SlideShare uma empresa Scribd logo
 Professor : Esron Oliveira.
 Série : 2° ano Turma: E Turno: 2° Tarde
 Alunos:
 Anderson Silva, Abel Pereira e Francy Junior.
OS LUSÍADAS
LUÍS VAZ DE CAMÕE S
CANTO X
Os Lusíadas
OS LUSÍADAS
Autor(es) Luís Vaz de Camões
Idioma Português
País Portugal
Gênero Épico
Lançamento 1572
Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a
epopeia portuguesa por excelência. Provavelmente concluída em 1556, foi
publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos
após o regresso do autor do Oriente.
A obra é composta de dez cantos, 1102 estrofes e 8816 versos que são oitavas
decassílabas, sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima
camoniana. A acção central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por
Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história
de Portugal, glorificando o povo português.
 A estrutura externa refere-se à análise formal do poema: número de
estrofes, número de versos por estrofe, número de sílabas métricas, tipos de rimas, ritmo,
figuras de estilo, etc. Assim:
 Os Lusíadas é constituído por dez partes, chamadas de cantos na lírica;
 cada canto possui um número variável de estrofes (em média, 110);
 as estâncias são oitavas, tendo portanto oito versos; a rima é cruzada nos seis
primeiros versos e emparelhada nos dois últimos (AB AB AB CC, ver na citação ao lado);
 cada verso é constituído por dez sílabas métricas (decassilábico), na sua maioria
heróicas (acentuadas nas sextas e décimas sílabas).
 Sendo Os Lusíadas um texto renascentista, não poderia deixar de seguir a estética grega
que dava particular importância ao número de ouro. Assim, o clímax da narrativa, a
chegada à Índia, foi colocada no ponto que divide a obra na proporção áurea (início do
Canto VII).
 1
MAS já o claro amador da Larisseia
Adúltera inclinava os animais
Lá pera o grande lago que rodeia
Temistitão nos fins Ocidentais;
O grande ardor do Sol Favónio
enfreia
Co sopro que nos tanques naturais
Encrespa a água serena e
despertava
Os lírios e jasmins, que a calma
agrava,
 2
Quando as fermosas Ninfas, cos
amantes
Pela mão, já conformes e contentes,
Subiam pera os paços radiantes
E de metais ornados reluzentes,
Mandados da Rainha, que abundantes
Mesas d' altos manjares excelentes
Lhe tinha aparelhados, que a fraqueza
Restaurem da cansada natureza.
 4
Os vinhos odoríferos, que acima
Estão não só do Itálico Falerno
Mas da Ambrósia, que Jove tanto
estima
Com todo o ajuntamento
sempiterno,
Nos vasos, onde em vão trabalha a
lima,
Crespas escumas erguem, que no
interno
Coração movem súbita alegria,
Saltando co a mistura d' água fria.
 3
Ali, em cadeiras ricas, cristalinas,
Se assentam dous e dous, amante e
dama;
Noutras, à cabeceira, d' ouro finas,
Está co a bela Deusa o claro Gama.
De iguarias suaves e divinas,
A quem não chega a Egípcia antiga
fama,
Se acumulam os pratos de fulvo ouro,
Trazidos lá do Atlântico tesouro.
Ilha dos Amores
Terminada a viagem do Gama e antes de regressarem a Portugal, o poeta dirige os
nautas para a Ilha dos Amores, onde, por ação de Vénus e Cupido, receberão o prémio
do seu esforço.
Trata-se de uma ilha paradisíaca, de uma beleza deslumbrante. A descrição do
consórcio entre os portugueses e as ninfas está repassada de sensualidade. Os prazeres
que lhes são oferecidos são o justo prémio por terem perseguido o seu objetivo sem
hesitações.
Em primeiro lugar, serve para desmitificar o recurso à mitologia pagã, apresentada aqui
como simples ficção, útil para "fazer versos deleitosos". Em segundo lugar, representa
a glorificação do povo português, a quem é reconhecido um estatuto de
excepcionalidade. Pelo seu esforço continuado, pela sua persistência, pela sua
fidelidade à tarefa de expansão da fé cristã, os portugueses como que se divinizam.
Tornam-se assim dignos de ombrear com os deuses, adquirindo um estatuto de
imortalidade que é afinal o prémio máximo a que pode aspirar o ser humano.
De certo modo, podemos dizer que é o amor que conduz os portugueses à imortalidade.
Não o amor no sentido vulgar da palavra, mas o amor num sentido mais amplo: o amor
desinteressado, o amor da pátria, o amor ao dever, o empenhamento total nas tarefas
coletivas, a capacidade de suportar todas as dificuldades, todos os sacrifícios. É esse
amor que manifestam Gama e os seus homens; é ele que permite a tantos libertar-se da
"lei da morte". É também esse amor que conduz Camões a "espalhar" os feitos dos seus
compatriotas por toda a parte e tornar-se, também ele, imortal.
As Ninfas oferecem um banquete aos portugueses. Após uma Invocação do
poeta Calíope, uma Ninfa faz profecias sobre as futuras vitórias dos
Portugueses no Oriente. Tétis conduz Vasco da Gama ao cume de um monte
para lhe mostrar a Máquina do Mundo e indicar nela as lugares onde chegará
o império Português. Os portugueses despedem-se e regressam a Portugal. O
poeta termina lamentando-se pelo seu destino infeliz de poeta
incompreendido por aqueles a quem canta e exortando o Rei D. Sebastião a
continuar a glória dos Portugueses.
A Máquina do Mundo revela o que será o Império Português, representando o
auge da glorificação – Vasco da Gama vê o que só aos Deuses é dado ver; é a
glorificação simbólica do conhecimento, do saber proporcionado pelo sonho
da descoberta: “o bicho da terra tão pequena” venceu as suas próprias
limitações e foi além do que prometia a “força humana”. É de assinalar que,
neste episodio se sobrepõem, a nível da estrutura, os três planos narrativos: o
plano da viagem; o plano mitológico e o plano da história de Portugal, mas
agora e futuro.
Fontes do Trabalhos:
Sites: Google Pesquisa e Imagens, YouTube e Livro OsLusíadas.
Reflexão do Poeta
Os últimos versos da obra revelam sentimentos contraditórios: o
desalento, o orgulho e a esperança.
1°. O poeta recusa continuar o seu canto, não por cansaço, mas por
desânimo, o que provêm da contratação…metida no gosto da cobiça
e na rudeza, imagem que representa o Portugal do seu tempo;
2°. Mas exprime o seu orgulho naqueles que continuam dispostos a
lutar pela grandeza da pátria;
3°. E afirma a esperança de que o rei saiba aproveitar e estimular
essas energias para dar continuidade á glorificação do “peito ilustre
lusitano”
4°. Em suma, a glória do passado deverá ser encarada como um
exemplo presente para construir um futuro grandioso.
Os Lusíadas
AGRADECEMOS A
TODOS !
ESTE FOI O NOSSO
TRABALHO.
ESPERAMSO QUE VOCÊS
TENHAM GOSTADO.
Os Lusíadas
VOCÊS JÁ PODEM
APLAUDIR !
rsrskkkshuashua

