritivos
UNAERP
 
Aula patologias e revestimentos 2016
Aula patologias e revestimentos 2016Aula patologias e revestimentos 2016
Aula patologias e revestimentos 2016
UNAERP
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
UNAERP
 
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatórioAula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
UNAERP
 
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
UNAERP
 
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores   qualidade ambiental na cidade de são pauloIndicadores   qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
UNAERP
 
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
UNAERP
 
igu brisbane 2006
igu brisbane 2006igu brisbane 2006
igu brisbane 2006
UNAERP
 
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
UNAERP
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
UNAERP
 
Aula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenariasAula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenarias
UNAERP
 
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
UNAERP
 
Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016
UNAERP
 
Aula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquiteturaAula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquitetura
UNAERP
 
Aula metodos abnt
Aula   metodos abntAula   metodos abnt
Aula metodos abnt
UNAERP
 
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da CidadeAspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
UNAERP
 

Mais de UNAERP (20)

Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
 
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
 
material de aula projeto de prática iv
 material de aula projeto de prática iv material de aula projeto de prática iv
material de aula projeto de prática iv
 
Aula análise de projeto
Aula   análise de projetoAula   análise de projeto
Aula análise de projeto
 
Aula 3 metodos prescritivos
Aula 3   metodos prescritivosAula 3   metodos prescritivos
Aula 3 metodos prescritivos
 
Aula patologias e revestimentos 2016
Aula patologias e revestimentos 2016Aula patologias e revestimentos 2016
Aula patologias e revestimentos 2016
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
 
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatórioAula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
 
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
 
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores   qualidade ambiental na cidade de são pauloIndicadores   qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
 
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
 
igu brisbane 2006
igu brisbane 2006igu brisbane 2006
igu brisbane 2006
 
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
 
Aula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenariasAula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenarias
 
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
Aula Arquitetura: patologias e revestimentos
 
Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016
 
Aula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquiteturaAula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquitetura
 
Aula metodos abnt
Aula   metodos abntAula   metodos abnt
Aula metodos abnt
 
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da CidadeAspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
 

Mudanças climáticas e as Politicas nos Municipios Brasileiros

  • 2. Cenários do IPCC para as Mudanças Climáticas A1 – dominância da globalização; crescimento econômico rápido; crescimento populacional pequeno; A2 - dominâncias de economia e cultura regional; crecimento populacional alto; menos preocupação com desenvolvimento econômico rápido; B1 – mudança rápida na estrutura econômica mundial; introdução de tecnologias limpas; ênfase em soluções gobais; sustentabilidade ambiental e social; B2 – ênfase nas soluções locais para a sustentabilidade econômica, social e ambiental.
  • 3. Mudança Climática Global Pesquisas cientificas sinalizam os efeitos negativos das mudanças climáticas globais nas cidades e agricultura; O Brasil é o 4º. Maior emissor do planeta O Brasil é o 4º. Maior emissor do planeta relativo aos GEE por conta das relativo aos GEE por conta das Queimadas Queimadas (Marenco –CPTEC/INPE –– IPCC(2006)) (Marenco –CPTEC/INPE IPCC(2006)) Há necessidade de adoção de Políticqas e Programas tanto a nível global como local para reduzir esses impactos;
  • 4. Efeitos Negativos da Mudança Climática Diminuição da disponibilidade de água em regiões carentes do insumo, em especial em terras áridas e semi-áridas em regiões sub-tropicais; Redução da produtividade agrícola: nos trópicos e sub-trópicos para acentuar o aquecimento; e nas latitudes médias para acentuar o aquecimento maior que alguns poucos graus; Mudanças na produtividade e composição de sistemas ecológicos, com florestas e recifes de corais sendo os mais vulneráveis; Aumento do risco de inundações, deslocamento/mudança de milhões de pessoas devido ao aumento do nível do mar e a eventos de chuvas fortes, especialmente em pequenos estados insulares e em deltas de rios de baixa altitude;
  • 5. Efeitos Negativos da Mudança Climática Os países em desenvolvimento são os mais vulneráveis a alterações do clima; Os cenários mostram maiores desigualdades na qualidade de saúde, devido ao diferente acesso aos alimentos, a água potável e outros recursos. Isto principalmente porquê os países em desenvolvimento estão mais próximos das margens de tolerância para mudanças da temperatura e de precipitação (ocorrerá mais secas e maiores áreas ameaçadas de inundações); Os países em desenvolvimento, -possuem maior dependência de setores que dependem de condições climáticas adequadas (como a agricultura, por exemplo); -possuem pouca infraestrutura de saúde e nutrição média mais pobre (expondo maior risco à vida humana); -possuem menor capacidade de adaptação tecnológica, institucional, educacional e financeira.
  • 6. Mitigação As Florestas, agricultura e outros ecossistemas terrestres oferecem potencial global significativo de absorção de carbono (até 100 GtC cumulativos nos próximos 50 anos); Reduzindo imperfeições institucionais de mercados; Estratégias de preço e de taxação da energia; Remoção de subsídios que incentivam o aumento da emissão de GEEs; Internalização dos custos sociais e da degradação ambiental; Criação de cotas/comércio de emissões domesticamente e globalmente;
  • 7. Mitigação Menores emissões exigirão padrões diferentes de desenvolvimento de recursos energéticos (tendência de “descarbonificação”, isto é, a utilização de combustíveis menos carbono-intensivos) e aumento da eficiência de uso-final; Aerogeradores, produção mais limpa, automóveis com motores híbridos, tecnologia de células a combustível, estocagem subterrânea de dióxido de carbono, entre outros; Metade do aumento estimado das emissões globais de hoje até 2020 pode ser reduzido com benefícios diretos, enquanto que a outra metade incorrerá em custos menores do que US$ 100 por tonelada de carbono (tC).
  • 8. Mitigação São muitas as possibilidades de mitigação: suprimento e demanda; O uso dos mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto entre os países do Anexo-B1 reduz os custos restrições de sorvedouros de carbono e do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL); Os custos de estabilização da concentração de CO2 crescem moderadamente dos patamares de 700 ppmv para 550 ppmv e bastante de 550 ppmv para 450 ppmv; Suprimento: Substituição de combustível; Aumento da eficiência na geração de eletricidade (de 30% a ~ 60%); Intensificação do uso de energias renováveis (biomassa, solar, eólica, hidráulica,etc.; Sorvedouros de carbono; Energia nuclear.
  • 9. Adaptação Programas regulatórios, incluindo políticas de padronização de eficiência energética nas cidades; Incentivo ao uso de novas tecnologias através da Educação Ambiental e principalmente práticas locais; Benefícios secundários, por exemplo, da melhoria da qualidade do ar na micro e macro-regional, principalmente: Nos Transportes públicos e privados; Nas construções residenciais, comerciais e industriais; Nos processos industriais; Na agricultura e Padrão de Ocupação Urbana; No manejo de florestas e áreas agriculturáveis. Na redução de emissão provenientes do residuos sólidos.