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camões
julykathy
 
Lusíadas: Visão Global
Lusíadas: Visão GlobalLusíadas: Visão Global
Lusíadas: Visão Global
Dina Baptista
 
Auto da Feira de Gil Vicente
Auto da Feira de Gil VicenteAuto da Feira de Gil Vicente
Auto da Feira de Gil Vicente
Gijasilvelitz 2
 
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
FilipeReis48
 
Intertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
Intertextualidade Mensagem e Os LusíadasIntertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
Intertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
António Teixeira
 
Os Lusíadas
Os LusíadasOs Lusíadas
Os Lusíadas
Maria Gois
 
Um mover de olhos brando e piadoso
Um mover de olhos brando e piadosoUm mover de olhos brando e piadoso
Um mover de olhos brando e piadoso
Helena Coutinho
 
Alvaro de Campos-Exp12
Alvaro de Campos-Exp12Alvaro de Campos-Exp12
Alvaro de Campos-Exp12
Experiências Português
 
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexãoO herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
Margarida Tomaz
 
Os Lusíadas Canto 8
Os Lusíadas Canto 8Os Lusíadas Canto 8
Os Lusíadas Canto 8
Gabriel Barbosa Doria
 
"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise
Maria João Oliveira
 
A nostalgia da infância
A nostalgia da infânciaA nostalgia da infância
A nostalgia da infância
Paulo Portelada
 
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da InfânciaFernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
Samuel Neves
 
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa OrtónimoResumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Raffaella Ergün
 
Os lusiadas resumo
Os lusiadas resumoOs lusiadas resumo
Os lusiadas resumo
Jonatham Siqueira
 
Mensagem: Análise "O Bandarra"
Mensagem: Análise "O Bandarra"Mensagem: Análise "O Bandarra"
Mensagem: Análise "O Bandarra"
InsdeCastro7
 
Análise do Poema - A Última Nau
Análise do Poema - A Última NauAnálise do Poema - A Última Nau
Análise do Poema - A Última Nau
Maria Freitas
 
Estrutura externa e interna d'os lusíadas
Estrutura externa e interna d'os lusíadasEstrutura externa e interna d'os lusíadas
Estrutura externa e interna d'os lusíadas
claudiarmarques
 
ComemD. João I in Mensagem, de Fernando Pessoa
ComemD. João I in  Mensagem, de Fernando Pessoa ComemD. João I in  Mensagem, de Fernando Pessoa
ComemD. João I in Mensagem, de Fernando Pessoa
Ana Cristina Matias
 
Teste 1
Teste 1Teste 1
Teste 1
Diogo Tavares
 

Mais procurados (20)

Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camões
 
Lusíadas: Visão Global
Lusíadas: Visão GlobalLusíadas: Visão Global
Lusíadas: Visão Global
 
Auto da Feira de Gil Vicente
Auto da Feira de Gil VicenteAuto da Feira de Gil Vicente
Auto da Feira de Gil Vicente
 
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
"Mar Português" e " Ascensão de Vasco da Gama" por Filipe Reis
 
Intertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
Intertextualidade Mensagem e Os LusíadasIntertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
Intertextualidade Mensagem e Os Lusíadas
 
Os Lusíadas
Os LusíadasOs Lusíadas
Os Lusíadas
 
Um mover de olhos brando e piadoso
Um mover de olhos brando e piadosoUm mover de olhos brando e piadoso
Um mover de olhos brando e piadoso
 
Alvaro de Campos-Exp12
Alvaro de Campos-Exp12Alvaro de Campos-Exp12
Alvaro de Campos-Exp12
 
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexãoO herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
O herói n’os lusíadas - tópicos para reflexão
 
Os Lusíadas Canto 8
Os Lusíadas Canto 8Os Lusíadas Canto 8
Os Lusíadas Canto 8
 
"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise
 
A nostalgia da infância
A nostalgia da infânciaA nostalgia da infância
A nostalgia da infância
 
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da InfânciaFernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
 
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa OrtónimoResumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
 
Os lusiadas resumo
Os lusiadas resumoOs lusiadas resumo
Os lusiadas resumo
 
Mensagem: Análise "O Bandarra"
Mensagem: Análise "O Bandarra"Mensagem: Análise "O Bandarra"
Mensagem: Análise "O Bandarra"
 
Análise do Poema - A Última Nau
Análise do Poema - A Última NauAnálise do Poema - A Última Nau
Análise do Poema - A Última Nau
 
Estrutura externa e interna d'os lusíadas
Estrutura externa e interna d'os lusíadasEstrutura externa e interna d'os lusíadas
Estrutura externa e interna d'os lusíadas
 
ComemD. João I in Mensagem, de Fernando Pessoa
ComemD. João I in  Mensagem, de Fernando Pessoa ComemD. João I in  Mensagem, de Fernando Pessoa
ComemD. João I in Mensagem, de Fernando Pessoa
 
Teste 1
Teste 1Teste 1
Teste 1
 

Destaque

Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadasTrabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
Daniel Maia
 
Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas
Lurdes Augusto
 
Biografia de Luís Vaz de Camões
Biografia de Luís Vaz de CamõesBiografia de Luís Vaz de Camões
Biografia de Luís Vaz de Camões
camoesparasempre
 
Os lusiadas
Os lusiadasOs lusiadas
Os lusiadas
Ronald Simoes
 
Lusiadas 8 b 3p
Lusiadas 8 b 3pLusiadas 8 b 3p
Lusiadas 8 b 3p
Profmaria
 
Os Lusíadas, de Camões
Os Lusíadas, de CamõesOs Lusíadas, de Camões
Os Lusíadas, de Camões
CrisBiagio
 