  • 10. Formulação de Indicadores Ambientais PRESSÃO PRESSÃO ESTADO IMPACTOS IMPACTOS ESTADO DINÂMICAS DE DINÂMICAS DE Ecossistemas PRESSÃO PRESSÃO Consumo de água Consumo de água Ar Ecossistemas Ar -Demográfica Águas Residuais Qualidade de Vida ee Qualidade de Vida -Demográfica Águas Residuais Água Água -Econômica Consumo de Energia Saúde População Saúde População -Econômica Consumo de Energia Solo Solo -Uso eeOcupação -Uso Ocupação Emissões Atmosféricas Economia Urbana Economia Urbana Emissões Atmosféricas Biodiversidade Biodiversidade do território do território Residuos Sólidos Nível Político Nível Político Residuos Sólidos Meio Ambiente Meio Ambiente Uso eeOcupação do Solo Meio Ambiente Meio Ambiente Uso Ocupação do Solo Construído Construído Construído Construído Ação Fonte:PNUMA – Metodologia GeoCidades RESPOSTAS RESPOSTAS • Controle ambiental (controle das emissões atmosféricas, emissões de fontes de ruído); • Intervenção Física (reabilitação de áreas degradadas, ampliação da cobertura vegetal); • Política adminstrativa (Agenda 21 local, Plano Dirtor); • Ecoômico-financeira (gestão de resíduos sólidos e transporte público);
  • 11. INCORPORAÇÃO DE INDICADORES Órgão Ambiental Órgão Ambiental Produção da Produção da Análise e Análise e Informação Informação Avaliação de Avaliação de Equipe Técnica Local Dados Dados Equipe Técnica Local Monitoramento eeFiscalização Monitoramento Fiscalização Compilação, Identificação ee Propostas e Difusão Propostas e Difusão Compilação, Identificação Seleção de Dados Seleção de Dados Relatórios Relatórios feedback Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Participativo Participativo Incorporação das Incorporação das Comunidade Comunidade Políticas Locais Políticas Locais Processo Continuo das Políticas Processo Continuo das Políticas Fiscalização Resultantes Fiscalização Resultantes Fonte: PNUMA
  • 12. Diretrizes Locais Qualidade do ar eliminar as queimadas de cana; priorizar o transporte público; reduzir e controlar a emissão de poluentes utilizando inovação tecnológica no transporte público; Novo padrão de ocupação do solo priorizar em novos projetos de loteamentos áreas verdes distribuidas homogeneamente; reduzir o uso de condicionamento de ar artificial nas edificações; incentivar o uso de técnicas para climatização natural em projetos de edificações públicas, industrias, comerciais e residenciais; promover campanhas para o uso de materiais que apresentam melhor desempenho térmico nas construções;
  • 13. Diretrizes Locais Uso e Ocupação do solo Operações Urbanas Consorciadas reutilizar prédios abandonados para desenvolvimento de atividades sócios-educativas-ambiental; reestruturar área urbana com finalidade de criação de novas áreas de lazer e entretenimento com predominância de vegetação; Dentre outras...
  • 14. Diretrizes Locais Identificar e monitorar o potencial de espaços vegetados públicos por macro e micro-regiões urbanas e rurais; Arborização Urbana utilizar espécies nativas em APPs, praças e passeio público; arborizar e ampliar a taxa de permeabilidade em área de passeio público e áreas privativas; Dentre outros...
  • 15. Diretrizes Locais Macro-zonemamento rural identificar áreas naturais com potencial para preservação; buscar desenvolvimento econômico com responsabilidade; Educação ambiental; mobilizar a participação comunitária nas discussões sobre a qualidade ambiental em escolas e Instituições públicas; criar progrogramas de educação ambiental em associações de bairro; ampliar a grade curricular voltadas aos problemas ambientais da cidade tanto no ensino superior como secundário;
  • 16. Considerações Finais Existe opções de mitigação e adaptação que dependem de implantação e ação política a curto prazo; Incorporar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas públicas; Promover melhor compreensão da dinâmica das cidades e seus ambientes através da formulação de indicadores; Publicar avaliações que contenham informação sobre o estado do meio ambiente através dos indicadores emergentes; O uso da GeoTecnologia para Integração de dados; Tornar viável soluções de gestão municipal;
  • 17. Considerações Finais “...as Mudanças do Uso da Terra e Fragmentação do Habitat estão devastando o nosso planeta e operam em escalas: Local e Regional”. “...os GEEs não discriminam as fronteiras nacionais ou bioma regionais...”. “por isso os políticos devem entender que as Mudanças Climáticas Globais tem importância local em qualquer lugar do planeta”. Fonte: Principles of Conservation Biology Groom, Martha J. et al (Edição:2006)