Vida e Obra de Luís Vaz de Camões
Vida e Obra de Luís Vaz de CamõesVida e Obra de Luís Vaz de Camões
Vida e Obra de Luís Vaz de Camões
Larissa Barreis
 
Luís Vaz de Camões
Luís Vaz de CamõesLuís Vaz de Camões
Luís Vaz de Camões
Cláudia Heloísa
 
Horizonte + ilha amores
Horizonte + ilha amoresHorizonte + ilha amores
Horizonte + ilha amores
antoniosampaio11
 
Lusiadas
LusiadasLusiadas
Lusiadas
Cátia Morgado
 
Apresentação luís de camões
Apresentação luís de camõesApresentação luís de camões
Apresentação luís de camões
inaciasantana
 
Luís vaz de camões
Luís vaz de camõesLuís vaz de camões
Luís vaz de camões
Ministério da Educação
 
Ilha dos amores
Ilha dos amoresIlha dos amores
Ilha dos amores
Susana Sobrenome
 
Camoes vida-e-obra
Camoes vida-e-obraCamoes vida-e-obra
Camoes vida-e-obra
Helena Coutinho
 
Análise do canto ix
Análise do canto ixAnálise do canto ix
Análise do canto ix
Karyn XP
 
Lusiadas Figurasdeestilo
Lusiadas FigurasdeestiloLusiadas Figurasdeestilo
Lusiadas Figurasdeestilo
André Cerqueira
 
Ilha dos Amores
Ilha dos AmoresIlha dos Amores
Ilha dos Amores
Vanda Marques
 
Renascimento, Humanismo e Classicismo
Renascimento, Humanismo e ClassicismoRenascimento, Humanismo e Classicismo
Renascimento, Humanismo e Classicismo
Teresa Pombo
 
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologiaIlha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
sin3stesia
 
Luís Vaz de Camões - Vida e obra
Luís Vaz de Camões - Vida e obraLuís Vaz de Camões - Vida e obra
Luís Vaz de Camões - Vida e obra
mariacosta
 

Destaque (20)

Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadasTrabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
Trabalho de portugues quinto imperio+os lusiadas
 
Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas
 
Biografia de Luís Vaz de Camões
Biografia de Luís Vaz de CamõesBiografia de Luís Vaz de Camões
Biografia de Luís Vaz de Camões
 
Os lusiadas
Os lusiadasOs lusiadas
Os lusiadas
 
Lusiadas 8 b 3p
Lusiadas 8 b 3pLusiadas 8 b 3p
Lusiadas 8 b 3p
 
Os Lusíadas, de Camões
Os Lusíadas, de CamõesOs Lusíadas, de Camões
Os Lusíadas, de Camões
 
Vida e Obra de Luís Vaz de Camões
Vida e Obra de Luís Vaz de CamõesVida e Obra de Luís Vaz de Camões
Vida e Obra de Luís Vaz de Camões
 
Luís Vaz de Camões
Luís Vaz de CamõesLuís Vaz de Camões
Luís Vaz de Camões
 
Horizonte + ilha amores
Horizonte + ilha amoresHorizonte + ilha amores
Horizonte + ilha amores
 
Lusiadas
LusiadasLusiadas
Lusiadas
 
Apresentação luís de camões
Apresentação luís de camõesApresentação luís de camões
Apresentação luís de camões
 
Luís vaz de camões
Luís vaz de camõesLuís vaz de camões
Luís vaz de camões
 
Ilha dos amores
Ilha dos amoresIlha dos amores
Ilha dos amores
 
Camoes vida-e-obra
Camoes vida-e-obraCamoes vida-e-obra
Camoes vida-e-obra
 
Análise do canto ix
Análise do canto ixAnálise do canto ix
Análise do canto ix
 
Lusiadas Figurasdeestilo
Lusiadas FigurasdeestiloLusiadas Figurasdeestilo
Lusiadas Figurasdeestilo
 
Ilha dos Amores
Ilha dos AmoresIlha dos Amores
Ilha dos Amores
 
Renascimento, Humanismo e Classicismo
Renascimento, Humanismo e ClassicismoRenascimento, Humanismo e Classicismo
Renascimento, Humanismo e Classicismo
 
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologiaIlha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
Ilha dos Amores- Os Lusíadas: simbologia
 
Luís Vaz de Camões - Vida e obra
Luís Vaz de Camões - Vida e obraLuís Vaz de Camões - Vida e obra
Luís Vaz de Camões - Vida e obra
 

Semelhante a Os Lusíadas

O classicismo em portugal
O classicismo em portugalO classicismo em portugal
O classicismo em portugal
ma.no.el.ne.ves
 
Os lusíadas
Os lusíadasOs lusíadas
Os lusíadas
Caroliny Santos
 
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
Simone Giglio
 
Classicismo
Classicismo Classicismo
Classicismo
PATRICIA VIANA
 
Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580
Amanda Assenza Fratucci
 
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
MarlenePastor2
 
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdfOs Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Paula Vieira
 
lusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docxlusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docx
FamIndisciplinadAA
 
Camões
CamõesCamões
Camões
Pedro Alves
 
Os Lusíadas Ilha dos Amores - Canto X
Os Lusíadas   Ilha dos Amores -  Canto XOs Lusíadas   Ilha dos Amores -  Canto X
Os Lusíadas Ilha dos Amores - Canto X
Maria Inês de Souza Vitorino Justino
 
Trovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao BarrocoTrovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao Barroco
Portal do Vestibulando
 
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolverOs Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
complementoindirecto
 
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURAliteratura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
mariasantos1451
 
Reflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em PessoaReflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em Pessoa
complementoindirecto
 
Classicismo 2. revisado
Classicismo 2. revisadoClassicismo 2. revisado
Classicismo 2. revisado
Roberta Savana
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
Milena Dantas
 
Aula 04 camões épico - os lusíadas
Aula 04   camões épico - os lusíadasAula 04   camões épico - os lusíadas
Aula 04 camões épico - os lusíadas
Jonatas Carlos
 
RecuperaçãO Final 1 Em
RecuperaçãO Final 1 EmRecuperaçãO Final 1 Em
RecuperaçãO Final 1 Em
Brenda Tacchelli
 
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 anoApresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
mako851
 
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portuguesesHerança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
CiceroMarcosSantos1
 

Semelhante a Os Lusíadas (20)

O classicismo em portugal
O classicismo em portugalO classicismo em portugal
O classicismo em portugal
 
Os lusíadas
Os lusíadasOs lusíadas
Os lusíadas
 
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
 
Classicismo
Classicismo Classicismo
Classicismo
 
Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580
 
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
 
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdfOs Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
 
lusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docxlusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docx
 
Camões
CamõesCamões
Camões
 
Os Lusíadas Ilha dos Amores - Canto X
Os Lusíadas   Ilha dos Amores -  Canto XOs Lusíadas   Ilha dos Amores -  Canto X
Os Lusíadas Ilha dos Amores - Canto X
 
Trovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao BarrocoTrovadorismo ao Barroco
Trovadorismo ao Barroco
 
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolverOs Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
Os Lusíadas e Mensagem - Questões para desenvolver
 
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURAliteratura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
literatura-classicismo: AULA SOBRE LITERATURA
 
Reflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em PessoaReflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em Pessoa
 
Classicismo 2. revisado
Classicismo 2. revisadoClassicismo 2. revisado
Classicismo 2. revisado
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
Aula 04 camões épico - os lusíadas
Aula 04   camões épico - os lusíadasAula 04   camões épico - os lusíadas
Aula 04 camões épico - os lusíadas
 
RecuperaçãO Final 1 Em
RecuperaçãO Final 1 EmRecuperaçãO Final 1 Em
RecuperaçãO Final 1 Em
 
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 anoApresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
Apresentação em powerpoint Lusíadas 10 ano
 
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portuguesesHerança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
Herança portuguesa - resumo dos movimentos portugueses
 

Mais de Anderson Silva

A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
Anderson Silva
 
As Floresta e os campos
As Floresta e os camposAs Floresta e os campos
As Floresta e os campos
Anderson Silva
 
Dança Xaxado
Dança XaxadoDança Xaxado
Dança Xaxado
Anderson Silva
 
Sociologia - Segregação
Sociologia - SegregaçãoSociologia - Segregação
Sociologia - Segregação
Anderson Silva
 
Ideologias políticas
Ideologias políticasIdeologias políticas
Ideologias políticas
Anderson Silva
 
Cultura Viseuense
Cultura ViseuenseCultura Viseuense
Cultura Viseuense
Anderson Silva
 
2 ° Guerra Mundial
2 ° Guerra Mundial2 ° Guerra Mundial
2 ° Guerra Mundial
Anderson Silva
 
Bioma da Mata Atlântica
Bioma da Mata AtlânticaBioma da Mata Atlântica
Bioma da Mata Atlântica
Anderson Silva
 
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASILO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
Anderson Silva
 
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde femininaSaúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
Anderson Silva
 

Mais de Anderson Silva (10)

A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
A Sociologia é uma ciência que estuda as sociedades humanas e os processos qu...
 
As Floresta e os campos
As Floresta e os camposAs Floresta e os campos
As Floresta e os campos
 
Dança Xaxado
Dança XaxadoDança Xaxado
Dança Xaxado
 
Sociologia - Segregação
Sociologia - SegregaçãoSociologia - Segregação
Sociologia - Segregação
 
Ideologias políticas
Ideologias políticasIdeologias políticas
Ideologias políticas
 
Cultura Viseuense
Cultura ViseuenseCultura Viseuense
Cultura Viseuense
 
2 ° Guerra Mundial
2 ° Guerra Mundial2 ° Guerra Mundial
2 ° Guerra Mundial
 
Bioma da Mata Atlântica
Bioma da Mata AtlânticaBioma da Mata Atlântica
Bioma da Mata Atlântica
 
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASILO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO NO BRASIL
 
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde femininaSaúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
Saúde da mulher - Cuidados com a saúde feminina
 

Último

Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
marcos oliveira
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 

Os Lusíadas

  • 1.  Professor : Esron Oliveira.  Série : 2° ano Turma: E Turno: 2° Tarde  Alunos:  Anderson Silva, Abel Pereira e Francy Junior.
  • 2. OS LUSÍADAS LUÍS VAZ DE CAMÕE S CANTO X
  • 4. OS LUSÍADAS Autor(es) Luís Vaz de Camões Idioma Português País Portugal Gênero Épico Lançamento 1572
  • 5. Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a epopeia portuguesa por excelência. Provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente. A obra é composta de dez cantos, 1102 estrofes e 8816 versos que são oitavas decassílabas, sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima camoniana. A acção central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história de Portugal, glorificando o povo português.
  • 6.  A estrutura externa refere-se à análise formal do poema: número de estrofes, número de versos por estrofe, número de sílabas métricas, tipos de rimas, ritmo, figuras de estilo, etc. Assim:  Os Lusíadas é constituído por dez partes, chamadas de cantos na lírica;  cada canto possui um número variável de estrofes (em média, 110);  as estâncias são oitavas, tendo portanto oito versos; a rima é cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos (AB AB AB CC, ver na citação ao lado);  cada verso é constituído por dez sílabas métricas (decassilábico), na sua maioria heróicas (acentuadas nas sextas e décimas sílabas).  Sendo Os Lusíadas um texto renascentista, não poderia deixar de seguir a estética grega que dava particular importância ao número de ouro. Assim, o clímax da narrativa, a chegada à Índia, foi colocada no ponto que divide a obra na proporção áurea (início do Canto VII).
  • 7.  1 MAS já o claro amador da Larisseia Adúltera inclinava os animais Lá pera o grande lago que rodeia Temistitão nos fins Ocidentais; O grande ardor do Sol Favónio enfreia Co sopro que nos tanques naturais Encrespa a água serena e despertava Os lírios e jasmins, que a calma agrava,  2 Quando as fermosas Ninfas, cos amantes Pela mão, já conformes e contentes, Subiam pera os paços radiantes E de metais ornados reluzentes, Mandados da Rainha, que abundantes Mesas d' altos manjares excelentes Lhe tinha aparelhados, que a fraqueza Restaurem da cansada natureza.
  • 8.  4 Os vinhos odoríferos, que acima Estão não só do Itálico Falerno Mas da Ambrósia, que Jove tanto estima Com todo o ajuntamento sempiterno, Nos vasos, onde em vão trabalha a lima, Crespas escumas erguem, que no interno Coração movem súbita alegria, Saltando co a mistura d' água fria.  3 Ali, em cadeiras ricas, cristalinas, Se assentam dous e dous, amante e dama; Noutras, à cabeceira, d' ouro finas, Está co a bela Deusa o claro Gama. De iguarias suaves e divinas, A quem não chega a Egípcia antiga fama, Se acumulam os pratos de fulvo ouro, Trazidos lá do Atlântico tesouro.
  • 9. Ilha dos Amores Terminada a viagem do Gama e antes de regressarem a Portugal, o poeta dirige os nautas para a Ilha dos Amores, onde, por ação de Vénus e Cupido, receberão o prémio do seu esforço. Trata-se de uma ilha paradisíaca, de uma beleza deslumbrante. A descrição do consórcio entre os portugueses e as ninfas está repassada de sensualidade. Os prazeres que lhes são oferecidos são o justo prémio por terem perseguido o seu objetivo sem hesitações. Em primeiro lugar, serve para desmitificar o recurso à mitologia pagã, apresentada aqui como simples ficção, útil para "fazer versos deleitosos". Em segundo lugar, representa a glorificação do povo português, a quem é reconhecido um estatuto de excepcionalidade. Pelo seu esforço continuado, pela sua persistência, pela sua fidelidade à tarefa de expansão da fé cristã, os portugueses como que se divinizam. Tornam-se assim dignos de ombrear com os deuses, adquirindo um estatuto de imortalidade que é afinal o prémio máximo a que pode aspirar o ser humano. De certo modo, podemos dizer que é o amor que conduz os portugueses à imortalidade. Não o amor no sentido vulgar da palavra, mas o amor num sentido mais amplo: o amor desinteressado, o amor da pátria, o amor ao dever, o empenhamento total nas tarefas coletivas, a capacidade de suportar todas as dificuldades, todos os sacrifícios. É esse amor que manifestam Gama e os seus homens; é ele que permite a tantos libertar-se da "lei da morte". É também esse amor que conduz Camões a "espalhar" os feitos dos seus compatriotas por toda a parte e tornar-se, também ele, imortal.
  • 10. As Ninfas oferecem um banquete aos portugueses. Após uma Invocação do poeta Calíope, uma Ninfa faz profecias sobre as futuras vitórias dos Portugueses no Oriente. Tétis conduz Vasco da Gama ao cume de um monte para lhe mostrar a Máquina do Mundo e indicar nela as lugares onde chegará o império Português. Os portugueses despedem-se e regressam a Portugal. O poeta termina lamentando-se pelo seu destino infeliz de poeta incompreendido por aqueles a quem canta e exortando o Rei D. Sebastião a continuar a glória dos Portugueses. A Máquina do Mundo revela o que será o Império Português, representando o auge da glorificação – Vasco da Gama vê o que só aos Deuses é dado ver; é a glorificação simbólica do conhecimento, do saber proporcionado pelo sonho da descoberta: “o bicho da terra tão pequena” venceu as suas próprias limitações e foi além do que prometia a “força humana”. É de assinalar que, neste episodio se sobrepõem, a nível da estrutura, os três planos narrativos: o plano da viagem; o plano mitológico e o plano da história de Portugal, mas agora e futuro.
  • 11. Fontes do Trabalhos: Sites: Google Pesquisa e Imagens, YouTube e Livro OsLusíadas.
  • 12. Reflexão do Poeta Os últimos versos da obra revelam sentimentos contraditórios: o desalento, o orgulho e a esperança. 1°. O poeta recusa continuar o seu canto, não por cansaço, mas por desânimo, o que provêm da contratação…metida no gosto da cobiça e na rudeza, imagem que representa o Portugal do seu tempo; 2°. Mas exprime o seu orgulho naqueles que continuam dispostos a lutar pela grandeza da pátria; 3°. E afirma a esperança de que o rei saiba aproveitar e estimular essas energias para dar continuidade á glorificação do “peito ilustre lusitano” 4°. Em suma, a glória do passado deverá ser encarada como um exemplo presente para construir um futuro grandioso.
  • 14. AGRADECEMOS A TODOS ! ESTE FOI O NOSSO TRABALHO. ESPERAMSO QUE VOCÊS TENHAM GOSTADO.
  • 16. VOCÊS JÁ PODEM APLAUDIR ! rsrskkkshuashua